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19 May 19:56

Activision anuncia Tony Hawk’s Pro Skater 5 para o final de 2015

by RAYMON

Depois do retorno de Guitar Hero, a Activision confirmou que Tony Hawk’s Pro Skater 5 será lançado no final de 2015 para PlayStation 4 e Xbox One. Xbox 360 e PS3 devem receber o jogo depois, segundo a produtora.

A volta do skate foi anunciada primeiro pela revista Game Informer. O desenvolvimento do game está sendo feito pela Robomodo, criadora dos últimos jogos da série, Ride e Shred. De acordo com a Activision, Tony Hawk’s Pro Skater 5 marca o retorno às origens da série. Ou seja, o game será composto por várias fases com objetivos diversos para serem cumpridos. Será possível realizar essas missões sozinho ou com amigos em modos online cooperativos e competitivos.

A Game Informer destaca também que THPS 5 terá power-ups, itens que devem melhorar o desempenho do jogador momentaneamente, e uma habilidade de disparar projéteis em certas missões. Há ainda um modo de criação de pistas de skate, que poderão ser compartilhadas depois pelas redes online.

Até o momento, os skatistas confirmados são Tony Hawk, Nyjah Huston, Aaron Homoki, Ishod Wair, Riley Hawk (filho de Tony), Lizzie Armanto, Chris Cole, David Gonzalez, Andrew Reynolds e a brasileira Leticia Bufoni.

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18 May 15:42

A usabilidade multi-funcional da nova embalagem do McDonalds

by Fabricio Teixeira

– Para comer aqui ou para viagem?

Quem nunca parou um ou dois segundos a mais antes de responder a essa pergunta?

Bom, eu acho que vou levar para viagem, mas talvez daqui a dois minutos eu decida comer aqui mesmo. Ou então eu vou levar sim para viagem, mas vou comer sentado no gramado do parque, e bem que poderia usar dos benefícios de uma daquelas bandejas que vocês têm por aqui.

O McDonald’s de Budapeste resolveu criar uma embalagem híbrida.

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Uma bandeja-para-viagem, que é tão bem bolada que faz a gente questionar: “por que ninguém pensou nisso antes?”

Basta puxar a parte picotada da embalagem para transformar o saco em uma bandeja. O que dá mais controle ao usuário sobre o momento em que ele quer que a embalagem deixe de ter a função de “alça que seja fácil de carregar” para “bandeja que mantenha a comida no mesmo lugar”.

O nome? Bagtray

O nome? Bagtray

Rip it apart

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O vídeo abaixo mostra um pouco mais da ideia:

Criada pela DDB Budapeste.

12 May 20:19

Prefeituras descoladas no Facebook

by ninja negro

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Aparentemente é melhor tentar ser descolado quando pelo menos tiver as ruas da cidade asfaltadas né benhê

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12 May 13:34

Lettering – Do sketch ao digital

by Rafa

Essa foi uma semana onde apresentei vários posts sobre tipografia e lettering. Quem me conhece e acompanha o meu trabalho sabe que esse é um dos temas que mais gosto de estudar e de aplicar nos meus projetos. Pois bem, hoje gostaria de compartilhar mais uma dica bem bacana.

Uma das melhores maneiras que se tem atualmente para aprender lettering é nos workshops promovidos pelos profissionais da área, recentemente um dos maiores profissionais dessa área decidiu lançar o seu primeiro workshop e revelar os segredos do seu trabalho.

Estou falando do Marcelo Schultz, ele é designer gráfico curitibano especializado em trabalhos com ilustrações, tipografia e lettering. Entre as empresas para quem ele já desenvolveu projetos estão a Nike e a Harley Davidson além de muitas outras empresas internacionais.

O cara é uma verdadeira fera do lettering, tenho a oportunidade de conversar com ele e o que eu posso dizer é que ele é um verdadeiro mestre no assunto, ou seja, nada melhor do que aprender o caminho das pedras com ele. O Marcelo inclusive já escreveu aqui no Choco La Design e ensinou um pouco sobre os materiais que ele utiliza no lettering.

Caso você não conheça o trabalho dele dá uma conferida no tipo de trabalho que ele faz e que o ajudaram a se tornar uma referência no assunto:

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Sobre o Workshop

O Workshop “do sketch ao digital” tem como objetivo mostrar técnicas do desenho à mão livre e como usá-las em aplicações de Letterings digitais para diferentes usos e destacar ainda mais o seu trabalho.

»»» GARANTA SEU INGRESSO AQUI «««

Vagas: 22

Data:
13 de junho (sábado) – 2015

Tempo da oficina:
das 9h até 12hs – 13hs até 18hs.
A oficina é dividida em ½ período teórico e ½ período prático.

Material incluso:

– Apostila

Técnicas mostradas:

– Sketch – desenho à mão livre

– Perspectiva – tipos de perspectiva

– Luz e sombra – direção, intensidade e cor

– Cor e textura – contrastes de cores e aplicação de textura

Itens necessários para a oficina:

– Papel branco tamanho A4

– Lápis ou lapiseira

– Borracha

– Notebook (não é obrigatório, é possível apenas assistir e treinar em casa).

Observação importante:

É necessário um conhecimento básico nos softwares Adobe Illustrator e Photoshop.

Local:

Aldeia Coworking

Endereço: Rua Marechal Deodoro, 262 – Centro, PR, 80010-010 – Telefone: (41) 3018-6003

Tem interesse em um Workshop em sua cidade?
Entre em contato: contato@marceloschultz.com, assunto WORKSHOP.

Favor mencionar o Estado e Cidade no email

Para entrar na lista de espera para um próximo workshop clique AQUI.

Concluindo

Muito bem pessoal, espero que vocês tenham gostado de mais essa dica, o curso é muito bom, muito bacana e eu com toda certeza recomendo. E se você gostou não esquece de curtir e de compartilhar nas suas redes sociais.

Deixa também o seu comentário aí embaixo e participa do post.

E se você quiser me acompanhar nas redes sociais você já sabe que pode me encontrar no Facebook, TwitterInstagramYoutubeBehance e no meu blog pessoal.

Valeu pessoal, grande abraço e até o próximo post.

Confira o artigo original publicado pelo Choco La Design:
Lettering – Do sketch ao digital

12 May 11:52

Extensão do Chrome para daltônicos

by Carlos Cardoso
Beto

Legal, fiquei meio sem jeito de mostrar para o Igor testar.

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Durante a Segunda Guerra os ingleses usavam idosos que tinham sofrido operação de catarata para identificar mensagens enviadas por espiões na França Ocupada, através de refletores ultravioleta. Invisível para olhos normais, por causa do filtro do cristalino, com a remoção do tecido danificado os raios UV chegavam até a retina. Já os alemães nada viam. 

A chamada visão normal é tudo menos um padrão rígido. O verde pra mim não é exatamente o verde para você, há mulheres mutantes com 4, em vez de 3 receptores de cor nos olhos. Elas identificam bilhões de tons de cinza cores além dos meros humanos normais. Do outro lado há defeitos na visão que impactam no reconhecimento de cores e tons.

Essas variações na percepção cromática, popularmente chamadas de daltonismo vão muito além de não identificar verde ou vermelho, há inúmeras modalidades e graus, o que torna difícil achar um meio-termo. O sujeito pode entender verde perfeitamente mas ser incapaz de diferenciar azul e amarelo, ou de identificar aquele maldito vestido.

Assim como miopia, esse tipo de defeito de visão demanda correção específica. É aí que entra a Color Enhancer, extensão para o Chrome.

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Se você tem dificuldade em diferenciar cores, com essa extensão todas as páginas acessadas via Chrome ganham um filtro customizável de realce. Isso é excelente para sites que colocam fundo #FFFFFF e links clicáveis #FFFFFE.

A Color Enhancer pode ser baixada neste link aqui.

Fonte: Slash Gear.

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11 May 20:58

Marinha dos EUA testa com sucesso laser embarcado

by Carlos Cardoso

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Durante um breve momento (na verdade dois, se contar Força em Alerta) os encouraçados reinaram soberanos nos mares, mas há muitas desvantagens nessas bestas formidáveis.

Na Segunda Guerra Mundial uma torre de um encouraçado classe Iowa custava mais de US$ 1,4 milhão. Sem contar o custo das armas. Os canhões, magníficos, tinham vida útil de 290 tiros. O custo por disparo não era nada desprezível.

Hoje a situação continua parecida. A tal Guerra ao Terror é economicamente inviável, não dá pra gastar um míssil de US$ 250 mil pra matar dois idiotas num camelo. A 34ª Regra de Aquisição Ferengi diz que “Guerra é bom para os negócios” mas em tempos de paz o cinto dos militares sempre sofre.

Em 2000 a Marinha Real ganhou o Prêmio Ignobel da Paz, ao determinar que por medida de economia durante treinamentos de artilharia em vez de disparar os canhões os marinheiros deveriam gritar “BANG!”.

Portanto se der para economizar, vamos economizar, e aí entra a tecnologia dos lasers embarcados.

Com imensa quantidade de energia disponível, espaço, água pra refrigeração e campo aberto, um navio é lugar excelente para um laser, armamento indicado para lidar com drones, lanchas torpedeiras, barcos suicidas e um eventual míssil de cruzeiro.

A principal preocupação é evitar o que aconteceu com o USS Cole, em outubro do ano 2000. Um pequeno barco se aproximou do navio, que não tinha regras de engajamento claras pra situação. Colando no casco do Cole, os terroristas da Al Qaeda a bordo acionaram as várias toneladas de explosivo, matando 17 marinheiros e deixando o navio assim:

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Para que isso não aconteça de novo, com bombas não muito inteligentes ou mesmo barcos não-tripulados estão sendo testados lasers que detonam munição exposta, derretem motores e acabam com o dia de quem não estiver usando Sundown FPS 99.999.

São mais eficientes e precisos e principalmente muito mais baratos, pois convenhamos dá pena lançar um SM-6 de US$ 4,5 milhões toda vez que o Achmed soltar um drone de US$ 45,00 com uma granada em direção a um navio da US Navy.

Este brinquedo aqui é bem mais barato:

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Com o nada criativo nome de Laser Weapon System (LaWS), o equipamento está instalado no USS Ponce e sendo testado no Golfo Pérsico. Criada pela aí sim criativamente batizada Soluções de Defesa e Segurança Kratos, a arma emite 33 kW de energia, num feixe invisível de raios convergentes, igual à Estrela da Morte.

Por enquanto ela funciona contra alvos macios, mas no futuro chegará a mais de 300 kW, o que permite muito mais alcance, ou muito mais eficiência para alvos próximos.

Melhor de tudo: cada disparo custa… US$ 1,00.

A parte chata é que como esses lasers são na faixa do infravermelho, não vemos nada, mas mesmo assim o teste é danado de legal:

U.S. Navy — Laser Weapon System (LaWS) demonstration aboard USS Ponce

Fonte: US Navy.

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11 May 20:57

Impressão Hidrográfica, ou: mapeando texturas 3D na vida real

by Carlos Cardoso

3d

Impressão hidrográfica é em si uma técnica muito simples: você imprime em um filme plástico, coloca em um recipiente com água, mergulha cuidadosamente um objeto, o filme adere a ele e pronto, temos uma superfície revestida.

O que é complicado é quando queremos imprimir texturas específicas. Em computação gráfica esse mapeamento gera e corrige um monte de distorções espaciais. Uma foto normal de um rosto não é mapeável, você tem que esticar e distorcer várias partes para compensar o contorno 3D.

Fazer isso no mundo real não é simples, mas um grupo de pesquisadores chineses conseguiu.

Usando softwares para simular distorção e um Kinect para controlar o posicionamento dos objetos, eles geram a imagem a ser mapeada, já distorcida, a imprimem e aplicam. O resultado é muito legal, veja:

Changxi Zheng — Computational Hydrographic Printing (SIGGRAPH 2015)

Sem querer querendo esse pessoal resolveu, ou pelo menos amenizou o problema de cor em impressão 3D.

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08 May 20:35

BioBots, a impressora 3D de tecidos vivos

by Ronaldo Gogoni
Beto

O.o

biobots

Imagine uma ferramenta que permita a indústria farmacêutica testar novos medicamentos com maior eficácia do que hoje em dia e melhor, sem ter que utilizar animais no processo. E mais, através de um método mais barato do que os de biofabricação disponíveis hoje. É o que a startup BioBots pretende com seu primeiro produto, uma impressora 3D compacta de biomateriais.

Segundo o co-fundador da BioBots Danny Cabrera é fornecer um equipamento que reduza em muito o custo de procedimentos de cultivo de tecidos vivos para pesquisas. A técnica em si não é nova, cientistas e vem desenvolvendo há pelo menos uma década. O grande problema é o preço dos equipamentos: produzir um órgão em miniatura custa uma pequena fortuna, cultivar tecidos para testes de medicamentos não é muito distante disso, o que obriga os pesquisadores a continuar dependendo de testes em animais. Hoje em dia os valores giram em torno de US$ 100 mil e US$ 500 mil. A BioBots por sua vez será vendida para pesquisadores por US$ 5 mil, e o primeiro kit refil por US$ 700.

Cabrera se inspirou nas impressoras 3D convencionais, que estão ficando cada vez menores e mais acessíveis para desenvolver a BioBots, uma variante que obviamente utiliza uma tinta especial, que pode ser combinada com células vivas e/ou biomateriais a fim de construir tecido vivo, chegando a até mesmo ser capaz de confeccionar órgãos em tamanho reduzido. A tinta contém um composto foto-inicializador que reage com a luz azul que é emitida pela impressora, ao invés de se utilizar de raios ultravioleta ou pressão como em técnicas similares — de acordo com Cabrera o uso desse método é mais eficiente pois não danifica as células.

Durante demonstração no palco do TechCrunch Disrupt NY, a BioBots produziu uma pequena amostra do que pode fazer: segundo os desenvolvedores, uma réplica da orelha de Vincent Van Gogh.

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A startup diz que atualmente o equipamento está sendo utilizado em testes de medicamentos, com melhores resultados do que utilizando animais em seu lugar. A curto prazo a BioBots espera que a impressora ajude a fomentar terapias especializadas, permitindo que sejam construídos tecidos e estruturas com as células sadias do próprio paciente. Claro, ainda estou um pouco cético no fim das contas mas estou achando tudo muito interessante, podem vir coisas boas daí.

Ainda é muito cedo para vermos uma impressora ser capaz de produzir um coração, um rim ou um braço funcional, mas é bom ver que a pesquisa está avançando a passos largos e já estamos nos encaminhando para uma etapa importante que é cortar custos. E quanto mais gente estiver nesse barco, sejam pesquisadores ou startups dispostas a investir seu dinheiro e tempo nisso, melhor.

Fonte: Tech Crunch.

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07 May 21:01

Revelando um mistério da humanidade

by ninja amarelo

MAGIA

O mesmo vale pros barquinhos de garrafa. Só botar o barco lá dentro que ele cresce.

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07 May 21:01

Wellingtorine, o X-Men brasileiro

by ninja negro

wolverino

Super poder: esperar horas dentro do busão sem se cansar até chegar ao trampo, conseguir sobreviver com um salário de bosta e sem plano odontológico.

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07 May 17:41

Equipe de campanha da ex-CEO da HP não entende muito de internet…

by Carlos Cardoso
Beto

Eita..

Batman-Facepalm

Carly Fiorina não é exatamente popular no mundo das empresas de tecnologia. Não que não tenha currículo. Começando na AT&T nos Anos 80, migrando depois pra Lucent, ela foi considerada a mulher mais poderosa do mercado em 1998 pela Fortune, e em 2004 foi a 10ª mulher mais poderosa do mundo segundo a Forbes.

Sua experiência a levou para a HP, que precisava de um sacode. Isso foi em 1999, quando ela começou sua obsessão, uma fusão da HP com a Compaq. Se a HP já não inovava, a Compaq era basicamente business, com computadores sem-graça para clientes sem-graça. Por alguns anos a HP se tornou a maior fabricante de computadores do planeta, mas ninguém notou. 

Fiorina sempre teve bastante visibilidade, mas era vista como uma espécie de anti-Steve Jobs. Quando a bolha estourou, em 2001, a HP, que teoricamente seria imune, por fabricar produtos de verdade perdeu metade do seu valor em bolsa.

Ela tentou várias reestruturações, e no final demitiu 30 mil funcionários da HP.

Em 2005 foi a vez de Fiorina ganhar bilhete azul. Quando a notícia vazou as ações da HP chegaram a subir 10%.

Republicana, Fiorina agora anunciou sua candidatura a presidente dos EUA. Humpft, mulher presidente, onde já se viu?

A agenda dela é a clássica republicana conservadora: anti-gay, anti-aborto, anti-aquecimento global e anti-ciência. Mais especificamente anti-Ciência da Computação.

Quando anunciou sua candidatura a equipe de TI não estava pronta, e esqueceu de registrar domínios óbvios. Não é algo como o WhiteHouse.org, registrado nos primórdios na internet e uma paródia ótima, ou o WhiteHouse.com, que por muito tempo foi um site pornô. Estamos falando de 2015, da ex-CEO de uma das maiores empresas e tecnologia do mundo, e que em teoria deveria saber gerenciar e escolher equipes competentes.

Não é o caso, os gênios esqueceram de registrar o esotérico domínio… CarlyFiorina.org.

Isso mesmo, um reles .org.

Como resultado um esperto cuidou de registrar e colocar no ar um site relembrando da desastrosa passagem dela pela HP, com emoticons para cada um dos 30 mil demitidos.

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Assistir programas como o Daily Show serve pra mostrar que os políticos de lá não são muito diferentes dos de cá, a diferença é que por lá eles ainda mantém uma fachada de seriedade, mas no final o negócio é faturar. Gente inadequada ocupa cargos inadequados, então nada mais justo que a Carly Fiorina tentar. Vai que cola. Se bem que quando ela tentou ser senadora e não rolou, deixou dívidas de campanha de US$ 500 mil, até hoje não pagas.

É, pensando bem eles são bem mais iguais aos políticos daqui.

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05 May 17:41

Rodas de aeromodelo devolvem mobilidade a esta senhora de 90 anos

by Emanuel Laguna
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Quem não gosta de comer uma tartaruga de chocolate? (crédito: Tortuguita)

O tio Laguna acha uma crueldade criar bichos de estimação maiores, como certas espécies de cães, em apartamentos. Bichos menores, como gatos, podem até se acostumar melhor com o ambiente mais apertado, mas considero que o ideal seria criar tais companhias animais em sítios e fazendas.

Seja em ambiente mais rústico ou urbano, a natureza não é nada boazinha. Pulgas, vermes e outras pragas podem atacar seu bichinho. Algumas pessoas acham que cães e gatos são muito mainstream, então preferem criar répteis. Um dos répteis favoritos é o jabuti, uma espécie de tartaruga terrestre.

Enquanto cães perseguem gatos e gatos perseguem ratos, no Reino Unido algumas ratazanas adoram perseguir tartarugas. Não podem ver um jabuti dando sopa e os malditos roedores já vão mordendo pra jantar. Que o diga Thomas, uma tartaruga de estimação com 130 anos que morreu depois de virar refeição de ratazana urbana. Melhor sorte teve a dona T.

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Esta é a dona T (crédito: Telegraph)

Essa tartaruga terrestre de 90 anos estava hibernando no jardim e uma ratazana achou que fosse uma boa ideia comer as patas dianteiras da velha tartaruguinha britânica. O negócio foi feio, a ratazana arrancou as patas do pobre jabuti e a senhora Jude Ryder, dona do bicho, correu para o veterinário.

Embora o sistema de saúde para humanos no Reino Unido seja universal e gratuito, veterinários obviamente não o são: cobraram £ 1.000 para salvar a pobre tartaruga. Mesmo sendo salva de uma hemorragia causada pela perda de boa parte de suas patas dianteiras, o pequeno animal não sobreviveria muito tempo sem a mobilidade proporcionada por elas.

O filho da senhora Ryder, o engenheiro Dale, teve uma ideia: talvez lembrando de certo cachorro de sorte, o engenheiro acabou por substituir as patas dianteiras da tartaruga por… rodas!

Tortoise, 90, gets wheels for legs after rat attack

As rodas vieram do trem de pouso de um aeromodelo, e estão fixas num chassis grudado no casco do bicho através de resina. Segundo a senhora Ryder, a tartaruga agora está mais fácil de ser encontrada, afinal deixa marcas de pneus pelo jardim. E não é só isso: a tartaruga anda duas vezes mais rápido que antes!

Dá até pra chamar de Rubens.

Fonte: The Verge.

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05 May 17:39

Pixo 2.0: A Era dos Drones

by Ronaldo Gogoni

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Os drones estão bem longe de serem a besta do Apocalipse como os histéricos costumam pintar. A bem da verdade eles são muito úteis, com aplicações pra lá de diversas: pastoreio de ovelhas, resgate de desaparecidos, entrega de mercadorias

Há aplicações menos inteligentes também, como a insana ideia do drone garçom. E como não poderia deixar de ser há os que vão tentar usar a tecnologia para o mal, embora os envolvidos neste caso não fossem dos mais espertos e nem tão contraventores assim.

Só que uma pessoa viu nos drones uma utilidade que caso entre em voga vai tirar o sono de muito policial: a pichação.

O grafiteiro/pichador KATSU já vinha mexendo com a possibilidade de transformar um drone numa ferramenta de contravenção há algum tempo: no ano passado ele demonstrou que era possível fixar uma lata de spray num quadricóptero e transformá-lo num pichador voador (a imagem que abre o post é dessa época). Ele utilizou um Phantom da DJI (que inclusive está disponível no Brasil) modificado e o direcionou para um enorme outdoor da Calvin Klein exposto em Nova Iorque, ilustrado pela modelo Kendall Jenner. Além de gigante ele está a seis andares de altura, chegar lá fazendo malabarismo seria completamente inviável.

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O outdoor depois da “intervenção”

Com o drone, KATSU não só conseguiu pixar a propaganda como a ação levou apenas cerca de um minuto. O mesmo prevê que daqui para a frente o uso de drones para esse fim se tornará cada vez mais comum, permitindo que os pichadores alcancem lugares antes inatingíveis e com mais segurança, tanto física quanto no que diz evitar ser pego pela polícia.

Sim, tem vídeo:

Yeah Boyy — KATSU Drone Drawing 2015 on Kendall Jenner

Claro que a ação é absolutamente ilegal, mas não consigo deixar de imaginar a implicação desse tipo de uso dos drones em casos mais nobres, por assim dizer. Outra coisa: o controle é uma lástima, o pichador não conseguiu fazer nada além de rabiscos, portanto o pichador interessado terá que ao menos programar rotinas para deixar o drone fazer tudo sozinho.

E por fim, quadricópteros não são necessariamente baratos (no Brasil, não mesmo) e por isso não creio que vamos ver um enxame de drones com latinhas de spray rabiscando tudo por aí, o que pode levar a polícia a se inspirar nos malucos do Colorado e sair atirando pra todo lado.

Fonte: Wired.

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05 May 17:30

Google e Shazam se integram para serem usados em telefones

by Denise Helena

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Ok Google, Shazam this song

Essa é a frase que temos que dizer em voz alta ao telefone para que o Google entenda que queremos reconhecer uma determinada música. Isso é o que informa Shazam, de onde também anunciam que já é possível usar o motor de reconhecimento musical ativando-o diretamente desde android, sem precisar abrir o aplicativo previamente.

Seu funcionamento é muito simples, ao escutar uma música específica, com a app do Google ativada, é só dizer em voz alta a frase acima que o aplicativo de Shazam (que deve estar instalado em sua última versão) será executado, entrando automaticamente em modo escuta, mostrando os resultados de seu reconhecimento.

A última versão apresentada por Shazam em abril é bastante completa. A plataforma tem letras de músicas, e consegue ser mais rápida no processo de reconhecimento.


Artigo escrito no br.wwwhatsnew.com
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30 Apr 20:59

Chrome ganha extensão para melhorar a segurança da Conta Google

by Ricardo Fraga

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Em uma época em que as nossas vidas virtuais são quase tão importantes quanto as reais (ok, exagerei), manter as nossas contas seguras não é somente bom, é necessário. Diariamente, pessoas perdem acesso às suas contas por caírem e golpes virtuais, ou, ainda, perdem muita grana com isso. Segundo o Google, 45% dos ataques virtuais são bem-sucedidos e aproximadamente 2% das mensagens recebidas no Gmail têm o objetivo de lesar os usuários.

Para minimizar ao máximo a possibilidade de seus usuários terem as suas contas comprometidas, o Google lançou, nesta quarta-feira, uma extensão para o Chrome. Chamada de “Alerta de senha”, a extensão tem o objetivo de ficar monitorando os formulários nos quais os usuários inserem os seus dados e alertar caso uma tentativa de phishing seja detectada.

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Ela funciona assim: quando o usuário acessa uma página legítima de login do Google, o Chrome armazena, localmente e de forma criptografada, uma miniatura da senha da Conta Google. A partir de então, sempre que os dados de login e senha forem inseridos em uma página de autenticação, o Google comparará as informações inseridas com as previamente armazenadas. Se forem iguais e a página de login não pertencer ao Google, um alerta como o da imagem acima será exibido.

Apesar de ser restrita às páginas do próprio Google (inclusive o Google for Work), a extensão “Alerta de senha” é um projeto de código aberto e variações poderão ser utilizada por outras empresas para deixarem as contas de seus usuários mais seguras. Além de requerer o uso do Chrome, a extensão exige que o Java esteja ativado.

Para sanar quaisquer dúvidas dos usuários, o Google criou este artigo na Central de Ajuda. Vale a leitura.

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30 Apr 19:49

Brasileiro está construindo versão em software do Enigma

by administrador@bytequeeugosto.com.br (Marcel Dias)
Beto

Legal

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enigma

Enigma, para quem não sabe era uma máquina usada pelos nazistas na II Guerra Mundial para encriptar suas mensagens e comunicações, de maneira que não fossem desvendadas pelos aliados.

A máquina e a forma como os britânicos desvendaram seu mistério foram brilhantemente relatados no filme The Imitation Game, com Benedict Cumberbatch, que concorreu ao Oscar de melhor ator pela interpretação do gênio Alan Turing, o pai do computador moderno.

O brasileiro Bruno Lucattelli foi inspirado pelo trabalho de Turing e decidiu transformar o Enigma num software. Assim, pessoas normais e estudantes de computação poderão enviar mensagens encriptadas da mesma forma que se fazia na segunda guerra mundial.

O funcionamento do Enigma é bem simples. Uma espécie de máquina de escrever com circuitos, onde ao pressionar uma tecla, a letra é iluminada. Porém, na saída os circuitos são trocados e as letras são mudadas, encriptando a mensagem. Usando POO, Bruno criou uma classe para cada letra e para os elementos do Enigma, como o teclado, o painel de luz e o rotor.

O objetivo é puramente educacional. O software foi escrito em ABAP, linguagem desenvolvida pela gigante SAP, que curiosamente é uma empresa alemã. Essa linguagem tem suas origens no COBOL, uma das primeiras linguagens de alto nível e que durante muitos anos dominou o mercado de softwares para grandes empresas. Muitos sistemas enormes ainda rodam em Cobol hoje em dia.

Bruno liberou o código do programa no Github, assim outras pessoas poderão usufruir e estudar seu trabalho. O enigma hoje é basicamente inútil, já que seu código foi descoberto. Como encriptador de mensagens propriamente dito ele não serve de nada, mas para estudantes e quem quer aprender sobre programação, encriptação e segurança, é uma ótima ferramenta. Bruno espera que seu trabalho sirva de inspiração para outras pessoas, assim como o trabalho de Turing lhe inspirou.

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30 Apr 19:45

Conheçam o braço de selfie

by administrador@bytequeeugosto.com.br (Marcel Dias)
Beto

WTF!

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maodeselfie

Como se o pau de selfie não tivesse causado polêmica o bastante, agora uma novidade chegou para “acabar com a solidão” de quem tira selfie. É o braço de selfie. Uma espécie de prótese onde você pode plugar o celular e fazer parecer que alguém está tirando a foto com você.

Eu me recuso a crer que alguém seja solitário o bastante para usar um treco desses. O objetivo desse negócio é, ao contrário do pau de selfie tradicional, aparecer na foto de maneira que as pessoas achem que você está segurando a mão de alguém. The ultimate depressive stick gold plus with lasers.

Como se não fosse apenas deprimente, chega a ser meio assustador andar com um braço solto por aí. Os criadores sequer deram um ar mais “vivo” ao equipamento. Parece que você arrancou o braço do Frankenstein ou arrancou de algum defunto num cemitério qualquer.

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Se você já é solitário de alguma forma, esse repelente humano aí vai ser a gota que faltava pra você viver sozinho numa caverna.

Ainda bem que o braço de selfie é só um protótipo e segundo os designers é mais uma crítica a nosso narcisismo e carência por atenção do que um produto em si. Se paus de selfie comuns já estão sendo banidos de vários lugares, levar um braço desses por aí é capaz de lhe levar pra cadeia ou até mesmo um hospício. Se bem que nesses lugares ao menos você ia ter companhia.

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29 Apr 20:42

O Google quer comprar as suas patentes

by Ricardo Fraga

google

É impressionante como, nos últimos tempos, temos acompanhado um aumento expressivo no númerode patentes, principalmente aquelas relacionadas com tecnologia. A impressão que tenho é a de que elas têm se reproduzido mais que porquinho-da-índia. E, assim como há novas patentes sendo registradas diariamente, também há aqueles proprietários que, pelos mais variados motivos, querem se desfazer de suas posses.

Para tentar organizar o mercado de venda de patentes (mas olhando, principalmente, para o seu próprio umbigo), o Google anunciou o “Patent Purchase Promotion”. A iniciativa da empresa tem o objetivo de, a partir de um site criado pela companhia, reunir todos os proprietários de patentes que estejam planejando se desfazer delas. Será como um grande classificado, mas no qual somente o Google poderá comprar.

Os interessados em venderem patentes terão o período de 08/05/2015 até 22/05/2015 para adicionarem as suas patentes no site criado pelo Google. Após este período, ele ficará fechado para novos cadastros e a empresa começará a olhar, de forma individual, todas as patentes cadastradas. Após 26/06/2015, o Google escolherá todas as patentes que possam interessar a empresa e entrará em contato com os vendedores. De acordo com a empresa, a intenção é que o processo seja bem rápido e que os pagamentos sejam feitos até agosto próximo.

Não há dúvida de que o “programa experimental” é uma excelente oportunidade para os proprietários de venderem o seu peixe a sua patente para uma das maiores empresas de tecnologia do mundo. Ao mesmo tempo, é impossível negar que, para o Google, é muito mais cômodo ser procurado pelos donos das patentes do que ter que sair procurando aquelas que, no futuro, podem ser interessantes à empresa.

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29 Apr 12:53

BREAKING NEWS: nave russa com GRAVES problemas em órbita

by Carlos Cardoso

debris-gravity

Existe uma ilusão de que existe rotina no espaço. Não existe. Estamos lidando com milhares de variáveis, uma quantidade absurda de energia e na melhor das hipóteses você é um idiota sentado na ponta de um prédio de 15 andares com centenas de toneladas de combustível altamente explosivo, e alguém acende a ponta de baixo.

Mesmo a tecnologia pé-de-boi russa, altamente confiável é sujeita a falhas, e foi o que aconteceu com a Progress M-27M/59P, lançada ontem com sucesso, veja:

SpaceVids.tv — Launch of Progress M-27M on Russian Soyuz 2-1A

Quer dizer, o lançamento foi um sucesso, após entrar em órbita a Progress abriria os painéis solares, esticaria as antenas, re-pressurizaria o sistema de propulsão e iniciaria uma série de manobras para em 4 horas chegar na Estação Espacial.

1280px-Progress_M-52

Infelizmente algo deu errado. Os painéis solares abriram corretamente, mas a telemetria não indicou a abertura das antenas, nem a pressurização do sistema de propulsão, nem nada. Pior, a Progress não aceitava mais comandos de solo.

Eu falei pior? Não, pior é que ela está girando sem controle.

Justin Ray — spinning

Moscow não têm uma rede de satélites dedicados às Soyuz e Progress, então só conseguem se comunicar com as naves quando estão sobre território russo. Eles tentaram enviar comandos por quatro passagens orbitais, mas não obtiveram retorno da nave.

Essa Progress estava levando 2.768 kg de suprimentos para a Estação, incluindo comida, roupas, água e combustível. Com a explosão da Cygnus e do Antares, ano passado. Veja a tabela de disponibilidade de alguns suprimentos:

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Se não receberem mais suprimentos os estoques de comida entrarão na reserva em 5 de julho, e se esgotarão em 18 de agosto, aí provavelmente aderirão ao canibalismo.

A Roscosmos tentará novo contato nessa quarta-feira, quando a Progress entrar de novo em alcance, mas mesmo que consigam recuperar o controle, a menos que todos os diagnósticos imagináveis sejam feitos, não deixarão a nave chegar perto da ISS. Ninguém quer uma repetição de 1997, quando uma Progress se estabacou na MIR, causando bastante dano.

Eureka — Progress M-34 collides with Mir

Caso consigam controle, mesmo que decidam por não prosseguir com a missão poderão executar uma reentrada controlada sobre o oceano, já na situação atual ninguém sabe quando e onde a Progress irá cair, mas sempre podemos esperar que o Paulo Ricardo esteja no lugar certo na hora certa.

Leia também:

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28 Apr 20:34

Zensors converte seu Android velho num monitor de ambientes

by Ronaldo Gogoni

zensors

Que tal dar uma utilidade muito legal para aquele Android velho que está esquecido no fundo de sua gaveta? Um grupo de pesquisadores da Universidade Carnegie Mellon está desenvolvendo um app chamado Zensors que transforma seu smartphone encostado num aparelho pronto para mapear ambientes.

O Zensors é um programa que pode utilizar smartphones conectados ou câmeras de segurança para analisar uma área, coletar os dados e dar informações precisas sobre o que está acontecendo ao seu redor. No caso dos Androids, o app pode fazer uso de ambas as câmeras para perscrutar uma área.

Para utilizar o programa basta fixar o Android em uma superfície, determinar no app uma área a ser monitorada e definir o que você gostaria de pesquisar. No vídeo abaixo o usuário pede para o Zensors catalogar quantos veículos entram e saem de um estacionamento. Claro, é possível criar uma série de pesquisas para cada situação.

Future Interfaces Group — Zensors: Sensing Unleashed

Há uma série de aplicações possíveis para o Zensors. Por exemplo, fixa-lo numa cozinha de restaurante e criar duas pesquisas, uma para monitorar a quantidade de pessoas e outra para observar o fogão. Dá inclusive para criar funções if/else, combinando situações e fazendo com que o Zensors tome atitudes em certos casos (por exemplo, ligar para um responsável em caso de cozinha vazia com o fogão ligado).

Atualmente as tarefas mais simples podem ser tratadas pelo próprio smartphone sendo calculadas via algoritmos, mas funções complexas ficam a cargo de equipes de crowdsourcing. A equipe entretanto planeja se valer de aprendizado de máquina para que o software assuma tudo sozinho.

O app ainda está em fase beta e não tem previsão de lançamento, mas desde já faz uma série de truques interessantes e tem tudo para se tornar uma ferramenta útil de verdade, ainda mais para dar uma sobrevida a Androids antigos.

Fonte: Chris Harrison.

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28 Apr 20:33

Asus lança projetor portátil, monitor profissional e mouse para gamers

by Nick Ellis

asus_s1_projetor

Outras novidades da Asus no seu evento a bordo de um navio foram o pequeno e versátil projetor S1, o monitor profissional X e o mouse Gladius, além do touchpad Whetstone. O projetor S1 Mobile LED foi feito para apresentações de última hora, mas também tem alguns truques na manga, como a bateria interna que dura até três horas de uso contínuo, e que também pode ser usada para recarregar a bateria do seu smartphone. Apesar de ter apenas 3 cm de altura, ele consegue projetar uma tela de 41 polegadas a um metro de distância. Se você não tiver um sistema de som, pode usar as caixas de som SonicMaster do próprio S1. Como ele pesa 342 gramas, dá pra levar na mochila sem problemas. O projetor vai custar R$ 1.599,00.

asus_monitor_proart

O monitor PA249Q ProArt Series tem 24 polegadas e tecnologia AH-IPS e foi criado para uso profissional. A resolução Full HD não é tão alta, mas ele tem ótima fidelidade de cores para edição de vídeos ou criação de materiais impressos. O ângulo de visualização de 178 graus, assim dá para mostrar o seu trabalho para vários clientes ao mesmo tempo. O preço é salgado, R$ 3.299, mas mais em conta do que alguns concorrentes.

asus_gladius

Apresentado na Computex do ano passado em Taiwan, o mouse Gladius da marca ROG (Republic of Gamers) feito com o apoio de vários times campeões de jogos na Ásia. O Gladius tem botões que permitem a troca de switches e formato ergonômico, com uma resoluçãoo de 6.400 dpi e 50 G de aceleração. O preço no Brasil é R$ 499.

asus_whetstone_gladius

Pra usar o Gladius, nada melhor que a base de silicone antiderrapante Whetstone criada especialmente para ele, o único problema é que ela custa R$ 239. O mouse Gladius e o mousepad Whetstone chegam em dois meses.

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27 Apr 20:14

Facebook e Google lançam ferramentas para ajudar vítimas do terremoto em Nepal

by Denise Helena

Há poucos dias um terremoto causou milhares de mortes no Nepal, quase 2.000 pessoas estão feridas e as perdas do patrimônio cultural são enormes. Com 7,9 graus de magnitude na escala Richter, se trata da pior catástrofe natural sofrida pelo Nepal desde 1934.

Então, pensando nisso, Google e Facebook resolveram anunciar aplicativos que visam ajudar na comunicação com as pessoas da região, os quais podemos usar para nos conectar:

Facebook: lançou facebook.com/safetycheck/nepalearthquake, uma ferramenta que, como é possível ver na imagem, ajuda a nos conectar com amigos que estejam na região do terremoto.

captura-83

Google: Voltou a disponibilizar seu Person Finder, criado para ajudar a dar informações sobre pessoas desaparecidas ou a mostrar que estamos procurando alguém.

captura-84

Neste artigo da BBC é possível ver alguns mapas da região afetada, assim como fotos do antes e depois da torre Dharahara, agora completamente destruída.


Artigo escrito no br.wwwhatsnew.com
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27 Apr 03:26

O freguês sempre tem razão

by ninja amarelo
Beto

kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk

cliente

Não importa se ele vive na década de 90 e baseia seu conhecimento de design com o que vê no word.

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24 Apr 20:08

Rob Draper

by Erik Getzel
Beto

preciso começar a treinar lettering

Rob Draper é um talentoso designer do Reino Unido especializado em tipografia, design gráfico e ilustração, por isso não é nenhuma surpresa que ele crie incríveis letterings, uma arte que exige todas essas habilidades. Além de suas habilidades de lettering, o que torna o trabalho de Draper tão especial é a forma que ele escolheu para trabalhar. Qualquer superfície parece boa o suficiente para o artista desenhar: guardanapos, copos, palitos... Você também pode acompanhar os seus desenhos em sua conta no Instagram.
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Rob Draper is a talented designer from UK, specialized in typography, graphic design and illustration, so it’s no surprise that he creates such gorgeous lettering, an art that requires all these skills. Apart from his lettering skills, what makes Draper’s work so special is the medium he chooses to work on. Any surface seems good enough for the artist to draw on: napkins, cups, sticks... You can also follow his drawings on his Instagram feed.
























24 Apr 19:49

Imagens incríveis do vulcão no Chile

by ninja negro

vucam

Rapaz, realmente o zoom das câmeras de hoje em dia tá uma coisa de louco.

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24 Apr 19:40

Transformando o logo da Starbucks em personagens da cultura pop

by Guilherme Dantas

Um café no meio da tarde pode ser a chave para ativar a criatividade guardada em seu cérebro. Mas e quando a criatividade aparece no meio do ritual cafelístico? (sim, inventamos essa palavra).

O divertido Tumblr #sleevebucks apresenta ilustrações feitas a partir da simpática sereia que estampa o logo da Starbucks.

À partir de sua forma original, outros personagens, como Marilyn Monroe, Elvis Presley e até a Princesa Leia de Star Wars dão as caras.

Confira seu divertido trabalho:

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23 Apr 11:55

Highway Hi-Fi: do tempo em que os carros tinham toca discos de vinil

by noreply@blogger.com (Ariadne Rodrigues)
Beto

legal!

Em meados dos anos 1950 e início dos anos 1960, chegou ao mercado uma nova tecnologia que libertou os condutores de automóveis de anúncios publicitários e sinais de transmissão não confiáveis, permitindo que eles mesmos selecionassem sua trilha sonora dentro do carro durante a viagem.


O Highway Hi-Fi era um sistema de players com discos de sete polegadas para tocar LPs dentro dos automóveis, ele foi desenvolvido em 1956 pela Chrysler Corporation e tocava cerca de uma hora de cada lado do disco.




A CBS Labs desenvolveu uma tecnologia em que os aparelhos tocassem apenas formato 45rpm exclusivos da Columbia Records, ou seja, os motoristas só podiam ouvir artistas que assinaram contrato com a Columbia, uma espécie de registro. Infelizmente Isso foi uma das coisas que fizeram com que o aparelho ficasse pouco tempo no mercado, o outro motivo foi o fato do dispositivo ter um péssimo hábito de quebrar várias vezes e a Chrysler não estava feliz com o custo de fixação de todas as unidades em garantia, os custos eram muito altos. Além de não ter uma grande demanda comercial, o Highway Hi-Fi estava disponível apenas para carros novos e não era uma opção de acessório no pós venda.





Imagina ter uma belezinha dessa no carro? Demais!






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23 Apr 11:49

Existe vida digital após a morte?

by Ronaldo Gogoni

penadinho

Ninguém gosta de lidar com a morte, ainda mais quando os principais interessados somos nós mesmos. Se preparar para o inevitável é algo que deveria ser normal mas de fato, não é algo agradável.

Só que tratar da partida material ainda é de certa forma simples, se compararmos com nossas vidas digitais. A infinidade de dados que compartilhamos na internet, os arquivos que armazenamos na nuvem, tudo pode ficar lá eternamente depois que nós formos embora, sem ter ninguém para administrar. Mas algumas empresas não dão ferramentas para facilitar nossa transição e confiarmos nossos dados a pessoas próximas. Vejamos:

google

Gerenciador de contas inativas do Google

Algumas companhias como a Microsoft preferem trabalhar com o chamado período de inatividade: após um ano sem acessar seu e-mail, suas mensagens são deletadas. Dois anos sem acesso e a conta é encerrada. Outras porém fornecem um conjunto bem completo de ferramentas, como as que o Google introduziu em 2013. Através do Gerenciador de Contas Inativas você pode definir um tempo de inatividade para a conta ser bloqueada, alertar pessoas próximas e compartilhar dados com eles (se quiser) e em último caso, deletar a conta após o período de inatividade.

A Apple por outro lado tem uma abordagem totalmente diferente: os dados são do usuário e de mais ninguém. A menos que ele compartilhe seus dados com outra pessoa próxima tudo o que ele fez ficará trancado. Caso dados estejam armazenados em iPhones ou iPads protegidos por senha e criptografados, adeus: como bem sabemos nem Cupertino possui as chaves, apenas o usuário.

Por outro lado, fotos ou arquivos guardados no iCloud podem ser recuperados, mas somente via mandado judicial. Sim, a Apple analisa cada caso. Para realizar um wipe em um aparelho pertencente a alguém falecido é preciso apresentar o atestado de óbito e documentos que mostrem que o reclamante foi autorizado (nos Estados Unidos ele deve ser o executor declarado em testamento, aqui as regras são outras). Em todo caso é preciso entrar em contato com o suporte da Apple.

facebook

Conta do Facebook transformada em memorial

E o Facebook? Ele possui um recurso curioso que é transformar a página de um ente falecido em um memorial. Dá para fazer isso de duas formas: a primeira é com o usuário nomeando um contato legado, que terá poderes limitados sobre seu perfil (acessando Configurações, Segurança, Contato de Legado). Você pode autorizá-lo a baixar um arquivo com suas fotos e postagens, e ele poderá postar algumas mensagens, alterar a foto de topo do perfil e aceitar novas amizades (bizarro, eu sei). O nomeado entretanto não terá acesso a suas mensagens e informações pessoais.

A outra forma é com um parente fazendo uma solicitação ao Facebook para transformar a página num memorial, com posse do atestado de óbito. A mesma será convertida após análise e por não ter um administrador legado, ficará sem atualizações.

twitter

Por fim o Twitter. Assim como a Apple a conta na rede social é trancada, só o usuário possui acesso. Entretanto, parentes próximos podem solicitar que o perfil seja deletado, acessando este link. O Twitter então responderá com um e-mail pedindo mais informações. Ao fim da avaliação a rede social deletará tudo, de mensagens a imagens e vídeos.

Enfim, a morte chega para todos e portanto, é bom ao menos tentar facilitar as coisas para quem fica em relação a seus dados online. Ninguém gosta de pensar nisso, mas é preciso.

Fonte: Re/code.

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23 Apr 11:46

Assim como o Orkut, Hangouts pode nadar e morrer na praia

by Ricardo Fraga

hangouts_naufragando

Em um passado não muito distante, vimos o que acontece quando uma grande empresa domina uma determinada área sem ser importunada por concorrentes que, ao menos em um primeiro momento, demonstrem poder quebrar a sua hegemonia. Obviamente que estou falando do Orkut.

Mesmo vendo um de seus produtos mais populares (no Brasil) indo da glória ao fracasso, o Google parece não ter aprendido muito com a derrocada da rede social e continua ignorando concorrentes diretos de alguns de seus serviços, como, especificamente no caso deste texto, o Hangouts.

Ao longo dos últimos anos, temos visto serviços de instant messenger se tornando cada vez maiores (tanto em número de usuários, quanto em número de mensagens trocadas) e o sucessor do Gtalk continua praticamente estagnado, tendo recebido pouquíssima atenção da empresa desde o seu lançamento no Google I/O de 2013.

Seguindo o caminho inverso da gigante das buscas, seus concorrentes têm investido pesado em seus IMs. Numa olhada rápida do outro lado da rua, se destacam o Messenger e WhatsApp (ambos do Facebook), Telegram e Viber. Todos eles, sem exceção, receberam robustas atualizações nos últimos meses, como disponibilização de uma versões web e adição chamadas de áudio, entre outras novidades.

Utilizo o aplicativo de mensagens do Google desde que criei a minha conta no Gmail, isso lá no começo de 2005. Há dez anos, não consigo me recordar de nenhuma grande novidade adicionada ao serviço (com exceção do Hangouts On Air, mas ele é praticamente um serviço distinto).

Em pleno ano de 2015, o serviço de IM de uma das maiores empresas de tecnologia do mundo não conta com um sistema interno de pesquisa, tampouco a possibilidade de o usuário, ao acessar uma determinada conversa, saber qual foi a última mensagem lida. São coisas tão básicas, mas tão básicas, que juro não entender como o Google nunca as implementou. E, definitivamente, não é por um “desaquecimento de mercado”.

Nesta quarta-feira, durante a divulgação do último balanço financeiro da empresa, o Facebook divulgou alguns números de seus IMs. Segundo a companhia, o Messenger responde por 10% das chamadas de voz (VoIP) mundiais. O serviço conta com 600 milhões de usuários, enquanto o WhatsApp tem meros 800 milhões de usuários. Para finalizar, o Facebook afirma que os usuários da rede social, do Messenger e do WhatsApp trocam, diariamente, 45 bilhões (45.000.000.000) de mensagens. Sim, só isso.

A menos que a empresa esteja planejando uma grande atualização para o serviço de instant messenger, que poderá ser anunciada durante o Google I/O 2015, o Hangouts se tornará, em um futuro muito breve, o Orkut do mensageiros.

Acorda, Google!

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22 Apr 18:42

1º de abril do Google gerou uma falha grave de segurança

by Ronaldo Gogoni
Beto

o.O

elgoog

O Google até que fez uma piadinha legal de primeiro de abril com o elgooG, a versão espelhada do site de buscas. O melhor é que tudo era funcional, dava para realizar as buscas normalmente — desde que você não ficasse tonto vendo tudo ao contrário. Leonardo Da Vinci testou e aprovou, entretanto.

Tudo muito bom, uma brincadeirinha inocente para alegrar o dia da mentira, certo? Nem tanto: foi descoberto que a piada criou uma brecha de segurança, e bem grave.

De acordo com o pessoal do NetCraft, para fazer a brincadeira funcionar o Google teve que desabilitar um header via código iframe. Com isso o site ficou por várias horas vulnerável a uma técnica chamada “click-jacking”, em que um hacker pode mudar remotamente as preferências do usuário, inclusive desligando os filtros do SafeSearch.

html

Código HTML utilizado para inverter o Google

O header X-Frame-Options serve para justamente impedir que engraçadinhos anexem a home do Google em seus próprios sites. Porém, como para o elgooG funcionar ele teve que ser desativado. Um hacker poderia capturar a página, inserir códigos maliciosos e mudar as funções de alguns links. Em resumo, a piadinha do Google criou uma situação bem séria.

O potencial destrutivo é bem grande: num teste realizado pelo NetCraft o site de um terceiro pode exibir as configurações do Google Search em suas páginas. Bastava mascarar o conteúdo e um hacker poderia em tese dar uma bela dor de cabeça a qualquer usuário num piscar de olhos.

Como o NetCraft enviou o resultado de sua pesquisa ao Google, é mais do que certo que tal gafe não será cometida novamente. A questão que fica entretanto é: hackers chegaram a se aproveitar da falha? E se sim, qual o tamanho do estrago?

Fonte: Ars Technica.

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