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11 Aug 15:49

F-Secure: Xiaomi Smartphones Do Secretly Steal Your Data

by timothy
They may be well reviewed and China's new top selling phone, but reader DavidGilbert99 writes with reason to be cautious about Xiaomi's phones: Finnish security firm F-Secure has seemingly proven that Xiaomi smartphones do in fact upload user data without their permission/knowledge despite the company strongly denying these allegations as late as 30 July. Between commercial malware and government agencies, how do you keep your phone's data relatively private?

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11 Aug 15:46

Just Sayin'

by Fabian Pascal

So Why Do Liberals Have Trouble Understanding the Pure Evil of Jihad? Well, they did not understand the evil of Nazism and they won't understand the evil of Jihad until it's too late. It helps that the first in line are the Jews, just as they always were. The world prefers to deplore dead Jews to saving them.

Hhhhmm, now where did we see this before?
Nah, there is no anti-Semitism, certainly not in the US.
But if there is, the Jews certainly have it coming anyway. As always. 

Want the conflict to end? Cancel UNRWA--the wholly owned subsidiary of Hamas--and treat the so-called refugees as all other refugees. But no, they are special. How? They are weapons against the Jews.

Told ya.



11 Aug 15:43

Graça Foster é alvo de inquérito da PF

by giinternet

Por Andreza Matais e Fábio Fabrini, no Estadão:
A Polícia Federal instaurou inquérito para investigar se a presidente da Petrobrás, Graça Foster, omitiu do Senado informações relacionadas à compra da refinaria de Pasadena (EUA) e sobre a existência de contratos celebrados pela empresa de seu marido, Colin Foster, com a estatal. O inquérito foi aberto após pedido do Ministério Público Federal encaminhado em junho, conforme informou ao Estado a assessoria de imprensa dessa instituição. Antes disso, Graça Foster havia prestado depoimento à Comissão de Infraestrutura do Senado.

A presidente da Petrobrás ainda pode responder a outro inquérito, que deve ser aberto na próxima semana, para investigar a denúncia de que teria combinado com senadores da base aliada na CPI da Petrobrás as perguntas que lhe seriam feitas na comissão investigativa. O MPF no Distrito Federal já abriu inquérito nas áreas cível e criminal para apurar essa suspeita – esse caso tem outros ex-diretores da estatal como alvo. A assessoria da PF informou que este caso está em análise. A corporação não quis comentar o inquérito já aberto sobre o depoimento de Graça no Senado. Ontem, ao defender a permanência de Graça Foster no comando da Petrobrás, a presidente Dilma Rousseff afirmou que “não há qualquer processo que pese contra” a presidente da estatal .

Audiência
O Ministério Público e a Superintendência da PF no Distrito Federal vão investigar se Graça Foster prestou informações falsas aos senadores, o que poderia configurar crime de falso testemunho. O alvo dessa apuração é o depoimento dela prestado em maio à Comissão de Infraestrutura do Senado. Na audiência, Graça afirmou que o Conselho de Administração da Petrobrás não teve responsabilidade na compra de Pasadena. Em 2006, o colegiado aprovou a compra de 50% da refinaria por US$ 360 milhões. Após litígio, a Petrobrás adquiriu a segunda metade por US$ 889 milhões. O custo total do negócio foi de US$ 1,2 bilhão. No mesmo depoimento, os senadores questionaram a presidente da Petrobrás sobre contratos da estatal com a empresa C.Foster Serviços e Equipamentos, pertencente ao marido de Graça Foster. Ela afirmou que a C.Foster não celebrou contratos com a Petrobrás.

Segundo a denúncia que motivou a abertura de procedimento no MPF e depois a do inquérito policial, a Petrobrás tem negócios com a C. Foster Serviços e Equipamentos. “A senhora Graça Foster foi muito além dos atos de improbidade alhures elencados. Ela, nitidamente, operou tráfico de influência para favorecer a empresa de seu marido no firmamento de 43 contratos com a Petrobrás, sendo 20 deles sem licitação”, escreveu o senador Mário Couto (PSDB-PA), autor de representação ao MPF que desencadeou a investigação oficial.

Ontem a estatal informou que, até o momento, “a presidente da Petrobrás não teve conhecimento da abertura do mencionado inquérito”.

11 Aug 15:42

Brookings Study Calls Solar, Wind Power the Most Expensive Fossil Alternatives

by timothy
turkeydance (1266624) writes A new study [PDF] from the Brookings Institution, a Washington think tank, argues that using solar and wind energy may be the most expensive alternatives to carbon-based electricity generation, even though they require no expenditures for fuel.....Specifically, this means nuclear power offers a savings of more than $400,000 worth of carbon emissions per megawatt of capacity. Solar saves only $69,000 and wind saves $107,000. An anonymous reader points out that the Rocky Mountain Institute find the Brookings study flawed in several ways, and offers a rebuttal.

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11 Aug 15:42

E-Visits To the Doctor To Top 75 Million In the US, Canada This Year

by timothy
Lucas123 (935744) writes "Telehealth medicine, or communicating remotely with patients through electronic means, will be used by nearly one in six North Americans this year, according to Deloitte. With an aging Baby Boomer population and a growing shortage of primary care physicians, electronic visits (eVisits) reduce both time and cost in treating common ailments. The overall cost of in-person primary physician visits worldwide is $175 billion. Globally, the number of eVisits will climb to 100 million this year, potentially saving over $5 billion when compared to the cost of in-person doctor visits. Last November, The University of Pittsburgh Medical Center (UPMC) revamped its patient portal, renaming it MyUPMC, and rolling out AnywhereCare, offering patients throughout Pennsylvania eVisits with doctors 24 hours a day, seven days a week either over the phone or through video conferencing. The service offers a 30-minute or less wait time and saves the hospital system more than $86 per patient over a traditional visit."

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11 Aug 15:40

Sardenberg, Miriam Leitão, os “editores” da Presidência e a república dos canalhas

by giinternet

O jornalista Carlos Alberto Sardenberg tem 67 anos. É uma das pessoas que mais trabalham no nosso meio. Tenho a ambição de rivalizar com ele no esforço ao menos. É competente, inteligente, claro, didático e boa-praça. A disposição que muitos jovens de 25 têm para reclamar da vida, ele tem para trabalhar. Sardenberg e Míriam Leitão tiveram seus perfis na Wikipédia editados em computadores da Presidência da República. Acrescentaram-se a suas respectivas trajetórias profissionais mentiras e difamações.

De computadores oficiais partiram outras intervenções — no caso, para acrescentar rapapés e elogios. Entre os beneficiados, estão ministros e ex-ministros como Moreira Franco, Antonio Palocci, Thomas Traumann, Ideli Salvatti e Alexandre Padilha, o assessor especial da Presidência Marco Aurélio Garcia o vice-presidente Michel Temer. A informação foi publicada ontem pelo jornal O Globo. Representantes de várias entidades protestaram contra a canalhice e pediram a apuração dos fatos: Associação Brasileira de Rádio e Televisão (Abert), Associação Brasileira de Imprensa (ABI), Federação Nacional dos Jornalistas (Fenaj) e Associação Nacional de Jornais (ANJ). Que bom! Achei que elas todas estivessem dormindo em berço esplêndido. Tanto melhor se acordaram. Por que escrevo isso?

Há menos de dois meses, Alberto Cantalice, vice-presidente do PT e homem do partido encarregado de administrar as redes sociais, tornou pública uma lista negra de nove pessoas, a maioria jornalistas, que ele chamou de “pitbulls da mídia”. Contou, para tanto, com a ajuda de um site conhecido por ter elevado a extorsão à categoria de “jornalismo alternativo”. Escreveu Cantalice:
“Personificados em Reinaldo Azevedo, Arnaldo Jabor, Demétrio Magnoli, Guilherme Fiúza, Augusto Nunes, Diogo Mainardi, Lobão, Gentili, Marcelo Madureira entre outros menos votados, suas pregações nas páginas dos veículos conservadores estimulam setores reacionários e exclusivistas da sociedade brasileira a maldizer os pobres e sua presença cada vez maior nos aeroportos, nos shoppings e nos restaurantes. Seus paroxismos odientos revelaram-se com maior clarividência na Copa do Mundo.”

O maior partido do país, como se vê, pedia cabeças. Não se ouviu um pio por aqui. Nada! A imprensa se calou. A Abert se calou. A ANJ se calou. A ABI se calou. A Fenaj se calou (é claro!; deve até ter aplaudido; afinal, ela e o PT são da mesma enfermaria…). Os jornalistas brasileiros se calaram. O site “Observatório da Imprensa” — contaram-me; eu realmente não li — abrigou um artigo de um canalha qualquer aplaudindo Cantalice e afirmando que fizemos por merecer. O protesto veio de fora: “Repórteres Sem Fronteiras”, a mais importante entidade em defesa da liberdade de imprensa, protestou com firmeza.

repórteres sem fronteiras

Acreditem: Janio de Freitas, colunista da Folha, como sou, protestou contra o protesto; atacou “Repórteres Sem Fronteiras” e, na prática, endossou a lista negra. Há pessoas que perderam a escala da vergonha.

Há quanto tempo existe uma verdadeira gangue de criminosos atuando na Internet para difamar, caluniar e injuriar pessoas? Há quanto tempo tenho denunciado aqui o farto financiamento que passaram a receber veículos de aluguel — especialmente na Internet — com o propósito de atacar a imprensa independente, os políticos da oposição e figuras do Judiciário? Sim, é claro que é grave usar o aparelho de Estado para difamar dois profissionais. Mas não é igualmente grave financiar com dinheiro público a cadeia do achincalhamento? Por que essas entidades — excluo a petista Fenaj da pergunta por motivos óbvios — nunca se manifestaram? A canalhice vai longe e chega a detalhes.

Entrem no Google e coloquem lá meu nome. Vai aparecer esta foto.

foto reinaldo distorcida

Nunca tentei me impor pela beleza, é verdade, só que eu sou este aqui, ó:

Reinaldo de verdade

O outro lá foi popularizado pela canalha a soldo. Um dos blogs que publicavam reiteradamente aquela “foto” tinha o patrocínio da… Caixa Econômica Federal. Sim, a mesma CEF que é tão minha como de Dilma; tão minha como dos petistas; tão minha como dos vagabundos. Mas, afinal, “eles” estão no governo, não é? Julgam-se os donos do estado. E também dos entes privados. Ou o Santander não entregou as quatro cabeças cobradas por Lula?

Usar computadores da Presidência da República para difamar perfis de jornalistas na Internet é só mais um degrau na ousadia da turma. Eles julgam que podem realmente fazer tudo. E vão além. A reação, com o perdão da expressão, brocha de setores da imprensa diante do Decreto 8.243, aquele dos conselhos populares, evidencia que nem todos estão devidamente equipados para enfrentar a sanha dos autoritários.

Miriam Leitão
Vi Miriam Leitão na televisão, indignada com o que fizeram com o seu perfil. É claro que ela tem razão, e é evidente que a ação é coisa de bandidos. Jamais aplaudiria o que fizeram com ela, mas não posso deixar de registrar aqui uma indignidade de que fui alvo: e uma das agentes foi… Míriam Leitão!

Quando fui contratado como colunista da Folha, em outubro do ano passado, Suzana Singer, a então ombudsman, saudou assim a minha chegada:
“Na semana em que o assunto foram os simpáticos beagles, a Folha anunciou a contratação de um rottweiler. O feroz Reinaldo Azevedo estreou disparando contra os que protestam nas ruas, contra PT/PSDB/PSOL, o Facebook, o ministro Luiz Fux e sobrou ainda para os defensores dos animais.”

Como se vê, o retrato escrito por Suzana Singer é tão fiel como aquela foto adulterada… O petista Cantalice e Suzana, petista ou não, só divergem na raça do cachorro. Ela acha que é rottweiler; ele, pitbull. Como “reação proporcional” é um tema da hora, como eu deveria responder? Chamar um de cão e a outra de cadela? Sou menos “feroz” do que Suzana e Cantalice.  Miriam Leitão, em sua coluna no Globo — sim, no Globo! — me brindou com esta gentileza:
“Recentemente, Suzana Singer foi muito feliz ao definir como ‘rottweiller’ um recém-contratado pela ‘Folha de S.Paulo’ para escrever uma coluna semanal. A ombudsman usou essa expressão forte porque o jornalista em questão escolheu esse estilo. Ele já rosnou para mim várias vezes, depois se cansou, como fazem os que ladram atrás das caravanas.”

É claro que respondi. E, em minha resposta, lia-se o seguinte trecho (prestem atenção aos números):
Tola. Prepotente. Reitero o que já publiquei em outro post. Em sete anos e meio, Miriam Leitão teve o nome escrito neste blog 29 vezes. Atenção! Com 40.065 posts e 2.286.143 comentários, há VINTE E NOVE MENÇÕES (estão todas reunidas aqui). Dessas 29, 14 são meras referências (“Fulano disse para Miriam Leitão que…”). Em sete das vezes, elogio a jornalista. Em oito posts, contesto opiniões suas — contesto, sem ofensa. O arquivo está aí, e vocês podem fazer a pesquisa.

Eis aí. Não vou aplaudir a canalhice que fizeram com ela, não, embora, em seu texto, sem que eu jamais a tivesse ofendido, ela se refira a mim três vezes como cachorro. Leitão não é, infelizmente, mais tolerante do que aqueles que a agrediram na Wikipédia. Aliás, a linguagem de seus detratores é mais decorosa do que a que ela empregou contra mim. E observem que Miriam me considera o responsável pela agressão que Suzana e ela própria praticam contra mim. Ou por outra: a jornalista está dizendo que sei por que estou apanhando. O fato, no entanto, de ela e seus detratores se irmanarem nos métodos não torna justo o que fizeram com ela, especialmente porque se usou um aparelho público para fazer o serviço sujo.

Ainda voltarei a esse tema, sim. Escrevi ontem o que considero um dos melhores textos dos que produzi para a Folha. Trato de duas categorias de ladrões: os de dinheiro público e os de instituições. Ambas fazem um mal imenso ao Brasil, mas os ladrões de instituições conseguem ser ainda piores.

Uma coisa é a gente ser duro no debate, e eu sou; dizer com clareza o que pensa, e eu digo; não ser ambíguo, e eu nunca sou. Outra, muito distinta, é querer eliminar o adversário da peleja como se fosse inimigo, atribuindo-lhe o que não pensa ou não fez ou expropriando-o até de sua humana condição. Miriam Leitão conhece os dois lados: como agressora e como agredida. Com uma, eu me solidarizo — não por ela, que não precisa de mim, mas em nome de um princípio. A outra, eu apenas lastimo. Deve ser bem chato ser vítima de um método do qual a gente próprio é usuário, não é mesmo?

Mas nunca é tarde para aprender, nem que seja com aqueles que detestamos ou que nos detestam.

11 Aug 15:40

Decapitações, crucificações, execuções sumárias: o horror imposto pelos jihadistas no Iraque e na Síria

by giinternet

Na VEJA.com:
Nem mesmo crianças são poupadas da fúria selvagem dos jihadistas do Estado Islâmico do Iraque e do Levante (EIIL). O avanço do grupo terrorista obrigou os Estados Unidos a atacarem o território iraquiano pela primeira vez desde a retirada das tropas, em 2011. Execuções sumárias, decapitações, amputações e crucificações compõem um modus operandi de brutalidade incomensurável, que faz empalidecer até mesmo a violência da Al Qaeda.

Ao ordenar a ação, o presidente Barack Obama mencionou a necessidade de ajudar a minoria yazidi, que foi encurralada pelos terroristas em regiões montanhosas de Sinjar, onde estão morrendo de fome e sede. Essa minoria segue uma religião pré-islâmica que o EIIL vê como ‘demoníaca’. “Crianças estão morrendo de sede, enquanto isso, o EIIL pede a destruição sistemática de toda a população yazidi, o que constituiria genocídio”, disse Obama.

Em Raqqa, na Síria, o grupo expôs as cabeças de várias vítimas em postes. Em uma das gravações da selvageria postadas no YouTube, um cristão é forçado a se ajoelhar, cercado de homens mascarados que o forçam a se ‘converter’ ao Islã. A vítima é decapitada. Em outro vídeo, um narrador afirma que os corpos expostos são de soldados sírios.

Depois de proclamarem a criação de um Estado islâmico em um vasto território entre a Síria e o Iraque, extorquindo os que quiserem ‘proteção’, os jihadistas divulgaram uma lista de regras para moradores da província de Nínive, no noroeste iraquiano. O jornal The Washington Post reproduziu algumas delas: “todo muçulmano será bem tratado, a menos que esteja aliado com opressores ou ajude criminosos”; “qualquer pessoa que roube ou saqueie enfrentará amputações”; “rivais políticos ou armados não serão tolerados”; “policiais e militares podem se arrepender, mas quem insistir em apostasia será morto”; “a lei da sharia será implementada”; “sepulturas e santuários serão destruídos”; “as mulheres são informadas de que a estabilidade está no lar e, por isso, não devem sair sem necessidade. Elas devem estar cobertas com vestes islâmicas completas”. E ainda, um ‘conselho’: “seja feliz por viver em uma terra islâmica”.

A força mais incivilizada em ação no Oriente Médio usa a violência chocante também como apelo para recrutar radicais islâmicos ao redor do mundo. No Instagram, um jihadista britânico escreve, abaixo de uma foto em que um homem aparece ao lado de várias cabeças decepadas e um esqueleto falso: “Nosso Irmão Abu B do Isis posa com seus dois troféus depois da operação de ontem. O esqueleto não é real”.

A maioria dos recrutados são jovens. E uma nova geração de jihadistas está sendo preparada. A revista Vice divulgou um vídeo em sua página na internet no qual uma criança belga diz ser do Estado Islâmico e afirma que não quer voltar para a Bélgica porque lá há “infiéis que matam muçulmanos”. Ele fala de maneira relutante, ao lado do pai, membro do EIIL. “O que você quer ser, um jihadista ou executar uma operação suicida?”, pergunta o pai. “Jihadista”, responde o menino.

11 Aug 15:38

A contadora de Alberto Yousseff conta tudo à revista VEJA. Prefeituras do PT eram a grande fonte do doleiro

by giinternet

A revista VEJA desta semana traz uma reportagem com Meire Bonfim Poza. Eis a capa.

capa da veja

Quem é ela? Meire era a contadora do doleiro Alberto Yousseff. Meire viu, ouviu e participou de algumas das maiores operações do grupo acusado de lavar R$ 10 bilhões de dinheiro desviado de obras públicas e destinado a enriquecer políticos corruptos e a corromper outros com pagamento de subornos. Qual era a fonte privilegiada da mamata? Prefeituras do PT.

Meire Poza viu malas de dinheiro saindo da sede de grandes empreiteiras, sendo embarcadas em aviões e entregues nas mãos de políticos. Durante dois anos, Meire manuseou notas fiscais frias, assinou contratos de serviços inexistentes, montou empresas de fachada, organizou planilhas de pagamento. Ela deu ares de legalidade a um dos esquemas de corrupção mais grandiosos desde o mensalão.

Meire sabe quem pagou, quem recebeu, quem é corrupto, quem é corruptor. Conheceu de perto as engrenagens que faziam girar a máquina que eterniza a mais perversa das más práticas da política brasileira. Meire Poza era a contadora do doleiro Alberto Youssef — e ela decidiu revelar tudo que viu, ouviu e fez nos dois anos em que trabalhou para o doleiro.

“O Beto era um banco de dinheiro ruim. As empreiteiras acertavam com os políticos, e o Beto entrava para fazer o trabalho sujo. Ele passava o tempo todo levando e trazendo dinheiro, sacando e depositando. Tinha a rede de empresas de fachada para conseguir notas e contratos forjados”, diz. Um dos botes mais ousados de Youssef, segundo ela, tinha como alvo prefeituras comandadas pelo PT.

O doleiro pagava propina de 10% para cada prefeito que topasse apostar em um fundo de investimento criado por ele. “E era sempre nas prefeituras do PT. Ele falava: ‘Onde tiver PT, a gente consegue colocar o fundo’”. André Vargas era um parceiro fiel. O deputado estava empenhado em fazer com que dois fundos de pensão de estatais, o Postalis (dos Correios) e a Funcef (da Caixa Econômica Federal), injetassem R$ 50 milhões em um dos projetos do doleiro.

Leiam a reportagem. É de estarrecer. As empreiteiras que fizeram contratos com a Petrobras não se saem bem na história. É um esquema de corrupção que rivaliza com o do mensalão e que, muito provavelmente, o supera no valor movimentado. Vejam qual é o “modus operandi” deles.

Post publicado originalmente às 21h55 desta sexta
11 Aug 15:36

Obama to Israel: Do As I Say, Not As We Do (UPDATED)

by Fabian Pascal

Obama came to the presidency with two convinctions regarding the ME.

The first, instilled into him by his Palestinian Arab friends and contributors, is that Israel is an "open wound" and the root of all problems in the ME: if only the US stopped supporting Israel, the Arabs and Muslims would stop hating America, peace and stability would reign in the ME and everybody will live happily ever after.

The second, sold him by his best friend Erdogan, is that the Muslim Brotherhood is the moderate Islam and the answer to radical Islamists such as Al-Qaeda and ISIS.

Because his policies have been driven by these absurd convinctions, the US has achieved exactly the opposite of its intentions and interests and those of its allies. The entire ME has  collapsed into jihad, chaos, massacre and destruction--and the US has antagonized all its allies and has become increasingly irrelevant in the region e.g. Why is the US on the sidelines as Cairo talks collapse?: The US has little credibility with Israelis and no influence over Hamas. Obama (or Kerry) said recently that Israel and the Palestinians don't always act in their own interest. Coming from them, this is rich, particularly since they won't let Israel act in its own interest.

Yet Obama has learned nothing from it. He is now bombing ISIS (the "bad Islam"), while pressuring Israel to stop defending itself from Hamas and turning a cold shoulder to Egypt for having removed the Muslim Brotherhood (the "good Islam") from power. ISIS in Iraq and Syria, Hamas in Gaza and the MB in Egypt were all empowered by US policy, started by Bush and messed up royally by Obama.

In Obama’s Department of State Issues Absurd Rules for Israel’s Conduct of War Abraham Miller writes:
In an act that was as fatuous as it was banal, President Barack Obama’s Department of State issued guidelines for Israel to follow in the conduct of an existential war that has been raging on its soil since 2005. The constraining guidelines impair Israel’s ability to defend itself. Moreover, no nation, including the U.S., has ever conducted a war in this fashion.
Because Israel is exclusively restrained in this manner, this is anti-Semitic.
If Israel would follow the example of America’s actual conduct in modern warfare instead of the administration’s attempts to placate the Islamic world by tying Israel’s hands behind its back, the war in Gaza would have been far more brutal and far more decisive.
Read the whole thing and see Miller prove it.
I’ll leave it to others to stand in moral judgment of American actions in the aforementioned wars. My point is neither to condemn nor to praise America’s conduct. Others have systematically studied these events in excruciating detail and are more qualified to render judgment.
My objection is simply that given our own experience, the sanctimonious pronouncements of the Obama administration about Israel’s conduct of the war in Gaza ring not only hollow; they sound like talking points for the brutal Hamas.
If fighting a brutal enemy that is willing to both ignore all the laws of civilized society and murder larger numbers of civilians gives justification to strategic bombing and targeting civilians, as it appears to have in World War II, doesn’t Israel have the same concerns and the same rights?
All that Israelis have to do is look at the broad spectrum of Islamic-wrought wanton violence in Syria and Iraq and throughout the Maghreb and know what awaits them. If Israel loses to Hamas, the carnage in Iraq and Syria will be nothing compared to what Hamas will do to the Jews.
The West has a reasonably good idea about that--it did not do a lesser job itself in the 40's and it would not exactly be sorry (Newsweek Highlights Second Jewish European Exodus). But there is poetic justice: Europe substituted Muslims for its Jewry and it serves it right (The black flag of ISIS is flying in London). The US should not make the same mistake.
It is time for the Department of State to look at its own history and decision making before condemning Israel to fight a war that will lead to the prospect of its own defeat. Obama seems to have Hamas’ back, not Israel’s. For those still in denial, this action should be the last straw.
 Which is exactly what I have been arguing for years.

UPDATE: Obama in interview with Thomas Friedman:

And because Israel is so capable militarily, I don’t worry about Israel’s survival. ... I think the question really is how does Israel survive. And how can you create a State of Israel that maintains its democratic and civic traditions. How can you preserve a Jewish state that is also reflective of the best values of those who founded Israel. And, in order to do that, it has consistently been my belief that you have to find a way to live side by side in peace with Palestinians. ... You have to recognize that they have legitimate claims, and this is their land and neighborhood as well.
Nobody can ever accuse him that he "worries about Israel survival". What he does not get--or does not want to get-- is that he has it upside down and backwards: it's the Palestinians who must find a way to live side by side with Israel, because they are the ones who refuse and are committed to genocide. Yet he pressures Israel to make suicidal concessions and prevents Israel from vanquishing terror and, thus, solve the conflict as all conflicts are sold.

As to the highlighted text, there you have it. It is precisely what I claimed was Israel's strategic mistake-- recognition of the Palestinians as a nation and, by implication, admission of having stolen land--both of which are bold lies! Once it did that, Israel gave Obama and "Jew-loving" Europe a way to undermine it as illegal occupier.

When the Palestinians are deemed legitimate and Israel not, you know the world is fucked up.




08 Aug 19:52

Dilma, os evangélicos, os políticos, Deus e o capeta

by giinternet

Pode haver outros, mas creio que poucos jornalistas combatem com tanta firmeza o preconceito que há no Brasil, nas camadas ditas mais cultas — no geral, são apenas pessoas orgulhosas do pouco que sabem e do muito que não sabem — contra os evangélicos. Na verdade, existe um preconceito muito forte contra os cristãos. Os católicos também são alvos constantes de desconfiança. Mas não vou tratar disso agora. O que me incomoda profundamente em período eleitoral é a busca desesperada dos políticos pelos votos dos crentes.  Muitos chegam a afirmar até uma convicção que não têm só para conquistar o eleitor.

Nesta sexta, por exemplo, a presidente Dilma esteve na Assembleia de Deus do Brás, em São Paulo – um braço da Congregação de Madureira. Foi convidada a discursar no Congresso Nacional de Mulheres da Assembleia de Deus Madureira, que reuniu fiéis de todo o país. Lembrou que o Brasil é um país laico, mas citou o Salmo 33, de Davi: “Feliz é a nação cujo Deus é o Senhor”. Então tá bom. Eu preciso lembrar aqui algumas coisas.

Quando ministra do governo Lula, Dilma concedeu mais de uma entrevista dizendo-se favorável à legalização do aborto. Está tudo documentado. Eu lido com fatos, não com impressões. Notem, leitores: um candidato tem o direito de pensar o que quiser. Não pode, ou não deve, é fingir o que não pensa. A então ministra chegou a comparar a eliminação de um feto com a extração de um dente. Houve uma forte reação dos cristãos — e percebam que, aqui, eu não estou me posicionando sobre o aborto, mas sobre a hipocrisia política. E se inventou uma Dilma que seria contrária ao aborto.

A então candidata foi a um programa de TV e se disse católica — chegando a chamar Nossa Senhora de “deusa”. O cristianismo é monoteísta, vale dizer: crê num único Deus. Nossa Senhora, como se sabe, é uma santa. Chegou a ir a Aparecida e foi filmada persignando-se — de maneira errada, diga-se. Eleita presidente, nomeou para o Ministério da Mulheres Eleonora Menicucci, uma defensora fanática do aborto, que já havia confessado tê-lo feito, em outras mulheres, com as próprias mãos. Fatos. Eu só lido com fatos.

Os cristãos, com mais ênfase os evangélicos, fazem um intenso trabalho de convencimento contra a descriminação das drogas, por exemplo. O governo desta Dilma que vai a um templo evangélico citar um Salmo de Davi pôs em prática uma política pública escancaradamente favorável à descriminação, ainda que o faça de maneira um tanto oblíqua. Em maio de 2013, vários entes federais promoveram um seminário em Brasília, patrocinado com dinheiro público, em favor da descriminação e da legalização das drogas. Não se convidou para o evento um único representante que se opusesse a essas teses. Fatos. O governo Dilma, por intermédio do Ministério da Saúde — especialmente na atual gestão, de Arthur Chioro, combate com unhas e dentes as chamadas comunidades terapêuticas, que atuam com dependentes químicos — algumas são ligadas a igrejas evangélicas. Fatos.

No dia 27 de janeiro de 2012, no Fórum Social de Porto Alegre, Gilberto Carvalho, secretário-geral da Presidência, afirmou que os petistas deveriam se preparar para travar com os evangélicos uma luta ideológica para disputar a chamada “classe C”. Entenderam? Para ele, seu partido e os cristãos dessas denominações têm interesses contraditórios.

Também não demonizo posições. Cada um pense o que quiser e dispute o coração do eleitor. O que estou cobrando é honestidade intelectual. Dilma tem o direito de defender a descriminação do aborto ou sua política simpática à descriminação das drogas. O que me desagrada, e isto vale para qualquer partido, é essa mania de alguns políticos de achar que Deus tem prazo de validade: geralmente, vai de julho a outubro dos anos pares, que são os eleitorais. Depois, quem costuma dar as cartas na política é mesmo o capeta do vale-tudo.

08 Aug 19:52

Long-Wave Radar Can Take the Stealth From Stealth Technology

by timothy
AbrasiveCat (999190) writes "In the continuing game of cat and mouse between offensive and defensive technologies of war, the technology of radar stealth may have been matched by new multiple frequency radar systems. U.S Naval Institute News reports the Chinese and Russians may be developing such systems. The present radar systems use high frequency waves for accurately locating an incoming target. Stealth aircraft are designed to adsorb or reflect these wave away from the receiver. It turns out longer wave radars can see the stealth aircraft. The longer wave radar lacks the precision of the high frequency radar, but when the two are combined, as the Russians, Chinese (and US) are doing, you can produce accurate targeting radar. The F117 may have been in a golden age for stealth technology, it will be interesting to see if the F35 arrives to late to be effective against other countries with advanced radar systems."

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08 Aug 14:48

Dilma no palanque depois de encontro com Lula: terrorismo, chantagem, inverdades clamorosas

by giinternet

A presidente-candidata Dilma Rousseff esteve num evento em São Paulo em que cinco centrais sindicais lhe empenharam apoio: CUT, UGT, CTB, NCST e CSB. Você não tem culpa nenhuma se jamais ouviu falar de algumas siglas. A maioria dos trabalhadores também não. São meros aparelhos, alimentados pela mamata do imposto sindical obrigatório. Não são centrais, mas cartórios de burocratas, que tomam, de maneira vergonhosa, um dia do trabalho de cada brasileiro que tem emprego formal. Antes de falar aos presentes, Dilma se reuniu privadamente com o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Ele anda descontente com os rumos da campanha. Segundo consta, quer, vamos dizer, um embate um pouco mais sangrento.

Parece que o encontro de ontem surtiu efeito. Dilma subiu no palanque e resolveu retomar aquela velha patacoada petista da luta do Bem contra o Mal, do “nós” contra “eles”. E, quando é assim, vocês sabem, a verdade é sempre a primeira vítima.

A presidente mandou ver, referindo-se aos tucanos: “Eles quebraram o Brasil três vezes; por três vezes, eles levaram o Brasil ao Fundo Monetário Internacional. No nosso período de governo Lula, fomos lá e pagamos. Eles levaram a inflação à estratosfera antes de entregar para nós o governo”. Dizer o quê? Há um único fato verdadeiro a ancorar uma porção de inverdades.

Na gestão tucana, é apenas um fato, o Brasil não quebrou nem três, nem duas, nem uma única vez. Trata-se de uma mentira escandalosa. O país recorreu ao FMI justamente para “não quebrar”, se é o caso de usar tal termo. “Quebrar” é deixar de honrar compromissos. Em oito anos, o país enfrentou ao menos cinco crises internacionais enquanto, atenção!, cuidava de debelar a inflação entranhada na economia. Como esquecer, e isto também é um fato, que o PT, o partido de Lula e Dilma, tentaram inviabilizar o Plano Real, recorrendo, inclusive, ao STF?

E Dilma seguiu adiante: “Sabe qual é a medida impopular que ele vai tomar? É acabar com a valorização do salário. É essa medida impopular que nós durante todo esse tempo mantivemos e que reparou a injustiça do passado e deu justiça no presente aos trabalhadores”.

Um candidato tem o direito de contestar a proposta de um adversário, mas não é moral e eticamente lícito lhe atribuir uma intenção que não tem. Mais uma vez, quero falar de fatos, de dados, de números. Dilma, que é candidata, mas é também presidente da República, tem de ter um compromisso com a verdade. Nos oito anos de governo FHC, o salário mínimo teve valorização real (descontada a inflação, pelo IPCA), de 85,04%; nos oito anos de Lula, foi um pouco maior: 98,32%; nos quatro anos da atual presidente, deverá ser de apenas 15,44%. Assim, sem que falte clamorosamente com a verdade, a petista não pode afirmar que os tucanos não promoveram a valorização real do salário mínimo. Promoveram, sim, e em condições bem mais adversas do que as enfrentadas por Lula.

Mas quê… O presidente da CUT, Vagner Freitas, mandou bala: “Se eleger Aécio ou Eduardo, eles vão jogar fora a política de valorização do salário mínimo. É por isso que eu sou Dilma. Não é por conta dela, é por conta de um projeto. Eles são os candidatos do patrão”.

Na manhã desta quinta, Aécio também se encontrou com trabalhadores. Participou de um minicomício na porta da Voith, fábrica de máquinas e equipamentos para indústria, no bairro do Jaraguá, zona norte de São Paulo. O evento foi organizado pela Força Sindical. O tucano fez um convite a Dilma: “Eu estimulo muito que ela vá às ruas, e não apenas nos eventos organizados e programados, que ela vá olhar nos olhos das pessoas e possa perceber que o sentimento do brasileiro hoje é de desânimo”.

Fim da chantagem
A política brasileira não pode mais ser feita na base do terrorismo e da chantagem. Até outro dia, o PT se colocava como único garantidor do Bolsa Família — e espalhava aos quatro ventos que seus adversários pretendiam extingui-lo. A oposição pôs fim a essa cascata propondo que o programa não dependa mais da boa vontade de governos.

Agora, creio que é preciso desmontar a outra falácia: a da suposta desvalorização do salário mínimo caso se eleja um candidato de oposição. Pelas regras atuais, o ano de 2015 será o último no qual será adotada a atual fórmula de correção: variação da inflação do ano anterior e do PIB de dois anos antes. Isso foi definido pelo Congresso Nacional no início de 2011.

Que os oposicionistas se organizem já e enviem ao Congresso uma proposta prorrogando a atual fórmula até 2019. E fim de papo! Vamos debater os reais problemas do Brasil e tirar os bodes e os fantasmas da sala. O PT vai ter de aprender a fazer campanha sem usar o Bolsa Família e o salário mínimo para fazer terrorismo e chantagem.

A propósito: o partido não tem nenhuma proposta a fazer sobre o futuro? Passará toda a campanha mentindo sobre o passado alheio e o próprio passado?

08 Aug 14:48

Minha coluna na Folha: “Ladrões de instituições”

by giinternet

Para lembrar uma imagem empregada certa feita por Diogo Mainardi –que tem sofrido tentativas descaradas e infrutíferas de clonagem na crônica tupinambá–, parte da imprensa está se comportando, no caso da fraude da CPI da Petrobras, como a Fada Sininho do PT, batendo as asinhas para ver se a bomba dos piratas estoura longe do Palácio do Planalto. É uma missão suicida, mas vale sacrificar a honra em nome de mais quatro anos na Terra do Nunca! Há um esforço danado para provar que os petistas, os assessores palacianos e o comando da estatal não fizeram nada demais ao transformar uma CPI numa pantomima ridícula.

Não que se esperasse, dadas as personagens, grande coisa dessa comissão. Mas, vá lá, admita-se que a folgada maioria que detêm os governistas em sua composição é regimental: deriva do desequilíbrio de forças no Senado, que traduz, no entanto, a vontade do eleitor. Nada a fazer a respeito. É legítimo, sim, lastimar certos aspectos da democracia. Só não é permitido solapá-la.
(…)
Os que me acompanham nesta Folha, no blog que mantenho na Veja.com ou na rádio Jovem Pan sabem que atribuo à roubalheira o peso que a coisa tem: comprovadas as culpas, cana para os larápios! Mas eu me ocupo mais dos ladrões de instituições do que dos ladrões de dinheiro público.
(…)
Um ladrão de dinheiro público é um caso de polícia; um ladrão de instituições é um caso de política. Um ladrão de dinheiro público faz um rombo no caixa; um ladrão de instituições faz um rombo numa cultura; um ladrão de dinheiro público morrerá um dia; um ladrão de instituições procria. Um ladrão de dinheiro público inviabiliza um projeto; um ladrão de instituições inviabiliza um país. Apelando agora a Padre Vieira: um ladrão de dinheiro público pode até ser enforcado; um ladrão de instituições manda enforcar.
(…)
Leia a íntegra aqui

08 Aug 14:48

Hamas rejeita prorrogar cessar-fogo; foguetes atingem Israel antes do fim da trégua; terroristas dizem que vão manter os ataques

by giinternet

Um terrorista do Hamas, com o rosto escondido, apareceu na Al Jazeera, informa o Jerusalem Post, para passar uma instrução aos negociadores palestinos no Cairo: ou Israel aceitava todas as condições do grupo para suspender os ataques com foguetes, ou eles deveriam abandonar a mesa de negociação. O Hamas exige o fim do bloqueio a Gaza e a libertação de pessoas ligadas ao grupo que foram presas na Cisjordânia em conflitos recentes. Não só isso: agora quer tambémconstruir um porto e um aeroporto. E tudo, claro!, sem se desarmar e sem mudar o seu programa, que prevê, como é sabido, a destruição do estado israelense. E aí… Vocês acham que Israel deveria topar essa conversa? Ou por outra: para suspender seus ataques com mísseis, o Hamas exige que o inimigo lhe franqueie condições de se fortalecer ainda mais, para voltar a atacar no futuro com ainda mais violência. É patético!

Os que insistem em transformar Israel no vilão da narrativa se esquecem de que esse Estado existe e existirá sempre, com paz ou com guerra. E, é evidente, a paz é melhor. Já o Hamas só existe porque a guerra existe. Sem ela, o que seria dele? É preciso dar uma resposta a essa pergunta caso se queira fazer uma abordagem honesta da questão.

Digamos, só para efeitos de pensamento — não é a minha proposta para a região — que Israel aceitasse voltar às fronteiras anteriores a 1967, com a criação do Estado palestino. O Hamas aceitaria? Deixaria de existir? O movimento se autodissolveria e se dedicaria, então, a governar o novo Estado, tentando garantir o bem-estar do seu povo? Qualquer pessoa com um mínimo de honestidade intelectual e de informação sabe que a resposta é negativa.

Que se registre: quatro horas antes do fim da trégua, dois foguetes oriundos de Gaza atingiram o território israelense. É assim que negociam os terroristas. O Hamas, que enfrentava crescente rejeição da população de Gaza, promoveu uma grande manifestação pública nesta quinta. Mushir al-Masri, um dos líderes terroristas, contribuiu para a paz com a seguinte fala: “Nossos dedos estão no gatilho, e nossos foguetes estão apontados para Tel Aviv”. O que lhes parece? Musa Abu Marzouk, outro representante do grupo, escreveu o seguinte no Facebbok: “A única garantia são as armas da resistência”.

Negociadores de Israel afirmaram que o país aceitaria, sim, prorrogar por mais 72 horas a trégua, conforme propôs o Egito, mas o Hamas recusou. E ainda anunciou que nem todos os seus túneis foram destruídos. Então tá. No atual estágio, o mais provável é que a guerra continue. Daqui a pouco, os cínicos e oportunistas começarão a derramar suas lágrimas de crocodilo pelas crianças palestinas. É claro que a morte de inocentes é um horror. É claro que é uma tragédia. Só que é preciso deixar claro quem são seus assassinos: os terroristas do Hamas e da Jihad Islâmica.

O terrorismo se fortalece com o sangue dos inocentes. Precisa vampirizar o povo palestino para que possa existir.

08 Aug 14:47

Was Newman Mistaken?

by Gerald McDermott

Peter Leithart is one of the most insightful Protestant thinkers of our day, but his recent post on “Tradition and the Individual Theologian” gave this Protestant pause. He begins with the assertion that “Catholics, Orthodox, and not a few Protestants have been known to reject theological novelties with a wave of the hand and an appeal to tradition.” They have, in other words, set up a dichotomy between tradition and new theological ideas. And, based on his last (rather startling) paragraph, Leithart readily places Newman in this camp. Newman was mistaken in asserting that to know history was to reject Protestantism, Leithart argues, for the history of theology is the history of individual thinkers who protested against the prevailing tradition and suggested new ways to think the tradition. So to object to all theological innovation—to think of tradition as a permanent feature of the theological landscape—is to misunderstand the history of theology.

Leithart is correct in pointing out that setting up a dichotomy between “Tradition” and “the individual” is highly problematic. But Leithart agrees with Newman more than he knows. We need only look to Newman’s Essay on the Development of Christian Doctrine (1845) to see that Newman thinks of the history of orthodox theology as a history of change and development, developed precisely by rethinking the tradition in light of new questions and suggesting new implications of the basic principles of the tradition.

Newman begins his Essay on the Development with an epistemological assertion: “It is characteristic of our minds to be ever engaged in passing judgment on the things which come before us. No sooner do we apprehend than we judge: we allow nothing to stand by itself: we compare, contrast, abstract, generalize, connect, adjust, classify: and we view all our knowledge in the associations with which these processes have invested it.” And, he goes on to say, the more dimensions the idea brought before the human mind has, the more it will arrest and possess the minds of men, and the more “real” or “living” it can be said to be.

The Incarnation, writes Newman, is one such living idea—it is, in fact, the living idea of Christianity. Because of the great mystery at its center, its aspects are numberless, and our limited human minds cannot see them all at once. This is why there must be a process of development: 

This process . . . by which the aspects of an idea are brought into consistency and form, I call its development, being the germination and maturation of some truth or apparent truth on a large mental field. On the other hand this process will not be a development, unless the assemblage of aspects, which constitute its ultimate shape, really belongs to the idea from which they start.

So, to take a few examples of developments according to Newman: “Original” sin is not stated in those words in the New Testament, and is not mentioned in either the Apostle’s or Nicene Creeds, but it has been adopted by all the western churches. The practice of penance is not shown explicitly in the Bible. But it is a necessary consequence of baptism, since there must be a way to receive public forgiveness and readmission to the visible Church after public sin.

But with the possibility of development comes the possibility of a corruption of the central living idea. The Church, led by the Holy Spirit in its growing understanding of biblical revelation, in its development, must also be prepared for a series of tests and conflicts:

Whatever the risk of corruption from intercourse with the world around, such a risk must be encountered if a great idea is duly to be understood, and much more if it is to be fully exhibited. It is elicited and expanded by trial, and battles into perfection and supremacy. . . . In time it enters upon strange territory; points of controversy alter their bearing; parties rise and fall around it; dangers and hopes appear in new relations; and old principles reappear under new forms. It changes with them in order to remain the same. In a higher world it is otherwise, but here below to live is to change, and to be perfect is to have changed often. [emph. added]

Faithful developments, writes Newman, are to be distinguished from corruptions by seven “notes”—it must correspond to its rudiments; it shows a continuity of principle; it assimilates and absorbs; it is a logical result of original teaching; it can be seen in earlier anticipations; it conserves orthodox teaching from the past; and it shows energy and permanence. In short, a faithful development is one which truly develops from what is in the biblical vision, and does not conflict with “the whole counsel of God.”

Newman believed that Luther’s doctrine of justification by faith was “extreme” and therefore not a faithful development, but a corruption. Newman had been an evangelical Protestant, and saw the incipient antinomianism in the English evangelicalism of his day as a mere continuation of this corruption. And no doubt Newman would say that today’s Protestant liberalism that rejects the catholic tradition on sex and marriage, and today’s evangelicalism that often rejects tradition in principle, are much the same: further corruption—the logical result of Luther’s unbiblical addition of the word “alone.”

So, in that sense, Leithart is right: Newman would object to the possibility of a Protestantism that protests historic doctrine that conflicts with modern social orthodoxy, and he would deny the legitimacy of those who deny the validity of tradition. But to those Protestants who want to think with the Great Tradition as they read the Bible, including those evangelicals like John Walton and Brent Sandy who celebrate the oral tradition in their Lost World of Scripture, Newman might say they are on the right track—that they are merely seeking to develop the idea of the Incarnation. He would no doubt say they must swim the Tiber to find the true expression of their findings, but he would also agree with Leithart that the proper use of tradition is not to refuse innovation but to consider new ways of developing its inner principles.

Gerald McDermott is the Jordan-Trexler Professor of Religion at Roanoke College. He is the co-author of A Trinitarian Theology of Religions (Oxford).

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08 Aug 14:47

The Power of Authenticity

by Wesley J. Smith

I recently watched my good friend Ralph Nader give a rousing speech before a standing-room only audience at the Commonwealth Club in San Francisco. The presentation was vintage Nader: He railed against the power of large corporations, used his biting sense of humor to poke the politically powerful, as he stepped on the toes of political friends (liberals foolishly won’t work with conservatives on issues of common interest because of a “yuck factor”) and foes alike, while happily spinning iconoclastic arguments ranging from an unexpected call for strong border enforcement (to protect wage levels) to urging government regulation of the emerging sharing economy such as Airbnb.

Nader was promoting his newest book, Unstoppable: The Emerging Left-Right Alliance to Dismantle the Corporate State. But his ultimate purpose wasn’t racking up royalties. Nader authors books for the same reason he mounted three Quixotic presidential campaigns (the first two of which I was part of): as a means to maximally amplify his ideas. Idealist that he is, Ralph truly believes that if he just works hard enough, speaks often enough, writes prolifically enough, and is interviewed frequently enough, he can convince us to democratically mold America into his vision of a just and virtuous society.

In the days afterward, I thought about Nader’s longevity as a leader and pondered why his “power of one voice” remains vibrant and influential nearly fifty years after exploding into the public’s consciousness with Unsafe at Any Speed. If I had to use one word to describe a very complicated phenomenon, it would be “authenticity.” Whether people love him or hate him, they know that Nader means what he says and willingly absorbs brickbats for his beliefs just as he basks in plaudits. In this age of spin, angle-playing, poll-testing, and consultant-driven PR gimmickry, there is tremendous power in that—as Nader’s ubiquitous accomplishments as a self-described “full time citizen” without formal political portfolio bountifully attest.

On the other side of the political street, authenticity also fuels Rush Limbaugh’s astonishing successes. Limbaugh has been a national public figure since the late 1980s, pioneering a new form of communication that profoundly changed the face of national media. As a “midlist” nonfiction author who once guested regularly on the nation’s many local talk radio shows, I lament the loss of thousands of these venues, destroyed by the blazing triumph of Limbaugh’s national syndication model of programming. But I can’t help but admire how Limbaugh—who like Nader, rose to prominence without the backing of family influence or fortune—forced the nation to take notice of his conservative political ideology.

Some denigrate Limbaugh as “just an entertainer.” I wouldn’t use the word “just” in that sentence, although, to be sure, he entertains. Limbaugh is one of the most talented broadcasters to have ever worked, a man who can make dropping a pencil interesting radio. Still, people love or hate Limbaugh because beneath his bombastic schtick of having “talent on loan from God” and despite occasional faux pas (like calling contraception advocate Sandra Fluke a sexist slur that turned her into a national figure), they know that Limbaugh truly believes his consistently communicated message of old-fashioned patriotism, limited government, and the ultimate compassion of promoting self-reliance. Indeed, as distinguished from his public persona, anyone who has listened to Limbaugh regularly knows that these beliefs are core to his very being.

The power of authenticity can move metaphorical mountains. But here’s the conundrum: Like “The Force” of Star Wars fame, it is morally neutral. Authenticity can increase righteousness, and also, promote wickedness. It can be wielded both for good and for ill.

Thus, Jack Kevorkian was authentically nihilistic and the driving power of his defiant death obsession dragged many away from adherence to the sanctity of human life. In direct contrast, Mother Theresa’s authentic compassion led the world to her door (Christopher Hitchens notwithstanding), resulting in a Nobel Peace Prize and her founding of the Missionaries of Charity.

We will always be attracted to the clarion call of the authentic lone voice. But wisdom dictates that we take great care in deciding whether to follow. This requires the development of character and adherence to moral principles that allow us to discern whether we are hearing a voice of one virtuously crying in the wilderness or a Siren whose real intent is to dash us upon the rocks.

Wesley J. Smith is a senior fellow at the Discovery Institute’s Center on Human Exceptionalism. He also consults for the Patients Rights Council and the Center for Bioethics and Culture. He co-authored four books with Ralph Nader, including No Contest: Corporate Lawyers and the Perversion of Justice in America.

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08 Aug 14:44

Conheça os cristãos do Iraque, uma comunidade ameaçada pela Jihad

by noreply@blogger.com (Rodney Eloy)
Milhares de cristãos do Iraque, que pertencem a uma comunidade ameaçada, estão fugindo da ofensiva jihadista que se apoderou de várias cidades do norte, e muitos deles abandonaram o país nos últimos anos.

AFP | Estado de Minas

Os jihadistas do Estado Islâmico (EI) se apoderaram nesta quinta-feira de Qaraqosh, a maior cidade cristã do país e de outras zonas perto de Mossul. A tomada foi feita após a retirada das forças curdas.

"São 100.000 deslocados cristãos que fugiram, alguns a pé, para a região do Curdistão", afirmou à AFP o patriarca caldeu Louis Sako.

Em meados de julho, os cristãos de Mossul, a segunda cidade do Iraque, escaparam em massa depois de terem recebido um ultimato do EI, que desde junho controla esta cidade e grandes setores do território no norte, oeste e leste.

Esta expulsão causou grande comoção no Ocidente e o governo francês disse estar disposto a ajudar a ida dos cristãos iraquianos para a França.

Antes da invasão liderada pelos Estados Unidos em 2003, a população cristã do Iraque era calculada em mais de um milhão, 600.000 dos quais se encontravam em Bagdá, 60.000 em Mossul, e também na cidade petroleira de Kirkuk (norte) e em Basra (sul).

Depois, apenas 400.000 permaneceram em todo o território, metade deles na província de Nínive, cuja capital é Mossul.

O patriarca Sako calculou em 35.000 o número de cristãos vivendo em Mossul antes do início da ofensiva jihadista. Quase todos fugiram da cidade antes do fim do ultimato.
De acordo com a tradição, o cristianismo chegou ao Iraque com o apóstolo São Tomás, algumas décadas depois da morte de Jesus. É provável que a cristianização do país tenha começado no século II de nossa era.

Os caldeus, que representam a grande maioria dos cristãos do Iraque, formam uma comunidade católica de rito oriental.

A igreja caldeia, cuja liturgia é feita em uma língua derivada do aramaico - a segunda língua falada por Jesus - é considerada uma das mais antigas igrejas cristãs.

Surgiu da doutrina nestoriana à qual renunciou no século XVI, apesar de conservar alguns de seus rituais. Os outros católicos são os siríacos católicos, os armênios católicos e os católicos latinos.

Entre os não católicos, os mais numerosos são os assírios (nestorianos) e os outros são sírios ortodoxos e os armênios ortodoxos.

Durante o regime do falecido Saddam Hussein, os cristãos não eram considerados uma ameaça. Mas, depois da invasão dos Estados Unidos, o país se converteu em um campo de batalha entre insurgentes e tropas estrangeiras, para cair mais tarde numa guerra de religiões.

A comunidade cristã, associada às Cruzadas ocidentais, foi atacada em inúmeras oportunidades.

Em 10 anos, quase 60 igrejas foram atacadas e cerca de mil cristãos morreram, mas nem todos em ataques seletivos, segundo o patriarca caldeu.

Em outubro de 2010, 44 fiéis e dois padres morreram em um atentado reivindicado pela Al-Qaeda contra a catedral siríaca católica.

Cristãos fogem à medida que radicais islâmicos ampliam domínio no norte do Iraque

08 Aug 14:44

A cidade de SP pode continuar a vender… Kinder Ovo! Que gente exótica!!!

by giinternet

Leio na Folha Online o que segue:
“O prefeito Fernando Haddad (PT) vetou projeto de lei que tentava barrar a venda casada de alimentos e brinquedos. O projeto, de autoria do vereador Arselino Tatto (PT), havia sido aprovado pela Câmara Municipal no mês passado e incluía brindes tradicionalmente distribuídos por redes de fast-food e também ovos de páscoa com brinquedos. O veto do prefeito foi publicado no “Diário Oficial” da cidade nesta quinta-feira (7). Nele, Haddad argumenta que as normas gerais sobre relações de consumo e sobre a proteção da infância são de competência do governo federal, cabendo ao legislativo do município apenas em assuntos de interesse preponderantemente local, o que não seria o caso.”

Retomo
É claro que eu era contra esse cretinismo, mas não será desta vez que vou aplaudir Fernando Haddad. O tal projeto era simplesmente inconstitucional, conforme escrevi aqui no dia 4 de julho. Segue um trecho:

testo kinder ovo

Reproduzi naquele post um trecho do Artigo 220 da Constituição. Leiam:

kinder constituição

Retomo
Está tudo aí! É lamentável que a Câmara dos Vereadores da maior cidade do país aprove um troço francamente inconstitucional.

08 Aug 14:44

Barroso libera Genoino para cumprir pena em casa

by giinternet

Por Laryssa Borges, na VEJA.com:
O ministro Luís Roberto Barroso, novo relator do mensalão no Supremo Tribunal Federal (STF), determinou na noite desta quinta-feira a migração do ex-presidente do PT José Genoino, preso no Complexo Penitenciário da Papuda (DF), para o regime aberto. Como no Distrito Federal não há as chamadas casas de albergado – estabelecimentos próprios para condenados a regime aberto –, a Justiça permite que os detentos sejam beneficiados com prisão domiciliar. Nesta sexta-feira, antes de migrar de regime, ele receberá instruções da Justiça sobre os horários em que deve permanecer em casa e condições para deixar a cidade. De acordo com seu advogado, Luiz Fernando Pacheco, o petista deverá deixar a Papuda amanhã. Condenado a quatro anos e oito meses por corrupção ativa, o ex-deputado fez cursos à distância e trabalhou no presídio da Papuda, em Brasília, para abater parte de sua pena e conseguir migrar mais rápido para o regime aberto.

Nesta semana, o procurador-geral da República, Rodrigo Janot, havia encaminhado ao Supremo parecer defendendo a mudança do regime prisional de Genoino. A juíza Leila Cury, da Vara de Execuções Penais (VEP) do Distrito Federal, confirmou o abatimento de 34 dias na pena imposta a ele durante o julgamento do mensalão – o mensaleiro trabalhou na biblioteca da Papuda, em Brasília e fez dois cursos à distância (introdução à informática e internet e Direito Constitucional). De acordo com a Lei de Execução Penal, o preso pode abater um dia a cada doze horas de frequência escolar, e um dia a cada três dias trabalhados.  A legislação penal prevê que a progressão de regime é possível se o preso tiver bom comportamento e for comprovado o cumprimento de um sexto da pena no regime anterior – já descontados os dias trabalhados e o tempo de estudo.

O petista tentava a liberação para cumprir pena em casa desde que foi preso, no ano passado. Na época, Genoino alegou que o sistema carcerário brasileiro não tinha condições de assegurar a ele tratamento de saúde adequado – ele foi submetido a uma cirurgia cardíaca. Chegou a conseguir autorização provisória para ficar em casa, mas, no julgamento do recurso, o então relator do processo, ministro Joaquim Barbosa, considerou laudos médicos para negar que a prisão domiciliar.

08 Aug 14:44

Juiz manda soltar dupla do balacobaco. Divirjo!

by giinternet

O juiz Marcelo Matias Pereira, da 10ª Vara Criminal, mandou libertar Fabio Hideki Harano e Rafael Marques Lusvarghi, presos desde 23 de junho, em razão de uma penca de acusações. Decisão da Justiça, a gente respeita, mas discute, sim. Afinal, estamos numa democracia, não é mesmo? O que determinou a soltura? Os artefatos encontrados com os dois não tinham poder explosivo, segundo laudo técnico do Gate (grupo antibombas da PM) e do Instituto de Criminalística (IC) da Polícia Científica.

No lugar do juiz, eu soltaria? Não! O laudo os livra da acusação de porte de material explosivo, previsto no Artigo 253 do Código Penal. Mas eles também são acusados de incitação criminosa (Artigo 286), associação criminosa (Artigo 288), resistência (Artigo 329) e desobediência (Artigo 330). Os vínculos da dupla com a turma do bota pra quebrar são bastante evidentes.

Segundo informa a VEJA.com, “antes de decidir sobre a liberdade da dupla, a Justiça remeteu o processo para avaliação do Ministério Público. O MP pediu a manutenção da prisão preventiva, alegando que a substância explosiva – gasolina, no caso – evaporou no intervalo de tempo entre a apreensão do material e sua perícia. No inquérito, policiais do Departamento Estadual de Investigações Criminais (Deic) afirmaram ter apreendido um frasco com forte odor de gasolina. O juiz argumentou, contudo, que não é crime portar objetos com odor característico.”

Então tá. A turminha do balacobaco está tomando a libertação da dupla como prova de inocência. Não é, não.

08 Aug 14:43

Ibope: no primeiro turno, Dilma fica na mesma; Aécio tem 23%; no segundo turno, diferença é agora de apenas 6 pontos

by giinternet

Vieram a público na noite desta quinta os dados de uma nova pesquisa Ibope/Rede Globo. Se a eleição fosse hoje, a presidente Dilma Rousseff teria 38% das intenções de voto, mesmo índice da pesquisa divulgada no dia 27 do mês passado. O tucano Aécio Neves está em segundo lugar, com 23% — oscilando um ponto para cima. Eduardo Campos, do PSB, aparece agora com 9% — na anterior, tinha 8%. Pastor Everaldo, do PSC, segue com 3%. Os demais candidatos, juntos, têm 3%. Somados, os adversários de Dilma chegam a 38%, o mesmo índice da candidata. Por esses números, não seria possível afirmar se haveria ou não segundo turno. Tudo indicava que sim porque a diferença vinha caindo; agora não existe mais.

Na simulação de segundo turno, diminuiu a distância entre Dilma e Aécio, ainda que dentro da margem de erro, que é de dois pontos para mais ou para menos. Há dez dias, ela venceria o tucano por 41% a 33% — oito de diferença. Agora, ela tem 42%, e ele, 36%. Seis pontos apenas os separam. A distância entre a petista e Campos segue sendo a mesma, com números distintos, já que os dois avançaram. Na pesquisa anterior, ela o bateria por 41% a 29%; agora, por 44% a 32%.

É claro que o resultado é positivo para Aécio, especialmente porque os petistas apostaram todas as fichas na história do aeroporto de Cláudio. Pode-se indagar até onde a avalanche de notícias a respeito impediu que ele crescesse ainda mais. Uma coisa, no entanto, é certa: não tirou os votos que já tinha. A pesquisa está registrada no Tribunal Superior Eleitoral com o número BR-308/2014.

Avaliação de governo
A opinião dos brasileiros sobre o governo pode ter melhorado um pouquinho, bem pouquinho. Segundo o Ibope, há 10 dias, 44% aprovavam o modo como Dilma governa o país; agora, são 47%. Os que desaprovavam eram 50%; são, agora 49%. De todo modo, a reprovação segue sendo maior do que a aprovação.

Em julho, 31% diziam que o governo era ótimo ou bom; desta vez, 32%. Consideravam-no apenas regular 36%, ante 35% agora. O governo é ruim ou péssimo para 31%; no mês passado, eram 33%. Os números se movem na margem de erro.

Dilma não tem muito o que comemorar. Os tucanos podem, sim, considerar satisfatório o resultado. O noticiário negativo das duas últimas semanas não parece ter arranhado a credibilidade de Aécio entre aqueles que já haviam demonstrado a disposição de votar nele. Muito provavelmente, dados os números, ele ganhou eleitores novos. De resto, a pesquisa aponta que o segundo turno é uma realidade ainda mais palpável e que a distância entre a petista e o tucano continua a cair.

08 Aug 14:42

Iraque em chamas: um erro estúpido de Obama

by giinternet

Os EUA agora cogitam eventuais ataques aéreos contra as bases jihadistas no Iraque… Pois é. Quando penso em como Barack Obama encontrou o Oriente Médio e em como ele vai deixá-lo, tenho uma boa medida dos desastres de sua política externa e de suas escolhas.

Digamos — não é o que eu penso, mas condescendo para efeitos de raciocínio — que tenha sido um erro brutal invadir o Iraque e depor Saddam Hussein. Pois é. E sair do Iraque do modo como os Estados Unidos saíram? Foi uma decisão sábia? Qualquer um minimamente informado apostaria que iria acontecer, no mínimo, o que está acontecendo: os jihadistas, que nunca deixaram de operar, tendiam a fugir do controle. E fugiram.

Olhem o mapa. Vejam a extensão da fronteira do Iraque com a Síria. Os terroristas estão operando na região e falam na criação de um Califado, que seria um regime governado pela sharia islâmica. Bashar Al Assad é um carniceiro, como foi seu pai, Hafez Assad. Mas mantinha um certo equilíbrio na Síria. Contribuir para desestabilizar o país — e o Ocidente, liderado pelos EUA, fez isso — sem olhar quem se levantava contra o ditador foi uma estupidez.

Hoje, os jihadistas se aproveitam da desordem reinante nos dois países para impor o terror à população. Ironicamente, o único possível aliado dos EUA  contra a canalha seria o… Irã. Mas como estabelecer um entendimento desse nível?

Deixar o Iraque foi um erro estúpido. O preço está aí. “Ah, mas os americanos estavam cansados de guerra.” Pois é. Nessas horas, sempre é preciso pensar se uma forma muito particular de paz não pode ser pior.

 

08 Aug 14:42

Why Bhutan Might Get Drone Delivery Copters Before Seattle Does

by timothy
From Quartz comes the story of a Silicon Valley start-up trying to kickstart a delivery system using package-laden drones to overfly gridlocked traffic — in Bhutan. Bhutanese roads are slow, the weather can be brutal, and there are very few physicians to go around. That’s why, earlier this year, the Bhutanese government and the World Health Organization reached out to Matternet, a Palo Alto company backed by some big name American investors that develops transportation networks using unmanned aerial vehicles to reach hard-to-access places. ... The project in Bhutan, however, is the first big test for the startup. Matternet is aiming to build a network of low-cost quadcopters to connect the country’s main hospitals with rural communities. Matternet uses small quadcopters that can carry loads of about four pounds across 20 km at a time, to and from pre-designated landing stations. The company is able to track these flights in real-time, and aims to eventually deploy fully-automated landing stations that replace drone batteries, giving them extended range and flight time. The drones it uses typically cost between $2,000-5,000.

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07 Aug 20:28

EUA cogitam ataques aéreos contra terroristas no Iraque

by giinternet

Na VEJA.com:
Sem saber o que fazer diante da situação caótica no Iraque, o governo americano está considerando desde bombardeios até o lançamento de comida e medicamentos por aviões para ajudar minorias religiosas acuadas pelos terroristas do Estado Islâmico do Iraque e do Levante (EIIL).

O presidente Barack Obama reuniu-se na manhã desta quinta-feira com a equipe de segurança nacional e analisou a possibilidade de usar aeronaves para lançar suprimentos humanitários sobre o Monte Sinjar, onde aproximadamente 40.000 pessoas buscaram abrigo. Ameaçadas de morte por membros do EIIL, os foragidos sofrem com o calor e a falta de comida e água. Cerca de quarenta crianças já morreram de desidratação, segundo o Unicef. A outra opção considerada pelos EUA é atacar os extremistas que estão sitiando a base da montanha.

Os Estados Unidos estavam adiando uma ação militar contra o EIIL até a formação de um novo governo iraquiano que não tenha mais o xiita Nuri al Maliki no cargo de primeiro-ministro. No entanto, a crise no Monte Sinjar pode precipitar um ataque. Uma fonte consultada pelo NYT afirmou que qualquer ação militar seria “limitada, específica” e acrescentou que o partido de Maliki deveria anunciar nesta quinta um novo candidato a premiê.

O EIIL, dissidente da Al Qaeda, tem avançado no norte do Iraque e tomou a cidade de Qaraqosh,obrigando milhares de moradores cristãos a fugir. Os jihadistas exigem que as pessoas fujam ou se convertam ao islã, para não serem executadas. Seus militantes estão retirando cruzes em igrejas e queimando manuscritos religiosos, segundo testemunhas. Qaraqosh, tida como a capital cristã do país, está localizada 30 quilômetros a sudeste de Mosul, segunda maior cidade do Iraque, tomada pelo EIIL em junho. Em julho, centenas de famílias cristãs fugiram de Mosul depois de receberem um ultimato para que se convertessem ao islã ou pagassem uma taxa especial de ‘proteção.

07 Aug 19:38

Paulo Bernardo tira a pele de cordeiro e deixa claro: agora o PT quer um regime de lobo entre lobos

by giinternet

É sob pressão que os homens revelam a sua real natureza. Em condições, vamos dizer, estáveis, normais, quase todos somos cordeiros. A questão é saber o que basta para despertar o lobo sanguinolento que habita nossas almas. Então todos temos em nós lobos e cordeiros? É possível que sim; talvez essa dualidade faça parte da nossa natureza. Mas é por meio da razão, das escolhas morais, das escolhas éticas e, sim! das escolhas ideológicas que um ou outro se sobressai. O ministro das Comunicações, Paulo Bernardo, construiu uma carreira política que o identificava com um cordeiro, mesmo fazendo parte do PT. Como um dos principais aliados de Antonio Palocci, por exemplo, nos primeiros tempos do governo Lula, ajudou a conter a alcateia partidária que queria pôr fogo na floresta da economia com seu socialismo rombudo e desinformado.

Mas, agora, diante da possibilidade de seu partido perder a eleição presidencial — e isso nunca pareceu tão possível desde 2002 —, eis que o cordeiro de Bernardo já não dá balidos, e o que se ouve é o rosnado do lobo. Em entrevista à Folha e ao UOL, o ministro tenta fazer passar por normal um crime contra a democracia e tenta transformar em crime contra a democracia a normalidade do debate. Explico.

Referindo-se à tramoia organizada pelo PT, pelo Palácio do Planalto e pela Petrobras para fraudar a CPI, afirmou: “Isso vem desde Pedro Álvares Cabral. Porque, na primeira CPI, já deve ter acontecido isso. A não ser que a gente queira fingir que nós somos todos inocentes, que somos muito hipócritas, e falar: ‘Não, isso não acontece’”.

Entendi. O ministro não apenas acha a lambança normal como, ao declarar a culpa dos entes envolvidos — uma vez que ele considera a inocência um fingimento —, sente-se confortável para defender um crime político porque avalia que todos fazem a mesma coisa. O grande mal que o PT faz ao regime democrático é precisamente este: naturalizar a ação criminosa. O ministro deixa claro que é um lobo e está convicto de que todos são.

Já o caso do banco Santander — que demitiu, por exigência dos petistas, quatro analistas que apenas cumpriram o seu papel ao estabelecer a conexão óbvia entre política e economia —, ah, nesse caso, Bernardo chega até a vislumbrar um crime. Afirmou: “Quando o banco entra na discussão política, eu tenho o direito de polemizar com ele (…) O principal problema é que paralelamente às avaliações sobre o desempenho da economia tem uma jogatina no mercado financeiro e no mercado de capitais (…) Na minha opinião, pode configurar até crime ficar fazendo movimentação atípica de ações. Acho que isso não é correto. O erro do Santander é entrar nesse jogo de jogatina. Vamos ser francos, é isso que está acontecendo”.

Direito de polemizar, todo mundo tem; de satanizar pessoas e de pedir cabeças, inclusive de jornalistas, como faz esse governo, aí não tem, não, senhor! Lamento! Mesmo tendo divergências severas com o que pensa Bernardo, eu mantinha por ele um respeito pessoal que se esvanece agora. O ministro não tinha, claro!, obrigação nenhuma de prezar essa consideração. O problema é que os petistas não estão se dando conta de que, a cada dia, vão se divorciando um pouco mais da cultura democrática.

Segundo as pesquisas, Dilma Rousseff ainda é a favorita na disputa de outubro. Digamos que isso se mantenha e que o partido vença a eleição. A questão é saber com quem pretende governar e com quais valores. Parece que o lobo acha que não precisa nem mais usar a pele do cordeiro. Sua fantasia, agora, é ser lobo entre lobos.

07 Aug 19:37

"Você se torna aquilo que adora": painel com G.K. Beale

by Norma




Estou completamente apaixonada pelo livro Você se torna aquilo que adora, de G. K. Beale. Para uma "criatura literária" como eu, uma abordagem global da Bíblia, com comparações minuciosas entre textos, é uma festa! Nesse painel do Congresso Vida Nova, Beale explica a ideia central do livro, contida no título e defendida a partir das relações entre Isaías 6.8-10 e outros textos, sempre sob o tema da idolatria. Em seguida, Mauro Meister e Franklin Ferreira discorrem sobre, respectivamente, a origem da idolatria em Gênesis 3 (que eu sempre abordo ao falar para mulheres) e decisões simples para reduzir a possibilidade da idolatria no culto público (pois é, porque mesmo os crentes ainda caem em situações idólatras!). Para finalizar, Beale trata da importância do tema da idolatria para nós, cristãos de hoje. Tanto o vídeo como o livro são simplesmente IMPERDÍVEIS. Estou quase chegando à metade da obra de Beale e, assim que terminar, escrevo uma resenha para o blog. Posso dizer que está me abençoando muitíssimo, e certamente terá sido um dos melhores livros de teologia que já li na vida. Aguarde (e não deixe de ler)!
07 Aug 19:37

Nesta quinta, Dilma não disse coisas sem sentido. É que ela não falou com a imprensa…

by giinternet

Por Gabriel Castro, na VEJA.com:
A presidente-candidata Dilma Rousseff compareceu nesta quinta-feira a um evento com empresários e empreendedores em Brasília. A programação previa a participação da presidente no almoço – mas ela chegou com mais de uma hora de atraso e fez apenas um discurso de cinco minutos no início do evento, antes de ir embora. O ministro da Micro e Pequena Empresa, Guilherme Afif Domingos, foi quem convidou os empresários para o evento.

O cronograma previa uma entrevista coletiva de Dilma na saída do local. Mas a presidente fez apenas um pronunciamento aos jornalistas sobre a lei que amplia o Super Simples, sancionada horas antes por ela no Palácio do Planalto. “O caminho da reforma tributária é simplificação, é cadastro único, é unificação, o que ocorre no Supersimples”, disse.

Em seguida, Dilma tentou esquivar-se das perguntas dos jornalistas: disse que estava atrasada para a viagem que faria a São Paulo. Ela respondeu apenas a um questionamento – afirmou que suas frequentes idas ao Estado se devem ao fato de São Paulo ter a maior população do país. Entre a população paulista, Dilma tem 47% de rejeição, segundo pesquisa Datafolha.

A campanha eleitoral tem exposto a presidente-candidata aos microfones com mais frequência. Na função de presidente, ela raramente concede entrevistas – que costumam deixá-la visivelmente desconfortável. Nesta quarta-feira, Dilma se irritou quando indagada sobre a farsa montada por senadores do PT e assessores do seu governo na CPI da Petrobras.

07 Aug 19:36

Google Will Give a Search Edge To Websites That Use Encryption

by timothy
As TechCrunch reports, Google will begin using website encryption, or HTTPS, as a ranking signal – a move which should prompt website developers who have dragged their heels on increased security measures, or who debated whether their website was “important” enough to require encryption, to make a change. Initially, HTTPS will only be a lightweight signal, affecting fewer than 1% of global queries, says Google. ... Over time, however, encryption’s effect on search ranking [may] strengthen, as the company places more importance on website security. ... While HTTPS and site encryption have been a best practice in the security community for years, the revelation that the NSA has been tapping the cables, so to speak, to mine user information directly has prompted many technology companies to consider increasing their own security measures, too. Yahoo, for example, also announced in November its plans to encrypt its data center traffic.

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07 Aug 14:41

Skype Blocks Customers Using OS-X 10.5.x and Earlier

by samzenpus
lurker412 writes Yesterday, and without previous warning, all Mac users running Leopard or earlier versions of OS-X have been locked out of Skype. Those customers are given instructions to update, but following them does not solve the problem. The Skype Community Forum is currently swamped with complaints. A company representative active on the forum said "Unfortunately we don't currently have a build that OS X Leopard (10.5) users could use" but did not answer the question whether they intend to provide one or not.

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07 Aug 14:40

China Bans iPad, MacBook Pro, Other Apple Products For Government Use

by timothy
L

Sometimes protectionism can help produce an indigenous industry, and perhaps even open standards. But it is hard to do it right.

MojoKid (1002251) writes "China seems to be on a mission to isolate itself from the world, at least in terms of technology. After banning Windows 8 on government PCs and raiding several of Microsoft's offices in China as part of an anti-trust investigation, Chinese officials have now prohibited purchase of several Apple products for government use. The list of banned Apple products include the iPad, iPad Mini, MacBook Air, MacBook Pro, and half a dozen other items, all of which were left off of a final government procurement list distributed in July. This is a potentially big hit to Apple, which generated around 16 percent of its $37.4 billion in revenue last quarter from China. Apple saw its iPad sales jump 51 percent and Mac sales boosted 39 percent in China."

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