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15 Sep 19:23

Juiz determina ida de delator do “petrolão” à CPI

by giinternet

Na VEJA.com:
O juiz Sérgio Moro, da 13ª Vara Criminal de Curitiba (PR), determinou que o ex-diretor da Petrobras Paulo Roberto Costa, preso no Paraná, seja conduzido até Brasília, na próxima quarta-feira, para prestar depoimento à CPI mista que investiga denúncias na estatal. Ele será escoltado por agentes da Polícia Federal, sem o uso de algemas, segundo informações da Agência Brasil.

Na semana passada, o ministro Teori Zavascki, responsável pela Operação Lava Jato no Supremo Tribunal Federal (STF), afirmou que Paulo Roberto Costa pode prestar depoimento à CPI da Petrobras nesta semana. Para Zavascki, comissões parlamentares de inquérito (CPI) podem convocar qualquer depoente, independentemente de autorização judicial prévia. Paulo Roberto, entretanto, tem o direito de não responder a perguntas que possam incriminá-lo.

A manifestação de Zavascki contrasta com recomendação do procurador-geral da República, Rodrigo Janot, contrário ao depoimento por considerar que declarações públicas de Paulo Roberto Costa podem atrapalhar o processo de delação premiada a que ele se submeteu. Costa assinou um acordo de delação para detalhar o funcionamento do esquema bilionário de desvio de dinheiro e pagamento de propina. Em troca, pode ter a pena reduzida e até obter o perdão judicial.

Revelações
Reportagem de VEJA revelou que Paulo Roberto Costa afirmou à Justiça e ao Ministério Público que três governadores, seis senadores, um ministro de Estado e pelo menos 25 deputados federais embolsaram ou tiraram proveito de parte do dinheiro roubado dos cofres da estatal. De acordo com depoimento de Costa, o esquema funcionou nos dois mandatos do ex-presidente Lula, mas também adentrou a atual gestão da presidente Dilma Rousseff.

Entre os nomes citados por Costa estão os ex-governadores Sergio Cabral (PMDB-RJ), Eduardo Campos (PSB-PE) – morto em acidente aéreo no mês passado – Roseana Sarney (PMDB-MA), o ministro de Minas e Energia, Edison Lobão, além do presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), e da Câmara dos Deputados, Henrique Eduardo Alves (PMDB-RN). Os nomes das autoridades com foro privilegiado já foram encaminhados ao procurador-geral da República, Rodrigo Janot, responsável por levar o caso ao Supremo Tribunal Federal (STF). Caberá ao relator no STF, ministro Teori Zavascki, analisar o teor das informações fornecidas pelo ex-diretor da Petrobras e homologar a delação.

Na semana passada, o ministro Teori Zavascki autorizou também que deputados e senadores da CPI mista da Petrobras tenham acesso integral aos documentos das investigações contra parlamentares.

15 Sep 17:32

Senado engaveta investigação sobre farsa na CPI da Petrobras

by giinternet

Por Marcela Mattos, na VEJA.com:
A comissão de sindicância instaurada no Senado para apurar a farsa montada pelo governo e pelo PT na CPI da Petrobras decidiu arquivar as investigações sobre o caso. Conforme revelou VEJA, os investigados recebiam as perguntas dos senadores com antecedência e eram treinados para responder a elas, a fim de evitar que entrassem em contradição ou dessem pistas capazes de impulsionar a apuração de denúncias de corrupção na companhia – a trapaça foi documentada em um vídeo com 20 minutos de duração.

Ignorando a gravação, a comissão de sindicância alega que “não houve qualquer indício de vazamento de informações privilegiadas, de documentos internos da CPI ou de minutas de questionamentos que seriam formulados aos depoentes”. Em nota, a Diretoria-Geral do Senado afirmou que a comissão funcionou ao longo de 37 dias, ouviu 14 depoimentos, investigou caixas-postais de correio eletrônico dos envolvidos e analisou os vídeos dos depoimentos. A investigação, ainda de acordo com a diretoria, foi comandada por servidores com “notável formação acadêmica”.

Obtida por VEJA, a gravação mostra uma reunião entre o chefe do escritório da Petrobras em Brasília, José Eduardo Sobral Barrocas, o advogado da empresa Bruno Ferreira e Calderaro Filho para tramar a fraude no Congresso. Barrocas revela no vídeo que um gabarito foi distribuído aos depoentes mais importantes para que não entrassem em contradição. Paulo Argenta, assessor especial da Secretaria de Relações Institucionais, Marcos Rogério de Souza, assessor da liderança do governo no Senado, e Carlos Hetzel, secretário parlamentar do PT na Casa, são citados como autores das perguntas que acabariam sendo apresentadas ao ex-diretor Nestor Cerveró, apontado como o autor do “parecer falho” que levou a estatal do petróleo a aprovar a compra da refinaria de Pasadena, no Texas, um negócio que impôs prejuízo de pelo menos 792 milhões de dólares à empresa.

Segundo conta Barrocas, Delcídio Amaral (PT-MS), ex-presidente da CPI dos Correios, encarregou-se da aproximação com Cerveró. Relator da comissão, José Pimentel (PT-CE), a quem respondem Marcos Rogério e Carlos Hetzel, formulou 138 das 157 perguntas feitas a Cerveró na CPI e cuidou para que o gabarito chegasse ao ex-presidente da Petrobras, Sérgio Gabrielli.

Mais de um mês após o caso ter vindo à tona, não houve nenhuma resposta contundente das autoridades. A única providência foi tomada pela Petrobras, que transferiu José Eduardo Sobral Barrocas do cargo de gerente do escritório da companhia em Brasília parao de assistente do chefe de gabinete da presidente Graça Foster, no Rio de Janeiro. A oposição também solicitou ao Ministério Público a investigação sobre o caso, mas ainda não houve manifestação dos procuradores.

15 Sep 17:32

SanDisk Releases 512GB SD Card

by Soulskill
Lucas123 writes: SanDisk has announced the world's highest capacity SD card, a 512GB model that represents a 1,000-fold increase over the company's first 512MB card that it shipped a decade ago. The SanDisk Extreme PRO SDXC UHS-I memory card has a max read/write rate of 95MB/s and 90MB/s, respectively. The card is rated to function in temperatures from -13 to 185 degrees Fahrenheit. The 512GB model retails for $800. The card also comes in 128GB and 256GB capacities.

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15 Sep 17:31

City of Turin To Switch From Windows To Linux and Save 6M Euros

by Soulskill
jrepin writes: The municipality of Turin in Italy hopes to save 6 million Euro over five years by switching from Windows XP to Ubuntu Linux in all of its offices. The move will mean installing the open source operating system on 8,300 PCs, which will generate an immediate saving of roughly €300 per machine (almost €2.5m altogether, made up from the cost of Windows and Office licences) — a sum that will grow over the years as the need for the renewal of proprietary software licences vanishes, and the employees get used to the new machines.

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15 Sep 17:30

ThinkPenguin wireless router now FSF-certified to respect your freedom

The TPE-NWIFIROUTER comes pre-installed with libreCMC, an FSF-endorsed embedded GNU/Linux distribution.

"This is a big step forward for computer user freedom. For the first time, you can purchase a router that ships with only free software preinstalled. This router and OS give us a platform that we can trust and control, and that the community can use to begin building our own, free software based network for communication, file sharing, social networking, and more," said FSF's executive director John Sullivan.

This is the third product by ThinkPenguin to be awarded the use of the RYF certification mark. The first two were the TPE-N150USB Wireless N USB Adapter and the long-range TPE-N150USBL model.

Christopher Waid, ThinkPenguin's founder and CEO, said, "ThinkPenguin, Inc. was founded with the goal of making free software more easily adoptable by the masses. Everyone needs a wireless router in their homes, and so I am very proud that we are able to offer users a router that ships with 100% free software installed and that is backed by a reputable certification process provided by the FSF."

To learn more about the Respects Your Freedom hardware certification, including details on the certification of the TPE-N150USB Wireless N USB adapter, as well as information on the driver and firmware for the device, visit http://www.fsf.org/ryf. Hardware sellers interested in applying for certification can consult http://www.fsf.org/resources/hw/endorsement/criteria.

Subscribers to the FSF's Free Software Supporter newsletter will receive announcements about future Respects Your Freedom products.

About the Free Software Foundation

The Free Software Foundation, founded in 1985, is dedicated to promoting computer users' right to use, study, copy, modify, and redistribute computer programs. The FSF promotes the development and use of free (as in freedom) software -- particularly the GNU operating system and its GNU/Linux variants -- and free documentation for free software. The FSF also helps to spread awareness of the ethical and political issues of freedom in the use of software, and its Web sites, located at fsf.org and gnu.org, are an important source of information about GNU/Linux. Donations to support the FSF's work can be made at https://donate.fsf.org. Its headquarters are in Boston, MA, USA.

More information about the FSF, as well as important information for journalists and publishers, is at https://www.fsf.org/press.

About ThinkPenguin, Inc

Started by Christopher Waid, founder and CEO, ThinkPenguin, Inc. is a consumer-driven company with a mission to bring free software to the masses. At the core of company is a catalog of computers and accessories with broad support for GNU/Linux. The company provides technical support for end-users and works with the community, distributions, and upstream projects to make GNU/Linux all that it can be.

Media Contacts

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Licensing & Compliance Manager
Free Software Foundation
+1 (617) 542 5942
licensing@fsf.org

Media Inquires
ThinkPenguin, Inc.
+1 (888) 39 THINK (84465) x703
media@thinkpenguin.com

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15 Sep 17:30

Haddad, o “faixista”, permite táxis nas faixas de ônibus; agora só falta recuar do “faixismo ciclístico”.

by giinternet

Coitados dos paulistanos! Espero que sobrevivam ao prefeito Fernando Haddad e ao Ministério Público. Por que digo isso?

O prefeito “faixista” de São Paulo liberou as faixas de ônibus para o trânsito dos táxis em qualquer horário do dia. Para transitar nessas áreas demarcadas, eles têm de estar com passageiros. Nos corredores, continua a valer a regra da permissão parcial: em dias úteis, a circulação é proibida entre 6h e 9h e 16h e 20h. Haddad diz ter tomado essa decisão depois que estudos da CET demonstraram que os táxis não causam transtornos à circulação dos ônibus.

Ora, todo mundo sabia que não. Em extensões consideráveis dos 440 km de faixas, não existem nem ônibus na maior parte do tempo. É evidente que o prefeito tomou a decisão, no passado, na base do improviso, movido mais por ideologia do que por técnica. E agora recua pressionado mais pelas urnas do que pelos tais “estudos”. O PT atribui à desordem que Haddad provocou no trânsito de São Paulo parte da reprovação de sua administração e da rejeição ao PT na cidade. Querem saber? A desconfiança faz sentido.

O certo seria permitir que os táxis pudessem circular em corredores e faixas, com ou sem passageiros, a qualquer hora. Por que afirmo isso? Porque se supõe que um táxi vazio esteja ou à caça de clientes ou seguindo para atender a algum chamado. Quanto mais veículos disponíveis, melhor; quanto mais rápido e eficiente for o serviço, mais pessoas deixarão o carro em casa. A relação é de uma evidência que chega a ser escandalosa.

Ah, mas já apareceram alguns “especialistas” na própria opinião para negar o que toda gente vê. E não poderia faltar o promotor Maurício Ribeiro Lopes, fascinado pelo equívoco. Anunciou que entrará com uma ação contra a administração e afirmou uma coisa espantosa: “Pobre cidade cujo prefeito prefere afagar a burguesia que anda de táxi a respeitar o povo que se espreme nos ônibus”.

É uma afirmação intelectualmente delinquente. Em primeiro lugar, os táxis, de fato, não atrapalham os ônibus. Em segundo lugar, os 34 mil veículos dessa natureza transportam 500 mil passageiros por dia na cidade. E mais transportariam — com menos carros particulares nas ruas — se tivessem mais facilidade. De resto, cobro que o doutor defina o que é “burguesia”. Sem que o faça, eu me reservo o direito de chamar o seu não argumento de mera trapaça em favor do arranca-rabo de classes.

Vamos ver, agora, quanto tempo vai demorar para o prefeito recuar do “faixismo ciclístico”.

O próprio Haddad está sendo obrigado a se livrar da herança maldita de Haddad. Eu não canso de pensar no bem que este senhor está fazendo a São Paulo. Depois dele, o PT ficará longe da Prefeitura por muito tempo.

15 Sep 17:29

O dia em que Marina chorou. Ou: Indústria de mentiras do PT pode fazer de Marina uma poderosa vítima; o tiro ainda sairá pela culatra

by giinternet

Marina Silva chorou. É o que informa reportagem de Marina Dias, da Folha. Está inconformada com os ataques que estão sendo feitos pelo PT e, em particular, por Lula. Numa conversa com a repórter, no banco de trás do carro que a transportava para um hotel no Rio, na noite de quinta, afirmou emocionada: “Eu não posso controlar o que Lula pode fazer contra mim, mas posso controlar que não quero fazer nada contra ele. Quero fazer coisas em favor do que lá atrás aprendi, inclusive com ele, que a gente não deveria se render à mentira, ao preconceito, e que a esperança iria vencer o medo. Continuo acreditando nessas mesmas coisas”.

Pois é… Marina está experimentando o que é virar alvo de difamação de uma máquina que ela própria ajudou a construir e à qual serviu durante tanto tempo, inclusive como ministra. Não custa lembrar que os petistas não mudaram os seus métodos. Seguem sendo os mesmos. Eles só se tornaram mais virulentos porque são, agora, muito mais poderosos.

Marina tem motivos para reclamar. Se, como sabem, tenho enormes reservas à forma como conduz a sua postulação, é evidente que está sendo vítima de uma campanha de impressionante sordidez. Afirmar, como faz o PT, que a independência do Banco Central iria arrancar comida da mesa do brasileiro é coisa de vigaristas. Sustentar que Marina, se eleita, vai paralisar a exploração do pré-sal — como se isso dependesse só da vontade presidencial — e tirar R$ 1,3 trilhão da educação é uma formidável mentira.

Fazer o quê? Os companheiros nunca tiveram limites e sempre se comportaram, já afirmei isto aqui muitas vezes, como uma máquina de sujar e de lavar reputações. Podem lavar a biografia do pior salafrário se este virar seu aliado — e isso já aconteceu. E podem manchar a história de uma pessoa honrada se considerarem que virou uma inimiga.

Marina recorre ao passado: “Sofri muito com as mentiras que o Collor dizia naquela época contra o Lula. O povo falava: ‘Se o Lula ganhar, vai pegar minhas galinhas e repartir’. Se o Lula ganhar, vai trazer os sem-teto para morar em um dos dois quartos da minha casa’. Aquilo me dava um sofrimento tão profundo, e a gente fazia de tudo para explicar que não era assim. Me vejo fazendo a mesma coisa agora”.

Pois é… Hoje, Lula é o Collor da vez, e aquele Collor de antes é agora um aliado deste Lula. Assim caminham as coisas.

Não sei, não… Acho que o PT pode estar exagerando na dose. A pauleira é de tal sorte que Marina já está no ponto para se transformar numa poderosa vítima. Até porque os companheiros decidiram deixar de lado razões plausíveis para combatê-la e resolveram investir, de fato, na indústria da mentira, do preconceito e do medo.

O tiro pode sair pela culatra.

15 Sep 17:29

A SORDIDEZ DA CAMPANHA PETISTA E UM EXEMPLO DA “MÍDIA” CONTROLADA PELOS COMPANHEIROS

by giinternet

A VEJA desta semana traz uma reportagem com o elenco das formidáveis mentiras e difamações que o PT está levando ao horário eleitoral gratuito. Abaixo, reproduzo a “Carta ao Leitor”, que traz uma reflexão adicional importantíssima. Dados os 11 minutos e 24 segundos que o partido tem à sua disposição, a gente entende como seria a “mídia socialmente controlada”… pelos companheiros.

Leiam!

 carta ao leitor imagem

Carta ao leitor - texto

15 Sep 17:26

Robot Operating System To Officially Support ARM Processors

by Soulskill
DeviceGuru writes: The Open Source Robotics Foundation (OSRF), which maintains the open source Robot Operating System (ROS), has announced its first formal support for an ARM target. The organization will add support for the Qualcomm Snapdragon 600, a smartphone-oriented, quad-core, Cortex-A15-like system-on-chip running up to 1.7GHz. The Linux version of ROS for Snapdragon 600 will be available in Q4 of this year, with the Android version due in the first half of 2015. The OSRF will test, refine, and fully integrate support for the ARM instruction set architecture into ROS development efforts. OSRF will also perform ongoing maintenance to support ROS on the Snapdragon 600.

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15 Sep 17:24

US Patent Office Seeking Consultant That Can Stamp-out Fraud By Patent Examiners

by Soulskill
McGruber writes: A month after Slashdot discussed "Every Day Is Goof-Off-At-Work Day At the US Patent and Trademark Office," the USPTO issued a statement that it is "committed to taking any measures necessary" to stop employees who review patents from lying about their hours and getting overtime pay and bonuses for work they didn't do. USPTO officials also told congressional investigators that they are seeking an outside consulting firm to advise them on how managers can improve their monitoring of more than 8,000 patent examiners. The Patent Examiners union responded to the original Washington Post report with a statement that includes this line: "If 'thousands' of USPTO employees were not doing their work, it would be impossible for this agency to be producing the best performance in recent memory and, perhaps, in its entire 224 year history." In related news, USPTO Commissioner Deborah Cohn has announced plans to resign just months after a watchdog agency revealed that she had pressured staffers to hire the live-in boyfriend of an immediate family member over other, better-qualified applicants. When he finished 75th out of 76 applicants in the final round of screening, Cohn "intervened and created an additional position specifically for the applicant," wrote Inspector General Todd Zinser in a statement on the matter.

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15 Sep 17:23

Ross Shouldn’t Do That

by David P. Goldman

I had to read the penultimate paragraph of Ross Douthat’s New York Times piece on “friendless Middle East Christians” before the enormity of it sunk in. Douthat wrote:

If Cruz felt that he couldn’t address an audience of persecuted Arab Christians without including a florid, “no greater ally” preamble about Israel, he could have withdrawn from the event. The fact that he preferred to do it this way says a lot–none of it good–about his priorities and instincts.

In so many words: Jew-hatred among Middle Eastern Christians is so rampant that it should be ignored in the interests of saving this oppressed minority. Never mind that it is impossible to conceive of any strategic configuration on the Middle East that might help Middle Eastern Christians without including Israel; never mind that Israel’s supporters in the United States are among the first to urge America to act on their behalf; and, above all, never mind that Israel is the only country in the Middle East where Christians can practice their religion in security and safety, and that Israel is the only country in the Middle East with a growing Christian population.

The statement is outrageous, capping a long list of inaccuracies. The problem is NOT, as Douthat argues, that “the Middle East’s Christians simply don’t  have the kind of influence to matter” in American strategic calculations. The problem is that Middle East Christians threw in with (and some helped invent) a movement directly opposed to American interests in the region, namely the Arab nationalism embodied in the Ba’ath Party. I reviewed this sad history in a 2009 essay reposted on this site.

No-one proposes to blame the afflicted Christians of the Middle East for previous choices under duress: they had no good choices, and hardly can be faulted for bad ones. Unlike some of my conservative friends, moreover, I can’t blame Syrian Christians for supporting the Assad regime, which protects them from murdering Sunni jihadists. It isn’t about blame, but about the future–if there is one. Israel has a prominent role in any possible state of the world in which Christianity continues to exist in the Middle East (outside of Israel itself).

As I observed in the linked essay, the Catholic Church remains in the grip of nostalgia for its past influence in the region, and a great many of its Middle Eastern specialists simply cannot abide the idea that  Israel might be the home to the remnant of Middle Eastern Christianity as well as the protector of Christian minorities elsewhere. But that is how things have worked out. That’s reality, and it’s the job of political leaders like Sen. Cruz to explain reality to their constituents. That’s not “florid.” That’s leadership.

An analogy might be useful: Evangelical Christians are among Israel’s strongest supporters in America, yet some Jews–including liberals as well as Christianophobic ultra-Orthodox–reject this support. That is hysteria. Israel’s supporters in America are among the strongest defenders of Middle Eastern Christians, yet some Middle Eastern Christians reject this support. That is also hysteria. Jews who reject Christian support are crazy, and Middle Eastern Christians who reject Jewish support are crazy. It’s the job of leaders to tell them so.

Also read:  

Why Did Middle Eastern Christians Drive Sen. Cruz from the Stage?

 

15 Sep 13:49

Apple Outrages Users By Automatically Installing U2's Album On Their Devices

by samzenpus
Zanadou writes "Apple may have succeeded at breaking two records at once with the free release of U2's latest album, titled Songs of Innocence, via iTunes. But now, it looks like it's also on track to become one of the worst music publicity stunts of all time. Users who have opted to download new purchases to their iPhones automatically have found the new U2 album sitting on their phones. But even if iTunes users hadn't chosen automatic downloads, Songs of Innocence will still be displayed as an "iTunes in the Cloud" purchase. That means it will still be shown as part of your music library, even if you delete all the tracks. The only way to make the U2 album go away is to go to your Mac or PC and hide all of your "iTunes in the Cloud" purchases, or to use iTunes to manually hide each track from your purchased items list. Other reactions include rapper Tyler, The Creator saying that having the new U2 album automatically downloaded on his iPhone was like waking up with an STD.

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15 Sep 13:49

Future Self

Maybe I haven't been to Iceland because I'm busy dealing with YOUR crummy code.
15 Sep 13:22

Dilma pede licença para matar. Ou: Petista promete mais quatro anos iguais aos últimos quatro se reeleita! Ou: Destruir para conquistar; conquistar para destruir

by giinternet

A presidente-candidata Dilma Rousseff não quer saber de “coitadinhos” disputando a Presidência da República. Deixou isso muito claro numa entrevista coletiva concedida ontem, no Palácio da Alvorada, enquanto mordomos invisíveis, pagos por nós, administravam-lhe a casa. A rigor, vamos ser claros, a presidente nunca acreditou nem em “coitados” nem na inocência. Ou não teria pertencido a três organizações terroristas que mataram… inocentes! A propósito, antes que chiem os idiotas: isso que escrevo é
a: ( ) verdade;
b: ( ) mentira.

Quem decidir marcar a alternativa “b” já pode se despedir do texto porque não é só um desinformado; é também um idiota — e não há razão para perder o seu tempo com este blog. Para registro: ela cerrou fileiras com o Polop, Colina e VAR-Palmares. Sigamos.

Na quinta-feira passada, informou a Folha, ao se referir aos ataques que vem recebendo do PT, Marina Silva, candidata do PSB à Presidência, chorou. Os petistas não abrem mão de desconstruir a imagem da ex-senadora e de triturar a adversária, mas temem que ela se transforme numa vítima e acabe granjeando simpatias. Na entrevista deste domingo, Dilma tratou, ainda que de modo oblíquo, tanto da campanha negativa que o PT vem promovendo contra a peessebista como das lágrimas da adversária. Afirmou:

“A vida como presidente da República é aguentar crítica sistematicamente e aguentar pressão. Duas coisas que acontecem com quem é presidente da República: pressão e crítica. Quem levar para campo pessoal não vai ser uma boa presidente porque não segura uma crítica. Tem de segurar a crítica, sim. O twitter é o de menos. O problema são pressões de outra envergadura que aparecem e que, se você não tem coluna vertebral, você não segura. Não tem coitadinho na Presidência. Quem vai para a Presidência não é coitadinho porque, se se sente coitadinho, não pode chegar lá”.

Entenderam? Dilma está dizendo que a brutalidade é mesmo da natureza do jogo, avaliação que, em larga medida, remete a personagem de agora àquela militante do passado, quando grupos terroristas se organizaram contra a ditadura militar. Ou por outra: não havia, de fato, “coitadinhos” naquele embate. Eu sempre soube disso — e já o afirmava mesmo quando na esquerda. É por isso que a indústria de reparações — exceção feita aos casos em que pessoas já rendidas foram torturadas ou mortas pelo Estado — é uma vigarice intelectual, política e moral.

Dilma, obviamente, sabe que o PT faz campanha suja ao associar a independência do Banco Central à falta de comida na mesa dos brasileiros. Dilma sabe que se trata de uma mentira escandalosa a afirmação de que o programa de Marina tiraria R$ 1,3 trilhão da educação. Em primeiro lugar, porque não se pode tirar o que não existe; em segundo, porque Marina, se eleita, não conseguiria pôr fim à exploração do pré-sal ainda que quisesse.

E que se note: a presidente-candidata, que não apresentou ainda um programa final, deixou claro que considera desnecessário fazê-lo e, a levar a sério o que disse, aguardem mais quatro anos do mesmo caso ela vença a disputa. Leiam o que disse:

“O meu programa tem quatro anos que está nas ruas. Mais do que nas ruas, está sendo feito. Hoje estou aqui prestando contas de uma parte do meu programa. Eu não preciso dizer que vou fazer o Ciência sem Fronteiras 2.0, a segunda versão. Eu não preciso assumir a promessa, porque fiz o primeiro. A mim tem todo um vasto território para me criticar. Tudo o que eu fiz no governo está aí para ser criticado todo o santo dia, como, aliás, é. Todas as minhas propostas estão muito claras e muito manifestas”.

A presidente, sem dúvida, pôs os pingos nos is. Se ela ganhar mais quatro anos, teremos um futuro governo igualzinho a esse que aí está. Afinal, segundo diz, o seu programa já está nas ruas, já está sendo feito. O recado parece claro: nada vai mudar.

Dilma voltou a falar sobre a independência do Banco Central, fazendo a distinção entre “autonomia” — que haveria hoje (na verdade, não há) e “independência”, conforme defende Marina. Segundo a petista, a proposta de Marina criaria um Poder acima dos demais.

Vamos lá: discordar sobre a natureza do Banco Central é, de fato, próprio da política. E seria muito bom que o país fizesse um debate maduro a respeito. Mas, obviamente, não é isso o que faz o PT. Ao contrário: o partido aposta no terror e no obscurantismo. Pretende mobilizar o voto do medo e da ignorância. Quanto ao pré-sal, destaque-se igualmente: seria positivo se candidatos à Presidência levassem adiante um confronto de ideias sobre matrizes energéticas. Mas quê… De novo, os petistas investem apenas no benefício que lhes pode render a ignorância.

Dilma segue sendo, essencialmente, a mesma, agora numa nova moldura: “o mundo não é para coitados, não é para os fracos”. E, para demonstrar força, se preciso, servem a mentira e o terror. Hoje como antes. O PT também segue sendo o mesmo: quando estava na oposição, transformava o governo de turno na sede de todos os males e de todos os equívocos. No poder há 12 anos, agora o mal verdadeiro está com a oposição. Seu lema poderia ser “Destruir para conquistar; conquistar para destruir”.

Dilma pede licença para matar. Nem que seja uma reputação.

Texto publicado originalmente às 2h45
15 Sep 13:22

PT paga muitos dólares a chantagista que tem detalhes de operação escabrosa realizada na Petrobras em 2004. Enrosco envolve a morte de Celso Daniel

by giinternet

Atenção, leitor, para um rolo dos diabos — uma história bem típica do modo de agir dos companheiros. A edição de VEJA desta semana traz uma reportagem de Robson Bonin que narra uma história do balacobaco. A informação quente, pelando, é a seguinte: um desses sujeitos que costumam transitar no submundo da política e que já foi condenado no processo do mensalão — Enivaldo Quadrado — chantageou o PT para não fornecer detalhes sobre uma operação criminosa que surrupiou R$ 6 milhões dos cofres da Petrobras em 2004. Chantageou e levou a grana. Em dólares. E sabem para que teria servido aqueles R$ 6 milhões roubados da Petrobras em 2004? Para pagar outra chantagem: um empresário ligado ao PT ameaçava envolver os nomes de Lula, Gilberto Carvalho e José Dirceu na morte de Celso Daniel, prefeito de Santo André, assassinado no dia 18 de janeiro de 2002.

Entenderam? Quadrado chantageou o PT há alguns dias para não revelar detalhes de uma operação ocorrida há dez anos, que envolveu um assalto aos cofres da Petrobras. Tudo para preservar três medalhões do PT. Agora vamos a detalhes das duas operações. Comecemos pela primeira chantagem.

1: Segundo a reportagem, em 2004, Ronan Maria Pinto, empresário de ônibus ligado ao PT e hoje dono de um jornal em Santo André, exigiu R$ 6 milhões para não implicar os nomes de Lula, Dirceu e Carvalho na morte de Celso Daniel.

2: O comando do PT recorreu aos serviços de, digamos, amigos poderosos para conseguir o dinheiro. Prestem atenção à tramoia, segundo apurou a reportagem:
a: o pecuarista José Carlos Bumlai, amigão de Lula, contraiu um empréstimo de R$ 6 milhões junto ao Banco Schain;
b: Bumlai usou a sua influência na Petrobras para que a construtora Schain, do mesmo grupo, aumentasse seus negócios com a estatal em exatos… R$ 6 milhões;
c: quem negociou pela estatal foi o diretor Guilherme Estrela, amigão de Lula;
d: o dinheiro emprestado a Bumlai foi parar nas mãos da empresa 2S Participações, que pertencia a… Marcos Valério.
e: Marcos Valério fez, então, um contrato de mútuo para emprestar o dinheiro a Ronan Maria Pinto, aquele mesmo que, segundo a reportagem, exigia R$ 6 milhões para não implicar os chefões petistas na morte de Daniel;
f: no contrato de mútuo, figura como agente financeira a empresa Remar Agenciamento e Assessoria Ltda., que foi contratada justamente por… Enivaldo Quadrado!

3: Em setembro de 2012, Marcos Valério já havia relatado esses fatos ao Ministério Público. Voltemos agora ao tal Quadrado.

Condenado pelo STF a três anos e meio por lavagem de dinheiro no processo do mensalão, Quadrado voltou a ser preso pela Operação Lava Jato. Tão logo saiu da cadeia, ameaçou fornecer detalhes sobre um documento que estava sob a guarda do doleiro Alberto Youssef. Sabem qual? Justamente o contrato firmado entre a empresa de Marcos Valério e a Expresso Nova Santo André Ltda, de Ronan.

Por que um contrato entre Valério e Ronan estava com Youssef? Eis um mistério.

Seja como for, a reportagem de VEJA apurou que Quadrado apresentou a conta de seu silêncio a João Vaccari Neto, tesoureiro do PT. E a cúpula do partido teria decidido dar os dólares que ele pediu. Só para lembrar: Vaccari é uma das pessoas acusadas pelo engenheiro Paulo Roberto Costa como beneficiária — em nome do partido, claro! — do esquema de corrupção que vigorava na Petrobras.

Como vocês veem, relato esse caso do âmbito da política, mas é evidente que se trata de uma conjunção de casos de polícia.

Só para lembrar
José Carlos Bumlai de tal sorte é amigo de Lula que, quando o chefão petista era presidente, havia na portaria do Palácio do Planalto este aviso:

Jose Carlos Bumlai - autorização

Como a leitura é difícil, transcrevo:
“O sr. José Carlos Bumlai deverá ter prioridade de atendimento na portaria Principal do Palácio do Planalto, devendo ser encaminhado ao local de destino, após prévio contato telefônico, em qualquer tempo e qualquer circunstância”.

É isso aí. Se quiser saber tudo o que este blog já escreveu sobre tão notável figura, clique aqui .

Texto publicado originalmente às 4h20
15 Sep 13:11

Delinquência política envolvendo perfis da Wikipédia chega à Petrobras

by giinternet

Pois é… O perfil na Wikipédia do engenheiro Paulo Roberto Costa — que está preso e fez um acordo de delação premiada — também foi alterado. Na versão que chegou a ir ao ar e depois foi retirada, algum delinquente político, intelectual e moral tentou ligar o homem ao governo… FHC! É, leitores, é isto mesmo! Alguém tentou transformar o cara que servia aos interesses do PMDB, do PT e do PP numa cria tucana!!! E o computador em que a alteração foi feita está na… Petrobras! A gente pode ficar escandalizado, claro!, e deve. Mas surpresos, convenham, não estamos.

Aliás, se um dia a polícia decidir rastrear as fontes de difamação de políticos da oposição e de outros “inimigos do regime”, dá para apostar que as fontes irradiadoras da baixaria estão em órgãos públicos, onde os companheiros se aboletam aos muitos milhares. Imaginem o medo que essa gente tem de perder a boquinha.

Leiam o que informa O Globo:
*

A Petrobras confirmou a informação que o perfil de Paulo Roberto Costa na enciclopédia virtual Wikipédia foi alterado em um dos computadores da sede da empresa. Como o GLOBO revelou em matéria deste sábado, as modificações afirmam que Costa, ex-diretor de Abastecimento da estatal e um dos denunciados na operação “Lava-Jato” da Polícia Federal, é uma “cria” do governo tucano de Fernando Henrique e que foi demitido porque estava “muito soltinho”. Segundo nota divulgada, a Área de Tecnologia da Informação está rastreando os acessos à internet para identificar o computador em que o artigo foi reescrito.

As alterações destacam que a demissão ocorreu após a posse da atual presidente da estatal Graça Foster, e com aprovação da presidente da República e candidata à reeleição Dilma Rousseff (PT). A publicação ocorreu às 16h16min e foi retirada do ar seis minutos depois.

O rastreamento que identificou a origem da alteração foi feito pelo serviço de monitoramento @BRwikiedit. A página, originalmente monitorava somente a rede do Congresso, mas, há cerca de um mês, passou a também fiscalizar as modificações que usuários da Procuradoria Geral da República, Dataprev, Petrobras, Banco Central, Banco do Brasil, Caixa e mais 40 entidades produzem na enciclopédia on-line.

O texto liga o crescimento profissional do ex-diretor ao governo Fernando Henrique. Uma parte dedicada especialmente a isto, intitulada “Ex-diretor começou no governo de FH”, diz que não é verdade que Paulo Roberto Costa começou sua carreira em 2004, durante o governo Lula, e que suas primeiras indicações políticas ocorreram em 1995, durante o mandato de FH.

“Tem sido divulgado à opinião pública que Paulo Roberto Costa, agora no epicentro de um escândalo de corrupção, teria começado sua carreira na Petrobras em 2004 – portanto, no governo Lula –, quando foi nomeado diretor de Abastecimento. Isso não é verdade. Ele entrou na Petrobras muito antes, em 1979, quando participou da instalação das primeiras plataformas de petróleo na Bacia de Campos (RJ). Suas primeiras indicações políticas dentro da estatal ocorreram quando o PSDB ganhou a presidência da República.”, afirma o perfil modificado.

As informações sobre as posições que Costa assumiu na estatal desde que entrou em 1979 até seu desligamento correspondem ao que o próprio declarou em junho deste ano durante sessão na CPI da Petrobras no Senado, antes de ser preso.

“Em 1995, logo no primeiro ano da presidência de FHC, ele foi indicado como gerente geral do poderoso Departamento de Exploração e Produção do Sul, responsável pelas Bacias de Santos e Pelotas.Nos anos seguintes, sempre sob gestão dos tucanos, Paulo Roberto Costa foi beneficiado por várias indicações políticas internas da Petrobras. Em 1996 foi gerente geral de Logística. De 1997 a 1999 respondeu pela Gerência de Gás. De maio de 1997 a dezembro de 2000 foi diretor da Petrobras Gás – Gaspetro. De 2001 a 2003 foi gerente geral de Logística de Gás Natural da Petrobras. E de abril de 2003 a maio de 2004 (agora, sim, no início do governo Lula), foi diretor-superintendente do Gasoduto Brasil-Bolívia”.

Parte das modificações foi copiada de um outro texto publicado pelo blogueiro Miguel do Rosário no site “Tijolaço”. Miguel foi um dos nove entrevistadores escolhidos para conversar com o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva em abril deste ano. A escolha dos blogueiros foi feita pelo instituto do petista. No texto inserido no perfil do Wikipedia, a escolha de Paulo Roberto da Costa é justificada como “caminho natural”.

A alteração foi realizada dois dias após o Planalto exonerar o responsável pela alteração das páginas de jornalistas na Wikipédia. A investigação da comissão de sindicância da Casa Civil da Presidência da República identificou o servidor Luiz Alberto Marques Vieira Filho um mês após o início da apuração. Funcionário de carreira do Ministério da Fazenda, mas na época lotado na Secretaria de Relações Institucionais (SRI), o servidor fez mudanças nos perfis de Míriam Leitão e Carlos Alberto Sardenberg. O servidor vai responder a processo administrativo disciplinar (PAD).

15 Sep 13:08

O mercado de trabalho começa a sentir o baque da economia

by giinternet

gráficos mercado de trabalho

Por Luís Lima e Naiara Infante Bertão, na VEJA.com:
O economista austríaco Friedrich Hayek escreveu certa vez que, quando se usa o estado como ferramenta para estimular a criação de vagas, uma série de desequilíbrios é desencadeada. O Brasil vive essa realidade. A cantilena repetida à exaustão em época eleitoral é a de que o pleno emprego que se vê hoje leva a assinatura dos governos petistas. O outro lado da moeda é que os desequilíbrios criados pela política econômica da gestão de Dilma Rousseff se tornam cada vez mais patentes e afetam não só a renda dos brasileiros, mas também o mercado de trabalho.

Com a inflação no teto da meta, os juros começaram a subir e o emprego, consequentemente, deu sinais de esgotamento. A criação de vagas com carteira assinada em 2014 (até agosto) é a mais baixa desde 2002, início da série histórica disponibilizada pelo Ministério do Trabalho. Apesar da desaceleração, a taxa de desemprego mais recente, que remonta a abril, está em 4,9% — um dos resultados mais baixos da história. Especialistas ouvidos pelo site de VEJA explicam que a menor geração de postos só não impactou a taxa de desemprego porque a oferta de mão de obra diminuiu: passou de 24,32 milhões em abril do ano passado para 24,11 milhões no mesmo mês deste ano, segundo a Pesquisa Mensal de Emprego (PME), que leva em conta as seis maiores regiões metropolitanas do país.

Levantamento feito a pedido do site de VEJA pelo economista Hélio Zylberstajn, da Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe), com base na PME, mostra outro fator estatístico que impede o aumento da taxa de desocupação. O estudo constata que, entre abril do ano passado e deste ano, 528 mil brasileiros em idade ativa preferiram não trabalhar. Esse número é equivalente à população de uma cidade como Ribeirão Preto (SP).  No jargão econômico, esses brasileiros são conhecidos como ‘nem-nem’: aqueles que não estudam, nem trabalham. De acordo com o cálculo de Zylberstajn, se estivessem trabalhando, a taxa de desemprego saltaria dos 4,9% atuais para 7%. “Ao retornarem para um mercado de trabalho desaquecido, procurando emprego, esses indivíduos devem engordar as estatísticas de desemprego. A tendência é que não preencham novas vagas, que agora estão mais escassas”, alerta o economista e professor da Universidade de São Paulo (USP), José Paulo Chahad.

Dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) mostram que, em 2014, alguns segmentos já registram mais demissões do que contratações. É o caso do Comércio, que fechou mais de 6 mil vagas nos oito primeiros meses deste ano. Não à toa, justamente o setor varejista, que foi o que mais cresceu durante o boom econômico dos últimos anos, é a ponta mais sensível à variação no bolso da população. Com a inflação acima do teto da meta (de 6,5% ao ano) e os juros em seu maior patamar desde 2011 (11% ao ano), a renda se arrefece e o consumo titubeia. Neste exemplo enxerga-se a teoria de Hayek de forma clara. Ele defende que políticas de governo que estimulam o consumo trazem dois resultados: o aumento do emprego em determinados setores e o avanço da inflação. Mas, quando medidas anti-inflacionárias são aplicadas, como é o caso do aumento dos juros, esses mesmos empregos são fechados. “Quanto mais a inflação durar, maior será o número de trabalhadores cujas vagas dependerão da continuidade da inflação”, diz o economista austríaco em seu livro Full Employment at Any Price (Pleno Emprego a Qualquer Preço, em tradução livre).

Outro setor que vinha sendo a âncora do mercado de trabalho nos últimos anos é o de Serviços, que criou 490 mil vagas até agosto deste ano, 65% do total. Em 2010, esse número era de 1 milhão. No setor industrial, o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) aponta queda de 2,6% no emprego até julho deste ano, o que equivale ao fechamento de 11 mil vagas. “Como a indústria representa apenas 15% do emprego total, mesmo com as demissões, o nível de emprego ainda não foi afetado. Mas, do ponto de vista qualitativo, é um desastre, porque os melhores empregos estão na indústria”, afirma Zylberstajn, da Fipe.

Um indicador que inspira os economistas a projetarem taxa de desemprego superior a 7% no ano que vem é o investimento. No primeiro semestre, a Formação Bruta de Capital Fixo (FBCF), que mede o peso dos investimentos na economia brasileira, acumula queda de 6,8% em relação a 2013. Não à toa, a economia está em recessão técnica no primeiro semestre — e não são poucos os analistas que já projetam o encolhimento do PIB no consolidado do ano. “O investimento de hoje é o emprego de amanhã. E, se o investimento continuar baixo, do jeito que está, mesmo com todo o benefício demográfico que temos, a taxa de desemprego não vai permanecer baixa”, afirma o economista José Pastore, da Universidade de São Paulo (USP).

Diante da situação de alerta, o governo, em vez de mergulhar num exercício de autocrítica para descobrir como reverter os muitos erros cometidos, insiste no discurso de que “tudo vai bem, obrigado”.  Após a divulgação dos dados do Caged na última quinta-feira, o ministro do Trabalho, Manoel Dias, afirmou que o Brasil “é campeão na geração de empregos” e que os resultados de setembro e outubro serão ótimos. “Todo o conjunto da economia está em recuperação e o emprego faz parte”, disse. Dias afirmou que o Brasil terá um saldo de criação de 1 milhão de vagas este ano – o que seria, na série com ajustes, o pior resultado desde 2003, o primeiro ano do governo Lula. O problema é que os economistas esperam menos que isso. Segundo Zylberstajn, pelo menos 450 mil vagas serão fechadas em dezembro por fatores sazonais. “O resultado de 2014 será pífio. Mas ainda não se pode afirmar que será negativo”, diz o economista.

Para que haja uma criação sustentável de vagas, é preciso investimentos pesados em educação e inovação, além da abertura do mercado para estimular a concorrência entre as empresas e melhorar, assim, a produtividade. E justamente nesta segunda etapa mora o erro do governo petista: a inovação foi relegada a último plano e o protecionismo da indústria tornou-se a regra básica. Os efeitos negativos estão aí: o setor recuou 2,6% em 2014, ainda que o governo negue a ineficácia de seu modelo. Segundo dados do Relatório de Competitividade do Fórum Econômico Mundial, um dos problemas mais graves do Brasil é sua capacidade de inovar. Num ranking de 144 nações, o país, que é a sétima maior economia do mundo, ocupa a 62ª posição em Inovação. Em produtividade no trabalho, está em 109º.

Todos os políticos que chegam ao Palácio do Planalto desejam que seus governos sejam marcados pela criação de emprego. O que os difere é o caminho que adotam para alcançar tal objetivo. Há os que criam um bom ambiente regulatório e concorrencial para que floreça o empreendedorismo, o investimento, a inovação e, por consequência, a criação de vagas. Outra opção é usar o estado como indutor do consumo e intervir em setores escolhidos a dedo para beneficiá-los, não importando os desequilíbrios que as políticas possam criar. Esse foi o caminho escolhido pela presidente Dilma. O desempenho econômico ruim e a desaceleração do emprego deixam claro que essa escolha não é sustentável. Caso Dilma não se reeleja, o governo que se iniciará em 2015 terá a missão árdua de rever os erros e buscar o equilíbrio estrutural. Para que se alcance esse objetivo, o emprego nos setores beneficiados ao longo dos últimos anos pode ser sacrificado num primeiro momento. A profundidade desse impacto só será conhecida, no entanto, quando também vier à luz o tamanho do problema econômico criado pela equipe da presidente. Quanto antes o bom caminho for retomado, melhor.

15 Sep 13:08

Metade das empresas em operação no país está inadimplente. Ou: tudo o mais constante no modelo Dilma, a próxima vítima será o emprego. Mas presidente diz que seu programa de governo é este mesmo…

by giinternet

Em entrevista coletiva concedida neste domingo, a presidente-candidata Dilma Rousseff explicou por que não apresentou até agora o seu programa de governo. Segundo disse, seu programa já está em curso. Ah, bom! Quer dizer que, caso vença, teremos mais quatro anos iguais aos quatro passados. Pois é… A questão é saber se o país resiste.

Reportagem de Toni Sciarretta, na Folha de hoje, informa que há recorde histórico de inadimplência das empresas. Nada menos de 3,5 milhões das 7 milhões de empresas operacionais estavam, em julho, com algum tipo de dívida em atraso, “resultado da queda de vendas e do aumento de custos com fornecedores, funcionários e bancos”. Os dados são da Serasa.

Para a Serasa, informa a reportagem, “é operacional a companhia que pesquisou a situação cadastral de um cliente ou teve o seu CNPJ (Cadastro Nacional de Pessoa Jurídica) consultado no último ano”. Na Receita Federal, existem cadastrados 14 milhões de CNPJs, mas este inclui as companhias não operacionais — as que entraram em falência, por exemplo. Ainda que se leve em consideração esse banco de dados, estaríamos falando de 25% de inadimplência, o que já seria um número alarmante.

Que fique claro: os dados da Serasa não incluem os débitos com a Receita, com o INSS ou com os fiscos estaduais ou municipais, exceção feita aos casos em que essas pendências já estão em fase de execução ou entraram para a dívida ativa da União. Fossem computadas essas dívidas, o número seria ainda maior. Como informa a reportagem da Folha, os critérios da Serasa levam em conta as empresas que “estão com débito em atraso no banco, deram cheque sem fundo, tiveram títulos protestados, enfrentam ações judiciais porque não pagaram fornecedores ou funcionários, tiveram (ou terão) a luz e o telefone cortados ou entraram em recuperação judicial”.

Esses dados ajudam a explicar o mau humor da esmagadora maioria do empresariado com o governo Dilma. São empresas de pequeno e médio portes 91% das inadimplentes. Um terço delas está em São Paulo — Estado em que Dilma enfrenta, note-se, uma enorme rejeição. O setor mais afetado é o comércio, que responde por 47% do total, seguido por serviços (42,6%) e indústria (9,1%). Não custa lembrar que os dois primeiros responderam em grande parte pelo modo petista de crescer, ancorando-se no consumo. Também foram eles os principais responsáveis pela manutenção dos empregos.

Em alguma hora, no entanto, os quatro anos de crescimento mixuruca da economia — e vem o quinto por aí — cobrariam o seu preço. Tudo o mais constante na baixa, parece razoável supor que o emprego será a próxima vítima.

Mas Dilma diz que o seu programa de governo é este mesmo.

12 Sep 20:19

Software Patents Are Crumbling, Thanks To the Supreme Court

by Soulskill
walterbyrd writes: In June, when the U.S. Supreme Court invalidated a software patent, many in the tech industry hoped it would be the beginning of sweeping changes to how the patent system handles software. Just a few months later, lower courts are making it happen. Quoting Vox: "By my count there have been 10 court rulings on the patentability of software since the Supreme Court's decision — including six that were decided this month. Every single one of them has led to the patent being invalidated. This doesn't necessarily mean that all software patents are in danger — these are mostly patents that are particularly vulnerable to challenge under the new Alice precedent. But it does mean that the pendulum of patent law is now clearly swinging in an anti-patent direction. Every time a patent gets invalidated, it strengthens the bargaining position of every defendant facing a lawsuit from a patent troll." Meanwhile, the Washington Post reports on alleged corruption in the U.S. Patent and Trademark Office.

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12 Sep 20:19

PT agora diz que vai processar Marina. É piada de partido autoritário!

by giinternet

É o fim da picada! O PT decidiu partir com uma violência contra Marina Silva que, em certa medida, jamais empregou nem contra adversários tucanos em disputas presidenciais: Serra, Alckmin e Aécio. O partido diz que vai apresentar ao Ministério Público Eleitoral uma representação criminal, acusando Marina, candidata do PSB à Presidência, de “difamação”. Por quê? Porque, em sabatina no Globo, Marina afirmou que o partido colocou por 12 anos um diretor para assaltar os cofres da Petrobras. Ela se referia, claro, a Paulo Roberto Costa.

Pois é… Difamação? Que Costa tenha assaltado os cofres da Petrobras, eis uma afirmação que é matéria de fato, não de opinião. Ele mesmo confessa num processo que envolve delação premiada — e o prêmio só virá se apresentar evidências do que diz.

É impressionante que o partido que acusa a adversária de tentar roubar a comida do prato dos brasileiros e de ameaçar tirar da educação R$ 1,3 trilhão — mentiras assombrosas — queira um processo contra essa mesma adversária porque afirmou que o partido pôs um assaltante numa diretoria da Petrobras.

Quem nomeou Paulo Roberto? A direção da empresa, controlada pelo PT. No cargo, ele fez o quê? Assaltou os cofres da Petrobras.

O PT sabe que esse tipo de coisa não dá em nada, mas está fazendo firula para ganhar o noticiário. Tudo compatível com um partido que cria lista negra de jornalistas, que pede a cabeça de funcionários de bancos, que tenta censurar textos de consultoria e que moveu uma ação de queixa-crime contra um economista porque não gosta de sua opinião.

O mundo ideal do petismo é uma ditadura onde não há contestação.

12 Sep 20:19

Os absurdos da fala de Dilma na entrevista ao Globo

by giinternet

A presidente Dilma Rousseff disputa um segundo mandato, como sabemos, mas ainda dá mostras de primarismo no trato com a coisa pública. Na entrevista concedida ao Globo nesta sexta, ela afirmou, claro!, que desconhecia a roubalheira que estava em curso na Petrobras. Reafirmou, para o espanto de qualquer pessoa lógica, que a empresa dispõe de mecanismos de controle para se prevenir de larápios. E continuou a afrontar o bom senso. Leiam o que ela disse:
“Há corrupção em todas as empresas públicas ou privadas. A Petrobras tem órgãos internos e externos de controle. Mas quem descobriu foi a Polícia Federal. Se eu tivesse sabido qualquer coisa sobre o Paulo Roberto, ele teria sido demitido e investigado. Eu tirei o Paulo Roberto com um ano e quatro meses de governo. Eu não sabia o que ele estava fazendo. Eu tirei, porque não tinha afinidade nenhuma com ele.”

Então vamos quebrar essa fala absurda em miúdos. Sim, pode haver corrupção na empresa privada também. Ocorre que, nesse caso, o prejuízo é do dono, não do público. Quando descoberto, o sujeito perde o emprego e pode ir preso. Em estatais, o bandido pode ser promovido.

Se, com órgãos internos e externos de controle, a enormidade aconteceu, somos obrigados a concluir que os larápios já andaram mais depressa e aprenderam a driblá-los. Logo, esses mecanismos estão atrasados e são ineficientes.

Mas ainda não chegamos ao pior. Dilma afirmou que demitiu Paulo Roberto porque faltava afinidade entre ambos. Ainda bem! Afinidade houvesse, ele teria continuado lá por mais tempo, roubando mais, não é?

Eis o problema da Petrobras e de todas as estatais: seus comandantes são escolhidos ou se mantêm no cargo em razão da afinidade com os poderosos de plantão. Segundo o raciocínio de Dilma, estivesse no posto um homem probo e competente, teria ido para a rua do mesmo jeito. Por quê? Ora, por falta de afinidade.

Como é que a maior empresa pública do país pode estar sujeita ao gosto pessoal do governante de turno? Ao tentar se livrar de qualquer responsabilidade por tudo o que se deu na empresa, Dilma assumiu culpas novas e expôs as piores entranhas do estatismo.

Para encerrar, esta mesma presidente deu a Nestor Cerveró, que ela diz ser o principal responsável pelo imbróglio de Pasadena, um empregão: diretor financeiro da BR Distribuidora. A sua fala não para em pé, presidente!

12 Sep 11:04

U.S. Threatened Massive Fine To Force Yahoo To Release Data

by timothy
Advocatus Diaboli writes The U.S. government threatened to fine Yahoo $250,000 a day in 2008 if it failed to comply with a broad demand to hand over user data that the company believed was unconstitutional, according to court documents unsealed Thursday that illuminate how federal officials forced American tech companies to participate in the NSA's controversial PRISM program. The documents, roughly 1,500 pages worth, outline a secret and ultimately unsuccessful legal battle by Yahoo to resist the government's demands. The company's loss required Yahoo to become one of the first to begin providing information to PRISM, a program that gave the National Security Agency extensive access to records of online communications by users of Yahoo and other U.S.-based technology firms.

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12 Sep 11:04

Marina, Dilma e Aécio: crítica não é terrorismo; terrorismo não é crítica. Ou: “Esse cara sou eu”

by giinternet

Vamos botar um pouco de ordem no debate, né? Afirmar que Marina Silva, se eleita, vai cortar R$ 1,3 trilhão da educação, como faz o PT, é terrorismo vigarista. Qual é a lógica? “Ah, é que ela não vai explorar o pré-sal, e aí vai faltar o dinheiro que iria para a área.” É um discurso pilantra. Mais ainda: tentar associá-la ao fundamentalismo cristão, como fazem as milícias do sindicalismo gay petista, é, igualmente, má-fé. Mas alto lá!

Lembrar que dois presidentes se elegeram acima de partidos e conduziram o país à crise é só apreço pela história. “Ah, mas Marina é diferente de Collor e Jânio.” Eu sei, e estes, por sua vez, eram diferentes entre si. Em sentido mais geral, os homens são apenas iguais a si mesmos — e, ainda assim, tomados num corte sincrônico, não é? Diacronicamente falando, podem variar bastante. Vamos parar de “mi-mi-mi”! Marina tem de explicar suas contradições, a exemplo de qualquer outro.

Nesta quinta, Marina recorreu ao Twitter (ver post) para afirmar que Aécio faz uma desconstrução de sua figura pública que em nada fica a dever ao PT. Lamento! Mas é falso. Também no Twitter, o candidato do PSDB à Presidência lembrou que ele está a fazer crítica política. E se desafia aqui qualquer marinista convicto ou marineiro tático ou estratégico a apontar onde está a baixaria.

Olhem: considerando o que afirmou o neomarinista Walter Feldman nesta terça-feira em conversa com lojistas (ele previu o fim do PSDB se Marina vencer) e o que afirmara Beto Albuquerque numa reunião promovida por um banco na segunda (especulou que o baixo clero seria atraído pela peessebista em caso de vitória), até que a reação de seus adversários, nesse particular, foi modesta. Então um grupo político sustenta que vai fazer as reformas política, eleitoral, tributária, fiscal e administrativa apostando na dissolução de partidos? Tenham paciência!

Quem me conhece sabe que sempre estou ou de um lado ou de outro do muro; em cima, nunca! Desta feita, talvez eu tenha descoberto meu lado quântico, né? Torço pela derrota de Dilma por tudo o que essa gente representa de incompetência, de truculência e de falsificação da história, mas o que sei me impede de torcer pela vitória de Marina. A menos que ela conserte esse discurso que considero meio aloprado. Não posso fingir o que nem penso nem sinto. Se não for para ser absolutamente honesto com os leitores, pra que fazer este blog?

Nesta quinta, na entrevista que concedeu ao Globo, Marina afirmou: “O que ameaça o pré-sal é o que está sendo feito com a Petrobras. [...] Como as pessoas vão confiar em um partido que coloca por 12 anos um diretor para assaltar os cofres da empresa?”. É duro? É duro! Mas o ataque faz todo o sentido. E, com efeito, à diferença do terrorismo petista, sua afirmação está baseada em fatos.

Dilma decidiu responder: “Eu considero que a candidata Marina tem de parar de usar suas conveniências pessoais para fazer declaração. Ela ficou 27 anos no PT. Todos os seus mandatos, ela obteve graças ao Partido dos Trabalhadores. Dos 12 anos aos quais ela se refere, em oito ela esteve no governo ou na bancada no Senado Federal. Não é possível que as pessoas têm (sic) posições que não honrem sua trajetória política e se escondem (sic) atrás de falas que não medem o sentido dos seus próprios atos durante a vida”.

Parte da resposta faz sentido e é questão pública e inquestionável. De fato, em SETE (não oito) desses 12 anos, Marina foi beneficiária do condomínio de poder liderado pelo PT. E Dilma não comete maldade nenhuma ao lembrar disso. Mas se comporta como uma autêntica “companheira” quando, em seguida, sugere que, em razão da condição partidária, mesmo que pregressa, Marina deveria se calar sobre a lambança. Criticar a roubalheira da Petrobras, presidente, não é mudar de lado, mas assumir o lado certo do debate. O outro, afinal, é o dos ladrões.

“E você, Reinaldo? Qual é o seu papel?” Como jornalista, é analisar o processo político com as paixões intelectuais que tenho — e eu as tenho. Mas sem paixões partidárias. Segundo o meu ponto de vista, ainda espero razões para votar em Marina. Só o fato de ela não ser do PT não me basta.

“Esse cara sou eu”, como disse aquele.

12 Sep 11:03

Chrome OS Can Now Run Android Apps With No Porting Required

by timothy
An anonymous reader writes On Thursday, Google launched "App Runtime for Chrome (Beta)" which allows Android apps to run on Chrome OS without the need for porting. At the moment, only Duolingo, Evernote, Sight Words, and Vine are available on the platform with the rest of the Play Store's offerings to come later. Google "built an entire Android stack into Chrome OS using Native Client" in order to achieve this.

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12 Sep 11:03

Why Did Middle Eastern Christians Drive Sen. Cruz from the Stage?

by David P. Goldman

When Sen. Ted Cruz told an audience of Middle Eastern Christians that they have no better friend than Israel, he stated the literal truth: the Assyrian Christians of Iraq’s north are at greater risk than any Christian population in the world, and their only effective defenders are the Kurdish Peshmerga, which was trained and armed by Israel almost from inception. These facts are widely known. Why, then, did Sen. Cruz’s remarks provoke an eruption of Jew-hatred? A large part of the audience could not control its rage, and drove their keynote speaker from the podium.

There’s a history, and a sad one. I published the essay below in 2009 and reprint it here to help put this event in context. It is a dark day indeed when the government of Egypt can see its way clear to an alliance with Israel against radical Islamists, but many (and perhaps most) Middle Eastern Christians can’t bear the idea of an alliance with Israel. It does not augur well for their survival in the region.

The closing of the Christian womb
By Spengler (crossposted from Asia Times Online)

A century ago, Christians dominated the intellectual and commercial life of the Levant, comprising more than one-fifth of the 13 million people of Turkey, the region’s ruling power, and most of the population of Lebanon. Ancient communities flourished in what is now Iraq and Syria. But starting with the Armenian genocide in 1914 and continuing through the massacre and expulsion of Anatolian Greeks in 1922-1923, the Turks killed three to four million Christians in Turkey and the Ottoman provinces. Thus began a century of Muslim violence that nearly has eradicated Christian communities in the cradle of their religion.

It may seem odd to blame the Jews for the misery of Middle East Christians, but many Christian Arabs do so – less because they are Christians than because they are Arabs. The Christian religion is flourishing inside the Jewish side. Only 50,000 Christian Arabs remain in the West Bank territories, and their numbers continue to erode. Hebrew-speaking Christians, mainly immigrants from Eastern Europe or the Philippines, make up a prospective Christian congregation of perhaps 300,000 in the State of Israel, double the number of a decade ago.

The brief flourishing and slow decline of Christian Arab life is one of the last century’s stranger stories. Until the Turks killed the Armenians and expelled the Greeks, Orthodoxy dominated Levantine. The victorious allies carved out Lebanon in 1926 with a Christian majority, mostly Maronites in communion with Rome. Under the Ottomans, Levantine commerce had been Greek or Jewish, but with the ruin of the Ottomans and the founding of Lebanon, Arab Christians had their moment in the sun. Beirut became the banking center and playground for Arab oil states.

The French designed Lebanon’s constitution on the strength of a 1932 census showing a Christian majority, guaranteeing a slight Christian advantage in political representation. With the Christian population at barely 30% of the total and 23% of the population under 20 – Lebanon’s government refuses to take a census – Lebanon long since has lost its viability. The closing of the Christian womb has ensured eventual Muslim dominance.

Precise data are unobtainable, for demographics is politics in Lebanon, but Lebanon’s Christians became as infertile as their European counterparts. Muslims, particularly the impoverished and marginalized Shi’ites, had more babies. In 1971, the Shi’ite fertility rate was 3.8 babies per female, against only 2 for Maronite Christians, or just below replacement. Precise data are not available, but Christian fertility is well below replacement today.

Even before the 1975 Lebanese Civil War, infertility undermined the position of Lebanon’s Christians . The civil war itself arose from the demographic shift towards Muslims, who saw the Christian-leaning constitution as unfair. Christianity in the Levant ultimately failed for the same reason that it failed in Europe: populations that are nominally Christian did not trouble to reproduce.

12 Sep 10:57

PT não fala mais em privatização da Petrobras porque privatizada ela já está: pelo PT, PMDB e PP. A mentira da hora diz respeito ao pré-sal

by giinternet

Em 2002, 2006 e 2010, o PT inventou que os tucanos haviam querido — e quereriam ainda — privatizar a Petrobras. Alguma evidência, algum documento, alguma fala oficial de governo, alguma proposta que apontasse para isso? Nada! Nem um miserável papel. A maior evidência de que dispunham era um estudo encomendado para mudar o nome da empresa para Petrobrax. Uma burrice? Sem dúvida! Privatização? É piada! Tratava-se apenas de uma mentira de cunho terrorista — já que o partido sabia que a população brasileira, na sua maioria, infelizmente, se oporia à ideia. Este nosso povo bom prefere uma estatal lotada de larápios, roubando dinheiro para si e para seus respectivos partidos, a uma empresa privada que funcione bem, sem assaltar o nosso bolso. O gosto de um povo costuma ser o seu destino.

Lembro, só para ilustrar, que, às vésperas do segundo turno da eleição de 2010, José Sérgio Gabrielli — um dos principais responsáveis pela compra desastrada da refinaria de Pasadena —, então presidente da estatal, concedeu uma entrevista à Folha em que afirmou que o governo FHC havia tomado medidas em favor da privatização. Não apresentou uma só evidência, é claro!, porque se tratava apenas de uma mentira. Privatizada, como vimos, de fato, a Petrobras já está, o que não é segredo para ninguém. As evidências que vêm à luz a cada dia ilustram o descalabro.

Pois bem! Neste 2014, falar que estão querendo privatizar a Petrobras não chega a ser uma coisa exatamente popular. A empresa está mais nas páginas de polícia do que nas de economia, não é mesmo? Privatizada, ela já está. Como vimos, boa parte de sua operação pertence a companheiros do PT, do PMDB e do PP. Uma gangue agia dentro da empresa, em conexão com outra que, segundo Paulo Roberto Costa, atuava do lado de fora. Fica difícil convocar a população para a guerra santa em defesa de um nome que, infelizmente, acabou tão manchado.

Como é que o PT vai fazer, então? O partido não sabe fazer campanha eleitoral sem transformar seus adversários em satãs. Os petistas não conseguem entender o jogo político senão pela eliminação do outro. Não lhes basta simplesmente vencê-lo. Sem encontrar, antes como agora, verdades fortes o bastante em favor de si mesmos, então recorrem a mentiras contra seus oponentes.

Assim é com essa história absurda de que, se eleita, Marina vai tirar R$ 1,3 trilhão — sim, os desmandos da turma já atingiram a casa dos bilhões, e as mentiras, dos trilhões — da educação em razão da não exploração do pré-sal. Esse é o terrorismo da vez. Moralistas como são, advertidos até internamente de que isso é forçar a barra, os chefões não se intimidaram. Como Dilma deu uma pequena reagida, e Marina, uma esmorecida, chegaram à conclusão de que esse é mesmo um bom caminho. Se eles não podem vencer com a verdade, indagam sem hesitação: “Por que não a mentira?”.

Nesta quinta, em entrevista à Rede TV, Dilma culpou Marina, quando ministra do Meio Ambiente, pela demora nas licenças ambientais para obras de infraestrutura. É mesmo? Eu posso criticar algumas questões que a então ministra levantou ao longo do tempo sobre esta ou aquela obras, Dilma não! Ora, se ela criava dificuldades tecnicamente injustificadas e artificiais, por que não foi posta, então, fora do governo? Por que não se fez, então, o devido debate público? É que Lula gostava — e precisava — da “simbologia Marina”.

No horário eleitoral gratuito, o PT demoniza empresários e banqueiros, apresentados como um bando de salafrários que se regozijam quando supostos inimigos do povo — sim, Marina é o alvo principal — aparecem combinando tramoias. É grotesco que, nestes dias, quando conhecemos a casa de horrores em que se transformou a Petrobras, o PT venha a público para atacar o setor privado.

Encerro com um dado: até há cinco dias, Dilma, a que aparece como a adversária de empresários cúpidos, havia arrecadado mais do que o dobro da soma de Aécio e Marina: R$ 123,3 milhões entre julho e agosto, contra R$ 42,3 milhões do tucano e R$ 19,5 milhões de Marina.

Essa é a cara deles. Essa é a moralidade deles.

Texto publicado originalmente às 4h25
12 Sep 10:57

Minha coluna na Folha: “Dilma e Marina estão certas”

by giinternet

Leia trecho:
Na troca de farpas entre Dilma Rousseff e Marina Silva, quem está certa? As duas e ninguém. Cada uma aponta a principal fragilidade da outra para vender a sua imprestável bugiganga institucional. A petista não imagina outra forma de governar que não loteando a administração entre os partidos da base aliada. Aprendeu com Lula que é assim que se faz. O chefão do PT, por sua vez, diz ter aprendido tal prática com os inimigos que vieram antes dele. É uma caricatura de Napoleão, o porco de “A Revolução dos Bichos”, de George Orwell.

Marina, com a suposta pureza de um “Bola de Neve”, o porco revolucionário do bem, percebeu que há nas ruas, “no que se refere” (como diria Dilma…) ao petismo, uma sensação de enfaro. Então decidiu sair por aí vituperando contra instituições da “velha política” e chama a algumas barbaridades de “nova política”. A última ideia espantosa é um tal “Comitê de Busca de Homens de Bem”, onde seriam pescados os evangelistas da boa-nova.

Se ela chegar ao “Comitê de Salvação Pública”, começarei a cuidar do meu pescoço.

Marina diz que o país não pode continuar nas mãos de Dilma e do que esta representa porque caminharia para a paralisia. E avalio que ela está certa. A presidente tem à sua disposição a maior burocracia do Ocidente, criada para não funcionar. Cada uma das forças políticas que a apoiam quer um lugar de poder para conter o adversário-aliado.

Dilma, por seu turno, sustenta que o modelo proposto por Marina pode ser uma usina de crises. E, convenham, não é preciso ser adivinho para chegar a essa conclusão. Em dois dias, os “vocalizadores” de Marina produziram algumas peças que poderiam entrar para a história nativa da infâmia política.
(…)
Leia a íntegra aqui

 

11 Sep 21:19

TERRORISMO – PT, agora, diz que Marina vai tirar R$ 1,3 trilhão da educação

by giinternet

Na VEJA.com:
A artilharia de campanha da presidente-candidata Dilma Rousseff (PT) contra Marina Silva, postulante do PSB ao Planalto, segue pesada: depois de veicular peça eleitoral em que afirma que a proposta de autonomia do Banco Central coloca nas mãos de banqueiros decisões do povo brasileiro, o PT agora diz que, se eleita, a adversária vai tirar 1,3 trilhão de reais da educação. O site da petista publicou nesta quinta-feira um vídeo de trinta segundos em que afirma que as propostas de Marina representam a “extinção do pré-sal”. No auge dos ataques à adversária, Dilma oscilou positivamente um ponto em pesquisa Datafolha, enquanto Marina perdeu um – o que faz o PT decidir por seguir com a pancadaria. A nova peça eleitoral petista explora o posicionamento da adversária sobre a exploração do pré-sal – item que recebeu apenas leve menção no programa de governo do PSB – e insinua que os investimentos em saúde e educação com dinheiro das reservas estariam ameaçados.

Com iluminação difusa e trilha sonora soturna, o locutor questiona: “Marina tem dito que, se eleita, vai reduzir a prioridade do pré-sal. Parece algo distante da vida da gente, né? Parece, mas não é”. Nas imagens, um grupo de homens simula uma reunião de negócios e manipula torres de exploração de petróleo. Na sequência, a peça mostra uma mulher ensinando crianças. À medida que o locutor narra o que alega ser propostas de Marina, os conteúdos dos livros desaparecem e crianças ficam cabisbaixas. No vídeo, o locutor diz que, ao reduzir a prioridade do pré-sal, a educação e a saúde poderiam perder 1,3 trilhão de reais e “milhões de empregos estariam ameaçados em todo o país”. “É isso que você quer para o futuro do Brasil?”, questiona o narrador.

Marina afirmou na quarta-feira que os sucessivos ataques que os petistas vêm fazendo contra sua campanha são mentiras e que iria acionar os advogados do PSB para entrar com uma ação junto ao Tribunal Superior Eleitoral.

11 Sep 21:18

Aécio se distingue do vale-tudo petista contra Marina. E o diálogo no Twitter

by giinternet

O candidato tucano à Presidência, Aécio Neves, procurou se distinguir, nesta quinta, dos ataques que o PT promove à candidatura de Marina Silva, do PSB. Segundo o tucano, ele faz a crítica política a Marina, coisa distinta do que promove o PT, que avança no terreno pessoal e apela ao discurso terrorista. “Acho absolutamente inaceitável o tipo de acusação que ela [Marina] recebe hoje da presidente Dilma. Não entro nesse campo. Entro no campo político. Não entro no vale tudo para ganhar a eleição.”

Os perfis de Marina e Aécio no Twitter trocaram mensagens ao longo do dia — ou farpas, ainda que bastante civilizadas quando se tem em mente o jogo rasteiro a que se dedica o PT. No perfil da candidata do PSB, lê-se: “O Aécio agora está fazendo o mesmo trabalho de desconstrução que o PT faz sobre mim. Com os mesmos argumentos usados contra Lula”.

A página de Aécio respondeu: “Marina, na verdade, estou fazendo o debate político, fundamental para a democracia. Não desconstruindo a sua imagem”. Leia outros.

tuítes reinaldo

Retomo
Aécio faz bem ao se distinguir do terrorismo petista, e Marina faz mal ao reclamar do tucano. Ela que aponte, então, qual acusação do presidenciável do PSDB resvalou no campo pessoal. Lembrar a sua trajetória e eventuais incoerências é uma obrigação. Ainda voltarei ao assunto.

11 Sep 21:05

CBC Warns Canadians of "US Law Enforcement Money Extortion Program"

by samzenpus
jfbilodeau writes The CBC is warning Canadians about a U.S. program where America law enforcement officers — from federal agents to state troopers right down to sheriffs in one-street backwaters — are operating a vast, co-ordinated scheme to grab as much of the public's cash as they can through seizure laws. "So, for any law-abiding Canadian thinking about an American road trip, here’s some non-official advice: Avoid long chats if you’re pulled over. Answer questions politely and concisely, then persistently ask if you are free to go. Don’t leave litter on the vehicle floor, especially energy drink cans. Don’t use air or breath fresheners; they could be interpreted as an attempt to mask the smell of drugs. Don’t be too talkative. Don’t be too quiet. Try not to wear expensive designer clothes. Don’t have tinted windows. And for heaven’s sake, don’t consent to a search if you are carrying a big roll of legitimate cash.

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