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19 May 22:12

Lobby transforma em “usuários” os viciados nas drogas ilegais…

by giinternet
Aqui está um viciado em cigarros e...

Aqui está um viciado em cigarros e…

... aqui está um "usuário" de maconha.

… aqui está um “usuário” de maconha

Escrevi ontem um post sobre os descaminhos da Prefeitura de São Paulo e de seu programa de combate ao crack. Vejam lá.

Escrevo este outro para chamar a atenção de vocês para um aspecto em particular: observem que os consumidores das chamadas “drogas lícitas” são tratados por praticamente a totalidade da imprensa como “viciados”. Não se tem receio — e é o certo — de afirmar que o sujeito é viciado em tabaco (nicotina), álcool ou remédios.

Quando, no entanto, entram na parada as drogas ilícitas, aí se recorre a outro vocabulário. Não temos “viciados” em crack, maconha ou cocaína! Nada disso! Essas pessoas ou são “consumidoras de drogas” ou, e esta palavrinha é ainda interessante: “usuárias”.

A cultura das drogas e o lobby em favor da descriminação é de tal sorte poderoso que é capaz de mudar até o vocabulário. Eu não tenho muitas dúvidas de que uma marcha em favor do cigarro ou do Lexotan seriam muito mal recebida pela imprensa. Já as Marchas da Maconha são reverenciadas quase como um desfile de seguidores de Schopenhauer…

Isso que se vê também é vício, mas...

Isso que se vê também é vício, mas…

...Isso que se vê é apenas um "usuário"...

…Isso que se vê é apenas um “usuário”…

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19 May 20:18

PT faz sua segunda “Virada Cultural” em SP e produz o segundo espetáculo de incompetência e desorganização

by giinternet

Vejam esta imagem. Vocês vão entender tudo.

Demônios da Garoa

O PT fez a sua segunda “Virada Cultural”. Mais um desastre! Infelizmente! A boa sorte não costuma acompanhar a incompetência. Para que os leitores de outros Estados e de outras cidades tenham uma informação básica: a iniciativa começou em 2005, no primeiro ano da gestão de José Serra à frente da Prefeitura da maior cidade do país. E já nasceu como um sucesso de público. A ideia era promover 24 horas de atividades culturais nos mais variados pontos da cidade. Aqui e ali, ocorriam pequenos problemas, mas nada muito significativo.

No ano passado, a coisa já não andou bem: duas pessoas foram assassinadas. Neste 2014, no segundo evento organizado pela gestão petista, a sensação foi de fiasco. O tempo, claro, não ajudou. Mas a incompetência foi pior do que a chuva. E, para piorar tudo, a violência.

Houve nada menos de 18 arrastões na madrugada de sábado para domingo. Há quatro pessoas internadas em estado grave, duas delas feridas a bala e duas outras a faca. A Polícia Militar, que teve muito trabalho, estima em 13 mil o número de abordagens feitas. Houve mais de cem detenções.

Em 2013, a gestão petista já foi criticada por ter concentrado os eventos na região central da cidade — quando a ideia original da Virada era justamente levar eventos para a periferia. Neste ano, houve ainda menos palcos, atraindo menos público, embora o evento tenha custado 13% a mais — estima-se em R$ 13 milhões.

O tempo ruim, a desorganização e a violência forçaram o cancelamento de diversas apresentações. O grupo Demônios da Garoa, um patrimônio da cidade, cancelou a sua participação acusando desrespeito e falta de condições. Segundo o produtor da turma, eles foram impedidos, sem qualquer justificativa, de instalar a sua própria mesa de som. Sergio Rosa, o Pimpolho, desabafou à Folha: “De repente o cara te joga dentro da Cracolândia. Não é o fato de estar na Cracolândia. Mas ali perto do palco tinha um mau cheiro, um negócio degradante. Você acha que a gente iria até lá e não ia querer fazer o show se tivesse condições?”.

A banda de rap Pollo, agendada para as 4h da madrugada deste domingo, também cancelou sua apresentação. Rafael de Melo, produtor, narrou à Folha: “Cheguei com a equipe por volta de 1h30 para montar o show. Mas, por volta das 2h, houve uma briga, e as coisas saíram do controle. Começaram a saquear uma loja, subiram no palco, invadiram os camarins”.

Contra todas as evidências, no entanto, Juca Ferreira, secretário de Cultura da cidade de São Paulo, viu um sucesso danado e diz que a virada vai continuar.

Existem picaretas em São Paulo
Um pouco de memória, vamos lá. Já escrevi a respeito, mas volto ao assunto. Quando surgiu na capital, em 2012, o tal movimento “Existe Amor em SP”, tirei um sarrinho aqui. Era gato escondido com o rabo de fora. Estava na cara, ou no rabo, que era gato. Tratava-se apenas de mais um “movimento popular”, ou “organização espontânea”, ligada ao PT. Informação para o leitor que não é da cidade: o tal grupo se dizia “apartidário” e interessado apenas em impedir a eventual eleição de Celso Russomanno (PRB). Estranhei e ironizei porque não nasci ontem. Esse negócio de “movimento apartidário” contra um candidato em particular era coisa por demais suspeita, especialmente quando o dito-cujo, como era o caso, havia conquistado fatias do eleitorado tradicionalmente petistas. Assim, era evidente que atacá-lo beneficiava o nome petista na disputa, Fernando Haddad.

Criar grupos “apartidários” para intervir no debate público é uma prática que remete aos primeiros dias do partido. Conheço isso como a palma da mão. A rigor, a prática não difere muito da relação que a legenda mantém com os sindicatos que estão sob a sua orientação. Os sindicalistas, nesse caso, não estão principalmente dedicados à defesa da categoria que representam. Ao contrário: podem até lutar contra os interesses objetivos do grupo se, num dado momento, os interesses do partido o exigirem. O PT não está sozinho nessa prática. A UNE, por exemplo, desde a sua refundação, é um feudo do PCdoB. Os sucessivos comandos da entidade estão se lixando para os interesses dos estudantes. O PSOL, bastante presente nas universidades públicas, age do mesmo modo com os centros acadêmicos ou diretórios centrais que conquistam.

Com o advento das redes sociais, emprestar caráter “popular” àquilo que é partidária e ideologicamente orientado se tornou ainda mais fácil. Por quê? Porque a antiga militância, e sei bem do que falo, exigia tempo, dedicação, aplicação à causa. As reuniões só podiam ser feitas com a presença física dos mobilizados. Hoje em dia, não! Basta estar conectado à rede. Dez ou 15 profissionais do partido, pagos pra isso, conseguem criar o movimento de opinião na Internet e marcar uma concentração em algum ponto da cidade a que podem comparecer centenas e até alguns poucos milhares de pessoas. Ou por outra: era mais difícil arregimentar idiotas úteis no passado. Hoje em dia, é moleza.

Pois bem… O tal movimento “Existe Amor em SP” foi tratado pela imprensa paulistana — onde tinha muitos amigos e porta-vozes informais — como uma espécie de “nova voz da cidade”, como uma expressão genuína das ruas. É mesmo?

Pois é… No ano passado, o que fez Haddad? Contratou toda a turma! É ela que responde hoje pela organização da Virada Cultural e pelo seu segundo ano de desastre.

Eis aí: existem incompetentes em São Paulo. E picaretas também!

19 May 20:18

Fundos de pensão de servidores públicos aplicaram R$ 23 milhões em empresa de doleiro

by giinternet

Por Daniel Haidar, na VEJA.com:
Fundos de previdência de servidores públicos devem zelar pela segurança do investimento dos funcionários, considerando também as melhores condições de rentabilidade. Mas quando essas entidades são loteadas por indicados políticos em administrações municipais e estaduais, nem sempre o servidor fica em primeiro lugar, como mostra o passado recente de captação de recursos da Marsans Brasil. Apesar das graves dificuldades financeiras que a empresa enfrenta, pelo menos sete fundos de previdência de funcionários públicos injetaram dinheiro de aposentados na agência de viagens. A operadora de turismo foi fundada em 1973 no país e é controlada pelo doleiro Alberto Youssef desde meados de 2010. Desde março, Youssef passou a ser conhecido também como um dos pivôs do esquema de lavagem de 10 bilhões de reais, investigado pela Polícia Federal na operação Lava-Jato.

Documentos obtidos pelo site de VEJA revelam agora que entre 2012 e 2013 – ou seja, sob o controle de Youssef – a Marsans Brasil conseguiu angariar cerca de 23 milhões de reais de fundos de previdência dedicados a garantir pensões de servidores aposentados. Só o Instituto de Gestão Previdenciária do estado do Tocantins aplicou 12 milhões de reais na empreitada. Também tornaram-se investidores na empresa do doleiro os fundos municipais de previdência de Cuiabá (MT), que desembolsou 3,4 milhões de reais; e Paranaguá (PR), que gastou 2 milhões de reais. No Nordeste, o fundo de Amontada (CE) gastou cerca de 1,6 milhão de reais e o de Petrolina (PE) desembolsou 980.000 reais. Hortolândia e Holambra, duas cidades do interior paulista, aplicaram respectivamente 1,5 milhão de reais e 980.000 reais para virar sócias de Youssef.

O aporte dos fundos de previdência foi feito através do Fundo de Investimento em Participações (FIP) Viaja Brasil. É um produto criado pelo banco Máxima com o propósito de impulsionar o crescimento do grupo Marsans Brasil. Todo o dinheiro que entrou no Viaja Brasil foi aplicado na Graça Aranha RJ Participações — dona da Marsans Brasil, de acordo com relatório da consultoria Lopes Filho. Documentos da Junta Comercial do Rio de Janeiro, no entanto, revelam outro dono na Marsans. Segundo certidão do órgão, a GFD Investimentos, uma empresa do doleiro, é a única controladora da Marsans.

A situação financeira da agência também causa estranheza. Apesar da milionária injeção de recursos feita pelos fundos desde 2012, a Marsans enfrenta dificuldades. Em relação ao fim do ano passado, as compras de passagens aéreas pela companhia caíram drasticamente neste primeiro semestre, o que sinaliza que menos clientes contrataram viagens e o faturamento diminuiu.

Finanças
Em e-mails interceptados pela Polícia Federal, Youssef prometia injetar dinheiro para socorrer a Marsans. Em 30 de dezembro de 2013, o doleiro é cobrado pelo diretor-geral da agência, Luiz David de Almeida Lourenço, que pedia transferências para a empresa. “Beto, desculpe mas vamos ter problemas (mais). A TED não entrou em nossa conta até agora. Tem como vc falar com quem iria fazer e me voltar?”, cobra Luiz David, como é conhecido.

O advogado Antonio Figueiredo Basto, que defende Youssef na Justiça, afirma que a Marsans é “um negócio lícito” do doleiro. “Se fundos de previdência resolveram investir na Marsans, quem tem de responder são eles. Muitas das coisas que Alberto tentava fazer eram legais. Eu particularmente desconheço que tenha ocorrido irregularidade em relação a fundo de pensão”, afirmou Figueiredo Basto ao site de VEJA.

Procurado pelo site de VEJA, Luiz David não esclareceu o destino dos recursos tratados com Youssef. Ele alega que foi diretor-administrativo da Marsans Brasil de janeiro de 2013 a 11 de abril deste ano, quando renunciou. Mas funcionários diziam, na última quarta-feira, que David ainda era o CEO (diretor-executivo) da companhia. Indagado sobre a contradição, ele disse que aceitou permanecer como consultor da Marsans até ser contratado novo diretor para a empresa.

Nenhum fundo de previdência esclarece por que foram feitos os investimentos no fundo de Youssef. A assessoria de imprensa do atual presidente do Instituto de Gestão Previdenciária do estado do Tocantins diz que os aportes foram feitos em gestão anterior, de Luciano Silbernagel. Procurado, Silbernagel alega que desconhecia a aplicação no Viaja Brasil e responsabiliza o gestor Edson Santana Matos pelos investimentos. Matos não foi localizado. O governador Siqueira Campos (PSDB) e o vice-governador João Oliveira (DEM) renunciaram aos cargos em abril para concorrer nas eleições de outubro. O fundo de pensão dos servidores do governo de Tocantins também foi um dos que mais perdeu dinheiro com a aplicação de recursos em títulos lastreados em empréstimos do banco BVA — que teve recursos desviados pelos administradores e deixou um rombo de 4 bilhões de reais.

O presidente do Instituto Municipal de Previdência Social dos Servidores de Cuiabá, Bolanger José de Almeida, também responsabilizou a gestão anterior pelo investimento no fundo controlado por Youssef. Mas documentos do Ministério da Previdência só mostram aplicação no fundo Viaja Brasil a partir do segundo bimestre de 2013 — portanto, sob a gestão de Almeida. Ele assumiu o cargo no começo da gestão do prefeito Mauro Mendes (PSB). Almeida diz que estuda medidas judiciais para preservar os investimentos na Marsans. “Eu estou preocupado com a situação, porque a empresa está com dificuldades financeiras e não dá para entender, pois vivenciamos um momento extremamente aquecido do turismo brasileiro. Queremos contratar uma auditoria e saber se houve desvio de recursos”, afirma o presidente do fundo de previdência dos servidores de Cuiabá.

Almeida é um dos dirigentes de fundos de pensão que participaram de assembleias do fundo Viaja Brasil nos últimos meses. Carlos Alberto Pereira da Costa e Matheus Oliveira dos Santos – comparsas do doleiro que respondem na Justiça por crimes investigados pela operação Lava-Jato – eram representantes de Youssef no Conselho de Administração da Graça Aranha RJ Participações. De acordo com a Polícia Federal, Pereira da Costa comandava diversas empresas do doleiro.

Investigações
Youssef ganhou notoriedade nacional no começo dos anos 2000 por ter remetido bilhões de dólares para fora do país por contas do banco Banestado. Acabou condenado por evasão de divisas, mas fez um acordo de delação premiada com a Justiça Federal, pelo qual entregou informações importantes para a investigação e conseguiu punição mais branda do que era esperado. A única exigência era que ele não voltasse a cometer crimes. Mas, durante as investigações da operação Lava-Jato, a PF encontrou indícios de que Youssef voltou a comandar um esquema de lavagem de dinheiro. Ele começará a ser julgado em junho pelos crimes de lavagem de dinheiro, participação em organização criminosa, evasão de divisas e operação indevida de instituição financeira.

Além de inúmeras operações ilegais de entrada e saída de dólares do país, desde pelo menos 2010 ele ajudava na coleta de recursos para campanhas de políticos. Nos últimos meses, esbanjava intimidade com o poder. Tinha contatos frequentes com os deputados federais André Vargas (ex-PT) e Luiz Argôlo (SDD). Articulava negócios com o ex-diretor da Petrobras Paulo Roberto Costa, com quem é acusado pelo Ministério Público de ter desviado mais de 8 milhões de reais de obras da refinaria Abreu e Lima, em Pernambuco. E é acusado ainda de comandar um laboratório farmacêutico que conseguiria faturar até 35 milhões de reais, em cinco anos, na venda de medicamentos com uma parceria chancelada pelo Ministério da Saúde.

19 May 19:56

PPS tenta convocar ministro para explicar chantagem de Rosemary

by giinternet

Por Laryssa Borges, na VEJA.com:
O líder do PPS na Câmara dos Deputados, Rubens Bueno (PPS-PR), vai apresentar nesta semana requerimento para convocar o ministro da Secretaria-Geral da Presidência, Gilberto Carvalho, para explicar as chantagens da ex-chefe do escritório da Presidência da República Rosemary Noronha a integrantes do governo. Também serão convidados a prestar depoimento o atual chefe de gabinete da presidente Dilma Rousseff, Beto Vasconcelos, e a própria Rosemary.

As movimentações de Rose, como é conhecida no meio político, foram descobertas pela Polícia Federal (PF) em 2012, quando foi deflagrada a operação Porto Seguro, que desmontou uma quadrilha que vendia pareceres de órgãos públicos a empresas privadas. Na ocasião, agentes da PF fizeram buscas no gabinete dela na Presidência da República em São Paulo e apreenderam documentos.

Depois que foram descobertas suas traficâncias, Rose foi demitida, banida do serviço público e indiciada pelos crimes de formação de quadrilha e corrupção. Abandonada, ela traçou um plano para obter ajuda política e financeira e começou a chantagear integrantes do governo e a constranger antigos colegas de trabalho, pressionando-os a depor no processo que tramitava sobre seu caso na Controladoria-Geral da União (CGU), conforme mostrou VEJA.

Nos planos de Rose, o atual chefe de gabinete de Dilma, Beto Vasconcelos, a ex-ministra da Casa Civil Erenice Guerra e o ministro Gilberto Carvalho iriam ajudá-la a se reaproximar do ex-presidente Lula. Depois disso, um dos amigos mais próximos de Lula, Paulo Okamotto, providenciou uma banca de advogados para Rose e a ajudou na reforma de um apartamento em São Paulo e na compra de uma rede de escolas de inglês.

“A senhora Rosemary parece ser detentora de muita informação sobre a cúpula do governo passado e deste, então o Congresso Nacional deve oferecer a ela um espaço que ela conte sua versão dos fatos e, talvez assim, esclarecer pontos que continuam ainda muito obscuros”, disse Rubens Bueno ao justificar a apresentação do requerimento.

19 May 19:54

A decisão de Teori Zavascki, o que é razoável e o que pode causar estranheza

by giinternet

O ministro Teori Zavascki suspendeu os inquéritos da Operação Lava Jato, mandou soltar todos os presos e pediu que tudo seja enviado ao Supremo Tribunal Federal. Afinal, dois dos investigados têm foro especial por prerrogativa de função: os ainda deputados André Vargas e Luiz Argôlo. É preciso ler a decisão no detalhe para uma opinião mais detida, mas algumas coisas já podem ser ditas.

Sei que a observação que vem a seguir não é simpática num país viciado em impunidade, mas é fato: em todo o mundo democrático, a Justiça existe mais para soltar do que para prender: ela se comporta, e isto é um princípio civilizatório, como uma garantia dos indivíduos contra a pretensão punitiva do Estado. Havendo uma brecha para que a pessoa possa ser libertada, ela será.

Adiante. Teori Zavascki evocou o Inciso II do Artigo 14 da Lei 8.038 e o 158 do Regimento Interno do STF, que conferem ao relator o poder de suspender o processo — nesse segundo caso, ele também pode solicitar a remessa dos autos.

Vamos ver. Que os respectivos casos dos dois deputados deveriam ter sido enviados imediatamente ao Supremo, isso eu também acho. Se têm o foro especial e se a lei é essa, que se cumpra. Que, no entanto, se suspendam todos os inquéritos e processos, aí já acho um exagero. Até porque, especialmente depois do processo-gigante do mensalão, a tendência do tribunal é julgar na corte apenas os réus com direito a foro especial. E esse não é o caso da maioria dos que estão presos. O doleiro Alberto Youssef e Paulo Roberto Costa, ex-diretor da Petrobras, entre outros, não têm direito a foro especial.

A decisão tem caráter liminar e, portanto, pode ainda ser revista. Vamos separar a libertação dos presos da suspensão de todos os inquéritos. Em algum momento, teriam de ser libertados, já que precisam ainda ser julgados, e não parece que possam mais prejudicar a investigação. Mas isso poderia ser feito por meio de habeas corpus. Já suspender tudo me soa um óbvio exagero. Dá a impressão de a coisa ter funcionado assim: “Já que não tive tempo de examinar os autos (e duvido que Teori tenha tido esse tempo), então que pare tudo”.

 

19 May 19:53

A denúncia de cinco militares pela morte de Rubens Paiva e a Lei da Anistia

by giinternet

O Ministério Público Federal decidiu denunciar cinco militares pela morte do deputado Rubens Paiva, assassinado em 1971 nos cárceres da ditadura. Seu corpo nunca foi encontrado. O general reformado José Antonio Nogueira Belham, que comandava o DOI-Codi no Rio, e o coronel Rubem Paim Sampaio, ex-integrante do CIE (Centro de Informações do Exército), foram denunciados por homicídio triplamente qualificado, ocultação de cadáver e associação criminosa armada. Se fossem condenados, poderiam pegar até 37 anos de prisão. Já o coronel reformado Raymundo Ronaldo Campos e os militares Jurandyr Ochsendorf e Souza e Jacy Ochsendorf e Souza foram acusados de ocultação de cadáver, fraude processual e associação criminosa armada. As respectivas penas poderiam chegar a 10 anos.

O caso foi encaminhado à 4ª Vara Criminal Federal do Rio, que poderá rejeitar a denúncia ou abrir ação penal. O advogado Rodrigo Roca, que defende o general e os dois coronéis, disse que eles negam participação nos crimes e que foram anistiados. “O Ministério Público está fazendo teatro porque a ditadura virou o tema da moda”, afirmou.

Dificilmente a Justiça dará sequência à questão. Se der, ela vai parar no Supremo. Os acusados estão protegidos pela Lei da Anistia, de 1979. Recentemente, militares acusados do atentado no Riocentro, ocorrido em 1981, foram feitos réus pela Justiça. Nesse caso, não deve haver punição porque os crimes já prescreveram.

O deputado Rubens Paiva era um homem que fazia oposição ao regime militar, mas, sabidamente, não tinha nenhuma ligação com a luta armada ou com o terrorismo. Todo caso de tortura é morte é estúpido, mas esse consegue ser ainda mais. Entendo, no entanto, que muito pouco há a fazer.

A Lei 6.683, de agosto de 1979, é clara. Lá está escrito, no Artigo 1º:
É concedida anistia a todos quantos, no período compreendido entre 02 de setembro de 1961 e 15 de agosto de 1979, cometeram crimes políticos ou conexo com estes (…)

O Parágrafo 1º se encarrega de definir o que é crime conexo: “Consideram-se conexos, para efeito deste artigo, os crimes de qualquer natureza relacionados com crimes políticos ou praticados por motivação política.”

A Lei da Anistia, diga-se, no seu Parágrafo 2º, abria exceções: “Excetuam-se dos benefícios da anistia os que foram condenados pela prática de crimes de terrorismo, assalto, sequestro e atentado pessoal.”

Por pressão das esquerdas, teve início, então, a campanha em favor da anistia ampla, geral e irrestrita, que não excluísse ninguém. Em 2010, o Supremo Tribunal Federal ratificou a validade da lei. Rubens Paiva morreu estupidamente, mas o estado de direito existe.

Não é só a Lei 6683 que garante a anistia. A própria Emenda Constitucional nº 26, de 1985, QUE É NADA MENOS DO QUE AQUELA QUE CONVOCA A ASSEMBLÉIA NACIONAL CONSTITUINTE, incorporou, de fato, esse fundamento. Está no artigo 4º da emenda:

Art. 4º É concedida anistia a todos os servidores públicos civis da Administração direta e indireta e militares, punidos por atos de exceção, institucionais ou complementares.
§ 1º É concedida, igualmente, anistia aos autores de crimes políticos ou conexos, e aos dirigentes e representantes de organizações sindicais e estudantis, bem como aos servidores civis ou empregados que hajam sido demitidos ou dispensados por motivação exclusivamente política, com base em outros diplomas legais.
§ 2º A anistia abrange os que foram punidos ou processados pelos atos imputáveis previstos no “caput” deste artigo, praticados no período compreendido entre 2 de setembro de 1961 e 15 de agosto de 1979.

Não me parece possível declarar sem efeito parte da lei que convocou a Constituinte. “Anistia”, não tem jeito, tem a mesma raiz de “amnésia” e quer dizer “esquecimento” para fins políticos e jurídicos. Não quer dizer apagamento da memória. Para isso existe a história. Não fosse a anistia, diga-se, estaríamos até agora presos à era da marmota do Estado Novo, sem sair do lugar. Getúlio Vargas, o facínora, cujo regime torturou e matou, teve tempo até de virar herói mais tarde. Quando desapareceu, Rubens Paiva era deputado pelo PTB, o partido criado por Getúlio, o torturador anistiado também pela história oficial.

19 May 18:51

Ministro do STF suspende inquéritos e concede liberdade a todos os presos da Lava-Jato

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Por Rodrigo Rangel e Laryssa Borges, na VEJA.com:

O ministro Teori Zavascki, do Supremo Tribunal Federal (STF), determinou nesta segunda-feira, em decisão liminar, a liberdade do ex-diretor de Abastecimento da Petrobras Paulo Roberto Costa, preso na Operação Lava-Jato, da Polícia Federal. Zavascki também suspendeu todos os inquéritos relacionados à operação policial e às ações penais abertas na Justiça Federal do Paraná contra os investigados, entre eles o doleiro Alberto Youssef, pivô do megaesquema de lavagem de dinheiro.

Além de interromper os inquéritos relacionados à operação Lava-Jato, a liminar ordena a suspensão de todos os mandados de prisão já expedidos no curso das investigações e determina a remessa imediata dos autos para o Supremo Tribunal Federal.

Para a defesa de Paulo Roberto Costa, o processo todo deveria ter sido enviado de imediato à mais alta Corte do país por conta das suspeitas de participação de parlamentares, que têm direito a foro privilegiado, no esquema investigado pelas autoridades policiais. “Antes mesmo da realização das buscas e apreensões, os autos já forneciam elementos concretos que apontavam para o suposto envolvimento de membros do Congresso Nacional”, argumentaram os advogados do ex-diretor da Petrobras no pedido analisado por Zavascki.

Deputados – No curso das investigações, interceptações telefônicas atingiram os deputados federais André Vargas (PR) e Luiz Argôlo (SDD-BA). Ambos já respondem a processo no Conselho de Ética da Câmara e podem perder os mandatos pela estreita relação que  mantinham com Youssef.

Além de Costa e Youssef, a liminar de Zavascki garante liberdade aos doleiros Nelma Kodama, Raul Srour e Carlos Habib Chater. Também deverá ser beneficiado René Luiz Pereira, um dos envolvidos no esquema que tinha sido preso por tráfico internacional de drogas. Até o momento, 42 pessoas tinham sido denunciadas pelo Ministério Público Federal por envolvimento com o esquema de lavagem de 10 bilhões de reais investigado pela Polícia Federal.

Mesmo com a determinação de soltura de todos os presos, Zavascki fez uma ressalva: para não atrapalhar as investigações, eles não podem se ausentar das cidades onde residem e devem entregar seus passaportes no prazo de 24 horas. O ministro ordenou, ainda, o envio por fax da decisão para as autoridades encarregadas do caso – PF e Ministério Público –, para cumprimento imediato das decisões.

19 May 02:24

Serra diz que será candidato ao Parlamento; declaração aposta na unidade do PSDB

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José Serra, ex-governador de São Paulo, acaba de publicar no Facebook uma mensagem em que diz que será candidato a um cargo no Legislativo Federal. Leiam o texto. Volto em seguida.

Serra Face candidatura 

Voltei
Isso quer dizer que Serra não será candidato a vice de jeito nenhum? Não! O texto quer dizer apenas que a possibilidade não deve ser um problema. Se o PSDB entender que é uma boa saída, faça-se; caso se opte por outro caminho, está claro que ele não será um empecilho.

E ali se lê também a aposta na unidade: “No mais, estarei junto com o meu partido no esforço para vencer esta estranha mistura de atraso e inércia que tomou conta do país. (…) Vamos em frente! O Brasil quer mudar!”.

19 May 02:24

Boçalidades do grupo “As P… Aborteiras” derrubam dois na TV Educativa do RS. E os chefões? Vão continuar?

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Pois é… A TV Educativa do Rio Grande do Sul, como sabem, levou ao ar uma atração e tanto: um grupo de moças do anarcofunk intitulado “As Putinhas Aborteiras”. Apresentaram duas músicas. Escrevi a respeito. Uma das, digamos, músicas tinha versos eloquentes como:
“Ei, papa, levante o seu vestido/
quem sabe aí embaixo não está o Amarildo?”

Ou
“Sou anarquista doida, pichadora e ‘vida loca’/
Não vem com moralismo, tu não vai calar minha boca/
Vem vandalizar, deixa de ser bundão/
Se rola prejuízo, é na conta do patrão”

Pois é… Publiquei o vídeo aqui e foi um escarcéu danado. Por bons motivos, é claro! A TVE tomou uma medida: demitiu dois funcionários de confiança que trabalhavam na emissora e que foram responsáveis por botar o vídeo no Youtube. Leio no “Zero Hora” que Pedro Osório, presidente da Fundação Cultural Piratini, justifica: “Eu acho que esse tipo de conteúdo não poderia ter subido pela inadequação da linguagem e exposição a crianças. Inclusive tiramos o vídeos do ar.”

Então vão para a rua os funcionários que lançaram o vídeo no Youtube, mas permanecem os que tomaram a decisão de levar o grupo à TVE? E o próprio Pedro Osório? Vai ficar por lá? Nem vai se demitir nem ser demitido?

A TVE do Rio Grande do Sul, aliás, tem mesmo uma gestão sui generis. Sabem quem Tarso Genro escolheu para ser gerente administrativo? O petista José Mariano da Silva Mello. “E daí?”, pergunta-se o leitor.

Daí que esse sujeito foi exonerado do Ministério do Meio Ambiente “por valer-se do cargo para lograr proveito pessoal ou de outrem (…)”. Vejam documento da pasta.

Destituição Meio Ambiente

 Abaixo, vocês veem o nome do sujeito no Portal da Transparência do governo federal. Como se percebe, o vídeo daquelas infelizes parece ser o menor dos problemas da TVE.

destituição Meio Ambiente II

19 May 02:23

O PT, sozinho, arrecada em dinheiro o dobro de PSDB, PMDB e PSB somados. E por que, então, o partido quer proibir a doação de empresas privadas?

by giinternet

Montanha de dinheiro

O PT quer acabar com as doações de empresas privadas a campanhas. Infelizmente, já há uma maioria no STF formada em favor dessa tese. Muito bem! Não é que o partido esteja se dando mal com o sistema em vigência, não! Muito pelo contrário! Segundo informam David Friedlander e Ricardo Mendonça, na Folha de hoje, empresas que tradicionalmente doam dinheiro para partidos políticos e que mantêm negócios com o setor público repassaram ao PT, no ano passado, QUASE O DOBRO DO QUE, ATENÇÃO!, DOARAM AO PSDB, AO PMDB E AO PSB! R$ 79 MILHÕES CONTRA R$ 46,5 milhões. Há quatro anos, o “Partido dos Companheiros” já tinha uma vantagem sobre os demais de R$ 9,4 milhões; agora, de R$ 33,2 milhões

Por que o PT quer tanto acabar com um modelo que o beneficia? Porque não gosta de privilégios? Ora…Quem aí acredita que, uma vez proibidas as doações privadas, elas não continuarão a ser feitas, mas por baixo dos panos? A Folha só conseguiu chegar aos números porque, afinal existe o registro. Quando não houver mais…

Leiam trecho da reportagem. Volto em seguida:
“Nos últimos dias, a Folha conversou com um consultor, um tesoureiro de partido, um empresário e dois executivos de construtoras. Eles só aceitaram falar anonimamente. Segundo eles, é difícil não dar preferência ao PT, que ocupa a Presidência. Como Dilma estava muito à frente nas pesquisas, a força da sigla para captar era ampliada. Caso a disputa presidencial fique mais acirrada, como sugerem as últimas pesquisas, a divisão de verbas tende a se equilibrar. “Quem trabalha com governo não tem preferência”, diz um alto executivo de uma grande construtora. “Precisa ser amigo de quem estiver no poder.” Um consultor com muitos anos de experiência em arrecadação define assim: “Para as empresas, a doação funciona como um investimento para ter acesso aos candidatos que elas ajudam a eleger”.

Retomo
Muito bem! Proibidas as doações privadas, o interesse desses financiadores de campanha vai desaparecer? É curioso o caminho que essa questão tomou: é como se a transparência incomodasse: “Vejam como empresas com interesse no governo doam dinheiro para partidos!”. Sim, é verdade! E quando a lei proibir? O tal interesse desaparece por força da interdição?

Nos últimos tempos, nota-se um aumento das doações de empresas. Não há explicação para isso a não ser uma: muita gente que apelava ao caixa dois ficou com medo de ver seu nome envolvido em alguma operação da Polícia Federal. Não se faz esse tipo de coisa sem recorrer ao serviço dos “Albertos Youssefs” da vida. Vale dizer: escolheram o caminho legal; preferiram sair da clandestinidade.

Daqui a pouco, a lei vai empurrá-las de novo para o submundo. E se viverá, então, a sensação de que a política foi moralizada. É uma piada!

19 May 02:21

“Cala a boca, Emir Sader!” Ou: O MTST saúda a “ocupação” da GloboNews. Quem disse que a “mídia burguesa” não colabora, hehe?

by giinternet

Ai, ai… O mundo realmente está ficando muito interessante. Vejam está imagem.

cala a boca, Emir!

O intelectual chapa-branca Emir Sader — habitante de um país mental chamado “Emirados Sáderes”, onde se fala, note-se, uma língua que lembra o português — chamou, no Twitter, os ditos sem-teto de “vira-latas” (ver abaixo). Ele não gostou do protesto que o grupo organizou no Itaquerão e saudou os membros da Gaviões da Fiel que decidiram proteger o estádio.

Emir Sader vira-lata

A página do MTST no Facebook resolveu homenageá-lo, entre outras manifestações, com a imagem que vocês veem ali no alto.

Mas não só. Publicou um texto a respeito — que bate também, claro!, na VEJA. Leiam. Volto em seguida:

MTST - Emir 

Voltei
Como? O que é isso, camaradas revolucionários?! Tudo bem não gostar da gente! Mas pra que recorrer a baixarias, né? Emir Sader como intelectual “ala VEJA”??? Esse é o homem que escreve “pousar para fotografia”, que critica a “expoliação da classe operária, que afirma que o Brasil já teve um presidente chamado “Getulho Vargas”, que é capaz de citar um intelectual que ninguém mais conhece, um certo “Chomski”, e que já inventou o verbo “fusiliar”

Caros camaradas sem teto — e, portanto, também sem eira nem beira (já que o teto não existe, né?): Emir Sader não entraria na redação da VEJA nem disfarçado de erro ortográfico!!! Aquela porta giratória na entrada do prédio da Abril iria travar. A segurança seria imediatamente acionada: “Alerta vermelho: indivíduo perigoso tenta invadir a empresa com armas de destruição em massa da gramática”.

Um teto da GloboNews
A gente nota, dado o texto anterior, que o MTST não gosta “dos grandes empresários da mídia”. Entendo. Quando, no entanto, a GloboNews resolve dar voz a Guilherme Boulos, o coxinha fantasiado de sem-teto, aí tudo bem! Aí o movimento divulga o evento e esquece que também essa emissora pertence, digamos, a “grandes empresários da mídia”. Leiam. Retomo depois.

MTST GloboNews 

Retomo
Como se vê, não se tratou, segundo o MTST, de uma “entrevista”, mas de “ocupação de espaço”. Querem saber? Nesse particular, o movimento tem razão. Não deixa de ser a ocupação de um pedaço da “mídia golpista”, né?

19 May 02:20

Steve Singer: Keeping Developers in sync with alembic

I was recently working on a project where we had about half a dozen developers working on an established code base. All of the developers were new to the code base and I knew that we were going to be making a fair number of database schema and data-seeding changes in a short period of time. Each developer had their own development environment with a dedicated database (PostgreSQL). The developers on the project had their hands full learning about the code base and I didn’t want to distract them by having to take a lot of their time managing their development database instances.

I decided to try using Alembic to manage the database schema migrations.

I wanted something where someone just needed to grab the latest code from source-control and run a single command to apply any database migrations that go along with the version of the source code they had. In addition to schema changes we had a number of planned data-migrations often things as simple as updating content or templates stored in a database table. The application had database access from PHP via Propel and Java via Hibernate. We thought about using either of those for schema and data migrations but ran into a few concerns

  1. I didn’t see a good way to track or even specify ‘data’ changes with the built-in support either of those tools(we were also on legacy versions of both ORMs). Changing the schema often isn’t enough the data changes and associated seeding are just as important
  2. The production DBA’s were not comfortable running hbm2ddl or a propel migrate in production because they couldn’t see and review what was actually being changed. Solving the problem for development was important but eventually the changes need to be deployed

We decided to try Alembic because it had a good reputation in the postgresql community and I’ve met the author of Alembic Michael Brewer at a number of conferences. Alembic also allowed us to write arbitrary queries for data migrations. I initially did some demonstration migrations using the Alembic/SQL Alchemy ORM syntax.
A typical migration file in this manner looked something like


"""add_car

Revision ID: 9de4d14f
Revises: 43254534
Create Date: 2014-04-30 17:10:51

"""

revision = '9de4d14'
down_revision = '43254534'
from alembic import op
from sqlalchemy as sa

def upgrade():
  op.add_column('person',sa.Column('first_car',sa.String()))

def downgrade():
  op.drop_column('person','first_car')


Developers were able to use this type of migration to keep their environments up to date. The migration file would get checked into source control along with the code change associated with the migration. A developer would then run


alembic -c alembic.ini upgrade head

To upgrade their database. This worked well but I found that lots of developers needed to add things to the database but they didn’t really want to learn the SQL Alchemy ORM language. Most of the developers hadn’t worked much with python let alone SQL Alchemey. Their SQL wasn’t great but they found it much easier to write the database migrations directly in SQL instead of in the ORM. Database migrations with Alembic done this way look something like


"""add_car

Revision ID: 9de4d14f
Revises: 43254534
Create Date: 2014-04-30 17:10:51

"""

revision = '9de4d14'
down_revision = '43254534'
from alembic import op
from sqlalchemy as sa

def upgrade():
  op.execute('alter table person add column first_car text')  

def downgrade():
  op.execute('alter table person drop column first_car')


Data style migrations were similarly straight forward they would just put a INSERT or UPDATE statement in the op.execute to perform the data migration.

The team wrote approximately 40 database migrations in a little over 2 months, that works out to a database migration every few days. Once we got over the initial setup (puppet helped) we had very few problems. Occasionally a two developers would add a migration around the same time both revising the same base version creating a split revision line. Alembic detects this when you try to run an upgrade an errors out.

When it came time to apply the upgrade to production our DBA team was able to just run a ‘alembic upgrade head’ in production to update the database from the known starting state using the same migrations that were applied in the development environments. This worked fine for us but might not be optimal. Sometimes a column would be added one in one revision then renamed or the data type changed a few days after in a different migration script. The production migration could have just created the column with final name/type but this would have required re-writing some of the migrations to merge migrations into a more consolidated version. In many circumstances this is probably worth doing but we didn’t do that to.


19 May 02:19

Haddad agora vai demitir viciado em crack que não trabalhar. É mesmo, é? Não me digam!!!

by giinternet
Cercadinhos de Haddad: estruturas já foram retiradas da Cracolândia pelos próprios viciados

Cercadinhos de Haddad: estruturas já foram retiradas da Cracolândia pelos próprios viciados

E não é que o prefeito de São Paulo, Fernando Haddad, do PT, decidiu que os viciados em crack contratados pela Prefeitura que não comparecerem ao trabalho serão desligados do programa “Braços Abertos”!? Se bem se lembram, trata-se daquela literalmente estupefaciente iniciativa que garante a um grupo de viciados emprego, salário, casa e comida. E sem exigir deles nada em troca! Não são obrigados a se submeter a tratamento. E, creiam, não se cobrava nem mesmo a frequência ao trabalho. Como a remuneração é feita por dia — R$ 15 por quatro horas —, pagam-se as jornadas “trabalhadas” e fim de papo.

Ora, aconteceu o óbvio: boa parte dos beneficiários não dá as caras e só se aproveita de uma parte do programa: a que garante casa e comida. A renda que conseguem, para financiar o vício, deriva de alguns bicos que fazem e de pequenos delitos. Trabalhar pra quê?

Leitores, prestem atenção: governantes existem não apenas para corrigir problemas, mas também e sobretudo para se antecipar a eles. Ou por que precisaríamos manter a pesada máquina estatal? E eis, então, que se revela um dos principais defeitos da gestão de Haddad: ele está sempre atrasado em relação ao óbvio. Ou por outra: o óbvio chega antes, e ele vem depois.

Quando o petista lançou o tal “Braços Abertos”, escrevi aqui aqui um longo texto apontando suas sete grandes imposturas:
1: O programa de emprego para viciados atingia quase 400 viciados, e se estima em 2 mil o número de frequentadores da Cracolândia;
2: o programa “Braços Abertos” atendia (?) apenas os viciados que resolveram criar uma favela no meio da rua;
3: decidiu-se premiar com trabalho, salário, casa e comida quem ocupou o espaço público na marra para manter o seu vício; os benefícios são superiores aos pagos pelo Bolsa Família;
4: os viciados receberiam benefícios, mas não seriam obrigados a se tratar nem a trabalhar;
5: os viciados têm renda, oriunda ou do trabalho informal ou de práticas criminosas; o dinheiro da Prefeitura seria um suplemento que estimularia o consumo de drogas;
6: se a Prefeitura fornece casa e comida a drogados que criam favelas no passeio público, por que não fazer o mesmo com quem não é viciado?;
7: o Prefeito escolheu o caminho mais fácil e mais barato: financiar o vício em vez de combatê-lo.

Digam-me: era ou não evidente que a iniciativa daria com os burros n’água? Como é que um programa que remunera viciados, sem exigir deles nada em troca, que os sitia numa área em que a polícia não entra, garantindo-lhes casa e comida, pode ambicionar ser de “combate ao crack”? Ao contrário: trata-se de um programa que estimula o consumo.

A última trapalhada do Prefeito na região se deu com as tais grades. A Prefeitura decidiu instalá-las para tentar delimitar o espaço ocupado pelos viciados e pelos traficantes, abrindo caminho, tanto quanto possível, para o cidadão comum poder transitar por lá, já que existem moradores naquela área da região central. Não adiantou! Os ongueiros viciados em viciados protestaram; os líderes — Santo Deus! — dos frequentadores da Cracolândia não gostaram, e as tais grades foram retiradas pelos próprios consumidores de crack, que se transformaram no verdadeiro poder público por ali.

Na campanha eleitoral, Haddad prometeu que daria à Cracolândia uma resposta inovadora. Não se pode acusá-lo de ter traído esse propósito, não é mesmo?

17 May 16:55

Emory University SCCM Server Accidentally Reformats All Computers Campus-wide

by Soulskill
acidradio writes: "Somehow the SCCM application and image deployment server at Emory University in Atlanta accidentally started to repartition, reformat then install a new image of Windows 7 onto all university-managed computers. By the time this was discovered the SCCM server had managed to repartition and reformat itself. This was likely an accident. But what if it weren't? Could this have shed light on a possibly huge vulnerability in large enterprise organizations that rely heavily on automated software deployment packages like SCCM?"

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17 May 00:20

Dirceu recorre ao pleno do Supremo contra decisão de Barbosa, que lhe negou o trabalho externo

by giinternet

A defesa de José Dirceu recorreu ao pleno do Supremo Tribunal Federal contra a decisão do ministro Joaquim Barbosa, que lhe negou a autorização para trabalhar fora do presídio. O ministro lembrou, o que é fato, que a Lei de Execuções Penais concede esse benefício apenas depois do cumprimento de um sexto da pena. Segundo Barbosa, o trabalho também tem de ser adequado às habilidades do preso.

A defesa de Dirceu alega que se deve levar em conta o Código Penal e que, não havendo as condições adequadas para o exercício do regime semiaberto — prisão que seja uma colônia agrícola ou industrial —, o desejável é que o preso obtenha a autorização.

Vamos ver. A Papuda, de fato, não é uma colônia agrícola nem industrial, mas é conversa mole essa história de que Dirceu vive as condições do regime fechado. Não é, não. O ex-ministro e ex-deputado tem a vigilância relaxada e ampla liberdade de circulação, próprias do regime semiaberto, sim, senhores!

De resto, a licença para um preso em regime semiaberto trabalhar fora não é automática. Entre outros quesitos, analisa-se o comportamento do detento. O de Dirceu, dados os últimos eventos, não me parece dos melhores.

De resto, há poucos estabelecimentos para esse tipo de detenção no país, mas existem, sim. Por que não se pede a transferência de Dirceu para um deles? Mas ele quer ficar na Papuda, do companheiro Agnelo Queiroz. E gritar de lá: “Ah, isso não é uma colônia agrícola ou industrial. Quero trabalhar fora”, transformando o regime, então, em aberto, do albergado, quando o apenado é apenas obrigado a dormir na cadeia.

17 May 00:20

Alckmin diz que PT faz política do medo

by giinternet

“Os nossos adversários, o PT, estão fazendo a política do medo, a antítese da política, porque política é esperança (…). É tempo de ética, honradez… É tempo de Aécio Neves.”

A fala acima, informa a Folha, é do governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, durante encontro do PSDB de São Paulo com o DEM de São Paulo.

Alckmin se referia, claro!, à campanha terrorista da propaganda partidária do PT, que dá a entender que a eventual vitória da oposição significaria o caos no país.

Referindo-se ao bloco adversário, afirmou Aécio: “Vocês imaginam esses partidos que hoje estão ao lado do PT quando o PT perder a eleição? Ao lado para defender ideias? Não! O que tem para amalgamá-los é o poder”.

 

16 May 23:18

Argôlo usou passagens da Câmara para encontrar doleiro

by giinternet

Por Laryssa Borges, na VEJA.com. Volto no próximo post:
A Operação Lava-Jato da Polícia Federal apontou que o deputado Luiz Argôlo (SDD-BA) mantinha uma estreita relação com o doleiro Alberto Youssef, pivô de um megaesquema de lavagem de dinheiro. Agora, os desdobramentos das investigações indicam que o deputado não só participou da trama criminosa do doleiro, como o fez com dinheiro público. Segundo a PF, Argôlo usou passagens aéreas pagas pela Câmara para se reunir com Youssef. O político baiano responde a processo de cassação no Conselho de Ética da Casa.

Apelidado pelo doleiro de “bebê Johnson”, Argôlo utilizou 18.188,85 reais de sua cota parlamentar da Câmara para emitir bilhetes aéreos em novembro do ano passado. A emissão de passagens é permitida em lei, mas os altos valores declarados em apenas um mês levantaram suspeitas da Polícia Federal, que há tempos monitorava as atividades de uma rede de doleiros no país. As investigações apontam que Alberto Youssef tinha um telefone exclusivo para falar com Argôlo.

No dia 26 de novembro do ano passado, o deputado comprou com dinheiro público um bilhete de Brasília para o Aeroporto de Congonhas (SP), no valor de 1.624,55 reais, para conversar pessoalmente com Youssef na capital paulista. O bilhete número 9572480.419740, da TAM, foi utilizado dias após Argôlo reclamar, em uma conversa no dia 19 de novembro, das dificuldades na entrega de dinheiro movimentado pelo esquema. Um interlocutor registrado como “LA”, que a Polícia Federal diz ser Argôlo, se queixa da quantidade de dinheiro: “Impossível eu ter errado. É aquele [sic] ‘num’ mesmo que te falei”. Na sequência, Youssef avisa que tentará resolver a situação: “Nao vou ficar doido agora, tranquilo, amanhã falo com ele e vemos entre nós. Não tem erro. Confere direito para não dar mais para alguém, só isso. E olhe lá de novo”.

Em março deste ano, Argôlo utilizou novamente os recursos da Câmara para comprar passagens e se encontrar com o doleiro. No dia 10 de março, um bilhete no valor de 826,57 reais foi emitido pela Avianca para o trecho entre Salvador e Brasília. Nos dias que antecedem a emissão do bilhete, o deputado cobra de Youssef o pagamento de 200.000 reais. Nas mensagens trocadas entre Argôlo e Youssef, monitoradas pela Polícia Federal, o parlamentar exige o pagamento: “200 hoje resolve”. Depois de novas cobranças, o doleiro diz que vai resolver: “Calma que eu estou resolvendo. Sei o que você está passando”.

No dia seguinte, 7 de março, nova pressão do parlamentar: “Me dá notícia, o que você tem para depositar hoje. Tenho vários compromissos”, diz em mensagem enviada a Youssef. No mesmo dia, o deputado volta a reclamar que o doleiro não enviou o dinheiro prometido e afirma que os recursos ainda não estão na conta bancária indicada por ele. “Não entrou ainda. Zero”, reclama. Na sequência, manda uma foto que a Polícia Federal acredita ser de um extrato bancário da conta que deveria ter recebido o depósito. A baixa qualidade da imagem não permitiu que os policiais identificassem os dados inseridos.

Argôlo continua com as cobranças até que, em 10 de março deste ano, parece perder a paciência. Nas mensagens, reclama que viajou exclusivamente para se encontrar com Youssef e que o doleiro, chamado de última hora para uma reunião com o presidente da UTC/Constran, Ricardo Pessôa, não pode recebê-lo. Argôlo também tinha um encontro agendado com Pessôa, cujo nome já aparecia nas anotações do ex-diretor da Petrobras Paulo Roberto Costa, também preso na Operação Lava-Jato. A passagem, paga pela Câmara, foi emitida pela Avianca. De acordo com a PF, as cobranças de Argôlo poderiam ocorrer porque “frequentemente Youssef mentia para seus clientes sobre as datas de entrega, de depósitos e de remessas de dinheiro.

Além das passagens aéreas, Argôlo também utilizou um telefone celular da Câmara para o envio das mensagens ao doleiro. Entre 14 de setembro de 2013 e 17 de Março de 2014, foram 1.411 mensagens trocadas entre os dois. A operadora Vivo confirmou à PF que o aparelho Black Berry utilizado por “LA” está registrado em nome da Câmara dos Deputados.

16 May 21:29

Escolas de SP acabam com “O Dia das Mães” e instituem o “Dia dos Cuidadores”. Viva o fim da família, prefeito Fernando Haddad!

by giinternet

Pois é, pois é… Recebi na Jovem Pan a informação de um pai indignado, morador de São Mateus, na Zona Leste de São Paulo. Na semana passada, as instituições públicas de ensino em que seus filhos estudam deixaram de comemorar o tradicional “Dia das Mães” para celebrar o inovador “Dia de quem cuida mim”.

O jovem pai, de 27 anos, tem dois filhos matriculados na rede municipal de ensino. O mais velho, de 5 anos, é aluno da EMEI Cecília Meireles, e o mais novo, de 3 anos, do CEI Monteiro Lobato, de administração indireta.

Ele afirma que conversou com a coordenadora pedagógica da EMEI e sugeriu que fossem mantidas as datas do “Dia dos Pais” e do “Dia das Mães”, além de incorporar ao calendário esse tal “Dia de quem cuida de mim”. Ele acha que essa, sim, seria uma medida inclusiva e não preconceituosa. A resposta que recebeu dessa coordenadora pedagógica foi a seguinte: “A família tradicional não existe mais”.

Isso quer dizer que, segundo a moça, família com pai, mãe e filhos acabou. É coisa do passado.

O produtor Bob Furya foi apurar. Tudo confirmado. A assistente de direção da Escola Municipal de Ensino Infantil Cecília Meireles afirmou que a iniciativa de criar “o dia de quem cuida de mim” partiu de reuniões do Conselho Escolar, do qual participam pais e professores e de reuniões pedagógicas entre os docentes.

O pai garante que não participou de consulta nenhuma. Ele assegura, ainda, ser um pai presente. E parece ser mesmo verdade. Para a escola, o fato de se criar “o dia de quem cuida de mim” permite a crianças órfãs, criadas por parentes ou por casais homossexuais que não se sintam excluídas em datas como o “Dia das Mães” ou o “Dia dos Pais”. Para esse pai, no entanto, trata-se do desrespeito à “instituição da família”.

Em nota, afirma a Secretaria de Educação: “Hoje em dia, a família é composta por diferentes núcleos de convívio e, por isso, algumas escolas da Rede Municipal de Ensino decidiram transformar o tradicional Dia dos Pais e das Mães no Dia de quem cuida de mim.”

Não dá! Você que me lê. Pegue o registro de nascimento do seu filho. Ele tem pai? Ele tem mãe? Ou ele tem, agora, cuidadores?

Qual é a função da escola? É aproximar os pais, não afastá-los. O que é? A escola pública vai agora decretar a extinção do pai? A extinção da mãe? A democracia prevê o respeito às minorias. Querem integrar os pais homossexuais? Muito bem! Os avôs? Muito bem! Extinguir, no entanto, a figura do pai e da mãe, transformando-os em cuidadores é uma ideia moralmente criminosa.

Nessas horas, sei bem o que dizem: “Ah, lá estão os conservadores…”. Não se trata de conservadorismo ou de progressismo. Todo mundo sabe que boa parte das tragédias sociais e individuais tem origem em famílias desestruturadas.

Uma pergunta: declarar o fim da família tradicional é o novo objetivo da gestão de Fernando Haddad?

16 May 21:12

Novo presidente do TSE quer que Congresso imponha limites para gastos com campanha

by giinternet

Por Laryssa Borges, na VEJA.com:
Ex-advogado do PT e patrono de uma resolução que tenta amordaçar o Ministério Público Eleitoral durante o pleito de outubro, o novo presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ministro José Antonio Dias Toffoli, defendeu nesta sexta-feira que o Congresso Nacional adote um teto como limite para gastos de políticos e partidos com campanhas eleitorais. A manifestação do ministro está em sintonia com a tese de redução do custo das disputas e de diminuição da dependência das legendas de doações privadas, primeiros passos para a implantação da sonhada proposta petista de financiamento público de campanha.

“Não havendo teto, é livre aos partidos autoestabelecerem o teto. Ainda tenho esperança de que o Congresso Nacional aprove lei estabelecendo teto para presidente, senador, governador, deputado federal, deputado distrital e deputado estadual”, disse ele. “Se é livre, o céu é o limite”, completou ele, que articula com os presidentes do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), e da Câmara dos Deputados, Henrique Eduardo Alves (PMDB-RN), uma forma de levar o tema à votação.

No Supremo Tribunal Federal (STF), Corte da qual Toffoli também faz parte, já há maioria para se implantar um novo modelo de financiamento de campanhas políticas no Brasil. Até o momento, seis ministros consideram que empresas não poderão mais financiar campanhas eleitorais nem injetar recursos no caixa de partidos políticos. O julgamento está paralisado por um pedido de vista do ministro Gilmar Mendes e dificilmente a regra será aplicada no pleito de outubro.

“Nessas eleições, diante do processo [de convenções partidárias] se iniciar em 10 de junho, evidentemente que não há tempo hábil de se aplicar. Este é um tema que ficará para discussão futura”, disse Toffoli. Pela atual legislação, empresas podem doar até 2% do faturamento bruto do ano anterior à eleição. No caso de pessoas físicas, a limitação é de 10% do rendimento do ano anterior ao pleito.

Lei flexível
Defensor de uma legislação eleitoral mais flexível, o ministro afirmou que a Corte eleitoral deve coibir abusos praticados por candidatos, mas considera que atualmente a Justiça aplica multas por práticas irregulares menores, como manifestações por meio do microblog Twitter. “[Temos que] evitar o abuso, mas evitar o abuso que é realmente abuso”, defendeu. “A Justiça eleitoral tem que ser como árbitro de futebol. Quando jogador dá carrinho por trás, o árbitro dá cartão. Mas, se em cada dividida você aplicar falta, o jogo fica chato. A Justiça eleitoral, quanto menos aparecer nesse processo, melhor”, disse.

16 May 21:12

Oba, fui citado na abertura do encontro dos “blogueiros petistas” financiado com dinheiro público. Ou: Lula diz que brasileiro gosta é de andar a pé! Rubão diria “de a pé”

by giinternet

Ah, mas que coisa surpreendente!

Está em curso em São Paulo um troço chamado “encontro de blogueiros progressistas”. Entende-se por “blogueiros progressistas” os blogueiros petistas. A Prefeitura de São Paulo, como já informei aqui, deu R$ 50 mil para o evento.

Adivinhem quem passou por lá… Luiz Inácio Lula da Silva, o Apedeuta da democracia. Falou por uma hora e oito minutos. Quem mais apanhou na sua fala perturbada, para gente perturbada, foi, claro, “a mídia”.

“Mídia”, na boca deles, é o que comumente se entende por jornalismo, e jornalismo é, na boca deles,  propaganda, que é o que fazem os blogueiros petistas, boa parte deles financiada por propaganda do governo federal e por estatais.

Adivinhem quem foi saudado logo no discurso inicial… Sim, este humilíssimo blogueiro. Um dos chefões do evento, ao ver chegar o prefeito Fernando Haddad — o que só prova quão progressistas eles são —, não teve dúvida: “O Reinaldo Azevedo criticou o patrocínio da Prefeitura; se o Reinaldo Azevedo criticou, então o senhor está no caminho certo”. Não sei se as palavras foram assim educadinhas, mas o sentido foi esse. Foi aplaudido.

Viram só? Virei, para eles, referencial às avessas do que é certo. Que graça! Se eu jurar que a Lei da Gravidade existe, eles vão jurar que não! Se eu sustentar que dois mais dois são quatro, eles dirão que isso é coisa da mídia golpista.

Vira-lata
Huuumm… Será que Emir Sader estava lá, aquele que chamou os sem-teto de “vira-latas”. Ele tem um blog ou algo assim. E é, sem dúvida, “progressista”. Sua característica mais petista é “hortografia”. Dia desses, escreveu um texto sobre a “expoliação”. Um gênio da raça. Também é ele “marxista” da linha “grouchista”. Um gênio. Tentou ser ministro da Cultura. Lula pediu que ele estudasse gramática primeiro.

Brasileiro tem de andar “de a pé”
Meu pai, que já morreu, tinha um conselho para que as pessoas mantivessem a boa saúde: “Andar de a pé”. Sim, ele gostava desse encontro muito particular de preposições.

Lula decidiu aderir à escola do Rubão. Falando sobre as obras de mobilidade, ou a falta delas, o Babalorixá de Banânia afirmou que é “babaquice” chegar de metrô dentro do estádio e que o brasileiro não tem problema de andar a pé até os estádios.

É, Rubão diria “de a pé”. Mas não foi presidente da República nem chefão de partido. Trocava mola de caminhão.

16 May 19:53

AMD Preparing To Give Intel a Run For Its Money

by Soulskill
jfruh writes: "AMD has never been able to match Intel for profits or scale, but a decade ago it was in front on innovation — the first to 1GHz, the first to 64-bit, the first to dual core. A lack of capital has kept the company barely holding on with cheap mid-range chips since; but now AMD is flush with cash from its profitable business with gaming consoles, and is preparing an ambitious new architecture for 2016, one that's distinct from the x86/ARM hybrid already announced."

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16 May 18:58

PT explora em seu site presença da Força Nacional de Segurança em Pernambuco, estado de Campos

by giinternet

Há certos erros que um político com a experiência de Eduardo Campos, ex-governador de Pernambuco e candidato do PSB à Presidência, não pode cometer. Nesta quinta, com o estado de Pernambuco entregue à bandidagem em razão da lamentável e absurda greve da Polícia Militar, o político postou numa rede social uma foto sua, num jatinho, em companhia da mulher e do filho Miguel, de apenas três meses, com a mensagem: “São Paulo, lá vamos nós!”.

Aconteceu o óbvio. O candidato começou a ser bombardeado com mensagens indignadas, lembrando o que estava em curso em seu Estado. Ok. Ele não é mais governador, mas a Polícia Militar estava sob seu comando até outro dia. A foto foi logo excluída. Campos atribuiu as duas iniciativas à sua assessoria: a de postar e a de retirar.

É bom que ele saiba que está todo mundo de olho, não é?, a começar do PT. Entro no site do partido dos “companheiros”. Vejam qual é um dos destaques:

Pernambuco - PT

A Força Nacional de Segurança atua, por exemplo, na Bahia, do petista Jaques Wagner. Obviamente, o PT nunca fez esse estardalhaço. A intenção é evidente. O partido quer deixar claro que, na terra de Campos, quem garante a segurança pública é Dilma.

 

16 May 18:58

Ouçam um petralha em plena ação. Um fanático da turma de Tarso Genro resolve intimidar um jornalista do RS. Vale a pena acompanhar

by giinternet

Cleber Benvegnú escreve artigos no jornal “Zero Hora”, de Porto Alegre. Mantém um  blog no site do jornal. Pensa o que pensa — e, obviamente, lê o que ele escreve num e noutro lugares quem quer.

Pois não é que um sujeito, sabe-se lá quem, descobriu seu telefone pessoal? Depois de mais de 10 ligações, Cleber decidiu gravar a conversa. É preciso ouvir para crer.

O tal, que se disse funcionário aposentado da Receita Federal (???), resolveu cobrar de Cleber o que chama de “isenção”. A gente sabe como é: quando um petista, filiado ou não, cobra a tal “isenção” da “mídia”, o que ele quer é que o articulista, a exemplo da turma a soldo, se comporte como um soldado do partido.

Mais: quem disse que um jornalista tem de ser “isento” no sentido abordado pelo patrulheiro? Eu, por exemplo, sou independente. Penso o que penso. Mas não sou isento de minhas convicções, de minha visão de mundo, de minhas escolhas ideológicas. Quem pratica jornalismo opinativo, aliás, tem é a obrigação de dizer o que pensa.

O que um jornalista não pode fazer — pratique o jornalismo informativo, analítico ou de opinião — é mentir. E a mentira corre solta por aí hoje em dia, especialmente nos blogs sujos, financiados com dinheiro público, seja com verba do governo federal, seja com verbas de estatais.

Ouçam a asquerosa patrulha exercida pelo dito “funcionário aposentado da Receita”. Volto depois para encerrar.

Encerro
Acho que Cleber deveria processá-lo por assédio moral. Mas isso é com ele. Peço a vocês, especialmente aos gaúchos que identificarem o nome do vivente, que não o revelem aqui. Não é o nome do cara que interessa, mas a prática. Até porque eles não são um, mas uma legião, como os demônios.

16 May 18:57

PostgreSQL 9.4 beta1 on Debian/Ubuntu

Yesterday saw the first beta release of the new PostgreSQL version 9.4. Along with the sources, we uploaded binary packages to Debian experimental and apt.postgresql.org, so there's now packages ready to be tested on Debian wheezy, squeeze, testing/unstable, and Ubuntu trusty, saucy, precise, and lucid.

If you are using one of the release distributions of Debian or Ubuntu, add this to your /etc/apt/sources.list.d/pgdg.list to have 9.4 available:

deb http://apt.postgresql.org/pub/repos/apt/ codename-pgdg main 9.4

On Debian jessie and sid, install the packages from experimental.

Happy testing!

16 May 17:02

New PostgreSQL Guns For NoSQL Market

by samzenpus
angry tapir (1463043) writes "Embracing the widely used JSON data-exchange format, the new version of the PostgreSQL open-source database takes aim at the growing NoSQL market of nonrelational data stores, notably the popular MongoDB. The first beta version of PostgreSQL 9.4, released Thursday, includes a number of new features that address the rapidly growing market for Web applications, many of which require fast storage and retrieval of large amounts of user data."

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16 May 17:01

Protestos contra a Copa são inexpressivos e violentos; o risco maior para Dilma não é a violência, mas a apatia

by giinternet

Os protestos contra a Copa do Mundo se misturaram, em algumas capitais, notadamente São Paulo e Rio, a manifestações de categorias profissionais em greve. País afora, com boa vontade, devem ter reunido umas 20 mil pessoas— 15 mil delas em São Paulo, entre professores da rede municipal em greve, sem-teto e a turma do protesto propriamente. Pois é… Só na pequena Macapá, 20 mil pessoas foram ao Marco Zero do Equador para receber a taça do mundial, que já percorreu, desde 2013, 150 mil quilômetros, em 90 países. Em junho, chega a São Paulo. Assim, a capital do Amapá pode ter reunido mais gente para ver a taça do que o Brasil inteiro para se opor a isso ou àquilo.

Nesse estrito sentido, é claro que o tal “dia internacional de protesto contra a Copa” foi um fiasco. Houve manifestações violentas no Rio e em São Paulo, onde agências bancárias foram depredadas, e uma revendedora de automóveis, inclusive os veículos, foi depredada. O repúdio à violência — ou o medo mesmo — impede a adesão de cidadãos comuns. Gente decente não acha que se deve sair quebrando tudo por aí.

O movimento contra a Copa, portanto, deu com os burros n’água. Ocorre que, desde junho, não é preciso juntar milhares de pessoas para parar uma avenida: bastam algumas dezenas. Como a Polícia Militar só age em último caso, as cidades vão ficando reféns de minorais extremistas. Em São Paulo, por exemplo, 20 black blocs foram detidos, acusados de portar coquetéis molotov e martelos. Logo serão soltos — se é que já não foram. Não há lei que possa mantê-los presos, por incrível que pareça. Ou melhor: até há, mas não será aplicada.

O Planalto comemorou as manifestações magras; tomou-as como um sinal de refluxo do movimento contra a Copa, mas está ainda ressabiado porque não está certo de que ele não possa renascer com força. Então é melhor ser discreto. A bem da verdade, nas jornadas de junho, poucos foram os protestos realmente grandes. O que incomoda desde sempre e faz o Poder Público bater cabeça é a violência. As autoridades brasileiras ainda não encontraram a resposta adequada para ela.

Clima de baixo-astral
Os maquiavéis de segunda linha do governo, saibam, nunca viram com maus olhos a violência dos extremistas. Ao contrário: em certa medida, devem considerá-la útil porque isso tira das ruas os militantes que não são profissionais. O problema do governo, no entanto, é outro. Estamos a 28 dias do início da Copa do Mundo, e não há entusiasmo nas ruas. Ao contrário: muita gente que não põe pano preto na cara nem porta coquetéis molotov está com o saco cheio dessa história e acha mesmo que, em vez de se dar a tal desperdício, o Brasil deveria é cuidar melhor de saúde e educação — o tal “padrão Fifa”.

Assim, a dificuldade maior da Soberana (na verdade, o seu temor) nem é a minoria extremista. Nessas horas, o risco é sempre a maioria silenciosa, ou, ao menos, a expressiva massa de silenciosos que pode concordar com os postulados que animam os incendiários, sem, no entanto, aderir às suas práticas. Na imaginação lulo-petista, a esta altura, os brasileiros estariam exultantes, orgulhosos, matando de inveja o Brasil de Garrastazu Médici. E, no entanto, isso não está acontecendo nem vai acontecer. É claro que todo mundo vai torcer para que no Brasil seja campeão. Mas isso nada tem a ver com o governo. E só por isso Dilma não vai discursar no jogo inaugural.

Texto publicado originalmente às 4h
16 May 17:01

Emirados Sáderes chama os militantes do MTST de “vira-latas”

by giinternet

Pois é…

Vocês sabem muito bem o que penso dos métodos empregados pelos autointitulados “sem-teto” reunidos no MTST, o tal movimento liderado pelo coxinha e radical-chique Guilherme Boulos, o dublê de filósofo, psicanalisa e líder revolucionário. Escrevi um post a respeito deste senhor, que já foi transformado em herói por setores da imprensa que não conseguem resistir ao charme de alguém que abre mão dos bens materiais… Setores da nossa imprensa não suportam é gente que, não tendo os tais bens, queiram conquistá-los. A mentalidade tacanha de certas áreas do pensamento acha nobre que aquele que os tem possa escolher não tê-los, mas considera uma traição que aquele não os tem escolha conquistá-los. Ou por outra: desprezamos os que enriquecem com o suor do seu rosto, mas enxergamos poesia em quem, suando muito, empobrece. Não sei se pegaram o sentido irônico da coisa…

Pois bem. Eu não pego leve com essa gente, não! Não gosto nada! Não é da minha turma. Eles não gostam muito do governo Dilma; eu também não. Mas não gostamos por motivos diferentes. Sou muito duro com seus postulados boçais e com suas práticas ilegais. Mas chamar de vira-lata??? Ah, isso, eu nunca fiz! E não fiz porque não acho. E também porque, de resto, nem costumo usar essa expressão como ofensa. Uma das minhas cadelas é a Pipoca. Vira-lata de tudo. Vira-lata como sou. De sangue misturado. Eu gosto de vira-latas em sentido estrito.

Mas Emir Sader usou a expressão para ofender mesmo. Sim, este esbirro menor do petismo; este “inteliquitual” do apedeutismo esquerdopata, dado a espancar as ideias com a mesma sem-cerimônia com que espanca a “inculta & bela”, este pensador à beira do analfabetismo — como já demonstrei aqui tantas vezes —, este neoburguês do petismo, acreditem, chamou, no Twitter, os sem-teto que protestaram em Itaquera de vira-latas. Vejam:

Emir Sader vira-lata

Como vocês sabem, membros da Gaviões da Fiel impediram que os manifestantes chegassem perto do Itaquerão. Reparem com que alegria este senhor trata do assunto — ousaria dizer que há mesmo um indiscreto incentivo ao confronto. Emir Sader não é um homem, mas um país mental. Daí que eu o tenha apelidado de “Emirados Sáderes”. E arremato com um e-mail que me mandou certa feita o querido Nelson Motta, por ocasião do lançamento de um livro deste gigante. Diz tudo e bem, como sempre:

Reinaldo,
O novo livro dos Emirados Sáderes se chama A Nova Toupeira – Caminhos da Esquerda Latinoamericana. Deve ter sido escrito na primeira pessoa. Será autobiográfico? Ou de confissões? É ou não é o país da piada pronta? Grande abraço do leitor militante,
Nelson

16 May 16:58

Gripen: The Balanced Fighter Aircraft

by Saab AB
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​With its balanced design, Gripen has an equally great a capacity to perform fighter, attack and reconnaissance missions. Fighter actions are against airborne targets such as aircraft, helicopters and drones. Attack missions are against land and sea targets. Reconnaissance missions gather information on specific geographic areas.

Low radar detectability is important, for instance, for combat aircraft developed with only attack capabilities - which most often means that customers pay in the form of lower acceleration power and manoeuvrability. Gripen is a true multi-role fighter aircraft in the sense that the pilot can switch between fighter, attack and reconnaissance when the plane is in the air. This can be compared with early multi-role fighters, when pilots had to determine the type of mission the plane would be performing before taking off.​

Published: 5/16/2014 2:26 PM
16 May 10:46

Minha coluna na Folha: “Os Pestanas e o terrorismo do PT”

by giinternet

Leiam trecho da minha coluna na Folha:
Aloizio Mercadante, ministro da Casa Civil, confessou a esta Folha, em entrevista publicada na quarta-feira, que o governo segura as tarifas para controlar a inflação. Chamou tal prática de “política anticíclica”, o que certamente deixou de cabelo em pé economistas gregos e troianos, guelfos e gibelinos, liberais e desenvolvimentistas, carnívoros e herbívoros. A originalidade de seu pensamento econômico sempre foi assombrosa.

Estou certo de que, ao fazer a revelação, experimentou no cérebro o mesmo frêmito que Pestana, a personagem de Machado de Assis de “Um Homem Célebre”, experimentava na ponta dos dedos quando sentia que a grande obra estava a caminho –a definitiva, aquela que o alçaria ao panteão dos gênios… E, no entanto, coitado do Pestana!, lá lhe saía mais uma polca. Seguiu até o fim da vida condenado a fazer… polcas!

O Pestana da Dilma julgou que estava tendo uma grande ideia: “Agora levo as oposições para o ringue, faço-as defender a correção de tarifas de combustíveis e energia, e a gente, em seguida, as acusa de inimigas dos pobres e de defensoras da inflação”. Ninguém caiu no truque porque é óbvio demais. E ainda restou a suspeita de que Mercadante estava no conto errado de Machado. Teria ficado melhor no papel de Simão

Bacamarte, o médico de loucos, que não batia bem dos pinos. Quem teve de contestá-lo foi Guido Mantega, que, para incredulidade geral, negou que os preços estejam represados. A que extremos nos leva o petismo, não é mesmo? Entre a verdade indecorosa e a mentira decorosa! Nos dois casos, os propósitos não são bons. É um concerto de Pestanas.
(…)
Íntegra aqui

 

15 May 23:58

Polícia prende 20 black blocs com coquetéis molotov em protesto contra a Copa

by giinternet
Manifestante incendeia a bandeira do Brasil no Centro de SP - Foto: Miguel Shincariol/AFP

Manifestante incendeia a bandeira do Brasil no Centro de SP – Foto: Miguel Shincariol/AFP

Na VEJA.com. Volto no próximo post.
A Polícia Militar prendeu vinte black blocs na noite desta quinta-feira durante protestos contra a realização da Copa do Mundo, na região da Avenida Paulista, em São Paulo. Segundo a PM, o grupo de mascarados foi detido com coquetel molotov e martelos. No início da noite desta quinta, cerca de 1.200 manifestantes se reuniram na Praça do Ciclista com panfletos e faixas contra o Mundial. A Avenida Paulista está completamente interditada no sentido Consolação. De acordo com a PM, há outros dois pontos de concentração de manifestantes, um na altura do Masp, outro na Praça Roosevelt, no Centro da capital paulista.
 
Por volta das 19h15, alguns vândalos encapuzados depredaram vidraças, montaram barricadas com sacos de lixo incendiados e picharam calçadas. Uma loja da Hyundai foi destruída. A polícia usou bombas de efeito moral para tentar dissipar os baderneiros. Mais cedo, uma manifestação organizada por professores da rede municipal de São Paulo seguiu da Vila Mariana, na Zona Sul de São Paulo, em direção ao prédio da Prefeitura, na região central da capital. A marcha interditou totalmente a Avenida 23 de Maio, no sentido centro.
 
Rio
No Rio de Janeiro, três manifestações começaram no fim da tarde. Depois de votar pela continuação da greve iniciada na segunda-feira, cerca de 800 professores caminharam até a Central do Brasil, onde um grupo já protestava contra a Copa do Mundo. Os rodoviários, que reivindicam melhores condições de trabalho e aumento de salário, desistiram de fazer uma nova paralisação nesta semana, mas também organizaram um ato no Centro. Antes, porém, de se aproximar dos dois outros grupos, liderados por dezenas de mascarados, decidiram se dispersar. Lideranças do movimento disseram que não são contra a realização do Mundial e preferiram evitar um possível tumulto.
 
Em Brasília, um grupo de 150 pessoas marchou da rodoviária até o estádio Mané Garrincha, palco de jogos da Copa. Não houve registro de confusão.