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16 Apr 18:44

MALVINAS – O dia que vimos começar uma guerra

by Luiz Padilha

Malvinas

lançamento

Dia 21 de abril de 1982. ”Nesta data aconteceu a incrível história ocorrida no céu de uma cidade – Ponta Grossa, Paraná, que viu dois aviões em perseguição – como gato e rato – começando a Guerra das Malvinas/Falklands.

O avião fujão era um Boeing 707, argentino, adaptado para espionagem e na interceptação, um caça inglês Sea Harrier. Os dois voaram sobre nossas cabeças dentro do território brasileiro, cometendo uma infração internacional e sem o conhecimento de nossas autoridades.”

“Quando o abandonei, rumava para oeste” – Tenente Simon Hargreaves, piloto do Sea Harrier, afirmando indiretamente para a mídia, que o Boeing 707 que perseguia sob o oceano, se dirigiu para o continente, invadindo o espaço aéreo brasileiro.

Editora Lewi - editoralewi@gmail.com

O livro pode ser encontrado na livraria Cultura SP – Custo R$ 25,00

15 Apr 20:32

Argentina afirma que Malvinas é maior base nuclear da OTAN no Atlântico Sul

by Vinna
A presidente argentina, Cristina Kirchner, denunciou nesta quarta-feira que o Reino Unido montou nas Malvinas uma base militar nuclear da OTAN com poder de fogo suficiente para chegar com mísseis a grande parte da América do Sul e pediu a Londres que deixe de “guerrear” e negocie a soberania das ilhas.
“O Reino Unido não considera os recursos naturais das ilhas como a coisa mais importante. Os recursos servem apenas para sustentar à população. A verdade sobre as Malvinas é que constituem a base militar nuclear da OTAN no Atlântico sul. Esta é a verdade que não podem seguir ocultando”, declarou Cristina.
Em um ato na sede do Executivo para lembrar os 32 anos do início da guerra com o Reino Unido pelo arquipélago, Cristina disse que a mensagem da Argentina não só tem a ver com uma reivindicação de soberania, mas com “uma mensagem de paz em um mundo desordenado pelos confrontos”. Segundo Cristina, as Malvinas “constituem hoje a maior base militar existente ao sul do paralelo 50 graus sul”.

“Das Malvinas se maneja toda a operação militar britânica no Atlântico sul e também os sistemas de inteligência eletrônica. As ilhas se encontram entre os territórios mais militarizados do mundo”, assegurou a presidente em seu discurso, transmitido em rede nacional.
Cristina afirmou que o Reino Unido, uma “nação que está em todas as frentes onde há guerras no mundo” e que “quase sempre está do lado agressor”, não demonstra em seus orçamentos as despesas de Defesa nas Malvinas. No entanto, detalhou que calcula-se que a despesa militar para manter a base nas Malvinas, situada a 13 mil quilômetros de Londres, é de US$ 31 mil anuais por cada cidadão britânico.
“Seria bom que se dedicassem menos a guerrear e mais a ocupar-se do povo inglês, que seguramente agradeceria muito, porque têm severos problemas de desemprego e cortes”, comentou Cristina. A presidente disse estar “segura” que “muitos cidadãos ingleses não estão nem um pouco interessados em ter de destinar milhões de dólares a sustentar uma base militar”.
Cristina detalhou que as forças britânicas têm nas ilhas um patrulheiro, uma embarcação de apoio, um avião de pesquisa, um submarino nuclear com capacidade de levar armas nucleares, um navio quebra-gelo, uma fragata, 800 homens do Real Força Aérea, 500 soldados do exército, 30 da Marinha real, duas pistas aéreas militares, aviões, helicópteros e mísseis. Além disso, destacou, há nas ilhas aviões de combate “equipados com poderosos mísseis capazes de alcançar grande parte do Cone Sul”.
Cristina salientou que há um “duplo padrão” pelo qual muitas potências criticam a integração da Crimeia na Rússia, mas se calam sobre a questão das Malvinas, que foram ocupadas pelos britânicos desde 1833, 17 anos depois que a Argentina se declarou independente da Espanha.
“Na realidade, o que domina a política internacional é a relação de forças, não é o direito internacional nem o direito à paz e à integridade territorial. É a lei do mais forte. O que pode pisar na cabeça do outro, pisa e ninguém faz nada sobre isso”, se queixou. Nesse sentido, a governante agradeceu a todos os países latino-americanos por apoiar a reivindicação de soberania sobre o arquipélago.
A Guerra das Malvinas começou no dia 2 de abril de 1982 com o desembarque de tropas argentinas no arquipélago e terminou em junho desse mesmo ano com sua rendição perante as forças enviadas pelo Reino Unido. No conflito morreram 255 britânicos, três ilhéus e 649 argentinos.


14 Apr 23:21

PSB já dá como certa fusão com o PPS após a eleição

by Clarissa Oliveira
Eduardo Campos (Foto: Elza Fiúza/Agência Brasil)

Eduardo Campos (Foto: Elza Fiúza/Agência Brasil)

Nos bastidores, dirigentes do PSB do ex-governador de Pernambuco Eduardo Campos já dão como  certa uma fusão com o PPS após a eleição. Desde que os acordos para a eleição deste ano nos estados caminhem sem sobressaltos.

Os socialistas enxergam na união entre os dois partidos a chave para impulsionar seu tamanho no Congresso. Isso porque a criação de uma nova legenda abriria automaticamente uma nova janela para atrair deputados de outros partidos.

Se porventura Eduardo Campos se sair melhor que a encomenda e ganhar a eleição presidencial, aí então seria o melhor dos mundos, vislumbra um aliado do socialista, com um discurso pra lá de otimista.

 

14 Apr 22:25

CCB AFRICA Ensaio Regional Hinario 5

by Valdeci Ferreira
Anexo algumas fotos da Igreja de Machava - Maputo capital de Moçambique, aonde foi realizado o 1º Ensaio Regional com Hinário 5.

O Hinário 5 em Moçambique foi considerado e implementado na Reunião Geral de Ensinamentos de Maputo de 16/11/2013, mas foi iniciado a partir deste Ensaio Regional em Maputo em 31 de janeiro, avançando para  as demais regiões.  Atendimento realizado pelos irmãos Ancião Carlos Roberto, Bombinhas-SC e Enc. Reg. de S.B.Campo, irmão Artur Martins, com a oração da irmandade. 

Deus abençoe os irmãos que participaram desta missão. É motivo de alegria ver estas fotos dos nossos irmãos e irmãs louvando a Deus com instrumento, pois, como músico, sei o quanto é difícil esta parte. 



Antiga Sala de Oração, Machava, Maputo, Moçambique

Nova Sala de Oração Machava
Pulpito Nova Sala de Oração, CCB em Machava, Moçambique
Ensaio CCB Machava, Maputo, Moçambique

Ensaio regional Machava, Maputo-Moçambique

Mocidade CCB Machava-Maputo-Moçambique
 
Relatório Ensaio CCB em Machava, Maputo, Moçambique


14 Apr 21:19

Engenheiro da IBM que estava no voo MH370 da Malaysia Airlines teria revelado sua localização

by guevara2012

Após uma nota emitida pelo governo da Malásia confirmando que o Mi6 e a CIA participam da investigação, surge agora uma suposta imagem enviada por um dos passageiros do voo MH370 da Malaysia Airlines.
Nela aparecem as coordenadas do local onde supostamente a imagem foi obtida, uma área muito próxima a Diego Garcia. Esta mesma informação havia sido apontada pelo leitor Fernando.

A foto pertence a um aparelho iPhone 5 e foi tirada com o flash desligado. Os dados podem ser encontrados no EXIF, que são inseridos automáticamente por qualquer câmera digital.

Ao pesquisar por “Philip Wood” uma notícia apareceu logo de cara, onde o pai de Philip admite que seu filho estava no voo.

 

 

Sua namorada também se manifestou na mídia.

Este é o seu perfil no Linkedin:

 

Philip Wood é executivo de longa data da IBM na Malásia e segundo postagens recentes, esta foi a mensagem enviada:

 

Eu fui mantido refém por pessoal militar desconhecido após meu voo ser sequestrado. Eu trabalho para a IBM e consegui esconder meu celular no bolso traseiro durante o sequestro. Fui separado do resto dos passageiros e estou em uma célula. Meu nome é Philip Wood. Penso ter sido drogado e não consigo pensar com clareza.

 

E foi desta forma que ele teria conseguido enviar uma mensagem de voz e a imagem:

 

Philip alegou estar com os olhos vendados quando enviou a mensagem. Quando os militares americanos vendam alguém, isso é feito colocando um saco preso na cabeça para que você não possa tirá-lo. Isso deixou as mãos do engenheiro livres, tornando possível puxar seu Iphone 5 (fato confirmado pelos dados EXIF) para fora de seu bolso como afirmou, e utilizou a capacidade de comando de voz do iPhone para falar com ele e postar a mensagem. Isso explica por que a foto foi enviada em preto, ele não podia ver o que estava mandando, ele só sabia que havia tirado uma foto e enviou tudo, voz e imagem.

 

Antes de aceitar que a imagem seja verdadeira deve-se considerar que os dados EXIF podem ser alterados fácilmente. A questão é que o tempo está se esgotando, o governo da Malásia não divulga nada concreto e dezenas de navios, aviões e satélites não conseguem localizar um Boeing 777, quando sabemos que com toda a tecnologia atual é possível localizar qualquer pessoa apenas pelo celular. O caso só será esclarecido quando algum corpo aparecer e o teste de DNA for feito, ou seja, provas concretas que tanto as famílias dos desaparecidos exigem do governo da Malásia. Até lá tudo indica que se trata de um sequestro e o motivo parece estar ligado a interesses financeiros e/ou geopolíticos.

Outro ponto importante, num artigo anterior foi dito que os Rothschild estariam envolvidos no sumiço deste avião, notei logo que mesmo os nomes dos proprietários das patentes não estarem na lista divulgada pela Malaysia Airlines, o caso tinha tomado forma de conspiração. Digo isto porque os aviões são feitos com número de série e o “irmão” deste avião que “sumiu” está estacionado no gueto nazi-sionista criado pelos Rothschild, em Israel!

O avião desaparecido possui número de série 28420 e continua sob propriedade da Malaysia Airlines:

 

Enquanto o outro que foi comprado pela empresa israelense GA Telesis da Malaysia Airlines possui o número de série 28416:

 

 

Estariam os sionistas planejando um outro atentado no estilo 9/11 para depois acusar o Irã? Afinal, os Rothschild querem de qualquer forma o banco do Irã e precisam de um pretexto para atacar o país persa!

De uma forma ou de outra, os Rothschild estão sempre envolvidos com assassinatos, roubos, fraudes, guerras e sequestros. Se o motivo não era as patentes, como alguns dizem, é possível que seja o uso do avião num outro auto-atentado terrorista. E se isto se concretizar, saberemos de onde partiu a ordem para cometer o crime.

Ainda acho que não vão usar um avião no próximo ataque, esse golpe eles já aplicaram e está óbvio demais. Desta vez eles precisam de um atentado muito pior, capaz de colocar uma nação inteira sob lei marcial e impedir que a verdade seja contada ao mundo através da mídia. Acredito que o próximo ataque será com algum artefato nuclear detonado nos EUA e será usado como pretexto para acusar o Irã.

Explosão nuclear em nova nota de 100 dólares

A dica foi dada pelo próprio Barack Obama ao dizer no dia 26-03-2014 que estava “muito mais preocupado com um ataque nuclear em Manhattan do que com as ações da Rússia“.

 

 

Suspeito não? Será que vão detonar uma bomba nuclear nos EUA para depois acusar o Irã? Veremos nos próximos capítulos. Fiquem alertas porque a situação neste planeta é muito séria!

 


14 Apr 16:54

Helicópteros Russos : Os 5 maiorais dos céus em atividade

by Anderson Gabino

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Hoje em dia, qualquer conflito militar conta com a presença de helicópteros, seja para transportar carga e pessoas, dar apoio sob fogo inimigo, participar de operações de busca e salvamento ou de missões de reconhecimento, pensando nisso selecionamos os principais helicópteros russos produzidos para os mais diversos teatros de operações.

1. O maior: Mil Mi-26

Mil Mi-26 KUBINKA 2009

Primeiro voo: 1977

Fabricação: 310 unidades

Capacidade de carga: 20 toneladas de carga ou 80 paraquedistas

Por suas dimensões impressionantes, o helicóptero Mil Mi-26 foi apelidado pelos pilotos de “vaca voadora”. Mesmo quando colocado ao lado de um Boeing 737, esse helicóptero ainda é maior. A área total coberta pelas hélices do Mi-26 ultrapassa 800 metros, e a altura do aparelho corresponde a um prédio de três andares.

Os Mi-26 estiveram na Somália, Camboja, Indonésia e atuaram na ex-Iugoslávia, como parte das operações de manutenção de paz da ONU. Em 2002, chegaram a prestar assistência às Forças Armadas norte-americanas. Aliás, foi um Mil Mi-26 que trouxe, de uma região de difícil acesso no Afeganistão para uma base norte-americana em Bagram, um helicóptero Boeing CH-47  Chinook, que fora abatido.

2. O mais popular : Mil Mi-8

MI 8

Primeiro voo: 1961

Fabricação: Mais de 17.000 unidades

Capacidade: 3 toneladas ou 24 pessoas

Carga bélica de ataque: De 2 à 3 metralhadoras e até 1,5 toneladas de armamento em 6 conjuntos de suspensão, incluindo mísseis de 57 milímetros não guiados, bombas de queda livre e sistema antitanque Falanga.

Criado há mais de meio século, esse helicóptero fez tanto sucesso que até hoje continua sendo o modelo de helicóptero de fabricação russa mais exportado. Não existe tarefa que o Mil MI-8 não consiga realizar: retirada de tropas das ‘zonas quentes’, efetuar combate aproximado, levar cargas preciosas para locais de dificíl acesso. Teve casos onde o Mil Mi-8

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nginx/1.4.4 foi usado até mesmo como lança-minas.

Esse helicóptero esteve presente em diversos conflitos militares, incluindo no Afeganistão, na chechênia e no Oriente Médio, e está em serviço nas forças armadas de 50 países. Por sua confiabilidade e excelência técnica, esta máquina impressionou pilotos e técnicos, recebendo o apelido de “Bela Vassilissa”.

3. O que voou mais alto: Mil Mi-38

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Primeiro voo: 2012

Fabricação: 3 protótipos de teste

Capacidade de carga: 13 toneladas

O Mi-38 é um helicóptero da nova geração, herdeiro direto do carro-chefe da empresa o Mil Mi-8. Mas esse helicóptero se difere do seu “pai” pela hélice de seis pás e presença de materiais compósitos na empenagem, bem como por uma aviônica mais avançada. Foi concebido para sobrevoar superfície de água em qualquer clima como helicóptero de transporte, busca e salvamento.

Em 2012, durante os testes de voo, o Mil Mi-38 subiu a uma altitude de 8.500 metros e se tornou o primeiro helicóptero da sua classe a atingir o teto mais alto. Além disso, os pilotos que estavam no comando naquele dia deixaram escapar que, se não fosse a carga externa, o Mil MI-38 teria subido a uma altitude de 9.000 metros.

4. O mais rápido: Mil Mi-24

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Primeiro voo: 1969

Fabricação: mais de 2.000 unidades

Armamento embutido: metralhadora quádrupla de 12,7 milímetros em instalação móvel, armamento suspenso, bombas de queda livre, foguetes não guiados com calibre desde 57 até 240 mm, sistemas de mísseis antitanque Falanga, pods de armas suspensos e até 8 passageiros(soldados) no compartimento dos paraquedistas.

O Mil Mi-24 foi apelidado de “crocodilo” por causa de sua aparência incomum. Concebido como um veículo voador de combate de infantaria (com blindagem pesada, um grande compartimento de carga e poderoso armamento a bordo), essa máquina, no sentido geral, não é um helicóptero. Tem uma espécie de asas e, por isso, o “crocodilo” não consegue ficar imóvel no ar, e na decolagem requer pista para ganhar velocidade e levantar voo, tal como um avião.

O Mi-24 bateu o recorde mundial de velocidade absoluta para helicópteros – 368,4 km/h. Além disso, o rápido e manobrável “crocodilo” salvou mais de mil vidas, motivo pelo qual os veteranos da guerra do Afeganistão preferem chamá-lo de “andorinha”.

5. O mais combatente: Ka-52 Alligator

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Primeiro voo: 1997

Fabricação: 65 unidades

Armamento: base móvel com metralhadora 2A42 de calibre 30 mm e 460 munições, Míssil antitanque guiado Vikhr com canal de controle a laser (CCL), blocos de foguete não guiados calibre 80 mm, bombas e mísseis ar-terra.

A versão mais desenvolvida do famoso Ka-50 é o Tubarão Negro. Inicialmente com apenas um lugar, o helicóptero passou a ter dois lugares, o que aumentou a sua funcionalidade.

O Alligator faz no ar aquilo que outros helicópteros da sua classe nem sonham em fazer, como, por exemplo, voar para trás ou fazer um “funil” – ficar voando em torno de um ponto de mira, com o nariz, cheio com seus sistemas de armas, constantemente apontado para o alvo.

O Ka-52 Alligator foi montado sob esquema coaxial (suas duas hélices giram em direções opostas uma da outra e não existe rotor de cauda). Esse helicóptero é mais manobrável, controlável e seguro. O livro Guinness World Records reconhece o Ka-52 Alligator como o melhor helicóptero de combate do mundo.

FONTE : Gazeta Russa

07 Apr 22:44

Submarinos exaurem verbas da Marinha

by Alexandre Galante

CV Frontin V33 - Classe Inhaúma

ClippingNEWS-PAFontes ligadas à Marinha do Brasil informaram à coluna que quatro corvetas em ótimo estado – incorporadas entre 1989 e 1994 – pertencentes à classe Inhaúma (Inhaúma, Jaceguai, Júlio de Noronha e Frontin), estão fora de operação já há algum tempo, devido à falta de recursos da Força Armada para fazer a sua manutenção e substituição de peças. Essas unidades foram construídas no Brasil, com projeto desenvolvido pela Diretoria de Engenharia Naval com consultoria técnica da empresa alemã Marine Technik através de contrato assinado em outubro de 1981.

Nessa época a Marinha mantinha estreito relacionamento com a Alemanha que, através da empresa Ferrostal, financiava a construção dos submarinos da classe Tupi e também abriu financiamento para as corvetas, inclusive para a compra de equipamentos e armas, mesmo que em empresas não alemãs. Nesta mesma época estava em andamento, em parceria com os alemães, o projeto do Submarino Nacional. Este relacionamento incluía o projeto do Snac I, que seria o primeiro submarino de projeto nacional e seria um modelo para o futuro Snac II, que seria com propulsão nuclear. A Marinha chegou a preparar uma equipe de cerca de 30 engenheiros para trabalhar neste projeto que mais tarde passaria se chamar SMB 10.

No entanto, por decisão política – o que é um direito do governo, uma vez que nada se faz em Defesa sem aprovação da Presidência da República – os franceses da DCNS, aliados à gigante Odebrecht, conseguiram vender um programa de 6,5 bilhões de euros para desenvolver e construir quatro submarinos convencionais e um casco de submarino nuclear (cujo desenvolvimento do reator depende ainda de outro programa, também vultoso). O resultado é que, com isso, não se tem recursos suficientes para colocar em operação os navios que deveriam estar patrulhando nossas águas. Não parece um contra-senso? É como se um cidadão tivesse um Santana enguiçado na garagem, mas fizesse um financiamento para comprar um Mercedes CLC 3000…

Há diversas explicações para este programa com os franceses, mas a que parece mais crível está em arranjo político do Governo Lula com o então Governo da França. O programa nuclear da Marinha ficou parado durante muitos anos não somente por falta de dinheiro, mas porque também existia uma corrente na Marinha que não concordava com os altos gastos que vinham sendo feitos, embora eles realmente tenham trazido tecnologia independente e própria para o Brasil. Foi relevante a influência do “comandante Othon” – Othon Pinheiro da Silva (hoje almirante reformado) e presidente da Eletronuclear desde 2005. A queixa de setores da Marinha é a de que o mega-projeto de submarinos (Prosub), que era do orçamento federal e passou ao da Marinha, suga recursos de outras áreas – pois não pode haver atraso no pagamento aos franceses. Com isso, ocorrem anomalias, como a falta de dinheiro para manutenção das corvetas. Todo ano, R$ 2 bilhões vão para o Prosub – enfraquecendo outros setores da Marinha.

Construídos no Arsenal da Marinha (AMRJ) e no antigo estaleiro Verolme, em Angra dos Reis – hoje Brasfels – as corvetas são dotadas de mísseis Exocet e canhões de 144 mm, além de armas anti-submarino e área para pouso de helicóptero orgânico. Hoje, esses navios estão ultrapassados, mas, ainda assim, foi o que o país construiu ou comprou de mais moderno desde a década de 1980, à exceção dos navio-patrulha classe Amazona (três unidades), que vieram novos da Inglaterra, e dos navios de patrulha de 500 toneladas classe Macaé (dois em serviço e cinco em construção no Estaleiro Eisa, do Rio), além de alguns navios menores para hidrografia e lanchas patrulhas. O porta-aviões São Paulo é muito antigo. Era o porta-aviões Foch da Marinha francesa e, como as corvetas, está sem uso.

FONTE: Monitor Mercantil / Coluna Primeira Linha, Sergio Barreto Motta

29 Mar 16:51

Historiador contesta visão hegemônica do golpe e da ditadura

by Alexandre Galante

Luciano Trigo

ditadura_capaClippingCostuma-se afirmar que a História é escrita pelos vencedores, mas no caso do golpe de 1964 e da ditadura que se seguiu aconteceu o oposto: a narrativa que prevaleceu em nosso imaginário coletivo sobre o período foi a dos derrotados, dos torturados, dos exilados, das vítimas. Nesse sentido, um dos maiores fracassos do regime militar foi não ter conseguido afirmar minimamente para a posteridade um discurso consistente que tentasse justificar suas ações. Essa peculiaridade de nossa História recente, se por um lado é confortadora, por outro é também limitadora, por reduzir um período complexo a uma leitura maniqueísta, focada na resistência, com se a ditadura tivesse sido um hiato negro entre dois momentos “normais” da nação.

“Ditadura e democracia no Brasil”, do historiador da UFF Daniel Aarão Reis (Zahar, 192 pgs. R$ 35,90), um dos muitos lançamentos editoriais motivados pelos 50 anos do golpe militar, destaca-se pelo espírito crítico e pela afirmação de que, sem o conhecimento aprofundado e sem o debate sobre os fundamentos sociais e históricos da ditadura, não faremos mais que reforçar estereótipos. No livro, a reconstituição equilibrada das diferentes etapas do regime militar é sempre pontuada pela análise da relação entre ditadura e sociedade civil – que esteve longe de ser apenas uma relação entre opressor e oprimido, até porque houve mais de uma ditadura, e dentro de cada uma houve forças e interesses civis e militares em conflito.

A própria ideia de ditadura militar, adotada pelas esquerdas derrotadas em 1964, apaga da equação da ditadura seu elemento civil, que foi da tolerância passiva à cumplicidade aberta. Para alívio e conveniência de muita gente, foram assim os “milicos” os únicos responsabilizados por tudo que aconteceu. Como escreve o autor, “é inquestionável a dimensão civil do regime ditatorial, mesmo que o topo da pirâmide do poder fosse ocupado por chefes militares”. O golpe, afirma, “não foi um raio que desceu de um céu sem nuvens”: Jango “estava atolado, sem projeto, pilotando a olho nu a crise do país” – inflação de 80%, crescimento pífio em 1963 etc, gerando crescente insatisfação popular; e, já às vésperas do 31 de março: “Jango não queria dar ordens, estava apavorado diante do incêndio que ajudara a provocar, horrorizado com a hipótese de uma guerra civil que não desejava”.

Raciocínios polarizados (opressão e liberdade; repressão e resistência) são mais fáceis de entender, mas ignoram a conspiração de fatores que permitiram o golpe e a manutenção da ditadura, bem como os seus desdobramentos e resquícios autoritários nos governos democráticos que se seguiram. Conhecemos (escolhemos conhecer?) apenas uma parte da História, o que não deixa de ser uma forma de falsificá-la. O fato é que amplos segmentos da população apoiaram o golpe de 1964 – ao qual praticamente não houve resistência, vale lembrar: (“…a hipótese de uma luta derrotada não pôde ser verificada, porque a rendição assegurou uma derrota sem luta”) – e sustentaram o regime militar, até onde interessou.

Daniel Aarão Res lembra que apoiaram as Marchas com Deus pela Liberdade (que hoje tentam ridiculamente reeditar, resta saber atendendo a quais interesses) os principais partidos, lideranças empresariais e políticas e importantes entidades da sociedade civil, como a Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) e a Conferência Nacional dos Bispos Brasileiros (CNBB). Para só citar alguns exemplos, Ulysses Guimarães foi um dos líderes da Marcha da Família e apoiou o golpe, tendo feito parte da comissão do Congresso responsável por elaborar o primeiro Ato Institucional. A própria CNBB, que mais tarde teria importante papel na denúncia de violações aos direitos humanos durante a ditadura, também apoiou o golpe. D.Paulo Evaristo Arns, então bispo de Petrópolis, apoiou as tropas do General Olímpio Mourão Filho que marcharam de Minas para o Rio.

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Sempre segundo o autor, mesmo Juscelino Kubitscheck defendeu o golpe e a eleição do general Castello Branco no Congresso. Muito pouco se escreve sobre isso. E muito está para ser revelado sobre a participação de diretores e funcionários das grandes empresas estatais e privadas, das diretorias dos sindicatos corporativos, de membros das universidades e das academias, de jornalistas dos principais meios de comunicação etc. Mas esta é uma pesquisa talvez não convenha a todos – daí a insistência da maioria das pessoas em chover no molhado, em repetir a leitura reconfortante da luta entre heróis e bandidos e de sua superação pacífica e negociada.

Daniel Aarão Reis reafirma a independência de sua análise em diversos temas, contrariando a memória oficial da resistência. Por exemplo, ele afirma que é um equívoco superestimar o papel externo (leia-se o apoio norte-americano) no processo golpista, cujo sucesso deve ser atribuído tão-somente à ampla aliança social entre civis e militares. Em outro momento, ele escreve: “É inegável que o golpe militar e civil foi empreendido sob bandeiras defensivas. Não para construir um novo regime. O que a maioria desejava era salvar a democracia, a família, o direito, a lei (…)”. Também enfatiza que ditadura não se limitou a reprimir, torturar e matar, mas também conduziu um processo de acelerada “modernização conservadora” da economia e da administração do país, com um projeto nacional-estatista que tem desdobramentos até hoje, sendo portanto um equívoco associá-la a um Brasil arcaico.

O autor questiona ainda a memória consolidada da saga guerrilheira, imortalizada em relatos simpáticos de jovens generosos, que acabam por reforçar a leitura simplificadora da ditadura e atender à aspiração coletiva por conciliação. Escreve, por exemplo, que “as passeatas eram um movimento democrático”, mas em relação aos esquerdistas revolucionários reconhece que “não desejavam apenas se livrar da ditadura, queriam também destruir o sistema capitalista, abrindo a via para a construção de um regime alternativo, socialista” – o que nem sempre é tão claramente admitido por historiadores do período. E, mais adiante, em relação ao sequestro de diplomatas estrangeiros: “No plano estratégico, pela magnitude da repressão que suscitaram, acabaram sendo nocivas para as esquerdas revolucionárias. – apesar de seu otimismo, elas estavam política e socialmente isoladas.”

Toda memória, individual ou coletiva, é até certo ponto seletiva e fabricada. 50 anos após o golpe, enxergar a ditadura como um conflito em preto e branco entre bandidos e mocinhos é sinal de ingenuidade ou preguiça intelectual, que só serve àqueles que apoiaram o golpe, que se beneficiaram da ditadura, que financiaram a repressão, que comemoraram na tranquilidade do lar os atos de exceção. Se os militares foram os únicos culpados, a sociedade civil foi absolvida, ficando para a posteridade a conveniente imagem de que todos foram desde sempre oposicionistas e heróis da resistência.

FONTE: G1

17 Mar 18:09

Maluf volta à presidência do PP-SP após 90 dias

by Moderador
O deputado federal Paulo Maluf (PP-SP) voltou de licença na segunda-feira após um período de 90 dias afastado e retomou a presidência do Partido Progressista em São Paulo. Segundo a assessoria de imprensa da sigla, a licença foi apenas para um descanso do deputado.

O também deputado federal Missionário José Olímpio esteve à frente do partido no Estado durante esse período e agora retorna à vice-presidência da sigla.

Fonte: Terra
17 Mar 18:09

15 de março de 1979: data magna do Malufismo

by Moderador

Há exatos 35 anos, tomava posse como governador do Estado de São Paulo o maior político da história bandeirante. Líder, realizador, visionário:

Esse é o engenheiro Paulo Salim Maluf!


Conheça as obras de Maluf entre 1979 e 1982:

http://zip.net/bgmNmc
17 Mar 17:54

O Boeing 747 quase se tornou um porta-aviões militar na década de 70

by Anderson Gabino

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Um porta-aviões capaz de voar pode até parecer uma ideia estúpida ou de ficção científica (como acontece no filme “Os Vingadores”), afinal de contas, o conceito consiste em um avião carregando outras aeronaves – algo quase que inimaginável devido às proporções que o veículo teria que apresentar. Contudo, tentativas militares para construir esse tipo de veículo não faltaram ao longo da história.

Um desses casos, o qual poucas pessoas conhecem, é que o Boeing 747 (também conhecido como “Jumbo”) quase virou um avião militar no início da década de 70. O modelo, que até hoje realiza voos comerciais, levantou voo pela primeira vez em 1969. Pouco tempo depois, em um projeto confidencial entre a empresa fabricante e as Forças Armadas dos EUA, ele foi estudado como uma alternativa de porta-aviões.

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Conforme uma publicação do site Vector, o conceito para o uso militar do 747 era audacioso. Essa versão da aeronave seria capaz de carregar até dez outros aviões de combate. Mais do que apenas transportar esses ágeis veículos voadores, o porta-aviões da Boeing poderia lançá-los e recuperá-los no ar.

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E isso não era tudo: o 747 poderia também reabastecer os aviões de combate com combustível e armas para uma nova jornada. A capacidade do porta-aviões suportaria levar material suficiente para que cada aeronave menor reabastecesse três vezes. A sua fuselagem não precisaria sofrer grandes mudanças, diferentemente do seu interior, que passaria por drásticas melhorias.

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De acordo com o site DVICE, o porta-aviões 747 contaria com dois pavimentos: o superior serviria para o armazenamento e a organização das outras aeronaves, enquanto o deck inferior seria o local de manobras e lançamento (ou recolhimento) dos aviões de combate. Tais procedimentos seriam realizados pela tripulação de 42 pessoas e aconteceriam por duas aberturas (uma à frente e outra atrás de cada asa), permitindo que os aviões pudessem ser liberados simultaneamente.

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Na época, chegou-se à conclusão de que o projeto era inviável. Todavia, com o desenvolvimento das aeronaves não tripuladas, quem sabe esse conceito não volte a ser cogitado e o Boeing 747 não sirva para transportar tais aviões? Clique aqui para acessar o documento que relata esse projeto.

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FONTE : Tecnomundo

17 Mar 17:52

Guerra do Brasil é na fronteira

by Luiz Padilha

A-29 Super Tucano

Roberto Godoy – O Estado de S. Paulo

clippingDepois de dois dias de chuva fina e neblina, finalmente um sábado de sol, céu sem nuvens – os três aviões de ataque, Super Tucanos, decolaram quase simultaneamente da base em Boa Vista, capital de Roraima, dois deles levando duas bombas de 230 quilos. Monitorados eletronicamente desde Manaus, distante 700 quilômetros, os turboélices do Esquadrão Escorpião faziam um voo manso, ajustando as coordenadas do alvo, a 218 km: uma faixa de terra rasgada no meio da selva; 300 metros de extensão por 15 de largura que recebia, para pouso e decolagem, aviões de traficantes de armas e drogas. Os A-29 da FAB entraram na aproximação final a 1.200 metros e, no momento do lançamento, faziam um mergulho a 600 metros. As bombas atingiram a pista a 550 km por hora, abrindo crateras de 10 metros de diâmetro por 3,5 m de profundidade.

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O terceiro Super Tucano do grupo registrou toda a operação – mas tinha outra missão, mais delicada, de escolta armada, com metralhadoras .50, durante o tempo de bombardeio. Havia a possibilidade de que os quadrilheiros, cada vez mais ousados, disparassem contra os aviões militares.

O plano de ação de guerra e o cuidado com a segurança são justificados. A inteligência das Forças Armadas localizou em junho de 2013 ao menos 60 pistas irregulares, sete delas próximo das linhas de fronteira com a Colômbia e o Peru. As gangues mantêm o tipo de facilidades na Bolívia. O procedimento segue um padrão: pasta de coca e outros produtos, os eletrônicos principalmente, são trocados por armas ou apenas vendidos nesses pontos. Parada rápida e nova decolagem na direção de conexões em países de vigilância frágil, como o Suriname, ao norte.

A principal ameaça à segurança e defesa dos países da América Latina e Caribe é o crime organizado de grande envergadura que envolve tráfico de drogas, contrabando de armas e de componentes eletrônicos, sequestro e a ação de piratas e dos traficantes de pessoas. Segundo o Instituto de Estudos Estratégicos de Londres, o Brasil reage a essa situação. Mantém as Forças Armadas mobilizadas e atua nas fronteiras com emprego de tropas e equipamentos em condição de combate. Está preparando duas grandes blindagens tecnológicas: o Sisfron, que deve fechar as fronteiras, e o SisGAAZ, a rede que cobrirá o Atlântico na proporção de 4,5 milhões de km², equivalente ao território do oeste da Europa. Ambos os sistemas serão feitos em etapas ao longo de dez anos e vão exigir, conjuntamente, algo como R$ 20 bilhões.

Só nas sete Operações Ágata, realizadas de agosto de 2011 a junho de 2013, os efetivos empregados chegaram a 76 mil, inclusos aí os agentes civis. O ressultado: cerca 12 toneladas de drogas apreendidas, duas pistas de pouso destruídas, armas e munições recolhidas em larga escala.

O inimigo, todavia, ganha poder. O Estado teve acesso a um documento do Conselho Nacional de Inteligência dos Estados Unidos que destaca: as corporações criminosas como os Zetas, os Cavaleiros Templários II e o Cartel de Jalisco Nova Geração – todos de origem no México, mas com ramificações comprovadas na América Central – estão adquirindo capacidades paramilitares.

Recebem bom treinamento de mercenários. Já seriam capazes de se organizar em pelotões de 20 a 60 homens, ou em companhias de até 250 ‘corazón hermanos’, chefiados pelo equivalente a um capitão. Combinados com o grupo Mara Salvatrucha, de El Salvador, e o Comando Rojo, da Guatemala, responsáveis por, talvez, mais 900 outras gangues associadas, teriam um quadro estimado entre 70 mil e 200 mil militantes. “Eles avançam inexoravelmente rumo à América do Sul, olhando os grandes mercados, trabalhando como empresários, mas devastando tudo como gafanhotos”, analisa o pesquisador Martin Rames, da Universidade Autônoma do México.

O professor Gunther Rudzit, especialista em segurança internacional e coordenador das Faculdades Rio Branco, concorda: “A visão é em parte correta, pois o poder desagregador e corruptivo do narcotráfico, por exemplo, é muito grande – há necessidade de combatê-lo como principal ameaça à segurança nacional”. Gunther destaca o fato de “não haver duas coalizões, uma de governos contra o crime, e outra, das organizações marginais, se enfrentando”.

É apenas questão de tempo, acredita o mexicano Rames:

“O pior cenário contempla a ascensão intencional de um governo proscrito, em um Estado nacional vulnerável, facilitando atos ilícitos”.

Piratas. O governo brasileiro considera pirataria os atos cometidos em alto mar ou fora da jurisdição de um país. Os assaltos e saques havidos na Amazônia e no litoral são tratados como crimes comuns.

Todavia, os “ratos d’água” preocupam o Comando da Marinha, que reconhece ocorrências em localidades como Comunidade do Perpétuo Socorro, em Manaus, Jesus Ressuscitado, no Careiro da Várzea, em São José do Amatari e Nossa Senhora da Conceição, em Itacoatiara; nos municípios de Santo Antonio do Içá e Coari, no Amazonas, além da região dos Estreitos e Gurupá, no Pará.

Navios, aviões, helicópteros, tropas especializadas e ações conjuntas de fiscalização participam de iniciativas de controle de área. A mais recente, em fevereiro, mobilizou 30 mil militares durante seis dias – fiscalizou 8.159 embarcações e apreendeu 239.

16 Mar 19:42

Kassab e Skaf

by Lauro Jardim
Kassab: articulações de olho em 2014

Kassab: nos bastidores, conversas com Skaf

Há uma negociação, sem qualquer conclusão ainda, que junta Paulo Skaf, Gilberto Kassab e a sucessão em São Paulo. Por ela, Kassab desistiria de sua candidatura ao governo, apoiaria Skaf e concorreria ao Senado.

14 Mar 22:35

Prefeitura de Osasco quer VLT ligando a rodovia Raposo Tavares

by Renato Lobo

O prefeito da cidade de Osasco Jorge Lapas apresentou um projeto de VLT (Veículo Leve sobre Trilhos) ao presidente da EMTU (Empresa Metropolitana de Transporte Urbano), Joaquim Lopes, durante reunião

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14 Mar 21:47

Aquisição interessante? USAF projeta estocar 51 caças F-15

by Vinna
A Força Aérea dos EUA planeja começar a aposentar 51 caças F-15C no início do ano fiscal de 2015. Vinte e uma unidades são de aeronaves baseadas no exterior.
A Força Aérea dos EUA pretende promover a redução gradual do número de aviões de combate baseados no exterior, como parte dos cortes planejados.
A USAF pretende aposentar 51 F-15C Eagles, incluindo 21 que estacionados no exterior, começando no ano fiscal de 2015, de acordo com oficiais da Força Aérea.
As reduções serão feitas ao longo dos próximos cinco anos , deixando a Força Aérea com um total de 179 unidades de F-15C, disse Ann Stefanik, uma porta-voz da Força Aérea no Pentágono. Mas Stefanik disse que não se sabe ainda se os cortes de F-15C no exterior serão do Pacífico ou da Europa, ou se eles seriam compartilhados por ambos os teatros.
Na Europa, 21 F-15C são atribuídos a RAF Lakenheath, na Inglaterra, todos com o 493º Esquadrão de Caça. Há 54 caças F-15C na base aérea de Kadena em Okinawa (foto abaixo). Os outros dois esquadrões de caça em Lakenheath compreendem os mais recentes F-15E Strike Eagles.
Os cortes da Força Aérea estão descritos no pedido de orçamento do presidente Barack Obama fiscal de 2015 e deve ser aprovado pelo Congresso. A Força Aérea planeja retirar quase 500 aeronaves em todos os inventários ao longo dos próximos cinco anos. As maiores economias virão da eliminação de duas frotas inteiras, de A-10 e U-2.

Se os cortes de F-15C se derem na Europa, marcaria a terceira redução significativa da frota de combate da USAFE desde 2010. A base aérea de Spangdahlem, Alemanha, perdeu 21 caças F-16 em 2010, como parte de um plano de redução de custos da Força Aérea.

A base do ano passado também disse adeus a 21 jatos A-10 – os últimos “Warthogs” remanescentes na Europa – como parte dos cortes da Força Aérea para atender limites orçamentais mais duras e uma nova estratégia de defesa mudando o foco da Europa para a região da Ásia-Pacífico.

Do Star and Stripes – Via: CAVOK

Nota: Porque acrescentei ao titulo  "Aquisição interessante"? Porque entendo que não obstante a nossa intenção de adquirir o Gripen, creio que a FAB poderia possuir uma aeronave de maior capacidade como instrumento mais efetivo de dissuasão. Fico imaginando 12 a 18 caças modernizados deste tipo, baseados em Anápolis atuando junto com os Gripen NG no futuro. Acredito inclusive que seria possível substituir o motor do F-15 (Força por motor 106 kN) pelo F414 (Força por motor 97.9 kN) do Gripen NG como forma de diminuir o custeio da operação do modelo F-15. Fica a ideia...


13 Mar 13:15

Até PSC se declara ‘independente’ na Câmara

by Josias de Souza

André Moura: ‘Não estamos rompendo com o governo nem aderindo à oposição’. Hummmm….

Nas pegadas da bancada do PMDB, os 13 deputado federais do PSC, entre eles Marcos Feliciano (SP), declararam-se “independentes”. Significa dizer que não seguirão cegamente as orientações emanadas do Palácio do Planalto. Líder da legenda, André Moura (SE) fez uma declaração marcada pela obviedade:

“Vamos agir com independência e encaminhar as matérias da maneira que for melhor para o país. Vamos dizer ‘sim’ quando entendermos que for melhor e ‘não’ quando acharmos que não será melhor.” Uau! Espremido, o líder esclarece: “Não estamos rompendo nem aderindo à oposição.” Ah, bom!

Diferentemente do PMDB, que tem a vice-presidência da República e cinco ministérios, o PSC não tem representantes na Esplanada. Com sua declaração de “independência”, a legenda cospe num prato que ainda não comeu.

13 Mar 13:11

Vídeo – Operações aéreas a bordo do INS ‘Vikramaditya’

by Guilherme Wiltgen

12 Mar 20:06

Saab anuncia venda de mísseis para o Exército usar na Copa do Mundo

by Vinna
A empresa sueca Saab anunciou nesta segunda-feira (3), na Suécia, a venda de um sistema de defesa antiaérea de baixa altura para o Exército brasileiro, capaz de atingir alvos a até 5km de distância a mais de 2 mil metros de altitude. Os mísseis são guiados por laser, o que o tornaria imune em caso de tentativa de abate e outras fontes de calor.
Segundo a Saab, a empresa fornecerá o sistema RBS 70 por 80 milhões de coroas suecas (cerca de R$ 29 milhões). Não foi divulgada a quantidade de sistema e de mísseis adquiridos pelo Brasil. Mas, segundo a empresa, com a venda ao Exército, são mais 1.600 unidades e 17 mil mísseis vendidos para 19 países.
A primeira entrega do material irá ocorrer ao longo de 2014 para que possa ser usado na Copa do Mundo, diz a empresa.
O acordo compreende, além dos sistemas de lançadores de mão, mísseis do tipo Mk II, simuladores, equipamentos de visão noturna, aparelhos de teste, ferramentas de manutenção e treinamento de operadores e mecânicos.
As armas serão usadas para a proteção de infra-estruturas estratégicas, como estádios, usinas de energia, meios de transporte e outros considerados indispensáveis para o país e serão empregados durante a Copa do Mundo de 2014 e os Jogos Olímpicos de 2016, diz a Saab.
O Exército informou que não podia confirmar a informação nesta segunda-feira, durante o feriado prolongado de Carnaval.
Em dezembro, a Saab foi anunciada pela presidente Dilma Rousseff como a vencedora de uma licitação internacional, que durou mais de 15 anos, para a venda do novo caça do Brasil, que será adquirido para a Aeronáutica ao preço de US$ 4,5 bilhões.

Em 2013, o Exército já havia comprado um sistema de artilharia antiaérea alemão, composto por 34 carros de combate Gepard capazes de abater mísseis, aviões, helicópteros ou drones (aviões não tripulados) a até 15 km de distância e até 3 km de altitude. Os blindados são usados, pertenciam ao Exército da Alemanha, e sofreram uma remodelação, tendo sido "recuperados" em 2010, recebendo novas tecnologias que podem operar até 2030.

Do G1
12 Mar 19:59

Moscou reforça influência na Ucrânia

by Vinna
Enquanto acusam Ocidente de ingerência, russos preferem se distanciar, pelo menos publicamente, da crise ucraniana. Mas por trás dos panos, Kremlin está cada vez mais
presente na política da antiga república soviética.
Moscou culpa o Ocidente pela recente escalada de violência em Kiev. Para os russos, a crise na antiga república soviética é uma consequência direta da política ocidental de apoio à oposição e, como disse nesta quarta-feira (19/02) um porta-voz do Kremlin, tem como responsáveis "apenas os extremistas" que buscam um golpe de Estado.
Desde que a violência escalou em Kiev nos últimos dias, Moscou agiu de forma comedida ao menos publicamente. O presidente Vladimir Putin e o chefe de governo Dimitri Medvedev não acenaram com qualquer intervenção na crise, e representantes russos não viajaram para Kiev. Em outras palavras, a Rússia vem evitando fazer o que representantes da União Europeia (UE) e dos Estados Unidos fazem.
Em Moscou, as viagens de políticos ocidentais a Kiev são observadas de forma crítica. "Não me parece muito correto e educado o fato de emissários serem enviados diariamente", disse o chanceler russo, Serguei Lavrov, no recente encontro com o ministro do Exterior alemão, Frank-Walter Steinmeier, na Rússia. Putin declarou em janeiro que o Kremlin "nunca se intrometeria" na Ucrânia, numa referência à intromissão ocidental.
Reunião em solo russo
Desde o fim da União Soviética, há mais de 20 anos, Moscou nunca esteve tão presente na Ucrânia. Só que os russos demonstram ter menos influência pública que os europeus. As atividades russas ocorrem em vários níveis. As reuniões dos russos com os políticos ucranianos acontecem, de preferência, em Moscou.
O presidente ucraniano, Viktor Yanukovych, se encontrou com Putin na abertura dos Jogos Olímpicos de Inverno no início de fevereiro em Sochi. Os resultados dessa conversa não foram divulgados. Em janeiro, alguns ministros ucranianos visitaram Moscou. No final de fevereiro, o ministro do Exterior ucraniano deverá voar para a Rússia.
Desde o final de janeiro, Andriy Klyuyev é o chefe da Casa Civil em Kiev. Alguns órgãos da mídia ucraniana e especialistas ocidentais acreditam que isso fez com que a influência russa na política ucraniana ficasse ainda mais forte.
Segundo o sueco Anders Aslund, especialista em assuntos ucranianos, a relação entre Klyuyev e o Kremlin é bastante próxima. O chefe da Casa Civil ucraniano trabalha diretamente com Vladislav Surkov, disse o analista em entrevista ao jornal online de Kiev Ukrainska Pravda. Surkov é o assessor de Putin para as relações com os países da Comunidade de Estados Independentes (CEI).
Além disso, Serguei Glazyev, outro assessor de Putin, tem sido bastante ativo em relação à Ucrânia. Ele é o responsável pela integração no espaço pós-soviético. Em entrevista, ele instou indiretamente a liderança ucraniana a agir com violência contra os manifestantes oposicionistas.
Oficialmente, nada se sabe sobre as relações de Klyuyev com o Kremlin. No entanto, ele é amigo de Viktor Medvedchuk, que foi chefe da Casa Civil durante o governo Leonid Kuchma. Medvedchuk é amigo pessoal de Putin. Na Ucrânia, Medvedchuk dirige o movimento "Eleição ucraniana", que se esforça por uma aproximação dos dois países.
"Supõe-se que seu grande projeto seja coordenado com o Kremlin e possivelmente financiado pela Rússia", diz o cientista político alemão Andreas Umland, que vive em Kiev, sobre Medvedchuk.
Interesse na Crimeia
É particularmente evidente o aumento da influência russa na autônoma República da Crimeia, região do sul da Ucrânia. Ali, os russos são dois terços da população. Além disso, a frota russa do Mar Negro está estacionada em Sebastopol.
A ONG Comitê de Coordenação de Sebastopol emitiu há poucos dias um comunicado sobre uma possível separação da Crimeia caso haja um "golpe de Estado" em Kiev. O deputado russo e presidente do partido Pátria, Aleksey Zhuravlev, viajou à Crimeia para ali fundar a Frente Antifacista Eslava Em Kiev, entendem-se os manifestantes oposicionistas por "fascistas".
O semanário de Kiev Dzerkalo Tyzhnia escreveu na sua mais recente edição que a Rússia abriu a "Frente da Crimeia". O semanário disse temer uma escalada do conflito como em 2008 na República da Geórgia.
No final, a Crimeia poderia se separar da Ucrânia, advertiu a publicação, acrescentando que esse perigo nunca foi tão grande como em muitos anos. Por esse motivo, políticos da Crimeia viajam cada vez mais para conversas em Moscou. Nesta quinta-feira, por exemplo, o presidente do Parlamento da Crimeia, Vladimir Konstantinov, deverá ir à Rússia.
O analista político alemão Christian Wipperfürth, que trabalha para a Sociedade Alemã de Política Externa (DGAP), em Berlim, considera exagerado o medo de uma possível separação da Crimeia. "Ninguém questiona a integridade territorial da Ucrânia", diz. Segundo ele, a Rússia não estaria interessada numa possível divisão da Ucrânia, porque isso poderia servir de exemplo para outros países pós-soviéticos.
Também na imprensa
Também na mídia, a Rússia desempenha um grande papel na Ucrânia. Um estudo apontou que mais de 22% dos ucranianos assistem à TV russa para saber sobre os acontecimentos no próprio país. As emissoras russas falam de uma "tentativa de golpe de Estado" inspirada pelo Ocidente na Ucrânia.
"Nunca a Rússia dedicou tanto tempo de transmissão à Ucrânia", diz Diana Duzya, da revista especializada em mídia Telekrytyka. "Isso mostra que manter a Ucrânia em sua esfera de interesse é estrategicamente importante para a Rússia."
Nas próximas semanas, a influência russa na mídia ucraniana deverá aumentar ainda mais. Uma nova rádio de notícias FM passará a transmitir para Kiev e outras cidades. O diretor de programação vem da Rússia.
Do O Povo
12 Mar 19:27

Agricultores se reúnem com Haddad para pedir retorno da zona rural em SP

by Julianna Granjeia

Agricultores se reuniram com o prefeito de São Paulo, Fernando Haddad (PT), para pedir o retorno da zona rural na cidade. O tema é uma das propostas do novo Plano Diretor que está em discussão para ser votado.

A zona rural de SP foi extinta em 2002.  A proposta prevê limitar o parcelamento do solo em uma área de 219 quilômetros quadrados nos bairros Grajaú, Parelheiros e Marsilac, na zona sul da capital.

Os agricultores reclamam de descaso com a assistência técnica e extensão rural e pedem mais apoio à agricultura familiar, além da regularização fundiária das propriedades e fiscalização ambiental.

12 Mar 19:01

Super Terça: em nota, PMDB da Câmara ataca projeto hegemônico do PT.

by O EDITOR
A bancada do PMDB na Câmara dos Deputados aprovou nesta terça-feira (11) uma moção de solidariedade ao líder do partido na Casa, deputado Eduardo Cunha (RJ). O texto critica o PT e afirma que os "ataques e agressões [a Cunha] que extrapolam o patamar da civilidade em quaisquer das relações, e particularmente das relações políticas".
 
O documento afirma ainda que "os ataques ao nosso líder [Cunha] são ataques ao PMDB". "A harmonia e coesão de nossa bancada, ao mesmo tempo que incomodam outras forças políticas que expressam um projeto hegemônico de poder", diz o texto, em referência indireta ao PT. (UOL)
12 Mar 18:59

Inflação aumenta 26% acima da meta do governo puxada pelas mensalidades escolares.

by O EDITOR
A inflação oficial, medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), registrou aceleração em fevereiro. A taxa ficou em 0,69% em fevereiro, ante uma variação de 0,55% em janeiro, informou o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).  No ano, o IPCA acumula uma alta de 1,24%. Em 12 meses, a taxa alcançou 5,68%, acima da meta estipulada pelo governo, de 4,5% ( 26,2% acima da meta).
 
O IPCA do mês concentrou o aumento das mensalidades escolares e, com isso, o grupo Educação, cuja alta atingiu 5,97%, foi responsável por 0,27 ponto percentual da alta do índice. Em cursos regulares, a mensalidade subiu 7,64%. O resultado do IPCA em fevereiro veio dentro do intervalo das estimativas dos analistas ouvidos pelo AE Projeções, serviço da Agência Estado, que iam de uma taxa de 0,58% a 0,72%, e acima da mediana, de 0,65%. (Agência Estado)
12 Mar 18:53

Na Câmara, Dilma tornou-se uma anã política

by Josias de Souza

Dilma Rousseff passou as últimas 72 horas afirmando, em privado, que queria saber qual é o tamanho real de Eduardo Cunha, o líder desaforado do PMDB. Em movimento suprapartidário, os deputados governistas se juntaram para fornecer à presidente uma informação mais valiosa. Hoje, 11 de março de 2014, medida pelo painel eletrônico da Câmara, Dilma tem a estatura de uma anã política: 28 votos —ou 5,4% do colegiado de 513. A presidente é menor até do que o partido dela. Dono de 87 cadeiras na Casa, o PT não desceu inteiro ao front.

Com boa vontade, pode-se adicionar ao cesto de Dilma as 15 abstenções e os 89 deputados que se declararam “em obstrução”. Ainda assim, a presidente da supermaioria de cerca de 400 aliados saiu da votação reduzida a uma minoria de 132 votos. Assim, com o conglomerado partidário lipoaspirado para 25,7% da Câmara, Dilma descobriu que Eduardo Cunha e o PMDB não são seus únicos problemas. Longe disso.

Como previsto, foi a voto a proposta da oposição de criação de uma comissão suprapartidária para investigar, em diligências externas, denúncia de pagamento de propinas na Petrobras. Como fizera antes do Carnaval, o PT tentou obstruir. Dessa vez, fracassou. E a coisa passou em votação simbólica. Inadvertido, o PT exigiu a aferição eletrônica dos votos. Com esse gesto, empurrou para dentro da derrota a humilhação de um placar acachapante: 267 a 28, noves fora abstenções e obstruções.

Dilma aprendeu uma lição na Câmara. Ainda não percebeu que lição foi essa. Mas, se esquecer por um instante a assessoria especializada de Aloizio Mercadante e convocar ao Planalto uma criança de 5 anos, perceberá o que deu errado. Quem puxa o rabo do gato arrisca-se a tomar uma mordida. E aprende que, se não puder dar uma cacetada na cabeça do gato antes de puxar-lhe o rabo, é melhor continuar servindo leitinho fresco no pires.

Dilma Rousseff derrotou Dilma Rousseff na Câmara, eis a lição da noite. No comando de um governo apoiado por um condomínio fisiológico, a presidente selecionou Eduardo Cunha para fazer pose de mandatária asséptica. Fez isso num instante em que a gataiada reclamava do racionamento de leite. Escassearam até as  verbas das emendas.

Ao perceber que a candidata à reeleição, de olho no tempo de propaganda no rádio e na televisão, promovia uma distribuição seletiva de ministérios, os gatos miaram com estridência. Ao notar que o PT bebe mais leite, os aliados resolveram esclarecer que sempre é possível desembarcar. Foi como se os governistas informassem a Dilma e ao PT que eles também sabem fazer pose. Se necessário, saltam do governo petista fazendo pose de navio que abandona os ratos.

12 Mar 18:49

Empresários reunidos hoje com Mantega doaram R$ 88 mi ao PT

by Fernando Rodrigues

11 dos 16 ‘xerifes do PIB’ têm alta proximidade com o governo

As 16 grandes empresas convidadas para almoço com o ministro da Fazenda, Guido Mantega, nesta 4ª feira (12.mar.2014) em Brasília, doaram R$ 88 milhões para candidatos do PT, partido da presidente Dilma Rousseff, na campanha de 2012. No total, elas repassaram R$ 265 milhões para políticos de todas as legendas.

À mesa com o ministro estarão representadas as companhias que mais doaram a partidos políticos nas últimas eleições: Andrade Gutierrez (1ª no ranking), OAS (3ª), Camargo Correa (4ª), Vale (5ª), JBS (9ª) e Odebrecht (10ª). Acompanhe na tabela abaixo:

tabelafinal

O volume de doações para campanhas é só a face mais visível do entrelaçamento desses “xerifes do PIB” com o poder político central. Segundo levantamento do Blog, 11 dessas 16 companhias têm um alto grau de proximidade com o governo, que em alguns casos se assemelha à dependência.

Além de estarem entre os maiores doadores a políticos, essas empresas têm alto percentual de capital votante sob influência do Palácio do Planalto –via BNDES e fundos de pensão de estatais– ou são lideradas por diretores filiados a partidos da base governista.

A fluidez entre o grande capital e o poder central não é nova no Brasil: os governos de Getúlio Vargas e da ditadura militar investiram muita verba pública nos setores-chave da economia e os fundos de pensão estatais participaram em peso das privatizações dos anos 90.

Mas há um fator contemporâneo a aprofundar esse cenário: os governos de Luiz Inácio Lula da Silva e Dilma Rousseff abriram a torneira de recursos para salvar empresas com risco de quebra após a crise financeira de 2008 e incentivar a criação dos chamados “campeões nacionais” do setor privado.

As pequenas e médias empresas sentem-se excluídas do tratamento privilegiado. Na segunda-feira (10.mar.2014), representantes dessa parcela do setor produtivo reclamaram de falta de abertura. “Esse é um governo que não ouve a pequena e média empresa”, disse à “Folha” José Velloso, presidente-executivo da Abimaq, que reúne os fabricantes de máquinas e equipamentos.

Conheça alguns sinais da proximidade com o governo de 11 empresas convidadas para o almoço com Mantega:

 1) Coteminas (Josué Gomes)

- Presidente da companhia, Josué filiou-se ao PMDB sob as bênçãos do ex-presidente Lula e cogita lançar-se a algum cargo eletivo neste ano. Seu pai, José Alencar, era vice-presidente da República.
- BNDES tem 18% das ações preferencias da companhia, sem direito a voto.

2) J&F / JBS (Joesley Batista)

- Grupo foi agraciado com verbas bilionárias do BNDES durante as gestões Lula e Dilma. Levantamento do jornal “O Globo” de 2012 mostrava que o banco público havia investido R$ 13,3 bilhões no grupo até então.
- Júnior da Friboi, irmão de Joesley e ex-controlador do grupo, filiou-se ao PMDB, também com o apoio de Lula, e será candidato a governador de Goiás com uma campanha milionária.
- BNDES e Caixa Econômica Federal têm 34,6% do capital votante da empresa.
- Grupo doou R$ 27 milhões a campanhas políticas em 2012 (9° maior doador).

3) Vale (Murilo Ferreira)

- 44% do capital votante da empresa estão nas mãos do BNDES, Previ (fundo de previdência dos funcionários do Banco do Brasil) ou do próprio governo.
- Doou R$ 30,5 milhões a campanhas políticas em 2012 (5° maior doador).

4) Andrade Gutierrez (Sérgio Lins Andrade)

- Recebeu R$ 99 milhões do governo federal em 2012.
- Foi o maior doador de campanhas em 2012. Destinou R$ 81 milhões a diversos candidatos e partidos, sendo R$ 21 milhões a nomes do PT.

5) Camargo Corrêa (Luiz Ortiz Nascimento)

- Recebeu R$ 251 milhões do governo federal em 2012.
- Doou R$ 33 milhões a campanhas políticas em 2012 (4° maior doador).

6) OAS (Leo Pinheiro)

- Doou R$ 45 milhões a campanhas políticas em 2012 (3° maior doador).

7) Odebrecht (Marcelo Odebrecht)

- Pessoa jurídica que mais recebeu pagamentos do governo federal em 2012: R$ 1,1 bilhão.
- Doou R$ 19 milhões a campanhas políticas em 2012 (10° maior doador).

8) Embraer (Frederico Curado)

- Recebeu R$ 1,2 bilhão do governo federal de janeiro a outubro de 2013 para desenvolver o avião militar KC-390.
- BNDES tem 5,3% do capital votante e Previ, 7,8%

9) Gerdau (Jorge Gerdau)

- É presidente da Câmara de Gestão de Políticas Públicas da Presidência da República.
- Ocupa assento no Conselho de Administração da Petrobras.
- Recebeu R$ 21 milhões do governo federal em 2012.
- Doou R$ 5 milhões a campanhas políticas em 2012.

10) Votorantim (Raul Calfat)

- Em 2009, o Banco do Brasil comprou 50% do Banco Votorantim por R$ 4,2 bilhões e salvou a instituição do risco de quebra.
- BNDES é o maior acionista da Fibria Celulose, resultado da fusão da Votorantim Celulose e da Aracruz. O banco público tem 30,4% do capital votante. É mais do que a própria Votorantim, com 29,4%.
- Doou R$ 5,7 milhões a campanhas políticas em 2012.

11) BRF (Marcos Jank)

- Governo tem influência sobre os 2 maiores acionistas da companhia: a Previ tem 12% do capital votante e a Petros (fundo de previdência dos funcionários da Petrobras), outros 12%.
- Doou R$ 3,1 milhões a campanhas políticas em 2012.

Os outros 5 empresários convidados para a reunião comandam empresas geridas sem grande influência do governo. São elas: Ambev (João de Castro Neves), CSN (Benjamin Steinbruch), Marcopolo (Antonio Martins), Natura (Pedro Passos) e Suzano (David Feffer).

Abaixo, tabela publicada na “Folha” indica a receita bruta em 2012 de cada uma dessas empresas:

Arte

(Bruno Lupion)

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12 Mar 18:35

Gripen: Uma nova era para a industrialização do ABCD

by Guilherme Wiltgen

A chegada da fábrica sueca de aviões supersônicos em São Bernardo vai empregar mais de 2500 pessoas

Gripen D

clippingSão Bernardo do Campo se prepara para a chegada da empresa sueca Saab, cuja fábrica será instalada no município até o fim do ano e a partir de 2015 começa a produzir 36 caças supersônicos ao governo brasileiro. De acordo com a Aeronáutica, o preço total da aquisição dos aviões será de US$ 4,5 bilhões, a serem pagos até 2023. Os investimentos para a instalação da fábrica em SBC estão estimados em US$ 150 milhões na nova fábrica em São Bernardo e abrem caminho para um novo momento industrial na região.

A escolha coube ao Governo Federal, às Forças Armadas e ao Ministério da Defesa do local onde a fábrica seria instalada. Para o secretário de Desenvolvimento, Trabalho e Turismo de São Bernardo, Jefferson José da Conceição, o município tem todas as condições para desenvolver uma nova tecnologia porque já possui toda uma estrutura capaz de encarar mais um desafio. “São Bernardo tem o maior parque industrial da América Latina, produz de alfinete a veículos, passando por máquinas e equipamentos. Hoje, temos linha de produção para o setor automotivo e em breve também para o setor de defesa”, resume.

A região do Grande ABC deve se beneficiar com a criação de uma nova tecnologia de Base Industrial de Defesa. Segundo o secretário do município, as cidades do entorno vão investir na diversificação e ampliação de linhas de produção complementares às já existentes. “Com certeza, as sete cidades que compõem o ABC vão incentivar a criação de áreas produtoras de itens relacionados à estrutura da aeronave”, garante o secretário de São Bernardo.

São Bernardo será mais beneficiada

Na visão do vice-diretor do Ciesp (Centro das Indústrias) de São Bernardo, Mauro Miaguti, embora toda região saia beneficiada, sem dúvida os maiores ganhos serão do município. “Naturalmente, São Bernardo sai privilegiado porque a fábrica vai ser instalada aqui e as empresas fornecedoras ou que pretendem ser fornecedoras vão preferir estar próxima da fábrica sueca”.

2.500 Empregos devem ser gerados

Transferência de tecnologia
Para gerar conhecimento nesta nova área tecnológica, acordos e parcerias estão sendo firmados. A empresa sueca investiu US$ 50 milhões na criação do Centro de Pesquisa e Inovação Sueco-Brasileiro (CISB), com sede em São Bernardo.

FONTE: DSP

12 Mar 18:33

SAAB – Upgrades nos Gripen C/D impulsionam as exportações

by Luiz Padilha

Gripen D - Canards

A SAAB continua a oferecer atualizações para o Gripen C/D, mantendo a capacidade de combate do caça para além da introdução em serviço da última variante, o Gripen E.

Falando durante uma turnê de mídia na unidade de produção de Linköping, perto de Estocolmo, Lennart Sindahl, chefe da divisão de aeronáutica da SAAB, disse que uma série de melhorias para o Gripen C/D serão lançadas para os países que não tem intenção de adquirir o Gripen E no curto e médio prazo, mas que o pacote global ainda não está totalmente definido.

“Vamos continuar a desenvolver sistemas, como o radar PS-05 A (Ericsson/BAE Systems), para melhorar a capacidade e satisfazer as necessidades futuras dos clientes”, disse ele, acrescentando: “Os usuários internacionais como a República Checa, Hungria, África do Sul, Tailândia e Escola de pilotos de Testes do Reino Unido estarão operando o Gripen C/D por muito tempo, após a Suécia ter optado pelo Gripen E, e precisamos cuidar deles. “

Close do nariz do Gripen D

A Força Aérea Sueca (SwAF), está prestes a começar a atualizar sua frota de JAS 39 Gripen C/D, com a atualização bloco MS 20, que será a última antes do Gripen E, que começará a entrar em serviço a partir de 2018.

Essas atualizações de blocos, são lançadas a cada três anos, e são projetadas para manter o Gripen na vanguarda de sua capacidade sem a necessidade de obras de modernização profundas. Como parte dos trabalhos do MS de 20, o Weapon System 20 inclui a integração do míssil Meteor da MBDA e da bomba GBU-39 da Boeing, melhoria no radar, aumento da capacidade de suporte de ar digital; aumento na conectividade do Link 16; melhorias de navegação civil; química, (CBRN) proteção biológica, radiológica e nuclear para o piloto; operações noturnas com capacidade usando o SPK 39 Reconnaissance Pod Modular II, e um sistema anticolisão solo (GCAS).

Com MS 20 sendo o último previsto para o Gripen C/D, o Gripen E receberá o MS 21 standard, Sindahl explicou que as atualizações adicionais C/D Gripen poderão ser classificadas como MS 20 + +, ou algo semelhante.

Gripen D em Linkoping

Gripen D em Linkoping

Separadamente de sua proposta para atualizar os Gripen C/D dos usuários internacionais, a SAAB está convertendo as últimas fuselagens dos Gripen A/B da SwAF para o padrão C/D. Ele espera assim, manter a linha de conversão Gripen C/D em Linköping, aberta até o início da produção do Gripen E em 2018/9 (o último e recém-construído Gripen C saiu da linha de produção em 2012, com a conclusão das entregas para a África do Sul). Uma vez que este trabalho de conversão esteja concluído, o inventário da SwAF será de 75 Gripen C e 25 Gripen D.

Com o contrato de produção em série do Gripen E assinado pelo governo sueco em dezembro de 2013, a SAAB vai converter 60 plataformas de Gripen C da SwAF para a recente variante Gripen E. Na SwAF, os Gripen D permanecerão em serviço até que a frota total de Gripen E seja entregue por volta de 2026, altura em que a SwAF terá decidido se quer ou não utilizá-los como treinadores ou partir para uma plataforma mais nova.

Gripen com aviador naval brasileiro pronto para o taxi

No entanto, com o Gripen C e Gripen E compartilhando pouco em termos de estruturas e sistemas comuns, os únicos itens que possuem semelhanças são o pára-brisas, os elevons exteriores, o assento ejetável, o sistema de armas e transporte interno e alguns outros equipamentos auxiliares, o plano é que a SwAF fique com 60 Gripen E e nenhuma aeronave Gripen C (os 15 Gripen C do inventário atual não incluídos no contrato de conversão serão aposentados), no momento em que o trabalho esteja completo no meio da próxima década.

Na realidade, a escassez de peças comuns significa que haverá, de fato, 60 Gripen C à esquerda do processo final, o que não deve exigir muito trabalho de renovação para transformá-los em aeronaves exportáveis. Mesmo assim, os funcionários da empresa observam que chegará um tempo em torno do prazo de 2019, que as oportunidades de exportação estarão centradas sobre o Gripen E.

Czech Gripen2

De acordo com Sindahl, a SAAB está atualmente em conversações com a Malásia e tem recebido interesse para o Gripen do governo da República do Botswana. Outras esperanças de exportação incluem a Bélgica, a Dinamarca, a Estônia, a Finlândia, a Indonésia, a Letônia, a Lituânia, o Peru, Portugal e Filipinas (conversas com o Canadá em relação a uma alternativa para o Lockheed Martin F-35 Lightning II Joint Strike Fighter não avançaram informou Stindahl). Ele foi incapaz de dizer neste momento que justamente os países estão interessados ​​no Gripen C/D e no Gripen E. A SAAB tem o objetivo de vender entre 300 e 450 aeronaves Gripen C/D/E nos próximos 20 anos, o que Sindahl disse equivaler a aproximadamente 10% do mercado global acessível.

Gripenbrazil

A SAAB disse que, além de ser uma aeronave de alta capacidade, ponto de venda chave do Gripen é a sua acessibilidade, em termos de desenvolvimento, aquisição, operação e sustentação por meio de vida. Falando no mesmo evento de mídia, Lars Ydreskog, VP Chefe de Operações da Aeronáutica, disse que o Gripen E deverá custar 30 à 50% menos para desenvolver do que o Gripen C, e que o programa de demonstração Gripen Next Generation (NG) tinha sido concluído em apenas 40% do custo previsto total. O chefe da SwAF, Major General Micael Byden, acrescentou que o custo por hora de voo do Gripen C/D (incluindo combustível) foi relativamente baixo, em torno de 48.000 SEK (USD 7. 500), dizendo:

“Se o Gripen não fosse acessível, a Força Aérea Sueca não seria capaz de operá-lo. “

Gripen-E-nas-cores-da-Força-Aérea-Suíça-ilustração-Saab

Além de novas atualizações do Gripen C/D, continuam os esforços de exportação do Gripen C/D/E, e funcionários da SAAB divulgaram que o primeiro de três protótipos do Gripen E, irá fazer seu vôo inaugural no próximo ano.

O Gripen NG (número de série 39-07), continuará ensaios de sistemas e desenvolvimento de sistemas táticos, antes de ser acompanhado pelo primeiro monoposto Gripen E (39-08), em meados de 2015. Este avião será usado principalmente para testes de aeronaves e controle de vôo em geral, com um segundo protótipo monoposto (39-09) a adesão ao programa como um “testbed” de sistemas táticos em 2016. O terceiro e último protótipo monoposto (39-10) vai voar já com um padrão de estruturas de produção em 2017.

A SwAF deverpa começar a receber suas aeronaves Gripen E em 2018, como o da Força Aérea Suíça (sujeito a um referendo nacional sobre o assunto).

O Brasil deve receber seu primeiro caça dentro de 48 meses do contrato que está sendo assinado. As negociações estão em andamento e deverão estar concluídas até o final do ano.

FONTE: Jane’s - Gareth Jennings

TRADUÇÃO E ADAPTAÇÃO: Defesa aérea & Naval

11 Mar 18:08

Quinto filho

by thiagoprado
rr

Filhos deputados e vereadores

O missionário R.R. Soares colocará mais um filho na política – o quinto. Felipe Soares será candidato a deputado estadual no Rio de Janeiro.

Já são políticos David Soares (vereador em São Paulo), Marcos Soares (deputado estadual no Rio de Janeiro), Daniel Soares (vereador em Guarulhos) e André Soares (deputado estadual em São Paulo).

11 Mar 18:08

100 000 livros

by Lauro Jardim
tuma jr

Livro bomba

Lançado em dezembro, Assassinato de Reputações – Um Crime de Estado (Topbooks), de Romeu Tuma Jr., alcançou no fim de semana a marca dos 100 000 exemplares vendidos.

11 Mar 18:07

Dupla afinada

by gmascaranhas
Recado ao governo

Com a oposição

A tabelinha de Eduardo Cunha com o líder do DEM, Mendonça Filho, foi até a noite de ontem na Câmara. Numa conversa de uma hora, a dupla acertou os ponteiros para atingir o objetivo comum: bombardear o governo.

Cunha reiterou estar fechado com a oposição para aprovar, na sessão de hoje, o requerimento com objetivo de enviar um grupo de deputados à Holanda para investigar denúncias de pagamento de propina a funcionários da Petrobras (Leia mais em: Juntos e misturados).

Mendonça Filho, de sua parte, agora garante ser contrário ao projeto do Marco Civil da Internet e, para a alegria de Eduardo Cunha, vai trabalhar para derrubar o relatório de Alessandro Molon, que tem o apoio do governo.

11 Mar 16:37

Janusz Walus

by identitaricatala