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03 Feb 21:01

“Extreme Religious Liberty Rights”

by Mark Barrett

While most of the attention on the Supreme Court’s HHS mandate cases has properly centered on whether the Court will interpret the protections of the First Amendment and the Religious Freedom Restoration Act (RFRA) to include corporations as well as individuals, an even more malignant threat to religious liberty lurks just beneath the surface. Twenty-one years after the RFRA was introduced in the House of Representatives by Chuck Schumer, passed nearly unanimously by Congress, and signed into law by President Bill Clinton, the Freedom From Religion Foundation has filed an amicus brief asking the Supreme Court to strike it down as an unconstitutional “takeover of the Court’s power to interpret the Constitution” and a violation of the Establishment Clause. Terming the protections of RFRA as “extreme religious liberty rights,” the Foundation and associated groups go beyond even what the Obama administration requests, asserting not only that Hobby Lobby and Conestoga Wood don’t qualify for the law’s protections, but rather that RFRA itself is unconstitutional.

There has always been some tension between the Establishment Clause and the Free Exercise protections of the First Amendment, but the Supreme Court, when considering a similar challenge to the Religious Land Use and Institutionalized Persons Act in 2005—wherein the Sixth Circuit Court of Appeals had ruled that granting protections to religious prisoners amounted to a violation of the Establishment Clause—ruled that alleviating a state-imposed substantial burden on religious practice did not violate the Establishment Clause. The assertion that legislation protecting an individual’s practice of religion amounts to an Establishment Clause violation would be a radical departure from the nation’s history of allowing generous religious accommodations. It would also open to challenge all sorts of currently protected behaviors that amount to religious accommodation, including the priest–penitent privilege and the conscientious objector exemption. These accommodations arguably impose a burden on third parties, yet courts have always viewed such burdens as necessary to the protection of a free society.

So though RFRA had near unanimous backing in 1993 and restores the Supreme Court’s free exercise doctrine which was accepted from the 1963Sherbertdecision authored by Justice William Brennan untilEmployment Division v. Smithin 1990, the applications of that doctrine are now said to be “extreme religious liberty rights.” Unlikely as it may be for the Court to go beyond the arguments presented by the parties themselves to rule RFRA unconstitutional, the phrase “extreme religious liberty rights” is one defenders of religious liberty ought to prepare to hear a lot of in the coming years.

The Becket Fund website has links to all the amicus briefs filed in these cases on both sides. The Freedom From Religion Foundation brief is here. A brief from constitutional law professors in defense of RFRA is here.

03 Feb 21:00

The Human Face of Religious Freedom

by Matthew J. Franck

The Green family, owners of Hobby Lobby—whose religious freedom the Obama administration is attempting to violate with the HHS mandate—has posted a video where they speak for themselves, as business owners and Christians.  It’s worth watching to remind ourselves of the real issues at stake in the Greens’ Supreme Court case.

03 Feb 15:26

O “beijo gay” de “Amor à Vida”, da TV Globo, foi, na verdade, expressão de machismo numa novela heterofóbica e que detestava as mulheres

by giinternet
O beijo da família gay Doriana, em que mulher é só empregada

O beijo reacionário da família gay Doriana, em que mulher é só empregada

Ai, que preguiça! Aqui e ali se pergunta por que não escrevi sobre o “primeiro beijo gay” nas novelas, se estou fugindo de temas polêmicos… Ô se estou!!! Como podem ver, aqui, na Folha ou na Jovem Pan, só tenho aplaudido consensos, não é mesmo? Tenham paciência! Mas se é para embarcar na polêmica dando algum relevo ao que não tem a menor importância, então vamos tratar do que interessa. Não escrevi porque estava tomando sol, entendem? Preciso elevar a minha vitamina D… Tenho, nos períodos de inverno, aquele branco meio cadavérico, mas não porque não goste de sol. É falta de tempo mesmo. Vi depois. Beijo gay? Desculpem a falta de jeito e talvez alguns fiquem chocados, mas beijo sem língua não vale.

O beijo entre Félix (Matheus Solano) e Nico (Thiago Fragoso) foi só um pouquinho mais ousado do que o trocado pelos atores Vida Alves e Walter Forster na novela “Sua Vida me Pertence”, de 1951, dez anos antes de eu nascer. E, santo Deus!, eu já tenho 52! Foi um beijo que não ousou dizer seu nome. Terno, sim, todo casinha, uma transa, assim, literalmente papai-e-papai — num mundo, aliás, em que, se notaram bem, mulher só servia como empregada: Félix, Nico, o pai rabugento e estropiado, os dois garotos e… a mulher de uniforme branco. Se houvesse um cachorrinho na casa, não seria uma cadelinha, pelo visto. E já trato da misoginia escancarada dessa novela.

Pra começo de conversa, não é o primeiro beijo gay em novela. Já houve um lésbico numa da Record, não? Segundo consta — e não vi mesmo —, há duas jovens se pegando no BBB, com beijos de boca destrancada, não é isso? Duas questões, então, se colocam:
– beijo gay de mulheres não vale? Não é revolucionário o bastante?
– beijo entre mulheres não provoca frisson político? Por que não?

Explico. Porque as mulheres, vejam vocês, ainda são, sim, discriminadas de várias formas no país e na política. A militância gay — e não venham torrar a minha paciência com mimimi — não gosta muito das lésbicas, como elas sabem e como eles sabem. Mais: o beijo lésbico não gera muita confusão porque, no fim das contas, boa parte da macharia “curte o lance” — não é mesmo? E as mulheres são oferecidas, a exemplo do que ocorre no BBB, à “espiação” (se me permitem, com “s” mesmo…) e à expiação. Ou por outra: o rala-e-rola entre as moças serve ao voyeurismo masculino; aquele feito por homens não costuma excitar a imaginação das mulheres — não há testemunhos a respeito que eu saiba; não interessa aos homens heterossexuais e é dirigido exclusivamente ao público gay — aos, em suma, homens, que seguem sendo protagonistas, porque homens, da militância gay.

No fim das contas, seja pela qualidade do beijo — aquela coisa de boca fechada, quase com nojinho —, seja pelo protagonismo político que a coisa ganhou, e dado que já houve beijo lésbico, bem mais quente —, foi, de verdade, um beijo ainda machista, de uma cultura idem. Porque, convenham, ninguém gosta tanto do universo masculino como os gays, certo?

Essas coisas são tramas do marketing, entendo. Foi um primeiro passo. Agora, aguarda-se algum tempo até a língua, quem sabe?, a depender da reação do público. Aqui e ali, no entanto, vejo gente dizendo: “Ah, mas foi bonito, né, gente? Não pareceu sacanagem”. Claro que não! Gays quando se beijam estão fazendo a revolução universal. Ah, tenham paciência!

A novela
Vi pouco a novela porque, como podem notar, estou sempre trabalhando naquele período. E não vai preconceito nenhum. Já acompanhei algumas com interesse. Gosto de Manoel Carlos, o que vem aí… Não sei como vai ser desta vez. Suas tramas costumam ter poucas peripécias e apelar quase nada ao “maravilhoso”. Passei a acompanhar alguns capítulos da novela de Walcyr Carrasco porque me falaram da atuação espetacular do ator Matheus Solano, que me pareceu, de fato, muito bom, com um tempo para a comédia e para a ironia de quem entende o seu ofício.

Dá para compreender por que sua personagem chamou tanto a atenção. Os demais eram de uma pobreza dramática e agrediam de tal sorte a verossimilhança que beiravam o patético. O pai homofóbico, representando por Antonio Fagundes (nada a ver com as qualidades do ator), era um caricatura grotesca. Aliás, tudo bem penado — chamem pela memória —, o único casal, digamos, convencional, próximo da esmagadora maioria dos brasileiros, eram Paloma e Bruno, tão excitantes como um pudim de isopor. No fim das contas, a equipe de Carrasco não tinha, de verdade, nada a escrever sobre os dois porque não consegue, em suma, ver transcendência nenhuma no amor de um homem e de uma… mulher.

Misoginia 1 - Pillar: corna profissional termina nos braços do motorista que era bandido

Misoginia 1 – Pillar: corna profissional termina nos braços do motorista que era bandido

Misoginia 2 - Ela também tinha razões para ser má, mas a "piranha" terminou eletrocutada

Misoginia 2 – Ela também tinha razões para ser má, mas a “piranha” terminou eletrocutada

Os demais casais heterossexuais que se firmaram tinham sempre uma nota de rodapé de “diferença”: a ricaça mais velha pega o motorista fortão; o médico recém-formado, uma enfermeira coroa; um alto executivo escolhe uma ex-chacrete exuberante da periferia; uma periguete pobre e maluca se interessa por um desocupado profissional que depois vira funkeiro ou sei lá o quê; até a mãe de família, mulher do dono de um boteco, se revela uma ex de um diretor de hospital, sai de casa para viver o romance, volta para o marido bronco, do nada, sem revelar nem por que foi nem por que voltou…

Mas nenhum casal representou, digamos, a heterossexualidade que se mostrava doentia e decadente como César, o pai homofóbico (severamente punido; quem mandou?), e Aline, aquela que, vá lá, inicialmente, tinha motivos para se vingar, mas foi além da conta — uma psicopata talvez. Para ela e para ele, não houve remissão, não! De jeito nenhum! César é severamente punido por seu amor à moda antiga — e, até onde se sabe, ele foi um bom marido para a jovem mulher, sinceramente apaixonado. Termina seus dias dependente do filho que tanto desprezou.

Misoginia 3 - Sempre garota de programa, só é salva pelo mordomo

Misoginia 3 – Sempre garota de programa, só é salva pelo mordomo

Deem um bom motivo para a mudança da “bicha má”. Essa história de que Félix foi salvo pelo público é conversa mole. Errado! Walcyr Carrasco conduziu a história para fazer da personagem a verdadeira vítima — vítima do pai homofóbico. Ele só jogou uma criança numa caçamba, internou a irmã num hospício, tramou o sequestro da sobrinha, chantageou pessoas e até tentou matá-las porque “pápi porderoso” não lhe dizia um “eu te amo”. Que o tenha feito ao som de Mahler, numa citação completamente despropositada do filme “Morte em Veneza”, de Visconti, só serve para esconder o ridículo numa gramática aparentemente grandiosa, profunda, humana.

Já as mulheres… Pobres mulheres! Uma das protagonistas era uma corneada profissional e acaba se consolando nos braços do motorista filósofo, um ex-bandido. A mulher da bicha continuou, na prática, garota de programa — só no último capítulo ela se redime, para cair nos braços do… mordomo! Walcyr Carrasco parece ser fascinado pela ideia dos amores, digamos, ancilares. Não por acaso, Aline era, originalmente, secretária de César.

Sempre que a palavra “bicha” foi empregada em tom pejorativo, ou foi na boca de César — criado para causar repulsa — ou do próprio Félix. Ou, em suma, era “coisa de bichas” (e elas podem se xingar entre si que ninguém tem nada com isso; se, um dia aprovarem a tal lei anti-homofobia, isso não renderá processo) ou de gente detestável. Já a tal Aline, coitada, foi xingada de “piranha” na novela pelas pessoas as mais beatas — incluindo a personagem do excelente Ary Fontoura, cujo nome não lembro. Curioso: Aline morre eletrocutada, sem perdão; Félix encerra a novela, de mãos dadas com o pápi, ao som de Mahler, dizendo “eu te amo”. O que deu o clique na cabeça do malvado? Ter ido vender hot-dog na periferia? Ocorre, meus queridos, que Félix era essencialmente bom; o pai é que tinha feito dele um monstro.

E, claro!, não poderia deixar de falar de Amarílis, aquela que tinha vocação para destruir o romance de gays e lhes roubar a criancinha, impedindo-os de formar aquela Família Doriana mostrada antes do beijo gay sem língua. Psicopata? Mulher má? Personagem frequente na vida de casais gays? Sei lá eu. O fato é que aquela que transformou seu útero numa espécie de gaveta, mala ou estufa deveria, a gente ficou sabendo, se conformar com o seu papel de gerar crianças para o casal de machos.

Beijo gay? Não tem a menor importância e, reitero, do jeito como foi dado, foi mais machista do que propriamente revolucionário. Só demagogos de quinta fingem de escandalizar com isso. Relevante nessa novela — e cumpre verificar se será uma tendência na Globo — é o desdém pela chamada “heteronormatividade”, o elogio das famílias as mais exóticas — desde que não seja a ainda convencional — e, insisto, a misoginia, o desprestígio escandaloso a que foram submetidas as mulheres, quase sem exceção.

Até um terrorista palestino encontrou seu lugar no mundo dos justos. César, o “homofóbico”, termina seus dias babando e chorando; Aline, a “piranha”, foi eletrocutada. Amarílis, a “cobra”, acaba sozinha. Ah, sim: o diretor administrativo de um hospital contrata o diretor clínico, que acabara de conhecer, e já é convidado para um uísque, entendem? Fossem homem e mulher heterossexuais, estaria caraterizado um caso de assédio… Sendo como é, não.

Mas o Brasil parou, segundo o Fantástico, para aplaudir “o primeiro beijo gay”, ainda que a novela tenha sido uma chanchada heterofóbica e, acima de tudo, misógina. Vem aí “Em Família”, de Manoel Carlos. Se houver heterossexuais andando sobre duas patas, logo vai aparecer alguém para apontar um perigoso retrocesso.

Homofóbico no chão: cego, com derrame, dependente de Félix. Demorou, mas Cesar aprendeu a lição. Ao som de Mahler!

Homofóbico no chão: cego, com derrame, dependente de Félix. Demorou, mas César aprendeu a lição. Ao som de Mahler!

Texto publicado originalmente às 2h21
03 Feb 15:20

Atlas of US Historical Geography Digitized

by samzenpus
memnock writes "Charles O. Paullin and John K. Wright's Atlas of the Historical Geography of the United States, first published in 1932, has been digitized by The Digital Scholarship Lab at the University of Richmond. From the website: 'Here you will find one of the greatest historical atlases: Charles O. Paullin and John K. Wright's Atlas of the Historical Geography of the United States, first published in 1932. This digital edition reproduces all of the atlas's nearly 700 maps. Many of these beautiful maps are enhanced here in ways impossible in print, animated to show change over time or made clickable to view the underlying data—remarkable maps produced eight decades ago with the functionality of the twenty-first century.'"

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03 Feb 15:18

DB-Engines Ranking of database management systems, February 2014

by DB-Engines.com

This is the February 2014 issue of the monthly DB-Engines Ranking of database management systems.

You can find the complete and most up-to-date ranking at DB-Engines.com.

Rank DBMS Score Changes
1. Oracle 1500.23 +32.43
2. MySQL 1288.39 -8.53
3. Microsoft SQL Server 1214.27 -11.75
4. PostgreSQL 230.45 + 2.20
5. MongoDB 195.17 +16.94
6. DB2 188.46 + 0.15
7. Microsoft Access 152.88 -22.11
8. SQLite 93.00 -4.29
9. Sybase ASE 87.88 -6.62
10. Cassandra 80.31 -0.87
Copyright © February 2014 DB-Engines.com
03 Feb 15:15

O caso Alstom e o que escrevi aqui

by giinternet

Alguns bobões tentam torrar a minha paciência sobre o caso Alstom por conta de alguns textos que escrevi sobre o assunto, nos quais afirmei que considerava — e tenho esse direito, ora — absurdo o indiciamento, pela Polícia Federal, do vereador Andrea Matarazzo (PSDB-SP). “Só porque você votou nele.” Sim, votei. Mas não por causa disso. Também é uma mentira cretina que eu tenha negado a existência de problemas na área. O que eu disse, aí sim, é que, com os elementos existentes, o indiciamento de Matarazzo era um despropósito. Um delegado da Polícia Federal parece não ter gostado da minha opinião e resolveu até me… processar!!! Não vou entrar em detalhes porque o lugar certo para resolver a questão é a Justiça. Eu apenas dizia, como digo, que não entendia as razões do indiciamento. “Ah, à época da assinatura de um aditivo de contrato, ele era secretário de energia.” E daí? Não assinou nada. Não era da sua competência. Não tinha vínculo nenhum com aquilo. Qualquer coisa que dissesse a respeito seria irrelevante. Foi só que escrevi.

Pois bem. No sábado, noticiou o Estadão:
“O Ministério Público Federal denunciou na última sexta-feira, 31, à Justiça doze investigados por crimes de corrupção e lavagem de dinheiro relativos a um aditivo de contrato firmado em 1998 pela multinacional francesa Alstom com uma companhia de energia do governo de São Paulo. Entre os denunciados estão dois ex-diretores de estatais paulistas. (…). O vereador Andrea Matarazzo (PSDB), que chegou a ser indiciado pela Polícia Federal por corrupção passiva, não foi denunciado. ‘Forçoso reconhecer a inexistência, pelo menos por ora, de elementos de prova suficientes para a propositura da ação penal pública’, avaliou a Procuradoria que, no entanto, requereu abertura de inquérito policial autônomo para investigar o tucano. O indiciamento ocorre quando alguém é apenas suspeito de um delito. A denúncia acontece quando a acusação tem convicção de que os investigados praticaram crimes. Nessa etapa do processo, os citados deixam de ser suspeitos e viram acusados.”

Muito bem! Vai haver outro inquérito? Que se faça e se tente, então, achar alguma coisa. O que sustentei no texto que desagradou a algumas pessoas é que “teoria do domínio do fato criminoso” não se confunde com a chamada responsabilização objetiva: punir alguém só porque ocupava um cargo, tenha ele praticado o crime ou não. Isso é absurdo. Contra Matarazzo, nesse caso, não há indícios, evidências, testemunhos, nada. Eu me limitei a escrever isso. “E se aparecer?” Ora, achem primeiro!

Aí alguém grita: “Ah, mas contra José Dirceu…” Vá ler o processo! Contra ele, há testemunhos de protagonistas do escândalo e reuniões com próceres do chamado núcleo financeiro do mensalão realizados na Casa Civil. Eu não vou entrar nesta história: “Se petistas foram punidos, então todo mundo deve ser”. Sim, todo mundo que tiver feito algo errado, certo?

03 Feb 15:15

Joaquim Barbosa, a foto e a baixaria da rede petralha

by giinternet

Barbosa Mahfuz

Na semana passada, Luiz Inácio Lula da Silva, chefão inconteste do PT, apareceu nas redes sociais falando sobre as maravilhas da Internet. Num vídeo postado em sua página no Facebook, pregou a necessidade de se ter ética, de não usar o meio para caluniar pessoas, para agredir. Observei aqui que Lula se fingia de Madre Teresa de Calcutá para minimizar o uso agressivo que seu partido faz das redes sociais. Se há um grupo organizado que sabe assassinar reputações alheias, convenham, esse grupo é o PT. O partido tem até uma divisão para cuidar do assunto, chamada MAV: Mobilização em Ambientes Virtuais. É uma forma que os militantes do partido têm de ficar molestando as pessoas de que não gostam ou de cujo pensamento discordam.

Pois bem. Um senhor chamado Antonio Mahfuz, dono de uma cadeia de lojas de eletrodomésticos no Brasil que faliu nos anos 90 — as Lojas Mahfuz —, postou no Facebook, em novembro, uma foto (no alto) em aparece ao lado de Joaquim Barbosa com a seguinte legenda: “Renasce a esperança com o justiceiro”.

Pois bem. Ocorre que Mahfuz já foi, sim, um foragido da Justiça em 2007 em razão dos problemas com as suas empresas, ano em que obteve, então, um habeas corpus. Foi o que bastou para a rede petista na Internet e mesmo políticos do partido tentarem ligar o nome do presidente do Supremo a um fugitivo. O ministro foi impiedosamente fustigado pela militância partidária — e tudo por causa do mensalão.

É evidente que, em razão da projeção que teve por causa do julgamento — e dado que milhões de pessoas sentem repulsa por tudo aquilo —, Joaquim Barbosa é uma pessoa popular, conhecida. E, suponho, onde quer que vá e haja brasileiros, sempre haverá alguém querendo tirar uma foto a seu lado. O que isso significa? Nada! A assessoria de Barbosa diz o óbvio: o ministro não conhecia aquele que estava a seu lado. O próprio Mahfuz, em conversa com a Folha, disse não se lembrar direito quando a foto foi feita e deixou claro não ter amizade com o ministro.

Há em fatos assim elementos óbvios: ninguém tira uma foto para que fique escondida, a menos que seja uma imagem roubada, feita sem consentimento. Quem, como é caso, posa para uma imagem sabe que há a possibilidade de ela vir a público. Se o ministro quisesse esconder alguma coisa, o prudente teria sido não ter feito a fotografia.

Isso dá conta, na verdade, de como andam os espíritos e comprova como era falsa aquela beatitude que Lula exibiu no vídeo. A campanha eleitoral de 2014 tem tudo para ser um impressionante festival de baixarias na Internet.

 

03 Feb 15:14

Ainda a carnificina no Distrito Federal de Agnelo Queiroz e os feiticeiros que gostam de fazer proselitismo em quartel

by giinternet

A escandalosa violência no Distrito Federal, a região com a maior renda per capita do país, é a prova mais cabal da falência do petismo em matéria de segurança pública. Já demonstrei aqui, na sexta, o que se passa nos estados governados pelo PT. É claro que não são os únicos violentos do país — a unidade da Federação que lidera em número de mortos por 100 mil habitantes é Alagoas, governado pelo tucano Teotônio Vilela Filho. Pode-se acusá-lo de não ter resolvido a questão, historicamente escandalosa. Ocorre que, no caso do petismo, dá-se algo um pouco diferente: nas mãos de seus “especialistas”, a violência explode. O caso mais gritante, nesse sentido, é a Bahia. O Distrito Federal merece destaque porque a área é localmente governada pelo PT — Agnelo Queiroz — e está, obviamente, sob a proteção federal porque ali está a sede administrativa do país, também nas mãos do partido.

O que estou dizendo, meu caros, é que o cheiro de sangue chega ao gabinete de Dilma. O cheio de sangue chega ao gabinete de José Eduardo Cardozo — que, pateticamente, disse que poderá colaborar se o governador lhe pedir ajuda. É mesmo? Então ele não está vendo o que se passa à sua volta? Provavelmente, não! Essa gente anda protegida com tantos seguranças que coisas assim não parecem urgentes.

Que é que há? Então o Distrito Federal teve, em 2012, 32,1 Crimes Violentos Letais Intencionais por 100 mil habitantes (o CVLI inclui latrocínios e homicídios dolosos), quando a média brasileira, que já é escandalosa, foi de 25,8, e o governo federal, que está ali, no caldeirão, não se interessou pelo caso? Os números são do Anuário Brasileiro de Segurança Pública. Mata-se no Distrito Federal, proporcionalmente, quase o triplo do que se mata em São Paulo, e todos decidiram silenciar? E que se note: em 2012, a PM do DF ainda não estava fazendo a tal “Operação Tartaruga”, como faz agora.

O peso da demagogia
Ah, meus caros, eu já tratei desse assunto aqui faz tempo, sabem? Vou ter de refrescar a memória de vocês. A PM do Distrito Federal é a mais bem paga do país. O dinheiro sai dos cofres federais. Adivinhem quem está na raiz do proselitismo em porta de quartel… Vejam este vídeo. Explico em seguida.

No dia 8 de maio de 2008, o Apedeuta assinou a Medida Provisória 426, que concedia reajuste de 14,2% aos 28 mil policiais militares e bombeiros do Distrito Federal, extensivo aos que já estavam na reserva. O aumento era retroativo a fevereiro, e o atrasado, pago numa vez só. O piso dos coronéis da PM do DF passou, aquele ano, para R$ 15.224, e o dos soldados, R$ 4.117. Hoje, deve ser maior. Pesquisem aí. Por que por Medida Provisória? Justamente porque os gastos com segurança, saúde e educação do Distrito Federal são bancados por um Fundo Constitucional. Vale dizer: saem dos cofres da União! Fez-se uma grande festa em Brasília.

O “Arruda” a quem Lula se refere é aquele mesmo, o então governador José Roberto Arruda, que já estava nas malhas da Polícia Federal e seria destruído pelos petistas no ano seguinte. Não que não merecesse, como se sabe. A população do DF é que merecia saber quem era o petista Agnelo Queiroz, né? Esse aumento à PM, diga-se, está na origem da tal Proposta de Emenda Constitucional nº 300, a PEC 300? Ela iguala o salário das Polícias Militares de todos os estados ao que se paga no Distrito Federal. E se tornou uma espécie de fomentadora continuada de revoltas das polícias Brasil afora. Como o estados não teriam condições de arcar com o custo, o texto transfere para o governo federal o peso do reajuste. Dilma conseguiu, até agora, impedir a sua aprovação.

Irresponsáveis
Quando os benefícios foram concedidos, com o proselitismo que se vê, não se estabeleceu um programa de metas para a redução da violência, por exemplo — e o Distrito Federal, em 2008, já exibia índices alarmantes. Estava na cara que algo de muito ruim se passava por lá.

E, como o PT não aprende, no vídeo abaixo, vocês veem Agnelo Queiroz fazendo proselitismo numa reunião de policiais e bombeiros, durante a campanha eleitoral.

Assombro
Os leitores sabem o que eu penso. Sou contra greve de funcionário público. A razão é simples: quem paga o pato é o povo. E, obviamente, sou especialmente contrário a manifestações grevistas e assemelhados de policiais. Gente que é armada pelo estado, entendo, não pode ter esse direito.

Atenção, meus caros, o número de mortes violentas no Distrito Federal chegou a 73 no mês passado.  É um escândalo? É, sim, mas tenho algo a lhes dizer: já era antes. Em 2012, houve 839 mortes violentas no DF — e não havia Operação Tartaruga: uma média de 70 por mês.

Não é de hoje que a situação está fora de controle. Atenção, segundo o Mapa da Violência, no ano em que Lula concedeu aquele grande reajuste à PM, 2008, a taxa de homicídios no DF era de 34,1 por 100 mil habitantes. No ano seguinte, saltou para 39,2, caindo para 34,2 em 2010, mas ainda superior à de 2008.

Não há dinheiro que compense a incompetência, e não há mal que a demagogia não possa tornar pior. Com a palavra, o sempre loquaz José Eduardo Cardozo.

03 Feb 15:13

Researchers Try To "Close the Nutrient Cycle" Through Better Waste Recycling

by samzenpus
An anonymous reader writes "Converting human waste into usable fertilizer may become the next important development in sustainable living. 'Most conventional farms invest in synthetic fertilizer, which requires energy to produce and is associated with many environmental problems of its own. But by separating out human urine before it gets to the wastewater plant, Rich Earth cofounder Kim Nace says they can turn it into a robust fertilizer alternative: a "local, accessible, free, sanitary source of nitrogen and phosphorous."'"

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03 Feb 15:12

Dimitri Fontaine: PostgreSQL FOSDEM Conference

Back from the FODESM 2014 Conference, here's the slides I've been using for the Advanced Extension Use Cases talk I gave, based on the ongoing work to be found under the Tour of Extensions index in this web site.

If you're interested into the talk contents, then you might be interested into the following list of articles where I actually did all the work leading to the slides in the above PDF:

 

Denormalizing Tags

October, 24 2013

In our Tour of Extensions today's article is about advanced tag indexing. We have a great data collection to play with and our goal today is to be able to quickly find data matching a complex set of tags. So, let's find out those lastfm tracks that are tagged as blues and rhythm and blues, for instance.

 

PostgreSQL is an all round impressive Relational DataBase Management System which implements the SQL standard (see the very useful reference page Comparison of different SQL implementations for details). PostgreSQL also provides with unique solutions in the database market and has been leading innovation for some years now. Still, there's no support for Autonomous Transactions within the server itself. Let's have a look at how to easily implement them with PL/Proxy.

 

Geolocation with PostgreSQL

October, 09 2013

Let's get back to our Tour of Extensions that had to be kept aside for awhile with other concerns such as last chance PostgreSQL data recovery. Now that we have a data loading tool up to the task (read about it in the Loading Geolocation Data article) we're going to be able to play with the awesome ip4r extension from RhodiumToad.

 

In our previous article about Loading Geolocation Data, we did load some data into PostgreSQL and saw the quite noticable impact of a user transformation. As it happens, the function that did the integer to IP representation was so naive as to scratch the micro optimisation itch of some Common Lisp hackers: thanks a lot guys, in particular stassats who came up with the solution we're seeing now.

 

Loading Geolocation Data

October, 01 2013

As I've been mentionning in the past already, I'm currently rewriting pgloader from scratch in Common Lisp. In terms of technical debt that's akin to declaring bankrupcy, which is both sad news and good news as there's suddenly new hope of doing it right this time.

 

Using trigrams against typos

September, 06 2013

In our ongoing Tour of Extensions we played with earth distance in How far is the nearest pub? then with hstore in a series about trigger, first to generalize Trigger Parameters then to enable us to Auditing Changes with Hstore. Today we are going to work with pg_trgm which is the trigrams PostgreSQL extension: its usage got seriously enhanced in recent PostgreSQL releases and it's now a poor's man Full Text Search engine.

 

In a previous article about Trigger Parameters we have been using the extension hstore in order to compute some extra field in our records, where the fields used both for the computation and for storing the results were passed in as dynamic parameters. Today we're going to see another trigger use case for hstore: we are going to record changes made to our tuples.

 

Trigger Parameters

August, 23 2013

Sometimes you want to compute values automatically at INSERT time, like for example a duration column out of a start and an end column, both timestamptz. It's easy enough to do with a BEFORE TRIGGER on your table. What's more complex is to come up with a parametrized spelling of the trigger, where you can attach the same stored procedure to any table even when the column names are different from one another.

 

How far is the nearest pub?

August, 05 2013

In our recent article about The Most Popular Pub Names we did have a look at how to find the pubs nearby, but didn't compute the distance in between that pub and us. That's because how to compute a distance given a position on the earth expressed as longitude and latitude is not that easy. Today, we are going to solve that problem nonetheless, thanks to PostgreSQL Extensions.

 

The Most Popular Pub Names

August, 02 2013

In his article titled The Most Popular Pub Names Ross Lawley did show us how to perform some quite interesting geographic queries against MongoDB, using some nice Open Data found at the Open Street Map project.

 

HyperLogLog Unions

February, 26 2013

In the article from yesterday we talked about PostgreSQL HyperLogLog with some details. The real magic of that extension has been skimmed over though, and needs another very small article all by itself, in case you missed it.

 

PostgreSQL HyperLogLog

February, 25 2013

If you've been following along at home the newer statistics developments, you might have heard about this new State of The Art Cardinality Estimation Algorithm called HyperLogLog. This technique is now available for PostgreSQL in the extension postgresql-hll available at https://github.com/aggregateknowledge/postgresql-hll and soon to be in debian.

02 Feb 17:30

Israel Boycotter Danske Bank Linked to North Korea Missiles Shipments to Iran

by David P. Goldman

Danske Bank last week cut off banking business with Israel’s Bank Hapoalim on “legal and ethical grounds.”

What are Danske Bank’s ethics?

According to Wikileaks cables, Danske Bank helped finance Tanchon, a North Korean trading company that sold ballistic missiles to Iran:

Tanchon has been involved in financing ballistic missile sales from KOMID to Iran’s Shahid Hemmat Industrial Group (SHIG). SHIG is the Iranian organization charged with developing Iran’s liquid- fueled ballistic missile program and is designated under UNSCR 1737 for an asset freeze.

The same State Department cable adds:

We previously raised with you in March 2006 our concern (REF L) that Tanchon Commercial Bank maintained a correspondent account with Den Danske Bank AS- Copenhagen. According to April 2009 Bankers Almanac information, Tanchon still maintains that account.

The cable, dated May 12, 2009, has the ID 09STATE48525_a.

Danske Bank claimed to have stopped doing so business with Iran in 2010, which is an acknowledgement that it was doing so previously. It did not state that it was doing so on “legal and ethical grounds.”

01 Feb 00:13

O Distrito Federal entregue ao crime. Ou: Os reiterados desastres dos governos petistas na segurança pública. Ou: Máquinas de produzir cadáveres

by giinternet
Agnelo Queiroz: incompetência comprovada também na segurança pública

Agnelo Queiroz: incompetência comprovada também na segurança pública

Os governos petistas são notavelmente incompetentes em várias áreas, mas em nenhuma eles conseguem ser tão ruins como na segurança pública. Atenção! O Distrito Federal tem a renda per capita mais alta do país. O Distrito Federal tem a Polícia Militar mais bem paga do país — salário médio de R$ 4.300. O Distrito Federal tem o maior número de policiais militares por habitante: 1 para cada 168. Não obstante, a região vive um impressionante surto de violência. Os roubos cresceram 22% nos últimos dois anos. Os homicídios, em janeiro, tiveram um aumento de 41% em relação a igual mês de 2013. Desde o fim do ano passado, a PM realiza o que se chama “Operação Tartaruga” — que é, assim, trabalhar com vagar, com moleza. Pedem aumento de salário e mudança no plano e carreira. Os crimes explodiram.

Debaixo do nariz de José Eduardo Cardozo, aquele que gosta de vir dar pitaco na polícia de São Paulo.

Debaixo do nariz de Maria do Rosário, aquela que gosta de emitir notas marotas quando chama de homicídio um suicídio acontecido em São Paulo.

Debaixo do nariz de Dilma Rousseff, aquela que disse esperar explicações sobre suposta ação injustificada da PM de São Paulo — que, na verdade, era a vítima.

Vamos botar números nessa história. Segundo o Anuário de Segurança Pública, o Distrito Federal teve, em 2012, uma taxa de 32,1 Crimes Violentos Letais Intencionais (CVLI) por 100 mil habitantes, quase três vezes a de São Paulo, que tem menos policiais por habitantes, cuja polícia ganha bem menos e com renda per capita inferior. Os CVLI incluem homicídios dolosos e latrocínios. Sem dúvida, uma polícia bem paga é importante para garantir a segurança pública — mas, sem competência, é inútil. Sem dúvida, uma renda per capita elevada pode contribuir para diminuir certos crimes. Mas, sem competência, é inútil. Sem dúvida, um número maior de policiais é importante para garantir a segurança pública, mas, sem competência, é inútil.

E, está demonstrado, competência, nessa área, o PT não tem. E a prova não está só no Distrito Federal, não. De 2008 a 2012, segundo o mesmo anuário — que é do Ministério da Justiça! —, a taxa de CVLI da Bahia cresceu 30% — de 31,3 por 100 mil habitantes para 40,7. O caso desse estado é mesmo espantoso. Segundo um outro levantamento, o Mapa da Violência, no ano 2000, a Bahia tinha 9,4 homicídios por 100 mil habitantes. Dez anos depois, já havia chegado a 37,7.

Sergipe
O PT governa o Sergipe desde 2007. A taxa de Crimes Violentos Letais Intencionais saltou de 27 por 100 mil habitantes em 2008 para 40 em 20912. É outro escândalo.

Acre
O PT está no poder no Acre há 15 anos. Os Irmãos Viana e Marina Silva são os donos do pedaço. De 2008 para 2012, conseguiu-se reduzir um pouco a taxa dos CVLI: de 26 para 24,2 — ainda assim, mais do que o dobro da de São Paulo.

“Pô, Reinaldo, que história é essa de ficar o tempo todo comparando com São Paulo? Ora, meus caros, a esmagadora maioria dos “especialistas” ouvidos pela imprensa paulistana quando há questões relativas a segurança pública é do PT ou pertence a aparelhos do PT. O partido tem a ambição de conhecer a área. Por que, então, quando lhe é dado governar, consegue implementar uma política que produz o dobro, o triplo e até o quádruplo de cadáveres?

Rio Grande do Sul
No Rio Grande do Sul, Tarso Genro assumiu o poder com uma taxa de CVLI de 17 por 100 mil. Em 2011, ela passou para 17,5 e saltou para 19,8 em 2012. Não tenho os dados de 2013.

Piauí
PT e PSB dividem o governo do Piauí desde 2003. A taxa de CVLI saltou de 9,9 por 100 mil em 2008 para 16,4 em 2012 — e, ainda assim, o anuário inclui o estado entre aqueles cujos dados são de confiabilidade apenas média. Deve ser mais do que isso.

Encerro
A taxa de homicídios dolosos do Estado de São Paulo em 2010 foi de 10,5 por 100 mil. Deve ser a mais baixa do país. Não obstante, a polícia do estado é a que mais apanha do PT — claro! —, das ONGs, dos “advogados ativistas”, do governo federal e também da imprensa.

Se a taxa de homicídios do Brasil fosse igual à de São Paulo, salvar-se-iam por ano perto de 30 mil vidas. Em breve, virá a campanha eleitoral, e o petista Alexandre Padilha tentará dar aula aos paulistas de segurança pública. Vai ver pretende pôr em prática as lições que aprendeu com Agnelo Queiroz, no Distrito Federal, e Jaques Wagner, na Bahia, entre outros especialistas… Dá para tremer só de pensar.

01 Feb 00:11

No Acre, Marina prefere a velha política mesmo e vai de PT. Não me digam!

by giinternet

Que pitoresco!

O PSB anda meio irritado com Marina Silva, a chefa da Rede. No Acre, ela não abre mão do apoio à reeleição de Tião Viana, do PT, fiel escudeiro, junto com o irmão, Jorge, de Dilma Rousseff. Ora, ora, ora… Não me digam! Marina é poder no estado. Há 15 anos, a sua turma está aboletada no poder. E, segundo as primeiras pesquisas, a grei ficará ao menos 20 anos. Se alguém quer saber como seria o Brasil de Marina, basta ver como é o Acre dos Vianas.

No seu próprio estado, então, Marina não se importa se Eduardo Campos, provável candidato do PSB à Presidência, ficar sem palanque — ainda que, claro!, ela própria possa ir lá fazer uma campanha ou outra.

O Acre não tem, assim, tantos eleitores, é verdade. Mas convenham: se há um simbolismo importante nessa luta da Rede em favor da identidade, que seja no estado natal da Todo-Poderosa do partido, né? Nem que fosse para fingir. Passadas as eleições, os marineiros se agarrariam de novo a seus cargos.

Se bem que não sei se seria muito prudente. Em 2010, santo de casa não fez milagre do Acre. O tucano José Serra venceu a eleição no estado, com 52,13% dos votos; em segundo lugar, ficou Dilma, com 23,92%. Marina obteve apenas a terceira colocação: 23,45%.

Marina é a favor da “nova política”, mas demonstra que essa férrea convicção para na porteira do Acre. Ali, ela prefere o velho mesmo.

01 Feb 00:04

World's First Magma-Based Geothermal Energy System

by Soulskill
Lucas123 writes: "The Iceland Deep Drilling Project (IDDP) announced it broke through to the Mantle and created a superheated steam pipe capable of producing power at the nearby Krafla Power Plant in Northern Iceland. The system was operational for several months until a malfunctioning valve forced its closure. The IDDP, however, plans to either reopen its first magma-based geothermal bore hole (PDF) — IDDP-1 — or drill another one at Reykjanes. While the IDDP-1 is not the first bore hole to reach the planet's magma, it is the first time an operation has been able to harness the mantle's heat to produce a steam pipe that could power a plant."

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01 Feb 00:03

Lula, o maior ator do Brasil, prega a paz na Internet enquanto a sua turma prepara a guerra

by giinternet

Luiz Inácio Lula da Silva é o maior ator do Brasil, e não é de hoje que lhe reconheço essa qualidade, entre outras. E, destaco, ele vai melhorando com o tempo, conferindo sempre mais verossimilhança à sua fala. Por mais avesso que a gente seja ao PT e à sua pregação, há a tentação de considerar que Lula está sendo sincero.

O chefão do PT gravou um vídeo que foi postado em sua página no Facebook e está no YouTube. Lula fala sobre o papel da Internet na educação política. Quase não há reparos a fazer a seu texto, exceção feita à parte final, quando comenta o papel da imprensa. Ele e o PT ainda não entenderam qual é a função do jornalismo. Mas não chega a ser, nesse caso, um pecado mortal. Péssimas são as tentativas dos petistas de censurar a imprensa, mas isso não está caracterizado nesse vídeo. Vejam.

Destaco trechos de sua fala. Volto em seguida:
“Eu sou favorável a responsabilizar as pessoas que usam a Internet porque eu tenho liberdade de pegar uma estrada e fazer uma viagem com minha família, mas se eu for irresponsável, eu posso matar alguém ou posso morrer.”

“Quanto mais a gente trabalhar no sentido de falar coisas positivas, mesmo quando você critica, criticar com fundamento, e não ficar fazendo o jogo rasteiro da calúnia ou do baixo nível… Quando você calunia, você não politiza, você não ensina, você não produz um fruto.”

“Eu acho que a internet é uma árvore que pode produzir frutos novos todo santo dia se a gente tiver, ao sentar na frente de um computador, interesse de que alguém aprenda algo mais nesse país ou nesse mundo.”

“Eu, sempre que puder utilizar a Internet para passar uma mensagem que seja uma coisa positiva, uma coisa verdadeira, eu utilizarei. Jamais usarei a Internet para fazer uma calúnia contra quem quer que seja.”

Retomo
O vídeo vem a público dois dias depois de o PT anunciar que vai se articular com os movimentos sociais para… pautar a Internet e, como eles dizem, enfrentar os conservadores. Notem: a concepção é autoritária desde a origem, desde o princípio. Os movimentos sociais, por definição, não deveriam ter partido, certo? O que une aquelas pessoas, até onde se sabe, não é um partido, mas uma reivindicação.

Há mais: os petistas já criaram um grupo chamado “MAV” — Mobilização de Ambientes Virtuais. Como já afirmei aqui, trata-se de uma espécie de polícia política da Internet. Essa gente fica monitorando as redes sociais para “combater” seus adversários. Também invade as páginas pessoais de algumas pessoas conhecidas para patrulhar a sua opinião, desqualificá-las no caso de alguma discordância, intimidá-las. Sei do que falo porque a área de comentários deste blog enfrenta essa forma de assédio.

Ainda não é a pior parte. Todo mundo sabe que, por meio de publicidade da administração direta e de estatais, os petistas mantêm uma rede de blogs — que acabou ficando conhecida como “blogs sujos” — que têm como tarefa principal atacar figuras da oposição e a imprensa independente, além, claro!, de defender o governo.

E onde ficam esses limites de que fala Lula? Ora… Trata-se de um espetáculo grotesco de baixarias, vigarices, mentiras. Não faz tempo, um dos blogs da turma associou a imagem do ministro Joaquim Barbosa à de um macaco. LULA, PESSOALMENTE, TENTOU JOGAR NO COLO DA OPOSIÇÃO A COCAÍNA APREENDIDA NO HELICÓPTERO de um deputado e de um senador. Imediatamente a rede suja passou a replicar a baixaria, embora a Polícia Federal tivesse descartado o envolvimento dos próprios políticos com a droga. Isso tudo está documentado.

Quando, no entanto, a gente vê e ouve Lula no vídeo, é grande a tentação de considerá-lo uma espécie de líder moral, a dizer coisas sensatas. A campanha vem aí. E teremos, mais uma vez, a chance de ver do que são capazes.

Imprensa
Sobre a imprensa propriamente, Lula afirmou:
“Não é que eu quero que todo mundo fale bem do governo; a mensagem é que eu quero que todo mundo seja verdadeiro, seja para criticar, seja para apoiar o governo.”

“Está acontecendo muita coisa boa nesse país. Eu, às vezes, fico triste porque eu vejo televisão; começa de manhã, seis e quinze da manhã, eu estou vendo televisão, o cara já fala assalto não sei onde, morte não sei onde, batida não sei onde, eu fico pensando: ‘Será que não nasceu uma criança hoje no Brasil; será que ninguém foi bem atendido em algum lugar; será que não uma coisa boa pra gente mostrar sempre os dois lados da moeda’?.”

Vamos ver
Trata-se de um apanhado de bobagens. Pra começo de conversa, existem mais instâncias de opinião que não as favoráveis e as críticas ao governo. Essa fala de Lula traduz a sua mentalidade estatizante, governo-dependente, própria de um partido que aparelhou o estado.

De resto, sempre que a imprensa tem uma “boa notícia”, esta merece o devido destaque. Lula não sabe, ou finge não saber, que a imprensa é um dos instrumentos de que dispõe a sociedade para apontar o que não vai bem, para tentar corrigir problemas, daí sua aparente inclinação para a má notícia.

Eu proponho outra questão a este senhor: que tal se a propaganda oficial do governo começar a revelar também os problemas para mostrar os dois lados? Que tal se isso fosse feito inclusive nos pronunciamentos oficiais? Assim, nesta quarta, em vez de apenas cantar as suas supostas glórias, o ministro Alexandre Padilha teria se desculpado pelos 41 mil leitos do SUS que desapareceram entre 2005 e 2012.

Texto publicado originalmente às 22h31 desta quinta
31 Jan 23:53

PT pressiona, Dilma cede e entrega a cabeça de Helena Chagas; substituto é mais afinado com Franklin Martins. “Blogs sujos” esperam agora ter mais dinheiro

by giinternet

Por Luíza Damé, no Globo:
A presidente Dilma Rousseff deu início à reforma ministerial que consolidará o apoio partidário ao projeto da reeleição, mas, por enquanto, mexeu apenas em postos do PT, deixando em aberto a substituição dos ministros dos partidos aliados que disputarão as eleições. Foram oficializadas nesta quinta-feira mudanças na Casa Civil, na Educação e na Saúde. Dilma também fará mudança na Secretaria de Comunicação Social (Secom) para dar uma postura mais agressiva ao setor no ano eleitoral, como defende o PT. Essa troca não estava prevista para este momento, mas a ministra Helena Chagas, surpreendida pelo vazamento da notícia, entregou a carta de demissão nesta quinta-feira à tarde. Sua saída foi motivada por pressões do PT e, mais recentemente, pelo desgaste da falta de transparência com a agenda da presidente Dilma na polêmica “escala técnica” da comitiva presidencial em Lisboa, sábado passado.

O porta-voz da Presidência, Thomas Traumann, vai substituir Helena, mas a oficialização dessa mudança só deve ocorrer nesta sexta-feira. A avaliação é que Traumann tem perfil mais agressivo e mais afinado com o ex-ministro Franklin Martins, que vai coordenar a área de comunicação da campanha de Dilma. O ministro da Educação, Aloizio Mercadante, que já estava trabalhando no Planalto, foi confirmado na Casa Civil, no lugar de Gleisi Hoffmann. Pré-candidata ao governo do Paraná, Gleisi reassumirá sua vaga no Senado. O secretário executivo do MEC, José Henrique Paim, será o substituto de Mercadante. O secretário de Saúde de São Bernardo do Campo, Arthur Chioro, assumirá a vaga de Alexandre Padilha, que deixará a Esplanada para disputar o governo de SP.

A manhã no Planalto começou agitada. Helena foi surpreendida com a informação de sua saída do governo, publicada na edição desta quinta-feira do jornal “Folha de S. Paulo”, e ligou para a presidente. Tão logo chegou ao Planalto, Dilma chamou Helena ao seu gabinete e negou que tenha autorizado o vazamento da decisão. Pediu que a ministra não confirmasse a saída e ficasse no cargo até a formalização da mudança.

A ministra ficou irritada com o vazamento, e coube a Mercadante apagar o incêndio no segundo andar do Planalto. Mesmo demissionária, ela cumpriu agenda. Entre um compromisso e outro, comentou com assessores que foi deselegante o vazamento da mudança na Secom. A avaliação de setores do Planalto é que o episódio de Portugal não foi decisivo para a substituição. Outro grupo, no entanto, considerou-o a gota d’água.

As polêmicas em torno da viagem a Portugal se deram não só pelo gasto com hotéis de luxo para mais de 40 pessoas ficarem em Lisboa por menos de 24 horas, mas também pela postura da Presidência de manter em sigilo a agenda da presidente em Portugal, só tornando-a pública no dia seguinte, domingo, depois que foi revelada pelo jornal “O Estado de S. Paulo”. Em novembro do ano passado, em meio a críticas do PT à sua atuação, Helena colocou o cargo à disposição. Ela esperava deixar o governo na reforma ministerial, mas Dilma não lhe confirmou essa decisão. A ministra não irá para a campanha da presidente e deverá cumprir quarentena, como prevê a legislação.

 Em uma das reuniões do presidente do PT, Rui Falcão, com a bancada e integrantes do Diretório Nacional, para discutir saídas para a crise depois das manifestações de junho, houve um debate sobre pontos fracos na equipe ministerial, com críticas à comunicação do governo e da presidente. A reclamação era em relação à pequena margem de financiamento dos chamados “blogs sujos”, que fazem o enfrentamento com a mídia tradicional e atacam a oposição.

 “A comunicação do governo é uma porcaria! O governo não tem a estratégia de comunicação nas redes sociais. O Lula mantinha uma canalização de recursos para alguns blogs, mas a Dilma cortou tudo”, reclamou naquela reunião o vice-presidente da Câmara, André Vargas (PR), segundo petistas presentes. Na época, Vargas desmentiu as críticas, mas nesta quinta-feira, diante da notícia da saída de Helena Chagas, disse ao GLOBO: “Não gosto dela. A Helena foi pro pau! Beleza”.
(…)

31 Jan 23:50

A dinheirama para Delúbio: armação ou sem-vergonhice contagiosa?

by giinternet

delúbio

Ser mensaleiro, ora vejam, pode render mais de milhão. Isso se o sujeito for um condenado e estiver em cana — ou, ao menos, dormindo na cadeia. Em plena operação do esquema, rendia muito mais. O site criado para arrecadar dinheiro para pagar a multa de Delúbio Soares já teria juntado mais de R$ 1 milhão de reais.

É um acinte! Por que escrevo “teria juntado”, pondo a informação sob suspeita? Porque só nesta quinta-feira R$ 600 mil caíram na conta de uma vez só. A multa que Delúbio tem de pagar é R$ 466.888,90. Até ontem, o total arrecadado era de R$ 1.013.657,26.

Quem é essa gente que doa com tanta generosidade? O único ente oficial que vai ter acesso aos nomes é a Receita Federal, já que esse tipo de operação é tributada — e, claro!, o partido. Se os próprios comandantes do PT fizeram boa parte das doações, como deve ter acontecido, ninguém ficará sabendo.

É claro que o PT decidiu debochar da Justiça como um todo e do Supremo Tribunal Federal em particular. Ao criar um site para doações de pessoas que permanecerão anônimas, tenta fazer de conta que a sociedade está contra o tribunal. O petista Marco Aurélio Garcia, que é assessor especial de Dilma para assuntos internacionais, não escondeu a intenção: “Isso é uma resposta ao ministro Joaquim Barbosa. Ele, com seus exageros, acabou mobilizando ainda mais a militância”.

Os mensaleiros também trocam a grana entre si. Da campanha de Genoino, sobraram R$ 30 mil reais, que ele decidiu doar a Delúbio. Da de Delúbio, sobrarão mais de R$ 500 mil, que vão para José Dirceu e João Paulo Cunha…

É um mau sinal. Estamos diante da evidência de que o PT, além de não admitir os crimes cometidos, ainda parece se orgulhar deles e da suposta adesão de sua militância. Digo que a adesão é suposta porque, enquanto os respectivos nomes dos doadores continuarem em sigilo, o bom senso obriga a desconfiar.

E notem o seguinte: a hipótese da farsa é a benevolente. A não benevolente é mais grave. Se há mesmo tanta gente disposta a condescender com o crime e a colaborar com criminosos, é sinal de que a sem-vergonhice é contagiosa.

31 Jan 23:49

Mais um vídeo demonstra que, no caso Fabrício, as vítimas mesmo são os PMs — vítimas da difamação e da má-fé

by giinternet


 

Se não querem pedir desculpas à Polícia Militar, muitos difamadores da corporação deveriam ao menos pedir desculpas aos policiais envolvidos na prisão de Fabrício Proteus Chaves, aquele que quase vira herói não fossem duas câmeras de segurança.

Um novo vídeo, publicado pela Folha Online, vem a público agora e, nele, por incrível que pareça, o que vemos é Fabrício correndo atrás de um policial. Vejam ali. Sim, o rapaz é que perseguia um PM, que se refugia num posto de gasolina. Depois é que aparecem outros fardados, que seguem no seu encalço. Segundo informa a Folha, os policiais que participaram da operação atuavam na área administrativa. Para a segurança, melhor PM na rua do que no escritório.

Atenção! A imagem confirma a versão dos policiais, que dizem ter sido ameaçados por Fabrício duas vezes: no posto de gasolina e, depois, da esquina das ruas Sabará com Sergipe. Nesse caso, o outro vídeo, já de todos conhecido, mostra o momento em que o rapaz avança contra os PMs, quando leva, então, dois tiros.

É impressionante o massacre a que foram submetidos os policiais, criticados pela imprensa, por ONGs, pela Defensoria Pública, por abelhudos. Não fossem essas imagens, quem daria crédito à versão dos PMs?

A verdade é que algo de muito grave está em curso. A impunidade que tem sido garantida a esses grupos, que saem por aí quebrando tudo e jogando coquetéis molotov contra a polícia, está incentivando comportamentos como o desse cara. Basta ver o vídeo para constatar que o policial está, sim, correndo dele — e deve fazê-lo por uma boa razão. Ele admitiu em depoimento que avançou com o estilete contra os PMs, mas diz que foi só depois de levar o primeiro tiro. Vocês acreditam?

Alguns “analistas” investem no ridículo e defendem que os policiais enfrentem desarmados pessoas que vão para as ruas dispostas a jogar coquetéis molotov e, como evidenciam os dois vídeos, a avançar armados contra os PMs, que têm tanto o direito como o dever de se defender. Têm o direito porque, como a qualquer ser humano, assiste-os a legítima defesa. E têm o dever porque são agentes do estado e, ao se proteger, têm mais condições de proteger a sociedade.

Um grupo de ditos “advogados ativistas” (ver post) chegou a conceder uma entrevista coletiva para acusar a polícia de ter tentando matar Fabrício. Mentira. Os policiais cumpriram a sua obrigação e ainda tiveram o bom senso de, mesmo desrespeitando uma portaria da Secretaria de Segurança Pública, levá-lo ao hospital, que ficava a alguns metros. Ou ele teria morrido.

Este novo vídeo desmonta, de vez, a farsa que se tentou criar. As vítimas, nessa história toda, são mesmo os policiais. No caso, vítimas da difamação e da má-fé. Dilma chegou a dizer que esperava “explicações”. Está tudo explicado, presidente?

Inexplicável, até agora, só mesmo a viagem a Portugal…

31 Jan 23:49

A coluna na Folha desta sexta: Aduladores do caos

by giinternet

Na minha coluna na Folha desta sexta, falo sobre aquele que chamo “aduladores do caos”, que confessam que suas esperanças num Brasil melhor crescem quando ônibus são incendiados. Segue um trecho.
*
Para o submarxismo vigente naqueles ambientes que o poeta Bruno Tolentino (1940-2007) chamava “Complexo Pucusp” — onde a imprensa colhe seus “especialistas”—, o futuro já aconteceu faz tempo. O que virá será só a materialização do que já estava inscrito na natureza humana. E essa natureza, consta, é libertar-se da opressão. Assim, toda ação, todo acontecimento, todo evento só encontram sentido na medida em que podem ou não ser úteis a esse propósito. A história deixa de ser “a contínua marcha do desejo”, na expressão de Thomas Hobbes, para ser uma sequência de capítulos de fim conhecido, que nos conduzirá ao encontro com a verdade. Parece complicado? Eu me esforcei. Das nuvens para os ônibus.

Desde 1º de janeiro, 33 ônibus municipais e outros tantos intermunicipais já foram incendiados na periferia de São Paulo e adjacências. Em dois ou três casos, alega-se uma reação à suspeita de que a PM teria matado um rapaz da “comunidade”. E os demais? Ah, esses ficariam por conta do “malaise” social que levaria adolescentes da periferia a fazer “rolezinhos”, “black blocs” a quebrar tudo, funkeiros a tentar explodir posto de gasolina… Teria sido acionado o gatilho do DNA libertador das massas.

Analistas muito severos trovejam: “Eu bem que avisei”. Outros iluminam suas esperanças com as chamas dos ônibus. Estão com o povo, contra os reacionários! A antropologia da reparação ameaça: “Chegou a hora de entregar os dedos; os oprimidos não se contentam mais com os anéis do reformismo tucano-petista!”.
(…)
Íntegra aqui

30 Jan 23:11

Banning Circumcision in Scandinavia

by Mark Movsesian

A serious campaign is underway in Scandinavia to ban the non-therapeutic circumcision of boys. A Danish doctors’ association says that, unless medically indicated, circumcision is a kind of child abuse. A Swedish medical association recommends setting the minimum age for the procedure at 12 and requiring the boy’s consent. Last September, the Nordic Ombudsmen for Children issued a joint statement declaring non-therapeutic circumcision of boys a violation of international human rights law. Although for now no country seems ready to outlaw the practice, surveys suggest large numbers of Scandinavians would favor a ban.

To put it mildly, a ban on the non-therapeutic circumcision of boys would cause some hardship for Jews and Muslims. At the very least, parents who wished to have their sons circumcised for religious purposes would need to have the circumcisions performed outside their countries—assuming a ban on circumcisions would not also prohibit parents from transporting children for such purposes. Most likely, a ban would simply cause Jews and Muslims to leave Scandinavia in large numbers. In fact, opponents of the ban allege that is its goal.

I doubt that religious bigotry, as such, has much to with it—though anti-Muslim sentiment, at least, is on the rise in Scandinavia, as in much of Europe. Rather, what we’re seeing is a clash of values between a secular worldview that has little patience for traditional religious expression, and the followers of the traditional religions themselves. To put it bluntly, the secular human rights community finds it increasingly difficult to take seriously the arguments traditional religion puts forward, especially when sex is somehow involved.

Here’s an example. Last week, The Copenhagen Post ran an op-ed by Morten Frisch, a doctor and sex researcher who favors a ban. Circumcision, Frisch writes, is problematic not only because it violates a boy’s bodily integrity when he is too young to consent. (Actually, any medical treatment would present that problem). What’s really bad is that circumcision decreases sexual pleasure later in life. “To most Europeans,” Frisch writes, “circumcision is an ethically problematic ritual that is intrinsically harmful to children: every child has the right to protection of his or her bodily integrity and the right to explore and enjoy his or her undiminished sexual capacity later in life.”

What about the fact that Judaism and Islam have required male circumcision for millennia? Isn’t that a factor to consider? You might think that practices that have lasted thousands of years come with some presumption of validity, even if you disagree with them. Millions of people across time have thought such practices important, even sacred. Frisch summarily dismisses these concerns. “Religious arguments,” he writes, “must never trump the protection of children’s basic human rights. To cut off functional, healthy parts of other people’s bodies without their explicit and well-informed consent can never be anybody’s right–religious or otherwise.”

Now, I don’t know whether exploring one’s undiminished sexual capacity really qualifies as an international human right nowadays; I don’t follow the literature too closely. And this is the first I’ve heard that male circumcision leads to to a decrease in sexual pleasure later in life (I’m not speaking of female circumcision). But let’s assume what Frisch says is correct. The fact that he so impatiently dismisses any hardship a ban would cause traditional religious communities is striking. There is, it seems, simply nothing to be said for traditional practices that violate contemporary norms in this context; the sooner we get rid of them, the better. Frisch’s essay, like the proposed ban itself, is another indication that the clash between religious tradition and secularism is heating up, and that secularism is in little mood to compromise.

30 Jan 23:10

IE Drops To Single-Digit Market Share

by timothy
New submitter fplatten writes "I think this is all you need to see to know what legacy Steve Ballmer has left at Microsoft, where its IE browser market share has collapsed from a high of 86% in 2002 to just 9% now. I guess this is just another in a long list of tech companies that failed to maintain its dominant market share. Also, IE may be the one product that never really deserved it, but just piggybacked on Windows, and users left in droves once decent (more secure) alternatives and standards became popular." Microsoft stockholders probably don't feel too badly about the Ballmer legacy overall, though -- browser choice is a pretty small arm of the octopus.

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30 Jan 23:09

Padilha e Skaf provam por que é um absurdo o STF proibir doação de empresas a campanhas eleitorais

by giinternet

O Brasil tem leis eleitorais bastante restritivas, que se estendem ao jornalismo. Em período de eleição, pesa uma verdadeira censura prévia nos meios de comunicação que são concessões públicas, como rádio e TV. É uma piada! Um analista político tem de tomar um cuidado imenso para que um comentário não seja considerado campanha positiva ou negativa. Se um determinado programa jornalístico dá uma notícia sobre o “Candidato A”, tem de dar um jeito de também dar notícia sobre o “B”, ainda que, naquele dia, ele não seja notícia… Profissionais do jornalismo são obrigados a se comportar como chefes de almoxarifado, fazendo um controle rigoroso de notícias positivas e negativas para cada candidato, garantindo o equilíbrio: “Ih, o Wanderclêisson, tá faltando notícia negativa para o Candidato C. Precisa encomendar!”.

A legislação eleitoral, em suma, emburrece o jornalismo — que já não vive seus dias mais iluminados, é bom deixar claro. As restrições vão se acumulando, não é?, e em várias áreas. Daqui a pouco, parece fatal, o STF dará o sexto voto (e deve haver mais) para impedir a doação de empresas privadas a campanhas eleitorais. Por qualquer mistério trevoso, ministros acham — e o pai da tese é o “progressista” Roberto Barroso — que doações declaradas, legais, feitas à luz do dia, comprometem a legitimidade do pleito. Resultado: serão feitas à socapa; aí, creio, o ministro considera que a legitimidade estará garantida… Tenha dó!

Pois bem. Em São Paulo, o presidente da Fiesp, Paulo Skaf, que será candidato do PMDB ao governo do estado, resolveu privatizar, tomar como seu, obra de sua lavra pessoal, o trabalho da federação, em particular os investimentos que o Sesi — que tem dinheiro público — faz em educação, cultura e esportes. No passado, apareceu na televisão mais do que uma estrela dos comerciais como o ator Rodrigo Faro. Skaf deve ser hoje o “ator” que mais aparece no vídeo. E o que a legislação eleitoral pode fazer a respeito disso? Nada!

Que país, né? O estado brasileiro se dá o direito de censurar o jornalismo de rádio e TV em período eleitoral, mas é incompetente para coibir que o presidente de uma federação use a máquina da entidade para fazer campanha. O mesmo se diga de Alexandre Padilha, um notório usuário de jatinhos da FAB e de pronunciamentos oficiais. Como impedir esse tipo de coisa?

Como sempre quis demonstrar
Quando o STF proibir as doações de empresas a campanhas eleitorais, estará a favorecer práticas como a de Paulo Skaf e a de Alexandre Padilha. Os que dominarem a máquina administrativa federal — com acesso gratuito (para eles) ao rádio e à TV — e os aparelhos de natureza sindical, sejam empresariais ou de trabalhadores, sairão obviamente ganhando. É claro que a presença desses dois na TV custa dinheiro. A Fiesp paga pelos comerciais de Skaf. Os do governo federal viram renúncia fiscal das emissoras de TV e rádio — ou seja, custam dinheiro.

O argumento falacioso que sustenta a tese da proibição da doação de empresas é garantir condições iguais para todos no pleito. Como se vê, o tribunal vai é garantir privilégios — além de empurrar as doações hoje legais para a ilegalidade.

30 Jan 23:07

Equivocation and Contraception: A Response to Rachel Held Evans

by Denny Burk and Andrew Walker

Rachel Held Evans has recently written a lengthy blog post expressing her take on the morality of contraception. She says that evangelical thinking on the matter has been distorted by “male privilege” and by misguided statements from Republican politicians.

In the background of her discussion are the many Christians who have been raising religious liberty concerns about Obamacare’s contraception mandate. She says that evangelical objections to the mandate have been misinformed and that Christians need to “avoid making generalizations about the millions of women and families who say they would benefit from affordable, accessible contraception.”

Readers might be surprised to learn that Evans identifies herself as a “pro-life” Christian, even as she admits that she finds it hard to believe that human life begins at conception. Even though the moral status of the unborn is the central issue, she dubs the matter a “rabbit trail.” We are sure we are not the only ones who find her “pro-life” claim to be quite unconvincing. Her uncertainty about the status of the unborn is the exact type of equivocation that makes progressive evangelical ethics problematic and myopic, as one of us has written elsewhere.

In any case, this is not even the central weakness of her article. In making the case for contraception, she fails to engage the central moral reasons that evangelicals and Roman Catholics have opposed the Obamacare mandate—that it requires them to participate in morally reprehensible behavior and runs roughshod over religious liberty.

Evangelicals and Roman Catholics agree that many of the birth control technologies mandated by Obamacare can induce abortion. Evans denies that this is a legitimate concern for birth control pills. Then, astonishingly, she concedes that even with the pill, “There’s the very remote chance that fertilization will somehow manage to occur. In this case the zygote will probably fail to implant on the uterine wall.” Since she is not sure whether life begins at conception, it is not surprising that this possibility does not trouble her. But it is quite troubling to those of us who are actually pro-life.

Obamacare also requires coverage for IUD’s—a technology that everyone agrees to have an abortifacient mechanism. Evans does not even acknowledge this as a problem. Again, where is her “pro-life” concern? She raises no moral qualms about destroying human life at its earliest stages with IUD’s.

Evans also denies any moral concerns with so-called “morning after pills.” She argues that “Plan B does not inhibit implantation but instead blocks fertilization.” What she fails to acknowledge is that Plan B is not the only morning-after pill mandated by Obamacare. Ella is also covered under the mandate, and the studies that appear to vindicate Plan B do no such thing for Ella. The FDA still lists an abortifacient mechanism of action for both of these drugs, but again Evans does not inform her readers of these facts.

Evans also fails to engage the religious liberty concerns of evangelicals and Roman Catholics. The contraception mandate requires pro-life business owners to purchase insurance plans that cover abortion-inducing technologies. We believe that this mandate represents one of the most egregious violations of religious liberty in American history. Evans does not have to agree with pro-life concerns about the morality of these technologies. But why is she taking the side of Caesar against pro-life persons with sincere religious objections? How can she possibly support forcing Evangelicals and Catholics to participate?

Evans concludes her article saying, “Christians especially must be committed to telling the truth and getting our facts straight, or else we risk losing credibility in the conversation and leading the faithful astray.” We couldn’t agree more. But in this case, Evans is the one who needs to get her facts straight, not Evangelicals and Catholics who stand on principle against the Obamacare mandate.

Denny Burk is the author of What Is the Meaning of Sex?. He also writes a daily commentary on theology, politics, and culture at DennyBurk.com. Andrew Walker is the Director of Policy Studies for The Ethics and Religious Liberty Commission.

30 Jan 23:05

B. B. Warfield and Charismatic History

by Greg Forster

Dale, I agree with you that the history of Protestant claims in favor of continuing charismata should not be inadvertently denied, and that Protestant discussions of charismata should not become a stalking-horse for Protestant-Catholic controversies that are essentially irrelevant to the discussion. I do not share the desire of some of my more enthusiastic but less wise Reformed friends to cast charismatics beyond the pale of Protestantism; even when we turn from the less wise among my Reformed friends to the more wise, I think we still speak confusedly in this area—we have to stop talking as if all aspects of Reformed theology shared the status of those great central pillars that define Protestantism, such as justification without the works of the law.

Those central pillars, which are core to Reformed theology, are indeed paradigmatic expressions of the Reformation. But they are not paradigmatically Protestant because they are core to Reformed theology, and we have to stop talking about other aspects of our theology as if they, too, were core Reformation doctrines. Our Lutheran friends, to say no more, could raise a plausible objection! The real variety of Protestant belief and practice is too rarely accounted for in the way Reformed people use the term “Protestant.”

However, I don’t think B. B. Warfield always shares that tendency in Counterfeit Miracles. He does sometimes slip in that direction. On the whole, however, I think he does a better job than you give him credit for.

He did identify opposition to Rome’s claims of continuing charismata as a core Protestant commitment, including some language much stronger than what you quoted. The first two sentences of Chapter 4 are: “Pretensions by any class of men to the possession and use of miraculous powers as a permanent endowment are, within the limits of the Christian church, a specialty of Roman Catholicism. Denial of these pretensions is part of the protest by virtue of which we bear the name of Protestants.” He then approvingly quotes another author who writes that Protestants don’t see a promise of continuing charismata in scripture.

But look more carefully at those first two sentences, and then compare them to what comes in the paragraphs that follow. In spite of that troublesome third sentence, overall Warfield seems to me to be setting up a contrast between Protestant-Catholic debates over charismata (the subject of Chapter 3) and intra-Protestant debates over charismata (the subject of Chapters 4—6). I think he wants to draw attention to how these debates are different in character—precisely the distinction you want to remind us of.

Note Warfield’s precise phrasing—the key words in the first sentence are “class of men” and “permanent endowment.” This is in contrast to the way he characterizes Protestant belief in charismata, which he describes as claims to the possession of gifts by “individuals”—that is, individuals qua individuals. These Protestant claims are different in kind precisely because they do not elevate a special “class of men” who have a “permanent endowment” of miraculous gifts, as the Roman claims do. I am open to correction if I have misunderstood Protestant charismatic theology, but if I understand it rightly, then Warfield’s statements in the first and second sentences are correct; opposition to the particular claims Rome makes about continuing miracles is, in fact, core to Protestantism. They are so not because Rome claims miracles continue to occur, but because Rome claims these miracles occur in such a way as to require the priesthood to mediate in an authoritative way between the believer and Christ.

In Chapter 3, his focus was on the connection between Rome’s belief in continuing miracles and its doctrine of the authority of church tradition. On both these issues I think he’s right; standing against the mediation of the priest and the coordinate status of church tradition alongside scripture are core to Protestantism.

In the argument that follows, Warfield does not depict Protestants who believe in continuing charismata as some sort of infection of crypto-Catholicism. To the contrary, he offers a theory as to why some Protestants accept continuing charismata that is grounded not in Catholicism (not even in a sort of unintentional semi-Catholic compromise on soteriology by those dastardly Arminians) but precisely in the nature of Protestantism itself. “Protestantism, to be sure, has happily been no stranger to enthusiasm; and enthusiasm with a lower-case ‘e’ unfortunately easily runs into that Enthusiasm with a capital ‘E’ which is the fertile seed-bed of fanaticism.” I do not think I have ever heard an apologist for Roman Catholicism who did not say something almost identical to this sentence about the nature of Protestantism, though of course with a different end in mind. It is not an especially charitable view, and can be criticized for that reason. But it is not conflating Catholic and Protestant views.

The very fact that Warfield devotes one chapter to Roman Catholicism and three chapters to Protestant claims in favor of continuing charismata is telling. (The chapter on the patristic and early medieval church is not about Catholicism. Warfield of all people would have been the last to cede figures like Augustine to Rome; in his majestic essays on Augustine and Pelagius he famously remarked that the debate over the Reformation was really a debate between Augustine’s doctrine of grace and Augustine’s doctrine of the church.) Warfield is against all claims of continuing charismata, and—alas—he does not always treat them charitably. But he does give the presence of those claims within Protestantism a pretty full representation.

You’re right that some of my Reformed friends need to quit trying to read charismatic claims out of Protestantism. But Warfield was better on these issues than they are.

30 Jan 14:23

Resurrection vs. Immortality

by Russell E. Saltzman

Theologies have the life of a mayfly. They come into fashion, rise, and then slip away, mostly unnoticed. It might be good, then, for seminarians and other readers to first learn some of the old theologies before traipsing off through the daisy fields of any new ones.

Oscar Cullmann (1902-1999) is one such theologian. By the time my generation entered seminary he was no longer at the summit of discourse. His name, best I recall, never came up in Church history classes. Bultmann was barely mentioned, and Barth didn’t fare too well, either. Whatever it was they said so cogently to their generation, well, now there were new voices clamoring for attention.

A Lutheran German contemporary to and friends with Karl Barth and Rudolf Bultmann, Cullmann was an invited observer at Vatican II. He taught at the Reformed seminary in Basel, Switzerland, and following World War II taught at the Sorbonne, Paris, while continuing at Basel. Barth is said to have teased him about being “an advisor to three popes.” It is hard to see what might be so funny about that today.

There is little of Cullmann’s work that did not focus on the early church, the topic he taught in both Basel and Paris. He always asked, “What did the earliest Christians believe and teach?”, and almost always found that what they taught and believed never quite fit the neat compartments devised by later Christians. It wasn’t that Christianity “matured” or “evolved,” and never that later Christianity was “worse.” He simply dug through scripture and presented his results.

Equally, his studies were often at odds with his contemporaries. Against Bultmann’s demythologized existentialist Christ, Cullmann stressed the reality of redemption. Where Bultmann argued against an accessible historicity to the Resurrection, Cullmann’s investigations in redemptive history (Heilsgeschichte) suggest there was something finally objectively available about it. Against Barth’s “natural death,” Cullmann insists, biblically, that death is unnatural, unwilled by God and opposed to God.

The greatest instance of this insistence is Immortality or Resurrection. Originally a 1956 journal article, it has been long available as a book of sixty brief pages. Reading Cullmann, for me, is like reading Richard Neuhaus; they both have the ability to say exactly what my inchoate thought is struggling to form. But they use actual words; I grunt and point.

Cullmann argues that there is no biblical link between resurrection of the body and the soul’s immortality. The ordinary Christian confuses the two, mistaking one as a synonym for the other. The later church affected a connection between two opposite beliefs, going through a period of gentile Hellenization. But the linkage created “between the expectation of the ‘resurrection of the dead’ and the belief in ‘the immortality of the soul’ is not in fact a link at all but a renunciation of one in the favor of the other.”

He sharply contrasts the death of Socrates with that of Jesus. (Ancient critics of Christianity did the same.) Plato’s Phaedo (also known as On the Soul) finds the condemned man housing an imprisoned soul. Death is a great liberator. Approaching hemlock, Socrates impressively “did not merely teach this doctrine: at that moment he lived his doctrine.”

By contrast Jesus in Gethsemane approaches death declaring he “is troubled, even to death” (Mark 14:33). “Jesus,” Cullmann explains, “is so thoroughly human that he shares the natural fear of death. . . . He is afraid of death.” The synoptic gospels offer nothing of Socratic composure. Jesus does not greet death with friendly acquiescence.

Cullmann’s New Testament study reveals the very Jewish sentiment that death is the result of sin. The Letter to the Hebrews (5:7) understands this: In the face of death, Jesus wept and cried. If immortality of the soul is the case of the immortal soul freed from the body, we might have expected a more Socratic Jesus. Instead he is frightened, reduced to tears. This is why the Third Day is such a shocking, shattering surprise.

Immortality is being snatched from this dismal physical life with all its limitations. Resurrection is divine deliverance, not from this life, but from death. Sin and death must be conquered. We can’t do it; Christ has. Resurrection is God’s triumph in Christ swooping us up into his promised future age.

Somehow this gets lost. We don’t hear enough of it in present preaching and very little if any of it in funeral preaching. Pastors should reflect on this deeply. If they do not preach resurrection then they neglect the power of death and the achingly dry used-up feeling of grief that it leaves. To do that, whether by design or negligence, ignores the greater power of Christ over death.

Confronted with death there is a thrill in preaching resurrection. Resurrection declares a boldness of purpose, even in death. The Christian martyr often died with spirited passion, completely unnerving to Socratic dispassion. The martyr knew the call of Christ’s cause, and answered it in hope. He was part of a redemptive story that extended—another Cullmann theme—through time and eternity. We do not die into immortality, not as Cullmann saw it. We die into God.

Russell E. Saltzman is a dean in the North American Lutheran Church, assistant pastor of St. Matthew’s Church in Riverside, Missouri, and an online homilist for the University of Mary Christian Leadership Center. His latest book, Speaking of the Dead, is being published this year by ALPB Books. His previous articles can be found here.

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30 Jan 10:27

Assim não, Joaquim Barbosa!

by giinternet

Joaquim Barbosa gravata amarela

Pois é, leitores… Eu não sou um barbosista, como vocês sabem. Quando Joaquim Barbosa acerta, eu aplaudo. Quando ele erra, eu critico. Na verdade, isso vale para ele e para qualquer pessoa. Nesta quarta, por exemplo, ele errou feio. Deu uma palestra no King’s College, da Universidade de Londres. E fez o que alguém na sua posição não deve fazer: falou mal da política e dos políticos no Brasil. E foi além.

Barbosa criticou com dureza a situação das prisões brasileiras, que definiu como um “horror”, informa a Folha, e disse que assim é por culpa dos políticos, já que o assunto não rende voto. Digamos que ele tenha razão no mérito: não cabe ao presidente de um Poder esse tipo de discurso? Tivesse apenas apontado o tal “horror”, vá lá; as considerações sobre a política é que são impróprias. Imaginem um ministro da Suprema Corte dos EUA em visita ao Brasil largando a língua no Congresso americano… Não dá pé.

Até porque cabe aqui um pergunta direta e reta. Barbosa é o presidente do Conselho Nacional de Justiça. O que ele fez, na sua esfera de competência, para diminuir essas dificuldades? A seu tempo, Gilmar Mendes, por exemplo, promoveu um grande mutirão para, entre outras coisas, libertar pessoas que estavam irregularmente presas pelos mais diversos motivos. Barbosa tem de descobrir que alguém na sua posição tem de estar mais comprometido com a ação do que com a denúncia.

Indagado sobre o tema, Barbosa também falou sobre o suposto racismo no Brasil: “Entre negros e mulatos, são a maioria dos brasileiros, mais de 50%, muito mais que as cotas. Os brasileiros não gostam de discutir esse assunto. A TV brasileira parece a TV da Dinamarca”.

Quais “brasileiros” não gostam de “discutir esse assunto”? O Brasil terá em breve lei de cotas raciais, em vigor em todas as universidades públicas, até para o ingresso no funcionalismo federal. O absurdo é tal que bolsas para doutorado já obedecem ao critério da cor da pele.

Em parte, ele tem razão: temos discutido pouco esse assunto… E um conselho final: não é a primeira vez que Barbosa trata “os brasileiros” como um conjunto ou corpo ao qual ele não pertencesse. Barbosa é quê? Escandinavo? Eu não gosto disso que chamo “discurso de motorista de táxi”. Como todo respeito, é sempre a categoria mais insatisfeita do Brasil. E opina mais do que o Reinaldo Azevedo. É a gente botar o traseiro no banco, lá vem uma crítica “aos brasileiros”, que sempre fazem tudo errado.

30 Jan 10:23

Com Padilha, PT já põe em prática o “financiamento público de campanha”. É um escárnio! Ou: Refrescando a memória do ministro

by giinternet

alexandre Padilha

Alexandre Padilha, ainda ministro da Saúde, fez campanha eleitoral antecipada de maneira arreganhada, desabrida, sem pudor. O ministro falou aos brasileiros nesta quarta, dia 29 de janeiro. Pretexto: anunciar a campanha de vacinação contra o vírus HPV. Sabem quando as vacinas estarão à disposição? Só em março. Ora, qual é a natureza dos pronunciamentos públicos, feitos em rede nacional de rádio e TV, prerrogativa de que só dispõe o governo federal? Anunciar um serviço, fazer um comunicado de urgência, informar algo relevante à população. Trata-se, sim, de algo relevante. Mas cabe é pergunta: é urgente?

Ocorre que Padilha, que apareceu com a sua gravata vermelha — que pertence ao uniforme de campanha dos petistas —, está deixando o Ministério da Saúde para se candidatar ao governo de São Paulo. O pronunciamento, segundo a pasta, custou R$ 55 mil. Mas esse, obviamente, é só o custo, digamos, de produção. O que o ministro estava fazendo era faturar politicamente uma ação de governo orçada em R$ 15 milhões.

Tanto se tratava de campanha que Padilha não se limitou a falar da vacinação. Aproveitou também para faturar com o programa “Mais Médicos”. O tom era de proselitismo escancarado. Disse: “Com o programa Mais Médicos, o governo federal está dando outro passo decisivo para levar mais saúde a áreas que, durante décadas, viveram esquecidas”.

É mesmo? Se a memória do ministro é fraca, a minha é boa. Em 2002, último ano do governo FHC, havia 2,7 leitos hospitalares, públicos e privados, por mil habitantes. Em 2013, havia 2,3. A Organização Mundial de Saúde recomenda 5. Em 11 anos, houve uma queda de 15%. Atenção! No país que vive uma epidemia de crack, há apenas 0,15 leito psiquiátrico por mil habitantes. É a metade do que havia em 2002, quando o PT venceu a eleição. Nos países civilizados, a média é de um leito psiquiátrico para cada mil pessoas, quase seis vezes mais. Entre 2005 e 2012, e isso inclui a gestão do doutor Padilha, o SUS perdeu mais de 41 mil leitos.

Mas, agora, temos os cubanos espalhados Brasil afora para, como disse a presidente Dilma certa feita, dar umas apalpadas nos pobres. Esses médicos, chamados “de família”, não podem realizar vários procedimentos, como cirurgias, por exemplo. No Brasil profundo, trabalham em postos de saúde e hospitais caindo aos pedaços. Considerar que a chegada dos cubanos é a redenção da saúde, em face dos números a que acabo de me referir, é um escárnio.

Padilha é o ministro de Dilma que mais fez pronunciamentos oficiais em rede nacional — cinco ao todo — e é o segundo que mais usou jatos da FAB até dezembro do ano passado. Viajou a várias capitais brasileiras, por exemplo, para receber os médicos cubanos — sempre acompanhado de assessores e fotógrafos. O material coletado, claro!, ajudará a turbinar a campanha eleitoral.

Chega a ser uma piada que o Supremo Tribunal Federal esteja a apenas um voto para formar a maioria que vai proibir as doações de empresas a campanhas eleitorais. Desde que sejam transparentes, que mal há nisso? Condenável, detestável mesmo, é este uso absurdo do dinheiro público em favor de uma candidatura.

Evangélicos
Leio na Folha: “Ontem Padilha usou o horário de almoço para assistir a um culto evangélico no auditório da Saúde. ‘Quem está aqui não é o ministro, é alguém que crê em Deus’, disse a cerca de 60 funcionários do ministério.”

Muito bem! Tem início o ritual de conversão cristão à boca da urna, quando o índice dos que acreditam em Deus no Brasil alcança 110%… Em 2010, Dilma revelou até a sua santa de devoção: a “Nossa Senhora de Forma Geral”, que ela chamou de “deusa”, fundando o cristianismo politeísta. 

30 Jan 10:18

Study: Some Antioxidants Could Increase Cancer Rates

by samzenpus
sciencehabit writes "Many people take vitamins such as A, E, and C thinking that their antioxidant properties will ward off cancer. But some clinical trials have suggested that such antioxidants, which sop up DNA-damaging molecules called free radicals, have the opposite effect and raise cancer risk in certain people. Now, in a provocative study that raises unsettling questions about the widespread use of vitamin supplements, Swedish researchers have showed that moderate doses of two widely used antioxidants spur the growth of early lung tumors in mice."

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30 Jan 03:07

Pete Seeger: A Mean-Spirited and Vengeful Recollection

by David P. Goldman

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I first heard Pete Seeger perform when I was five or six, when I was a red-diaper baby and he was blacklisted and drunk. What I recall most about the encounter was that the tip of his needle-nose glowed bright red. He was performing for a children’s group of some sort at a time when his Communist background kept him out of public venues. His records — not just the Weavers albums, but the early Asch 78′s of the Almanac Singers — were daily fare in my home, along with Woody Guthrie’s children’s songs. My parents knew Guthrie casually; my father once organized a concert for him at Brooklyn College, and my mother was Arlo Guthrie’s nursery-school teacher.

I was not just a Pete Seeger fan, but a to-the-hammer-born, born-and-bred cradle fan of Pete Seeger. With those credentials, permit me to take note of his passing with the observation that he was a fraud, a phony, a poseur, an imposter. The notion of folk music he espoused was a put-on from beginning to end.

There is no such thing as an American “folk.” We are a people summoned to these shores by an idea, not common ties of blood and culture. There is folk music in America where pockets of ethnicity resisted assimilation: African-American blues, for example, or the English songs frozen in amber in white Appalachia. That is why the best American popular music always came from black sources, performed either by black musicians or white emulators from George Gershwin on down.

Seeger’s (and Guthrie’s) notion of folk music had less to do with actual American sources than with a Communist-inspired Yankee version of Proletkult. The highly personalized style of a Robert Johnson and other Delta bluesmen didn’t belong in the organizing handbook of the “folk” exponents who grew up in the Communist Party’s failed efforts to control the trade union movement of the 1940s. The music of the American people grew out of their churches. Their instrument was the piano, not the guitar, and their style was harmonized singing of religious texts rather than the nasal wailing that Guthrie made famous. Seeger, the son of an academic musicologist and a classical violinist, was no mountain primitive, but a slick commercializer of “folk” themes with a nasty political agenda. His capacity to apologize for the brutalities of Communist regimes — including their repression of their own “folksingers” — remained undiminished with age, as David Graham reported in the Atlantic.

30 Jan 01:41

AUTONOMIA leva à Baderna?

by Solano Portela
Autonomia significa “lei própria”. O conceito implica em subjetividade de normas, ausência de princípios
universais, “descolamento” da lei. Muitas vezes o termo é colocado erroneamente, como sinônimo de “responsabilidade”, mas é muito mais do que isso. Principalmente na esfera pedagógica, autores de renome expressam o seu entendimento sobre a questão de forma perturbadora. Há uma avidez por uma autonomia que rejeita princípios universais:

Por exemplo, Josep Maria Puig Rovira (A Construção da Personalidade Moral, 45, Ática, 1998), na defesa da autonomia, rejeita o conceito de autoridade e de valores normativos universais, quando escreve: “A intervenção educativa deve estar centrada na passagem da moral heteronômica para a moral autônoma. Para que esse objetivo seja atingido deve- se proporcionar experiências que favoreçam o abandono da moral autoritária e convidem a valorizar e a adotar a moral de respeito mútuo e da autonomia”.

Neste mesmo livro, Puig, fazendo referência ao educador Norte americano John DEWEY (1859-1952 - em seu livro, Moral Principles in Education, Leffer&Simons, 1975), considera a autonomia o próprio objetivo da educação, o último nível a ser atingido: “No último nível, ou nível autônomo, o indivíduo atua de acordo com seu pensamento e estabelece juízos em relação aos modelos estabelecidos”.

O conhecido "filósofo da autonomia", Castoriadis (1922-1997), um dos inspiradores do movimento estudantil anarquista, na França (1968) fazia o equalização de autonomia, com liberdade: “Se quisermos ser livres, ninguém deve poder dizer-nos o que devemos pensar".

Se utilizássemos AUTONOMIA somente como sinônimo de RESPONSABILIDADE seria apropriado – afinal, o ideal é que todos cumprissem normas e princípios por convencimento próprio, e não, apenas, por imposição. Mas, como vimos, não é assim que o termo é utilizado - busca-se (e ensina-se) a rejeição de leis e normas - e é por essa razão que esta geração "autônoma" não respeita nada e nem ninguém!

A Escritura nos ensina diferentemente. Nela encontramos, sim, HETERONOMIA – o oposto de autonomia. Regras, princípios, uma lei que emana do Deus sábio e todo- poderoso. As normas não procedem de nós próprios, do nosso íntimo; mas aquelas a serem observadas, universais, procedem de Deus, de fora de nós. Elas são heteronômicas! Estão acima dos regramentos culturais - esses sim, relativos aos tempos e épocas de uma civilização.

No livro de Duteronômio (4.6), temos palavras de Moisés ao Povo de Deus. Moisés, ensina ao Povo que a dádiva de uma lei externa, procedente de Deus, é uma grande bênção. Ele ensina os benefícios da subordinação à Lei de Deus. Não é autonomia que significa liberdade. Na realidade, autonomia de Deus é caracterizada pela escravidão ao pecado. Liberdade real vem como conseqüência do enquadramento nos propósitos de Deus, da observância à heteronômica Lei de Deus. E às nossas leis, na medida em que elas refletem esses regramentos universais divinos. Isso quer dizer, respeito á vida, à propriedade; comprometimento com a verdade; não à violência e à destruição; utilização de vias corretas de protestar ou apelar de uma situação que incomoda. Em suma, ausência de baderna e tratamento exemplar dos violadores da lei - sem uma complacência supostamente humanitária, mas que destrói a frágil estrutura da sociedade e impede a convivência pacífica dos cidadãos.

Não nos enganemos, portanto, com os falsos conceitos de liberdade presentes em nossa sociedade. Principalmente os jovens não deveriam se enganar com uma falsa autonomia do direcionamento dos seus pais, representantes de Deus em suas vidas, ou de outras autoridades que resguardam a lei e os direitos. Devemos nos render à sabedoria dos princípios de Deus explicitados em sua Lei. Usufruamos dos benefícios obtidos no respeito aos seus mandamentos.

Solano Portela