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ENQUANTO ROLAVA "ÁGUA VIVA" NA SUA TELINHA, O ROCK ERA ISSO
Nada de rock ou coisa parecida: ele pega o instrumento e faz a saideira de algo que lembra mais um bolero, ou um tango. Acabou aí. A trilha sonora nacional era repleta de temas de música popular brasileira. Na internacional, imperava a disco music. E tinha também um reggae, interpretado por Jimmy Cliff - o estilo musical jamaicano era tão "popular" no Brasil (só que não) que, durante uma das primeiras visitas do artista ao país, em 1983 (para promover o hit mundial Reggae night), revistas e jornais, em meio a entrevistas com ele, não evitavam colunas e retrancas com o título "O que é reggae?".
Em 1980 havia rock no mundo todo. Menos no Brasil. As poucas bandas brasileiras que arranhavam as paradas repetiam truques e maneirismos de grupos de décadas anteriores. Ou soavam como repetição da própria MPB.
Quando Água viva estreou, em 4 de fevereiro de 1980, o mundo do rock, aqui e lá fora, era mais ou menos esse aí. As pessoas choravam pela personagem da pequena Isabela Garcia enquanto em Manchester, na Inglaterra, o pranteado era um sujeito (Ian Curtis) que fazia sucesso por lá, mas só teria seus primeiros discos lançados no Brasil quase uma década depois e era desconhecido para quase todo mundo no país do samba. Achei engraçado pensar nisso - e como o mundo mudou. Confiram:
LED ZEPPELIN: Estava se preparando para retomar os trabalhos de vez após um disco mais ou menos, In through the outdoor (1979) e um show no festival de música de Knebworth, repleto de porradarias nos bastidores, envolvendo o grupo, o empresário Peter Grant e gente da produção. O baterista John Bonham morreu em 24 de setembro daquele ano. Em dezembro, o grupo encerraria atividades. Coda, disco de sobras de estúdio, chegaria às lojas em 1982, com uma faixa-solo-de-bateria gravada em 1976 por John Bonham, Bonzo's Montreux.
RENATO RUSSO: Estreava no palco naquele ano como baixista do grupo punk Aborto Elétrico, no Bar Só Cana, no Centro Cultural Gilberto Salomão, em Brasília. Era um show instrumental e foi o único também com o guitarrista Andre Pretorius - que voltou para sua terra natal, a África do Sul, para servir o exército. No mesmo ano, Pretorius volta para férias em Brasília e ensaia com a banda - desses encontros, surgem bases de canções como Música urbana (co-escrita por ele) e Baader-Meinhof blues, gravadas respectivamente pelo Capital Inicial e pela Legião Urbana. A morte de John Lennon, em dezembro de 1980, impactou Renato a ponto de, no primeiro aniversário da morte do ex-beatle, ele subir no palco totalmente transtornado e desconcentrado com o Aborto (o filme Somos tão jovens, de Antonio Carlos da Fontoura, reproduz essa cena, em parte).
JOY DIVISION: O vocalista Ian Curtis morria em 18 de maio daquele ano, pouco antes do
lançamento do segundo disco do grupo, Closer. O sons pós-punk da banda era praticamente desconhecido no Brasil, mas já ganhava fãs ilustres em Brasília (a galera na qual circulavam notáveis como Renato Russo, Dinho Ouro-Preto, Philippe Seabra, Fê Lemos, etc) mesmo sem que tivessem discos lançados aqui. De rock nacional, o que se ouvia nas rádios era 14 Bis, Rita Lee e A Cor do Som, que não tinham nada a ver com esse tipo de som.
ROBERTO E ERASMO: Os dois artífices da música jovem dos anos 60 estavam em status diferentes. Em 1980, Roberto já era o maior vendedor de discos do Brasil havia mais de uma década, tinha um especial anual na Rede Globo desde 1974 e lançava o álbum que trazia hits como Amante à moda antiga e Guerra dos meninos. Erasmo dava seu primeiro grande passo pós-Jovem Guarda lançando o disco Erasmo Carlos convida, com vários nomões da MPB (Maria Bethânia, Nara Leão, A Cor do Som, Wanderléia, Gilberto Gil e o próprio Roberto) relendo músicas suas. No tal disco de 1980, por sinal, Roberto fazia uma de suas raras parcerias fora da união Roberto-Erasmo, assinando Procura-se com o produtor de seus shows, Ronaldo Bôscoli.
U2: Algumas fontes na internet indicam que Boy, primeiro disco da banda, lançado naquele ano, saiu no Brasil quase que simultaneamente com a versão britânica - e foi lançado aqui pela gravadora Ariola. No Mercado Livre e no eBay não tem esse álbum para vender e os fãs de primeira hora do grupo que conheço mandaram importar o álbum, ou só foram levá-lo em 1986, quando a Warner lançou por aqui. Seja como for, o grupo só ficaria mais conhecido no país de Lulu Santos e Herbert Vianna alguns anos depois - em 1985, seus empresários chegaram a iniciar conversas com Roberto Medina sobre um show no Rock In Rio I, mas nada foi adiante.
IRON MAIDEN: Em 1980 eram uma grata revelação da chamada "nova onda do metal britânico" e arrastavam multidões para seus shows. Em abril, saía o primeiro álbum, Iron Maiden, gravado em 13 dias. Seria o único disco gravado com o guitarrista Dennis Stratton, substituído em outubro por Adrian Smith. "Dennis é um completo estúpido e uma porra de um guitarrista pop que odeia metal, mas teve a sorte de entrar no Maiden", detonou o ex-vocalista Paul Di'Anno em papo com a Classic Rock Revisited, em 2005.
RAUL SEIXAS: Um ano antes, Raul havia passado por um perrengue daqueles. Contratou uma equipe de caratecas argentinos como seguranças e um deles, Hugo Amorrotu, foi assassinado a tiros por traficantes no apartamento do cantor em Copacabana - fato explorado por vários jornais sensacionalistas. O abuso de álcool e drogas custou-lhe metade do pâncreas. Em 1980, vida nova, ou quase: o cantor surgia com aparência clean na capa de Abre-te sésamo. O álbum teve dois sucessos (Aluga-se e Rock das 'aranha') mas, graças a uma mudança na diretoria da gravadora CBS (hoje Sony), não passou disso.
ROLLING STONES: Lançavam em junho Emotional rescue, o primeiro disco do grupo após o guitarrista Keith Richards se livrar de vez do risco de ficar preso no Canadá - a polícia do país descobrira com ele em 1977 uma quantidade de heroína suficiente para enquadrá-lo como traficante. Com Mick Jagger mais interessado em curtir a vida e Keith Richards ainda chapado de heroína, o álbum (repleto de influências da disco music e dos vocais assexuados do Bee Gees na música-título) sequer teve turnê de lançamento.
KURT COBAIN: Aos 13 anos, o futuro líder do Nirvana estaria tocando guitarra e compondo (e, ok, usando drogas nada leves) em pouco tempo. Pouco tempo antes da estreia de Água viva, vivia entre brigas na casa do pai (que acaba de ter uma filha) e na da mãe (que casara-se de novo e sofria violência doméstica). Chegou a se meter em brigas no colégio, ora praticando, ora recebendo bullying. Incrível como o tempo passa rápido: o Nirvana já existia seis anos depois da novela, como "banda de punk e new wave".
R.E.M.: Tudo rápido - o vocalista Michael Stipe conheceu o guitarrista Peter Buck na loja de discos em que este trabalhava, Wuxtry Records, em Athens, em janeiro de 1980, um mês antes de Água viva. Mike Mills (baixo) e Bill Berry (bateria) chegaram junto e logo logo o grupo estaria formado. O primeiro show rolaria em 5 de abril do mesmo ano. Radio free Europe, o primeiro single, sairia em 1981. Mas a banda só começaria a ser conhecida no Brasil lá por 1987, quando The one I love começou a tocar em rádios como Cidade e Transamérica (no Rio). Nessa época, no Brasil, os radialistas referiam-se ao grupo como "reim" (e não "ar i em", na pronúncia em inglês).
RITA LEE: Lançou um de seus discos mais populares naquele ano - o álbum homônimo que inclui Ôrra meu, Lança perfume, Nem luxo nem lixo, Baila comigo, Bem me quer. Mas continuava bem mais próxima do pop do que do rock.
BLACK SABBATH: Lançava o primeiro disco com Ronnie James Dio no vocal, Heaven and
hell, em abril de 1980. O novo cantor era aclamado pelo guitarrista Tony Iommi ("ele canta em torno do riff, enquanto Ozzy Osbourne seguia o riff, como em Iron man", desdenhava). Ainda assim, merdas aconteciam. O baterista Bill Ward deixou a banda em agosto, incapaz de lidar com seu alcoolismo e muito puto com a saída de Ozzy. Alguns anos antes, deposto do cargo pela banda, o ex-empresário Patrick Meehan conseguiria os direitos sob o catálogo antigo do Sabbath. Relançou tudo à moda caralha pelo selinho NEMS (as edições brasileiras lançadas nos anos 70 e 80 pela gravadora RGE, com capas ligeiramente modificadas, surgiram desse lote) e, em 1980, ainda incluiu um disco extra, Live at last, gravado ao vivo em 1973 - péssimo negócio em termos comparativos com a nova tour do grupo.
RAMONES: Viviam o auge da única fase realmente pop da banda (não, nos anos 90 Ramones não era uma banda realmente pop - eles só tiveram um reposicionamento no mercado via grunge e ganharam hordas de fãs na América Latina). No mesmo mês em que Água viva ia para a tela da Globo, o grupo lançava o alegre End of the century, produzido pela lenda viva Phil Spector. Tiveram nele dois hits menores (Do you remember rock´n roll radio? e Rock´n roll high school) e o maior sucesso da história do quarteto (uma cover de Baby I love you, das Ronettes). Durante as gravações, Spector dava diversos defeitos: além de mixar e remixar o álbum trocentas vezes, obrigou o guitarrista Johnny Ramone a gravar o acorde inicial de Rock´n roll high school por mais de cem vezes, até se dar por satisfeito. E, você deve saber, ameaçou o baixista Dee Dee Ramone com uma pistola.
Programa da peça
Tudo agora para Marina Silva é “programático”!
A ex-ministra só fala em “aliança programática”, “identidade programática”, “disposição programática”, “discussão programática”, “coligação programática”…
As eleições 2014 prometem ser uma programática de índio, né não?
Rostos do elenco passado e presente de Jornada
Já imaginou se os rostos dos atores da série original fossem mesclados com os atuais para formar as versões desses personagens? Haveria alguma semelhança? O artista que se intitula ThatNordicGuy publicou no Reddit esses incríveis e divertidos mix dos dois elencos.
“Vitamina B de Brigadeiro” GENTE, GENTE, SOCORRO...

“Vitamina B de Brigadeiro”
GENTE, GENTE, SOCORRO hahahahahahahahahahaha JÁ QUERO UM DE MACARON
STEVE na sua casa e te deixei uma carta hahahahahahahahaha não...

STEVE na sua casa e te deixei uma carta
hahahahahahahahaha não paro de pensar em diversas piadas com isso.
um super jobs da Letícia Lopes
KitKat de Chá Verde, Maracujá e Sakura
[Video]
Continuando com a minha busca extraordinária por sabores diferentes de KitKat ao redor do mundo (mas localizado no Japão), mais uma edição com versões lá do oriente. Desta vez temos: chá verde, maracujá e flor de cerejeira com chá verde.
Igual ao de melão (Nestlé KitKat Yubari Melon), esses tipos vem em caixas menores do chocolate ao invés da barra do kitkat tradicional.
E não olhe torto assim para os sabores, se serve de consolo existem opções bem mais diferentes e totalmente aleatórias. Coisas que só o Japão faz pela gente! Meus sinceros agradecimento para Akita-san que me mandou de presentes dos chocolates! :)
Agora uma pergunta, o que você acha que eu deveria provar e gravar? Deixe a sua sugestão! Gostou do video? Então, dá um joinha (realmente ajuda, serião!) e se inscreva no canal. Estou preparando novidades para nós, :D
Uji Matcha – Chá verde de Uji
Passhon Furutsu – Maracujá
Sakura Matcha – Flor de cerejeira com chá verde
Confira o artigo em: KitKat de Chá Verde, Maracujá e Sakura via PratoFundo.
Facebook: facebook/pratofundo.
Twitter: @pratofundo.
Pode?
Lei chinesa criminaliza “rumores” na internet.
Isso é mais ou menos como proibir a fofoca em salão de beleza!
FIFA 14: EA Quality Control
What is it about soccer that makes photoshoppers drop the ball when it comes to hands?
For a game more commonly known as football, there is a shocking absence of feet and balls on the cover. But, somehow, an extra hand makes an appearance.
Remember, this is a sport where you can’t use your hands. Let that sink in, EA.
Nice catch Kenneth. You can see the original on EA Denmark’s Facebook page.
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Francisco Bolonha e seus chafarizes na Cidade do Rio de Janeiro.
O ingresso no funcionalismo público do então Distrito Federal acontece em 1946, por indicação de Reidy, quando projeta os Conjuntos Residenciais de Paquetá (1947/1952).
Uma das mais expressivas referências é o testemunho do engenheiro Emilio Alfredo Giannelli, filho de Emmilio Gianelli, cuja empresa – a Companhia Marnito S/A – foi encarregada da construção desses equipamentos. Gianenlli Filho, que acompanhou com seu pai a execução dos chafarizes das praças Varnhagem, Ben Gurion, General Bittencourt e da Fé, credita a amizade que ligou o arquiteto a seu pai ao empenho deste em executar com perfeição os projetos. E lembra, com detalhes, muitas das conversas do pai sobre as formas metálicas necessárias para execução do chafariz em forma de concha, em Laranjeiras.
Atualmente, o chafariz encontra-se no depósito da Prefeitura, no Parque Noronha Santos, Centro, aguardando o fim das obras de construção de um grande reservatório na praça para o controle de enchentes na Grande Tijuca e na Praça da Bandeira.
2004Embora sem comprovação, há registro de que nos anos 70 uma reforma na praça modificou levemente o projeto original de Bolonha, removendo uma provável terceira bacia do chafariz, cuja icnografia nunca foi encontrada.

No início da carreira, Bolonha aproximou-se da vertente arquitetônica recomendada por Lucio Costa. Os projetos construídos entre 1946 e 1959 caracterizam a primeira fase de sua obra e possuem a expressão formal e o vocabulário da Escola Carioca. A partir da adição de volumes distintos e altos pés-direitos, Bolonha alcançou espaços de grande fluidez e interpenetração visual. A segunda fase da carreira iniciou-se com os projetos da década de 1960, que demonstram linguagem mais sóbria, de caráter construtivo bastante acentuado e de formas puras. O arquiteto passou a resolver os programas em volumes únicos, mais fechados e com menos transparência. Foi justamente nesta ocasião que Bolonha começou a afirmar ter passado a entender a arquitetura como ciência. Em um sentido amplo e clássico, referia-se a um saber metódico e rigoroso, que definia a arquitetura como conjunto de conhecimentos sistematicamente organizados.
Mas se o arquiteto se afastou da Escola Carioca, é preciso dizer também que ele não acompanhou, por exemplo, as experimentações associadas à exploração plástica do concreto armado, ou os grandes vãos e balanços que o material possibilitava, tendências que puderam ser observadas de um lado em Niemeyer no período pós-Brasília, e de outro, na arquitetura característica da Escola Paulista. Mesmo que seja possível apontar duas fases em sua obra, sendo a primeira mais nativista e a segunda, mais concretista, o arquiteto não abandonou por completo alguns dos procedimentos iniciais que contribuíram para caracterizar mais fortemente os primeiros projetos como possuidores de vínculo com o passado de nossa arquitetura. Não por acaso, Bolonha utilizou o telhado cerâmico no mosteiro de Belo Horizonte (1949-1999), nas escolas do Governo Lacerda (1960 a 1964) e mais tarde, no projeto não construído para uma residência em Brasília (1979). A idéia da integração das artes também permaneceu no arquiteto e os painéis artísticos utilizados nos passeios públicos e nas escolas, nunca esconderam a crença no papel social e educativo da arquitetura.
Com o passar do tempo, Bolonha encaminhou-se para uma extrema racionalização do fazer arquitetônico, traduzido pela acentuação de sua preocupação com a verdade construtiva e pelo respeito às questões econômicas, funcionais e programáticas. Se não alcançou a perfeição, deixou claro que esta busca deu à sua obra caráter singular de atividade diária e muita dedicação:
"Se nada funciona, não se pode dizer que é boa arquitetura... (...) O arquiteto tem que trabalhar todo dia, como o pintor pinta todo dia, como o escritor escreve todo dia, ou como o médico pratica todo dia..."
Ao afirmar que as soluções corretas deveriam ser utilizadas por todos, assumiu o lado humano da profissão. Tornou-se um homem cada vez mais introspectivo, influenciado talvez pelo intenso contato que travou com um modo de vida muito especial, diverso do seu, e bastante diferente daquele do menino paraense, habituado às regalias de uma família abastada que nunca lhe negou auxílio ou proteção. A recusa aos privilégios e a tomada de consciência das diferenças de classes, já indicavam na infância, traços de uma individualidade que se acentuariam ao longo do tempo. A amizade com o monge Dom Inácio lhe rendeu muito mais do que inúmeros trabalhos para a Ordem Beneditina. Dedicou sua vida à construção do Mosteiro de Nossa Senhora das Graças, obra pela qual o arquiteto sempre afirmou ter muito carinho. Por ter durado 50 anos, é aquela que permite refletir criticamente sobre suas escolhas e posicionamento frente às teorias que lhe serviram de referência. Além disto, também constitui-se em sofisticada arquitetura pelo cruzamento de citações que explicita em relação a seus demais projetos.
"Sabe o que é, tem uma dignidade o mosteiro... Não é “arquitetura moderna”, é uma arquitetura... Eu pensei em fazer arquitetura, só."
O arquiteto faleceu no Rio de Janeiro na manhã do dia 30 de dezembro de 2006. Seu corpo foi cremado, conforme sua vontade. O desejo do arquiteto de ter um sepultamento simples, mais do que discreto, também foi acatado pela família. Estreitos foram seus laços com o Mosteiro de São Bento do Rio de Janeiro. A Missa de Sétimo Dia de sua morte não poderia ter sido marcada em lugar mais significativo.
Marcia Poppe
http://www.vitruvius.com.br/revistas/read/arquitextos/07.080/276
COQUETEL
Os slogans
Bom pra cabeça. (2011)
Qualquer hora, em qualquer lugar. (2008)
Atitude Saudável. (2008)
Não esquenta, faça Coquetel.
Tater Tot and Auggie the Pitbull Terriers

These are Tater Tot and Auggie, 8-month-old and 10-month-old male Pitbull Terriers from Idaho. Auggie (on right) is a special needs baby that cannot use his back legs. He is the sweetest dog ever. Tater Tot is a "Pocket Pittie" and miniature in size. Since Auggie was born with a deformed spinal cord, his growth is stunted as well so they make quite the pair! They are best buds and are also the funniest dogs ever. People have fallen in love with Auggie from his Facebook page and Tater Tot as well, since he is in a lot of his pictures and videos. Auggie just got on the cover of American Dog Magazine and he also has a full page article inside this issue as well! Photo sent by Jennifer.
Síndrome de célula-tronco
Simultaneamente aos óvulos masculinos e aos espermatozoides femininos em produção nos laboratórios do Japão, cientistas austríacos acabam de anunciar a criação em cativeiro de minicérebros do tamanho de uma ervilha.
Some-se a isso notícias recentes sobre a geração de neurônios a partir de urina na China e as experiências em curso com falsas memórias implantadas em camundongos nos EUA e, resultado, tem gente por aí começando a ficar com medo desse papo de célula-tronco cada vez ganhando mais espaço nas editorias de Ciência da grande imprensa.
Da orelha ao fígado – sem falar no hambúrguer –, tudo enfim que a matéria plástica não conseguiu substituir em seu tempo será um dia feito de células-tronco. Existe hoje uma tropa de jaleco branco criando rim, coração, nariz, dente, pele, artéria e o escambau em tubos de ensaio.
Não demora muito, qualquer um poderá um dia montar seu próprio Frankenstein sem precisar sair por aí saqueando cemitérios. Não é assustador?
Rea: Synoptik: Eye on You
In the land of the blind, the one-eyed man looks super fly in his Ray Bans.
Can you believe I got these sunglasses half-off? This is a decent photoshop (technically speaking), but it’s also an inexplicable one. If this was a 50% sale I could see the logic. Otherwise, Rea is just limiting their audience to the Cyclops community.
Thanks Sanna. The original was found in Stockholm, Sweden.
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Lêmure

As fotos de lêmure mais épica de todos os tempos. Definitivamente eles deveriam ser eleitos os animais mais fotogênicos do mundo.








Preta Gil: Special For You
This model has to shoulder one heck of a Photoshop Disaster.
If you’ve ever wondered what a Teenage Mutant Ninja Turtle would look like with hair, flesh, and the latest summer fashions, well, now you know. Still, it’s nice to see this model coming out of her shell.
Thanks to the dozens of readers who sent this beauty in! You can see the original on the Preta Gil facebook page.
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Globalização news
A TV Globo está cobrindo o massacre nas ruas do Cairo direto de Jerusalém.
Isso é mais ou menos como pedir ao correspondente de Ipanema para acompanhar da janela a movimentação no vão do MASP.
HDTV: See What You’re Missing
Once you make the move from standard-definition to high-definition, you won’t believe what you’re missing.
If you’re trying to convince customers you offer the full-package, make sure they can get their hands on it.
And if you turn this advice into an innuendo, PSDisasters will not be responsible for the fallout.
Thanks Priscilla. The original was found in a local newsletter.
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