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08 Apr 18:28

Evidence Aside, FBI Says Russians Out To Steal Ideas From US Tech Firms

by timothy
v3rgEz (125380) writes "It sounds like a scare from 1970s Cold War propaganda or a subplot from the popular TV series "The Americans," but the FBI says the threat is real: Russian investment firms may be looking to steal high-tech intelligence from Boston-area companies to give to their country's military. Many of the firms under scrutiny are in the Boston area, including those partnered with a number of area biotech companies and with ties to MIT." And while the FBI says this could be happening, as the article points out, this pronouncement seems to be based on plausibility rather than specific incidents of such theft. One relevant excerpt: "The FBI warning comes as the Obama administration has increased pressure on Russia for its annexation of the former Ukrainian territory of Crimea by levying sanctions on some business leaders close to President Vladimir Putin. In March, the US Commerce Department banned new licenses for the export to Russia of defense-related products and “dual-use” technologies that could have military applications."

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08 Apr 11:32

O Joaquim Barbosa autoritário, amado pelas esquerdas, volta a dar as caras

by giinternet

Joaquim Barbosa, presidente do Supremo Tribunal Federal — que, consta, pode deixar o tribunal ainda neste ano —, perdeu, nesta segunda, uma excelente chance de ficar calado, refletir melhor e, depois, então, se fosse o caso, emitir a sua opinião. Mas este sempre foi um defeito seu, não é mesmo?, estivesse certo ou errado: falar primeiro e, eventualmente, pensar depois. Nesta segunda, o ministro participou do seminário “Liberdade de expressão e o Poder Judiciário”, no Tribunal de Justiça do Rio. E eis que surgiu aquele Joaquim que foi indicado por Lula para o Supremo; eis que se mostrou o Joaquim que ainda não havia sido transformado na Geni do petismo por causa de seus votos contra os mensaleiros.

Vamos lá. O leitor poderia dizer: “Você, que sempre elogiou o ministro, vai criticá-lo agora?”. Pois é. Basta acessar o arquivo deste blog para saber que, ao longo dos anos, mais critiquei do que elogiei Barbosa. O fato de ele ter feito a coisa certa no mensalão não implica que eu endosse seu estilo e apoie sempre as suas opiniões. Ainda há dias, ele votou contra a possibilidade de empresas privadas doarem dinheiro para campanhas eleitorais, por exemplo. Acho que ele está errado.

Nesta segunda, o ainda ministro resolveu fazer digressões sobre a chamada regulação dos meios de comunicação. Afirmou, segundo informa Ítalo Nogueira na Folha: “Normatização, regulação, seja ela do Estado ou autorregulação, é importante. O que não deve haver é falta de qualquer regulação. Não defendo censura, nada disso. A vida social é feita de constantes choques e embates entre direitos, pessoas e grupos. Sem um balizamento normativo, seja ele do Estado ou mesmo dos próprios integrantes de um determinado sistema produtivo, aquele que tem a incumbência de resolver os conflitos entre esses grupos e essas pessoas tem dificuldade de fazê-lo”. Ufa!

Até aí, parece ok. Vale para qualquer assunto. Mas ele decidiu ser mais preciso, e aí meteu os pés pelas mãos. Para ele, “falta diversidade” aos meios de comunicação do país. Sei… Avançou: “Há organizações que fizeram esforços nos últimos 15, 20 anos, para ter mais a cara do Brasil, na chamada paisagem audiovisual brasileira. Outras simplesmente não despertaram para essa necessidade. Precisamos de visões mais plurais e ver isso com mais naturalidade. Vocês não acham que a informação no Brasil é repetitiva, obsessiva, cansativa às vezes? Todo mundo diz a mesma coisa”.

Barbosa está misturando alhos com bugalhos. Quando um sujeito afinado com os valores democráticos fala em regulamentação, pensa em eventuais questões técnicas e legais — não mais do que isso. Há políticos, por exemplo, que recebem concessões de rádio e TV por intermédio de terceiros. Isso precisa parar, mudar. Barbosa, no entanto, está falando de outra coisa: de conteúdo! Quem é que vai fazer isso que ele prega? O estado? Uma comissão de autocensura, que, em nome da tal diversidade, iria policiar a informação? Quem disse a Barbosa que os meios pensam a mesma coisa, defendem a mesma coisa, noticiam a mesma coisa? Trata-se de uma visão vesga, distorcida e, ela sim, preconceituosa. Joaquim deveria é dedicar o seu tempo a ações do Poder Judiciário que têm servido para censurar o jornalismo. De resto, na era da Internet, essa conversa perdeu sentido.

Vamos nos lembrar: o ministro já foi o herói daquele subjornalismo do nariz marrom, que existe só para aplaudir as ações do petismo e das esquerdas. Depois se transformou no grande vilão, quando condenou os criminosos do mensalão. Agora que defende algo que tem cara de censura, cheiro de censura e jeito de censura — e que, pois, deve ser censura —, já pode voltar a ser tratado como um vingador.

Consta que Barbosa vai deixar o tribunal ainda neste ano. Não sei o que vai fazer. De qualquer modo, ele tem o direito de defender o que quiser, mas certas posturas ficam melhor no Palácio do Congresso do que no da Justiça. Ele que se candidate, então, a algum cargo eletivo, atravesse a Praça dos Três Poderes e participe do debate político.

Este comentarista é assim esquisito: quando gosta de alguma coisa diz: “gosto”; quando não, então “não gosto”. Não elogio nem critico pessoas, mas ideias. E as de Joaquim Barbosa sobre meios de comunicação são tão primitivas como as da esquerda mais rombuda.

08 Apr 11:30

The Voracious Nought

by Peter Lawler

I just got back from giving a lecture at a small liberal-arts college. The tenured professors were complaining. (That, after all, is allegedly what tenure gives professors the unlimited right to do). Their main complaint: Students are no longer doing the reading for “core texts” or “real books” courses.

My response: That’s not so true at Berry College. My students have always been pretty inconsistent when it comes to doing the reading for a particular class. They don’t always read Marx or whomever for the class when I actually talk (and want them to talk) about him. And one of the skills of the professor is to sort of dance around that “issue” in getting them as up to speed on Marx as best I can. On this front, things really haven’t gotten better or worse during my thirty-five years at Berry. And as far as I can remember, things were about the same when I was in college.

The best way to get students to do the reading is to have them write text-based papers. On this front, it might even be the case that things are getting slightly better. I just graded the second (of three) papers for my class in modern political philosophy. Maybe more than ever, the students displayed the “competency” about being able to argue intelligently based on their own reading of Hobbes, Locke, and Rousseau, and of being able to integrate particular arguments from the text in their own “comparative narratives.” More impressively still, most of the papers were animated by the strong possibility that these great thinkers really know what they’re talking about and that they have really learned much about who they are and our political life from reading them.

Most impressively, there was plenty of evidence in particular cases that the student actually enjoyed writing the paper and displaying his or her wisdom for my benefit. Clever turns of phrases and witty asides weren’t uncommon. Neither were pointed shots directed toward making clear his or her disagreement with me.

It’s not true in most cases that students—out of an exaggerated intellectual humility—surrendered their critical spirit when reading great thinkers. In a case or two, the student dissented from Locke or Rousseau for not sharing today’s views concerning class and gender and the environment. More common—and pretty reasonable, was the objection that Hobbes’s and Rousseau’s understanding of the natural condition of members of our species doesn’t square with what studies show concerning evolutionary psychology. It’s just not true, the argument goes, that it makes any sense to say that we’re free and self-centered individuals by nature. But a couple of students defended Locke’s “capitalist” view of property from Rousseau’s objection that what amounts to the historical invention of property is the source of most of our inequality and misery. And they did so despite my effort in class to get them moved by the moral force of Rousseau’s objection.

Most common (although still a minority view) was basically a Christian objection to the dogmatic atheism of these three thinkers. Hobbes, for example, says that our miserable natural condition isn’t our fault. That’s just the way we are by nature. A more plausible explanation, however, might be the irreducible reality of sin. The Christian explanation of who we are as free persons might make more sense that Rousseau’s account of human freedom as an inexplicable cosmic accident. And finally, it’s the tendency of modern and liberal thinkers to be weak on personal love, on those human experiences that can’t be reduced to contract and consent but which make life worth living. I alluded to such objections in class, but didn’t make a big deal out of them. But a few of the students did, in one case with attention to Hobbes’s and Locke’s butchering of particular Biblical passages.

In my class in contemporary political thought (which meets once a week for over two hours), I require weekly papers on the reading. That really does insure that most of the students do most or all of the reading each week and everyone read some of it—which has included Nietzsche, Leo Strauss, Havel, Solzhenitsyn, Hannah Arendt, Pierre Manent, Chantal Delsol, and others. Many and sometimes most of the weekly papers are by authors who actually wanted to remember that they learned something crucial, and that experience rarely keeps them from being critical and even playing the texts off against each other.

One of the students—Ian Taylor Nugent—cited this from Walker Percy:

The self of the twentieth century is a voracious nought which expands like the feeding vacuole of an amoeba seeking to nourish and inform its own nothingness by ingesting new objects in the world but, like a vacuole, only succeeds in emptying them out.

What’s great about that quote, of course, is that it’s over-the-top even by Percy standards, and it obviously samples Nietzsche. It also calls to mind my “teaching method” of telling students to make their own key phrases in modern texts by thinking of them as “hipster” names for the latest garage band (VORACIOUS NOUGHT—yes, you can use it, as long as you give Ian credit for calling it to your attention). Has the twentieth century’s self-understanding really been basically a “voracious nought” emptying particular selves of all human content and leaving freedom as just another word for nothing left to lose? Or, as we read from Solzhenitsyn, is there a “howl of existentialism” just beneath the surface of all our happy-talk pragmatism?

It also samples Heidegger, who was a huge influence on Percy and whom some of the nerds are reading in another class. So Kristian Canler comments: “Oh yeah let’s all get our Heidegger on.”

To which Ian responds: “Heidegger has nothing on Mr. Percy. You can’t beat the Southern Stoics.”

Kristian’s retort: “#Faulkner #ouch.” I’m not sure I understand that, but I’m not fluent in Twitter pithiness.

So I try to bring the discussion home: “You can’t beat a Southern Stoic who becomes a Catholic, partly by reading Heidegger.” My big point is that my Protestant and skeptical students, who really don’t take much pride in being Southern, are ready to really think about (and, of course, contest) that seemingly strange conclusion. I’m sticking with my thought that the pinnacle of American political thought is the indigenous American, Southern, Catholic Thomism of Walker Percy and Flannery O’Connor. (You say O’Connor was innocent of Heidegger? Well, check out her “Good Country People.”)

But America is good, it seems, in part because it can find places for Southerners, especially Southern Stoics (think the novelist Tom Wolfe, Atticus Finch, Admiral Stockdale, Navy SEALS, and the proud men of Morehouse), Catholics (as, to begin with, the best organized in countercultural thought and action of our large institutional religions), and Heideggerians (who are right, after all, about the American propensity for inauthentically deferring to the “they” of public opinion and scientific expertise). Neither liberalism nor the liberal arts have quite been swallowed by the voracious nought, as my students daily remind me.

Peter Augustine Lawler is Dana Professor of Government at Berry College in Georgia. His previous articles can be found here.

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08 Apr 11:28

Empresa investigada em esquema de doleiro doou R$ 4,5 milhões ao PT

by giinternet

Por Andréia Sadi e Fernanda Odilla, na Folha:
Investigada pela Polícia Federal sob suspeita de lavagem de dinheiro na Operação Lava Jato, a empresa Jaraguá Equipamentos doou R$ 4,5 milhões ao diretório nacional do PT entre 2010 e 2012. A empresa, que é fornecedora da Petrobras, é apontada pela PF como uma das financiadoras do esquema que seria comandado pelo doleiro Alberto Youssef, atualmente preso em Curitiba. A Jaraguá Equipamentos foi contratada pela Petrobras para a obra da refinaria de Abreu e Lima, em Pernambuco, no valor de R$ 1,2 bilhão. Em 2010, ano de eleição presidencial, a companhia doou, segundo dados do TSE (Tribunal Superior Eleitoral), R$ 2,5 milhões para o PT. Em 2011, repassou R$ 1 milhão ao partido. No ano seguinte, mais R$ 1 milhão. A prestação de contas partidárias de 2013 ainda não está disponível no sistema do TSE. Não há registro de doações para outras legendas pelo menos em 2010 e 2011.

A Jaraguá é uma das nove fornecedoras da Petrobras que, conforme revelou a Folha no sábado, depositaram R$ 34,7 milhões na conta da MO Consultoria. A polícia suspeita que essa consultoria repassaria propina para funcionários públicos e políticos. De 2009 a 2013, segundo um lado da PF, passaram pela empresa um total de R$ 90 milhões. Além do diretório nacional do PT, parlamentares do PP também receberam em 2010 doações eleitorais da Jaraguá Equipamentos, como mostrou o jornal “O Estado de S. Paulo”. Um dos deputados beneficiados é o ex-ministro Mário Negromonte (PP-BA), que recebeu R$ 500 mil. Ele disse à Folha que foi apresentado à empresa pelo ex-líder de sua legenda José Janene, que morreu em 2010.
(…)

 

08 Apr 11:28

Dilma faz campanha eleitoral ilegal em MG para si e para outro petista. Ou: Mais uma vez, economia reage bem à queda de petista em pesquisa

by giinternet

Quando lembro que seis ministros do Supremo Tribunal Federal — Luiz Fux, Roberto Barroso, Dias Toffoli, Ricardo Lewandowski, Joaquim Barbosa e Marco Aurélio — já se pronunciaram contra a doação de empresas privadas a campanhas eleitorais e vejo o uso desavergonhado da máquina pública federal em favor de candidaturas do PT, mais evidente se torna a estupidez da decisão dos doutores. É impressionante. Na semana passada, a presidente Dilma participou da solenidade de entrega de moradias do programa “Minha Casa Minha Vida”, em São José do Rio Preto, em São Paulo. Lá estava Alexandre Padilha, candidato ao governo do Estado. Nesta segunda, foi a Contagem, em Minas, para doar caçambas e máquinas de terraplenagem a prefeituras da região. E quem estava pendurado em seu braço? Fernando Pimentel, que vai disputar o Palácio da Liberdade. Trata-se do uso explícito, escancarado, sem rodeios, do dinheiro público em favor das candidaturas do partido. E o que o STF pode fazer a respeito disso? Nada! No máximo, as respectivas oposições podem apelar a Justiça Eleitoral — no fim das contas, para nada.

Em Contagem, Dilma decidiu dar uma de valente. Referindo-se à tempestade de lambanças da Petrobras, afirmou: “É muito usual nos períodos da pré-campanha a utilização de todos os instrumentos possíveis para desgastar esse ou aquele governos. Nós temos experiência disso. Enfrentamos isso em 2006, com a reeleição do Lula, e 2010, na minha eleição. O meu governo continuará governando, mantendo o seu caráter republicano. Não iremos recuar um milímetro da disputa política quando ela aparecer”.

Pois é… A doutora se esquece de que é ela  a principal testemunha de irregularidades na Petrobras, não é mesmo? Ela confessou, de próprio punho, que, na condição de presidente do Conselho de Administração, foi enganada numa patranha bilionária. O que a Soberana não consegue explicar é a sua omissão posterior. Parece que o Planalto não está se dando conta de que, desta vez, a cascata de que tudo não passa de uma conspiração contra a Petrobras não está colando. Pesquisa Datafolha revela que 78% dos entrevistados acreditam haver, sim, corrupção na empresa. E por que não acreditariam? A cada dia, ficamos sabendo um pouquinho mais daquela casa de horrores.

Em seu pronunciamento em Contagem, ao lado do candidato do PT ao governo de Minas, Dilma, cinicamente, disse que a campanha só começa em junho. É mesmo? O orador dos prefeitos foi o prefeito da cidade de Joaíma, Donizete Lemos. Discursou: “Não tenham medo de apoiar a presidente Dilma. Não tenham medo de encarar a campanha. Vamos manter esse governo. Prefeito não tem que ter medo. A Dilma tem que continuar”. E os presentes entoaram “Olê, olê, olê, olá, Dil-má, Dil-má”. Por muito menos, a Justiça Eleitoral já cassou mandato de prefeito e governador. É evidente que isso caracteriza uso da máquina pública em favor de um partido e compra de voto. Aqueles gloriosos ministros do STF, no entanto, estão ocupados em proibir a doação legal de campanha. Há uma coisa positiva. Há sinais evidentes de que, a cada dia, mais gente vai demonstrando que já está com o saco cheio desse estilo. Nesta segunda, mais uma vez, os mercados viveram um dia de otimismo. Por quê? Comemoravam a queda de seis pontos de Dilma na pesquisa do Datafolha. Essa gente atrapalha hoje de tal sorte o país que a simples perspectiva de que possa ser, quem sabe, derrotada em outubro já enche os espíritos de um ânimo novo. 

 Texto publicado originalmente às 4h55
08 Apr 11:27

Oposição deve recorrer ao Supremo por CPI exclusiva da Petrobras

by giinternet

A Comissão de Constituição e Justiça do Senado deveria tomar uma decisão nesta terça-feira sobre qual das comissões de inquérito pode ser instalada na Casa: se a da oposição, que quer investigar evidências de corrupção na Petrobras e constitui o primeiro requerimento a ser apresentado, ou a do governo, que incorpora os casos ocorridos na estatal, mas estendendo a apuração a supostas irregularidades  nos governos tucanos de São Paulo e Minas e na gestão de Eduardo Campos, em Pernambuco. Seria a CPI-do-Planalto-Doido, que investiga tudo e nada ao mesmo tempo. O relator do caso será o senador Romero Jucá (PMDB-RR), um aliado do governo. É possível que Jucá diga que só consegue tomar uma decisão na quinta-feira.

Caso, como se espera, Jucá decida que vale mesmo a comissão criada pelo governismo, as oposições pretendem recorrer ao Supremo Tribunal Federal — e com toda a razão. Notem: embora os oposicionistas tenham cumprido todos os requisitos para a instalação da CPI, o que os governistas estão fazendo é obstruir o seu legítimo direito de investigar, conforme está assegurado na Constituição. Essa história é um escracho. Imaginem agora se a moda pega: nunca mais se vai fazer uma CPI no país, e os Legislativos, nas três esferas, estarão perdendo uma de suas prerrogativas.

O problema é que a Petrobras tira o sono do governo. Se a própria Dilma se diz ludibriada, imaginem o resto do país. A diferença é que ela poderia ter atuado, né? Mas preferiu se omitir. A oposição acerta ao recorrer ao Supremo: é preciso que se evidencie o cerceamento ao direito de a oposição ser… oposição.

O PSDB levará também os escândalos da Petrobras para o horário político do partido. Começam hoje as pequenas inserções de 30 segundos da legenda, que abordarão as lambança nas estatais. Recortes de jornal e revista sobre os escândalos na empresa serão exibidos, e o senador Aécio Neves (PSDB-MG) dirá que o que está ocorrendo é “inaceitável” e uma “vergonha”. O tucano lembrará que a empresa perdeu metade de seu valor do mercado e que hoje é a mais endividada do mundo.

O partido  defenderá também tolerância zero com a inflação. Segundo pesquisas recentes, esses temas mobilizam hoje os brasileiros. O Datafolha aponta que 78% dos entrevistados acreditam haver corrupção na Petrobras. A maioria das pessoas também avalia que a inflação tende a subir. O senador tucano vai perguntar se, com o mesmo dinheiro, os brasileiros compram o que compravam há um ano. Esses temas voltarão a aparecer na versão maior do horário político do PSDB que irá ao ar no dia 17, que deverá contar com a participação do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso.

Então é tudo mera campanha eleitoral, como acusa Dilma? Isso é bobagem. É que o PT não se conforma que a função de um partido de oposição é… se opor. Assim como a de um partido governista é… defender o governo. O que se exige e que uma coisa e outra sejam feitas dentro da lei e da Constituição.

08 Apr 11:24

Um vídeo curto, que vale milhões de… palavras (no mínimo)! Padilha, então ministro da Saúde, pede voto para Vargas, aquele deputado que usava o ministério para sua “independência financeira”

by giinternet

MENOS DE UMA HORA DEPOIS DA PUBLICAÇÃO DESTE POST, O VÍDEO FOI RETIRADO DO AR. VALE DIZER: OS PETISTAS QUEREM ESCONDER QUE ALEXANDRE PADILHA, ENTÃO MINISTRO DA SAÚDE, ERA CABO ELEITORAL DE ANDRÉ VARGAS, QUE USAVA O MINISTÉRIO DA SAÚDE PARA FAZER A SUA “INDEPENDÊNCIA FINANCEIRA”. MANTENHO O POST MESMO ASSIM E O ESPAÇO DO VÍDEO.

Pois é… Encontrei o vídeo no perfil de Diogo Mainardi no Twitter. Como vocês sabem, a parceria principal entre o ainda deputado André Vargas (PT-PR) e o doleiro Alberto Youssef se dava no Ministério da Saúde, que era comandado pelo companheiro Alexandre Padilha, que vai disputar o governo de São Paulo.

Muito bem! Os entendimentos eram para fechar um contrato de R$ 150 milhões!!! Uma parte, de R$ 31 milhões, já tinha sido assinada por Padilha — que, como costuma acontecer com os Chapeuzinhos Vermelhos, não sabia de nada.

Vejam este vídeo. Façam uma cópia antes que tirem do ar. Aí a gente vê Padilha, com todas as letras, a pedir votos para Vargas.

Reproduzo a fala convicta de Padilha:
“Aqui no Paraná, vote em André Vargas para deputado federal. Defendeu Lula. Vai defender Dilma”.

Ô se vai!!! Segundo Youssef, o Ministério da Saúde, de Padilha, era a “independência financeira” de Vargas! Amigo é coisa pra se guardar, né?

08 Apr 00:32

Vargas não tem escapatória, diz presidente do Conselho de Ética da Câmara

by giinternet

Por Marcela Mattos, na VEJA.com:
Com a situação cada vez mais grave, o vice-presidente da Câmara, deputado André Vargas (PT-PR), tentou protelar a abertura de um processo por quebra do decoro parlamentar no Conselho de Ética. Horas antes de anunciar seu afastamento da Câmara por sessenta dias, o petista telefonou para o deputado Ricardo Izar (PSD-SP), que preside o colegiado, pedindo que só iniciasse os procedimentos regimentais depois de uma conversa entre os dois. Na tarde desta segunda-feira, três partidos de oposição – PSDB, DEM e PPS – ingressaram com uma representação no Conselho pedindo investigação sobre a estreita relação, revelada por VEJA, de Vargas com o doleiro Alberto Youssef, preso pela Polícia Federal em uma operação de combate à lavagem de dinheiro. Pelo telefone, o petista fez um apelo a Izar: “Queria conversar com você. Você sabe que eu estou em um momento difícil. Dá para não aceitar o protocolo, e à tarde a gente conversa?”.

 A estratégia proposta por Vargas, no entanto, nem sequer depende do presidente do Conselho de Ética. Cabe à Mesa Diretora da Câmara, da qual o próprio faz parte, encaminhar o processo ao colegiado. O presidente da Câmara, Henrique Eduardo Alves (PMDB-RN), se comprometeu a remeter o caso nesta terça-feira. “Eu respondi a Vargas que não tenho como segurar o recebimento. A gente vai ter de abrir o processo normalmente, esse é um rito que tem de ser seguido”, disse Izar.

Além de Vargas, a assessoria do deputado procurou o Conselho de Ética em busca de informações sobre os prazos regimentais para a análise do caso, algo que não deveria ser novidade para ele: foi Vargas quem comandou as manobras para atrasar o processo de cassação contra o ex-deputado José Genoino (PT-SP).

“Não tenho dúvidas de que vão usar todos os artifícios para protelar a ação. Mas o André Vargas não tem escapatória. São denúncias gravíssimas”, disse o presidente do Conselho de Ética. O petista pode sofrer desde uma advertência até enfrentar a abertura de um processo de perda de mandato. “Não dá para aliviar. Eu acho que esse é um caso para cassação. Mas depende da análise de todo o processo e da votação do colegiado.” Izar continuou: “É muita malandragem que está sendo descoberta, e o caso está sendo cada vez mais divulgado. As pessoas não têm mais medo. Será que as coisas não servem de exemplo, como o caso do mensalão? Mas, mesmo assim, os fatos não mudam.”

07 Apr 22:02

Juiz manda caso André Vargas, o cadáver adiado, para o STF. Para o bem do Brasil, o ainda deputado vai mal

by giinternet

Para o bem do Brasil, o deputado petista André Vargas (PR), vice-presidente da Câmara e do Congresso, vai mal. A esta altura, é difícil acreditar que consiga manter o mandato. Hoje, ele humilha o Parlamento brasileiro. Não vai demorar muito, e Vargas passará a ser investigado pelo Supremo Tribunal Federal. Não há escapatória, a menos que ele renuncie. Como é deputado, tem direito a foro especial por prerrogativa de função Por isso o juiz Sérgio Moro, da Justiça Federal do Paraná, enviou ao STF a investigação. Explicou assim: “Revendo os autos, constato que, entre os diversos fatos investigados, foram colhidos, em verdadeiro encontro fortuito de provas, elementos probatórios que apontam para relação entre Alberto Youssef e André Vargas, deputado federal”.

E põe relação nisso! Reportagem publicada pela VEJA neste fim de semana é devastadora para o deputado. Ao se referir a um lobby que Vargas havia feito em seu favor no Ministério da Saúde, o doleiro diz ao petista: “Acredite em mim. Você vai ver quanto isso vai valer. Tua independência financeira e nossa também, é claro!”. Youssef estava falando de uma parceria do laboratório Labogen — uma empresa de fachada que, segundo a PF, serve para lavar dinheiro — com a gigante EMS. Todo o negócio poderia chegar a R$ 150 milhões. Já havia um contrato assinado de R$ 31 milhões para o fornecimento de citrato de sildenafila, o remédio que é o princípio ativo do Viagra, mas que serve também para tratar de hipertensão pulmonar. NOTA: Alexandre Padilha, então ministro da Saúde e futuro candidato do PT ao governo de São Paulo, assinou o contrato. Alguém aí acredita que ninguém se lembrou de ver a ficha cadastral da Lobogen? Ora… Quer dizer que o Ministério da Saúde não tem estrutura para não ser vítima de picaretas? 

Numa outra conversa, o doleiro diz ao deputado: “Estou no limite. Preciso captar”. Ao que responde Vargas: “Vou atuar”. Como sabem, a parceria rendeu tanto que Youssef fretou um jatinho para o deputado e a sua família viajarem em férias para a Paraíba. Valor do mimo: R$ 100 mil.

A intimidade era tal que Vargas manda mensagens a Youssef por celular cobrando o pagamento a pessoas ligadas ao esquema. Numa delas, eles tem o seguinte diálogo:
VARGAS – [Você] sabe por que não pagam o Milton?
YOUSSEF – Calma! Vai ser pago. Falei pra você que iria cuidar disso.
VARGAS – [Há] Consultores que trabalham com ele há meses e não receberam.
YOUSSEF – Deixa, que vão receber.

Não dá mais! A Polícia Federal está convicta de que Vargas e Youssef atuam em sociedade. Pior: emissários do deputado fizeram chegar ao doleiro, que está preso, que a crise pode arrastar gente graúda. O que se quer dizer com isso? Vai saber!

O petista resolveu tirar uma licença de 60 dias para cuidar de assuntos privados. Huuummm… Ué! Não era isso o que ele fazia como um dos braços de Youssef? Mas manteve (vejam post na home) o cargo de vice-presidente da Câmara e do Congresso, o que é um acinte, é um deboche. Mesmo com o afastamento, três partidos de oposição — PSDB, DEM e PPS – ingressaram nesta segunda-feira com uma representação contra ele no Conselho de Ética. O PSOL, por sua vez, pediu à Mesa Diretora que a Corregedoria da Casa apure o caso.

Politicamente, André Vargas já está morto. Agora, é só um cadáver adiado que deve assustar muita gente, que aposta no seu silêncio. O que todos temem é um certo Leonardo Meirelles, que figurava como sócio da Lobogen e decidiu colaborar com a Polícia Federal.

07 Apr 21:27

No Brasil estatista dos companheiros, até o santinho é do pau oco!

by giinternet

Que coisa, né? Estou aqui estarrecido. Até os santinhos, coitados!, quando próximos da Petrobras, acabam ficando com o pau oco. Nada escapa da sanha companheira, nem o território do sagrado. Segundo informa Aguirre Talento, na Folha Online, uma verba doada pela Petrobras para a restauração de uma igreja, na Bahia — terra natal do então presidente da empresa, José Sérgio Gabrielli —, resultou em um dano de R$ 4,2 milhões aos cofres da estatal. Pior ainda: a restauração não terminou, ficou pelo caminho.

É isto mesmo: a estatal liberou a bolada de R$ 7,6 milhões para que a ONG Grupo Ecológico Humanista Papamel restaurasse a igreja Santo Antônio de Cairu, na cidade de Cairu, que fica a 294 km de Salvador. A tal entidade foi escolhida a dedo, sem nenhum processo de seleção. Como se sabe, a Petrobras não se preocupa com essas bobagens. Entre 2011 e 2013, a maior empresa brasileira executou obras no valor de R$ 90 bilhões sem fazer licitação.

Qual a experiência do tal “Papamel” em restauração? Nenhuma! Nunca chegou a colar a cabeça ao corpo de um santinho de barro nem com Super Bonder. Trata-se de um grupo de militância… ambiental, entendem? Por isso, a ONG subcontratou uma empresa chamada Patrimoni para realizar a tarefa. Aí pensará o leitor: “Essa, sim, sabia tudo de restauração, né?”. Engano! Também não sabia nada. Embora nos relatórios da Petrobras haja a informação de que 100% da obra foi concluída, isso é… mentira!

A grana foi repassada à tal Papamel entre 2005 e 2009. Segundo a Controladoria-Gral da União, além de ter havido direcionamento na escolha da ONG, houve um prejuízo de R$ 1,7 milhão em decorrência de serviços previstos e não prestados, e há nada menos de R$ 2,5 milhões de gastos sem origem conhecida — não se sabe em que o dinheiro foi empregado: nada menos de 33% do total de recursos.

Segundo o relatório da CGU, um certo Manuel Telles, engenheiro, que responde pela Patrimoni, teria tido acesso a informações privilegiadas dentro da Petrobras. Pois é… Telles e o então responsável pela Papamel na época, José Renato Santana Souza, dizem que a obra ficou inacabada porque imprevistos aumentaram o orçamento inicial e que seriam necessários aditivos. Claro, claro! O “aditivo” num contrato em razão de “imprevistos”, como sabemos, é o sal da terra para essa gente.

E pensar que estamos há quase 12 anos submetidos à ditadura vagabunda dos valores estatistas. Venham cá: vocês acham que uma empresa privada faria certas coisas que faz a Petrobras? Vocês acham que uma empresa privada doaria quase R$ 8 milhões para uma ONG restaurar uma igreja sem que ela fosse especializada no assunto? Vocês acham que uma empresa privada pagaria US$ 1,3 bilhão por uma refinaria que custara US$ 42,5 milhões dois anos antes? Vocês acham que uma empresa privada seguraria a onda de um diretor que, num processo de aquisição, omitisse informações essenciais ao Conselho de Administração?

Sempre que alguém começar a defender as glórias do estado empresário na sua frente, leitor, das duas uma: ou é um bobalhão desinformado, com os platinados já colados pela ideologia estatista, ou é um potencial ladrão de dinheiro público.

No Brasil dos companheiros, todo santinho é do pau oco.

 

07 Apr 21:27

Oposição protocola pedido de investigação contra Vargas

by giinternet

Por Marcela Mattos, na VEJA.com:
O afastamento por sessenta dias do vice-presidente da Câmara, deputado André Vargas (PT-PR), não foi suficiente para evitar que a oposição pedisse a investigação sobre o envolvimento dele com o doleiro Alberto Youssef, preso pela Polícia Federal em uma operação de combate à lavagem de dinheiro. Três partidos – PSDB, DEM e PPS – ingressaram nesta segunda-feira com uma representação no Conselho de Ética, enquanto o PSOL fez novo pedido à Mesa Diretora para que a Corregedoria da Casa apure o caso. O pedido de licença não impede que o petista enfrente um processo de cassação por quebra de decoro parlamentar.

A situação de Vargas se agravou após reportagem de VEJA desta semana revelar novos detalhes de sua estreita ligação com o doleiro. Youssef, a quem Vargas chamava de “irmão”, pagou um jato para o petista viajar nas férias. E os laços não param por aí: VEJA mostrou que o deputado petista e o doleiro trabalhavam para enriquecer juntos graças à influência de Vargas no governo federal. Em contrapartida, mensagens de celular interceptadas pela Polícia Federal mostram que o petista exercia seu poder para cobrar compromissos de Youssef.

“Verifica-se, pelo teor das conversas, que a relação mantida não é a da alegada amizade de 20 anos, mas sim envolvem negociatas e possíveis fraudes em processos administrativos, com a utilização da influência do deputado André Vargas”, alegou o PSOL no pedido de investigação.

“Pelo exposto, pode observar-se que a cada reportagem publicada novas luzes vão sendo lançadas sobre o caso e a relação entre o deputado e Alberto Youssef vai ganhando contornos cada vez menos republicanos”, diz a representação protocolada no Conselho de Ética. Os deputados ainda solicitam a oitiva de testemunhas e de pessoas citadas no caso, entre elas o próprio Youssef, e as provas coletadas pela Polícia Federal nas quais Vargas esteja envolvido.

As investigações da PF mostram que Vargas articulava para ajudar o doleiro a obter um contrato com o Ministério da Saúde. Em mensagens trocadas em setembro do ano passado e interceptadas pela PF, Youssef fez um apelo a Vargas: “Tô no limite. Preciso captar”. O vice-presidente da Câmara prontamente respondeu: “Vou atuar”. No mesmo dia, técnicos do Ministério da Saúde, então comandados por Alexandre Padilha, hoje candidato ao governo de São Paulo, foram destacados para certificar o laboratório farmacêutico Labogen Química Fina e Biotecnologia, de propriedade do doleiro. A ajuda foi materializada em um contrato inicial de 30 milhões de reais firmado com a pasta.

07 Apr 21:27

SF Evictions Surging From Crackdown On Airbnb Rentals

by samzenpus
JoeyRox (2711699) writes "The city of San Francisco is aggressively enforcing its ban on short-term rentals. SF resident Jeffrey Katz recently came home to an eviction notice posted on his door that read 'You are illegally using the premises as a tourist or transient unit.' According to Edward Singer, an attorney with Zacks & Freedman who filed the notice against Katz, 'Using an apartment for short-term rentals is a crime in San Francisco.' Apparently Airbnb isn't being very helpful to residents facing eviction. 'Unfortunately, we can't provide individual legal assistance or review lease agreements for our 500,000 hosts, but we do try to help inform people about these issues,' according to David Hantman, Airbnb head of global public policy. SF and Airbnb are working on a framework which might make Airbnb rentals legal, an effort helped by Airbnb's decision last week to start collecting the city's 14% hotel tax by summer."

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07 Apr 19:59

Blackmagic announces the new “Studio Camera” and features an active MFT lens mount!

by 43rumors

Blackmagic just announced the first ever Micro Four Thirds Studio Camera! It features an active Micro Four Thirds lens mount (active means you can also use autofocus). There will be two camera versions: HD and a 4K Studio camera. You can preorder them already:
HD studio camera at Adorama (Click here).
4K studio camera at Adorama (Click here).

You can read all the info at blackmagicdesign.com/products/blackmagicstudiocamera

They also announced the URSA camera. It doesn’t have an MFT mount but it has a very unique concept with an interchangeable sensor and mount! You can see it here: blackmagicdesign.com/products/blackmagicursa

P.S.: BHphoto (Click here) launched many new NABshow special deals.

07 Apr 19:58

Pressionado, André Vargas tira licença, mas mantém cargo na Mesa Diretora da Câmara

by giinternet

Por Laryssa Borges, na VEJA.com. Volto no próximo post.
O vice-presidente da Câmara, André Vargas (PT-PR), encaminhou pedido de licença por sessenta dias à direção da Casa na tarde desta segunda-feira. Nesse período, ele não receberá o salário de 26.700 reais, mas manterá o cargo na Mesa Diretora. Em carta, o petista alegou que se afasta do posto para cuidar de “interesses particulares”.

A situação de Vargas se agravou após reportagem de VEJA desta semana revelar novos detalhes de sua estreita ligação com o doleiro Alberto Youssef, preso na Operação Lava Jato da Polícia Federal por comandar um esquema de lavagem de dinheiro. Youssef, a quem Vargas chamava de “irmão”, pagou um jato para o petista viajar nas férias. E os laços não param por aí: VEJA mostrou que o deputado petista e o doleiro trabalhavam para enriquecer juntos fraudando contratos com o governo federal. Mensagens de celular interceptadas pela Polícia Federal mostram que Vargas exercia seu poder para cobrar compromissos de Youssef.

As investigações da PF mostram que Vargas articulava para ajudar o doleiro a obter um contrato com o Ministério da Saúde. Em mensagens trocadas em setembro do ano passado e interceptadas pela PF, Youssef fez um apelo a Vargas: “Tô no limite. Preciso captar”. O vice-presidente da Câmara prontamente respondeu: “Vou atuar”. No mesmo dia, técnicos do Ministério da Saúde, então comandados por Alexandre Padilha, hoje candidato ao governo de São Paulo, foram destacados para certificar o laboratório farmacêutico Labogen Química Fina e Biotecnologia, de propriedade do doleiro. A ajuda foi materializada em um contrato inicial de 30 milhões de reais firmado com a pasta.

Após as revelações, partidos de oposição anunciaram que levariam as denúncias contra o petista para o Conselho de Ética da Câmara, o que pode resultar em um processo de cassação de mandato. Politicamente, Vargas foi isolado, inclusive pela bancada do PT. O presidente da Câmara, Henrique Eduardo Alves (PMDB-RN), aconselhou o petista a se afastar para minimizar o desgaste à imagem da Casa.

No PT, aliados recomendaram que ele se licenciasse do cargo numa tentativa de “sair dos holofotes”. Os colegas de partido também recomendaram que Vargas avalie renunciar ao mandato para escapar da cassação, o que ele resiste. A direção do partido também teme que as denúncias atrapalhem a campanha da senadora Gleisi Hoffmann ao governo do Paraná, para a qual Vargas era cotado para ser um dos coordenadores.

Um dos fatores que irritou a cúpula da Câmara foi a sucessão de mentiras que o petista disse. Na última quarta-feira, ele negou ter negócios com o doleiro. Antes, deu três versões sobre o uso do jatinho pago por Youssef: inicialmente, acusou seu adversário político, o também deputado Fernando Francischini, de “plantar” a notícia. Depois, admitiu que pediu o avião porque os voos comerciais estavam muito caros no período. E, quando percebeu que estava a cada dia mais enrolado, disse que havia cometido “um equívoco” e que fora “imprudente”. Os detalhes de sua relação com o doleiro mostram que ele foi mais do que isso.

07 Apr 19:58

É um deboche Vargas não renunciar ao menos ao cargo na Mesa Diretora da Câmara

by giinternet

Coisa mais chata! Ter de perder parte do meu tão curto tempo para enfrentar vagabundos que tentam invadir meu e-mail. A tentativa partiu de Barão de Cocais, em Minas. Me aguardem, pilantras! Vamos mudar de foco sem mudar muito de assunto. André Vargas, ainda deputado (que desassombro, né?), pediu licença do mandato por dois meses para cuidar de interesses particulares. É mesmo? Por quê? Ele já não cuidava antes? Que eu saiba, quando se meteu a fazer lobby em favor da empresa do doleiro, o dinheiro era público, mas os benefícios eram privados, não? Ou, quando Alberto Youssef diz que Vargas faria a sua “independência financeira”, o doleiro se referia, sei lá, aos destinos da pátria? Leiam reportagem na VEJA desta semana.

Então Vargas não teve o bom senso nem mesmo de renunciar ao cargo de vice-presidente da Câmara e do Congresso. Pede um afastamento para não ficar, assim, tão vexaminoso para o PT, mas a instituição que se dane; ele não está nem aí. Como é sabido, trata-se apenas de uma tática, né? Quem sabe o assunto esfrie um pouquinho, as coisas voltem ao leito, esse negócio passe… Vargas não será mais presidente da Câmara (caso se reeleja), mas já está de bom tamanho. No PT, a gente sabe que ele manterá a influência porque esse tipo de comportamento costuma render estrelas no peito, certo? Afinal, toda a antiga cúpula do partido está na cadeia. Não é assim porque eles sejam exímios violinistas, certo?

Enquanto isso, quem sangra é o Poder Legislativo. O PT não dá bola pra isso. Quanto mais perto do lixo estiver o Congresso, melhor para a turma.

 

07 Apr 18:56

New Service Lets You Hitch a Ride With Private Planes For Cost of Tank of Gas

by samzenpus
v3rgEz (125380) writes "A new service, Airpooler, matches pilots with passengers looking to head the same way. Since it's not an officially licensed charter service, prices are limited to roughly the passengers share of the gas, giving pilots a way to share the expense of enjoying the open blue and flyers a taste of their personal pilot."

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07 Apr 15:30

Bruce Momjian: Postgres Gets the Business

I just returned from attending PGConf NYC. They had 259 participants, more than double last year's total. The conference was in a hotel near Wall Street.

While I have been to many Postgres user conferences, this felt like my first corporate Postgres conference. Presenters from multinational banks Goldman Sachs and Morgan Stanley explained how and why they use Postgres in their organizations. These are trend-setting organizations, and their public embrace of Postgres will have lasting benefits.

In fact, one hallway discussion was how to enable large organizations like these, particularly those with significant legal and regulatory requirements, to work with the Postgres community. Some companies have employees post from non-company email accounts like Gmail, while others contract with consulting companies to work with the Postgres community on their behalf. Unfortunately, neither of these approaches have the companies working with the community openly.

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07 Apr 15:30

Cosmologist on a Tire Swing

L

One reaſon ƿhy quite ſome people actually þink ðe Big baŋ þeory a proof of God.

No matter how fast I swing, I can never travel outside this loop! Maybe space outside it doesn't exist! But I bet it does. This tire came from somewhere.
07 Apr 15:28

Em dois anos sob gestão da Petrobras, Pasadena perdeu US$ 300 milhões

by giinternet

Por Ana Clara Costa, na VEJA.com:
Se controlar os gastos em sua operação brasileira parece não ser o forte da Petrobras, fazê-lo em subsidiárias no exterior é tarefa ainda mais improvável. Exemplo disso é o rombo no balanço da refinaria de Pasadena nos anos de 2007 e 2008. Os números nunca foram discriminados no resultado financeiro da estatal, mas foram obtidos com exclusividade pelo site de VEJA na Justiça do Texas — e assustam. Em dois anos, as perdas acumuladas chegaram a 300 milhões de dólares, quase 700 milhões de reais. A conta torna-se ainda mais espantosa porque se trata de um levantamento parcial. De 2009 para cá, levando-se conta que a refinaria jamais deu lucro, o saldo negativo pode ter se ampliado de forma exponencial. Pasadena foi adquirida pela Petrobras por 1,18 bilhão de dólares após um litígio de dois anos com a Astra Oil, que terminou em 2011.

Relatório confidencial da KPMG feito em 2009 apontava que a refinaria acumulava prejuízos subsequentes e que seu fluxo de caixa dependia essencialmente dos aportes de seus sócios, Petrobras e Astra Oil. Ainda de acordo com o documento, a capacidade da empresa de cumprir suas obrigações financeiras era “historicamente e amplamente” relegada aos controladores. Diante das baixas expectativas de entradas futuras de dinheiro, a KPMG afirmou que não esperava que a dependência “fosse revertida no médio prazo”. O relatório mostra que, em 2007, as perdas foram de 6,5 milhões de dólares — e avançaram para 289,9 milhões de dólares no ano seguinte.

Os salários de funcionários de uma refinaria obsoleta eram parte relevante dos gastos. No balanço mostrado pela KPMG consta que 12 milhões de dólares foram usados para pagar funcionários em ambos os anos, sem que uma gota de gasolina saísse dos tonéis. Contudo, tais despesas se tornam secundárias se comparadas a supostos bônus que os funcionários da refinaria receberam sem que ela desse um dólar de lucro. Depoimento do supervisor tributário de Pasadena, Dong-Joon, ao qual o site de VEJA teve acesso, dado em 2009, afirmava que o Fisco americano havia questionado a refinaria pelos bônus de 52 milhões de dólares pagos a funcionários naquele período. Joon afirmava que os fiscais queriam um maior detalhamento sobre o pagamento dos prêmios, mas a refinaria afirmou, em correspondência oficial, que não poderia explicar o que quer que fosse. Joon também exercia a função de supervisor tributário na Petrobras América, subsidiária da estatal brasileira.

A gastança desenfreada foi um dos maiores pontos de discórdia entre a Astra e a Petrobras na gestão de Pasadena. Executivos da empresa belga já afirmavam, em troca de e-mails datados de dezembro de 2006, que os gastos eram o último item da lista de preocupações da estatal. “Como Alberto (Feilhaber) disse tantas vezes, a Petrobras não tem nenhum problema em gastar dinheiro”, afirmou o diretor Terry Hammer em mensagem ao presidente da Astra, Mike Winget, e ao próprio Feilhaber — ex-funcionário de carreira da Petrobras e então diretor da área de trading da empresa belga.

A estatal tinha a intenção de dobrar a capacidade de produção de Pasadena, o que exigiria investimentos da ordem de 2 bilhões de dólares. Os belgas, segundo os documentos da Justiça americana, não estavam dispostos a dividir tal aporte pelo simples fato de não acreditarem no retorno de seus investimentos após a modernização e ampliação da refinaria. Foi justamente o ímpeto de dispêndios que impôs uma barreira intransponível entre a Petrobras e os sócios belgas logo no início da joint venture, e sepultou qualquer chance de acordo entre ambas.

A Petrobras não informa o quanto teve de aportar na refinaria deficitária e tampouco os investimentos feitos no projeto. Contudo, no testemunho de Mike Winget na Câmara de Arbitragem, o executivo afirmou que a estatal injetou mais de 200 milhões de dólares na operação de Pasadena, sem levar em conta os valores relativos à aquisição. Winget reconheceu que, a partir de dezembro de 2007, quando a situação entre as duas empresas já estava perto do insustentável, a Petrobras passou a financiar sozinha Pasadena, sem pedir recursos à Astra.

 

07 Apr 15:28

Mensagens revelam cobrança de André Vargas a doleiro preso pela PF

by giinternet

Por Robson Bonin, na VEJA.com:
Exemplo de entrosamento e cumplicidade, a parceria nascida da amizade de vinte anos entre o vice-presidente da Câmara, André Vargas, e o doleiro paranaense Alberto Youssef era marcada por muitos momentos felizes. Como revela reportagem de VEJA desta semana, para além das viagens de jatinho nas férias, a dupla tinha planos bem ambiciosos. O deputado petista e o doleiro trabalhavam para enriquecer juntos e conquistar a ‘independência financeira’ a partir de contratos fraudulentos com o governo federal. Mas, como acontece nas relações em que há muito dinheiro envolvido, desentendimentos e cobranças também eram comuns. Um novo conjunto de mensagens de celular interceptadas pela Polícia Federal na Operação Lava Jato mostra que André Vargas não passava apenas informações do governo ao doleiro. Ele também exercia seu poder para cobrar compromissos de Youssef.

No dia 19 de setembro de 2013, o vice-presidente da Câmara reclama com o doleiro por causa da falta de pagamentos a certos ‘consultores’. ‘Sabe por que não pagam o Milton?’, questiona André Vargas. Yossef tenta tranquilizar o parceiro: ‘Calma, vai ser pago. Falei para você que iria cuidar disso.’ Mas o vice-presidente da Câmara está impaciente. ‘Consultores que trabalham com ele há meses e não receberam’, diz Vargas. ‘Deixa que já vai receber’, garante Youssef. O hábito da dupla de trocar mensagens de celular cifradas não permite que seja identificada a origem desses ‘consultores’ defendidos por Vargas. Mas a conversa é mais um poderoso indício colhido pela Polícia Federal para reforçar a existência de uma sociedade secreta entre o doleiro e vice-presidente da Câmara.

Segundo VEJA revelou na semana passada, a PF já descobriu que Vargas usava sua influência no governo em benefício do parceiro. Nas primeiras mensagens obtidas pela polícia, Vargas e Youssef tratavam de interesses do laboratório Labogen Química Fina e Biotecnologia no Ministério da Saúde. A Labogen é uma das empresas do esquema do doleiro. De acordo com as investigações da PF, a empresa, que está no nome de um laranja de Youssef – e é tudo menos um laboratório farmacêutico -, já havia conseguido fechar uma parceria com o Ministério da Saúde pela qual poderia receber até 150 milhões de reais em vendas de medicamentos.

Na semana passada, o jornal Folha de S.Paulo revelou que o deputado petista voou de férias com a família em um jato particular pago pelo doleiro. O presente custou 100.000 reais. Por causa dessa revelação, André Vargas usou a tribuna da Câmara para pedir desculpas aos colegas e à família. Ele também negou qualquer envolvimento na operação do Ministério da Saúde, mas foi prontamente desmentido pelo ex-ministro Alexandre Padilha, que admitiu ter sido procurado por Vargas para tratar dos interesses do laboratório do doleiro. Diante das novas revelações feitas por VEJA, os partidos de oposição na Câmara já anunciaram que irão pedir a abertura de processo contra André Vargas.

‘Agora não basta mais discurso, tem que ter um gesto. E esse gesto principal é de se licenciar do cargo para dar condições plenas de a Mesa Diretora avaliar com isenção essas denúncias que o colocam em uma situação muito difícil’, afirmou o líder do PPS, deputado Rubens Bueno (PR), referindo-se ao fato de que Vargas, por ser o vice-presidente da Câmara, integra a diretoria da Casa. ‘É óbvia essa relação promíscua e que o doleiro é operador de um dinheiro público desviado para o partido e para o deputado. O André Vargas é de confiança de Dilma e de Lula. Tomara que ele não siga essa cartilha do PT de dizer que não sabe de nada e que não cometeu nenhum crime. A primeira atitude que ele tem de tomar é se afastar da vice-presidência. Depois, renunciar’, completa o vice-líder do PSDB, deputado Nilson Leitão (MT).

Com as novas denúncias contra o petista, a oposição vai ampliar os argumentos para solicitar que a Câmara o investigue. Embora a Secretaria-Geral tenha rejeitado o pedido do PSOL para que a Corregedoria avaliasse o caso do jatinho, o partido planeja incluir as novas revelações no parecer para insistir no pedido de investigação. ‘Quero uma posição definitiva da Mesa. Justamente porque ele é vice-presidente a diretoria tem de se pronunciar formalmente. É um constrangimento, neste momento, dizer que não há nada’, afirmou o líder Ivan Valente (PSOL-SP). Em uma segunda investida para que o caso seja apurado, o DEM e o PSDB vão acionar o Conselho de Ética no início da próxima semana. ‘Nós já tínhamos indicações claras de quebra de decoro com a viagem no jatinho. Agora, a situação assume uma nova dimensão e a gravidade das ocorrências vai ser incluída na representação’, disse o líder do PSDB, Antônio Imbassahy (BA). ‘As versão foram sendo mudadas no curso das notícias e o deputado está em uma situação cada vez mais complicada’, continuou o líder do DEM, Mendonça Filho (PE).

07 Apr 15:28

Era uma estrada muito engraçada, não tinha asfalto, não tinha nada… E fica na Rua dos Bobos, nº Zero

by giinternet

Por Gabriel Castro, na VEJA.com:
Uma das cenas mais repetidas pela presidente Dilma Rousseff nos últimos três anos é o anúncio de duplicação de rodovias pelo país. Nem sempre as promessas se concretizam – em alguns casos, o tempo passou e ela acabou lançando a mesma obra mais de uma vez. Levantamento feito pelo site de VEJA e pela ONG Contas Abertas mostra que o governo federal concluiu menos de 30% das obras rodoviárias do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) 2 até agora.

Dados do próprio governo apontam que foram 421 empreendimentos prometidos e 126 entregues. Maior ainda é o número de obras que ainda estão em “ação preparatória” ou em fase de licitação: 133, o equivalente a 31,6% do total, continuam apenas no papel. A conclusão contraria o que diz o próprio governo, que normalmente enfatiza os dados financeiros para apresentar um balanço positivo do Programa de Aceleração do Crescimento. Ao todo, apenas 12% das quase 50.000 obras do PAC foram entregues.

Em um país onde cerca de 60% das cargas são transportadas em caminhões, grande parte das regiões produtoras sofrem com a precariedade das estradas. Muitos trechos, especialmente nas regiões Norte e Centro-Oeste, simplesmente não possuem asfalto. Assim como em outras áreas, a lentidão e a má qualidade do serviço são os maiores adversários da eficiência. O resultado prático da lentidão nas obras é fácil de se medir. E, por vezes, a conclusão das obras não significa o fim dos problemas. O senador Sérgio Petecão (PSD-AC), vice-presidente da Comissão de Infraestrutura do Senado, cita um exemplo que conheceu de perto: o da BR-364, em seu Estado.

O trecho entre Cruzeiro do Sul e Rio Branco foi reinaugurado no ano passado. Mas não durou muito até que as chuvas transformassem vários pontos da rodovia em um atoleiro. Enquanto novos trechos eram construídos, partes recém-inauguradas de asfalto começavam a se desintegrar. “Lá aconteceram as duas coisas: má execução de obra e má qualidade do material. Quando termina um trecho, outro já está intrafegável”, diz o senador.

O cenário econômico incerto, o risco de descontrole nas contas públicas e a legislação eleitoral não devem permitir ao governo multiplicar os gastos com as obras do PAC em 2014, para corrigir a defasagem dos primeiros três anos de governo. De acordo com dados da Confederação Nacional dos Transportes (CNT), em janeiro e fevereiro o governo não aplicou um real sequer do valor previsto para o transporte rodoviário no Orçamento da União. O 1,5 bilhão de reais que saiu dos cofres públicos sob esta rubrica foi integralmente fruto dos chamados restos a pagar – débitos assumidos em anos anteriores.  A má gestão e a falta de controle sobre as obras não são os únicos problemas: especialmente na construção de rodovias, a corrupção é uma praga contra a qual o governo não parece ter as armas necessárias.

Logo no primeiro ano do governo Dilma, VEJA revelou como o Ministério dos Transportes – em especial o Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes – havia se transformado em uma máquina de fazer dinheiro para o caixa do PR, partido que comandava a pasta graças ao loteamento político promovido por Dilma. A revelação das irregularidades, que envolviam superfaturamento de obras e fraudes em licitações, forçou o governo a promover um expurgo que, como efeito colateral, paralisou temporariamente obras em todo o país. Nem mesmo a “faxina” durou muito: dois anos depois, Dilma devolveu o comando do ministério ao PR e escolheu César Borges para comandar a pasta.

Resposta
De acordo com o Ministério dos Transportes, há muitos trechos de rodovias que já estão liberados para o tráfego mas não aparecem como “concluídos” na lista do governo porque restam “pequenos subtrechos” em obras. O PAC 2, diz a assessoria de imprensa, entregou 3.080 quilômetros de rodovias até agora. A pasta reconhece que, devido ao “porte, extensão e complexidade” das obras, pode haver alterações nos cronogramas.

07 Apr 15:27

Era uma creche muito engraçada, não tinha teto, não tinha nada! E fica na Rua dos Bobos, nº Zero

by giinternet

realizações de Dilma

Por Gabriel Castro, na VEJA.com:
Uma das propostas mais marcantes de Dilma Rousseff durante a campanha eleitoral de 2010 foi a de construir 6.000 creches pelo Brasil até o fim do seu mandato, em 2014. Mas o compromisso, reforçado após a vitória nas urnas, dificilmente será cumprido. Quando iniciou seu quarto ano de mandato, em janeiro, Dilma havia inaugurado apenas 223 creches – 3,7% do total prometido. O total de obras listadas, mesmo as que ainda não saíram do papel, também estava abaixo do previsto: 5.257.

Os dados integram o amplo levatamento feito pelo site de VEJA e pela ONG Contas Abertas nos balanços oficiais do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) 2 disponibilizados pelo governo federal. Levando em conta o prazo de conclusão das obras (pelo menos um ano a partir do início da licitação), é certo que a construção das 6.000 creches serão mais uma meta não cumprida pela presidente. A construção das unidades é feita em parceria com as prefeituras: o governo federal repassa os recursos mas é o gestor municipal quem fica responsável por escolher o local da obra e realizar o empreendimento. A demanda por creches é real no país. Mas, por causa da burocracia ou por falta de interesse, os prefeitos parecem não ter ficado impressionados com o plano de Dilma.

Em 2013, já ciente de que a procura era menor do que a prevista, o governo flexibilizou as regras para a adesão ao programa e passou a oferecer um projeto-padrão de engenharia, para agilizar os trabalhos. Na ocasião, Dilma fingiu que os trabalhos estavam prosseguindo no ritmo ideal: “O nosso compromisso era 6.000, mas é muito possível que seja um número maior que nós vamos entregar de creches”, disse ela.

O Ministério da Educação afirma que parte dos atrasos se devem às prefeituras, e diz que o governo trabalha para contratar 6.000 obras de creches até o fim do ano. Aquelas que não estiverem prontas estarão em fase avançada de construção. Mesmo sendo verdadeiras a alegações, a justificativa não é suficiente para eximir o governo de cumprir a promessa feita na campanha. Em 2010, Dilma não se preocupou em explicar ao eleitor que, na verdade, os prazos não dependiam apenas da União.

Quadras
Na campanha e 2010, Dilma também havia prometido construir ou reformar 10.000 quadras esportivas de escolas públicas. Em maio de 2011, a presidente foi além: “Nós vamos construir dentro do PAC 2 em torno de 12 mil quadras cobertas”, disse ela, em um discurso no Palácio do Planalto. Mais uma vez, o resultado foi decepcionante: 481 obras concluídas, de um total de 9.158 contratadas, segundo os dados do próprio governo.

Situação ainda pior é a do Centro de Artes e Esportes Unificados: a lista do governo tem 357 empreendimentos, mas apenas 22 estavam prontos quando foi feito o último balanço. Se mantivesse o ritmo de inauguração de obras, nem a reeleição não seria suficiente para Dilma cumprir as promessas que fez para os seus quatro anos de governo.

07 Apr 15:27

AINDA O DATAFOLHA – Números de 2006 e 2010 ajudam a entender o medo nas hostes petistas e a urucubaca que Rui Falcão jogou em Dilma

by giinternet

Surge mais um pesquisa com números aparentemente bons para a presidente Dilma Rousseff, e o que se vê no petismo é nervosismo. Por quê? Porque eles não são tão bons como parecem. E eu vou lembrar aqui alguns dados de levantamentos anteriores para evidenciar a razão da tensão.  Segundo o Datafolha, se a eleição fosse hoje, e ela não é, no cenário mais provável, Dilma teria 38% das intenções de votos. Perdeu seis pontos em relação a fevereiro. O tucano Aécio Neves segue com 16%, mesmo índice da pesquisa anterior, e Eduardo Campos, do PSB oscilou de 9% para 10%. Se isso se repetisse em outubro, Dilma seria eleita no primeiro turno. Mas duvido que vá acontecer. Não acontecendo, o risco de derrota cresce bastante. Por quê?

Hoje, 36% acham o governo Dilma ótimo ou bom. O número caiu. Em fevereiro, eram 41%. Consideram-no regular 39% dos entrevistados, e os que o veem como péssimo subiram de 21% para 25%. Então vamos comparar. Essa avaliação da gestão Dilma é muito parecida com a do governo Lula em abril de 2006: 37% diziam que era ótimo ou bom; 38%, que era regular, e 23%, ruim ou péssimo. Também os índices eleitorais são semelhantes: em abril de 2006, Lula tinha 40% das intenções de voto; o tucano Geraldo Alckmin aparecia com 20%.

E Lula não conseguiu se reeleger no primeiro turno. Ficou com 48,61% dos votos. Os 20% de Alckmin se transformaram em 41,64% nas urnas, no dia 1º de outubro de 2006. A diferença, que, em abril, se mostravam gigantesca, foi de apenas 6,97 pontos percentuais.

A eleição de 2010 assusta os petistas um pouquinho mais, nem tanto pelo resultado final: no segundo turno, Dilma obteve 56,05% dos votos válidos, e o tucano José Serra, 43,95%. O susto está em outro lugar. Atenção! Em abril de 2010, Serra ainda estava na frente de Dilma no Datafolha: 38% a 28% para o tucano. A candidata desconhecida, o “poste de Lula”, como era chamada então, já tinha começado a sua ascensão. Chega a ser espantoso que tenha havido segundo turno em 2010. E, no entanto, houve. E por que digo que foi espantoso? Vamos à avaliação de governo: em abril de 2010, achavam-no ótimo ou bom 73% dois entrevistados. É mais do que o dobro do que se tem hoje: 36%. Consideravam-no só regular 22%, 17 pontos percentuais a menos do que agora: 39%. Viam-no como ruim ou péssimo apenas 5% dos entrevistados: um quinto apenas do que se tem na gestão Dilma: 25%. Com uma avaliação como aquela, era praticamente impossível o governo não vencer a eleição — e venceu, como se sabe. Mas não no primeiro turno.

Notem: em 2010, a maioria deixava claro que não queria mudar quase nada no país. Mesmo assim, Serra chegou ao segundo turno. Em 2014, já registrou o Ibope, 64% dizem esperar um governo completamente diferente; 63% desses 64% — ou 40,32% — querem mudar de rumo e de presidente. No Datafolha, são 72% os que querem mudança, um número muito superior à soma dos votos de Aécio e Campos: 26%. É que muita gente, 39%, ainda aposta que Lula poderia corrigir os rumos do país — mas ele não será candidato — ou que a própria Dilma poderia operá-la: 16%.

Assim, noto que, com o governo do PT muito mais bem avaliado do que hoje — mais do que o dobro de aprovação —, houve segundo turno em 2010. Por que não haveria agora? Mais: há quatro anos, a esmagadora maioria queria conservar a administração; hoje, quer mudá-la. Falta agora que Aécio Neves e Eduardo Campos se identifiquem com a transformação. Eles têm a seu favor o fato de que 57% dizem conhecer Dilma muito bem — apenas 17% afirmam o mesmo de Aécio e 8% de Campos. Nunca ouviram falar de Dilma apenas 1% dos entrevistados; número que chega a 25% com Aécio e 42% com Campos. Mesmo assim, a rejeição aos três é a mesma: 33% no Datafolha. Conclusão: muita gente rejeita Dilma porque a conhece, e muitos rejeitam Aécio e Campos porque não os conhecem.

Os número autorizam a dizer que haverá, sim, segundo turno, que a disputa não será fácil para a presidente e que o risco de derrota do petismo é o maior de 2002 para cá. Isso tudo ajuda a entender a urucubaca de Rui Falcão sobre Dilma. No fim da semana passada, com a elegância costumeira, indagado se a candidatura dela era irreversível, mandou ver: “Irreversível, só a morte!”. Vá se benzer, presidente! 

07 Apr 15:27

E Rui Falcão, presidente do PT, volta a ameaçar Dilma

by giinternet

E o presidente do PT voltou a ameaçar a presidente Dilma Rousseff. Ele é insaciável. Cumpre lembrar que, na sexta-feira, ele já havia afirmado, quando indagado se o PT poderia substituir a presidente por Lula na chapa petista, que “irrevogável e irreversível” só mesmo a morte. Convenham: isso não é exatamente a fala de alguém que está animado com a candidatura.

Nesta segunda, a Folha traz uma entrevista com Falcão. Mais uma vez, ele não se fez de rogado e estabeleceu as condições para que ela continue candidata. Cito uma das suas falas: “Mas a candidata continua liderando, continua ganhando no primeiro turno, por que você vai mudar? Existe o coro do volta, Lula, as pessoas falam, o Lula é uma pessoa muito querida, mas a Dilma também é. Ambos são”.

Para quem sabe ler, não é preciso cortar o “t”. Falcão está sendo claro: se, em algum momento, a candidata deixar de liderar, ela cai fora. Ele foi ainda mais restritivo nas condições: “Se o Aécio e o Eduardo Campos estivessem grudando nela, tivessem crescido, e ela, caído, você poderia até achar que existe algum risco da volta de Lula. Mas isso não ocorreu”.

Mais uma vez, o presidente do PT está dizendo a Dilma que, irrevogável, só a morte, não a sua candidatura. Se surgir no horizonte a possibilidade de ela perder a reeleição, Falcão manda bala: sua posição não está garantida. Ele não parece muito seguro.

Falcão chega a ser engraçado. Refere-se a um tal “noticiário negativo” que se difundiu. Afirmou: “O rebaixamento da nota de classificação de risco do Brasil é uma notícia negativa. A divulgação das expectativas de inflação pelo boletim Focus e pelos analistas econômicos, de que a inflação pode crescer até setembro, para depois começar a declinar. Você pega os episódios da Petrobras, apesar de ser uma campanha contra a empresa. E, por último, essas denúncias, não comprovadas, envolvendo um deputado do PT [André Vargas] em particular. Houve um verdadeiro tsunami contra o governo”.

O presidente do PT fala como se fosse evidência de má vontade da imprensa. Não! A nota do Brasil foi rebaixada, a inflação mostra tendência de alta, as lambanças na Petrobras são impressionantes, e o deputado André Vargas mal está com nariz fora d’água. Essas coisas todas são apenas fatos!

Aliás, as evidências contra Vargas, colhidas pela Polícia Federal, à diferença do que afirma Falcão, são escandalosas. Depois de ele combinar com o doleiro Alberto Youssef o lobby no Ministério da Saúde, Youssef, que está preso, diz que o chefão petista fará sua “independência financeira”.

De resto, chamar os óbvios desmandos na Petrobras de “campanha contra a empresa” é mais uma tentativa canhestra do PT de varrer tudo para debaixo do tapete. Campanha contra a empresa fazem aqueles que a assaltam, senhor deputado.

 

07 Apr 15:27

Petrobras contrata R$ 90 bilhões sem licitação em 3 anos; 78% dos brasileiros dizem haver corrupção na empresa

by giinternet

Que gente pitoresca!

Reportagem de Dimmi Amora e Fernanda Odilla, na Folha de hoje, revela que, nos últimos três anos, a Petrobras fechou nada menos de R$ 90 bilhões em contratos sem fazer licitação. Isso corresponde a mais de 28% do que a gigante gastou entre 2011 e 2013: R$ 316 bilhões. Segundo o jornal, as “modalidades normalmente adotadas pela administração pública, como concorrência e tomada de preços, representam menos de 1% dos contratos da Petrobras. Em 71% dos casos, a forma de controle é mais branda, como carta-convite.”

Alguém aí estranha que assim seja? Eu não! Ora, ouvintes amigos, como esquecer que, para realizar obras da Copa do Mundo — que começaram tarde, foram mal planejadas e sairão a um preço acima do estimado —, o governo justamente jogou fora a Lei de Licitações, a 8.666, e, em seu lugar, com a conivência do Congresso, instituiu um tal RDC — Regime Diferenciado de Contratação? À época, a então chefe da Casa Civil, Gleisi Hoffmann (PT-PR), hoje no Senado, saiu-se com uma boa. Afirmou: “O RDC pretende ser uma alternativa à (lei) 8.666, que não tem dado resposta rápida e eficaz. Não há nele qualquer inconstitucionalidade. Acredito que a sua prática poderá contribuir muito mais nesse processo”.

Imagino os correspondentes estrangeiros no Brasil, coitados!, ainda tentando entender direito o português, ao ouvir uma conversa como essa. Devem ficar verdadeiramente espantados: “Que curiosos esses brasileiros! Quer dizer que eles têm a lei e uma lei alternativa, é isso? Se não cumprem uma, podem alegar que estão cumprindo a outra? Que exótico!!!”.. É! Muito exótico.

Por que a Petrobras, que há muito tempo se comporta como se fosse um país independente, faria o contrário? Lembram-se do Complexo Petroquímico do Rio de Janeiro, o tal Comperj, que foi orçado em US$ 6,5 bilhões e que, hoje, já passa de US$ 13,5 bilhões? Então… Só ali, uma obra avaliada em R$ 3,9 bilhões e outra em R$ 1,9 bilhão não tiveram concorrência. A Petrobras a dispensa até para contratar empresas que fornecem mão de obra terceirizada.

Qual é a justificativa da empresa? Diz que uma lei de 1998 lhe permite tal expediente, coisa de que o Tribunal de Contas da União discorda. Ambos travam uma disputa da Justiça. O TCU diz que a estatal precisa de uma lei que regule esse tipo de prática, mas a Petrobras obteve uma liminar no Supremo, que ainda não teve o mérito julgado. Enquanto isso, vai contratando conforme lhe dá na telha. Considerando as notícias mais recentes que vêm da empresa, os brasileiros não têm nada a temer, a não ser os cofres públicos.

Pois é… Pesquisa Datafolha informa que nada menos de 78% dos brasileiros dizem haver corrupção na Petrobras. Desses, 29% afirmam acreditar que a corrupção nessa estatal é maior do que nas outras empresas brasileiras.

Dadas as notícias recentes, como supor o contrário? Se, com todas as travas contra a corrupção que existem na Lei de Licitações, já há quem se especialize em fraudá-la, imaginem a festa que é quando se pode contratar livremente. Aí alguém dirá: “Calma! A direção da Petrobras está lá para evitar isso!”. Se não me engano, um dos mais poderosos ex-diretores da estatal está preso. E outro é acusado até por Dilma de ter omitido cláusulas na compra de uma refinaria que provocaram prejuízo bilionário à empresa.

O PT fez três campanha eleitorais vigaristas acusando os tucanos de tentar privatizar a Petrobras — em 2002, 2006 e 2010. Bem, informalmente privatizada, ela já está, não é mesmo? Se o PT perder a eleição, talvez ela possa sair da mão dos companheiros e voltar às mãos dos brasileiros.

07 Apr 15:27

JVC joins the MFT system and will show new MFT 4K camera soon!

by 43rumors

JVC (news via Olympus Japan) officially joined Micro Four Thirds! And they also said they will show a new 4K camera (with MFT mount) at the NABshow in Las Vegas! Info at jvckenwood.co.jp. There are no images or specs of the camera yet! Let me know if you can find them…thanks :)

This is again a great new for the MFT system!!!

07 Apr 01:17

Facebook and Google's Race To Zero

by timothy
theodp (442580) writes "As Facebook and Google battle to bring the Internet to remote locations, Alicia Levine takes an interesting look at the dual strategy of Zero Rating and Consolidated Use employed by Google's FreeZone and Facebook's 0.facebook.com, websites which offer free access to certain Google and Facebook services via partnerships with mobile operators around the world. By reducing the cost to the user to zero, Levine explains, the tech giants not only get the chance to capture billions of new eyeballs to view ads in emerging markets, they also get the chance to effectively become "The Internet" in those markets. "If I told you that Facebook's strategy was to become the next Prodigy or AOL, you'd take me for crazy," writes Levine. "But, to a certain degree, that's exactly what they're trying to do. In places where zero-rating for Facebook or Google is the key to accessing the Internet, they are the Internet. And people have started to do every normal activity we would do on the Internet through those two portals because it costs them zero. This is consolidated use. If Facebook is my free pass to the Internet, I'm going to try to do every activity possible via Facebook so that it's free." The race to zero presents more than just a business opportunity, adds Levine — it also presents a chance for tech companies to improve lives. And if Google and Facebook fall short on that count, well, at least there's still Wikipedia Zero."

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07 Apr 01:17

To Reduce the Health Risk of Barbecuing Meat, Just Add Beer

by timothy
PolygamousRanchKid (1290638) writes "Grilling meat gives it great flavour. This taste, though, comes at a price, since the process creates molecules called polycyclic aromatic hydrocarbons (PAHs) which damage DNA and thus increase the eater's chances of developing colon cancer. But a group of researchers led by Isabel Ferreira of the University of Porto, in Portugal, think they have found a way around the problem. When barbecuing meat, they suggest, you should add beer. The PAHs created by grilling form from molecules called free radicals which, in turn, form from fat and protein in the intense heat of this type of cooking. One way of stopping PAH-formation, then, might be to apply chemicals called antioxidants that mop up free radicals. And beer is rich in these, in the shape of melanoidins, which form when barley is roasted." (The paper on which this report is based, sadly paywalled.)

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07 Apr 01:16

EU Should Switch To ODF Standard, Says MEP

by timothy
DTentilhao (3484023) writes "The European institutions should switch to using the Open Document Format (ODF) as their internal default document format, says Member of the European Parliament Indrek Tarand. Speaking at a meeting of the European Parliament's Free Software User Group (Epfsug), last week Wednesday, MEP Tarand said: 'Moving to ODF would allow real innovation, and real procurement.'"

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06 Apr 01:20

Blender Foundation Video Taken Down On YouTube For Copyright Violation

by timothy
An anonymous reader writes "As if the automated take downs on Youtube weren't already bad enough, today fans of the popular open source 3D software Blender were greeted by a copyright take down notice for their third open movie, Sintel, despite it being released under a Creative Commons license: 'This video contains content from Sony Pictures Movies & Shows, who has blocked it on copyright grounds.' It is believed that the takedown was a result of Sony Electronics adding Sintel to their official 4k demo pool."

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