COLUMBUS, Ohio — Pasty white guy Michael Stephenson alarmed friends and loved ones by vocalizing that he had absolutely no interest in visiting Japan, disturbed sources report.
“I just don’t get it. He’s a white guy, and a pale-as-fuck one at that,” said shocked girlfriend Leila Ghali, who has dated Michael for almost 9 months. “We started talking about taking our first vacation together, so obviously I proposed Japan. He looked me right in the eyes and said ‘no’. Like, what? A white guy not wanting to visit Japan is like an apple floating instead of falling from a tree. It defies the laws of the universe.”
Stephenson claimed he was no stranger to upsetting those around him with his unconventional preferences.
“It’s time for the world to realize that white guys are not a monolith,” explained Stephenson, who does not collect records, guitars, or Funko Pop! Vinyl dolls. “I have no desire to go to Japan. Obscure Italian horror movies from the ‘70s don’t interest me, and I sure as shit don’t want to do the Hot Wings challenge. Ever. I really only read queer poetry lately and am going to push for a vacation in Uruguay.”
Historically, visiting Japan has been considered a white guy rite of passage, similar to birthright trips for Jewish youth or a Pantera fan’s first stint in federal prison.
“For centuries, white guys have wanted to leave behind their boring hometown to visit Japan, where they think they’ll be considered tall and attractive,” said anthropologist Mary Weinstadt. “But it wasn’t until the late Edo period when Japan ended its isolationist policy that white guys worldwide were able to visit their spiritual home. They continue to do so regularly to this day, reliving childhood memories formed by JRPGs and anime.”
Later reports on the couple suggested that the relationship was now on shaky terms, after Michael was unable to fake enthusiasm when Leila bought him Radiohead tickets.
Check out the newest episode of the Hard Drive podcast where we watch and discuss every episode of 1989’s The Super Mario Bros. Super Show!
No último médio século, a fisionomia da Galiza, a distribuiçom demográfica e as actividades económicas sofrêrom umha mudança sem precedentes ao alento dum novo modelo de obra pública, nomeadamente de infraestruturas de transporte. Tal modelo, de direcçom exógena e alheio a qualquer debate social, tivo como protagonistas um feixe de empresas fundidas em interesses e estratégias com o poder político espanhol. Informes recentes da imprensa comercial reconheciam que a obra pública na Galiza continua a ser monopólio de velhos conhecidos, indistinguíveis da oligarquia que governa o Reino de Espanha desde 1939.
Segundo um informe editado na primavera de 2019, a adjudicaçom de obra pública em território galego revela a hegemonia indiscutível de nom mais de vinte empresas, que sistematicamente acaparam a oferta estatal de infraestruturas. O estudo é da Federaçom Galega da Construçom, que no passado maio descobria ao grande público que apenas dez empresas recebiam na Galiza o 70% do total das adjudicaçons do Estado. As mais delas relacionam-se com as obras faraónicas do AVE e derivaçons auxiliares desta (tais como gestom de túneis ou electrificaçom). O tratamento de privilégio da Junta com certas companhias é também chamativo, se bem nom tam evidente. O governinho autonómico apostou em dar o 56% das suas adjudicaçons de obras a um total de dez empresas.
Empresas amigas, baixo suspeita
Demonstrando mais umha vez que a corrupçom fai parte substancial do capitalismo espanhol, umha recente sentença judicial deita umha longa sombra de suspeita sobre o mega-projecto do AVE e a rede político-empresarial que o promoveu. A Comissom Nacional de Mercados e Concorrênciamultou recentemente catorze empresas participantes na linha Ourense-Compostela do AVE; quatro das multadas fam precisamente parte das beneficiadas por adjudicaçons do Estado e da Junta: Elecnor, Alstom, Indra Sistemas e Electren Tenice.
O delito provado foi o falseamento da livre concorrência ou, por
outras palavras, a consolidaçom dumha posiçom de monopólio baseado
em redes clientelares. O ‘crumpy capitalism’ ou
‘capitalismo de compinches’ permitiu estas companhias repartir o
bolo das obras, excluindo as suas rivais em contratos previamente
amanhados. Doravante, 15 companhias terám que pagar 118 milhons
de euros em multas, e 14 dos seus directivos afrontam sançons de
até 660000. Todas estas empresas enfrentam agora a proibiçom de
assinar mais contactos com a administraçom.
Capital sem pátria?
Se o capital tem pátria ou nom, se a oligarquia económica
promove ou nom adesons nacionais, esse é um velho debate da sociogia
e os movimentos emancipadores. No caso que nos ocupa, umha parte
importante do tecido empresarial artelhado por volta das grandes
infraestruturas tem relaçom nominal com a Galiza; mas em nengures na
sua política de empresa se alvisca qualquer identificaçom com o
país.
Apenas três empresas de construçom recebem o 30% das adjudicaçons em território da CAG. Umha delas é a ourensana ‘Construcciones Paraño SA’ (COPASA), fundada em 1985, que experimentara umha rápida decolagem desde os primeiros governos do fraguismo. A imprensa comercial menos cercana ao PP já assinalara a meados na década de 90 a sua relaçom evidente com o PP. Os principais accionistas da companhia partilhavam diversas empresas com Aurélio Miras, deputado no Hórreo e membro da executiva do PP. O próprio irmao de Jesus Palmou, Higinio Palmou, era um dos trabalhadores na sede ourensana da empresa; apresentado como um ‘simples chófer que fazia recados’, era titular dum poder que lhe permitia retirar fianças da administraçom.
O responsável dos populares galegos, Xesús Palmou, tinha linha directa com COPASA através do seu irmao, Hixinio Palmou, membro da empresa
COPASA é o tipo de grande empresa histórica das elites galego-espanholas desde o saqueio da posguerra, relacionadas com sectores económicos tradicionais (conserva, transporte, alimentaçom, construçom), fundida com o poder político desde os ámbitos locais e dinamizadora de actividades com pouco input tecnológico e valor engadido.
A globalizaçom, certamente, transformou este modelo empresarial e, no ronsel da globalizaçom, criou-se outro tipo de companhia, aberta ao exterior e progressivamente desgaleguizada na sua composiçom étnica. Outra das empresas beneficiadas polo dedo do poder é a conhecida San José, fundada polo pontevedrês Jacinto Rey, desenvolvida em vários continentes, assente em Madrid, e tristemente conhecido no mundo nacionalista pola compra e afundimento do histórico A Nosa Terra. Rey é um dos grandes milhonários da construçom no Estado espanhol, conhecido politicamente por tecer redes de relaçom com todos os partidos institucionais (tentou-no inclusive com o nacionalismo autonomista galego, contribuindo para fundir o seu prestígio). Embora a imprensa do regime promociona San José como emblema do ‘empresariado galego’, no web da companhia o galego está ausente; Rey mora em Espanha e visita apenas a nossa Terra nos seus veraos nos círculos elitistas de Sam Genjo; os seus filhos, Jacinto e Javier Rey González, dirigentes da companhia, som quadros formados entre a Universidade San Pablo CEU e os Estados Unidos; no conselho de administraçom da empresa, Rey situou grandes capitalistas hindus como Sunil Kanoria, argentinos como Guillermo Nielsen, ou árabes como Nasser Homaid Salem Ali Aldarei (que facilita o trabalho de San José para os regimes despóticos do Golfo).
História dumha
fugida
Repassarmos a grande
empresa que repassarmos, veremos uns traços comuns no capitalismo
autóctone: o seu nascimento liga-se com condiçons sociais e
económicas endógenas; no seu desenvolvimento, as empresas estreitam
vencelhos com Madrid, e entre os seus quadros dirigentes começam a
aparecer nomes espanhóis; com a passagem do tempo, e no quadro da
globalizaçom selvagem, crescentes porçons do seu capital
estrangeirizam-se.
O mesmo modelo cumpre-se numha outra das grandes empresas adjudicatárias, Acciona. A maioria do público identifica-a com a poderosa saga dos Entrecanales Ibarra, e acerta; mas é menos conhecido que a sua fundaçom tivo lugar na Galiza em 1862. Denominava-se MZOV (Compañía de los Ferrocarriles de Medina del Campo a Zamora y de Orense a Vigo) e posteriormente fusiona-se com umha companhia de construçom da burguesia catalá; é a finais do século XXI quando se aprova a fusom com Entrecanales y Tavora, para dar lugar à terceira construtora espanhola.
Mesmo a galeguidade
do Grupo Puentes, enxalçado permanentemente pola mídia como
o emblema da ‘engenharia de futuro’ desenvolvida na Galiza,
começa a pôr-se em causa. A empresa de Otero Alonso, cuja
direcçom geral estava já em maos da granadina Purificación
Torreblanca, esa a negociar a sua venda a umha transnacional
chinesa, segundo revelou a imprensa económica no passado agosto.
Um modelo alheio
Independentemente da
origem étnica dos grandes oligarcas, as grandes empresas de
construçom, mergulhadas numha campanha sistemática de remoçom do
nosso território, levam desde os inícios da jeira democrática
executando os planos radiais de Espanha na Galiza. Um tecido de
transportes que dificultou ou cortocicuitou a interrelaçom das
nossas comarcas, mimando apenas o rápido contacto com Madrid. A
única preocupaçom de vertebraçom interna foi apenas a artificial
concentraçom de populaçom e actividade na conurbaçom que vai de
Ferrol ao Porrinho, fomentada pola AP-9.
Ainda sem imaginarem
o AVE ou a invasom de betom, os nossos devanceiros captárom-no com
inteligência. Urbano Hermida, o independentista berciano da
SNP escrevia n’A Fouce em 1933:
‘Fazendo gala de muito tropicalismo ou de ignoráncia, afirmou-se que a ferrovia de Ourense era questom de vida ou morte para Galiza; nom hai tal (…) A Galiza fam-lhe falta muitas vias de comunicaçom mas se temos em conta a fabulosa riqueza hidráulica que possímos, damo-nos conta aginha que o lógico é encarar a comenência da construçom de ferrocarris eléctricos. Itália graças ao aproveitamento da electricidade tem excelentes ferrocarris, cujas tarifas som as mais baratas de Europa. Cito este exemplo de fora ainda que temos na casa os eléctricos de Vigo-Baiona e o de Corunha-Sada, cujas vias quigera eu ver alongar-se por todos os recunchos da nossa Terra até chegar a ter umha bem tecida rede, cujas cabeças estivessem nos nossos portos e nom numha estepa estrangeira (…) O feito é que se queremos deixar de ser um viveiro de emigrantes que vam levar a outras terras o melhor da sua vida, temos que afazer-nos à ideia de que os nossos problemas, desde a repovoaçom florestal até o fomento da nossa riqueza, e desde a organizaçom do nosso comércio interior e exterior até este problema dos transportes, tém que ser plantejados e resoltos por nós e para nós.’
'Querido Caseiro' é unha conta de Instagram que recompila as "historias de terror" de pisos alugados por mozos e mozas de toda Galicia como denuncia das malas condicións dos inmobles e da indefensión que en moitas ocasións sofren os inquilinos e inquilinas.
Preguntámonos cal é a situación actual do folk galego. Para dar resposta contamos coa programadora Aitana Cuétara e do director do festival de Ortigueira Alberto Balboa. A visión exterior proporcionaa José Miguel López, director de Discópolis. Completamos o panorama cunha escolma de novos artistas.
É a segunda vez que Chévere é “expulsada”: tras a vitoria electoral de Gerardo Conde Roa, o candidato do PP á alcaldía compostelá, tiveron que pechar a sala Nasa despois de case vinte e cinco anos. Antes, tiveran que sufrir ataques baseados en mentiras e manipulacións por parte duns políticos que, ironicamente –como lembran na […]
New findings from The Economist show that women under 45 make up a larger share of Bernie Sanders’ base than do men in their same age group, contradicting a popular narrative that says the 2020 Democratic candidate's supporters are overwhelmingly white and male, to the virtual exclusion of other groups.
This narrative often hinges on the “Bernie Bro,” a term Atlantic writer Robinson Meyer coined during the 2016 election to describe a type of mansplaining internet harasser that some came to see as representative of all Sanders voters. Bernie Bros were a “mob” flooding the Twitter mentions of Hillary Clinton supporters; they were “sexist,” even “enthusiastically” so; and they were loud and aggressive when expressing their uncompromising support for their candidate.
Polling has continually proven that Sanders’ base is much more diverse than the figure of the Bernie Bro would suggest: An analysis of polling between November 2018 and March 2019 found both that Sanders was more popular among people of color than among white people, and that women supported Sanders just as much as men did, “if not more,” according to Vox. Earlier this month, a Univision Noticias poll found Sanders was the candidate Latino voters favored most after current Democratic frontrunner Joe Biden. And The Economist’s latest numbers show Sanders in the number-two spot behind Biden with Hispanic and Black voters.
Yet the Bernie Bro concept continues to endure, much to the chagrin of Sanders’ women supporters, who say it ignores a significant portion of the Vermont senator’s base.
“It’s really frustrating to see that the idea of the ‘Bernie Bro’ is still so pervasive,” said 24-year-old Megan Magray, a reproductive health advocate. She also serves as a co-coordinator for NYC-DSA’s Brooklyn electoral communications committee. “It’s insulting to see women, women of color, and people of color being erased from his campaign because they’re really integral to it.”
Mari Toro, a 27-year-old community advocate and data entry specialist in Boston, told VICE she didn’t find the perception of Sanders’ base frustrating so much as she found it irrelevant. As a young Puerto Rican woman, the description of a supposedly archetypal white male Sanders supporter simply didn’t apply to her.
“I felt the same way I feel about most internet rumors or stories that I have no connection or affinity for,” Toro said. “I didn’t even come to resent it—I didn’t feel the epithet characterized me or my fellow supporters at all.”
Sanders supporters may be facing even more scrutiny this cycle than in 2016. With Sanders running against not just one woman candidate, but five—it was six until Kirsten Gillibrand dropped out of the race—some say that there’s no reason to vote for a white man when there are so many women to choose from. This argument can grow more specific for Elizabeth Warren supporters, some of whom argue that the Massachusett senator’s politics are nearly identical to Sanders, so why not vote for her instead?
“Why would Democratic voters choose Sanders when Warren is running?” Guardian columnist Moira Donegan wrote the day after Sanders announced his presidential bid in February. “The two are not ideologically identical, but the differences between their major policy stances…are relatively minor, especially compared to the rest of the field.”
Whether there are consequential differences between Warren and Sanders’ campaign platforms is an ongoing subject of debate on the left, particularly as Warren has begun to edge past Sanders in the polls.
Mia Arievitch, a 24-year-old socialist who attends the City University of New York School of Labor and Urban Studies, believes Sanders and Warren are running completely different presidential campaigns, with Sanders focusing on grassroots movement-building while Warren homes in on federal policy. Lauren Christianson, a native Wisconsinite now based in New York, said that while she loves Warren for “supporting many of the same progressive platforms as Bernie,” she doesn’t find her to be “as progressive” as Sanders. Magray said she believes there’s a “wide gulf” between the two candidates’ politics, emphasizing that Sanders is a democratic socialist while Warren is a self-professed capitalist “to her bones.”
But quibbles over progressive bonafides aside, these women object to the underlying principle that gender should play such a prominent role in deciding who to vote for. When Sanders’ women supporters encounter the belief that they should vote for a woman candidate because they themselves are women, feelings of resentment arise.
“People cling to the idea that if we have a woman in power she’ll enact more feminist policies,” Arievitch said. “There are so many of Bernie’s plans that you would have to totally ignore to say he wouldn’t benefit women or women of color or working-class people. What is your definition of feminism if it’s what the person’s identity is who’s enacting the policies that matters most?”
Magray is also skeptical of the reasoning that a woman in the White House is an undeniable good for all women, and she rejects the notion that voting for a woman is an inherently feminist choice. Feminists who push these talking points are buying into an individualistic “girlboss mentality,” Magray said.
"There’s a strain of feminism that’s really focusing on empowering individual women to serve as inspiring figureheads,” Magray continued. “It’s not about lifting women out of poverty through socialism and anti-capitalist movements."
A significant share of Sanders supporters—Magray included—consider Warren their second choice, and if she wins the party’s nomination, would cast a ballot for her with little to no hesitation. But in the meantime, many of them will continue to be frustrated by the way Sanders’ supporters are portrayed, and the looming specter of the Bernie Bro.
In 2016, the idea that Sanders supporters were, by default, white and male made Christianson “feel like [she] had to choose between being a woman and supporting the candidate who inspired me the most.”
“It was also a quick way to stop any conversation about actual policy and ideals,” she added. “I hated it. I still hate it.”
Museum in London aims to decrease shame and stigma around genitals Inspired by the phallological museum in Iceland, the forthcoming Vagina Museum in London aims to "'erase the stigma around the body and gynaecological anatomy'" for everyone, regardless of their race, sex or gender."
The Buddha, it’s said, struggled mightily with three specters of adulthood—aging, sickness, and death—when reflections on mortality harshed his hedonistic life as a prince. His “intoxication with life entirely dropped away,” the stories say, when he reflected on its passing. Nothing cured his fatal unease until a memory from childhood arose unbidden: of stopping time by quietly sitting under a rose-apple tree.
In another version of this story, Marcel Proust discovered timelessness baked in a cookie. His potent memories of madeleines also came from childhood. As he recalled “the taste of tea and cake,” he writes, “at once the vicissitudes of life had become indifferent to me, its disasters innocuous, its brevity illusory …. I had ceased now to feel mediocre, accidental, mortal.”
Neuroscientist David Eagleman also invokes a childhood memory in his discussion of time and aging, in the BBC video above. It is also a memory resonant with a remarkable physical detail: red brick pavement hurtling toward him as he falls from the roof of a house, experiencing what must have been a terrifying descent in slow motion. Quite a different experience from communing with trees and eating tea cakes, but maybe the content of a childhood memory is irrelevant to its temporal dimensions.
What we can all remember is that along with impatience and distractibility, childhood seems rich with carefree, absorptive languor (or moments of slow-motion panic). Psychologists have indeed shown in several studies that adults, especially those over the age of 40, perceive time as moving faster than it did when they were children. Why?
Because time is a “psychological construct,” says Eagleman, and can vary not just between ages and cultures, but also between individual consciousnesses. “It can be different in your head and my head,” he says. “Your brain is locked in silence and darkness inside the vault of your skull.” In order to “figure out what’s going on outside,” it’s got to do “a lot of editing tricks.” One trick is to convince us that we’re living in the moment, when the moment happened half a second in the past.
But we can notice that gap when we’re faced with novelty, because the brain has to work harder to process new information, and it creates thicker descriptions in the memory. All of this additional processing, Eagleman says, seems to take more time, so we perceive new experiences as happening in a kind of slow motion (or remember them that way). That includes so many experiences in our childhood as well as emergency situations in which we have to navigate a challenging new reality very quickly.
As writer Charles Bukowski once said, “as you live many years, things take on a repeat…. You keep seeing the same thing over and over again.” The brain can coast on familiarity and expend little energy generating perception. We retain fewer detailed memories of recent events, and they seem to have flown by us. The remedy, says Eagleman, is to seek novelty. (You thought he was going to say “mindfulness”?) Wear your watch on a different wrist, change the way you brush your teeth….
Mundane examples, but the point remains: we need new and varied experiences to slow our sense of time. Routine lack of novelty in adulthood may be the primary reason that “our early years,” write psychologists James Broadway and Brittaney Sandoval write at Scientific American,“tend to be relatively overrepresented in our autobiographical memory and, on reflection, seem to have lasted longer.”
They can also, for that reason, seem all the sweeter. But nostalgia, however tempting, can’t take the place of going new places, meeting new people, reading new books, hearing new music, seeing new films, and so on and so forth—and thereby effectively slowing down time.
A little while back, Bijan Stephen over at The Verge published a well-received piece on the topic of Plex, the popular media server software. It’s well worth a read for those who aren’t already familiar with this incredibly sleek tool.
For those in need of a quick summary, Plex comes in two parts. A server component that does all the hard work behind the scenes on the host computer and a client, which can be typically run on a smart TV, Firestick-like device, tablet, phone or indeed another computer. The latter is used to access the former.
In brief (and from a video consumption perspective) people can dump all of their properly named movies and TV shows into a folder, adjust a few settings, wait a minute or three and have this uninspiring bleak landscape…
Before…
….transformed into something like this:
After…
Users of software like Popcorn Time or Showbox will probably wonder what all the fuss is about – but that’s only if they haven’t used Plex.
When properly configured (and it isn’t hard) its search and curation features blow Netflix’s out of the water. Search by genre, actor, director, running time – almost anything is possible. As a bonus, Plex has one of the most beautiful interfaces ever made for media consumption.
What Plex doesn’t have, when people first install it, is any movie or TV show content in its library – especially of the kind shown above. The company behind Plex is completely above board, providing a tool that’s no more responsible for piracy than Windows or Android. Nevertheless, plenty of users build their own self-hosted Netflix-beaters with Plex, sometimes with the help of others.
The article in The Verge explains how some Plex users solve this problem by teaming up with other Plex users to share their own libraries. It a system that operates in a manner not dissimilar to the way smaller BBS admins of yesteryear traded and obtained content for their own platforms.
As The Verge put it, “as streaming offerings become more expensive and convoluted, people are setting up their own smaller, more intimate platforms.” And indeed they are, but there’s more to this rodeo.
There is a side to Plex use (copyright holders and indeed Plex itself will argue ‘abuse’) that isn’t small at all. It doesn’t involve sharing any of your own content either, it’s a simple case of handing over a few dollars, euros, or pounds and suddenly everything is a click away.
If one knows where to look, so-called P4S (Plex For Share) services are available that make Netflix’s multi-billion dollar offering look like a second-class citizen. And after handing over the cash or requesting a free trial, users can be accessing huge – HUGE – libraries of content in a matter of minutes.
The smaller and cheaper shares (a few hundred movies and TV shows, a handful of simultaneous users) are probably being run on home connections. The bigger and more expensive ones are entirely more professional, offering thousands of video files to many concurrent users.
Just as an example, one particular service (for less than $10) per month, lists more than 11,000 movies in HD and above (including 4K) plus 2,000 TV shows. Others prefer to list content in terabytes, with more than 200TB not being particularly uncommon. These big boys utilize CDNs to ensure content is delivered seamlessly to subscribers, wherever they may be.
The big deal here isn’t just the volume of content available, it’s the nature and breadth. Given that professional P4S offers don’t have politics to deal with or business models to protect, the movies on offer range from old classics to the very latest blockbusters. And Friends will not be removed because somebody offered a better deal.
The world of Plex shares is nothing new and for those thinking that their existence should be kept under the radar, it’s already too late. Dutch anti-piracy outfit BREIN, which is affiliated with Hollywood studios, has already taken action against people offering these services to the public. The cat is well and truly out of the bag, it’s just a question of how far it will run.
But while Plex might be a pirate’s dream, the company is doing some very interesting things to ensure that rightsholders get in on the act. Late last month, Plex announced it had struck a deal with Warner Bros. Domestic Television Distribution to supply free, ad-supported movies and TV shows to Plex users.
The company reportedly has plans for its software to become a “one-stop-shop” for content and has grand plans to begin reselling subscription content in 2020 along with video on demand products. This opens up the possibility of introducing pirates to premium products in an interface they are already very familiar with.
While some will naturally object, this could be clever bridge-building in action. Big content companies would never try to tempt pirates by putting movies or TV shows on The Pirate Bay, for example, but Plex and the company behind it are so neutral, politics can be kept to a minimum. Let’s see how it plays out, things could get very interesting.
Manga piracy has been in the news quite a bit this month.
The popular manga comic scanlation platform Manga Rock announced that it will shut down and a few days later Japanese publishers sued the pirate site Hoshinoromi in a U.S. court.
By now, it’s commonly known that you are not supposed to republish copyrighted works without permission. However, people have different views on what the effect of manga piracy is on the revenues of publishers.
Rightsholders often stress that the industry is endangered by people who ‘steal’ their content, while manga consumers can see it as a form of promotion. Free sampling can satisfy the reading needs that are beyond their budget, expanding their horizons.
Newly published research by Professor Tatsuo Tanaka of the Faculty of Economics at Keio University suggests that both sides have a point.
The findings come from a natural experiment that uses a massive takedown campaign conducted by anti-piracy group CODA in 2015. This campaign reduced the availability of pirated comics on various download sites, which allowed Professor Tanaka to analyze how this affected sales of 3,360 comic book volumes.
The results, recently published in the article titled “The Effects of Internet Book Piracy: Case of Comics,” show that the effect of piracy differs between ongoing and completed series. In other words, the effect of piracy is heterogeneous.
“Piracy decreased the legitimate sales of ongoing comics but stimulated legitimate sales of completed comics,” Professor Tanaka writes.
The overall effect of piracy could not be measured with this methodology but the findings clearly show that piracy does have some positive effects. In this case, it shows the number of sales of completed comic book series increase.
This heterogeneous piracy effect on sales is not unique. Previously, research has shown that the Megaupload shutdown increased box office revenues for bigger films, but hurt smaller releases.
The manga piracy findings are particularly relevant for the Manga Rock situation. Following discussions with publishers, the site plans to remove all its pirated titles at the end of this month and return with a completely legal platform in a few months’ time.
Interestingly, that goes against the recommendation of Professor Tanaka, who writes the following in his paper:
“If the effect of piracy is heterogeneous, it is not the best solution to shut down the piracy sites uniformly but to delete harmful piracy files selectively if possible. In this case, deleting piracy files of ongoing comics only is the first best strategy for publishers regardless of whether the total effect is positive or negative, because the availability of piracy files of completed comics is beneficial to both publishers and consumers.”
The paper was published in August and is based on older, previously-released data. So, one should be careful when applying it to the Manga Rock case, which is newer and deals with fan-made scanlation copies. That said, it could give the publishers some food for thought.
Manga Rock is massively popular and has millions of engaged Mmanga fans in its user base. Keeping some of these on board, even with a smaller library, could be smarter than simply driving them towards the next pirate site.
A Gentalha do Pichel é um projeto cultural ao serviço dos interesses do povo galego que, durante mais de quinze anos conseguiu manter em ativo diversas comissons de trabalho dirigidas a construir um país no que a preservaçom da língua, das tradiçons, do património histórico, do meio natural… se complementem coa necessária contextualizaçom e adaptaçom às novas necessidades, evitando assim cair numha conceçom monolítica e anacrónica da cultura.
Guiadas polo compromisso com umha cultura popular, rica e que sirva para construir e socializar o conhecimento, a Gentalha tem refletido sobre a vulnerabilidade da sociedade ante perigosos fenómenos como o auge das pseudociências que aproveitam a escassa alfabetizaçom científica para vender produtos e práticas terapêuticas fraudulentas. Olhamos com preocupaçom, como as autodenominadas “terapias alternativas” que questionavam o método científico conduzírom da “inofensiva” adscriçom individual a posturas com consequências sociais muito mais graves como o som a negativa à vacinaçom.
Mas esta é só a ponta do iceberg. Sob as consequências sanitárias mais evidentes, subjaze umha crise ideológica com implicaçons políticas, educativas, económicas e filosóficas mais que evidentes. Por enquanto, boa parte da esquerda permanece desarmada ideologicamente, ancorada numha foto fixa e parcial da realidade que cada vez se empenha em fragmentar mais quando nom abraçada diretamente à mística e religiosidade New Age para dar explicaçom à sua incapacidade política.
Entre as causas do auge destas novas conceçons anticientíficas identificamos vários factores:
De umha banda, as novas terapias “alternativas”, agriculturas sustentadas em crenças, psicologias “divergentes”, conspiraçons científicas de todo tipo e vendedores de produtos milagreiros som convenientemente críticas com o “status quo” das suas respectivas áreas, embora estejam igualmente assentadas no mercado.
Além disso, a assunçom deste discurso anticientífico por parte da populaçom, e em especial por algum ativismo de esquerda, é a dependência de grande parte da investigaçom científica de fundos privados, com interesses a miúdo contrapostos aos da maioria social. Um exemplo é o do intrusismo empresarial nas Universidades que em nom poucas ocasions impede dirigir as investigaçons em sentido contrário do lucro.
Temos também umha divulgaçom científica escassa e frequentemente altiva, masculinizada e arrogante que nom fai mais que acrescentar a fratura entre o saber científico e o nom saber.
Para complicar a equaçom, nom sobra descrever a muitas das pessoas que conformam o autodenominado movimento “céptico” como alinhadas com o mais cru neoliberalismo impedindo a implementaçom de saudáveis atitudes de análise científica no ámbito dos movimentos sociais.
E aqui estamos nós, padecendo a gravidade destes dous mundos falsamente contraditórios mas igualmente afetados polo maior e mais agressivo dos inimigos do conhecimento científico: o mercado.
Mas nom todo está dito. Acreditamos em que a cultura científica nom pode ser um privilégio de umha minoria social, mas um bem comunitário a proteger e desenvolver. Negando-nos esta formaçom fam-nos mais débeis e dependentes. A maneira de conhecer ligada à ciência implica questionar permanentemente as nossas hipóteses e estar dispostas a rejeitá-las quando se demonstrarem erradas. Mas também questionar aquelas que se erigem como a verdade absoluta e se declaram isentas de serem analisadas pola razom e a experiência. A cultura científica é o contrário do dogmatismo, umha ferramenta para avançar da que nom nos queremos desprender.
Por todo isto, a Gentalha do Pichel reunida em assembleia geral, decidiu dar um passo mais na construçom da cultura popular, incorporando a divulgaçom da ciência ao nosso trabalho mediante a criaçom da Comissom de Cultura científica.
Sabemos que é um enorme repto, que o trabalho divulgativo requirirá de tomar postura em debates fortemente polarizados implicando riscos, mas também acreditamos em que esta nova andaina enriquecerá o nosso projeto cultural e contribuirá a fazermos ciência polo povo e para o povo.
Contamos contigo?
A associaçom cultural a Gentalha do Pichel é um projeto autogerido que se sustenta a partir do trabalho, ativismo e achegas económicas das pessoas associadas. Os cursos, além de serem um espaço de convívio e aprendizagem, som umha ajuda económica para manter o centro social, por isto pedimos o teu compromisso à hora de fazer o pagamento no início de cada mês.
Sem matrícula. Depósito dumha mensalidade a maiores a começo do curso que será devolta no caso de avisar com um mês de antecedência da baixa do curso. O pessoal que fique até o fim do curso nom terá que pagar o último mês graças a este depósito.
Preço por mês. Desconto de 2€ no preço do curso para pessoas associadas, desempregadas (deve acreditar-se) ou que frequentem mais dum curso.
Mínimo de inscriçons para um curso começar: 3/4pessoas.
Com inscriçom prévia em cursos@gentalha.org
Dúvidas e esclarecimentos em cursos@gentalha.org ou no 698142936 (de 19h a 22h)
CURSOS REGULARES
DE MANHÁ
Canto e Pandeireta.
- Avanzado I.Segundas-feiras de 11h15 a 12h15. Começo 7 de Outubro. Preço 17€
- Intermédio. Segundas-feiras de 12h30 a 13h30. Começo 7 de Outubro. Preço 17€
As aulas de pandeireta e canto virám da mao de Carme Iglesias, integrante das Pandeireteiras Bouba, da Pontragha. As pessoas velhas da comarca, de quem aprendeu a música, estám presentes no seu modo de tocar e ensinar. De Tordoia portas para fora… Começa a rota da pandeireta!
Iniciaçom à dança tradicional.
Quintas-feiras de 12h30 a 13h30. Começo 3 de Outubro. Preço 16€. Número mínimo de participantes: 6 pessoas.
Estas aulas estam pensadas para todas aquelas pessoas que desejam entrar a bailar nas foliadas, seráns, ruadas e demais festas populares. Vamos aproximar-nos ao básico da dança tradicional, com a olhada popular e de gênero, explorando a criatividade, espontaneidade e recursos de cada uma. A encarregada será Claudia Fidalgo, uma moça da Canhiça nascida na Bahia, que começou a dançar de pequena, passou por agrupaçons da cidade, e a dia de hoje segue aprendendo com mestras de todo o país.
Dança tradicional para quem sabe um chisco.
Quintas -feiras de 11h15 a 12h15. Começo 3 de Outubro. Preço 16€. Número mínimo de participantes: 6 pessoas.
Se passaste por iniciaçom e queres continuar a aprender pontos para divertir-te nas foliadas este é o teu curso. Será com Fuensanta Nieto, vizinha de Compostela, que bailou em diferentes agrupaçons folclóricas da comarca. Também fijo algum trabalho de campo por diferentes lugares da Galiza para aprender, de primeira mao, as diferentes maneiras de bailar dos e das nossas velhas.
Iniciaçom à gaita.
Terças -feiras de 11h a 12h. Começo 1 de Outubro. Preço 20€.
Este curso centrará-se em adquirir as destrezas básicas do instrumento, assi como noçoms mínimas de solfejo e ouvido, e posta em comum dum repertório singelo. A professora será Andrea Pérez, saxofonista e gaiteira iniciada na música tradicional em Santiago de Compostela, recebendo formaçom de gaita com David Canto e Pablo Dalama e estudando saxofom no conservatório professional. Exmembro do grupo folk Sessión Vermú como saxofonista e gaiteira, actualmente forma parte de agrupaçoms como Brassica Rapa ou Biribirlocke, e tem colaborado com a Pablo Castanho-Marcos Pin Jazz Orchestra.
À TARDE
Dança tradicional para quem nom sabe nada (Iniciaçom)
Quartas-feiras de 19h a 20h OU de 20h a 21h (ofrecemos duas quendas distintas para iniciar-vos). Começo 2 de Outubro. Preço 16€.
Ensinada por Chus Caramés, que há décadas que anda no baile galego. Começa de mui novinha na agrupaçom folclórica da sua terra natal e a dia de hoje continua aprendendo da man das nosas pessoas velhas e em festas e foliadas. Além de bailadora e pandeireteira, é a organizadora dum evento muito importante para a música tradicional do país, “os Encontros de Música Tradicional de Carvoeiro”.
Dança tradicional para quem sabe um chisquichinho (Intermédio I)
Terça-feiras de 19h a 20h. Começo 1 de Outubro. Preço 16€
Se já foste um aninho a dança ou há tempo que deixaste de bailar e apenas lembras o básico, este é o teu curso! Aqui afiançarás o aprendido e darás umha volta para continuares a desfrutar das festas e foliadas. Quem te ajudará é umha rapariga que sabe disso. Carme Campo aprendeu os primeiros pontos no Porrinho, aperfeiçoou-nos num grupo de Compostela e agora mantém-se aprendendo no dia a dia, em seráns e festivais de música tradicional.
Dança tradicional para quem sabe um chisquinho (Intermédio II)
Terça-feiras de 20h a 21h. Começo 1 de Outubro. Preço 16€
Se tes dominados os movimentos mais básicos e queres afondar um chisco mais e de jeito mais rápido nos movementos da dança que adoitam sair nas festas e foliadas, e se tes vontade de aprender a complicá-los um chisco mais, prova neste curso! Quem te ajudará é umha rapariga que sabe disso. Carme Campo.
Dança tradicional para quem sabe um chisco (Pre-aperfeiçoamento)
Quintas-feiras de 19h15 a 20h15. Começo 3 de Outubro. Preço 16€
Depois de afondar de jeito mais rápido nos movementos da dança que adoitam sair nas festas e foliadas, aprenderemos mais movimentos aplicando técnica, complicaremo-los vendo passos mais peculiares de diferentes zonas da Galiza e criaremos os nossos próprios passos baseando-nos nesses movimentos que levamos aprendidos desde que começamos a bailar. A mestra será Carme Campo.
Dança tradicional para quem sabe um chisco mais (Aperfeiçoamento)
Segundas-feiras de 22h a 23h. Começo 7 de Outubro. Preço 16€
Com Fuensanta Nieto aprenderemos alguns bailes de diferentes zonas para podermos continuar a participar ativamente em festas e foliadas, além de aperfeiçoar as técnicas do baile que já temos aprendidas doutros anos.
Iniciaçom à gaita.
Quintas-ferias de 17h a 18h. Começo 3 de Outubro. Preço 20€.
Este curso centrará-se em adquirir as destrezas básicas do instrumento, assi como noçoms mínimas de solfejo e ouvido, e posta em comum dum repertório singelo. A professora será Andrea Pérez, saxofonista e gaiteira iniciada na música tradicional em Santiago de Compostela, recebendo formaçom de gaita com David Canto e Pablo Dalama e estudando saxofom no conservatório professional. Exmembro do grupo folk Sessión Vermú como saxofonista e gaiteira, actualmente forma parte de agrupaçoms como Brassica Rapa ou Biribirlocke, e tem colaborado com a Pablo Castanho-Marcos Pin Jazz Orchestra.
Gaita, Requinta e Percussom (Tamboril e bombo).
Aperfeiçoamento: Segundas-feiras, 19h00 a 20h00. Começo 7 de Outubro. Preço 20€.
Este curso destinara-se ao aprendizagem dum repertório comum e arranjado para a interpretaçom em distintos formatos de agrupaçom.
David Canto, gaiteiro iniciado na música tradicional na comarca da Marinha, para depois receber formaçom em gaita, percussom e requinta e flautas travessas em aCentral Folque e no Conservatório, do que possui o Grao Professional em Gaita Galega.
Acordeom diatónico e piano. biblio
Quintas-feiras de 17h a 19h. As aulas seram de 1 hora a escolher por cada aluna/o neste horário (ou de 17h a 18h, ou de 18h a 19h). Começo 3 de outubro. Preço 22€.
Neste curso explicaram-se diversos elementos de técnica interpretativa e daram-se exercícios práticos adaptados ao nível e evoluçom de cada aluno/a. O repertório impartido centrará-se, fundamentalmente, em peças tradicionais galegas, fazendo ênfase nas próprias do acordeom e do canto, ainda que também se incluiram peças tradicionais doutras partes do mundo. A falta de instrumento ou de conhecimento musical nom é um
impedimento para a assistência às aulas.
O professor será Alberte Núñez Martínez quem se iniciou no mundo do acordeom da mao de Brais Maceiras depois de ter estudado piano no Conservatório Profissional de Música da Corunha. Assistiu a diversos encontros e cursinhos ofertados por grandes acordeonistas como Pedro Pascual, Cati Plana ou Xuan Nel Expósito. Toca nos grupos Sessión Vermú, Dúbida Duo e Os Viqueiras, e colaborou com Tiruleque ou os Tres Trebóns. Atualmente dá aulas de acordeom em diversas associaçons e intervêm em homenagens e concertos didáticos sobre o instrumento.
Canto e Pandeireta.
Avançado II: segundas-feiras de 19h45 a 20h45. Começo 7 de Outubro. Preço 17€
Iniciaçom: segundas-feiras de 21h a 22h. Começo 7 de Outubro. Preço 17€
As aulas de pandeireta e canto virám da mao de Carme Iglesias, integrante das Pandeireteiras Bouba, da Pontragha. As pessoas velhas da comarca, de quem aprendeu a música, estám presentes no seu modo de tocar e ensinar. Desde Tordoia portas para fora… Começa a rota da pandeireta!
Pandeireta Iniciaçom.
Segundas-feiras. Iniciaçom de 18h30 a 19h30. Começo 14 de outubro. Preço 17€.
Nas aulas aprenderemos a tocar os ritmos básicos da música tradicional galega, centrando-nos na técnica e no acompanhamento a outros instrumentos. Aitana Cuétara, a professora, está acompanhada pola música tradicional desde 1997. Começou sob a direçom do mestre Lolete, primeiro como gaiteira e logo já como percussionista, passando depois por outras agrupaçons e formando-se com diferentes músicos. Desde há quinze anos leciona aulas regulares e cursos intensivos na Galiza e fóra.
Guitarra.
Nível I: quartas-feiras de 18h a 19h. Nível II de 19h a 20h. Começo 2 de outubro. Preço: 25€.
Som ideais quer para gente que começa do zero, quer para quem já tem um nível intermédio. Nelas, trabalharam-se harmonia e técnica de forma conjunta, a un nível mui básico. A ideia é fazer aulas engraçadas onde a criatividade e a improvisaçom tenham um papel importante. Tocaram-se temas de diversos estilos (blues, rock, country, reggae, funk). O professor será Benjamín Vázquez, professor em educaçom musical e atual guitarrista de The Lákazans.
Teatro
Terças-feiras de 21h15 a 23h15. Começo 1 de outubro. Preço por confirmar. Mínimo 12 pessoas.
Neste obradoiro pretendemos investigar, através dos vários níveis de expressom que oferece o Teatro, o interior e o arredor de cada pessoa que conforme o grupo, assim como a interacçom do mesmo grupo, concluindo com umha representaçom cénica.
Trabalharemos basicamente cinco vertentes: a expressom (oral e corporal), a imaginaçom e a criatividade, a comunicaçom, o autoconhecimento e a abordagem cultural. Salientar o carácter lúdico e de dinamizaçom social que implica a prática teatral. Zé Paredes, o professor, é ator e diretor de cena dedica-se à atividade profissional do teatro desde o ano 1996. Iniciou a sua formaçom no Porto, no Ballet-Teatro Escola Profissional. Em 2001 estabelece a sua relaçom com o teatro galego, através dumha coproduçom entre o Teatro do Noroeste, a Companhia de Teatro de Braga e o Centro Dramático Galego. Vive na Galiza desde 2002, tendo sido coordenador da Aula de Teatro da Universidade da Corunha e junto com Mónica Camaño cria o projeto Teatro Nu.
The Flea Market. Grupos: 8-10 persoas máx.
Iniciaçom: terças-feiras de 19h30 a 20h30. Começo no 1 de Outubro. Preço por mês: 25€
Intermédio: terças-ferias de 20h30 a 21h30. Começo no 1 de Outubro. Preço por mês: 25€
No Nível de Iniciaçom aprenderemos, ou si é o caso, melhoraremos estruturas gramaticais básicas e necessárias para forjar umha boa base que nos permita comunicar-nos “sem surpresas e maus entendidos” (que passa muito…)
No Intermédio reforçaremos aqueles contidos “que nom se tenham claros” e faremos pequenos percorridos por alguns costumes e tradiçons dos países anglo-saxons.
Em ambos dous níveis, vamos jogar e falar polos cotovelos! Lembrai que podeis fazer os dous níveis sem problema. Este ano falamos inglês, by hook or by crook!!
Sonia Lombardero é professora de inglês, licenciada pola USC. Conta com numerosos cursos relacionados com o ensino do inglês, como o Curso de Aptitude Pedagóxica (actual Máster en Educaçom Secundaria) ou o de Formaçom para Professorado do Instituto Cervantes entre outros. Tem umha ampla experiência no âmbito educativo.
Francês básico para viajar.
Quintas-feiras de 19h a 20h. Começo no 3 de Outubro. Preço: 20€.
Curso de iniciaçom ao francês com conceptos básicos para comunicar-se em língua francesa. O curso adaptará-se à evoluçom e interesses do grupo sem perder o objetivo prático de poder manter umha conversa direta e singela.
Francês para falar um chisco mais.
Quintas-feiras de 20h a 21h. Começo no 3 de Outubro. Preço: 20€.
Para quem já sabe pedir o croissant e o pain au chocolat, este é seu curso! Nele tentaremos dar um petit pas para falar mais e com maior fluidez.
Ambos cursos viram da mam de Maritxinha, minhense afincada em Compostela que estivo a viver durante anos em Bruxelas, e que compagina as aulas de francês com a música em diferentes grupos como baixista.
MONOGRÁFICOS a partir de Outubro:
Laboratório de movimento.
Segundas-Feiras de 20h a 21h15. Começo no 7 de Outubro. Duraçom de 3 meses. Preço por mês: 15€.
Um espaço para a experimentaçom, prática e reflexom do movimento e a voz. Trabalharemos com a dança em interaçom com outras práticas de trabalho corporal. Descobriremos as qualidades de movimento indagando na profundidade de cada umha de nós mas também em relaçom com as demais a través do jogo, da escuita e dos cuidados. Elsa Pereira 1983 – Elsa Pereira Rodríguez 2018, muitas mudanças e algum baile. Remexo e investigo no movimento, o que nos impulsa a erguer a cabeça, subir os ombreiros, caminhar amodinho ou sair correndo. Formo-me em dança contemporânea e exploro sobre dança Butoh, teatro e clown. Assisto a obradoiros e seminários de diferentes técnicas e experimento com os meus e com os outros movimentos porque compartimos espaços, observamo-nos e somos observadxs.
Arqueologia feminista: (des)enterrando mitos.
Sextas feiras de Outubro (4, 11, 18 e 25) de 18h a 19h. Preço total de 20€.
Quem modelou a Venus de Willendorf? Por que se chama assi? Houvo matriarcado na Creta pre-helénica? Havia divissom de tarefas na cultura castrexa? Por que há tanto interesse no passado épico e nom tanto no passado doméstico? E sobretudo… por que seguimos relatando o passado como o figeram os arqueólogos do século XIX? Saca o teu monóculo decimonónico e bota-lhe umha olhada feminista à arqueologia tradicional, (des)enterrando os mitos que sempre nos contarom.
A professora será Julia Marín Ramírez, artesana e restauradora feminista, cursando estudos de doutoramento en arqueologia e vencelhada ao âmbito dos bens culturais por multidom de caminhos.
Iniciaçom ao retoque digital e fluxo de trabalho em fotografia.
Sábado 26 de Outubro de 10h a 13h. Preço total de 15€.
Neste monográfico veremos a optimizaçom de toma. Revelado de arquivos RAW. HDR. Retoque orientado a diferentes disciplinas: produto, retrato, ou paisagem entre outras. Preparaçom de arquivos de saída para impressom e web.
O professor será Alberte Peiteavel. Fotógrafo freelance.
La agrupación teatral esperaba otra convocatoria del concurso para seguir en el municipio pero recibió una carta de la nueva concejala de Cultura dándole quince días para desalojar su sede
While some critics dismissed Cardi B's tribute to Wuornos as tasteless, in certain corners of the internet, the response was celebratory. "Yea props to Aileen Wuornos!!" one fan tweeted. Referencing a previous Cardi B tweet, another responded, "Sources has it saying that Cardi B's character from ‘Press' is inspired by a notorious serial killer named Aileen Wuornos. I say that's genius as fuck."Activists like Dani Love, an outspoken advocate for black women's liberation and sex workers' rights known online as @BlackSapphic, saw the image as a powerful symbol of solidarity and survival in the face of male violence. "This is so political," she Tweeted." I actually strongly support this. I respect it. I'm actually mind blown by this."
Though her testimony was contradictory at times—and she ended up pleading “no contest” to five of the murder charges—her supporters, many of them familiar with the violence sex workers face on the job, still take Wuornos at her word.
"This woman was a lesbian sex worker who k*lled a client who she thought her life was threatened by," Love told VICE. For Love, Cardi's callback to Wuornos sent a powerful message—especially in light of the rapper's own experiences working as a stripper as a young woman, often facing threats to her own safety from dangerous clients. "Aileen is bad-ass, and so is Cardi," Love said.
While this may have been the first time a high-profile musician invoked Wuornos' image as a symbol of defiance, sex workers, lesbians, feminists, sexual assault survivors, and those whose identities intersect these experiences have been quietly looking to Wuornos as a cult hero and feminist icon for some time. "Today marks the 10th anniversary of the death of Aileen Wuornos, a beautifully humane woman who will forever hold a place in my heart for her strength and courage in living through the horrific life cards she'd been dealt and that were completely out of her control," read a post on the now-defunct blog Feminist Rag in 2013, later reposted on a Men's Rights forum.
"I've always been kind of obsessed with Aileen Wuornos because one of my aunts was a truck stop hooker too," actor and drag performer Willam Belli told Billboard in 2018, shortly after releasing a Wuornos-inspired musical parody video. "I've done all the things that she's done, except kill people. I've hooked. I've bleached my hair. I've walked down I-95. Done all of it."
In an email to VICE, Belli said he empathizes with the trauma and abuse Wuornos experienced. "Aileen's upbringing of abuse and neglect seriously handicapped her chances of ending up a productive member of society without a serious redirect somewhere," Belli said. "She was obviously held responsible for her actions by the court, but I'm hoping the people that turned her into the troubled individual she was also reap some sort of karmic punishment, if Aileen's bullets already didn't seal that deal."
Eric Lee runs the online clothing shop Comeonstrong, where he sells original designs including a t-shirt juxtaposing that iconic image of Wuornos in handcuffs with Hillary Clinton's presidential campaign slogan "I'm With Her" Lee created the image in 2016, following the Democratic National Convention in Philadelphia. At the time, he was working two blocks away from the Convention Center, and he remembers the constant pro-Clinton buzz. "I was fed up with the phony agendas of neo-liberal politics," Lee said. "Career politicians that pretend to give a shit about poor people while supporting legislation that kills them. I wanted to say something about it and happened to be reading a lot about Aileen Wuornos at the time. She was the definition of disenfranchised."
Three years later, Lee says the "I'm With Her" shirt is still one of his most popular designs. "Her story speaks to the experience of sex workers in this country who are constantly in danger from clients, societal stigma, and the punitive state," he said of Wuornos. "Bernie Sanders voted for FOSTA-SESTA, which has made sex work far less safe. The shirt has stimulated more dialogue about all of these intersecting issues than I could foresee."
But Lee's interest in Wuornos goes beyond superficial fandom. A survivor of sexual assault and abuse, he says that reading about Wuornos' life helped him identify the ways toxic masculinity fueled the violence and abuse he experienced at the hands of the men, as well as acknowledge these patterns in himself. "I had to recognize and unlearn this behavior of accepting terrible men," Lee said. Her story felt like a catharsis. "I had fantasized about maiming and murdering my abusers, desecrating the graves of these monsters," Lee said. Whether it was a psychotic break, self-defense or both, it didn't matter because I empathized with her. I was ‘with her.'"
Studies indicate that fantasizing about murdering or causing violent harm to an abuser is a shared experience among many survivors of sexual assault. "For many, experiencing anxiety, guilt, or loss of control leads to revenge fantasies, and these kinds of thoughts and feelings offer satisfaction, relief, and a sense of agency," said Deborah Serani, Psy. D., professor at Adelphi University.
Since it isn't socially acceptable or safe to wish death on rapists, though, many victims never get the space to acknowledge those feelings. "It is important to normalize these thoughts because people who have these fantasies are often scared, or feel bad about themselves for having these thoughts, and as a result try to push these feelings away," Babbel said. "Survivors might be afraid that they are becoming like the perpetrator or have something in common, but they don't."
As such, stories like Wuornos' can offer a powerful example of a survivor who defies the respectability politics of victimhood. "What Wuornos did that nearly all other survivors of sexual assault do not do is act on her revenge impulses," said Serani. "When we read or watch such stories like hers unfold, research suggests that our own revenge fantasies get transferred or displaced. We find comfort or satisfaction that someone evil has received justice at the hands of another person."
Of course, some survivors will understandably stop short of celebrating Wuornos' descent into actual violence. Leading up to her sentencing, Wuornos' defense team argued that Wuornos' traumatic childhood and adolescence had produced serious consequences for her psychological health; expert witnesses for the defense claimed that Wuornos exhibited symptoms consistent with antisocial personality disorder and borderline personality disorder, complicating the prosecution's portrayal of her as a rational actor. (Ultimately, these psychological considerations failed to sway the jury against recommending the death penalty).
Still, there's no denying that Wuornos' story sheds light on the societal structures and circumstances that can force victims into a position where they feel that retaliation is the only option. "It's really easy for society to paint women and other oppressed people as villains when they react in unhinged ways that are often violent, but it's important to look at how capitalism, cis heterosexist patriarchy, and misogyny really put her in many of the positions she was in that made her murder," Love said. "She was a victim of so many structural oppressions. Sex workers in her field lack protection, which allows violence to happen. Sex workers cannot go to the police for help because they are directly connected to the oppression of so many marginalized groups who often are sex workers: women, black and other people of color, LGBT people."
As reports of powerful men who abuse vulnerable women continue to surface, it's hard to deny that survivors are craving stories of revenge—stories where victims not only live to survive the abuse, but fight back. "I think part of her appeal to me personally, in this cultural moment, is that Aileen Wuornos was a woman that men feared," said Bailey. Wuornos' memory offers hope that terrible men like Jeffrey Epstein, Brett Kavanaugh, and countless others will ultimately get what they deserve. "A prostitute hunting men instead of being hunted is a deeply comforting story.”
Wuornos refused to be silenced, and for some, she lives on as an icon, a patron saint of the socially and politically inconvenient who refuse to be cast aside. "She stood up for herself with all odds against her," Love said. "She said, ‘Not this time.'"
HBO acaba de anunciar la renovación por una segunda temporada de 'Los Gemstone'. La comedia creada por Danny McBride se estrenó hace apenas tres semanas -el 18 de agosto se lanzó el primero de los nueve episodios de los que consta su primera temporada-, pero en la cadena no han querido esperar más para garantizar su continuidad.
'Los Gemstone' cuenta la historia de una peculiar familia de telepredicadores. Bajo su honorable apariencia se esconde un grupo de personajes de dudosa moral, en especial el que está interpretado por el propio McBride. El chantaje que sufre por la aparición de un video comprometedor es el hilo conductor de los primeros episodios...
Amy Gravitt, EVP de programación de HBO, ha apuntado lo siguiente sobre la renovación de 'Los Gemstone':
Danny McBride, Jody Hill y David Gordon Green están entre nuestros colaboradores favoritos y estamos encantados de su aproximación a la comedia familiar haya sido recibida con tanto entusiasmo. No podemos esperar para comprar los siguientes de la familia Gemstone en su épico viaje. ¡Aleluya!
Recordemos que McBride es el creador, co-guionista -aunque los dos primeros episodios están firmados en solitario por él-, director del primer capítulo y protagonista. Por su parte, Jody Hill y David Gordon Green, colaboradores habituales suyos -ya trabajaron con McBride en 'De culo y cuesta abajo' o 'Vice Principals', sus dos anteriores series en HBO-, ejercen como productores ejecutivos y directores del resto de episodios.
Aún en cines con su papel de Johnny Madrid en 'Érase una vez en Hollywood', Timothy Olyphant vuelve a ser noticia por su incorporación a 'Fargo', la aplaudida antología de FX basada en el universo de los hermanos Coen. Recordemos que la serie volverá con una cuarta temporada en 2020.
Mafiosos italianos vs. afroamericanos, años 50
El actor, protagonista de la recientemente cancelada 'Santa Clarita Diet' y que tiene por delante el estreno de la película de 'Deadwood', ha conseguido uno de los papeles principales de los nuevos episodios de 'Fargo'; un personaje llamado Dick "Deafy" Wickware cuyo papel en la trama no ha sido revelado aún. Como ya informamos, la historia de la temporada 4 se centrará en la relación entre dos clanes mafiosos.
La historia está ambientada en Kansas City durante los años 50, al final de dos grandes movimientos migratorios en Estados Unidos que produce un choque de forasteros, en busca de un trozo del sueño americano. Dos sindicatos del crimen, uno italiano y otro afroamericano, mantienen una incómoda paz apoyada en un peculiar trato: los jefes de ambas familias se intercambian a sus hijos más jóvenes. Todo cambia cuando el capo de la mafia italiana acude al hospital para una operación rutinaria, y no sale vivo de ella...
Olyphant se une a un reparto que ya contaba con Chris Rock, Jack Huston, Jason Schwartzman, Ben Whishaw, Jessie Buckley, Salvatore Esposito, Andrew Bird, Jeremie Harris, Gaetano Bruno, Anji White, Francesco Acquaroli, E’myri Crutchfield, Amber Midthunder y Uzo Aduba. El rodaje comenzará este otoño.
Cabe destacar que Noah Hawley sigue al frente de la serie. El creador de esta adaptación y de la sorprendente 'Legion' (ya terminada) presenta este año su debut en el cine: 'Lucy in the Sky', liderada por Natalie Portman.
Un coche va a toda velocidad por las calles medio desiertas de la ciudad. Al volante va una mujer llorando desconsolada. Se distrae ante una visión extraña. Choca. Así comienza 'Undone', la nueva serie animada de Raphael Bob-Waksberg, creador de 'Bojack Horseman' que llegó el pasado viernes a Amazon Prime Video.
Bob-Waksberg crea y escribe junto a Kate Purdy una dramedia animada de ocho episodios que sigue la historia de Alma, interpretada por Rosa Salazar ('Alita: Ángel de Combate'), una joven chica que tras sufrir un accidente descubre que posee la habilidad de moverse entre los planos de la realidad y manipular el tiempo.
Una habilidad en la que será entrenada por su difunto padre (Bob Odenkirk), que quiere que su hija logre averiguar qué hubo detrás del accidente con el que perdió la vida. Así nos encontramos con una protagonista que empieza a moverse entre dos mundos, tanto literal (el "real" y el ulterior) como figuradamente (su modo de ser versus el de su familia).
Los delgados límites de la realidad y la salud mental
Ya solo la carta de presentación de Alma durante el primer episodio en la que la vemos en los días previos al accidente de tráfico, demuestra claramente que el guion es de Raphael Bob-Waksberg. Evidentemente es algo bastante distinta a la serie de Netflix en cuanto historia, pero los temas están ahí completamente.
De hecho, las primeras frases de la protagonista podrían salir perfectamente de la boca de Bojack. Alma es un personaje complejo, lleno de vitalidad pero a la que le cuesta conciliar su personalidad con su familia (es, en cierto sentido, una 'Fleabag' de la vida) y a lo largo de los episodios atisbamos en ella rastros de depresión, de ansiedad y de otros problemas de salud mental.
Esto hace que, a lo largo de la serie, nos preguntemos continuamente si lo que estamos viendo es real, fruto de un fortísimo síndrome de estrés postraumático, pura psicosis o una manifestación de una esquizofrenia de la que hay antecedentes familiares.
Y aquí es donde tiene tanto sentido el usar la rotoscopia como técnica para animar la serie, al funcionar como metáfora visual del viaje vital de Alma. No soy demasiado fan de la técnica, precisamente porque en mi opinión se carga muchas de las posibilidades que brinda una animación más al uso, pero aquí tiene todo su sentido y no se limita a la mera captura de los actores, sino que nos engulle por una imaginería hermosa y cautivadora.
'Undone' es una serie preciosa y maravillosa de ver. Pero no solo en la estética, sino también en todo lo demás. Las relaciones de Alma con su novio (Siddharth Dhananjay) desprende mucha ternura y naturalidad. Lo mismo puede decirse de su hermana (Angelique Cabral) y madre (Constance Marie), conformando ese grupo de secundarios que servirán de ancla ante las adversidades.
A pesar de estar disfrazada de cierta ciencia ficción (más en una línea fantástica que científica), 'Undone' es un viaje de sanación y de reconciliación con uno mismo. No importa tanto el misterio de la muerte del padre y los supuestos viajes temporales para hallar las causas, sino el cómo su ausencia ha marcado a la familia.
Aunque ya desde que supimos de ella tenía buena pinta, 'Undone' ha resultado ser una sorpresa muy grata. Una joya que va directa a mi lista personal de mejores series y, por supuesto, es una de las mejores ficciones animadas que podemos ver este año.
En 1873, Cartagena (Murcia) pidió al entonces presidente americano, Ulysses S. Grant, pasar a formar parte de Estados Unidos. Dicho así parece un —otro— chiste de murcianos, pero no lo es.
Tampoco lo es que, tras su proclamación de independencia como Cantón, quitaran la bandera de la I República española de la Fortaleza de las Galeras e izaran una bandera del Imperio Otomano con la luna y la estrella teñidas por la sangre de uno de los partidarios de la independencia porque no tenían una tela roja —su bandera era completamente carmesí— lo suficientemente grande.
MIRA:
La gran crisis económica que venía azotando a España en aquel momento motivó huelgas, ocupaciones de tierras y manifestaciones. Los separatistas cubanos y los rebeldes carlistas del norte se alzaron en armas, provocando dos guerras simultáneas. En febrero de 1873, sin apoyos y sobrepasado, el rey Amadeo I de Saboya, a quien habían traído de Italia tras expulsar a la dinastía borbónica en 1868, renuncia al trono y marcha rumbo a su Saboya natal.
Las Cortes Generales proclaman la Primera República, que acabará convirtiéndose en un sindiós, y se nombra Jefe de Estado a Estanislao Figueras, quien pronunciará una de las frases con más sentido de la historia de nuestro país. Da casi igual cuando la recuerdes, siempre está vigente: "Señores, ya no aguanto más. Voy a serles franco: ¡estoy hasta los cojones de todos nosotros!"
"En Cartagena se confiscan los bienes de la Iglesia, se deroga la pena de muerte y se legaliza el divorcio. Se establece la jornada de ocho horas, se diseña un plan educativo y se acuña incluso una moneda propia"
Lo dijo porque el Gobierno elegido tras la Primera República, de corte republicano federal, estableció que el Estado se dividiera en 17 regiones soberanas —15 en la metrópoli mas Cuba y Puerto Rico— con "autonomía completa para dotarse de Constitución y de sus propios órganos de Gobierno". Pero aquello no llegó a materializarse. Se sucedieron constantes enfrentamientos entre republicanos intransigentes, moderados y centristas —los que querían una república federal con cantones sin esperar a la Constitución, los que querían una república federalista pero querían también esperar a la redacción de una Constitución y los que abogaban por crear una república unitaria—.
En algunas poblaciones y ante la inacción de los políticos, los federalistas empezaron a constituir Juntas Revolucionarias para autogestionarse e ignorar al Gobierno de Madrid. Ante esta tesitura, Figueras dijo la frase de marras y que se iba a dar una vuelta al Retiro. En realidad se fue a Atocha y cogió un tren a Francia, donde se exilió.
Pero volvamos a Cartagena. La ciudad se proclama cantonalista el 12 de julio de 1873, junto a su ejército y su flota. Los que no quieren unirse a la revolución se marchan. La Junta soberana toma el poder e inicia una serie de reformas que van desde la prohibición de la enseñanza religiosa hasta las colectivizaciones.
Se confiscan los bienes de la Iglesia, se deroga la pena de muerte y se legaliza el divorcio. Se establece la jornada de ocho horas, se diseña un plan educativo y se acuña incluso una moneda propia: el duro cantonal, fabricado con plata de las minas de Mazarrón y de las incautaciones. En las monedas se lee, por una cara "Cartagena sitiada por los centralistas, septiembre de 1873". Por la otra, "Revolución Cantonal, cinco pesetas".
"En pleno asedio, se decide enviar una misiva al gobierno americano solicitando incorporar el Cantón de Cartagena a a su estado. Antes de que a los americanos les de tiempo a responder se produce la rendición definitiva
Pero el Cantón, que intenta expandirse por Levante y parte de Andalucía, no tarda en ser asediado por las tropas españolas. El ascenso al poder del General Francisco Serrano, Presidente del Consejo de Ministros, hace que la situación se recrudezca para los cantonalistas de Cartagena y el ejército, dirigido por los militares monárquicos, estrecha cada vez más el cerco a la ciudad. El Gobierno no quiere perder uno de sus puertos más prósperos. Cartagena es bombardeada. Está sitiada por tierra y por mar.
Ante esta circunstancia se decide enviar una misiva al gobierno americano solicitando incorporar el Cantón de Cartagena a a su estado. Antes de que a los americanos les de tiempo a responder se produce la rendición definitiva, el 12 de enero del 74. Tras poco seis meses, más de 300 edificios destruidos y cientos de muertos, con un grupo de líderes cantonales fugados a bordo de la fragata Numancia, que consiguió llegar al puerto de Orán, la historia del Cantón de Cartagena llegaba a su fin. O no: entre el 1987 y el 1991, el Partido Cantonal de Cartagena gobierna con diez concejales y con Antonio Vallejo Alberola como alcalde. Y, aunque a día de hoy no tienen representación en el Ayuntamiento, siguen presentándose a las elecciones.
HBO y BBC han anunciado la fecha de estreno de la esperada nueva adaptación de la obra de Philip Pullman, 'La materia oscura'. La ambiciosa serie, que cuenta con nombres como James McAvoy o Lin-Manuel Miranda en su reparto, aspira a convertirse en uno de los grandes éxitos televisivos del año.
La gran apuesta del año
No será fácil conseguir el éxito, como tampoco ha sido sencilla la gestación de la serie. Jack Thorne, guionista y adaptador de la obra, confirma que la serie era difícil de adaptar y que escribió docenas de borradores para el primer episodio.
“Nos escribíamos artículos entre nosotros sobre las ideas diferentes que teníamos para la serie. Queríamos hacer un doctorado en la obra de Phillip Pullman y creo que lo conseguimos. Escribí 46 borradores del episodio piloto para encontrar la mejor manera de contar esta historia de la manera más elegante posible".
"Su densidad es una bendición y una maldición, y por eso resulta tan excitante. A veces, cuando estás haciendo una adaptación de algo, llega un momento en que sabes todo lo que hay que saber. En este caso eso no sucede. Es un espectáculo muy desafiante, pero también glorioso para escribir ", afirma el guionista.
Por su parte, HBO y BBC, confirman la fecha de estreno para el próximo 4 de noviembre, así como una tanda inicial de 16 episodios divididos en dos temporadas. Philip Pullman es un tesoro nacional británico y los libros aparecen en el plan de estudios nacional, lo que hace que 'La materia oscura' no sea "otra serie" y tenga una presión diferente al resto.
Tempo de lectura: 3 min. ‘Trece estampas da traizón. 80 anos da súa publicación’ é un proxecto expositivo que este mércores 11 a USC e a Fundación Luis Seoane...
Tempo de lectura: 2 min. Un dos grandes tesouros do Museo da Catedral de Santiago de Compostela é a súa colección de tapices e artes textis. Nela se conservan...
Antes de que los nazis popularizasen el milenario símbolo de la esvástica, las flappers la pusieron de moda, luciéndola en sombreros y vestidos, y bailando con ella. Hubo hasta una «Reina de la Esvástica» negra
Las ciudades de medio mundo habían sido arrasadas en una lluvia de fuego como nunca antes se había visto. Junto con la Primera Guerra Mundial, que dejó un panorama desolador de mutilados, edificios destruidos y miedo, se extendió una ola de pesimismo. El mundo, por vez primera, tomó una apariencia aterradora. Las máquinas de matar eran cada vez más poderosas, la pobreza azotaba y llegó la inflación y el desplome bursátil. Sin embargo, los años venideros, durante el periodo de entreguerras, vivieron un auge de fenómenos de exaltación de lo que la noche traía. Los radicalismos estéticos iban de la mano de filosofías vitalistas ideales para un mundo cada vez más frenético. Las flappers estadounidenses, surgidas en aquellos años, fueron feministas y transgresoras. Salían juntas sin hombres, usaban faldas cortas, no llevaban corsé, lucían un corte de cabello especial (el popular bob cut) y escuchaban jazz. También usaban mucho maquillaje, bebían licores fuertes, fumaban en público, conducían, con frecuencia a mucha velocidad, y tenían otras conductas que se alejaban de la norma. De pronto,en medio de aquel ambiente un símbolo se puso de moda: la esvástica, el ancestral símbolo asociado a la felicidad y prosperidad que en unos años sería adoptado por los nacionalsocialistas alemanes. Las flapperslucieron esvásticas en sombreros o chaquetas, incluso se diseñaron alfombras y colgantes con esvásticas que pretendían atraer la fortuna frente al desánimo guerrero y apocalíptico. Hubo hasta una «Reina de la Esvástica» negraen 1932, justo cuando la moda y aquel estilo de vida empezaban a desaparecer por culpa de la Gran Depresión.
La actriz Helen Ferguson con un sombrero con esvástica en una imagen promocional (Motion Picture Magazine. Agosto de 1921- Enero de 1922)
La K-R-I-T Motor Car Company, que usaba una esvástica en su logo, fue una fábrica de automóviles de Detriot que funcionó entre 1909–y 1916
The Oklahoma Boys, una banda de country que usaba la esvástica en sus trajes
LA FLAPPER QUE LA PUSO DE MODA
«La imagen en realidad fue tomada un poco antes, el viernes 13 de abril de aquel año, con lo que una supersticiosa Bow se protegía así de la mala suerte»
La famosa actriz de cine mudo y prototipo de chica flapper Clara Bow, en junio de 1928, en la cima de su popularidad, apareció en The New Yorker luciendo un sombrero adornado con varias esvásticas, mientras se rodeaba de polémica por su alcoholismo y abuso de drogas. En el artículo se alude únicamente a que Bow ha adoptado el «símbolo indio» de la esvástica. Al parecer, la imagen en realidad fue tomada un poco antes, el viernes 13 de abril de aquel año y publicada en Los Angeles Times, con lo que una supersticiosa Bow se protegía así de la mala suerte. Cuatro años más tarde, Bow no quiso llevarla durante un viaje a Alemania.
La actriz y flapper Clara Bow con una esvástica cosida a su sombrero, años veinte
Original de la noticia y fotografía de Bow (The New Yorker, 6 de junio de 1928)
La «Reina de la Esvástica» (1932). Fotografía: Donna VanDeerZee
Flappers con esvásticas en su suéter bailan charleston (1920)
Parte de atrás de la fotografía anterior con los nombres de la pareja de flappers
«Y hasta la Coca-Cola la utilizó. Asociado a la fortuna del amor, se comercializó como fetiche en San Valentín.»
Moneda acuñada en 1932 para celebrar el final de la Depresión
Las llaves se encuentran mejor si llevan una esvástica. Anuncio en The New Yorker (1928)
LAS CHICAS DE LOS PALOS DE HOCKEY
Al mismo tiempo, continuando una tradición que había comenzado años antes, varios equipos deportivos convirtieron la esvástica en su símbolo absoluto, como las Fernie Swastikas, un equipo femenino de la Columbia Británica de hockey que era como la versión flapper de un deporte dominado por hombres. En 1923, cuando la esvástica ya había sido adoptada por los nazis, aunque pocos la conocían fuera de Alemania, ganaron un campeonato.
Fernie Swastikas (1923)
Las principales jugadoras de las Fernie Swastikas junto a su entrenador y la copa que ganaron (1923)
Fernie Swastikas (1922)
Las chicas de la esvástica era una respuesta en clave femenina a otro equipo, esta vez masculino y célebre, fundado unos años antes, los canadienses The Windsor Swastikas, surgidos en 1905 y que en 1916 ya habían dejado de existir. Ese mismo, tomó el relevo un equipo de mujeres, las Edmonton Swastikas del estado de Alberta, que también tenían en su equipamiento una esvástica rodeada por un círculo a modo de escudo. De pronto, la esvástica parecía estar en todas partes: los soldados estadounidenses de la 45ª División de Infantería, la lucían en su hombro, una cruz gamada dorada sobre un rombo rojo, que a su vez la habían tomado de una insignia religiosa de los indios nativos americanos que la división adoptó en su honor. Luego, sin embargo, quizás conscientes de la confusión que podía provocar, la sustituyeron por el «pájaro de la tormenta». Y hasta la Coca-Cola la utilizó. Asociado a la fortuna del amor, se comercializó como fetiche en San Valentín.
El equipo indio de baloncesto Chilocco Indian Agricultural School (1909)
KIPLING Y SU OBSESIÓN POR LA ESVÁSTICA
Claro que para entonces la esvástica se había visto tanto que hasta el escritor Rudyard Kipling, influenciado por la cultura de la India, tenía una esvástica en la cubierta de todos sus libros, asociándola a su significado de símbolo que atrae la felicidad y la fortuna, concretamente del sáncristo, que quiere decir «bueno ser». Kipling había nacido en la India, pero la versión que utilizaba, el símbolo orientado a la izquierda, no se llamaba esvástica, sino sauvástica. Sin embargo, esta costumbre terminó cuando los nazis se apropiaron del símbolo.
Hasta en España era un símbolo de poder y espiritualidad, incluso cuando los nazis alemanes ya lo habían asumido, aunque aquí no era bien conocida hasta que estos se hicieron con el poder en 1933. Cuatro años antes, el 2 de julio de 1929, el periódico La Nación, publicó un relato de Edmund Romazieres titulado El Castillo del Miedo que decía: «En el cuello de la guerrera llevaba una esvástica, ese signo misterioso venido a Europa desde Oriente», asociándolo a la fortuna. Más tarde, con la llegada del Tercer Reich, el símbolo tomó otro cariz y el mundo enmudeció.
Paru Itagaki se trata de una de las autoras de manga más destacadas del panorama actual. Gracias a Beastars, y sobre todo a sus personajes, que desfilan por sus viñetas, la mangaka originaria de Tokio ha logrado de cautivar a miles de lectores, más allá del país nipón. Además de la cantidad de premios que ha recibido la obra, este año se estrenará la adaptación animada del manga culminando el exitoso camino de la autora. Ramen Para Dos tuvo la oportunidad de hablar con ella en el XXIV Salón del manga de Barcelona y donde pudimos conocer a la autora bajo la máscara.
Posiblemente, el paso de Paru Itagaki por el evento de la ciudad condal sea uno de los más recordados en sus casi 25 años de historia. Principalmente, por la máscara inspirada en uno de los personajes de su obra, la gallina Legom, con la cual apareció en los distintos actos públicos preservando su identidad. Sin embargo, cuando pudimos charlar con ella, nos encontramos con una autora muy profesional y, sobre todo, consciente de su papel como mangaka en la sociedad.
Beastars se publica en la revista adolescente Weekly Shonen Champion de Akita Shoten desde 2016 y, hasta la fecha cuenta con 14 volúmenes recopilatorios. Esta historia desarrollada en un mundo de animales antropomórficos que viven casi en perfecta armonía, comienza con el asesinato de la alpaca Tem. En seguida, todas las miradas se centran en el carnívoro más cercano al joven y que no es otro que Legoshi. Sin embargo, el lobo gris se trata de una persona sensible y taciturna incapaz de matar a nadie, representando totalmente lo opuesto a lo que sería un fiero carnívoro. «A pesar de las historias trágicas que se pueden ver en la obra, quiero mandar un mensaje de esperanza a los lectores». Por este motivo, la historia está protagonizada por un personaje como Legoshi y cuya visión del mundo reconoció la autora, «refleja fielmente el mensaje que quiere transmitir».
«En cualquier época histórica siempre ha habido discriminación y prejuicios dentro de la sociedad humana»
A pesar de la candidez del dibujo, la historia trata temas como el bullying, la discriminación, los prejuicios…, desde un punto de vista muy realista a pesar de la apariencia animal de sus personajes. «En cualquier época histórica siempre ha habido discriminación y prejuicios entre los seres humanos». Por este motivo, la autora confiesa que si quiere dibujar una historia donde trate temas universales, sobre todo conflictos, «son temas que no solo no se pueden evitar sino que, incluso, tienen que aparecer».
Uno de los aspectos más llamativos del manga es su dibujo, con un estilo muy marcado y, principalmente, por la apariencia animal de sus personajes. «Desde pequeña siempre he estado dibujando animales. Ahora que soy adulta me siento mucho más cómoda dibujando personajes animales que humanos». Por este motivo, rara es la ocasión en la que se la ve dibujando personajes humanos a través de sus redes sociales, donde la autora es muy activa.
A la hora de elegir una especie u otra para crear un personaje, la autora se basa en distintos criterios. Por un lado, el número de especies carnívoras o herbívoras. «Siempre intento que el número de uno y otro estén equilibrados». Por otro lado, el desarrollo de la propia historia. «Por ejemplo, dependiendo de lo que quiera contar elijo a la especie que mejor se adecúe a la historia». Paru Itagaki nos puso el ejemplo del tomo ocho, donde la historia adquirió un tono más oscuro en la trama. Debido a esto se le ocurrió la idea de introducir un personaje alegre y guapo que diera un toque cómico a la trama. Así nació, el personaje de la cabra Pina.
«Mi objetivo es que cada personaje encuentre su lugar en el mundo»
Por tanto, como se puede ver, en la historia hay una armonía entre todas las especies, tanto carnívoros como herbívoros. A pesar de todo, Itagaki afirma que siempre trata de enfrentar esta «utopía» a nuevos conflictos por una razón muy concreta. «Mi objetivo es que cada personaje encuentre su lugar en el mundo».
Hasta el momento, Beastars ha cosechado varios premios importantes como el Manga Taisho o el Kodansha Manga Award, algo por lo que Paru Itagaki se muestra totalmente agradecida, aunque también ha recibido ambos galardones con humildad. «Lo importante para un mangaka no es recibir premios, sino seguir dibujando cada día de la misma manera y continuando su propio camino».
Concluimos la entrevista, no sin antes preguntarle cuántos tomos cree que tendrá finalmente Beastars. «Me gustaría que la obra tuviera como mucho veinte tomos«. Por lo que el final de la obra está cada vez más cerca. No obstante, la huella que dejará este manga será bastante profunda ya sea por su estética, por sus personajes y, sobre todo, por su mensaje. Pues mucho nos queda que aprender del tierno Legoshi. Por todo esto, le agradecemos a Paru Itagaki el tiempo que nos ha dedicado en la entrevista.
FICOMIC, en colaboración con Tezuka Productions y el Festival de Angouleme, se enorgullece en anunciar la exposición oficial de Osamu Tezuka para el 25 Manga Barcelona. Una exposición con alrededor de 200 originales del «Dios del Manga». La exposición abrirá sus puertas el 31 de octubre en el Museo Nacional de Arte de Catalunya (MNAC) y estará abierta al público hasta el 6 de enero.
La exposición, que llegará por primera vez a nuestro país, realiza un repaso grande de toda su carrera del maestro Tezuka, desde sus orígenes hasta sus obras más recientes a través de ilustraciones y páginas dibujadas por el propio mangaka. La exposición llega en colaboración con el Festival deAngouleme, siendo inédito en muchos países todavía.
Además, la exposición contará con una inestimable presencia de Macoto Tezuka, el hijo del «Dios del Manga», quien inaugurará dicha exposición de Osamu Tezaka. La organización llevaba trabajando y hablando con Makoto desde hace tiempo. Director de animación para Tezuka Productions, Makoto Tezuka trabaja actualmente en la adaptación de Barbara, de Osamu Tezuka, y cuenta en su haber con títulos como Hoshikuzu kyôdai no densetsu, Hakuchi, Shinkuronishiti y el clásico Black Jack.
La exposición tendrá una entrada de 5€, aunque presentando la entrada del 25 Manga Barcelona el precio será de 3€. También se anuncia el acceso gratuito para la tarde del sábado del Manga Barcelona, que será el 5 de noviembre y el domingo 6 de noviembre. Todavía queda por definir los horarios de apertura de la exposición de Osamu Tezuka, los cuales se darán a conocer lo más pronto posible.
La organización del 25 Manga Barcelona anunciará más cosas y exposiciones en las próximas semanas, las cuales harán de esta edición del Manga Barcelona única, con motivo del 25 aniversario de la feria.
Del 31 de octubre al 3 de noviembre tendrá lugar en la Fira de Barcelona Monjuït la 25 edición del Manga Barcelona, conocido anteriormente como Salón del Manga de Barcelona. Este año el evento ocupará los pabellones 1,2 3 y 4 más la Plaza Universo del recinto de la Fira. La programación del Manga Barcelona contará con más actividades, exposiciones y escenarios temáticos. Este año ,con el motivo del 25 aniversario, hay programadas exposiciones sobre la historia del evento y actividades relacionadas, como un rally quest donde conseguir sellos que homenajean los 25 carteles oficiales de su historia.
I know what you're probably thinking: "Is this another Control Freaks album already?!" You're damn right it is, and it's truly an occasion worth celebrating! Take the day off and blare this thing until the neighbors beg to come over! She's The Bomb follows 2017's (rightfully) acclaimed debut Mindless Entertainment. It's out today on Slovenly Recordings - the planet's preeminent record label for shit-hot garage punk rock and roll!
If you've been keeping score at home, you're likely aware that The Control Freaks released an impressive four singles in between albums. If you missed some or all of them, Greg Lowery and the gang have got you covered. Ace 7" tracks "I Hate Your Face", "Hate List", "I Am Crime", and "Don't Mess With Jessica" all appear on the new album. It would have been kind of a shame if they didn't, because they are killer tunes! But fear not: if you have been a loyal Control Freaks supporter and dutifully kept up with every new release, there are still plenty of new songs on She's The Bomb that'll knock your socks off. I would describe this album as the best of everything Greg Lowery has ever been about. In these songs, I can hear the budget rock spirit of Supercharger, the genius dumb songwriting of The Rip Offs, the '77-style punk leanings of The Infections, and the gleeful snottiness of the Zodiac Killers. And with covers of lesser-known first wave punk classics quickly becoming a signature of this band, you'll be delighted to discover that this album features not one but TWO covers of Aussie '77 punks Babeez! (I checked the rule book: this sort of maneuver is extremely rare but completely legal!)
As good as Mindless Entertainment was, She's The Bomb totally blows it away (no pun intended, I swear!). The Control Freaks have fully hit their stride, and Lowery's chemistry with singer/guitarist/keyboardist Sherrilynn Nelson is a joy to behold. Whereas there were three or four tracks that really stood out for me on Mindless Entertainment, She's The Bomb is stacked with smash hits from start to finish. And Nelson's zippy keyboards definitely add something cool and new to the Control Freaks sound. Given that I am striving to be less prone to hyperbole in my old age, I won't come out with some sort of "this is the best record that Lowery has ever put his name on!" type hot take. But I will say that this album is very comparable to the classic records he's had a hand in creating. If the title track sounds like the perfect combination of Supercharger and The Rip Offs, doesn't that make total sense? "Tell Me Why" ought to elicit a "Hell yeah!" from any diehard budget rocker, while "Time's Up" is such a prime slice of sing-along '77 punk that The Control Freaks might accidentally cover it someday. "Creep You Out" gives me the same goosebumps I got the first time I dropped the needle on Kill...The Infections. The only thing preventing "Hate List" from being adopted as the new national anthem is that "I Hate Your Face" might be an even better choice.
After nearly 30 years of being top dog in the garage punk world, Greg Lowery shows no signs of passing the torch or changing his approach to music. And why would he if can continue to make records this awesome? I suppose if you're looking for musical innovation, state of the art production, or deeply sensitive lyrics about the frailty of humankind, you might take a pass. But if you're dying for a fucking perfect garage punk album, She's The Bomb is exactly what the doctor ordered! First aid kit sold separately.
Se cumplen cien años del nacimiento de H. G. Oesterheld, uno de los más grandes autores de cómic de Argentina y guionista de El Eternauta. Aprovechando la efemérides, analizamos algunas de sus obras y el impacto de la evolución ideológica del guionista en sus páginas. Oesterheld fue ejemplo perfecto de cómo vida y obra pueden ser casi una misma cosa.
Héctor Germán Oesterheld nació hace cien años, el 23 de julio de 1919, y fue secuestrado, torturado y asesinado por la dictadura argentina en algún momento entre finales de 1977 y principios de 1978. En el transcurso de su vida, escribió centenares de guiones de historieta, que dibujaron algunos de los mejores artistas de la época, desde Hugo Pratt hasta Alberto Breccia, pasando por Francisco Solano López. Su abrumador legado lo convirtieron en el más grande autor de cómics de Argentina, idolatrado por sus contemporáneos e influyente en la siguiente generación de guionistas.
Se suele decir de su obra que anticipó el concepto de cómic adulto, con historias más maduras y personajes complejos, así como un posicionamiento político más determinante. Su figura, muy estudiada por varias generaciones de teóricos argentinos, parece siempre en permanente revisión: las lecturas de sus obras no se agotan nunca. Uno de esos investigadores, Pablo Turnes, ha advertido de la imposibilidad de analizar la obra de Oesterheld como algo separado de su destino final, al que lo llevó la militancia en el grupo de extrema izquierda de Montoneros. La tentación de interpretar su obra como una elaborada alegoría que explique su vida nos puede alejar del análisis más ajustado. Pero, al mismo tiempo, su radicalización política influye en sus tebeos, y eso es algo que tampoco puede obviarse. En los próximos párrafos vamos a intentar manejar esta aparente contradicción.
Las primeras obras
Oesterheld destaca por tener claras dos cosas que resultan fundamentales. La primera, la conciencia de que la historieta es un medio digno, que le permite, además, llegar a un público masivo; la segunda, la necesidad de realizar historias vinculadas a lo local. Laura Fernández, autora de Historieta y resistencia: Arte y política en Oesterheld (1968-1978) (2012), explica en su libro que,hasta entonces, el género de aventuras era algo vinculado con lo anglosajón: la localización de una historia en un ámbito doméstico se habría percibido, seguramente, como cutre. Sin embargo, Fernández cita a Juan Sasturain, célebre teórico argentino, quien señala que Oesterheld consiguió, a partir de los años cincuenta, lo que entonces parecía imposible: trasladar la lógica del género de aventuras a lo local.
En las páginas de sus primeras obras célebres, como el western Sargento Kirk (1952) —con Hugo Pratt—, esto aún no es así, pero ya se aprecia un tratamiento que luego se hará aún más marcado en grandes éxitos como Sherlock Time(1958) o Mort Cinder(1962-1964) —ambas en colaboración con Alberto Breccia—, que se aleja levemente del modelo de la tira de prensa norteamericana de los años treinta. Oesterheld demuestra, en palabras del teórico Óscar Masotta en La historieta en el mundo moderno (2018), “una ideología menos repudiable”. La obra de Oesterheld estaba llena de valores, de denuncia de la injusticia y empatía por el débil. Sus héroes eran más humanos, más falibles, y buscaban el bien común. Era un “humanista socialista”, como lo ha llamado Turnes, pero aún lejos de una postura política radical. De hecho, si tomamos suficiente distancia y evitamos el marco desde el que Masotta y muchos otros juzgaban la producción cultural yanqui, la visión que tiene Oesterheld en estos años está tan lejos de la que puede mostrar Harold Foster en Prince Valiant o, incluso, Víctor Mora en Capitán Trueno.
Pero, ¿se adelantó realmente Oesterheld a su época con los cómics que escribía? En mi opinión, no tanto como a veces puede leerse. Es cierto que su trabajo tenía una marca autoral bastante rara en el cómic de los años cincuenta, pero, en el fondo, se está moviendo en los parámetros de la ciencia-ficción de su momento, de la que era un gran consumidor. Una ciencia-ficción cuyo público ya no eran solo niños, y que tenía ciertos componentes de crítica social, pero siempre subordinada a la aventura y a la acción. Por lo demás, Oesterheld y sus colaboradores seguían constreñidos por las limitaciones de formato y por la serialidad, impuestas por el mercado y por las revistas donde publicaban sus historias.
Llega El Eternauta
En 1956, junto a su hermano, Oesterheld funda una editorial propia: Nueva Frontera. Y comienza a publicar la revista Hora Cero, donde serializa otra de sus grandes creaciones, de nuevo en colaboración con Pratt: Ernie Pike(1957), sobre las peripecias de un corresponsal de guerra durante la Segunda Guerra Mundial. Ese mismo año, Oesterheld comenzaba a publicar por entregas su obra más célebre: El Eternauta(1957-1959). El impacto de esta historia fue enorme, sin comparación con cualquier otra obra del autor, o de otros autores. La libertad creativa que suponía ser su propio editor le permitió plantear una saga de cientos de páginas, pero que tuvo que publicar, no obstante, en entregas de tres.
La obra contaba la historia de un viajero temporal, Juan Salvo, que visitaba al propio guionista en su despacho, procedente de tres años en el futuro, de 1963, momento en el que Argentina tendría que hacer frente a una cruenta invasión extraterrestre. La obra ocupa un justo lugar como clásico del cómic, pero, siendo sinceros, el lector actual tendrá que hacer un ejercicio de contextualización importante para disfrutarla. Para empezar, porque el dibujo de Solano López respondía entonces a la estética de la tira de prensa norteamericana de los años treinta de corte realista, con el agravante de que el formato en dos tiras por página apaisada no le permitía muchas florituras. Pero también porque hay toda una serie de recursos en la narración que han envejecido mal, como el abuso de los textos, la presencia de excesivos bocadillos de pensamiento o la tendencia a sobreexplicar todas las situaciones y explicitar las opiniones de los personajes principales. Muchos de los textos de apoyo resultan, desde una concepción moderna del lenguaje del cómic, irrelevantes, pues se limitan a describir lo que ya estamos viendo.
Sin embargo, si se salvan este tipo de convenciones propias de la época, lo que encontraremos será una aventura con un buen sentido del ritmo y mucha emoción: la sensación de peligro es constante, así como la certeza de que los protagonistas se están enfrentando a un enemigo imbatible, abrumador. Además, hay momentos de incuestionable poesía, comenzando por la icónica nevada con la que empieza la historia, y continuando por la poderosa imagen del Eternauta con su traje de buzo y su fusil. Pero también encontramos momentos inolvidables en los Manos, esos enemigos que, en cierto momento de la historia, descubrimos como víctimas de los verdaderos villanos, los Ellos. A un nivel más técnico, el juego metatextual no es desdeñable: Oesterheld maneja la conversación entre personaje y autor de un modo inteligente, y que, en la segunda parte de la obra, le permitirá dotar a al Germán de ficción de un mayor protagonismo.
La lectura política de El Eternauta debería hacerse desde una posición cauta. El alcance que ha adquirido la obra —como se dice en el documental La mujer del Eternauta(2011) de Adán Aliaga, se trata del “mito más poderoso que ha generado la narrativa argentina en la segunda mitad del siglo”—, el uso reivindicativo de la imagen de su protagonista y la radicalización posterior de Oesterheld pueden llevarnos a ver cosas que, en realidad, no están presentes, al menos no de una forma significativa. Es cierto que durante todo el relato se exacerba esa empatía y defensa de los oprimidos que el guionista había mostrado ya en obras anteriores, y que el inmenso poder del invasor puede interpretarse como una alegoría de muchas cosas: el imperialismo, el fascismo, el capitalismo… pero nada claro se nos dice, en realidad.
La idea de un hombre solo enfrentado a una maquinaria bélica terrorífica no era original ni propia únicamente de los creadores de izquierda, aunque es cierto que aquí se hace más énfasis en la necesidad de apoyos, en la fuerza del ser humano cuando colabora con sus semejantes. Es curioso cómo, llevado por su ideología, Oesterheld escribió en 1975 que el verdadero héroe de El Eternauta es el héroe colectivo, aunque tal y como ha señalado Laura Fernández, en realidad la trama sigue protagonizada por el Eternauta, quien lleva, además, el peso de la voz narradora. El resto de los personajes cumplen roles de mero apoyo o de rivalidad.
Hay muchos elementos que, a posteriori, pueden leerse en una clave reivindicativa política, pero que son tropos preexistentes en la ciencia-ficción. Por ejemplo, se ha señalado que los Ellos, invisibles como son, podrían representar a los poderes fácticos, siempre en la sombra, que manejan a todos los demás villanos de la historia como si fueran marionetas y víctimas. Pero no deja de ser un recurso que hemos visto en muchas obras de ciencia-ficción, incluyendo innumerables películas de serie B americanas donde “la amenaza invisible” se refería al comunismo. Así que hay que andarse con cuidado para no atribuir a El Eternauta más valores políticos de los que tiene y de los que quiso dotarlo Oesterheld, si bien es cierto que no puede olvidarse el contexto político: Perón había sido desalojado del poder en 1955 mediante un golpe violento.
El compromiso político se intensifica
Cosa muy diferente es el material producido por Oesterheld tras el cierre de Editorial Frontera en 1961. En esa época, el guionista toma verdadera conciencia del potencial de la historieta como herramienta de difusión de ideología. Es un elemento importante en los estudios teóricos sobre el medio en Argentina, que lo relacionan con la neovanguardia, con un eje central: el antiimperialismo. Esto era un valor claro para un Oesterheld que, con el paso de los años, fue adquiriendo un mayor compromiso político.
En cualquier caso, en esa década Oesterheld empieza a compaginar obras de aventuras para editoriales como Yago con otras de no ficción. La más importante de estas aparece en 1968, punto de no retorno en la evolución política del escritor y momento a partir del cual toda su obra estará teñida de su posición ideológica. Se trata de Che, una biografía de Ernesto “Che” Guevara dibujada por Alberto Breccia, con algunas páginas de su hijo Enrique, para la editorial Jorge Álvarez. Se trata de una obra de clara intención propagandística, en la que el protagonista se presenta como un héroe revolucionario. En el contexto de la Argentina de la época, bajo la dictadura de Onganía, la obra generó mucha controversia, hasta el punto de que la edición fue secuestrada y Oesterheld investigado. Por primera vez, su trabajo le ponía en el punto de mira de los militares, cosa que no había ocurrido con El Eternauta.
En 1969, se comienza a publicar en la revista Gente una nueva versión de El Eternauta, esta vez con dibujos de Alberto Breccia. La lectura de esta obra es una experiencia extraña: da la sensación de que el guión de Oesterheld va por un camino que no se cruza con el que sigue Breccia, hasta el punto de que, muchas veces, uno no es capaz de entender qué está pasando en una viñeta si no lee el texto explicativo de Oesterheld. Breccia, desatado, se dedica a jugar con abstractas manchas de tinta, collages y técnicas mixtas, que resultan muy atractivas visualmente, pero convierten la historia del guionista en un galimatías. Tanto fue así que el editor decidió cancelar la publicación, de modo que solo les dio tiempo a concluir la historia en unas pocas páginas, que, mediante enormes bloques de texto, resumen toda la trama. Pero, en esencia, era la misma que en la obra original.
Se ha dicho con frecuencia que esta versión resulta mucho más politizada y explícita que la original; sin embargo, la manera en la que terminó —con solo 64 páginas— hace muy difícil adivinar hasta qué punto habría llegado Oesterheld. Pero sí se encuentra un diálogo entre Juan Salvo y su amigo Favalli, en el que este le explica al protagonista que las potencias del mundo han llegado a un acuerdo con los extraterrestres para cederles Sudamérica, que queda a su suerte, y añade una proclama: “Si en verdad los grandes países nos tuvieron siempre atados de pies y manos… El invasor eran antes los países explotadores, los grandes consorcios… Sus nevadas mortales eran… / … la miseria, el atraso, nuestros propios pequeños egoísmos manejados desde afuera… Por nuestra propia culpa sufrimos la invasión, Juan, nuestra culpa es ser débiles, flojos, por eso nos eligió el invasor”. Unas páginas más tarde, se compara la batalla contra los invasores extraterrestres con las batallas reales de Chacabuco —episodio que también llevaría al cómic Oesterheld poco después— o Maipú, lo que subrayaba aún más el paralelismo.
Los siguientes años resultan políticamente muy convulsos: en 1972 vuelve Perón, y consigue ganar las siguientes elecciones en 1973. La violencia política seguía siendo un problema y el peronismo se fragmentaba cada vez más. En ese contexto, Oesterheld publicó varias obras de marcado compromiso ideológico, entre ellas, 450 años de guerra contra el imperialismo, junto a Leopoldo Durañona, uno de los discípulos de Breccia. La obra se serializa en El Descamisado, una publicación de izquierda que nació como medio oficioso de la organización revolucionaria de Montoneros, una organización radical que partía del peronismo pero que acabó marginado de este, y que terminó pasándose a la clandestinidad. Su meta final era la revolución socialista, y, para ello, no renunciaban a la violencia. De hecho, habían llevado a cabo varios atentados contra cargos militares y policiales. La serie de Oesterheld y Durañona, de carácter propagandístico, interpreta la historia en una clave ideológica que es la misma que había explicado Favalli en su discurso de El Eternauta de 1969, y que estaba en total sintonía con la la lectura histórica de Montoneros.
El Eternauta en Montoneros
En marzo de 1976 hubo otro golpe militar en Argentina, que implantó una nueva dictadura, que se denominó “Proceso de Reorganización Nacional”, y que inició una represión sistemática de los opositores políticos de la izquierda revolucionaria. Oesterheld, siguiendo los pasos de sus cuatro hijas, había ya ingresado en Montoneros, como agente de prensa. El guionista, como sus hijas, había decidido pasar a la clandestinidad, desde donde trabajó en los guiones de El Eternauta II, de nuevo con los lápices de Francisco Solano López. La trama retoma el final de la primera parte, con Germán encontrándose de nuevo con Juan Salvo, su mujer y su hija, y todos viajando súbitamente a un futuro en el que Argentina había sido arrasada por los extraterrestres. Algunos grupos muy reducidos de humanos subsisten en una nueva edad de piedra. El Eternauta, junto con Germán, intentará ayudarles a luchar contra los extraterrestres, gracias a sus nuevos superpoderes.
En este caso, la serie será publicada por entregas en la revista Skorpio, durante 1976 y 1977, en un formato vertical. Oesterheld y Solano demuestran haber evolucionado mucho en su estilo, con una narrativa más ágil, textos más medidos y un sentido gráfico más espectacular en las muchas batallas que se suceden, aunque la construcción psicológica de los dos personajes principales siga siendo importante.
El retrato de sí mismo que hace Oesterheld es extraño: Germán es un tipo solitario, que afirma no tener familia, y que encuentra una en el grupo de resistentes. Es tentador hacer el paralelismo con el Oesterheld real, al que estaban arrebatando su familia y que se veía obligado a vivir escondido. El mayor cambio en el tono de la obra con respecto a la original tiene que ver con el uso de la violencia en un contexto de lucha armada: los personajes son mucho más belicosos, se lamentan menos de la crueldad de la guerra y tienen un discurso más revolucionario. De hecho, a partir de cierto momento, el personaje de Juan Salvo da un giro muy radical en su forma de actuar —tanto que, inevitablemente, chirría a nivel narrativo— y se comporta como un militar sin escrúpulos, capaz de trazar planes que implican el sacrificio de sus compañeros fríamente, en pos de la victoria final. Llega al punto de sacrificar a un grupo de defensores entre los que se encuentran su mujer y su hija, que mueren en la batalla sin que él las auxilie, porque el plan que ha preparado para lograr vencer al enemigo y proteger a los jóvenes y a las mujeres es lo más importante.
Desde que pasara a la clandestinidad, Oesterheld entregaba los guiones en la editorial mediante terceras personas, o pasándose él mismo de incógnito, a horas intempestivas. Solano López, quien no estaba de acuerdo con el giro ideológico del relato, recibía después esos guiones para dibujarlos. La serie la terminó desde el exilio del dibujante en Europa, mientras Oesterheld ya había sido secuestrado. Los últimos guiones, según alguna versión, los dictó por teléfono; Solano López los recibía después transcritos, y alguna vez ha manifestado sus dudas sobre el verdadero autor de la obra, aunque no pasa, hasta donde sabemos, de una mera sospecha sin contrastar.
Quién sabe en qué estado escribió Oesterheld aquellos guiones, mientras veía cómo sus hijas desaparecían una a una, secuestradas y asesinadas por la dictadura, con el país envuelto en un clima de violencia cada vez mayor. ¿Estaba el guionista haciendo un ejercicio de catarsis, convenciéndose —y convenciéndonos— de que esos sacrificios no eran en vano? ¿Era la actitud del Eternauta un reflejo de la suya propia, o una manera desesperada de racionalizar su tragedia mediante la lógica resistente revolucionaria? Nunca lo sabremos. Antes de que finalizara la publicación de esta última obra, Oesterheld fue localizado y secuestrado, y permaneció prisionero, bajo tortura, hasta algún momento de comienzos de 1978, en el que fue asesinado.
El resto, lo sabemos: su muerte se convirtió en un símbolo, como lo fue el Eternauta, empleado incluso en campañas electorales a partir de 2009, cuando varios grupos peronistas crearon la figura del Nestornauta, que superponía el rostro de Néstor Kirchner al icónico dibujo de Solano López. Por cuestionables que sean estas maniobras, la obra de Oesterheld y sus colaboradores queda para siempre, abierta a interpretaciones y lecturas, controvertida y nunca resuelta del todo.
Por se ninguén se dera conta, é xusto e necesario lembrar que os bares compren unha ou/e dúas ou máis funcións sociais importantísimas. Por exemplo, teñen un papel dinamizador fundamental, especialmente nos pobos, aldeas e nos concellos máis pequenos como afirma, a boca chea, Gonzalo «Big Moe» do Argentinos Burguer. Ata a Estrada hai que ir para que nos corroboren que os bares son “a rede social máis antiga do mundo! (manda carallo!) Ou polo menos para os que pensamos con visión moi de pobo. Nós aquí seguimos indo de bares, é un costume. Nunha cidade é máis difícil que establezas conversación con alguén, pero nunha aldea, vese máis. Se es asiduo a un bar, acabas falando con todos e coñecéndoos a todos ou case! Eu vou sempre ao bar da miña amiga Silvia e aínda que non estea ningún dos meus amigos, vou falar con alguén seguro! Coa dona, co patrón que está tomando os viños, cos que están xogando as cartas… En Galicia séguese mantendo ese costume. O de ir de bares é algo moi característico de aquí, eu creo. O último en pechar nun pueblo, sempre é o bar! Temos sorte de que aínda que temos soldos baixos, todos sacamos algo para ir tomar unha caña, de cando en vez… Igual tamén inflúe que temos nove meses de inverno e que chove moito. (Nove ou catorce! Rimos a gargalladas, aínda que non sexa de rir). “Ir de bares é unha vía de escape. Cando chegaron aquí meus pais, os aniversarios dos nenos facíanse nos bares. Na Arxentina só ían os adultos aos bares… Co cal xa é cultural. Aquí da igual que sexa martes, que mércores…».
Os bares forman parte da axenda local e persoal. «Vas vendo como está o mercado, se vai ser frouxa a fin de semana… E fas cousas! Nós xa temos actividades fixas ao longo do ano: ‘A noite do xersei feo’, distintas xornadas gastronómicas como as Italianas, Irlandesas, as dos Estados Unidos, Mexicanas, Alemañas… E despois, dependendo da época, almorzos de San Valentín; noites de bingo; sesións vermú; ‘O enchenta’, que é unha festa gastronómica en exterior, en colaboración con outros locais da Estrada; ‘Xoves de viño en viño’, que é unha ruta para ir de viños pola Estrada, en colaboración coa Asociación da Hostalería; máis a Festa do Salmón, a Festa da Sidra… Todo isto serve para atraer xente de fóra, pero sobre todo para mover ao público local, iso é o primordial! A xente local, a xente de toda a vida. Que en xaneiro que chove, fai frío e gastaron todo en Nadal, pois que veñan!».
Gonzalo «Big Moe» (á dereita) durante outra ‘Noite do xersei feo’.
Aos da Revista Pincha gústanos moito que o Argentinos Burguer e o seu equipo prioricen a súa xente máis de preto, porque é parte da identidade do local e cando non es de alí e vas ás festas, ves ese ambiente do que logo che gusta formar parte. Creo que parte do problema da masificación turística ou da desaparición dos establecementos míticos, dos comercios locais, sucede cando priorizamos formas de consumir que son rendibles só a curto prazo e que non pensan na xeración de riqueza a longo prazo e cara aos cidadáns, nin fan país tampouco, evidentemente! Porque ti se vas a Estrada, por exemplo, e aínda que pareza unha parvada, non será mellor que te guíe alguén da Estrada? Home, ademais de parar na de Gonzalo eu chamo a Lorena e a Esteban, que tamén saben de bares!
Pero, sobre todo, e aquí incide moito Gonzalo en algo que eu non me decatara: «Os bares inflúen na maneira de culturizara xente en canto a gastronomía. Teñen a función de descubrirnos denominacións de orixe de viños, estilos de cervexas fóra dos habituais, gastronomías doutros mundos. Aquí na Estrada moitas xeracións probaron a súa primeira hamburguesa e o seu primeiro ‘perrito’ no Argentinos. As primeiras pizzas devolvíanas dicindo que era unha empanada mal feita (falamos do ano 1987 e en 2019 choramos da risa pensándoo… Faltiña de mundo e faltiña de papeo!). Unha das nosas tarefas, porque nos gusta probar, é meter en carta pratos doutros lugares. O que aquí pasou coas hamburguesas, agora mesmo pasa co ceviche, co sushi… E iso é cultura, tamén!».
Gonzalo convence a calquera, porque o sinte e lle apaixona o que fai! «A cociña é unha representación dunha sociedade. Que hai que máis represente a Galicia que o folk e a comida? O caldo, as orellas, as filloas… No mundo anglosaxón case comen por obrigación, pero aquí é unha festa! As familias xuntámonos ao redor dunha mesa. Co cal, no bar apréndense e ensínanse costumes diferentes, chegadas doutros sitios».
O proceso de elaboración dun prato estranxeiro leva á busca de ingredientes propios do punto de orixe, das receitas máis tradicionais e das asociacións ás mesmas, como festas ou datas especiais. Tamén leva toda unha serie de accesorios e abelorios que van a xogo con este elemento de comer. As comidas son parte da cultura e da identidade e, se as serven nos bares, logo eses establecementos serán axentes culturizadores!
Así que deixádevos de tanto ‘Tinder’ e ide de bares. Que comedes rico, coñecedes xente e con sorte atopádesnos a Gonzalo ou a min mesma e outra cousa ao mellor non, pero unhas risas has botare!
This is your occasional reminder that robots can't sew clothes, and that every garment you own - yes, even that $5 t-shirt - was stitched together by a person. [Twitter thread — view on Threadreader]
Some highlights:
The ubiquity of clothing makes it easy not to think about how the garments got there, where they came from.
Sewing machines need to be operated by skilled people. The variables inherent in sewing -- the quality of the fabric, the type of thread/stitching required, the applications of trims, etc. -- is why commercial clothing production can't be done by robots.
...I'd like to follow this with the occasional reminder that sewing is high skill work. Sewing is generally assumed to be low skill because women do it, and most of the women doing it professionally aren't white.
...[A] good way of starting to understand the clothing manufacturing process is through NPR's Planet Money T-Shirt project. It's a good introduction to the mass market garment industry.
...garment creation is an industry that has proven impossible to automate. Human intuition and dexterity when it coming to manipulating fabrics is difficult to program efficiently for a variety of reasons:
1. The variables of fabrics are vast. Fabrics have different levels of stretch, thickness and weaves. Fabrics can crease, fabrics can fold and there is often imperfections and pulls that occur.
2. The garments being manufactured change frequently. Two words: Fast Fashion. H&M and Forever21 both get DAILY shipments of new styles. With each new style, an automated sewing machine would need to be programed with a new set of rules.
3. The movements required to fabricate are complex. While sewing you are often pulling or easing the fabric. Pieces of fabric have to be lined up perfectly or panels won't match, buttons and holes won't align and even something as simple as a zipper won't work
Robots can build cars. They can vacuum your house. Robots can even write news articles. But getting a robot to sew clothes has proven surprisingly difficult. It is a task that is still done almost entirely by people sitting at sewing machines--pretty much how it has worked for decades and decades. Building a sewing robot is something of a frontier for automation.
[Experts see] numerous obstacles in overhauling current industry trends—namely, that apparel production, especially for fast fashion, requires expensive machinery and timely delivery at a very low price. With such challenging margins, companies are forced to seek out the lowest wages possible and are unlikely to invest in new technology.
There are technological limitations to most of the automated "sewbots" on the market right now. [...] machines ... can't do the nimble work of seamstresses when it comes to fancy outfits that have frills and layers of lace. And some of the baubles and additions to clothing can't be done by a standardized machine.
Robots would also fall short in a garment factory since most current machines can only handle specific kinds of materials, not the variety of leather and suede and linen that comprise our market... Cutting different materials would require different devices, whether it's cutting with pressurized water or blades.
...there's already technology that could make t-shirts and other simple garments, but we're not close to replacing human garment labor altogether given the diversity of our designs.
The march of the robots may be slower than feared: at least on the production lines in emerging markets.
The world's biggest maker of clothes is betting on human workers rather than automation as it seeks to win more contracts from clients such as Marks and Spencer, Uniqlo and H&M.
Crystal Group, which recently raised $490m in an initial public offering in Hong Kong, said sewing robots could not compete on cost with human labour in developing countries.
[Crystal Group CEO] said innovations such as the Sewbot, designed by Softwear Automation of the US, were "interesting" and would cause disruption. But he did not foresee early-stage sewing robots competing with human labour in low-cost countries in the near future.