Sabe aquela ponte de vidro chinesa que fica 1.180 metros acima do nível do mar? Os engenheiros e designers tiveram uma ideia curiosa e assustadora quando a desenvolveram. Eles colocaram pedaços de vidro fragmentados em cada entre as camadas da de vidro da ponte. Acontece que ao andar nesses painéis, o vidro se desloca, dando a impressão que está quebrando com o peso da pessoa. O mais assustador é que dá para escutar o vidro “quebrando”.
Disseram pro Rex pegar a bolinha. A bolinha era a Lua. Todos riam enquanto Rex perseguia a lua pelo quintal. Mal sabem eles que Rex começa a a faculdade amanhã, e já pretende começar a trabalhar na NASA ano que vem (pra cachorro o processo seletivo é mais simples). Daqui 3 anos, Rex estará na Lua, olhará pra Terra, e pensará: PEGUEI A BOLINHA, FILHOSDAPUTA.
Pode ficar tranquilo porque aquelas guerra lá nunca vão chegar aqui. Eles sabem do que a gente é capaz. Eles temem o que nossa internet é capaz de destruir quando se une.
Pelo menos na internet, NOS SOMOS A POTÊNCIA MUNDIAL HUEHUEHEUHEUHEUEHUEH!
Já é um assunto meio antigo na internet gringa, mas acho que vale a pena falar aqui:
O mais legal de tudo é que a teoria teve início na própria Finlândia, ou seja, talvez nem essa teoria exista.
Aqui só comprovamos que o Acre existia mesmo quando o MENINO DO ACRE sumiu. A única coisa que sabemos da Finlândia é a Nokia, que quase nem existe mais. Eu acho que a Finlândia é só fruto da nossa imaginação.
Não importa o que aconteça, ele precisa sempre pegar a bola, independente de onde ela estiver. Se tiver que roubar a bola 50 vezes da mão de 50 crianças, lá vai estar ele…
Me pergunto o quanto uma pessoa precisa beber pra chegar a esse ponto. Acho que ele simplesmente desistiu e vai ficar ali no chão esperando que a chuva o arraste até em casa.
Em uma cena desse retorno de Twin Peaks, Cole, o personagem vivido por David Lynch, olha no fundo dos olhos de Albert e diz não estar entendendo muito bem o que está acontecendo. Essa vem sendo a vida de quem acompanha essa série: uma mistura de desorientação com maravilhamento, mas a certeza de estar diante de mais uma obra prima da televisão, e que assim como as primeiras duas temporadas que mudaram a televisão pra sempre, Twin Peaks novamente irá influenciar uma nova geração de criativos.
É inegável que Twin Peaks desponta como o principal produto da cultura pop em 2017. É algo único que não se preocupa se eu ou você irá “entender” ou “gostar” do que está assistindo, mas sim em contar a sua história. Do seu jeito. No seu ritmo. Aliás, David Lynch parece pouco se lixar para a mídia que está usando para contar essa história.Elafoge completamente do padrão narrativo e ignora todas as regras da televisão. Seja na forma como amarra as tramas, ou usa seus personagens principais.
Esse tão esperado retorno 27 anos depois pegou todo mundo de surpresa. O fã nostalgico que esperava por uma revisita aos personagens clássicos pode ter se frustrado, ao menos de início. Mas a decisão mais improvável de Lynch não foi a de colocar os habitantes de Twin Peaks como coadjuvantes, mas sim transformar seu protagonista em outro personagem, completamente o oposto do bom e velho Dale Cooper. Isso mostra que no fim das contas, David Lynch está fazendo o que tem vontade.
Mas não se engane: Twin Peaks não é apenas uma “viagem louca” de seu criador. Dentro do seu universo, a história é completamente coesa, e a expansão de sua mitologia é o grande trunfo desse retorno. Saber mais daquilo que foi apresentado de maneira quase mística na década de 90 é o que faz o fã de Twin Peaks se debruçar em teorias, mesmo que essas muitas vezes se percam, tamanha a genialidade de Lynch de surpreender e virar o jogo ao seu favor.
Mesmo tocando em temas complexos como possessão demoníaca ou a origem do mal, Twin Peaks não deixa de olhar para o mundano e ordinário. E é isso que torna a série tão única, afinal, são poucas aquelas que conseguem equilibrar bem contrastes tão gigantescos de narrativa. Se em um momento a série nos mostra o que existe dentro da explosão de uma bomba atômica, no outro fala sobre abuso de mulheres ou uma discussão entre um casal sobre a cor de uma cadeira.
O grande problema desse retorno de Twin Peaks é a confusão que vem acontecendo com muita frequência. Muitos estão desistindo da série por não entender nada, mas sem saber que essa temporada disponível na Netflix Brasil trata-se de uma terceira (mesmo que David Lynch não a chame assim):
Na Netflix, o retorno de Twin Peaks aparece como PRIMEIRA TEMPORADA, o que confunde desavisados.
Nesse guia básico explico o que é necessário assistir antes de dar o play na temporada disponível na Netflix. Corra atrás e assista. O ritmo novelesco não envelheceu, e a quantidade absurda de ótimos personagens irá de prender já no primeiro episódio. Além disso, você terá tempo de assistir a esse retorno ainda em 2017, e poder dizer que presenciou o nascimento de mais um clássico.
Começou em 2012 quando a primeira temporada de Lilyhammer estreou na Netflix, e aquela seria a primeira série a receber o carimbo de “original“. Menos de três anos depois, em 2015, o serviço de streaming anunciava a quantia de US$ 5 bilhões apenas para produzir mais e mais conteúdos. Era uma locomotiva aparentemente sem freio, e em 2016, a cada duas semanas, pelo menos uma temporada de série, filme ou documentário estreava na Netflix. Só que a conta começou a não fechar, e em 2017 veio o baque.
Os recentes cancelamentos ligaram o alerta na mídia, que resolveu tentar entender melhor porque tanta série estava sendo descontinuada (o irônico é que isso acontece o tempo todo nas emissoras convencionais, mas pouco se fala). O LA Times foi atrás dos números, em uma matéria que repercutiu bastante nos últimos dias, onde afirmava que a Netflix havia acumulado uma dívida de US$ 20 bilhões para conseguir dar conta de tanto conteúdo.
O valor chama atenção, e pensando nos últimos acordos da empresa, daria pra imaginar algo assim. Só para Martin Scorsese fazer seu novo trabalho com Robert De Niro e Al Pacino, a Netflix liberou US$ 100 milhões. Filme de guerra com Brad Pitt? US$ 60 milhões. Adaptação de Death Note? US$ 50 milhões. E por aí vai.
E depois de tanto falatório, a Netflix resolveu se pronunciar a respeito. Leia:
“A matéria do LA Times calcula erroneamente nossa dívida com o valor de US$ 20 bilhões ao considerar nossas obrigações de transmissão (por exemplo, contratos de conteúdo com estúdios), no valor de US$ 15,7 bilhões, como parte dessa dívida, o que não procede. Temos uma dívida total bruta de US$ 4,8 bilhões versus o nosso valor no mercado de ações que é de US$ 75 bilhões. O LA Times já corrigiu a matéria.
Contextualizando, os US$15,7 bilhões são referentes à gastos futuros com conteúdos que trarão resultados ao longo do tempo. Todos os canais de televisão aberta e a cabo, além de serviços de streaming, têm contratos de licenciamento e utilizam a mesma estrutura. Como referência, Disney/ESPN tem US$49 bilhões em compromissos similares para contratos relacionados a esportes.”
Se você não prestou atenção na voadora, destacamos o trecho pra você:
“Temos uma dívida total bruta de US$ 4,8 bilhões versus o nosso valor no mercado de ações que é de US$ 75 bilhões”
Enquanto isso… a Netflix chega a 104 milhões de assinantes no mundo todo, 25% a mais em comparação a 2016.
Acho mais fácil você correr e se esconder do que explicar que você é viciado em brincar de boneca quando não tem ninguém em casa. Mais simples aceitar a facada do que explicar isso.
Durante um exercício militar, um helicóptero Kamov Ka-50 acabou disparando acidentalmente um míssil fazendo explodir dois veículos com vários militares ao redor.
Dois ficaram gravemente feridos, mas até onde se sabe, ninguém morreu com as explosões!
Basta assistir isso e comprovar que você foi jovem há 200 anos atrás, no tempo que as pessoas apertavam botões pra que as coisas funcionassem. Se quiser se sentir ainda mais velho mostre um cartucho de SNES para uma criança e pergunte o que é…
Depois de quatro meninas, uma de 16, 11, 4, e 1 ano de idade, este casal americano aguardava a chegada de um novo membro na família e a expectativa para a revelação do gênero da criança era grande.
Para isso, foi preparado um cupcake que revelaria. Depois de quatro meninas, o meu marido tinha a certeza de que desta vez seria um menino!
O americano Alex Diamond teve a ideia de enterrar sua bebida no terreno que iria ocorrer o festival de música eletrônica nos EUA para não precisar gastar dinheiro no dia da festa. O festival Electric Zoo Music Festival ocorreu nos dias 1, 2 e 3 de setembro.
Segundo o jovem, a organização do evento proíbe a entrada de bebidas alcoólicas, o preço do ingresso é bem caro, não tem direito a consumação e para comprar bebida na festa é bom ir preparado. Por esses motivos, ele enterrou uma garrafa de vodka no local da festa, três semanas antes.
E a ideia deu super certa! Alex postou no facebook contando toda a sua façanha, mostrou o kit que usou e ainda disse como conseguiu localizar a garrafa no dia do festival.
Ele usou o mapa do Google para definir com o GPS o ponto exato onde a garrafa foi enterrada. E foi sucesso! Alex bebeu a noite toda sua bebida favorita e não gastou nada na festa.
Clique na imagem para ver a publicação no facebook
Apenas mais uma vantagem de ter cachorro em casa. Ele não sabe que tá trabalhando, ele acha que apenas foi chamado para receber amor. Todo mundo sai ganhando.