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12 Aug 21:42

Sarney é sócio de acusado de intermediar propina ao governo do Maranhão

by giinternet

Por Kalleo Coura, na VEJA.com:
O ex-secretário da Casa Civil do Governo do Maranhão, João Guilherme Abreu, uma das quatro pessoas apontadas pela contadora do doleiro Alberto Youssef, Meire Bonfim Poza, de participar de uma reunião em que foi acertado o pagamento de propina no valor de 6 milhões de reais ao governo do estado, é sócio do senador José Sarney (PMDB-AP) em um shopping da capital maranhense, São Luís.

Segundo depoimento de Meire Poza à Polícia Federal, revelado nesta segunda pelo Jornal Nacional, a propina teria sido paga ao governo para que a empresa UTC/Constran furasse a fila dos precatórios e recebesse os 120 milhões de reais que o governo do Maranhão lhe devia antecipadamente. Segundo a contadora, no dia 10 de setembro de 2013, houve uma reunião para acertar os detalhes do acordo com João Guilherme Abreu, a presidente do Instituto de Previdência do Estado Maria da Graça Marques Cutrim, a procuradora-geral Helena Maria Cavalcanti Haickel e um assessor identificado apenas como Bringel.

Depois disso, os pagamentos foram liberados. Até o momento, 33 milhões de reais já foram pagos. Youssef receberia 12 milhões de reais por ter intermediado o acordo. Ainda segundo a contadora, um assessor do governo teria dito a Adarico Negromonte, irmão do ex-ministro das Cidades Mário Negromonte, que 300 000 reais entregues por ele como parte do acordo era pouco e por isso teria que consultar a governadora Roseana Sarney para saber se ela aceitaria apenas essa quantia.

Abreu é um dos três administradores do shopping Jaracati junto com Ana Clara Murad Sarney, neta do senador e filha de Fernando Sarney. No quadro societário do shopping constam três empresas: Adpart Administração LTDA (de propriedade de José Sarney, cuja procuradora é a neta Ana Clara) com 15% de participação, JGT Participações LTDA (de propriedade de João Guilherme de Abreu) com 22% e Niagara Empreendimentos LTDA (de propriedade de Severino Francisco Cabral) com 63%.

Não é a primeira vez que Abreu se envolve em negócios e confusões com a família Sarney. Tanto ele quanto Severino Francisco Cabral, o sócio majoritário do shopping, fizeram parte do quadro societário da Lunus Participações, antiga empresa de Roseana Sarney e do marido Jorge Murad. Em março de 2002, a Polícia Federal encontrou 1,34 milhão de reais escondidos no cofre da empresa, que funcionava como comitê da pré-campanha de Roseana à presidência pelo então PFL. Depois de apresentar oito versões diferentes para explicar a origem do dinheiro – nenhuma delas convincente – a candidatura de Roseana acabou sendo sepultada. Espera-se que a polícia investigue a fundo essa rede corrupto-político-empresarial.

O caso
A contadora participou de algumas das maiores operações do grupo acusado de lavar 10 bilhões de reais de dinheiro sujo, parte desviada de obras públicas e destinada a enriquecer políticos corruptos e corromper outros com o pagamento de suborno. Em VEJA desta semana, ela revelou que parlamentares notórios, partidos e empreiteiras participavam das tramas.

12 Aug 20:38

Dilma tenta fazer a guerra da água com SP, desrespeitando a lei

by giinternet

O governo federal quer usar a crise hídrica e a crise energética para promover uma guerra suja contra São Paulo, tudo na boca da urna. Qual é o busílis?

O Operador Nacional do Sistema Elétrico determinou que a Cesp aumentasse de 10 m³/s para 42 m³/s vazão da água liberada pela usina do Rio Jaguari. Depois, recuou para 30 m³/s. A Cesp não seguiu a determinação e manteve a liberação nos 10m#/s, conforme o acordado desde sempre com o ONS.

Agora, a Agência Nacional de Energia Elétrica decidiu notificar a empresa paulista. Sim, existe uma disputa por água, mas também existe uma disputa que é de natureza política. Aí, meus caros, é preciso saber o que diz a lei. E existe uma lei: é a 9.433, de 1997. Prestem atenção ao Inciso III do Artigo 1º:

Art. 1º A Política Nacional de Recursos Hídricos baseia-se nos seguintes fundamentos:

I – a água é um bem de domínio público;

II – a água é um recurso natural limitado, dotado de valor econômico;

III – em situações de escassez, o uso prioritário dos recursos hídricos é o consumo humano e a dessedentação de animais;

Está claro? Em situação de escassez, o consumo humano tem prioridade. E é por isso que São Paulo resistiu à orientação do ONS. A água que sai da represa de Jaguari vai para o Paraíba do Sul e, dali, para a Light. Dilma, com medo do apagão, quer cortar a água de São Paulo para não ver minguar os votos nas urnas, entenderam?

Como resolver? Ora, seguindo a lei. E fim de papo. De resto, a eventual escassez de energia hidrelétrica pode ser compensada por termelétrica. A de água, não.

Segundo o governo de São Paulo, conforme informa o Estadão, “cidades como Santa Isabel, na Grande São Paulo, que tem cerca de 53 mil habitantes e é abastecida pela Represa Jaguari, podem ser afetadas com a determinação do ONS”. Mais: “A Represa Jaguari é a mesma de onde Alckmin quer fazer a transposição de água para a Represa Atibainha, do Sistema Cantareira. Anunciado em março, o projeto abriu a crise entre São Paulo e Rio. Segundo Alckmin, a obra beneficiará as duas regiões e ajudará na recuperação do Cantareira”.

Dilma está tão desesperada para evitar o apagão que não enxerga mais nada. Devagar, presidente! A Hidrovia Tietê-Paraná está paralisada porque a água está sendo redirecionada para as usinas de Ilha Solteira e Três Irmãos, justamente por determinação do Operador Nacional do Sistema.

 

12 Aug 20:37

Dilma: “Desfigurando a verdade”

by giinternet

Excelente o editorial do Estadão na edição desta terça. Leiam.
*
Contra fatos não há argumentos, mas em desespero de causa sempre se pode tentar desqualificá-los, na expectativa de que outro dito se confirme – o que diz que uma mentira repetida muitas vezes acaba virando verdade. O primeiro fato, no caso, foi a revelação sustentada em evidências irrefutáveis de que, não bastasse a presidente da Petrobrás, Graça Foster, o seu antecessor José Sérgio Gabrielli e o ex-diretor da empresa Nestor Cerveró conhecerem de antemão as perguntas que lhes seriam feitas na CPI no Senado que focaliza notadamente o escândalo da compra de Pasadena, elas foram escolhidas a dedo para produzir respostas convenientes – também elas, aliás, combinadas com os depoentes.

O segundo fato inconteste foi a identificação do coordenador da armação que mobilizou dirigentes da estatal, assessores parlamentares petistas e a liderança do Planalto no Congresso, cujo titular, o senador José Pimentel, do PT, é nada menos do que o relator da CPI. (Dez de seus 13 membros, por sinal, integram a base governista na Casa.) O principal operador da farsa – veio a se saber, como tudo o mais, pela imprensa – chama-se Luiz Azevedo e exerce a função de secretário executivo da Secretaria de Relações Institucionais, comandada pelo ministro Ricardo Berzoini, calejado quadro petista. As primeiras pistas não chegavam tão longe, fixando-se no assessor especial da Secretaria, Paulo Argenta. Ele havia sido citado numa comprometedora conversa cuja gravação um dos presentes passou adiante.

A descoberta de um Pasadenagate envolvendo diretamente o braço direito do ministro responsável por fazer a ponte entre a Presidência da República e o Poder Legislativo eliminou quaisquer dúvidas que ainda pudessem subsistir sobre a razão de ser da escabrosa articulação – muito mais do que defender a elite dirigente da Petrobrás, blindar a candidatura da presidente Dilma Rousseff à reeleição. Desde que ela confessou a este jornal, em março último, ter aprovado em 2006 a aquisição de metade da refinaria então em posse de um grupo belga, a história que parecia ter sido abandonada no freezer em seguida aos depoimentos de Gabrielli e de Graça Foster nas duas Casas do Congresso, ano passado, ressurgiu no micro-ondas.

Afinal, foi na condição de presidente da mais alta instância decisória da Petrobrás, o seu Conselho de Administração, que Dilma – fundamentando-se apenas em um resumo “técnica e juridicamente falho”, do negócio em preparo, como diria ao Estado – abriu caminho para o maior vexame da petroleira em seus 61 anos de existência. Uma sucessão de erros primários – como o de recorrer, por decisão de Dilma, de uma sólida sentença judicial americana que dava ganho de causa à parceira da Petrobrás, depois que se desavieram – abriu na estatal um rombo histórico de US$ 792,3 milhões, segundo os cálculos do Tribunal de Contas da União (TCU). Não será surpresa se um dia a cifra for revisada para cima. Ou se for constatado que, além de equívocos, grossas falcatruas contribuíram para a catástrofe financeira.

A primeira tentativa da presidente de brigar com os fatos da manipulação da CPI consistiu em se distanciar deles. “É uma questão que deve ser respondida pelo Congresso”, lavou as mãos. Desmoralizado o “incluam-me fora disso” ao se comprovar na semana passada que a farsa havia sido concebida dentro do Palácio, esperou o que seria o melhor momento para desfigurar a verdade. Para aparecer na televisão no domingo à noite, convocou pouco antes uma entrevista no Alvorada, a residência oficial dos presidentes, a pretexto de mandar uma saudação pelo Dia dos Pais. E esperou o momento de ser perguntada sobre a armação na CPI para dizer que não é correto “misturar eleição com a maior empresa de petróleo do País”.

Foi essa rota alegação que o governo invocou ao tentar de tudo – em sociedade com o dilmista Renan Calheiros, presidente do Senado – para impedir que a oposição abrisse na Casa uma CPI sobre os presumíveis malfeitos na Petrobrás. Barrado na Justiça o rolo compressor, o Planalto apropriou-se da investigação chegando aos extremos denunciados – para Dilma, apenas “um factoide político”. Fez lembrar o seu mestre Lula negando o mensalão.

12 Aug 20:33

DEA Paid Amtrak Employee To Pilfer Passenger Lists

by Unknown Lamer
Via Ars Technica comes news that an Amtrak employee was paid nearly $900,000 over the last ten years to give the DEA passenger lists outside of normal channels. Strangely enough, the DEA already had access to such information through official channels. From the article: The employee, described as a "secretary to a train and engine crew" in a summary obtained by the AP, was selling the customer data without Amtrak's approval. Amtrak and other transportation companies collect information from their customers including credit card numbers, travel itineraries, emergency contact info, passport numbers, and dates of birth. When booking tickets online in recent years, Amtrak has also collected phone numbers and e-mail addresses. ... Amtrak has long worked closely with the DEA to track drug trafficking activity on its train lines. The Albuquerque Journal reported in 2001 that "a computer with access to Amtrak's ticketing information sits on a desk in the [DEA]'s local office," wrote the ACLU.

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12 Aug 20:33

Sherman’s 300,000 and the Caliphate’s 3 Million

by David P. Goldman

Caliphate puts men to the meat-grinder

Crossposted from Asia Times Online

General William Tecumseh Sherman burned the city of Atlanta in 1864. He warned: “I fear the world will jump to the wrong conclusion that because I am in Atlanta the work is done. Far from it. We must kill three hundred thousand I have told you of so often, and the further they run the harder for us to get them.” Add a zero to calibrate the problem in the Levant today. War in the Middle East is less a strategic than a demographic phenomenon, whose resolution will come with the exhaustion of the pool of potential fighters.

The Middle East has plunged into a new Thirty Years War, allows Richard Haass, the president of the Council of Foreign Relations. “It is a region wracked by religious struggle between competing traditions of the faith. But the conflict is also between militants and moderates, fueled by neighboring rulers seeking to defend their interests and increase their influence. Conflicts take place within and between states; civil wars and proxy wars become impossible to distinguish. Governments often forfeit control to smaller groups – militias and the like – operating within and across borders. The loss of life is devastating, and millions are rendered homeless,” he wrote on July 21.
Well and good: I predicted in 2006 that the George W Bush administration’s blunder would provoke another Thirty Years War in the region, and repeated the diagnosis many times since. But I doubt that Mr Haass (or Walter Russell Mead, who cited the Haass article) has given sufficient thought to the implications.

How does one handle wars of this sort? In 2008 I argued for a “Richelovian” foreign policy, that is, emulation of the evil genius who guided France to victory at the conclusion of the Thirty Years War in 1648. Wars of this sort end when two generations of fighters are killed. They last for decades (as did the Peloponnesian War, the Napoleonic Wars and the two World Wars of the 20th century) because one kills off the fathers die in the first half of the war, and the sons in the second.

This new Thirty Years War has its origins in a demographic peak and an economic trough. There are nearly 30 million young men aged 15 to 24 in Syria, Lebanon, Iraq and Iran, a bulge generation produced by pre-modern fertility rates that prevailed a generation ago. But the region’s economies cannot support them. Syria does not have enough water to support an agricultural population, and the displacement of hundreds of thousands of farmers into tent cities preceded its civil war. The West mistook the death spasms of a civilization for an “Arab Spring,” and its blunders channeled the youth bulge into a regional war.

The way to win such a war is by attrition, that is, by feeding into the meat-grinder a quarter to a third of the enemy’s available manpower. Once a sufficient number of who wish to fight to the death have had the opportunity to do so, the war stops because there are insufficient recruits to fill the ranks. That is how Generals Grant and Sherman fought the American Civil War, and that is the indicated strategy in the Middle East today.

It is a horrible business. It was not inevitable. It came about because of the ideological rigidity of the Bush Administration compounded by the strategic withdrawal of the Obama administration. It could have been avoided by the cheap and simple expedient of bombing Iran’s nuclear program and Revolutionary Guards bases, followed by an intensive subversion effort aimed at regime change in Teheran. Former Vice President Dick Cheney advocated this course of action, but then Secretary of State Condileeza Rice persuaded Bush that the Muslim world would never forgive America for an attack on another Muslim state.

The Pentagon, meanwhile, warned Bush that America’s occupation army in Iraq had become hostage to Iranian retaliation: if America bombed Iran, Iran could exact vengeance in American blood in the cities of Iraq. Then Chairman of the Joint Chiefs Mike Mullen told Charlie Rose on March 16, 2009: “What I worry about in terms of an attack on Iran is, in addition to the immediate effect, the effect of the attack, it’s the unintended consequences. It’s the further destabilization in the region. It’s how they would respond. We have lots of Americans who live in that region who are under the threat envelope right now [because of the] capability that Iran has across the Gulf. So, I worry about their responses and I worry about it escalating in ways that we couldn’t predict.”

The Bush Administration was too timid to take on Iran; the Obama administration views Iran as a prospective ally. Even Neville Chamberlain did not regard Hitler as prospective partner in European security. But that is what Barack Obama said in March to journalist Jeffrey Goldberg: “What I’ll say is that if you look at Iranian behavior, they are strategic, and they’re not impulsive. They have a worldview, and they see their interests, and they respond to costs and benefits. And that isn’t to say that they aren’t a theocracy that embraces all kinds of ideas that I find abhorrent, but they’re not North Korea. They are a large, powerful country that sees itself as an important player on the world stage, and I do not think has a suicide wish, and can respond to incentives.” Bush may have been feckless, but Obama is mad.

With Iran neutralized, Syrian President Basher Assad would have had no choice but to come to terms with Syria’s Sunni majority; as it happens, he had the firepower to expel millions of them. Without the protection of Tehran, Iraq’s Shia would have had to compromise with Sunnis and Kurds. Iraqi Sunnis would not have allied with ISIS against the Iranian-backed regime in Baghdad. A million or more Iraqis would not have been displaced by the metastasizing Caliphate.

The occupation of Iraq in the pursuit of nation-building was colossally stupid. It wasted thousands of lives and disrupted millions, cost the better part of a trillion dollars, and demoralized the American public like no failure since Vietnam-most of all America’s young people. Not only did it fail to accomplish its objective, but it kept America stuck in a tar-baby trap, unable to take action against the region’s main malefactor. Worst of all: the methods America employed in order to give the Iraq war the temporary appearance of success set in motion the disaster we have today. I warned of this in a May 4, 2010 essay entitled,General Petraeus’ Thirty Years War (Asia Times Online, May 4, 2010).

The great field marshal of the Thirty Years War of 1618-1648, Albrecht von Wallenstein, taught armies to live off the land, and succeeded so well that nearly half the people of Central Europe starved to death during the conflict. General David Petraeus, who heads America’s Central Command (CENTCOM), taught the land to live off him. Petraeus’ putative success in the Iraq “surge” of 2007-2008 is one of the weirder cases of Karl Marx’s quip of history repeating itself first as tragedy second as farce. The consequences will be similar, that is, hideous.

Wallenstein put 100,000 men into the field, an army of terrifying size for the times, by turning the imperial army into a parasite that consumed the livelihood of the empire’s home provinces. The Austrian Empire fired him in 1629 after five years of depredation, but pressed him back into service in 1631. Those who were left alive joined the army, in a self-feeding spiral of destruction on a scale not seen in Europe since the 8th century. Wallenstein’s power grew with the implosion of civil society, and the Austrian emperor had him murdered in 1634.

Petraeus accomplished the same thing with (literally) bags of money. Starting with Iraq, the American military has militarized large parts of the Middle East and Central Asia in the name of pacification. And now America is engaged in a grand strategic withdrawal from responsibility in the region, leaving behind men with weapons and excellent reason to use them.

There is no way to rewind the tape after the fragile ties of traditional society have been ripped to shreds by war. All of this was foreseeable; most of it might have been averted. But the sordid players in this tragicomedy had too much reputation at stake to reverse course when it still was possible. Now they will spend the declining years of their careers blaming each other.

Three million men will have to die before the butchery comes to an end. That is roughly the number of men who have nothing to go back to, and will fight to the death rather than surrender.

ISIS by itself is overrated. It is a horde enhanced by captured heavy weapons, but cannot fly warplanes in a region where close air support is the decisive factor in battle. The fighters of the Caliphate cannot hide under the jungle canopy like the North Vietnamese. They occupy terrain where aerial reconnaissance can identify every stray cat. The Saudi and Jordanian air forces are quite capable of defending their borders. Saudi Arabia has over 300 F-15′s and 72 Typhoons, and more than 80 Apache attack helicopters. Jordan has 60 F16′s as well as 25 Cobra attack helicopters. The putative Caliphate can be contained; it cannot break out into Saudi Arabia and Jordan, and it cannot advance far into the core Shia territory of Iraq. It can operate freely in Syria, in a war of attrition with the Iranian backed government army. The grim task of regional security policy is to channel the butchery into areas that do not threaten oil production or transport.

Ultimately, ISIS is a distraction. The problem is Iran. Without Iran, Hamas would have no capacity to strike Israel beyond a few dozen kilometers past the Gaza border. Iran now has GPS-guided missiles which are much harder to shoot down than ordinary ballistic missiles (an unguided missile has a trajectory that is easy to calculate after launch; guided missiles squirrel about seeking their targets). If Hamas acquires such rockets-and it will eventually if left to its own devices-Israel will have to strike further, harder and deeper to eliminate the threat. That confrontation will not come within a year, and possibly not within five years, but it looms over the present hostilities. The region’s security will hinge on the ultimate reckoning with Iran.

Spengler is channeled by David P Goldman. He is Senior Fellow at the London Center for Policy Research and the Was Family Fellow at the Middle East Forum. His book How Civilizations Die (and why Islam is Dying, Too) was published by Regnery Press in September 2011. A volume of his essays on culture, religion and economics, It’s Not the End of the World – It’s Just the End of You, also appeared that fall, from Van Praag Press. 

12 Aug 20:33

NVIDIAs 64-bit Tegra K1: The Ghost of Transmeta Rides Again, Out of Order

by Unknown Lamer
MojoKid (1002251) writes Ever since Nvidia unveiled its 64-bit Project Denver CPU at CES last year, there's been discussion over what the core might be and what kind of performance it would offer. Visibly, the chip is huge, more than 2x the size of the Cortex-A15 that powers the 32-bit version of Tegra K1. Now we know a bit more about the core, and it's like nothing you'd expect. It is, however, somewhat similar to the designs we've seen in the past from the vanished CPU manufacturer Transmeta. When it designed Project Denver, Nvidia chose to step away from the out-of-order execution engine that typifies virtually all high-end ARM and x86 processors. In an OoOE design, the CPU itself is responsible for deciding which code should be executed at any given cycle. OoOE chips tend to be much faster than their in-order counterparts, but the additional silicon burns power and takes up die area. What Nvidia has developed is an in-order architecture that relies on a dynamic optimization program (running on one of the two CPUs) to calculate and optimize the most efficient way to execute code. This data is then stored inside a special 128MB buffer of main memory. The advantage of decoding and storing the most optimized execution method is that the chip doesn't have to decode the data again; it can simply grab that information from memory. Furthermore, this kind of approach may pay dividends on tablets, where users tend to use a small subset of applications. Once Denver sees you run Facebook or Candy Crush a few times, it's got the code optimized and waiting. There's no need to keep decoding it for execution over and over.

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12 Aug 20:30

MTST obtém privilégios perigosos, diz promotor, e Templo de Salomão, de Edir Macedo, é irregular

by giinternet
O promotor Mauricio Antônio Ribeiro Lopes, da 5º promotoria de Habitação e Urbanismo do Ministério Público de São Paulo (Fabio Arantes/Secom/VEJA)

O promotor Mauricio Antônio Ribeiro Lopes, da 5a promotoria de Habitação e Urbanismo do Ministério Público de São Paulo (Fabio Arantes/Secom/VEJA)

Por Eduardo Gonçalves, na VEJA.com:
Das ações do Movimento dos Trabalhadores Sem Teto (MTST) à construção do gigantesco Templo de Salomão, da Igreja Universal do Reino de Deus, os temas urbanos mais discutidos na capital paulista nas últimas semanas passaram pela mesa da 5º Promotoria de Habitação e Urbanismo do Ministério Público de São Paulo, chefiada por Maurício Antônio Ribeiro Lopes. Conhecido por não fugir de assuntos controversos, ele tem um lema: “Se não houver transparência, posso suspeitar à vontade”. Foi ele quem moveu a ação civil pública com o objetivo de anular todas as parcerias entre a gestão do prefeito Fernando Haddad (PT) e o MTST. Também foi o responsável por reabrir uma investigação antiga para apurar irregularidades na obra do Templo de Salomão, erguido com alvará de reforma no Brás. Maurício Lopes explica por que considera o MTST uma “indústria de ocupações urbanas” e questiona a relação obscura entre a prefeitura e o grupo de sem-teto. Faz ainda uma análise do Plano Diretor Estratégico da cidade e critica o modo como o projeto foi aprovado na Câmara Municipal, sob forte pressão do MTST – e, claro, mediante concessões de Haddad. “Essas respostas legitimam procedimentos nocivos à cidade”, afirma. Leia a entrevista ao site de VEJA

Por senhor define o MTST como uma “indústria de ocupações urbanas” e “oportunistas de plantão”?
Porque eles fazem ocupações em série. É só entrar no site do Tribunal de Justiça e ver em quantas reintegrações de posse o movimento aparece como réu – há mais de trinta delas. São uma indústria porque usam desse instrumento, as invasões, para fazer pressão em detrimento do direito de outras pessoas que aguardam a contemplação em programas de moradia. E todo mundo sabe que eles são um movimento organizado.

O senhor afirmou que a prefeitura de São Paulo privilegia o MTST, burlando a fila de habitação. Em que fundamentou essa acusação?
Faço essa afirmação porque não tenho o cadastro disponível. Em primeiro lugar, reclamei da transparência do cadastro. Enquanto não for transparente, posso suspeitar à vontade. Então, me dê transparência e as suspeitas podem ser confirmadas ou eliminadas. Como a prefeitura não me deu nenhuma data para divulgar os dados, entrei com uma ação judicial. O secretário de Governo ainda me explicou, mas nada disso substitui a transparência. Não sou eu que reclamo por isso. É uma exigência do Ministério das Cidades. Todas as suspeitas se confirmarão ou se esvairão com a divulgação do cadastro.

Como o senhor avalia o sistema do MTST, que distribui pontos na corrida por moradia? [Para conseguir adesões, os líderes do MTST montaram uma planilha na qual distribuem pontos para quem comparece a protestos e participa de invasões. Quanto mais pontos reunir, o sem-teto passa na frente na fila de espera por financiamento habitacional]
Não tem transparência nenhuma. E esse é o único critério que se espera do movimento: ser transparente com os seus membros. Ninguém sabe quantos pontos cada um tem, nem quantos precisam para conseguir a indicação. É um sistema secreto. Quer dizer, as pessoas que têm família para cuidar e um emprego formal não dispõem de condições para competir em igualdade com os que vivem para a militância. Agora, essas pessoas precisam menos de habitação? Por que precisariam menos de habitação do que os militantes? O sistema de pontos é injusto. Nessa questão, o movimento peca espantosamente.

O líder do MTST, Guilherme Boulos, se beneficia politicamente ao ser recebido por autoridades, como o prefeito Haddad e o governador Geraldo Alckmin?
Claro, cada vez que ele é recebido por uma entidade, acaba se empoderando. Vou dizer uma coisa: se eu fosse prefeito, governador ou presidente, não receberia o Guilherme Boulos, porque ele não tem nada a contribuir, visto que seu movimento é movimento político. Como promotor, se ele viesse me procurar, o receberia. Mas se eu fosse chefe do Poder Executivo, não negociaria com ele. Autoridades municipais até me disseram que não têm nenhum envolvimento com ele, mas não é o que o Boulos alardeia por aí.

Por que o senhor afirmou na ação que a prefeitura privilegia o MTST em troca de votos?
Essas entidades têm uma densidade política maior do que indivíduos. Qualquer coisa que se faça com uma entidade cria uma vantagem política muito maior do que fazê-la individualmente. O beneficiário de programas habitacionais reconhece o seu direito. Já quando o movimento obtém um beneficio, recebe um ganho politico difuso, de todos aqueles que se engajam nesse movimento. É uma coisa intuitiva, da lógica política. Do ponto de vista dessa lógica, isso faz todo o sentido. Do ponto de vista do reconhecimento do direito individual das pessoas, isso não faz sentido. É assim que eu vejo.

Como analisa o conteúdo do Plano Diretor aprovado pela Câmara Municipal?
Tem pontos bons, mas também tem defeitos. Por exemplo, vejo com muita preocupação a demarcação de algumas ZEIs (zonas especiais de interesse social) em áreas estratégicas da cidade, como a Mooca, por exemplo. O plano não avança o tempo todo na mesma direção. Mesmo assim, destaco como positiva a proteção que é dada à cultura, a ideia de programar a cidade para reduzir distâncias entre trabalho e emprego e o incentivo da construção ao longo dos eixos de transporte público da cidade. Isso foi um grande avanço. Agora, na contramão disso, houve interesses ocultos e alguns nem tão ocultos assim que foram privilegiados na hora da aprovação, principalmente no tocante às Zeis. Eu também tenho dúvidas se o plano trata peculiaridades regionais com o devido cuidado, com a devida individualização. É importante ressaltar que São Paulo é muito grande. Temos 32 subprefeituras. São 32 minicidades dentro de São Paulo. Cada uma delas tem cerca de 300.000 pessoas. É difícil imaginar que cada minicidade seja igual a outra. Observo que houve boa vontade do relator, o vereador Nabil Bonduki, em olhar a cidade, o que não quer dizer que eu concorde com todas as soluções previstas. Também não gostei da forma como ele foi aprovado, às vésperas do recesso e com tamanha pressão do lado de fora [sem-teto acamparam na porta da Câmara Municipal para pressionar os vereadores]. Creio que poderia ter havido um pouco mais de debate no Legislativo.

O que acha das cláusulas do plano que beneficiam invasões do MTST? [O projeto aprovadocontemplou quatro áreas invadidas pelo grupo de sem-teto na capital paulista]
Acho perigoso. Não estou menosprezando o problema social subjacente, mas acho esses privilégios perigosos. Acho que essas respostas estimulam e legitimam esse procedimento das invasões muito mais do que é desejável para a cidade. É potencialmente muito perigoso. Eu acho que nós temos que ter o máximo de ZEIs na cidade. Tudo que for possível deve ser reservado para habitação popular, tendo em vista a demanda. Mas não devem ser áreas destinadas a parques, com mananciais ou de preservação ambiental.

O senhor tem indícios fortes para afirmar que a situação do Templo de Salomão está irregular?
Tenho absoluta convicção de que há irregularidades na aprovação da reforma, que na verdade era uma obra nova. Isso tudo está baseado em documentos da própria prefeitura de São Paulo. Essa aprovação trouxe vantagens econômicas e prejuízos sociais, que agora precisam ser reparados. Isso foi monstruoso e inaceitável. O nome de quem permitiu isso é Hussein Aref Saab, ex-diretor do Aprov na gestão Kassab [e acusado de comandar um esquema de corrupção para liberar obras]. Ele está diretamente ligado a isso. Tenho muitos indícios que comprovam a afirmação. Está tudo sendo apurado.

O que pode acontecer com o templo se as irregularidades forem confirmadas?
Tudo, desde a demolição ao pagamento pelo dano urbanístico e social. Estou trabalhando para obter o melhor resultado para a sociedade no menor prazo possível. Não gostaria de entrar com uma ação judicial. Tenho tido um diálogo franco, sincero, sério, honesto e bastante proveitoso com a direção da Igreja Universal.

Por que o MP recomendou o fechamento do templo?
Porque a prefeitura deu uma autorização de evento para a inauguração do local, válida por seis meses. Mas eventos não duram 15 horas por dia nesse período. Isso é funcionamento, não evento.

12 Aug 20:30

Haddad e Boulos se comportam como donos de SP; prefeito cede uma área da cidade para o MTST e manda às favas milhares que aguardam na fila à espera de casa. Não governa para os paulistanos, mas para os militantes do coxinha de esquerda e para os radicais-chiques da imprensa

by giinternet
Boulos (de camiseta vermelha) e Haddad (de paletó) em companhia de Dilma: a dupla de coxinhas de esquerda privatizou SP

Boulos (de camiseta vermelha) e Haddad (de paletó) em companhia de Dilma: a dupla de coxinhas de esquerda privatizou SP

Se alguém tinha alguma dúvida de que Guilherme Boulos, o tal líder do MTST, é apenas um braço do petismo e opera em parceria com o prefeito da cidade, Fernando Haddad (PT), a dúvida agora desapareceu. O prefeito sancionou a lei que destina a área conhecida como “Copa do Povo” a moradias populares. Até aí, vá lá… Mas ele fez mais do que isso: ao vetar dois dispositivos da lei, entregou o terreno de 150 mil metros quadrados, de mão beijada, a Boulos e a seus comandados. Assim, as pessoas já cadastradas e que estão na fila à espera de moradia na cidade de São Paulo que se danem! Elas que fiquem mofando! A turma do Coxinha Radical tem a preferência.

Faz sentido. Boulos e Haddad, a rigor, são expressões aparentemente distintas, mas só aparentemente!,  da mesma pessoa. Eles são um tipo social. Ambos vêm da classe média alta, julgam-se intelectuais e se dizem socialistas. Um decidiu ser, digamos assim, mais institucional e vestir terninho; o outro parte para a ação direta e faz o estilo molambento-pensador. Em comum, parecem nutrir um profundo ódio pelas pessoas que decidem se comportar segundo as regras do regime democrático. Ambos dão sinais de que odeiam a cidade de São Paulo e os paulistanos.

O busílis é o seguinte. Havia sido aprovada uma lei pela Câmara, com o apoio da base aliada de Haddad, diga-se, que destinava, sim, a tal área, que fica a três quilômetros do Itaquerão, a moradias populares. Mas havia nela um dispositivo: as casas construídas estariam vinculadas à “demanda cadastrada” pela Secretaria de Habitação em bairros próximos. Vale dizer: teria a primazia quem se inscreveu primeiro. Mais: se recebesse edificações do “Minha Casa Minha Vida”, que é federal, ou do Casa Paulistana (que é estadual), o projeto tinha de passar pela aprovação do Conselho Municipal de Habitação. O prefeito vetou os dois dispositivos.

Haddad dá, assim, um golpe até nos vereadores de sua base que negociaram a proposta. Como é uma região industrial, só era possível construir no local uma vez a área do terreno. O prefeito liberou edifícios de até 28 metros, com construção equivalente a quatro vezes a área. Assim, poderão ser erguidas ali, em tese ao menos, as duas mil moradias reivindicadas pelo MTST.

A Prefeitura, cinicamente, nega que a fila esteja sendo furada porque, segundo diz, “não há brecha para isso”, já que os programas federal e estadual têm suas próprias regras. E daí? As casas do MTST vão ser construídas por quem? Ainda que se viabilize algum outro projeto, deixou-se de destinar um terreno àqueles dois programas; se acabar, como acredito que aconteça, sendo servido por um deles, é evidente que a fila foi, sim, furada.

Boulos, como é de seu estilo, deu de ombros. Não está nem aí. Ignorando os milhares de pessoas inscritas nos dois programas, diz que essa tal “fila é mistificada e usada politicamente pelos vereadores”. Como a gente sabe, o único com direito de fazer política é ele próprio, justamente o que não foi eleito por ninguém.

Alguém ainda quer saber por que Fernando Haddad é rejeitado por 47% dos paulistanos? Pois é… Este senhor não governa para os moradores da cidade. O que ele faz é atender à sua clientela de militantes dos ditos movimentos sociais e de radicais-chiques da imprensa. Haddad é o prefeito dos sem-teto — mas apenas dos sem-teto de Boulos — e dos sem-ciclovia, com suas magrelas descoladas e seus capacetes inteligentes e caros.

Haddad é, em suma, a soma da mistificação socialista com a metafísica do selim.

12 Aug 20:30

The West Prefers to Deplore Dead Jews than to Let Them Defend Themselves

by Fabian Pascal



Israel is an oasis surrounded by barbarians, beheaders, suicide bombers, mothers happy to send their own children to kill Jews - Islamic Jihad, Hamas, Salafists, Hezbollah, Islamic State, Iranian revolutionary guards... The list of the jihadist scum is long. But Israel’s most powerful enemy is the West itself ...

Israel’s wars to defend itself are always the chance to see an incredible eruption of hatred in the Western democracies and their élite ... the list of this Western scum is long ...

And the world can hardly wait to see the Israelis at the dock of the Hague tribunal. Moshe Yaalon like Hermann Göring?

Meanwhile, Jews are secure no more in today's Europe. In the last few weeks, in Paris and Berlin, we saw images reminiscient of the Kristallnacht ...

Muslims can kill Jewish students and bomb their homes. They can inflict pain in the wonderful society in Israel. But they can’t destroy the Jewish State. At least for the moment. At least as long as  Iran is unable to produce an atomic bomb.

By undermining Israel’s raison d’etre, the Western threat to Israeli existence has become existential, not merely tactic.

The West is making the world “Judenmüde”. Tired of Jews. The West is working so that people around the world will react to Israel’s destruction with a yawn. It is making them happy to turn the page.

So many negotiations, and so little success. Not only between Israelis and Palestinians, but also in most other violent political conflicts – in Sri Lanka, Africa, Ukraine, between India and Pakistan, and elsewhere. Surely, there must be something fundamentally wrong the ways that negotiators approach their tasks ...

In academic theories, this basic error is known as the fallacy of mirror imaging – the assumption that “they” (meaning the terrorists and their supporters) are just like “us”. Obama, Kerry, most European diplomats and journalists, as well as the leaders of Israel’s peace industry, are guilty of mirror imaging —  of projecting their own experiences, cultural frameworks and perceptions onto different societies around the world.  Similarly, for the same reason the many well-funded and hope-filled academic peace dialogues, such as those run by Harvard social-psychologist Herbert Kelman and his followers, have produced little of significance, and caused damage ...

In the Israeli-Palestinian case, for example, the mirror imaging fallacy assumes that if the people of Gaza were able to thrive economically, they would act to protect their investments and adopt middle class values, like Americans and European, for example.  As in the cases of other faith-based concepts, this belief is never examined in detail. If it were, the proponents would see that the massive economic aid to Gaza was funneled off into an industry of terror tunnels and rockets to attack Israel, and not to develop jobs and economic growth.  (The Hamas leadership in Gaza poured an estimated $1.25 billion into attack tunnels alone.)

As a result, while the Europeans and Americans are pushing for an end to the blockade of Gaza, including the rebuilding of the shipping port, Israelis, who are largely aware of the mirror image fallacy, are firmly opposed. From experience, Israelis know that in Gaza, as long as the hate remains, any and all facilities and goods will continue to be used for war and terror. The values, culture and collective goals of Hamas are very far removed from those of modern Western liberal societies.
Albert Einstein quipped that insanity was doing the same action repeatedly but expecting different results each time. Once again, as the smoke clears in Gaza, the European community is stepping in with calls for a donor conference. That’s simply crazy ...

Watch executive director Kenneth Roth might complain that it’s not terrorism but rather resistance—but that’s just the problem: So long as their leaders and the international community indulge Palestinians in the notion that violence is honorable, then Palestinians have an excuse for their own domestic failings ...

If Hamas—or any Palestinian administration—knows that the international community will always step in and rebuild houses, schools, or government buildings, then it makes it easier to dedicate what revenue the Palestinian government does have to terrorism and military adventurism. The international community’s knee-jerk reaction to violence in the Middle East has always been to subsidize the Palestinians further to the tune of billions of dollars ...

A major problem, of course, is the United Nations Relief and Works Administration (UNRWA). UNRWA was never supposed to live out the 1950s. Economist Fred Gottheil did a masterful job of examining support for UNRWA as an illustration of moral hazard. Former UNRWA employee James Lindsay has also provided an in-depth study of what is wrong with UNRWA ...

Perhaps it’s time to stop treating taxpayer dollars—American, European, or otherwise—as an entitlement to Palestinians who have made bad choices (or elected a government which does so). Only when Palestinians in Gaza realize that Hamas brings nothing but ruin can there be a possibility for something better. It’s time the international community act as if it truly cares about Palestinians’ fate and show some tough love; no longer should they enable the Palestinians’ self-destructive lack of accountability. The problem isn’t money; it’s culture.
Turkey and Norway - two of the most anti-Semitic countries on earth today outside of the Arab world - are offering to pay for a Gaza seaport through which Hamas can bring unlimited weapons.



12 Aug 20:29

Patents That Kill

by Unknown Lamer
wabrandsma (2551008) writes From The Economist: "The patent system, which was developed independently in 15th century Venice and then in 17th century England, gave entrepreneurs a monopoly to sell their inventions for a number of years. Yet by the 1860s the patent system came under attack, including from The Economist. Patents, critics argued, stifled future creativity by allowing inventors to rest on their laurels. Recent economic research backs this up."

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12 Aug 20:29

Forgetting the Christians

by Mark Movsesian

This past weekend, the United States began to intervene in the humanitarian crisis unfolding in northern Iraq. The Islamist group ISIS has made a lightning conquest of much of the region, persecuting religious minorities, and even some Sunni Muslims, everywhere it goes. In response, the U.S. has begun air drops of food and water to up to 40,000 Yazidi refugees stranded on Mt. Sinjar, where ISIS militants have them surrounded. And the U.S. undertook airstrikes against ISIS positions threatening the Kurdish city of Erbil, where hundreds of American advisers are stationed. Other Western nations are getting involved as well. The United Kingdom dropped supplies to the Yazidis on Mt. Sinjar, and France’s Foreign Minister, Laurent Fabius, visited Erbil to assess the situation.

In planning and delivering assistance to Iraqi refugees, the West—and particularly the United States, which has taken primary responsibility—should not ignore the plight of Christians. It may seem odd to voice this concern. After all, President Obama specifically mentioned Christians in his statements about American action. But Mideast Christians are often an afterthought for the United States, and it seems they are in this situation again. A Wall Street Journal report, which quotes unnamed members of the Obama administration, indicates the threat of genocide against Yazidis was the primary factor in the American decision to intervene. “This was qualitatively different from even the awful things that we’ve confronted in different parts of the region because of the targeted nature of it, the scale of it, the fact that this is a whole people,” the official said.

That is a rather myopic view of the situation. We’re offering assistance to 40,000 Yazidi refugees whom ISIS has driven from their homes and threatened to slaughter. Great—we should. But in the weeks before ISIS turned on the Yazidis, it had displaced more than 100,000 Christians from their homes and driven them into the desert.

ISIS eliminated major Christian communities in Mosul and Qaraqosh, and the U.S. responded only with a concerned statement from its U.N. ambassador. And this is to say nothing of the hundreds of thousands of Christians who have become refugees since the invasion of Iraq in 2003. If genocide correctly describes what threatens the Yazidis, it also describes what’s happening to Iraqi Christians. Indeed, many of these Christians are the descendants of people who suffered genocide at the beginning of the twentieth century.

There are reasons why America tends to treat Mideast Christians as an afterthought. Mideast Christians lack a natural constituency in American public life. They are, as one commentator observed, too foreign for the Right and too Christian for the Left. Most of our foreign policy elites have a blind spot about them. And I don’t mean to single out the Obama administration. Nina Shea of the Hudson Institute has recounted her attempts to get the Bush administration to focus on the plight of Iraq’s Christians, only to be told by Condoleezza Rice that assistance for Christians would make the United States appear sectarian.

To draw attention to the plight of Iraq’s Christians is not special pleading. The U.S. should not concern itself only with Christians; other religious minorities deserve our attention, too. But, in the Middle East and around the world, Christians are often targeted for persecution in particularly severe ways, and the human rights community often seems not to notice. Indeed, as Pope Francis explained in remarks at a conference co-sponsored by the St. John’s University Center for Law and Religion in Rome this summer, Christians suffer perhaps the largest share of religious persecution in the world today:

It causes me great pain to know that Christians in the world submit to the greatest amount of such discrimination. Persecution against Christians today is actually worse than in the first centuries of the Church, and there are more Christian martyrs today than in that era. This is happening more than 1700 years after the edict of Constantine, which gave Christians the freedom to publicly profess their faith.

It’s good that the United States has begun attempts to alleviate a human rights crisis for which it bears much responsibility. Let’s hope it does not ignore some of the principal victims of that crisis.

Mark Movsesian is the Frederick A. Whitney Professor of Contract Law and the Director of the Center for Law and Religion at St. John’s University School of Law. His previous blog posts can be found here.

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12 Aug 20:28

FSF Blogs: Replace your proprietary BIOS with Libreboot

With the launch of the Libreboot project, users now have an easy-to-install, 100% free software replacement for proprietary BIOS/boot programs. This project is important; currently, many computer-makers notoriously deny free software developers the information they need to develop free replacements for the proprietary software they ship with their products. In some cases, manufacturers do not even share enough information for it to be possible to install a free operating system.

ryf-certification-mark

In order to make it possible to run Libreboot on as many hardware platforms as possible, the project needs your help. Fortunately, there are a lot of simple and easy ways you can start supporting the project today, including buying a computer with Libreboot preinstalled, helping to test Libreboot by installing it on new systems, and directly contributing code and documentation to the project or to its upstream parent, Coreboot.

In December 2013, we awarded the Respects Your Freedom (RYF) certification mark to Gluglug for their refurbished and updated X60 laptops. In order to meet the FSF's RYF certification requirements, Francis Rowe of Gluglug had to be sure that the boot program he was distributing was 100% free software. Fortunately, the Coreboot project solved most of this problem for him. Francis was able to compile a version of Coreboot that ran on the X60 laptop, without requiring any proprietary firmware blobs. However, because Coreboot provides proprietary firmware blobs for several different chip-sets in the source code, Francis was still left with the task of removing those blobs from the source tree that he was distributing. At first, Francis did this deblobbing by hand. This spring, he launched the Libreboot project to formalize the process of deblobbing the Coreboot source tree. Coinciding with the release of Libreboot, Francis also decided to rebrand the laptop, changing the name from Gluglug X60 to Libreboot X60 (the RYF certification applies to the Libreboot X60 as well). You can support the development of Libreboot by buying a Libreboot X60 laptop today. All laptops come preinstalled with Libreboot and Trisquel GNU/Linux, and have been upgraded with a free software-friendly 802.11n wireless card.

In addition to the X60 laptop, Libreboot now supports select models of the ThinkPad T60, the X60 Tablet (with digitizer) and certain models of the MacBook2,1 which use the same chip-sets as the X60.

While we applaud and endorse Francis' work on Libreboot, it is important to note that neither the FSF nor Francis considers Libreboot a fork of Coreboot. The Libreboot project clarifies this fact on its website with the following statement: "Libreboot is not a fork of Coreboot, despite misconceptions of this fact. Libreboot (downstream supplier) is a parallel effort which works closely with and rebases on the latest Coreboot (upstream supplier) every so often." The work done by both Libreboot and Coreboot are important and they need the support of the free software community if we hope to have more laptops bearing the RYF certification mark in the future.

The Libreboot project has begun attracting some much-needed attention and support. "From small patches, bug fixes, feature additions, suggestions for improvement, help with GnuPG (at the time of writing, recent Libreboot releases are now GnuPG-signed) and more. To all those that have contributed to Libreboot, I thank you and appreciate it!" stated Francis Rowe.

If you have questions, or are interested in working on Libreboot, send an email to info@gluglug.org.uk or drop by the #libreboot channel on the Freenode network.

12 Aug 20:28

Mais esquerdistas que cristãos

by noreply@blogger.com (Rodney Eloy)

É muito fácil observar que esses ditos cristãos, que falam de paz, que condenam Israel, que se silenciam ante à realidade da Igreja Perseguida, quase todos são propagadores de teologias liberais e políticas progressistas. Quanto mais politizados, mais se identificam claramente com as ideias das esquerdas

por Fabio Blanco

Independente das convicções políticas e até ideologias que muitos cristãos professam ter, me parece bastante leviana a pressa com que muitos se levantam para condenar os atos israelenses nos atuais conflitos contra o Hamas. Considerando que este é, notoriamente, um grupo terrorista, no mínimo, deveriam ponderar melhor seu julgamento.

O mais estranho, porém, é que normalmente, esses mesmos que, veloz e furiosamente, se levantam para condenar as ações de um país democrático contra um grupo de terroristas fortemente armados, que não cessam de lançar bombas sobre ele, mantêm-se silenciosos e inertes quanto à cruel perseguição que seus irmãos de fé estão experimentando em outros países islâmicos, como a Síria, o Iraque e a Nigéria.

É muito fácil observar que esses ditos cristãos, que falam de paz, que condenam Israel, que se silenciam ante à realidade da Igreja Perseguida, quase todos são propagadores de teologias liberais e políticas progressistas. Quanto mais politizados, mais se identificam claramente com as ideias das esquerdas.

Isso mostra que essa história de crente apolítico não existe. A partir do momento que alguém tem alguma opinião sobre qualquer questão que ultrapassa os estreitos limites da fé religiosa, já adentrou no campo da política e, de pronto, suas convicções nesta área ficarão evidentes.

O que me assusta é a total dissociação que empreendem entre cristianismo e convicções políticas, como se as duas matérias pudessem caminhar paralelas sem jamais se tocar. Falam sobre as questões do mundo sem parar para pensar, um minutinho que seja, nas relações que elas têm com as questões espirituais e na incoerência de muitas escolhas mundanas em relação à própria fé religiosa.

Assim, não vêem problema algum em condenar um país livre como Israel, que age duramente, sim, mas com o intuito de proteger seus cidadãos, e tratar os grupos islâmicos, declaradamente inimigos da cristandade, como se fossem ingênuos e inofensivos. Com isso, ainda que não pensem no assunto, acabam, de alguma maneira, legitimando outros grupos similares ao Hamas, que atacam não uma potência bélica, como Israel, mas grupos inocentes de cristãos simplórios, que têm como única estratégia de defesa suas orações a Deus.

Se é chocante ver imagens de crianças palestinas mortas (ainda que se discuta a veracidade de muitas das imagens apresentadas), levando o mundo e muitos cristãos a se manifestarem contra o suposto terror israelense, nestes tempos de mídias sociais não tem sido difícil encontrar vídeos de decapitações, crucificações, enterramentos (em vida, muitas vezes) e execuções sumárias de cristãos, sem que estas mesmas cenas causem o alvoroço que as imagens suspeitas do Hamas causam.

A única conclusão possível, diante disso, é que por mais que neguem, esses ditos cristãos estão comprometidos demais com suas ideologias progressistas para assumirem o ataque contra aqueles que elas costumam defender. Pois sabemos que os islâmicos e os comunistas são objeto da defesa descarada de esquerdistas do mundo inteiro, principalmente destes cantos subdesenvolvidos.

De fato, um esquerdista é um esquerdista antes de tudo. Antes mesmo de seu pretenso cristianismo. E quando as duas ideias entram em conflito, não é raro que o que prevaleça sejam suas convicções ideológicas, não as religiosas.

12 Aug 20:28

Um erro do “Estadão”. E o dia em que discordei de uma autoridade israelense

by giinternet

Eis que leio no Estadão Online a seguinte informação (prestem atenção à parte grifada!). Na sequência, imagem da matéria:
“O presidente de Israel, Reuven Rivlin, telefonou na tarde desta segunda-feira, 11, para a presidente Dilma Rousseff pedindo desculpas pelas declarações dadas pelo porta-voz da chancelaria, Yigal Palmor, que, há duas semanas, chamou o Brasil de “anão diplomático” e disse que o Brasil estava se transformando em “um parceiro diplomático irrelevante, que cria problemas em vez de contribuir para soluções”. Em resposta às afirmações, o Brasil chamou para consultas o embaixador em Tel-Aviv, Henrique Sardinha, o que irritou o governo israelense, que disse ter ficado “desapontado” com a atitude do governo brasileiro.”

Estadão Israel - erro

Há um erro importante de informação aí. Sério mesmo! Aconteceu justamente o contrário. O diplomata israelense só fez aquela declaração (no dia 24 de julho) depois que o Brasil chamou, no dia 23, para consultas o embaixador brasileiro em Tel Aviv. No mesmo dia, emitiu uma nota em que censurava apenas Israel pelo conflito. Aliás, é o que informava o próprio Estadão no dia 24 de julho 24 de julho:

ESTADÃO ISRAEL 24 DE JULHO 2014

Não estou dizendo que o erro é proposital ou que haja má-fé, mas sempre me impressiona a quantidade de erros da imprensa brasileira quando se trata de Israel. Não só no Estadão. Em todo lugar. E aí me vejo obrigado a questionar até que ponto isso não decorre de uma falsa “doxa”, de uma verdade firmada no preconceito, segundo a qual aquele país é um vilão a esmagar pobres vítimas, não é? Que fique claro: o diplomata reagiu à convocação do embaixador; não é a convocação que é uma reação à fala do diplomata. Agora vamos ao caso em si.

O pedido de desculpas
Dizem alguns bobos que concordo automaticamente com o governo de Israel, sempre!, não importa o que ele faça. Não é verdade, mas eu não me defendo do que dizem os idiotas ou do que pensa a meu respeito o vulgo. Eu sou um leitor do poeta Horácio: “Odi profanum vulgus et arceo. Favete linguis”. É fácil saber o que significa.

Pois bem. Reuven Rivlin, o presidente de Israel — que não é o governo do país, mas representa o Estado —, telefonou para a presidente Dilma e se desculpou pela fala de Yigal Palmor, da chancelaria, segundo quem o Brasil era um “anão diplomático”. Para ser mais preciso, afirmou o seguinte: “Essa é uma demonstração lamentável de por que o Brasil, um gigante econômico e cultural, continua sendo um anão diplomático”. E disse mais: “O relativismo moral por trás dessa atitude faz do Brasil um parceiro diplomático irrelevante, que cria problema ao invés de contribuir para solucioná-los”.

Palmor estava certíssimo. Ele reagia a uma decisão delinquente da política externa brasileira. O Itamaraty redigiu, então, uma nota criticando Israel por sua ação na Faixa de Gaza e não fez a mais remota menção ao fato de que o país estava sendo atacado pelos foguetes do Hamas. Para piorar, chamou o embaixador para consultas, o que significa um agravo ao outro país.

Assim, Palmor estava, obviamente, coberto de razão ao reagir daquela maneira. Era mesmo coisa de anão diplomático. E, cá entre nós, não foi a única decisão estúpida tomada pelo Itamaraty.

Segundo informa o Palácio do Planalto, Rivlin se desculpou pela reação do porta-voz e reafirmou a amizade de Israel com o Brasil. Em resposta, a presidente Dilma teria afirmado que seu governo repudia, sim, os ataques do Hamas, mas condena igualmente o que considera a reação desproporcional dos israelenses.

Eu ainda quero saber o que é “reação proporcional” num caso como esse, mas, de todo modo, indago: por que o Itamaraty não fez, então, essa afirmação naquela nota de 23 de julho? Por que preferiu transformar um lado — Israel — em vilão e o outro lado — o Hamas — em vítima?

Queriam me ver aqui a discordar de autoridades israelenses? Pois não! É o que faço agora. Certamente o presidente de Israel sabe o que é melhor para o seu país, mas, se foi como o Palácio do Planalto está anunciando, discordo do pedido de desculpas. Continuo a achar que é o governo brasileiro que deve desculpas ao governo israelense.

12 Aug 20:26

Dilma lamenta a lentidão das obras… Só faltou reclamar: “E o governo não toma nenhuma providência!”

by giinternet

A presidente Dilma Rousseff concedeu na manhã desta segunda uma entrevista ao grupo RBS, no Palácio da Alvorada, que foi ao ar à tarde. Quem falava era a candidata, como fica evidente, mas eu me interesso por algumas coisas estranhas ditas pela presidente. 

A chefe da nação, vejam vocês, se disse inconformada com a demora para a realização de obras públicas… É mesmo, é? Afirmou, prestem bem atenção: “Uma das questões fundamentais do meu próximo governo é simplificar os processos de realização de obra. Não para não fiscalizar, não para não respeitar o meio ambiente, mas para poder realizar as obras que o Brasil precisa com a rapidez que o Brasil precisa. Todo santo dia, como governante, nós ficamos inconformados. A gente corre atrás, a gente vai atrás”. Ao se referir à demora para a concessão das licenças ambientais, afirmou: “Ninguém dentro da esfera federal pode não ter prazo. Todos nós temos de ter prazo”.

Vamos lá. Ainda que os atrasos se devessem mesmo à demora nas concessões das licenças, como esquecer que o PT está no poder há 12 anos? Dilma chegou a ter uma maioria no Parlamento de padrão quase chinês ou cubano. O partido, que viu, de fato, crescer a dificuldade na concessão de licenças, só descobriu agora o problema? Não é crível. De todo modo, sabemos que problemas com as tais licenças foram apenas um dos entraves. Infelizmente, a incompetência é que falou mais alto.

Ouvindo a fala de Dilma, a gente fica com a impressão de que ela vai reclamar a qualquer momento: “E o governo não toma nenhuma providência!”. Mas o governo, afinal, é… Dilma!

Alheia à realidade, como já apontei aqui, a presidente assegurou que Graça Foster vai continuar à frente da Petrobras, embora a Polícia Federal já tenha aberto um inquérito para apurar se ela omitiu do Senado informações relacionadas à compra da refinaria de Pasadena (EUA) e sobre a existência de contratos celebrados pela empresa de seu marido, Colin Foster, com a estatal. Um segundo inquérito deve ser aberto nesta semana para investigar a denúncia de que ela teria combinado com senadores da base aliada na CPI da Petrobrás as perguntas que lhe seriam feitas na comissão. Mais: Graça pode ser incluída no relatório do TCU como corresponsável pelos prejuízos com a compra da refinaria e ter seus bens tornados indisponíveis.

Ao defender Graça, Dilma chegou a lastimar a suposta exploração política do caso, lembrando que a Petrobras “é a maior empresa do país…”. É? Por isso mesmo, cabe a pergunta: a estatal pode ter uma presidente nessa situação? A petista acha que sim. Então tá.

12 Aug 20:26

Petrobras tem o direito de organizar a sua defesa; o que não pode é fraudar o Legislativo

by giinternet

A Petrobras pôs o seu departamento jurídico para fazer uma espécie de treinamento intensivo para enfrentar as vicissitudes das CPIs — especialmente da Mista, que é a que tem alguma chance de seriedade. Aquela feita no Senado, só pela bancada governista, não passa de uma piada grotesca.

Não há nada de errado nesse procedimento. Treinar, estudar, preparar-se etc. é até uma obrigação. Nunca ninguém reclamou disso. E não foi isso o que a reportagem da VEJA denunciou na semana passada e esmiuçou nesta. O que se fez foi coisa bem distinta: armou-se um esquema verdadeiramente criminoso para fraudar qualquer eventual chance de se fazer uma apuração a sério no Senado.

Perguntas foram previamente passadas aos depoentes. Mais do que isso: as questões que seriam feitas a José Sérgio Gabrielli e à própria Graça Foster, por exemplo, foram enviadas ao comando da estatal para que se fizesse um gabarito. Trata-se de uma grave afronta ao Poder Legislativo. Pior: constatou-se em tudo isso a mão grande do governo federal.

Não se pode censurar uma empresa sob investigação por organizar a sua defesa. Isso é coisa muito diferente da pistolagem política a que se assistiu.

12 Aug 20:26

Decisão do Supremo pode jogar a política nas mãos de outros Albertos Youssefs…

by giinternet

Este post é especialmente dirigido aos ministros do Supremo Tribunal Federal.

A VEJA desta semana traz uma entrevista com Meire Poza, a ex-contadora do doleiro Alberto Youssef. Ela é uma das principais testemunhas do inquérito que resulta da operação Lava Jato, da Polícia Federal, que trouxe à luz um esquema de lavagem de dinheiro gerenciado pelo doleiro que pode ter lavado nada menos de R$ 10 bilhões.

Muito bem, leitores. Note-se que o esquema gigantesco funcionava com desassombro enquanto se desenrolava, por exemplo, o processo do mensalão no Supremo. Algumas das figuras coroadas da política estavam indo para a cadeia, mas outros bandidos ousavam ainda mais, num esquema que envolvia políticos, funcionários da Petrobras, partidos e empreiteiras.

Então quero agora chamar a atenção de vocês para uma estupidez em curso. Está para ser concluída no Supremo — aguardando apenas um pedido de vista do ministro Gilmar Mendes — a votação de uma Ação Direta de Inconstitucionalidade que tornará ilegal a doação de empresas privadas a partidos e candidatos. Já há uma maioria para isso. É uma insanidade!

Se e quando acontecer, é claro que vão crescer exponencialmente as doações ilegais. Ora, será que o mensalão não ensinou nada aos ministros do Supremo que querem proibir as doações legais? Aquele escândalo não nasceu do caixa dois. É uma mentira! Tratava-se de um esquema de formação de um Congresso paralelo e da roubalheira de sempre.

O mesmo se diga agora do escândalo apurado na operação Lava Jato. O que ele tem com doação de campanha? Nada! São apenas larápios se aproveitando de posições privilegiadas em partidos políticos e numa estatal para obter vantagens. Ora, o que nós percebemos? As empreiteiras queriam fazer um negócio com a Petrobras? Tinham de pagar um pedágio para Youssef, que depois distribuía parte do dinheiro para políticos. Prefeitos queriam grana? Pois não! Era só investir recursos da Prefeitura num fundo criado pelo doleiro e recebiam 10% de propina.

Digamos que as doações privadas de campanha passem a ser proibidas. Cabe, então, a pergunta óbvia: esquemas como esse deixarão de existir? A resposta é escandalosamente óbvia: é claro que não! Ao contrário! Se e quando isso acontecer, eles vão é se multiplicar. Não deixa de ser emblemático que seja justamente o PT — um dos partidos que mais apelaram aos serviços de Youssef — a legenda especialmente empenhada em proibir as doações privadas e instituir o financiamento público de campanha.

Alguém dirá: “Ah, mas nós queremos moralizar as doações; justamente impedir a interferência do poder econômico nas eleições…”. Ocorre, ministros, que os senhores estarão fazendo justamente o contrário! Quando proibirem as doações legais — aquelas registradas —, estarão deixando o sistema político brasileiro ainda mais à mercê de figuras sinistras como esse Alberto Youssef. Quando, então, a totalidade das doações privadas for para a clandestinidade, é gente como ele que passará a ditar as regras nos bastidores da política.

O julgamento ainda não acabou, e ministros podem mudar seu voto enquanto não se conclui a votação. Espero que homens e mulheres tão responsáveis ponham a mão na consciência e olhem direito para o que está em curso. Uma decisão desastrada pode unir, definitivamente, a política e o crime organizado. Será o pior dos mundos.

12 Aug 20:25

Petrobras treina jurídico para enfrentar a CPI

by giinternet

Por Cecília Ritto, na VEJA.com:
A mobilização na Petrobras para minimizar os impactos da CPI criada com o objetivo de investigar os contratos da estatal incluiu um treinamento específico e detalhado para a área jurídica da empresa. Foram cinco aulas, cada uma de duas horas, de 26 de junho a 11 de julho, no quinto andar da empresa, no Rio de Janeiro. Todas ministradas pelo advogado Manoel Messias Peixinho, professor da PUC-Rio e autor do livro Comissões Parlamentares de Inquérito: princípios, poderes e limites. Os advogados estavam preocupados com as pressões feitas pela diretoria da Petrobras para ocultar, com uma tarja preta, informações consideradas sigilosas de documentos relativos à venda da refinaria de Pasadena, no Texas.

Muitos desconheciam o que poderia ser omitido e o que teria de ser mostrado. O grupo também não sabia como proceder diante das orientações para atrasar a entrega de alguns papéis e responder parcialmente às demandas da CPI, uma das questões centrais do curso. Segundo fontes da empresa, alguns advogados se mostraram totalmente despreparados – conceito como sigilo de justiça foi explicado à turma. Também foram exibidos e comentados vídeos dos depoimentos de Graça Foster e de Nestor Cerveró à CPI, para ajudar os “alunos” a melhor orientar seus chefes.

O treinamento é parte de uma ofensiva da Petrobras para evitar maiores desgastes à imagem da empresa. Mostra a extensão, também no Rio de Janeiro, da preocupação da estatal com a CPI, que, em Brasília, chegou ao cúmulo da montagem de um esquema de recebimentos antecipados das perguntas que seriam feitas pelos parlamentares, como revelado por VEJA.

A ação implicava em uma grande encenação na inquirição feita pelo congresso. As respostas dadas pela diretoria estavam na ponta da língua. Um vídeo divulgado na íntegra por VEJA nesta semana, com vinte minutos de duração, mostrou uma reunião na Petrobras, no escritório de Brasília, para organizar a armação. No Rio, a tentativa da empresa de travar documentos ao Congresso sobre os prejuízos da compra de Pasadena, nos Estados Unidos, é mais uma página dessa história de faz de conta.

11 Aug 20:51

YALT and the Future of the CRCNA

by Benjamin Palmer

YALT_SignI have recently begun following the Christian Reformed Church’s Young Adult Leadership Taskforce (YALT); as I have mentioned before, my wife was raised in the CRC and her parents are still members of a CRC church. I’ve filled the pulpit for two of the largest CRCNA churches in her hometown. Because of these ties to the denomination that once produced Geerhardus Vos, Cornelius Van Til, and Louis Berkhof, I continue to watch with the CRC with an ever-growing degree of concern for the direction of their theological drift.

The existence of YALT has done nothing to assuage my concern.

Ever since Synod 1995, the CRC clearly been drifting towards theological liberalism. Synod 1995 was notable for two significant events: it was the year that the CRCNA decided to permit the ordination of women to the offices of minister and elder—a decision that attracted considerable attention. The same Synod also decided that congregations would be allowed not to hold a second service on the Lord’s Day—a decision that attracted very little attention at the time and since, although it is no less monumental.

Both of these Synondical decisions can only be described as historic judgments on the part of the CRC. The first tells us something about the authority of Scripture in an ostensibly confessional Reformed denomination. The second tells us something the relative importance of the means of grace in the life of an ostensibly confessional Reformed denomination. Neither decisions were good signs.

As I explored the YALT website, I noticed several disturbing posts that are suggestive of the future direction of the CRCNA; one in particular on the benefits of postmodernism, really stood out. Another on the question of same-sex relationships also caught my eye. While I could spend my time focusing on how significant the undergirding relationship between those two posts are, I thought it would be more interesting to focus on some of the details in the second post.

The post in question quite helpfully lays out what the author sees as the three main positions in the CRCNA at the moment:

  1. Those who maintain the official position of the CRCNA, that while being gay is not intrinsically sinful, engaging in a gay lifestyle is, and hence celibacy is mandated.
  2. There are those who, based on relationships with gay family members and friends, are rethinking the issues surrounding homosexuality, and find themselves wondering if there is a place for these individuals within the CRC.
  3. Finally, there is another group that would maintain that by repudiating monogamous same-sex relationships, those who find themselves in group one are in fact excluding individuals from the kingdom of heaven. This is actually an amalgamation of two distinct sub-groups: one believes the Bible to be unclear on the issue of homosexuality, and the other thinks that the question doesn’t rise to the level of being essential to the gospel.

I should say at this point that while I appreciated the author’s attempt at a taxonomy of the CRC on this issue, I’m not sure how beneficial it is. First, because there is a wider difference of opinion than the taxonomy would lead you to believe; second, because I don’t think the lines of demarcation are that clear between groups two and three.

But it is in the following paragraph(s) that YALT’s undergirding theology becomes crystal clear: just take a look at their book recommendations.

YALT Capture

Now, I haven’t read Generous Spaciousness or Washed and Waiting, so I can’t speak to the theological foundation of those works. However, if we put those aside, and look at the rest of the list, one stark fact emerges. All of the other books are written from a revisionist perspective. Why didn’t YALT recommend The Bible and Homosexual Practice, by Robert A.J. Gagnon, or Homosexuality: A Biblical View, by Greg Bahnsen, if only for balance? Could it be because, like nearly all revisionists on this subject, they’re interested in a monologue rather than a dialogue?

This is just one more sign that the CRCNA’s future is getting dimmer.


11 Aug 18:46

Every Day Is Goof-Off-At-Work Day At the US Patent and Trademark Office

by samzenpus
McGruber writes An internal investigation by the U.S. Patent and Trademark Office found that some of its 8,300 patent examiners repeatedly lied about the hours they were putting in and many were receiving bonuses for work they did not do. While half of the USPTO's Patent Examiners work from home full time, oversight of the telework program — and of examiners based at the Alexandria headquarters — was "completely ineffective," investigators concluded. The internal investigation also unearthed another widespread problem. More than 70 percent of the 80 managers interviewed told investigators that a "significant" number of examiners did not work for long periods, then rushed to get their reviews done at the end of each quarter. Supervisors told the review team that the practice "negatively affects" the quality of the work. "Our quality standards are low," one supervisor told the investigators. "We are looking for work that meets minimal requirements." Patent examiners review applications and grant patents on inventions that are new and unique. They are experts in their fields, often with master's and doctoral degrees. They earn at the top of federal pay scale, with the highest taking home $148,000 a year.

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11 Aug 16:04

About Half of Kids' Learning Ability Is In Their DNA

by samzenpus
Taco Cowboy writes with this story about new research that finds a strong genetic component to a child's ability in math and reading. "You may think you're better at reading than you are at math (or vice versa), but new research suggests you're probably equally good (or bad) at both. The reason: The genes that determine a person's ability to tackle one subject influence their aptitude at the other, accounting for about half of a person's overall ability. The study, published Tuesday in the journal Nature Communications, used nearly 1,500 pairs of 12-year-old twins to tease apart the effects of genetic inheritance and environmental variables on math and reading ability. The researchers administered a set of math and verbal tests to the children and then compared the performance of different sets of twins. They found that the twins' scores — no matter if they were high or low — were twice as similar among pairs of identical twins as among pairs of fraternal twins. The results indicated that approximately half of the children's math and reading ability stemmed from their genetic makeup. A complementary analysis of unrelated kids corroborated this conclusion — strangers with equivalent academic abilities shared genetic similarities. What's more, the genes responsible for math and reading ability appear to be numerous and interconnected, not specifically targeted toward one set of skills. These so-called 'generalist genes' act in concert to determine a child's aptitude across multiple disciplines. The finding that one's propensities for math and reading go hand in hand may come as a surprise to many, but it shouldn't. People often feel that they possess skills in only one area simply because they perform slightly worse in the other."

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11 Aug 16:03

Dilma dá sinais crescentes de alheamento da realidade e volta àquela cascata de que apurar lambanças na Petrobras corresponde a atuar contra a empresa

by giinternet

A presidente Dilma Rousseff dá sinais crescentes de alheamento da realidade. E as coisas sempre pioram depois que ela se encontra com Lula, como aconteceu no fim da semana que passou. A revista VEJA traz uma bomba: Meire Poza, ex-contadora do doleiro Alberto Youssef, que está preso, concede uma entrevista em que conta parte do que viu. Ela é hoje uma das principais testemunhas da chamada Operação Lava Jato, deflagrada pela Polícia Federal. Segundo Meire, a estatal era usada para abastecer um sistema criminoso de lavagem de dinheiro que envolvia políticos, empreiteiros e funcionários da empresa.

Muito bem! Dilma concedeu uma entrevista coletiva neste domingo no Palácio da Alvorada. Era a candidata falando, não a presidente. Segundo informa VEJA.com, afirmou: “Se tem uma coisa que a gente tem de preservar, porque tem que ter sentido de Estado, de nação e de país, é não misturar eleição com a maior empresa de petróleo do país. Isso não é correto, não mostra nenhuma maturidade. Eu acho fundamental que, na eleição e nesse processo que nós estamos, haja a maior e mais livre discussão. Agora, utilizar qualquer factoide político para comprometer uma grande empresa e sua direção é muito perigoso”.

Factoide político? Qual factoide? Meire Poza é uma das principais testemunhas — e ela confessa ter também praticado ilegalidades para o grupo — de uma operação deflagrada pela Polícia Federal, subordinada ao Ministério da Justiça. Dilma repete, agora em linguagem infelizmente um pouco mais compreensível — sempre é pior quando a gente entende o que ela fala —, as bobagens que disse a respeito da Petrobras na sabatina de que participou na CNA (Confederação Nacional de Agricultura e Pecuária do Brasil). Para ela, investigar as lambanças na estatal corresponde a prejudicá-la.

Errado! É justamente o contrário. Prejudicaram a empresa, senhora candidata, aqueles que a levaram a um prejuízo bilionário com um negócio desastroso: os seus aliados. Prejudicaram a empresa aqueles que usaram a tarifa de gasolina para conter a inflação em razão de uma política econômica desastrosa — nesse caso, o seu governo e a senhora, pessoalmente. Prejudicaram a empresa aqueles que a usaram e a usam para distribuir prebendas políticas, com o objetivo de manter unida a chamada “base aliada”.

A candidata Dilma decidiu ainda ser pauteira da imprensa. Referindo-se à proposta do tucano Aécio Neves e do peessebista Eduardo Campos de reduzir ministérios — há, no Brasil, 39 pastas; deve ser recorde no mundo —, ela afirmou: “Eu posso pedir uma coisa a vocês? Perguntem qual ministério eles vão reduzir”. Avançou: “Esse formato [39 ministérios] responde a um momento histórico do Brasil. O momento histórico mudando, eu mudo (…)”. Ah, bom… Num ato falho, disse: “Alguns deles vão evoluir e poder até não ser ministério”. Vale dizer: Dilma reconhece que evoluir, nesse caso, significa cortar ministérios. Mas ela promete deixar tudo como está. Ou seja: é a não evolução.

11 Aug 16:03

Um vídeo que expõe o horror promovido pelo Estado Islâmico do Iraque e do Levante. Ou: Quem financia os psicopatas homicidas?

by giinternet

O vídeo abaixo traz imagens fortes. Infelizmente, no entanto, creio que ele tem de se espalhar. É preciso que fique claro, com todo o sangue e com todas as mortes, o que é e como age o grupo Estado Islâmico do Iraque e do Levante (EIIL) — ou ISIS, na sigla em inglês, liderado por um psicopata que se identifica como Abu Bakr Al-Baghdadi, cujo verdadeiro nome é Ibrahim ibn Awad, ou “Califa Ibrahim”. Antes de fundar o EIIL, ele foi o braço da Al Qaeda no Iraque, e o próprio Bin Laden repudiava os seus métodos. Por incrível que pareça, chegou a ser preso pelas tropas americanas em 2005. Ficou quatro anos numa base no Iraque, mas foi solto em 2009.

Al-Baghdadi quer criar um califado em parte do território da Síria e do Iraque, hoje sob o domínio do grupo. No vídeo, vocês veem parte de 1.500 adolescentes que foram executados a sangue-frio, com tiros na cabeça, depois de implorarem por suas vidas. Os corpos ou foram enterrados, enfileirados, em cova rasa, ou foram jogados no rio. Há muito tempo o mundo não assistia a coisa parecida. Volto em seguida.

Retomo
A gente até pode não ter estômago para ver o horror até o fim, mas um vídeo como esse tem de circular. É preciso que a natureza dessa gente seja exposta. Os EUA já executaram quatro ataques aéreos às bases terroristas, o último, enquanto escrevo aqui, tinha acontecido no sábado. A ação, felizmente, facilitou o avanço das tropas curdas, que retomaram as cidades de Gwer e Makhumur. Depois de Barack Obama ter feito a espantosa besteira de ter deixado o Iraque entregue ao terror, toma agora uma providência — ainda modesta, diga-se.

Mohammed Shia al-Sudani, ministro dos Direitos Humanos do Iraque, afirmou neste domingo que pelo menos 500 pessoas da minoria yazidi, que professa uma religião pré-muçulmana e é considerada pelos jihadistas cultora do diabo, foram assassinadas desde que os terroristas chegaram à região da montanha do Sinjar. Mulheres e crianças teriam sido enterradas vivas. Assistindo ao vídeo, não há por que duvidar da informação. Dezenas de milhares de yazidis se embrenharam na montanha e estão encurralados.

Atenção: o vídeo tétrico foi feito pelo próprio grupo, e o narrador está exaltando as mortes como um trabalho de purificação. O que impressiona é que os terroristas estão armados até os dentes, com fuzis, tanques e bateria antiaérea. Quem financia essa gente? Essa, sim, é a investigação que os Estados Unidos e as potências europeias têm de fazer. Os financiadores do horror devem ser considerados o que são: terroristas também.

Aqui e ali, vejo que o nome do grupo não é bem compreendido. A palavra “levante” da sigla nada tem a ver com a sua revolta em si. O “Levante” — “Oriente ou Leste”, na origem Latina — compreende uma região. O “Levante Mediterrâneo” vai da Faixa de Gaza até parte da Turquia, passando por Israel, Jordânia e Síria. Assim, o celerado Baghdadi quer construir o seu califado em toda essa área, além, claro!, do Iraque, onde nasceu. São as suas modestas pretensões. É claro que ele não vai conseguir. Mas quantos mais pretende matar em sua sanha homicida?

11 Aug 16:03

Eleições: PT larga em desvantagem na corrida ao Senado

by giinternet

Por Gabriel Castro, na VEJA.com:
Nas eleições de 2010, além de eleger sua candidata, a então ministra Dilma Rousseff, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva ditou outra prioridade ao PT: ampliar sua bancada no Senado, a Casa Legislativa que lhe impôs derrotas cruciais ao longo do mandato – a maior delas, o fim da cobrança da CPMF (Contribuição Provisória sobre Movimentação Financeira, o extinto imposto do cheque). Na época, Lula tinha como obsessão derrotar desafetos como Arthur Virgílio (PSDB-AM), Tasso Jereissati (PSDB-CE) e Heráclito Fortes (ex-DEM-PI). O esforço deu certo: há quatro anos, o PT elegeu 8 senadores, formando uma bancada de 14 cadeiras – naquela eleição, duas cadeiras por Estado estavam em disputa. Quatro anos depois, pelo menos na largada da corrida eleitoral, a situação é diferente. Vinte e sete das 81 cadeiras do Senado Federal estão em jogo nessas eleições. Dezesseis delas pertencem a partidos aliados à presidente Dilma Rousseff; nove, a oposicionistas. De acordo com as pesquisas de intenção de voto, a situação pode se inverter: se o cenário atual se mantiver até outubro, pelo menos dezesseis adversários do PT serão eleitos.

Nessa conta estão integrantes do bloco PSDB-DEM, aliados do presidenciável Eduardo Campos e peemedebistas considerados rebeldes. Em apenas seis Estados há uma vantagem clara para o candidato dilmista. O PT está à frente em somente um deles: Pernambuco, onde João Paulo Lima, ex-prefeito do Recife, é o mais cotado. A potencial conquista não compensaria as três cadeiras que o partido perderá com o fim da atual legislatura. Hoje, o PT possui treze senadores. O PMDB, a maior bancada, tem dezenove.

O panorama não é definitivo e, como apenas um terço das cadeiras do Senado serão renovadas, o impacto dessas eleições é relativo. Os parlamentares aliados do PT continuam sendo ampla maioria dentre os 54 senadores que têm mais quatro anos de mandato a cumprir. E pode haver outras mudanças na composição do Senado porque seis senadores com mandato estão disputando outros cargos. Se forem bem sucedidos, deixarão seus postos nas mãos dos suplentes, que frequentemente são filiados a outras legendas. Além disso, ainda faltam quase dois meses para as eleições, e o panorama pode mudar. Feitas todas as ressalvas, a verdade é que o cenário atual é ruim para o PT. A situação em alguns estados importantes dá uma amostra das perspectivas dessa eleição.

Em São Paulo, por exemplo, o problema é a falta de nomes: o senador Eduardo Suplicy (PT) ocupa o cargo há 23 anos e quer mais oito anos de mandato. As pesquisas até aqui mostram que o eleitorado paulista prefere José Serra (PSDB).

Antônio Anastasia (PSDB), ex-governador de Minas Gerais, tem o caminho livre para chegar ao Senado. Em Santa Catarina, Paulo Bornhausen (PSB) é o primeiro colocado nas pesquisas. No Rio Grande do Sul, o estreante Lasier Martins (PDT) tem uma pequena vantagem diante de Olívio Dutra (PT). Lasier pertence a um partido aliado de Dilma, mas integra uma coligação com o DEM no Estado. Na Bahia, quem lidera as pesquisas é o peemedebista rebelde Geddel Vieira Lima, aliado do DEM no plano estadual. O Ibope divulgou na última semana um levantamento apontando Ronaldo Caiado (DEM) como favorito à conquista de uma cadeira em Goiás.

A articulação petista parece ter deixado de lado o Senado para priorizar as candidaturas aos governos estaduais em meio a turbulências, como a queda na popularidade da presidente Dilma Rousseff, os desentendimentos entre PT e PMDB, a consolidação da candidatura de Aécio Neves (PSDB) à Presidência e o surgimento de uma terceira via capitaneada por Eduardo Campos (PSB). ”Em vários estados PT e PMDB não conseguiram articular uma coligação. Isso foi um problema em 2010, mas em 2014 virou um algo muito maior” diz o professor David Fleischer, do Instituto de Ciência Política da Universidade de Brasília.

Ainda há tempo para muitas reviravoltas, mas o começo da corrida eleitoral ao Senado deve colocar os petistas em alerta: os planos de obter a maior bancada da Casa agora parecem distantes da realidade. O exemplo do Ceará é simbólico: o mesmo Tasso Jereissati derrotado em 2010 agora tem uma larga vantagem sobre os outros candidatos, segundo pesquisas. É cedo, mas pode ser o primeiro sinal de que alguns rumos mudaram.

11 Aug 16:02

Introducing The ESTL Modular Self Protection Pod

by Saab AB
.:

ESTL on Gripen - Liander_940_528.jpg
Thanks to the fast paced development in the field of defense technology, missiles are becoming increasingly smart. Today’s air forces therefore need a solution that equips them with the capability to counter the latest in missile technology.

Enhanced Survivability Technology (ESTL), whose maiden flight on Gripen was carried out in June this year, offers effective missile approach warning to counter RF and IR threats of the future.

ESTL provides covert sustainable pre-emptive dispensing, missile warning, forward firing of flares and cocktail dispensing. All these capabilities have been incorporated into the form-factor of a missile utilizing the well established AIM-9 Sidewinder and AIM-120 AMRAAM interfaces and characteristics for lean aircraft integration.

ESTL which can handle up to eight threats at a time, brings together several components from Saab's countermeasures portfolio, including BOL and BOP dispensers, integrated defensive aids system (IDAS) system as well as the defensive aids control unit.

“ESTL offers enhanced survivability in combat and conflict situations. Traditional Countermeasures may encounter difficulties with the latest generation of AAMs and SAMs, but the ESTL concept includes a module of forward firing flares. This, together with the missile approach warning sensors and an optional chaff capability, makes ESTL a powerful shield against the latest missile developments,” says Carl-Johan Bergholm, Head of Business Unit Electronic Warfare Systems at Saab. 

Read more about ESTL here

Published: 8/11/2014 11:15 AM
11 Aug 16:01

Israel and the Arabs in War: Two observations

by Fabian Pascal

Two observations to share.

1. Hamas leaders insists that they have no more intense desire than to martyr themselves, but at the first opportunity to fulfill that desire they burrow almost instantly underground and let their grunts and population to get the virgins. Israel, on the other hand, boasts about sanctification of life, but its commanders are the first at the front line and are a large percentage of the killed in battle. Requires no comment.

2. In "For a Fistful of Dollars" Clint Eastwood, after shooting Eli Wallach by raising a gun from under water in his bath while the latter aimed a gun at him and talked a lot, says "If you have to shoot, shoot, don't talk!".
I was reminded of that when I observed an interesting mutual reversal in the behavior of Israel and the Arabs with respect to their conflict.

I lived in Israel in 1967 during the six day war and remember a very obvious difference between Arabs and Israel: the former issued huge amounts of ridiculous boasts and threats, while Israel was mum, but always won hands down militarily, usually with initiative, aggressivity, courage, risk-taking, extreme creativity and the advantage of surprise, forcing the enemy to "dance to its tune", so to speak.

But judging by the latest skirmishes, the two sides seem to have switched roles. Lots of boasting and threats in Israel e.g.,
but push comes to shove, while they don't lose, they don't win either.  It routinely ends something like this round:
... Egypt had been unable to bring Hamas around to any compromise because “you [Israel and the IDF] haven’t hit them hard enough.” ... Therefore, there was no point in sending Israel’s envoys back to the Egyptian capital for negotiations on a durable ceasefire, because they would be coming on a fool’s errand ... The Egyptian ceasefire initiative proposed by Egyptian President Abdel-Fattah El-Sisi had nowhere to go, until Israel’s armed forces clobbered Hamas’ military wing, Ezz e-Din Al-Qassam, into submission ... The prime minister and defense minister Moshe Ya’alon had counted on the 72-hour ceasefire, which expired Friday morning, providing Hamas commanders with a chance to come out of their bunker hidey-holes and view the devastation on the Gaza Strip surface. They would then be shocked into throwing in the towel – or so it was hoped. But instead, Hamas commanders immediately seized on the ruins as an opportunity to parade the Palestinians of Gaza to the world as victims of “Zionist” inhumanity, of which they hands were entirely clean ... By now, Netanyahu and Ya’alon appear to be stumped for a policy. All their military and political maneuvers, including their decision to limit the IDF ground incursion in the Gaza Strip last month to a depth of no more than one kilometer, failed to wrest the tactical initiative of the war from Hamas or bring harm to its military wing.
On the other hand, the Arabs have not really stopped boasting or threatening, but they certainly do less of that and it is not as frequent or ridiculous, while their creativity has much improved and they seem to take the initiative and make Israel dance to their tune.

Israel should take Clint's advice.



11 Aug 15:52

Filming Desire

by Claire Levis

Recently, I sat down to watch Desire of the Everlasting Hills, a newly released documentary about three Christians who pursued their attraction to members of the same sex but then—after diverse experiences and disappointments—embraced chastity and their erstwhile faith. One had pursued the New York fast life, another monogamous stability, and the third had attempted to eschew an Evangelical upbringing in response to his inclination toward men. The documentary was produced by Courage, the much-maligned ministry of the Roman Catholic Church that aids those with same-sex attractions who seek to live chastely.

The subjects, Rilene, Dan, and Paul, respond to the prompts of interviewers with apologies for being a little too honest, or slightly too graphic, but their candor lends the film its potency. Artfully focused bar shots, breathtaking vistas, and jangling cityscapes add texture as each story repeats the same refrain: Our hearts thirst, but what we consume cannot slake. One recounts sleeping with a thousand men, another reveals being consumed with materialism, and the third expresses a desire for stability and children. Rilene, Dan, and Paul describe their world-weariness and the peace they’ve found in Christ.

As they cried, overwhelmed by the confirmation of love and mercy poured out in the Eucharist, I could not hold back my own tears. These are not “gay issues”; these are human issues. Indeed, they were my own. At twenty-one I’d been drunk on sexual power, alcohol, and the quest for social affirmation, presuming God’s mercy while living a double life. I was spiritually dead, unable to see the demolition of which I was both perpetrator and victim. It wasn’t until I experienced sexual assault that my life came to a stand-still. I finally had to admit to myself that this chase had proven self-destructive and fruitless.

And so I tried something different: I tried to re-orient my desires to God. I pursued therapy and sobriety, but the best remedy was undeniably the outpouring of grace that came when I stepped into the confessional, knelt down, and uttered those beautiful words, “Bless me, Father, for I have sinned.” Despite my presumptuousness, Christ met me in the Eucharist, opening me to His grace. He pursued my thoughts, quietly removing the corruption in my heart, immediately filling each spiritual cavity with Himself. Soon, I even began to no longer desire false things.

It seems that I am not alone in finding Rilene, Dan, and Paul’s experience deeply relatable. “These stories are as richly textured as a nineteenth-century novel, suffused with hope and mystery, and told just about as well as I can imagine,” writes Eve Tushnet for the American Conservative. She goes on to highlight the commonality of faithfulness within Christian diversity, saying, “I think this movie would challenge any Christian—no matter their church affiliation or views on sexual ethics. It shows the wild diversity within orthodoxy, the sheer weirdness and unpredictability of faithful Catholic lives.” Faithfulness is the key. “If you care about the victims of the Lonely Revolution, you should see Desire of the Everlasting Hills,” Anthony Esolen says in Crisis, after detailing how thirsty for Christ is our post-sexual revolution. Rod Dreher, writing for the American Conservativedistills the movie perfectly. He writes, “That’s what startled me about the film: how it doesn’t make plaster saints of these three, or make them fit into a neat, clean story line. All of them obey the teachings of the Church, and do so with a palpable sense of joy. It’s very clear that they struggle, but what is so interesting about this is the paradoxical sense that this yoke is easy, the burden light, compared to the lives they had before.” Indeed, the burden is almost forgotten in their experience of joy.

Desire of the Everlasting Hills initially appears to be made to show how those with same-sex attraction can embrace Christ and chastity. But, as Dan, Rilene, and Paul’s stories flow, it becomes clear that the film’s ambitions are much greater. It shows that these three individuals’ struggles, fears, and triumphs are in no small measure our own. It reminds us of our shared humanity in emphasizing our basic human desire to love and be loved.

“What would younger Rilene think of Church Lady Rilene?” the interviewer asks. “Oh you know, all that church stuff,” Rilene laughs. “That’s just for people who are weak, people who can’t get it together. People who are poor and sick and who can’t manage their lives. True enough. Here I am.” You and me both, Rilene.

Claire Levis writes from Philadelphia.

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11 Aug 15:51

The 'Real World' and Database Design

by noreply@blogger.com (Fabian Pascal)

Conveying data fundamentals to practitioners, losing neither rigor, nor the audience is a difficult task. There are many experienced professionals with tool expertise, but poor foundation knowledge for which there is little regard. Even in academia education has been substituted by training, which is not the same thing.

One dilemma faced by an educator is the tension between the simplicity of examples effective for conveying general concepts or principles and the complexity of the reality to be represented in databases. The latter requires integration of many concepts and principles, as well as thorough business knowledge. This is part of the reason why I normally refrain from specific online modeling/design advice and limit myself to the general principles that must be adhered to in the process.

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11 Aug 15:50

Wiring Programmers To Prevent Buggy Code

by timothy
mikejuk (1801200) writes "Microsoft Researcher Andrew Begel, together with academic and industry colleagues have been trying to detect when developers are struggling as they work, in order to prevent bugs before they are introduced into code. A paper presented at the 36th International Conference on Software Engineering, reports on a study conducted with 15 professional programmers to see how well an eye-tracker, an electrodermal activity (EDA) sensor, and an electroencephalography (EEG) sensor could be used to predict whether developers would find a task difficult. Difficult tasks are potential bug generators and finding a task difficult is the programming equivalent of going to sleep at the wheel. Going beyond this initial investigation researchers now need to decide how to support developers who are finding their work difficult. What isn't known yet is how developers will react if their actions are approaching bug-potential levels and an intervention is deemed necessary. Presumably the nature of the intervention also has to be worked out. So next time you sit down at your coding station consider that in the future they may be wanting to wire you up just to make sure you aren't a source of bugs. And what could possibly be the intervention?"

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11 Aug 15:43

Netflix Now Works On Linux With HTML5 DRM Video Support In Chrome

by timothy
An anonymous reader writes "Beginning with the Chrome 38 Beta it's now possible to watch Netflix without any Wine/Silverlight plug-ins but will work natively using Chrome's DRM-HTML5 video capabilities with Netflix. The steps just involve using the latest beta of Chrome and an HTTP user-agent switcher to tell Netflix you're a Windows Chrome user, due to Netflix arbitrarily blocking the Linux build."

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