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Pela liberdade de brasileiros inocentes
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Eu não os conheci, mas eles são da Igreja Presbiteriana Betânia, em Niterói, onde fui batizada.
SpaceX: Lessons Learned Developing Software For Space Vehicles
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Pew Research Finds Opinion Dominates MSNBC More Than Fox News
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Matar, um gesto humanista
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| Busto de Hipócrates, o pai da Medicina. |
As palavras acima transcritas se encontram no cerne de uma das atividades mais antigas e importantes da história humana: a medicina. Elas formam o Juramento de Hipócrates (conforme tradução de Bernardes de Oliveira no livro “A evolução da medicina até o século XIX”), que ainda hoje é feito pelos médicos do mundo inteiro. A versão mais conhecida é a da Declaração de Genebra da Associação Médica Mundial, datada de 1948, que diz:
Eu, solenemente, juro consagrar minha vida a serviço da Humanidade. Darei como reconhecimento a meus mestres, meu respeito e minha gratidão. Praticarei a minha profissão com consciência e dignidade. A saúde dos meus pacientes será a minha primeira preocupação. Respeitarei os segredos a mim confiados. Manterei, a todo custo, no máximo possível, a honra e a tradição da profissão médica. Meus colegas serão meus irmãos. Não permitirei que concepções religiosas, nacionais, raciais, partidárias ou sociais intervenham entre meu dever e meus pacientes. Manterei o mais alto respeito pela vida humana, desde sua concepção. Mesmo sob ameaça, não usarei meu conhecimento médico em princípios contrários às leis da natureza. Faço estas promessas, solene e livremente, pela minha própria honra.
Essa semana, veio à tona algo que solapa os próprios fundamentos da medicina: o Ofício Circular nº 46/2013, do Conselho Federal de Medicina, de 12 de março. O documento em questão afirma que “representantes do Conselho Federal de Medicina (CFM) e dos 27 Conselhos Regionais de Medicina (CRMs), após intenso e proveitoso debate, deliberam por maioria, o posicionamento dos Conselhos de Medicina com respeito à ampliação dos excludentes de ilicitudes penais em caso de aborto”. A “ampliação dos excludentes de ilicitudes penais” – um malabarismo eufemístico para “liberação” – é defendido pelo CFM em todos os casos previstos no anteprojeto do novo Código Penal, inclusive “por vontade da gestante até a 12ª semana da gestação”.
O que esperar quando a cultura da morte é assumida com tal presteza pelo órgão superior de representação daqueles profissionais que juraram proteger a vida desde a concepção? O sentimento de ultraje diante disso é inafastável a qualquer pessoa sensata. Esse sentimento é aprofundado sobremaneira quando se vê que, dentre as justificativas para a assunção desse posicionamento, o Conselho Federal de Medicina afirma que os atuais limites jurídicos ao aborto no Brasil “são incoerentes com compromissos humanísticos e humanitários”. Defender o direito à morte de um ser humano em gestação, na visão do CFM, passou a representar um “compromisso humanístico e humanitário”. Destruir a vida humana no ventre materno agora é um gesto humanitário!
Além disso, os limites jurídicos ao aborto hoje são, para o CFM, “paradoxais à responsabilidade social e aos tratados internacionais subscritos pelo governo brasileiro”. Ao que tudo indica, a Convenção Americana sobre Direitos Humanos, mais conhecida como Pacto de San José, do qual o Brasil é signatário, deve ser sumamente ignorada. Afinal, ela estabelece: “Toda pessoa tem o direito de que se respeite sua vida. Esse direito deve ser protegido pela lei e, em geral, desde o momento da concepção. Ninguém pode ser privado da vida arbitrariamente.” Ao que tudo indica, ou o aborto não se trata de uma privação arbitrária de vida, ou essa privação de vida não é arbitrária, mas “humanística e humanitária”.
Ah, mas talvez tudo isso seja apenas muito barulho por nada! Afinal, o Conselho Federal de Medicina também afirma no ofício circular “que não se decidiu serem os Conselhos de Medicina favoráveis ao aborto, mas, sim, à autonomia da mulher e do médico”. Somente isso. Ainda que o ser humano no ventre feminino seja uma vida desde a concepção – como já atestaram milhares de cientistas e médicos, anônimos ou famosos, como o falecido geneticista Jérôme Lejeune (que descobriu a causa da Síndrome de Down) –, a mulher tem todo o direito de dar cabo dessa vida, mesmo que sua decisão se baseie tão-somente na vontade de fazê-lo. Nada demais.
A bem da verdade, Hipócrates não passa de uma figura distante demais no tempo e no espaço para merecer qualquer consideração. Aliás, existem muitas coisas, pelo visto, que são velhas demais para merecerem qualquer reverência: honra, dedicação, vocação, proteção. Ah, sim, e vida. Coisas velhas e sem sentido, certo?
Canonical and China Announce Ubuntu Collaboration
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Google Keep Labelled "Delete"
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Poking Holes In Samsung's Android Security
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Mais uma revelação chocante sobre o Fabuloso ENEM: a ordem de cima era para aprovar o máximo de pessoas, e para esquecer tudo que sabiam de lingua portuguesa, revelam avaliadoras da redação
http://zerohora.clicrbs.com.br/rs/geral/noticia/2013/03/se-escrevesse-uma-receita-de-bolo-eu-teria-de-considerar-diz-avaliadora-que-participou-das-correcoes-das-redacoes-4081536.htmlNão deixem de ler mais esse material:
http://zerohora.clicrbs.com.br/rs/politica/noticia/2013/03/rosane-de-oliveira-tolerancia-com-o-erro-4081553.html www.cienciabrasil.blogspot.com
Defend the Open Web: Keep DRM Out of W3C Standards
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Possible Chemical Weapons Use In Syria
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The Russians Think We’re Wrecking the World on Purpose
“In Russia, most analysts, politicians and ordinary citizens believe in the unlimited might of America, and thus reject the notion that the US has made, and continues to make, mistakes in the [Middle East]. Instead, they assume it’s all a part of a complex plan to restructure the world and to spread global domination,” writes Fyodor Lukyanov on the Al Monitor website today. Lukyanov, who chairs Russia’s Council on Foreign and Defense Policy, laments what he derides as a “conspiracy theory.” Nonetheless, he reports, President Vladimir Putin and the Russian elite think that the United States is spreading chaos as part of a diabolical plot for world domination:
From Russian leadership’s point of view, the Iraq War now looks like the beginning of the accelerated destruction of regional and global stability, undermining the last principles of sustainable world order. Everything that’s happened since — including flirting with Islamists during the Arab Spring, U.S. policies in Libya and its current policies in Syria — serve as evidence of strategic insanity that has taken over the last remaining superpower.
Russia’s persistence on the Syrian issue is the product of this perception. The issue is not sympathy for Syria’s dictator, nor commercial interests, nor naval bases in Tartus. Moscow is certain that if continued crushing of secular authoritarian regimes is allowed because America and the West support “democracy,” it will lead to such destabilization that will overwhelm all, including Russia. It’s therefore necessary for Russia to resist, especially as the West and the United States themselves experience increasing doubts.
It’s instructive to view ourselves through a Russian mirror. The term “paranoid Russian” is a pleonasm. “The fact is that all Russian politicians are clever. The stupid ones are all dead. By contrast, America in its complacency promotes dullards. A deadly miscommunication arises from this asymmetry. The Russians cannot believe that the Americans are as stupid as they look, and conclude that Washington wants to destroy them,” I wrote in 2008 under the title “Americans play monopoly, Russians chess.” Russians have dominated chess most of the past century, for good reason: it is the ultimate exercise in paranoia. All the pieces on the board are guided by a single combative mind, and every move is significant. In the real world, human beings flail and blunder. For Russian officials who climbed the greasy pole in the intelligence services, mistakes are unthinkable, for those who made mistakes are long since buried.
Botnet Uses Default Passwords To Conduct "Internet Census 2012"
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Normal Forms: Dependent on Dependencies
The recently published rewrites of papers #1, Business Modeling for Database Design and #2, The Costly Illusion: Normalization, Integrity and Performance reflect search over the years for the most effective way to dispell the many persistent myths and misconceptions common in the industry about conceptual (business) modeling and logical database design. One intention of splitting the related topics into two papers was to make an important dual point:
(1) Business modeling and database design done "right" implicitly yield R-tables in 5NF in most cases (see paper #1).
(2) Explicit further normalization of R-tables is necessary only to repair "poorly" designed R-tables (1NF-4NF), in order to eliminate certain drawbacks (see paper #2).
The papers explain what is meant by "right" and "poorly" and what those drawbacks are.
Note: For the purposes of this discussion we exclude recently proposed normal forms higher than 5NF, which are targeted at specific narrow circumstances and have not yet attained general consensus. We deliberately overlook the distinction between BCNF and 5NF, because cases where there actually is a distinction are fairly rare in practice and the distinction does not materially affect our argument. If and when we refer to 'full normalization' we mean 5NF.
We have written and spoken frequently about the "denormalization for performance" misconception, rooted in logical-physical confusion (LPC), but there is another misconception, caused by what can be called conceptual-logical conflation (CLC). You encounter it whenever a bunch of tables schemas is specified, accompanied by the question whether they are fully normalized and, if not, how to fully normalize them, without reference to the conceptual model that they are supposed to represent.
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Por que o sistema de cotas raciais para universidades nos Estados Unidos se transformou num monstrengo que prejudica até os próprios cotistas?
http://www.theatlantic.com/national/archive/2012/10/the-painful-truth-about-affirmative-action/263122/
www.cienciabrasil.blogspot.com
Plágio do Hino do Palmeiras rende 500 pontos no ENEM. E o pior que o MEC-do-B diz que isso está de acordo com as regras do exame. Meu Deus! Depois EU sou acusado de ser anti-ético pela PTzada da UnB...
http://veja.abril.com.br/blog/reinaldo/geral/hino-do-palmeiras-rende-a-estudante-do-enem-500-pontos-na-redacao-mec-diz-que-ele-nao-fugiu-tanto-assim-do-tema-e-que-respeitou-os-direitos-humanos-quer-mil-pontos-aprenda-a-fazer-nhoque/Se você não está sabendo da "estorinha" do Miojo, clique aqui:
http://oglobo.globo.com/educacao/enem-2012-estudante-escreve-receita-de-miojo-na-redacao-recebe-nota-560-7877681 www.cienciabrasil.blogspot.com
Uma mensagem legal que recebi do leitor W., sobre os ataques da PTzada sobre minha pessoa
Os ataques que me refiro não são físicos. Mas por meio de "denúncias" que eles fazem às autoridades e instâncias internas da UnB. Por agora não posso revelar do que se trata. Mas um dia (ainda este ano!) explicarei todos os detalhes. São chocantes. E logicamente atentam contra as Liberdades (bandeira de luta deste blog !). www.cienciabrasil.blogspot.com
Reinaldo Azevedo comenta a barbaridade que se transformou o ENEM do Miojo, método destruidor da educação no Brasil (onde escrever besteira é o certo; onde ser analfabeto leva nota máxima).
http://veja.abril.com.br/blog/reinaldo/geral/os-crimes-continuados-do-enem-agora-sob-a-gestao-do-ministro-da-tese-miojo/Recomendo fortemente que o Reitor Ivan leia esse post do Reinaldo Azevedo !! www.cienciabrasil.blogspot.com
Professoras que conhecem os bastidores do ENEM fazem denúncia gravíssima. Isso deveria ser investigado pelo Ministério Público Federal. Quem se abilita a denunciar essa monstruosidade paga com o dinheiro de nossos impostos?
http://www.correiodopovo.com.br/blogs/juremirmachado/?p=3937
Um trecho:
"(...) A atribuição de nota máxima no quesito domínio da norma padrão da língua escrita a um candidato que escreve trousse leva-nos a duas possibilidades: os dois professores de Língua Portuguesa responsáveis pela avaliação desta redação não sabem a grafia correta da palavra ou foram orientados a fazer vistas grossas a alguns erros, a fim de facilitar a aprovação dos candidatos.
Um processo que inicia com a seleção de avaliadores, sem necessária comprovação de experiência na área, sem prova de conhecimentos e, principalmente, sem capacitação para a tarefa não pode ser sério. Os problemas ainda são maiores do que a seleção de avaliadores. Quando, numa suposta capacitação, ocorrida num domingo, os professores selecionados para trabalhar no processo são informados de que eles estão no processo para cumprir as normas da banca avaliadora e não para questionar as orientações e os critérios de avaliação, temos evidência da falta de respeito com os profissionais. Assim, somos orientados a deixar de lado os conhecimentos que temos e, mais ainda, a ignorar aquilo que ensinamos aos nossos alunos, quando os preparamos para a redação do Enem." www.cienciabrasil.blogspot.com
Schneier: Security Awareness Training 'a Waste of Time'
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Cubans Evade Censorship By Exchanging Flash Drives
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The Real Purpose of DRM
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Os Três Porquinhos Reaças
LPrimeira vez que vejo os porcos repreſentando os judeus… pelo menos foi o que me veio à mente, embora provavelmente a intenção do autor tenha ſido mais genérica.
Certa vez, apareceu um lobo nas redondezas. Movido por sua natureza predatória, o lobo quis devorar os porquinhos. Indo à casa de Cícero, o lobo bateu à porta. Cícero se escondeu, mas o lobo derrubou a casa com seu poderoso sopro, fazendo Cícero fugir. Em seguida, o lobo foi à casa de Heitor, que também se escondeu quando o lobo bateu à porta. Novamente, o lobo usou seu sopro poderoso, derrubando a casa do segundo porquinho, que fugiu para a casa de seu irmão Prático – onde encontrou Cícero, que fugira para lá antes.
O lobo, então, foi à casa de Prático. Tentou derrubar a casa, mas não conseguiu, pois a casa de tijolos era bem forte. Então, o lobo empreendeu uma nova tática e, vendo que a casa tinha uma chaminé, tentou usá-la para entrar na casa. No entanto, Prático acendeu o fogo e pôs sobre ele uma panela, que começou a queimar a cauda do lobo. O lobo fugiu, machucado, e os porquinhos ficaram a salvo. Mas não por muito tempo.
Dias depois, todos os jornais noticiaram que o pobre lobo havia sido discriminado pelos três porquinhos, que haviam adotado uma postura conservadora e reacionária contra o lobo por não quererem entender a sua natureza. O lobo entrou com uma representação na Secretaria Especial da Igualdade Animal da Presidência da República, que encaminhou o caso ao Ministério Público Animal. O Ministério Público Animal, após alguns dias de investigação, encaminhou denúncia à Justiça Animal contra os três porquinhos por especismo (preconceito contra uma espécie) e tentativa de lupicídio. Diversas ONGs do movimento lupino promoveram “esculachos” na frente da casa dos porquinhos, denunciando o inaceitável conservadorismo suíno. O Conselho Lupinista Missionário publicou uma carta-aberta do lobo, denunciando que o ato cometido contra ele pelos porquinhos representava o genocídio que a nação lupina sofria nas mãos da elite suína.
A comoção nacional foi geral. Passeatas foram convocadas nas redes sociais contra o genocídio lupino, os revoltados acrescentando em seus nomes o termo Loboni-Uivoá em homenagem ao pobre lobo. Personalidades animais manifestaram-se no Twitter, deram declarações a jornais e revistas, e até um vídeo foi elaborado com atores de uma prestigiosa emissora de televisão para sensibilizar as pessoas. O Executivo criou a Campanha do Despanelamento com a justificativa de recolher as panelas clandestinas para reduzir os índices de violência e promover uma cultura de paz. As ONGs do movimento lupino entraram com uma ação de expropriação contra os porquinhos com base em estudos que apontavam que aquela região pertencia originalmente aos ancestrais lupinos, expulsos dali pelo agronegócio suíno muitas décadas antes. A Justiça Animal considerou a ação procedente, acatou o pedido e despejou os porquinhos, ordem que foi cumprida pela Força de Segurança Animal, dando a casa para o lobo. Presos, os porquinhos foram condenados pela Justiça Animal pelos crimes de tentativa de lupicídio e especismo, o que rendeu a eles uma pena bastante pesada. Importantes apoiadores da causa lupina, como o Frei Lobonardo Boff, disseram que aquele era um dia especial para todas as vítimas do especismo reacionário dos porcos brancos de olhos azuis, e outros aplaudiram a decisão da Justiça Animal, que certamente representava a valorização das lutas históricas dos povos lupinos.
Em tempo: esta é uma adaptação livre de um conto infantil, e se trata apenas de uma pequena obra de ficção. Qualquer semelhança com a realidade é mera coincidência.
Chinese Government Suspected of Unleashing Astroturfers Against Apple
LNo love lost between two dictatorships…
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What's new in Unicode 6.3 ?
LWish I had time to understand all ðis!




