Julio Cesar
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ARQUIVO MALVINAS – REAGAN ADVERTIU CONTRA ‘HUMILHAÇÃO’ DE BUENOS AIRES
Assembleia de Fundação do MSPI.
Contamos nesta tarde com mais de vinte pessoas que se fizeram presentes nessa reunião. É um grande passo para o separatismo paulista.
Assim, o MSPI tem agora sua diretoria formalizada, sendo constituída pelo seguinte quadro:
Presidente: O Srº. Júlio César dos Santos Bueno
Vice-Presidente: O Srº. Alessandro Arthur Ramozzi Chiarottino
Secretário-Geral: O Srº.Felipe Nogueira de Sousa
Tesoureira: A Sraº.Ana Rita Carlos
1° Vogal: O Srº.Giovani Pagliusi Lobato e Moura
2° Vogal: O Srº.Cassio Francisco Cesário Forcignano
Conselheiro Fiscal: O Srº.Eduardo Pimenta Debes
Conselheiro Fiscal: O Srº.Euclydes Aparecido Martins
Conselheiro Fiscal: O Srº.Fausto Henrique Pinheiro de Souza
Esses serão os diretores pelo período 2014-2016.
FOTOS: Diógenes Fernão Dias (SP Profundo)
YOUTUBE: http://www.youtube.com/channel/UCZ5bqN7_QOC9hGsh8yabNbg
FACEBOOK: https://www.facebook.com/SPprofundo?ref=hl
Sem interferência
Enquanto pipocam possíveis nomes para a vice de Geraldo Alckmin, a turma de Aécio Neves assiste sem interferir. As especulações já foram de Celso Russomanno a um quadro do PSB. E o que Alckmin decidir será aceito.
A ordem é evitar qualquer constrangimento ou rusga na relação entre os o projeto nacional e o paulista dos tucanos.
Cássio Cunha Lima resume a estratégia:
- São Paulo é um país amigo.
Vejam a que nível chegou a política brasileira. Lula oferece presidência do Senado para Eunício Oliveira não concorrer ao governo do Ceará.

Espiral descendente
Este post foi escrito originalmente em dezembro de 2012, mas na época o Niemeyer tinha acabado de morrer e eu achei que seria mais delicado deixar para publicá-lo em outra ocasião. Agora que já passou um certo tempo, acho que não tem mais problema. E o texto tem muito a ver com o aniversário de São Paulo, comemorado hoje.
O post começava dizendo que, embora o Niemeyer seja muito reverenciado, quase ninguém conhece um projeto dele que foi um estrondoso fracasso. Era um monumento-símbolo da cidade, inaugurado há exatos 60 anos, em 25 de janeiro de 1954.
Projetado para a entrada principal do parque Ibirapuera, o monumento foi pensado para ser uma marca de São Paulo – mais ou menos o que Cristo Redentor é para o Rio. Ele era uma enorme e elegante espiral de concreto, que parecia irromper do solo avançando para o céu. A ideia era que aquilo simbolizasse o espírito progressista e laborioso de São Paulo, a pujança, o crescimento, o futuro de glória dos paulistas, enfim, essas baboseiras ufanistas, cultivadas com tão pouca autocrítica no discurso oficial da época. As fotos da maquete dão uma ideia da grandiosidade da coisa:
Antes mesmo de começar a ser construído, o monumento já tinha virado um emblema, adotado como logomarca oficial da cidade. Estava estampado por todos os lugares, daí a grande expectativa de que ele ficasse pronto para as comemorações do Quarto Centenário, em 25 de janeiro de 1954.
Mas houve um probleminha: do jeito que o monumento tinha sido projetado, por mais que os engenheiros se esforçassem, não teve jeito. Ele simplesmente não ficava em pé. Não com os materiais e a tecnologia de construção disponíveis na época.
Depois de diversas tentativas, a solução encontrada para minimizar o vexame foi construí-lo em juta e gesso ao invés de concreto, aos 46 minutos do segundo tempo. Mesmo assim não foi fácil, e ele acabou ficando meio troncho, com aparência grosseira, pouco lembrando a delicadeza característica das curvas do Niemeyer. Como era de gesso, naturalmente durou pouco: se desfez na primeira chuva, assim como o futuro de glórias de São Paulo.
Há quem diga que Niemeyer morreu negando o fiasco. Segundo ele, o projeto nunca chegou a ser construído. As fotos da inauguração do parque, no entanto, parecem desmenti-lo. E em 2008 a história foi contada em mais detalhes por uma testemunha dos fatos, Mauris Warchavchik, nesta deliciosa entrevista ao Estadão.
A primeira imagem (desenho do Niemeyer) é reproduzida do catálogo da exposição “Fantasia Brasileira: o Balé do Quarto Centenário” (Sesc-SP, 1998). As fotos da maquete são da revista Acrópole nº 185, fevereiro de 1954. As três últimas imagens são, respectivamente, do Estadão de 25 de janeiro de 1954, do blog historiasdopari.wordpress.com e de um anúncio das festividades do Quarto Centenário publicado na revista Seleções.
PP só discute SP depois que definir aliança nacional
Embora até admita que o PP está mais próximo de um fechamento com a reeleição da presidente Dilma Rousseff (PT), o presidente nacional do partido, senador Ciro Nogueira (PI), diz que isso não exerce nenhuma influência na opção em São Paulo.
Leia também: PP indicará quatro nomes para substituir Aguinaldo Ribeiro nas Cidades
São Paulo é o único estado em que o diretório local não terá autonomia para decidir sua situação eleitoral sem o crivo do diretório nacional. “São Paulo é um estado muito importante para o nós e o partido não tem crescido lá”, afirmou o dirigente do PP sobre o motivo desse tratamento diferenciado.
“Só vamos definir São Paulo quando definirmos a situação nacional”, disse o senador. Perguntado se uma decisão poderia influenciar a outra, Nogueira foi direto. “São coisas totalmente independentes”, resumiu.
Na mesma
Paulinho da Força passou pouco mais de uma hora com José Serra ontem. Como Serra é Serra, Paulinho saiu da conversa sem a resposta para a sua dúvida, ou seja, o que o tucano fará nas eleições de 2014 (Leia mais em: Paulinho, Cabral e Serra). Paulinho o incentivou a disputar o Senado, mas ouviu do colega que a decisão ainda não foi tomada.
Relatórios anti-atraso
Para o Comitê Organizador da Copa, a puxada de orelhas que a Fifa deu ontem no trio governo do Paraná, Prefeitura de Curitiba e no Atlético Paranaense por causa do atraso nas obras da Arena da Baixada será o suficiente para o assunto ser resolvido.
Por via das dúvidas, porém, um engenheiro da Fifa foi destacado para comparecer diariamente ao estádio para ver o andamento das obras e mandar um relatório.
Haja paciência
Marco Feliciano provará uma das experiências mais angustiantes da política nacional: esperar José Serra para decidir seu futuro.
Se Gilberto Kassab confirmar que disputará o governo e Serra desistir do Senado, Feliciano abandonará o projeto de reeleição para tentar uma cadeira no Senado.
Mas como não anda disposto a sofrer tanto quanto Aécio Neves sofreu, Feliciano estipulou um prazo para tomar a decisão: a primeira semana após o Carnaval. Feliciano explica o xadrez, sem a menor modéstia.
- Caso o Serra não vá para o Senado e Kassab concorra ao governo, eu só encaro Eduardo Suplicy na disputa em São Paulo.
A tomar pelo conhecido ritmo de Serra, tem tudo para Feliciano optar pela reeleição na quarta-feira de cinzas.
Repartindo o bolo
Os 100 milhões de dólares que a Record, SBT, RedeTV e Band investirão em cinco anos para que o instituto alemão GfK abra as portas e passe a mediar a audiência das TVs, concorrendo com o Ibope, não serão divididos de modo equânime.
Pelo acordo entre as emissoras e o GfK, a Record contribuirá com 60% do total, ou seja, 60 milhões de dólares e o SBT com 28% (28 milhões de dólares). Band e RedeTV! racham os 12 milhões de dólares restantes.
Os próximos rolezinhos
De acordo com o monitoramento dos shoppings centers, há vinte convocações de rolezinhos para o próximo fim de semana nas principais cidades brasileiras.
A propósito, na semana passada o serviço de inteligência da associação de shopping centers flagrou um jovem de quinze anos convocando amigos pelo Facebook para um rolezinho. A turma dos shoppings ligou para o pai do menor e alertou-o. Resultado: o jovem está de castigo até hoje.
Paulo Maluf fala em apoiar Skaf em São Paulo
O ex-prefeito paulistano Paulo Maluf (PP) tem demonstrado a aliados uma predileção em formar uma aliança com Paulo Skaf (PMDB) para a disputa ao governo paulista. Nos bastidores, PT e PSDB trabalham para ganhar o apoio do PP e assegurar assim pouco mais de 1 minuto de tempo de TV para seus respectivos candidatos.
Acontece que, ao contrário do que ocorreu nas eleições de 2012, quando a palavra de Maluf teve peso fundamental, agora a direção do partido já decidiu que não deixará a palavra final nas mãos do ex-prefeito.
Ou seja, Maluf encaminha, mas não bate o martelo. Em 2012, ele chegou a exigir a ida de Lula a sua casa para selar a aliança de apoio a Fernando Haddad (PT). Dali saiu a foto do abraço protagonizando com o ex-presidente nos jardins de sua mansão.
Abaixo-assinado pede petista no comando da Comissão de Direitos Humanos
Um abaixo-assinado virtual e uma página no Facebook, organizados por militantes GLBTT (gays, lésbicas, bissexuais, travestis e transexuais), pedem que a deputada Érika Kokay (PT-DF) seja a nova presidente da Comissão de Direitos Humanos e Minorias (CDHM) da Câmara.
A indicação da nova presidência será debatida na volta do recesso parlamentar, no entanto, é consenso na bancada do PT de que o partido não deve abrir mão novamente da Comissão. O deputado Marco Feliciano (PSC-SP) comandou o grupo após acordo do PT com partidos aliados.
Leia também: Contrária à cura gay, deputada tenta conseguir relatoria do caso
PP indicará quatro nomes para substituir Aguinaldo Ribeiro nas Cidades
Apoiado no discurso de que presidentes de partidos não deveriam assumir o cargo de ministro de Estado, o presidente nacional do PP, senador Ciro Nogueira (PI), diz que o partido levará para análise da presidente Dilma Rousseff (PT) quatro nomes para substituir Aguinaldo Ribeiro no Ministério das Cidades.
Leia também: Ministro das Cidades confirma candidatura em 2014
Nogueira diz que a ideia é emplacar um ministro com perfil mais técnico e menos político e foi com essa perspectiva que formulou a lista de substitutos.
São eles: Carlos Vieira, secretário-executivo do Ministério das Cidades, Osvaldo Garcia, secretário Nacional de Saneamento Ambiental do Ministério das Cidades, Leodegar da Cunha Tiscoski, Nacional de Acessibilidade e Programas Urbanos do Ministério das Cidades e Alexandre Navarro, ex-secretário-executivo do Ministério das Cidades.
O dirigente do PP espera ter um encontro com Dilma assim que Dilma retornar de Davos, na Suíça, onde participa do Fórum Econômico Mundial.
Avaliação positiva da Prefeitura de SP cai de 17% para 11%
A Rede Nossa São Paulo, em parceria com o Ibope, vai apresentar nesta terça-feira (21) os números dos Indicadores de Referência de Bem-Estar no Município (IRBEM), que apontam que a avaliação da administração municipal atual caiu de 17%, em 2012, para 11% os que consideram “ótima/boa”, aumentou de 48% para 49% os que disseram ser “regular” e subiu de 35% para 39% os que afirmaram ser “ruim/péssima”.
Avaliação da Câmara Municipal de São Paulo também teve queda. Caiu de 11%, em 2012, para 6% os que consideram “ótima/boa”, de 39% para 37% os que disseram ser “regular” e subiu de 46% para 54% os que afirmaram ser “ruim/péssima”.
A quinta edição da pesquisa foi realizada entres os dias 3 e 23 de dezembro de 2013 com 1.512 pessoas que moram em São Paulo com 16 anos de idade ou mais. A margem de erro é de três pontos percentuais para mais ou para menos.
Leia também: Haddad fixa meta para melhorar comunicação do governo
Tucanos articulam proposta para transformar Rua das Noivas em calçadão
Um grupo de vereadores tucanos de São Paulo, entre eles Floriano Pesaro e Andrea Matarazzo, tem discutido nos bastidores possibilidades para transformar a Rua São Caetano num calçadão.
A Rua São Caetano é um centro comercial próximo à Estação da Luz, no Centro da Capital paulista, que há muito tempo é conhecida como a Rua das Noivas, devido à quantidade de lojas que vendem vestidos e acessórios para noivas.
Os tucanos acreditam que a ideia poderia ser posta em prática com um decreto do prefeito e por isso cogitam uma audiência com Fernando Haddad (PT) para tratar do assunto.
Acham que se tentarem viabilizar a mudança da Rua das Noivas por meio de projeto via Câmara de São Paulo podem fracassar diante de um veto do chefe do Executivo paulistano.
Cada vez mais fraudes na Caixa.
TCU: mãe de Campos beneficia aliado do filho
Ministra do TCU, a ex-deputada Ana Arraes, mãe de Eduardo Campos, beneficiou um correligionário do filho num julgamento em que atuou como relatora. O caso envolve convênios firmados com o governo federal pelo Instituto de Medicina Integral Professor Fernando Figueira (Imip). Trata-se de uma entidade da família do secretário de Saúde do governo de Pernambuco, Antonio Figueira, filiado ao PSB.
O repórter Aguirre Talento informa que a área técnica do TCU detectou irregularidades na prestação de contas do Imip e recomendou a aplicação de multa de R$ 43 mil por descumprimento de uma determinação do tribunal. Em voto apresentado à 2ª Câmara do TCU, Ana Arraes decidiu anular a multa. Foi seguida pelos outros três ministros que integram o colegiado.
Antônio Figueira, o secretário de Saúde do governo Eduardo Campos, presidiu o Imip até 31 de dezembro. Deixou a entidade, fundada por seu pai, para assumir o posto no governo de Pernambuco. Ouvida, Ana Arraes disse que foi imparcial. Hummmm! A plateia preferia que a mãe do governador tivesse trocado a imparcialidade pela abstenção.
Souvenir do IV Centenário


Tuma Jr. vai à polícia
Romeu Tuma Jr., delegado e ex-secretário nacional de Justiça durante o governo Lula, registrou sua revolta em formato de boletim de ocorrência à Polícia Federal.
Seu livro, Assassinato de reputações, – Um Crime de estado, em que Tuma Jr. acusa a administração petista de usar a máquina pública para fabricar dossiês e dinamitar adversários políticos, está sendo pirateado e distribuído na internet.
Pelo menos um e-mail foi identificado como fonte de vazamento do livro, ou do similar da obra. O conteúdo disponível na rede também foi alterado. Faltam páginas, e há a suspeita de que, em alguns casos, até trechos tenham sido modificados.
Brasileiros honestos protestam contra mensaleiro Genoino nas redes sociais.
Cai mais um "ícone" petista: Marta Suplicy condenada por improbidade administrativa.

A lei é clara: por usar celular no presídio, José Dirceu deve ter regressão de regime, perder liberdade condicional e o direito de trabalhar fora da Papuda.

Dessa forma, a partir do advento da Lei n. 11.466/2007, aquele que tiver em sua posse, utilizar ou fornecer aparelho telefônico, de rádio ou similar, que permita a comunicação com outros presos ou com o ambiente externo, cometerá falta grave. Tal situação lhe acarretará uma série de conseqüências, como a perda dos dias remidos, a impossibilidade da concessão do livramento condicional pela ausência de comportamento satisfatório e da progressão de regime, bem como ensejará a regressão de regime.
Por isso, o advogado de José Dirceu - e o próprio! - estão negando veementemente o fato. No entanto, existe uma prova testemunhal. Ao que parece, a Papuda caiu em cima do chefe do Mensalão.
Estão liberados
A seleção dos EUA de futebol desembarcou ontem em Guarulhos para uma temporada de treinamentos em São Paulo. Até aí, beleza. Mas a delegação ignorou uma norma de vigilância sanitária brasileira.
Uma resolução da Anvisa, assinada em 2012, já flexibiliza o procedimento de inspeção de atletas e comissões técnicas estrangeiras que visitam o Brasil. A turma sequer precisa passar pelo pente fino dos técnicos da Anvisa nos aeroportos. Só há uma exigência para obter a facilidade: informar com 90 dias de antecedência a lista de todos os medicamentos e produtos químicos que o grupo tem nas malas.
Os EUA – por negligência ou falta de informação – não enviaram as tais informações.
Resultado: a Anvisa liberou a entrada sem inspecionar ninguém ou saber com quais itens a delegação americana desembarcou em solo brasileiro. Tudo pela Copa.
Rolezinho, rolex e rolo de papel higiênico
Eu pensei que era a Eliane Brum. Eu pensei que era o Pedro Abramovay. Eu pensei que era o sociólogo Paulo Cabral. Eu pensei que era o Sakamoto. Mas não! Era o criador da página “Rolezinho no Shopping Leblon”, o homem que reinventou o apartheid.
Vote já no seu trecho favorito de mais esta pérola da cafonice esquerdista, em defesa do tumulto de delinquentes nos lugares onde os pobres de verdade se divertem a valer:
a) A explicação sobre os negros capitalistas do McDonnald’s [sic];
b) A certeza sobre “milhares de outras opressões” que eles sofrem diariamente;
c) A interação do racismo com a “criminalização da pobreza”;
d) A poesia sociológica do “ponto de inflexão de opressões”;
e) A afirmação de que o apartheid “é velado”, mas “é explícito”.
f) O arremate final “só não vê quem não quer ver”.
Pois é.
Décadas de rolezinho da esquerda na mídia, nas escolas, nas universidades, no show business, no mercado editorial e na política só podiam resultar em rolezinho no shopping mesmo.
O ódio racial, social etc. é o prato mais bem servido na praça de alimentação esquerdista. É preciso apoiar o tumulto para oferecer as soluções políticas que só fazem agravá-lo.
[Quando a esquerda não cria um tumulto para vender a solução, ela tenta se valer do tumulto para vender a solução do mesmo jeito.]
No fim das contas, o Estado cresce, e a gente sabe quem fica “protegido pelo consumo, pelo capitalismo”, enquanto o povo compartilha a miséria comunista…
…sem rolé, nem rolex, nem rolo de papel higiênico.
Felipe Moura Brasil – http://veja.abril.com.br/blog/felipe-moura-brasil/
Eleições em SP: ‘O PSDB não apresentou resultados em 20 anos’, diz presidente do PMDB-SP
Pedro Venceslau
Definida como a principal prioridade do PT em 2014 depois da reeleição da presidente Dilma Rousseff, a disputa pelo governo paulista promete ser um capítulo à parte na história das eleições deste ano.
Os prováveis operadores da disputa pelo governo paulista em 2014, os presidentes estaduais do PT, PSDB e PMDB prometem não usar na campanha os casos do mensalão, esquema de compra de apoio parlamentar no primeiro mandato de Luiz Inácio Lula da Silva, e as investigações sobre o cartel no metrô paulista em gestões tucanas.
Abaixo, trechos da entrevistas com Baleia Rossi, presidente do PMDB-SP:
O governador Geraldo Alckmin (PSDB) será alvo do PMDB na campanha?
Vamos buscar uma campanha mais propositiva. O Paulo Skaf tem dito não haverá uma ruptura dos programas do Estado. Não faremos uma campanha de agressão. Vamos apresentar uma proposta que preserve os avanços feitos nos últimos anos.
É verdade que você foi convidado para ser vice do Alckmin?
Isso é lenda. Nunca houve isso. Soltaram essa história, mas não pegou. Depois começaram a dizer que o próprio Skaf seria o vice do Alckmin.
O Skaf foi muito criticado nas redes sociais por usar a propaganda da Fiesp na TV para se promover. O que acha disso?
O Paulo Skaf é presidente da Fiesp, Sesi, Senai e não é candidato a governador.
Não?
O PMDB tem o projeto de que ele seja candidato, mas hoje o Skaf é presidente dessas entidades e age como tal. O crescimento deles nas pesquisas acontece de maneira espontânea. Ele não pode parar de trabalhar porque em 2014 deve ser o candidato do PMDB a governador. Isso é uma tentativa de diminuir o trabalho dele.
Está difícil quebrar a polarização PSDB-PT nas articulações por apoios?
O Skaf está conversando com o PSB, PP, PR, PTB e PDT. Mas ainda não temos perspectiva de alianças. De qualquer forma, os partidos são claros em dizer que não estão fechados com outros candidatos.
A decisão do prefeito Fernando Haddad (PT) de aumentar o IPTU pode prejudicar a campanha do Padilha?
Qualquer aumento abusivo é prejudicial, mas o Paulo Skaf está contra o aumento do IPTU pela luta histórica dele. É uma bobagem associar isso a eleição.
O caso Siemens, de formação de cartel no Metrô em São Paulo, e o julgamento do mensalão serão recorrentes na campanha do Paulo Skaf?
A campanha tem que ser temas que sejam relevantes na vida das pessoa. O PMDB vai fazer uma campanha propositiva. Essas não serão nossas prioridades.
Quais são os pontos forte e fracos da gestão de Alckmin?
O governador deixa a desejar. Ele pessoalmente é uma figura que trabalha e tem boa vontade, mas algumas áreas deixam a desejar. Hoje temos um problema sério na área da segurança pública. O PSDB não apresentou resultados em 20 anos. Os investimentos na malha viária do Estado é um setor bem cuidado.
E os pontos fortes e fracos do ministro da Saúde, Alexandre Padilha (PT)?
O ponto forte dele é a estrutura do PT e o apoio do ex-presidente Lula. O ponto fraco dele é saúde, que não vai bem no País.
E o Paulo Skaf?
O ponto forte dele é a luta pela diminuição de impostos e abusos por parte do governo, Um exemplo é a CPMF, que ele combateu lá atrás. A desoneração dos produtos da cesta básica também. A presença dele nos grandes embates, como o caso do aumento do IPTU, é um ponto forte. O desconhecimento do nome dele é um ponto fraco. Outro ponto que precisamos superar é a falta de alianças.
O que acha do programa Mais Médicos?
Espero que ele chegue até a população mais simples. Ainda não surtiu efeito prático.
O fato do PSDB estar no governo há 20 anos torna mais frágil a candidatura do Alckmin?
Isso passa a sensação para a população de que é preciso buscar pessoas diferentes.
Espera que o Paulo Skaf seja uma terceira via na campanha?
Espero que ele seja a segunda via. Ele está em segundo lugar e se consolidando como o um candidato forte, Ele vai para o segundo e vencerá a eleição.
Espera contar com Lula e Dilma no palanque do Skaf?
Tenho certeza que a presidente Dilma estará no nosso palanque. Já o ex-presidente Lula é uma figura mais partidária do PT. Se não tiver no nosso palanque no primeiro turno, nós entenderemos. Mas estaremos juntos no segundo.





































