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05 Aug 22:53

A rede petralha já não intimida mais ninguém; os que viram seus alvos acabam se dando bem

by giinternet

Que coisa, né? Até outro dia, bastava a rede petralha na Internet demonizar alguém, e a pessoa se sentia em apuros. Ainda hoje, há muita gente meio covardona que teme cair na boca do sapo: prefere a morte a dar uma opinião que possa contrariar o partido. Há os que, voluntariamente, se ajoelham no milho só para provar que são disciplinadinhos… Esse tempo já passou, sabiam? Hoje, quem cai na rede de difamação pode é acabar se dando bem. Se o PT disser que essas pessoas não são bacanas ou de confiança, isso vale como um atestado adicional de seriedade.

Foi o que aconteceu com a consultoria Empiricus. O PT decidiu recorrer ao TSE contra dois textos de análise que estavam no Facebook e circulavam como publicidade paga. Eram análises críticas ao governo Dilma. Desde a segunda-feira passada, quando a firma se viu forçada a retirar os dois textos, a base de clientes que paga por pacotes de análises passou de cerca de 9.000 para 16.500. Segundo informa a VEJA.com, “a consultoria possui ainda um mailing de 200.000 clientes em potencial que recebem boletins financeiros gratuitamente, após fazerem inscrição no site. Essa carteira específica ganhou em torno de 7.000 novos nomes por dia na semana passada”.

Felipe Miranda, sócio da Empiricus, não tem por que reclamar da repercussão, claro!, mas não fica necessariamente contente com a patrulha: “Ainda que haja mais desdobramentos de marketing, o episódio é lamentável demais para ser celebrado. O governo quis desviar o debate, colocando o mercado como vilão. Mas não poderá fazer isso para sempre. Pode calar os bancos agora. Contra nós, não podem fazer nada além desse cerceamento momentâneo que pode, aliás, ser retirado a qualquer momento pelo TSE”.

Pois é… Eu não sei qual vai ser o resultado da eleição presidencial. Não sou Pitonisa. Uma coisa, no entanto, é certa: há uma mudança importante em curso. Os “companheiros” já não intimidam mais ninguém. A sociedade, aos poucos, está aprendendo a se proteger daqueles que se pretendem donos de sua opinião.

O caso de Empiricus é eloquente demais. E notem: a empresa não depende, de modo nenhum, do estado — e, portanto, não tem de temer a reação de um governo vingativo. E poucas coisas irritam tanto os petistas como a independência intelectual — e financeira — daqueles a quem querem conquistar ou destruir. Os primeiros não se deixam cair vítimas de seu charme bruto; os outros conseguem resistir.

Independentemente de Dilma vencer ou perder a eleição, é bom o PT se dar conta de que o Brasil mudou. Ou vai pagar caro por sua arrogância num caso ou noutro.

05 Aug 00:47

FRAUDE NA CPI – Graça Foster tem de se demitir ou de ser demitida. Ou: Um dos “Três Porquinhos” foi coletar pessoalmente as questões

by giinternet
Graça Foster: da estirpe de pessoas cujo ar enfezado passa por competência técnica

Graça Foster: da estirpe de pessoas cujo ar enfezado passa por competência técnica

Ainda que Graça Foster fosse, do ponto de vista moral e intelectual, uma mistura de Catão, Madre Teresa de Calcutá e Schopenhauer e, do ponto de vista técnico, a encarnação da competência e da racionalidade, ainda que assim fosse, teria perdido a condição de presidir a Petrobras. Como ela não é nem uma coisa nem outra e é apenas Graça Foster, tem de ser demitida. Ou de se demitir. E não apenas porque deve ficar logo mais com os bens indisponíveis, tão logo o Tribunal de Contas da União volte a apurar a sua responsabilidade no imbróglio de Pasadena.

Graça tem de deixar o cargo porque está, infelizmente, no centro da tramoia contra a CPI da Petrobras — que é uma conspiração contra o Congresso, contra o estado e contra a democracia. Como vocês sabem, reportagem da VEJA desta semana prova que as perguntas elaboradas pelos senadores foram previamente passadas aos depoentes — e com gabarito! A própria Graça foi beneficiada pelo expediente, além de José Sérgio Gabrielli e Nestor Cerveró.

Para lembrar: integram a conspiração, com graus variados de participação, além da presidente da Petrobras, o relator da CPI no Senado, José Pimentel (PT-CE); José Eduardo Dutra, diretor Corporativo e de Serviços da estatal; o senador Delcídio Amaral (PT-MS); Paulo Argenta, assessor especial da Secretaria de Relações Institucionais; Marcos Rogério de Souza, assessor da liderança do governo no Senado; Carlos Hetzel, assessor da liderança do PT na Casa; o chefe do escritório da Petrobras em Brasília, José Eduardo Sobral Barrocas; Leonan Calderaro Filho, que responde pelo departamento jurídico desse escritório, e Bruno Ferreira, advogado da empresa. A reunião em que se cuidou da combinação foi feita no gabinete da presidência da empresa, numa sala anexa à de Graça. Barrocas, o chefe do escritório da estatal em Brasília, foi nomeado pessoalmente por ela e já tinha sido seu chefe de gabinete na BR Distribuidora, quando presidia essa subsidiária da Petrobras.

Pois bem: Lauro Jardim informa em sua coluna que Dutra, que é ex-senador e ex-presidente do PT, foi pessoalmente ao Senado fazer a coleta das perguntas. Os partidos de oposição decidiram recorrer à Procuradoria-Geral da República, à Comissão de Ética do Senado e à Comissão de Ética da Presidência para que apurem o escândalo.

Mas voltemos a Dutra e Graça. É evidente que ele não teria se lançado nessa empreitada sem a autorização de sua chefe imediata — ela própria beneficiária da falcatrua política. Um vídeo que veio a público deixa claro que a presidente da Petrobras teve acesso prévio às perguntas. Notem: estamos falando de algo mais do que o simples envio das questões em razão, sabe-se lá, do mau comportamento de um funcionário ou de outro. É mais do que isso. Tudo foi meticulosamente planejado.

Dutra, cumpre lembrar, era um dos três homens fortes da campanha de Dilma, ao lado de Antonio Palocci e José Eduardo Cardozo. A então candidata os apelidou, com aquela sua maneira muito particular de ser carinhosa, de “Os Três Porquinhos”. Eles todos devem saber por que o apelido era adequado. Nesta segunda, a presidente posou de Valesca Popozuda, deu um beijinho no ombro e disse que o assunto é do Congresso. Errado! Há servidores públicos envolvidos até o pescoço no imbróglio, como se vê. E são pessoas de sua confiança pessoal.

Sim, eu sei que Graça vai continuar onde está, até porque pertence àquela estirpe de pessoas que conseguem fazer com que seu ar enfezado passe por competência técnica, a exemplo de sua chefe, Dilma Rousseff. Eis o estado de degradação a que chegou a República.

Texto publicado originalmente às 20h25 desta segunda
05 Aug 00:47

Consultor do PT chama candidato tucano de “Satanécio” e afirma que pessoas que se opõem a Dilma latem

by giinternet

Há dias, a presidente Dilma Rousseff afirmou que faria uma campanha sem ofensas e xingamentos, ainda que tenha acusado a oposição de apostar no “quanto pior, melhor”, o que é, claro!, umas das piores formas de… xingamento!

Desde a campanha de 2010, o PT adotou o perfil “Dilma Bolada”, criado por um tal Jeferson Monteiro, como uma espécie de voz oficiosa da presidente — é, assim, a sua versão bem-humorada. Jeferson chegou a anunciar a morte do perfil, alegando que estava cansado de apanhar dos adversários da petista. O PT correu em seu socorro, e o rapaz foi contratado como “consultor do partido” — segundo ele, sem dinheiro. É… Vai ver os companheiros estão interessados apenas na sua inteligência…

Pois bem, o agora “consultor” do PT publicou a seguinte mensagem no Twitter na noite de domingo, informa a Folha: “O pai do menino deveria ter levado o Aécio pra fazer carinho no tigre e não o filho”.

Dilma Bolada 1

Como se vê, o cara se aproveita de uma tragédia para fazer o que deve considerar uma coisa engraçada. Pessoas que já fizeram piada com o fato de Lula não ter o mindinho da mão esquerda foram esmagadas pelas patrulhas petistas. Era como se tocassem numa figura santa. Fazer blague, no entanto, com uma criança que perdeu um braço, que mal há, não é mesmo?

O dito consultor achou que era pouco. Diante da reação negativa, emendou: “As forças das trevas reclamando porque eu disse que o tigre tinha que comer o Satanécio. Não vai pq o tigre não merece. Podem latir!!!”.

Dilma Bolada 2

Entenderam? O PT contratou um consultor que considera os adversários “forças das trevas”, que associa o nome de um candidato de oposição a “Satã” e que afirma que milhões de eleitores da oposição “latem”.

Alguém poderia dizer que não é o caso de se dar grande importância a esse cara, que está longe de ser a voz do partido etc. Será mesmo? Ora, por que ele recorre a tais baixarias? Porque lhe disseram que pode, ora essa! Porque foi informado que esse é o caminho. Porque esse é o ambiente no partido ao qual ele serve.

Tudo bem pensando, acusar a oposição de defender o “quanto pior, melhor” não é muito distinto de afirmar que ela late. São considerações que estão na mesma frequência.

Eis o alto nível…

05 Aug 00:47

Gilberto Carvalho não vê escândalo nenhum!

by giinternet

Gilberto Carvalho, secretário-geral da Presidência, realmente não surpreende ninguém. Ele veio a público nesta segunda para, vejam que cândido,  afirmar que não vê escândalo nenhum na fraude da CPI. Segundo informa a Folha, o gigante disse o seguinte: “Eu não vou falar sobre um tema que eu ainda não tive a oportunidade de efetivamente discutir. [...] Em outro momento podemos até falar disso. Para mim não há qualquer escândalo na medida em que eu não conheço. Há uma denúncia. Uma denúncia não necessariamente é um escândalo. Uma denúncia tem que ser verificada e aí a gente pode depois conversar sobre isso”.

Carvalho faz o contrário de São Tomé: ele não acredita nem no que ouve nem no que vê.

Ah, sim. Ele também se referiu ao pessimismo:
“Porque todo dia é esse prenúncio de tragédias que felizmente que não se concretizam. E a luta do governo é dura porque tem que enfrentar setores que, por falta de proposta –e como no passado eles não têm muito o que mostrar, porque foi um Passado muito duro, de desemprego, de recessão–, eles têm que tentar fazer uma pregação do terrorismo, do pessimismo, para tentar ganhar o apoio popular”.

Quem tinha proposta no passado era o PT: destruir o Plano Real. Tenham paciência!

05 Aug 00:46

Ataques matam um e ferem seis em Jerusalém

by giinternet

No Globo:
Dois ataques foram registrados em Jerusalém nesta segunda-feira, deixando um israelense morto e seis feridos, no que parece ser uma reação à ofensiva israelense na Faixa de Gaza. Os episódios de violência, descritos pela polícia como atos terroristas, ocorrem após o Hamas acusar Israel de violar uma trégua unilateral de sete horas e levaram ao reforço do policiamento na cidade. Imediatamente após o início do cessar-fogo temporário, um bombardeio sobre um campo de refugiados na Cidade de Gaza matou uma menina de 8 anos e deixou 29 pessoas feridas. Horas depois, Israel retomou a ofensiva contra Gaza, antes do fim do período estabelecido para a trégua humanitária. Enquanto foguetes continuam sendo disparados contra Israel, o Egito pressionou os palestinos para decretarem um cessar-fogo de três dias.

Em um bairro de judeus ultraortodoxos em Jerusalém, um homem dirigindo uma escavadeira atropelou um pedestre e virou um ônibus antes de ser baleado e morto por policiais. O pedestre morreu e mais cinco pessoas ficaram feridas — o motorista do ônibus, três passageiros e um policial. O motorista do trator foi identificado como Mohammed Naif Ja’abis, um árabe por volta dos 20 anos, morador de Jerusalém Oriental. Ja’abis deixou a área de construção, andou cerca de 50 metros e atingiu o israelense e o ônibus.

Militantes palestinos realizaram investidas semelhantes no passado usando veículos de construção civil. Mas embora a polícia afirme que ele já tivesse se envolvido em um problema de segurança anteriormente, a família negou que ele fosse um terrorista e considerou o episódio um acidente.

Algumas horas depois, perto da Universidade Hebraica de Jerusalém, um atirador abriu fogo ferindo um soldado gravemente no estômago. As forças de segurança realizam uma caçada na tentativa de deter o agressor, que fugiu em uma moto. “Suspeitamos que este foi um ataque terrorista”, disse Yossi Parienti, chefe de polícia de Jerusalém, ao Canal Dois. O caso levou a um reforço do policiamento em Jerusalém, com agentes de outras cidades sendo enviados para o local. A segurança será aumentada em bairros árabes e judeus onde possam ocorrer atritos. As autoridades alertaram para os moradores tomarem cuidado.

A área do porto de Tel Aviv também teve a segurança reforçada, após um homem ameaçar por telefone explodir uma bomba. O interlocutor, que não se identificou, afirmou que estava prestes a realizar um atentado, mas teria decidido recuar e voltar para sua casa, em Hebron.
(…)

05 Aug 00:46

Animais, crianças e adultos

by Norma
O pai se distraiu com o filho pequeno no zoo e o menino mais velho pulou para dentro da área proibida que dá para a jaula do leão e do tigre.

- Vi que a situação estava sob controle, o leão estava muito tranquilo - contou o pai.

O pai DEIXOU o menino ficar dentro da área PROIBIDA do leão e do tigre. O menino atiçou os animais, enfiou o braço pela grade e o tigre o atacou.

- Acidentes acontecem. Podia ter sido com o filho de qualquer pessoa -, comentou a mãe.

O pai DEIXOU o menino ficar DENTRO DA ÁREA PROIBIDA do leão e do tigre. O menino perdeu o braço. A opinião pública culpa o zoo.

- Eles têm a obrigação de proteger os consumidores de eventuais acidentes -, sentenciou o advogado.

O PAI DEIXOU o menino ficar DENTRO DA ÁREA PROIBIDA DO LEÃO E DO TIGRE. A opinião pública não só culpa o zoo, mas responsabiliza o animal, exigindo:

- Sacrifiquem o tigre!

O PAI DEIXOU O MENINO FICAR DENTRO DA ÁREA PROIBIDA DO LEÃO E DO TIGRE. O menino, de braço amputado, pede:

- Não matem o tigre!

Moral da história: O animal agiu conforme a natureza e a criança compreendeu isso. Já os adultos abdicaram de qualidades humanas basilares: respeito aos pais e às leis; imposição de limites na educação dos filhos; relação entre causa e efeito na infração das regras; capacidade de avaliação diante do erro; correta atribuição da responsabilidade; compaixão pelo mais fraco. E coroaram o processo de desumanização elegendo justamente o ser mais fraco - sem raciocínio e sem liberdade - como bode expiatório. Como se o tigre devesse saber que não podia atacar o menino, mas o pai não devesse saber que ensinar o filho a obedecer é um ato de proteção.

Em uma sociedade que não sabe mais como educar suas crianças, um pai dificilmente se responsabiliza quando o filho, não obedecendo, precisa arcar com as consequências de seus atos. Mas esse pai é responsável. E provavelmente será responsabilizado diante da lei.

Da próxima vez em que você pensar em enaltecer a cultura brasileira contemporânea, lembre-se dessa história e se envergonhe como eu me envergonhei...
05 Aug 00:45

Planes Can Be Hacked Via Inflight Wi-fi, Says Researcher

by samzenpus
wired_parrot writes In a presentation to be shown Thursday at the Black Hat conference, cybersecurity consultant Ruben Santamarta is expected to outline how planes can be hacked via inflight wi-fi. Representatives of in-flight communication systems confirmed his findings but downplayed the risks, noting that physical access to the hardware would still be needed and only the communication system would be affected.

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05 Aug 00:45

The Oldest Acceptable Hatred

by Fabian Pascal

In its decline, the West is becoming impotent and increasingly irrelevant in world affairs e.g. Ukraine, Syria, Iraq, Afghanistan, you name it. It is hypocritically taking its frustration on Israel, reinforced by native anti-Semitism--its classic scapegoating during crises--and fear from internal Islam.

Whenever I hear Western Leaders Who Demand Restraint and "proportionate" response by Israel to Arab genocidal terrorism, I think of Dresden, Hiroshima, Nagasaki, Algeria, Vietnam, Iraq, Afghanistan and Pakistan. In face of demands that Israel return the so-called "occupied Palestinian land", I say that Israel will do it if and when US return their land to its natives. Nobody can hold a candle to Israel on morality (Moral clarity in Gaza) and morality is not a suicide pact!


Israel won the West Bank and Gaza fair and square in 1967 from two Arab countries, Jordan and Egypt, defending itself in a genocidal attack defying the UN. Moreover, Israel turned around and offered the land back to them in return for peace and they refused. Note that there was no "occupation" in 1967. If there were a Palestinian nation, why didn't the Arabs create a state when they had the land, or when Israel offered it back? Here's why:
In a piece in Haaretz ... Shlomo Avineri, an icon of the Israeli Left ... tells readers, "We were incredibly stupid... We thought they wanted a state, and a two-state solution, but it turns out that they want to destroy Israel, because they cannot/will not accept any form of Jewish national self-determination."--Elder of Ziyon
The Arab-Israeli conflict is a national conflict only on its Israeli side (The Popular Palestinians, The Middle East Media Research Institute). That it is also on the Arab side is not the delusion of just the Israeli left; it is also a Western wishful self-projection on the Arabs ("they are just like us"), in denial of the latter's constant proving how delusional that is. They exploit this to the hilt, while holding the West in utter contempt.

By preventing Israel from winning and by saving and funding Arab terrorists every time they're about to be vanquished (John Kerry Has Again Flown to the Middle East to Rescue Hamas), the PostWest (As the West declines, Russia fills the vacuum) is prolonging the conflict and, consequently, all its consequences that it deplores, including the waste of its resources (While Gazans Suffer in Poverty, Leaders of Hamas Live in Luxury). The colonial powers learned nothing from the mess they made of the ME based on a similar delusion and the consequences of which--Iraq, Syria, Libya, Lebanon, Yemen--are exploding in the West's face these very days.

BTW, Why do we only hear about it when Muslims die in Israel? Assad massacred 160,000, yet Western leaders get instinctively worked up when 500 so-called Palestinians are collateral damage because they are used as shields by their own leaders. Since Israel is the only nation (1) subjected to such restraint (2) required to return land won in a defensive war (to a nation invented by Arabs post-1967 as a genocidal means)--which is absurd), this is anti-semitism pure and simple (How the West is complicit in Islamic Jew-hatred, A War Against All Jews).This is par for Europe, the locus of the Holocaust, where the oldest acceptable hatred is rejuvenated by Islamic immigration (Cops wounded, dozens arrested at Paris anti-Israel rally). But the US is not exempt:
Prior to the Obama election I blogged that what he will do is gradually put Israel and increasingly difficult situations until it will yield to the Arabs. This is eactly what he has done:
THE PURPOSE OF THE OBAMA PRESIDENCY
It is impossible to understand the ME in general and the roots and nature of the conflict in particular from the largely ignorant, hypocritical, shallow, Islamist-appeasing, spineless Western media and elites (Pew's Cowardly Dhimmi Poll Is An Absolute Disgrace). For a reality check I recommend
Here's a paper by a Nobel laureate in Economics that explains better than anything the dynamics of the conflict absurdly sustained by the PostWest:
The Blackmailer Paradox
During 'Protective Edge' I will post below links to evidence that validate my position on the conflict.



08/03 UPDATE 16:

08/02 UPDATE 15:

08/01 UPDATE 14:
 
07/31 UPDATE 13:

07/30 UPDATE 12 :

UPDATE 11: 
Obama stupid ME policies have made the US irrelevant in the ME and in frustration he is forcing himself back by exposing his true face (explains why the LA Time did not publish the tape).
Yeah, they are just like us!


UPDATE 10:

UPDATE 9:

UPDATE 8: US policy:
Anti-semitism:

UPDATE 7: Obama tells Netanyahu to call immediate ceasefire in Gaza
President Barack Obama told Prime Minister Benjamin Netanyahu he wants an “immediate, unconditional humanitarian” cease-fire in the war with Gaza as “a strategic imperative,” in a phone call between the two leaders Sunday. Obama referred to the cease-fire proposed by Secretary of State John Kerry which was rejected unanimously on Friday by Israel’s security Cabinet. Israel believes Kerry’s proposal would lead to rewarding an illegitimate group of terrorists. Additionally, Israel wants any cease-fire to allow Israeli troops to continue tracking and destroying tunnels from the Gaza Strip into Israel, which Israel says were in place to facilitate massive terrorist attacks on Israeli communities.
I rest my case.


UPDATE 6:  Some ask: Kerry's Latest Cease-Fire Plan-What Was He Thinking?. Netanyahu’s dilemma: Back Obama’s save Hamas policy, or fight for its downfall with Egypt and Saudis gives one explanation. Perhaps. The Unholy U.S.Muslim Alliance comes closer. But my opinion is also that Obama has long bought into the delusion that
  • Muslim Brotherhood is the "moderate" Islam to counter Al-Qaeda
  • All US ME problems are due to support of Israel
  • They will all go away if support is switched to MB
and they will live happily ever after. Alas:

UPDATE 5: 
'John Kerry is an alien, an ongoing embarrassment': what Israel thinks of US secretary of state

UPDATE 4: 
The guarantees promised to Hamas by Kerry under a ceasefire, as relayed to The Times of Israel by the Palestinian sources, pertain to the following issues: an easing of restrictions on the passage of goods from Israel to Gaza; an easing of restrictions on the passage of traders and businessmen from Gaza to Israel; expansion of the permitted Gaza fishing zone to 12 miles off the coast; the opening of the Rafah crossing with Egypt, to be manned by Palestinian Authority officials; and a promise to ensure the transfer of salaries to Gaza’s government employees.
In other words, Kerry satisfied all Hamas demands and totally ignored Israel's needs.
Privately, Israeli leaders have signaled deep dismay that Kerry engaged in talks in Paris with representatives of Turkey, whose leadership is openly hostile to Israel, and Qatar, whose leadership is seen by Israel to be representing Hamas’s interests, and not to include Israel, the PA or Egypt.
An Army Radio report on Friday night highlighted that the US on Monday signed an $11 billion arms deal with Qatar, and noted that Qatar is championing Hamas’s demands in the ceasefire negotiations, and is also alleged by Israel to be financing Hamas’s rocket production, tunnel digging infrastructure, and other elements of its military infrastructure. The radio report also claimed that Ban Ki-moon “is flying around the region on a Qatari plane.”
Ah, yes, morality. Speaking of which:

 UPDATE 3:
From the 48 Hamas prisoners that have been captured, the intelligence have been interrogating them and the most terrifying, and horrific picture is being built.
They are being investigated about the many tunnels that have been found and dug under many kibbutzim that surround Gaza. The most terrifying detail is being uncovered that Hamas had a plan to attack all the settlements and kibbutzim in the area this year on Rosh Hashanah with an invasion of over 200 terrorists into almost all the settlements in the area. The tunnels went under the kibbutzim under the kindergartens and dining rooms and other areas within the kibbutz perimeters. They planned to occupy the whole area and kill as many Israeli as possible.
This could have been the worst terror attack in the history of terrorism. Thousands of people, including women and children would have been slaughtered in this planned attack.
I think now we start to understand how dangerous these tunnels really are. They all have to be destroyed and we cannot leave even one undetected or unattended to. These tunnels are more dangerous than any rocket or any other weapon . Sounds to me like Mumbai. --Israel Matzav

UPDATE 2:  Watch Bigoted global anti Israel animosity.


UPDATE 1: Israel radio says that Kerry guaranteed some of the demands of Hamas to agree to a cease-fire, including the end of the "siege", without consulting Israel. If so, the Obama/Kerry administration gave guarantees to a murderous organization which it defined as terrorist and is prohibited by law to deal with, saving it when it's almost vanquished, against the wishes of all its allies in the region--Israel, Egypt, Saudia. With such an ally who needs enemies?

Critical comments that
  • Fail to show my facts to be false; or that, if they are true, my conclusions do not follow from them;
  • Are posted anonymously.
will not be published and addressed. 


05 Aug 00:44

Aécio diz que, se eleito, criará os ministérios da Infraestrutura e da Justiça e Segurança Pública; as 39 pastas atuais seriam convertidas em 23

by giinternet

No Portal G1:
O candidato a presidente da República pelo PSDB, o senador Aécio Neves (MG), anunciou nesta segunda-feira (4) durante entrevista ao vivo ao G1 que, se eleito, criará o Ministério da Infraestrutura e extinguirá o Ministério da Pesca. Segundo ele, a pasta da Infraestrutura reunirá setores como transporte e energia, que atualmente têm ministérios específicos.

Perguntado sobre qual pasta deixaria de existir em eventual governo tucano, ele afirmou: “Daria o exemplo do Ministério da Pesca. Não se justifica de forma nenhuma até porque precisamos fortalecer o Ministério da Agricultura. [...] Em primeira mão, posso dizer que estamos estudando a criação de um forte Ministério da Infraestrutura. Não quero entrar em tantos detalhes. Ele trataria de investimentos em rodovias, ferrovias, energia. Não vou entrar em detalhes, mas fica essa primeira sinalização.”

O Ministério da Infraestrutura existiu durante dois anos do governo Fernando Collor – foi criado em 1990, extinto em 1992 e teve três ministros. Confrontado pelos jornalistas com essa informação, Aécio afirmou: “Não tenho esse governo como parâmetro para o meu governo. O que posso apresentar para o Brasil é a minha história”.

Durante cerca de 45 minutos, o presidenciável tucano respondeu a perguntas de internautas e do portal, em três blocos, conduzidos pelos jornalistas Tonico Ferreira, da TV Globo, e Nathalia Passarinho, do G1. A ordem dos entrevistados foi definida por sorteio na presença de representantes dos partidos de todos os candidatos. A candidata sorteada para o primeiro dia (28 de julho), a presidente Dilma Rousseff, não compareceu por problemas de agenda, segundo a assessoria do Palácio do Planalto. No último dia 31, foi entrevistado o candidato Zé Maria (PSTU). O próximo, na quinta-feira (7), será Mauro Iasi (PCB).

Aécio Neves reafirmou a proposta de redução para quase a metade do número de ministérios, atualmente em 39. Para o tucano, que mencionou estudo da Universidade de Cornell (EUA), “22 ou 23 ministérios” é o número “adequado”.

Segundo ele, o formato final da proposta de diminuição do número de pastas será resultado do trabalho do ex-governador de Minas Gerais Antonio Anastasia e de um grupo de especialistas, que, segundo ele, estão “redesenhando o estado brasileiro”. Aécio afirmou que a criação do Ministério da Infraestrutura permitiria uma “ação estratégica” para o país, que precisa ter “marcos regulatórios claros”. “Precisa ser algo que planeje, tenha interlocução com o setor privado”, completou. De acordo com o presidenciável, o governo e os PT “demonizaram” as parcerias com o setor privado, mas agora “se curvam a elas com atraso enorme”.

Ainda sobre reforma na estrutura ministerial, afirmou que, caso eleito, pretende reestruturar o Ministério da Justiça, transformando a pasta em Ministério da Justiça e Segurança Pública. O tucano disse também defender o fim da reeleição, com a fixação de mandatos de cinco anos. Ele reafirmou ainda a intenção de apresentar logo nos primeiros dias do mandato uma proposta de simplificação do sistema tributário “porque nós precisamos declarar guerra ao custo Brasil”.

Indagado em pergunta de um internauta se seria possível governar sem o apoio de José Sarney, Renan Calheiros e outras lideranças do PMDB – “todos adversários meus nesta campanha” –, atualmente aliados do governo, Aécio Neves respondeu que sim, mas disse que, se “quadros” do partido decidirem apoiar um eventual governo tucano, aceitará.

“Da forma como se estabelecerem as relações políticas, sim [é possivel governar sem o PMDB], eu farei isso. Não há mais como manter essa relação mercantilista com o PMDB e outras forças partidárias [...]. Essa talvez seja uma das heranças malditas, perversas, desse governo, que nivelou por baixo as relações politicas”, declarou.
(…)

 

05 Aug 00:44

Fraude na CPI – Dilma tenta dar uma de Valesca Popozuda. Não cola!

by giinternet

Fraudar uma CPI é fraudar a vontade popular.
Fraudar uma CPI é fraudar a democracia.
Fraudar uma CPI é fraudar a República.
Fraudar uma CPI é atentar contra o estado de direito.
Fraudar uma CPI é cometer um crime para tentar esconder crimes antigos.

Infelizmente, o governo e o PT fizeram tudo isso quando se organizaram para repassar com antecedência aos depoentes da CPI da Petrobras as perguntas que seriam feitas pelos senadores — perguntas, pasmem vocês!, que já vinham com as respostas, com o gabarito, conforme demonstrou reportagem de capa da VEJA desta semana. No comando da operação, políticos, altos funcionários da Petrobras e servidores de pedigree. E Dilma Rousseff?

Nesta segunda, a presidente diz não ter nada com isso e afirmou ser esse um problema do Congresso. Não é, não! A chefe da nação estaria errada se não estivesse apenas empregando a tática do despiste. Só para lembrar: o relator da CPI da Petrobras no Senado, José Pimentel (PT-CE), apelou a Graça Foster, presidente da Petrobras, e ao petista José Eduardo Dutra, diretor da estatal, para passar adiante as perguntas que seriam feitas a depoentes da comissão — entre eles José Sérgio Gabrielli, Nestor Cerveró e a própria Graça.

Estrelam ainda a tramoia o senador Delcídio Amaral (PT-MS); Paulo Argenta, assessor especial da Secretaria de Relações Institucionais; Marcos Rogério de Souza, assessor da liderança do governo no Senado; Carlos Hetzel, assessor da liderança do PT na Casa; o chefe do escritório da Petrobras em Brasília, José Eduardo Sobral Barrocas; Leonan Calderado Filho, que responde pelo departamento jurídico desse escritório e não havia sido ainda identificado, e Bruno Ferreira, advogado da empresa.

Sim, trata-se de pessoas da cúpula da estatal, indicadas por Dilma, e de figuras do escalão superior do petismo. Mais: Argenta, peça-chave da tramoia, é braço-direito de Ricardo Berzoini, ministro das Relações Institucionais, nomeado pela presidente com a tarefa de “controlar” o caso Petrobras. Estamos vendo como.

Depois do mensalão, essa é a mais grave agressão institucional praticada pelo petismo contra o Poder Legislativo. As oposições devem entrar hoje com representações na Comissão de Ética do Senado, na Comissão de Ética da Presidência e na Procuradoria-Geral da República.

Dilma está tentando ser a Valesca Popozuda da política, achando que pode dar um “beijinho no ombro” e sair altiva pelo salão. Não pode! E os funcionários que estão sob o seu comando e, comprovadamente — porque há a prova —, se envolveram numa fraude contra o Congresso? O que vai acontecer com eles? Sem contar, é bom destacar, que uma CPI também tem poderes de polícia. Estamos diante de um crime de estado.

E, para arremate dos males, note-se: Dilma tentou dar nesta segunda o tal “beijinho no ombro” numa visita que fez a uma Unidade Básica de Saúde em Guarulhos, na Região Metropolitana de São Paulo, que recebeu profissionais do Mais Médicos. Era agenda de candidata, não de presidente, embora tudo tenha sido organizado com dinheiro público — viagem a São Paulo, deslocamento de assessores, mobilização de seguranças etc. Sem contar que a dita “presidenta” estava em horário de expediente! E como a gente sabe que se tratava de campanha? Uma equipe de João Santana, seu marqueteiro, estava presente para registrar tudo. Acompanhava Dilma em sua campanha eleitoral com dinheiro público o ministro da Saúde, Arthur Chioro. Ilegalidade praticada pela chefe. Ilegalidade praticada pelo subordinado.

Eles acham que podem tudo. Até quando?

05 Aug 00:44

MTST – Como se constrói em SP a farsa de Guilherme Boulos, o coxinha extremista que se quer pensador universal e caiu nas graças dos idiotas

by giinternet
Guilherme Boulos (de vermelho), o coxinha radical, com Dilma e Haddad: só uma das faces do petismo

Guilherme Boulos (de vermelho), o coxinha radical, com Dilma e Haddad: só uma das faces do petismo

Guilherme Boulos, o coxinha extremista metido a pensador universal, em quem a ignorância de manual só é superada pela arrogância dos que se consideram acima da lei, comanda o MTST. Trata-se, como vocês verão abaixo, de uma mistura de leninismo tardio, meritocracia militante e estelionato político. O resultado é uma farsa. Leiam a reportagem de Eduardo Gonçalves, na VEJA.com. As fotos que ilustram o texto são de Felipe Cotrim.
*

Militante do MTST faz a lista de chamada para ver se invasor compareceu à tarefa do dia

Militante do MTST faz a lista de chamada para ver se invasor compareceu à tarefa do dia

Na tarde do dia 29 de julho, a vendedora Maria Lúcia Gomes da Silva, de 48 anos, era uma das poucas pessoas no terreno invadido pelo Movimento dos Trabalhadores Sem-Teto (MTST) na Estrada do M`Boi Mirim, na periferia da Zona Sul de São Paulo – o maior acampamento do grupo, montado numa área de 1 milhão de metros quadrados, batizado Nova Palestina. Por sofrer de hipertensão, Maria Lúcia teve um mal-estar no último protesto do MTST, dia 23 de julho, após esperar sete horas até o fim da passeata que travou o trânsito da cidade para assinar a lista de presença. A persistência de Maria Lúcia e dos outros 2.500 sem-teto que compareceram ao ato tem um único motivo: acumular pontos na planilha dos líderes do MTST para furar a fila dos programas públicos de financiamento habitacional. “Sem muitos pontos, nós somos impedidos de fazer o cadastro. Quem não luta, não ganha. Esse é o lema deles”, explica Maria Lúcia.

No modelo montado pelo MTST, o comparecimento nos protestos semanais vale cinco pontos. Para quem frequenta os acampamentos, prepara a comida, patrulha a área invadida ou recolhe o lixo rende um ponto. “O Guilherme [Boulos, líder do MTST] falou para a gente que a principal luta é na rua, que não adianta ficar parado nas ocupações. Foram 34 atos, quem não apareceu em pelo menos cinco entrou na lista de repescagem. E eles sabem de tudo, anotam tudo”, afirma Maria Lúcia.

É com base nessa tabela de pontos que o MTST determina quem será contemplado, por exemplo, pelo programa federal Minha Casa, Minha Vida, cujo cadastro é controlado pela prefeitura de São Paulo. “O movimento cadastra e encaminha para a prefeitura. Todos os dias tem que ter presença, mas ganha mais pontos quem participa dos protestos. Mas, no começo, eram 15.000 pessoas na ocupação, agora são 4.000. Não é todo mundo que aguenta essa rotina”, afirma Francisco Silva, de 44 anos.

Entrada do suposto acampamento Vila Nova Palestina: é tudo um cenário

Entrada do suposto acampamento Vila Nova Palestina: é tudo um cenário

A maioria dos que aderem ao MTST diz acreditar que somente com a indicação do grupo conseguirá o financiamento de uma casa — há casos de sem-teto que já estavam cadastrados em programas habitacionais há anos, mas recorreram ao grupo para agilizar o processo. E o pensamento, infelizmente, não está errado. O Ministério Público do Estado de São Paulo acionou na Justiça a prefeitura paulistana por privilegiar o MTST. “Trata-se de privilegiar o absurdo dos absurdos. Aceitar-se o descontrole em nome de política rasa de privilégio a grupos em troca de votos ao invés de respeitar o direito de milhares”, escreveu o promotor Maurício Antonio Ribeiro Lopes na ação civil pública apresentada à Vara da Fazenda Pública da capital. Um dos exemplos do favorecimento foi a liberação de um terreno invadido pelo grupo no Campo Limpo, na Zona Sul, para o MTST por meio do Minha Casa, Minha Vida Entidades – nessa modalidade do programa, o governo federal repassa verbas para movimentos sociais destinadas à construção de moradias e são eles que indicam os beneficiários. Na mesma ação, o promotor afirma que não existe “justiça social” em “atos, ocupações e toda sorte de atividades que geram pontos ou créditos na visão do movimento”.

Na última quarta-feira, ao encerrar uma passeata no Centro, os líderes do MTST reuniram os participantes para entregar uma filipeta indicando o dia em que eles deveriam ir à prefeitura para se cadastrar em programas habitacionais. Questionada pelo site de VEJA, a prefeitura admitiu que fez um acordo com os sem-teto que estavam no acampamento batizado Portal do Povo, na Zona Sul, para cadastrá-los no Minha Casa, Minha Vida, mas afirmou que a fila dos programas habitacionais é respeitada. “Em reunião com o MTST, a Secretaria Municipal de Habitação disponibilizou senhas aos integrantes do movimento para que eles se organizem em diferentes dias e horários para fazer o cadastro nos programas habitacionais. A Sehab busca cadastrar assentamentos que são considerados prioritários, a partir de determinação judicial. São casos de moradores que estão em áreas de risco ou apresentam alta vulnerabilidade social”, disse em nota a Sehab.

Barracos só servem para demarcar território: não mora ninguém ali

Barracos só servem para demarcar território: não mora ninguém ali

“Indústria de ocupações”
O Ministério Público define o MTST como uma “indústria de ocupações urbanas”. Quem adere ao movimento é identificado com um número, o mesmo pintado em sua barraca na data da invasão do terreno. Ao final de cada protesto ou assembleia, formam-se filas divididas conforme os blocos de cada área invadida para o registro de presença em cadernos. Quando o movimento não organiza assembleias nem atos, a lista é passada no final da tarde nos terrenos – nesse horário, as invasões costumam ficar cheias e, ao cair da noite, esvaziam.

As barracas, feitas de madeirite, lona e bambu, são montadas apenas para demarcar território e não para abrigar os sem-teto, já que a maioria paga aluguel ou mora em cômodos de familiares e conhecidos. O movimento proíbe os chamados “gatos” feitos em favelas para ter acesso à rede elétrica.

Uma serventia, ao menos, os barracos têm: viram garagem

Uma serventia, ao menos, os barracos têm: viram garagem

O MTST está estruturado em uma hierarquia piramidal. Segundo a cartilha publicada no site do movimento, os coordenadores das ocupações são subordinados aos coordenadores regionais, que por sua vez respondem aos estaduais. No topo, está o coordenador nacional, Guilherme Boulos. O grupo também conta com um núcleo de comunicação, responsável pela confecção de bandeiras e camisetas e por elaborar os gritos de ordem.

A invasão de imóveis privados é feita por meio de comboios que levam os sem-teto recrutados em outros terrenos invadidos. Com exceção da cúpula do MTST, os sem-teto não são informados previamente do endereço e devem manter os celulares desligados. São convocados pelo menos cem pessoas, incluindo idosos e crianças, para impedir uma ação de reintegração de posse imediata da Polícia Militar. Nos dias seguintes à invasão, militantes distribuem folhetos e carros de som circulam pela região convocando pessoas a aderirem à invasão.

Vista do bairro Nova Palestina: uma invasão sem gente, só com barracos de mentirinha

Vista do bairro Nova Palestina: uma invasão sem gente, só com barracos de mentirinha

05 Aug 00:44

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by Fabian Pascal

NAM summit is 'stain on humanity,' says Netanyahu

Opening Non-Aligned Movement summit in Tehran, Iranian Supreme Leader Ali Khamenei calls Israelis "ferocious Zionist wolves who digest the Palestinian people" • U.N. Secretary-General Ban Ki-moon stays in hall without protest.

Clifford D. May: Ban Ki-moon over Tehran

Proof, as if more were needed, that the U.N. is broken beyond repair.

FP: Jews should be clear on what the world’s position on them was, is and probably will be as long as they exist. Unfortunately, they are not.

 

Egypt may resume civilian nuclear program, Morsi says

Egyptian nuclear ambitions were discarded following 1967 defeat by Israel • Egypt signed Nuclear Non-Proliferation Treaty in 1968 but delayed ratifying it, presumably due to evidence that Israel embarked on a nuclear weapons program.

FP: And in that context, how do Brothers and Mullahs with nukes strike you?

 

Dempsey: I don't want to be 'complicit' in Iran strike

Chairman of US Joint Chiefs says strike unlikely to destroy nuclear program; White House says window on Iran diplomacy not open 'indefinitely'; IAEA reports Iran doubled number of centrifuges at underground site.

FP: And this is the superpower supposed to protect the West from them.

 

Bill Katz: WELCOME TO THE BRAVE NEW WORLD

The rules of Obamacare are beginning to take effect.  Get used to the new and progressive way things will be done.  Please be sure to send a thank-you note to Nancy Pelosi.  From Fox:

A provision of ObamaCare is set to punish roughly two-thirds of U.S. hospitals evaluated by Medicare starting this fall over high readmission rates, according to an analysis by Kaiser Health News.

Starting in October, Medicare will reduce reimbursements to hospitals with high 30-day readmission rates -- which refers to patients who return within a month -- by as much as 1 percent. The maximum penalty increases to 2 percent the following year and 3 percent in 2014.

Doctors are concerned the penalty is unfair, since sometimes they have to accept patients more than once in a brief period of time but could be penalized for doing so -- even for accepting seniors who are sick.

"Among patients with heart failure, hospitals that have higher readmission rates actually have lower mortality rates," said Sunil Kripalani, MD, a professor with Vanderbilt University Medical Center who studies hospital readmissions. "So, which would we rather have -- a hospital readmission or a death?"

The answer is "death."  We are dealing with "progressives" for whom death is simply another stage in life. You may be sure that many of the people running these programs will find ways to get the care their families need.

But according to federal government figures, nearly one in five Medicare patients is readmitted to a hospital within 30 days of release, costing taxpayers an estimated $17.5 billion.

"Readmissions has been a low-hanging fruit for Medicare," said Jordan Rau, a staff writer with KHN, an editorially independent program of the non-partisan Kaiser Family Foundation. "They've been very unhappy that about 2 million Medicare beneficiaries are being readmitted every year between 30 days of discharge."

COMMENT:  Obviously, each case must be evaluated independently by qualified medical people.  There may well be some inappropriate readmissions, and yes, even some corruption.  But there seems to be an overall arbitrariness about these new rules.  Increasingly, we fear, authority will be taken out of the hands of physicians and placed in the hands of bureaucrats...and seniors will be targeted because their care may not be "cost effective."

Sarah Palin warned of death panels in Medicare.  She was laughed at.  Will the laughter stop?

FP: Those who think that hospitals will react by making sure that patients don’t need to get readmitted are in for a surprise: they will simply cut readmission rate.

 

Matt Taibbi: Greed and Debt: The True Story of Mitt Romney and Bain Capital

Last May, in a much-touted speech in Iowa, Romney used language that was literally inflammatory to describe America's federal borrowing. "A prairie fire of debt is sweeping across Iowa and our nation," he declared. "Every day we fail to act, that fire gets closer to the homes and children we love." Our collective debt is no ordinary problem: According to Mitt, it's going to burn our children alive.

And this is where we get to the hypocrisy at the heart of Mitt Romney. Everyone knows that he is fantastically rich, having scored great success, the legend goes, as a "turnaround specialist," a shrewd financial operator who revived moribund companies as a high-priced consultant for a storied Wall Street private equity firm. But what most voters don't know is the way Mitt Romney actually made his fortune: by borrowing vast sums of money that other people were forced to pay back. This is the plain, stark reality that has somehow eluded America's top political journalists for two consecutive presidential campaigns: Mitt Romney is one of the greatest and most irresponsible debt creators of all time. In the past few decades, in fact, Romney has piled more debt onto more unsuspecting companies, written more gigantic checks that other people have to cover, than perhaps all but a handful of people on planet Earth.

FP: What decline means: a choice between Obama and Romeny.

05 Aug 00:43

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by Fabian Pascal

David P. Goldman: The Muslim Brotherhood Builds a Totalitarian State in Egypt

With nearly half its population dependent on subsidies for necessities, an effective unemployment rate of 40%, and a 45% effective illiteracy rate, Egypt is one of the least-prepared nations of the world for parliamentary democracy. The state rationing system now in preparation will make the local Muslim Brotherhood office the arbiter of whether families eat or starve. There is no more powerful form of social control. It is not necessarily the case that the Morsi government will follow the guidelines of the Brotherhood's sage Sayyid Qutb, whose tract Social Justice in Islam argues for an Islamist-tinged sort of socialism, but the logic of circumstances are pushing them towards this kind of model.

The irony here is that the Muslim Brotherhood may construct a totalitarian state with the help of the International Monetary Fund, including American money. Al-Ahram reports,

International Monetary Fund (IMF) chief Christine Lagarde will visit Egypt on 22 August, according to an IMF statement on Wednesday. Lagarde's visit will focus on the $3.2 billion loan that Egypt has been asking for since March 2011. No deal has been reached and Egypt's funding problems have steadily worsened during subsequent 18 months of political turmoil. Reuters reported on Wednesday that Egypt would discuss the possibility of a bigger-than-expected $4.8 billion loan from the Washington-based body.

How much financial aid Egypt will receive remains unclear. What is crystal clear is that the Muslim Brotherhood is using economic misery to entrench its power.

FP: Predictable.

 

Andrew C. McCarthy: Egypt’s Military and the Arab Spring

On Friday, the New York Times reported on yet another key Islamist military appointment in the Brotherhood’s new Egypt: General Sedky Sobhi, who was just named army chief of staff.  

Sobhi, it turns out, is the author of an academic paper that sharply rebukes American foreign policy as both insufficiently deferential to sharia (Islamic law) and too one-sided in favor of Israel. He’s on record calling for “the permanent withdrawal of United States military forces from the Middle East and the Gulf.”

As we’ve illustrated here time and time again, it is delusional to assume the Egyptian military is pro-American and thus a reliable bulwark against the advance of Islamic supremacism. Cairo’s armed forces reflect the broader society, whose able-bodied men are required to serve — and, as even the Times now concedes, the Egyptian mainstream is Islamist. Plus, the Egyptian army has always had Islamists (including violent jihadists) in its ranks. Its historical tendency, moreover, has not been to lead; it has been to follow the shifting political programs of whatever dictator happened to be running the show.

Nonetheless, you’ve spent nearly two years being told not to worry: Bet the farm on these generals we’ve been training and funding. Yet, now we see that not only is our government well aware of the Egyptian army’s Islamist streak (or shall we say swath?); Egyptian officers, who often study in the U.S., actually submit sharia-driven “get out of Dar al-Islam” term papers to their American military professors. And I’m betting Sobhi got an “A.”

FP: Predictable.

 

Efraim Karsh: The war against the Jews (MUST READ!)

The sustained anti-Israel de-legitimization campaign is a corollary of the millenarian obsession with the Jews in the Christian and the Muslim worlds. Since Israel is the world's only Jewish state, and since Zionism is the Jewish people's national liberation movement, anti-Zionism—as opposed to criticism of specific Israeli policies or actions—means denial of the Jewish right to national self-determination. Such a discriminatory denial of this basic right to only one nation (and one of the few that can trace their corporate identity and territorial attachment to antiquity) while allowing it to all other groups and communities, however new and tenuous their claim to nationhood, is pure and unadulterated anti-Jewish racism, or anti-Semitism as it is commonly known.

FP: Predictable.

 

AND I’VE PREDICTED ALL OF THIS!!

 

Matt Taibbi: Goldman Non-Prosecution: AG Eric Holder Has No Balls (MUST READ!)

FP: The moral bankruptcy of the corporate welfare state.

05 Aug 00:42

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by Fabian Pascal

Leader Of Anti-Semitic Party In Hungary Discovers He's Jewish

Not only that, but Szegedi's grandmother survived Auschwitz and his grandfather survived labor camps. The AP adds:

"Under pressure, Szegedi resigned last month from all party positions and gave up his Jobbik membership. That wasn't good enough for the party: Last week it asked him to give up his seat in the European Parliament as well. Jobbik says its issue is the suspected bribery, not his Jewish roots.

"Szegedi came to prominence in 2007 as a founding member of the Hungarian Guard, a group whose black uniforms and striped flags recalled the Arrow Cross, a pro-Nazi party which briefly governed Hungary at the end of World War II and killed thousands of Jews. In all, 550,000 Hungarian Jews were killed during the Holocaust, most of them after being sent in trains to death camps like Auschwitz. The Hungarian Guard was banned by the courts in 2009.

"By then, Szegedi had already joined the Jobbik Party, which was launched in 2003 to become the country's biggest far-right political force. He soon became one of its most vocal and visible members, and a pillar of the party leadership. Since 2009, he has served in the European Parliament in Brussels as one of the party's three EU lawmakers, a position he says he wants to keep."

The Jewish Telegraphic Agency filed a report on the case earlier this week. According to the JTA, Szegedi met with Rabbi Shlomo Koves on Aug. 3.

Szegedi told him that following the Holocaust, his grandparents had an Orthodox Jewish wedding, but they decided to keep that and their religion a secret from their children and grandchildren.

The JTA reports that after talking to Koves, Szegedi decided to plan a trip to Auschwitz. Koves said he apologized "for any comments he had made against the Jewish community" and would like to make the trip to "pay his respects to the Holocaust martyrs."

FP: You can’t make this stuff up. There are hardly better examples of the ignorance and stupidity that go into bigotry in general and anti-Semitism in particular.

 

Bill Katz: BIZARRE

A nuclear-powered Russian missile submarine cruised undetected for several weeks in the Gulf of Mexico, and its presence was confirmed only after it left the area, according to the Washington Free Beacon.  The paper further states:  "The stealth underwater incursion in the Gulf took place at the same time Russian strategic bombers made incursions into restricted U.S. airspace near Alaska and California in June and July, and highlights a growing military assertiveness by Moscow."  I guess Obama's "reset" with Russia just hasn't panned out.  But remember, the Russians are just misunderstood, and still angry at Reagan.

FP: Superpower no more.

 

Barry Rubin: Too Funny To Be Real; Too Tragic To Be Real: How Gouda Deals with Immigrant Violence

The good burghers of Gouda, Holland—famous for its cheese—have a solution. It seems that there is a problem with some of the immigrants there, especially those from Morocco, being involved in violence. How can these tendencies be channeled in a more productive direction?

Answer: The town government will organize free classes for them in karate.

FP: To laugh or to cry? To cry for Holland, I guess.

 

No Future in France: Dire Times for French Jews (via Elder of Ziyon)

The Toulouse massacre did not bring French anti-Semitism to a halt. It actually increased.
“Any time young people approach me in order to get married, I ask them various questions about their future. Eighty percent of them say they do not envision any future in France.” This is what one rabbi in Paris told me last week. I heard similar statements from other French rabbis and lay Jewish leaders: “We have a feeling the words are on the wall now,” one leader in the Lyons area confided to me. “It is not just our situation in this country deteriorating; it is also that the process is much quicker than expected.”

FP: Does not look like there is a future for Jews anywhere, does it?

05 Aug 00:42

Daniel Greenfield: Tears Don't Protect Against Murder

by Fabian Pascal

And yet the Shalit deal was reasonable compared to the Peace Process. While Israel has given up a great many lives and a great deal of land, it has yet to receive peace. But in the Shalit deal, it actually did get Gilad Shalit back. If a "life-loving" country cannot afford to keep exchanging one soldier for  1,000 terrorists, then how can it afford to keep exchanging land and lives for the false promise of peace?

Terrorists are a renewable resource. Arrest them, plant them in jail, let them study for advanced degrees and post status updates to Facebook while collecting salaries from the Palestinian Authority, funded by the United States and Europe, then trade them for a soldier. Then when they've gone back to their old habits, arrest them and trade them again. But doing that with territory is much harder. Let Israel try offering Ramallah a second time in exchange for peace and see what kind of howls rise out of the State Department in Washington D.C. and the Foreign Office in London.

Instead, Israel keeps putting new lands on the table, which Washington and London proclaim to be insufficient because something is too low a price to pay for nothing. Peace is a priceless commodity. while half of Israel's capital is a negotiable commodity. But after two decades of negotiations, Israel is running out of things to negotiate with.


The old joke about the Six-Day-War was that the Egyptians had followed the Soviet battle plan from World War II: pull back and wait for winter. The joke has now turned around. Since the Nineties, the Israelis have been following the American battle plan from Vietnam: sign a worthless peace accord, pull out and then ignore what happens afterward. Just as Egypt doesn't have Russian winters, Israel doesn't have a 6,000 mile distance from its last war.

That same year, PLO terrorists carried out the "Mother's Bus Attack" taking the passengers of a bus, filled with women on board, hostage and demanding the release of all imprisoned terrorists. The terrorists killed two hostages and Israeli Special Forces moved in, killing the terrorists and saving the lives of all but one hostage.

In response, Israeli commandos stormed Tunis, killing Abu Jihad, a former Muslim Brotherhood member and the number two Fatah leader after Arafat . The United Nations Security Council met and passed Resolution 611, noting with concern the "loss of human life", particularly that of Abu Jihad, and vigorously condemned the "act of aggression", Not a single member of the Security Council voted against it. The United States abstained.

In 1972, the year of the Munich Massacre, there were three Security Council resolutions condemning Israel. Not a single one condemning the massacre of Olympic athletes at an international event. Not a single one condemning the countries which armed, trained, harbored and controlled the terrorists. The countries that had refused that their flags be lowered in response to the massacre.

This was the law of the jungle disguised as international law. Against the law of the jungle, tears are futile. Jungle law cannot be debated away, it cannot be disproven, it cannot be defeated with Hasbara, it cannot be subdued with the speechifying of an Abba Eban or a Benjamin Netanyahu. It cannot be moralized into decency or signed away with peace treaties. It can only be met with resistance.

Tears don't protect against murder. Bullets do.

FP: What can I say that I have not said countless times already?

 

05 Aug 00:42

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by Fabian Pascal

Bill Katz: PROBABLY TOO LATE

Facing withering criticism that the Obama administration's Syria policy is too little, too late, and laced with too many yawns, Hillary Clinton has flown to Turkey to express some love for the Syrian opposition.  From WaPo:

ISTANBUL — Secretary of State Hillary Rodham Clinton sought Saturday to broaden U.S. contacts with political opponents of Syrian President Bashar al-Assad beyond a fragmented group of exiles with limited influence inside the country.

The top U.S. diplomat also pledged more military and intelligence cooperation with Turkey, a close U.S. ally now receiving a daily tide of refugees from the 17-month conflict.

This close ally is becoming increasingly Islamist, and may not be a "close ally" much longer. 

“We have been closely coordinating over the course of this conflict, but now we need to get into the real details of such operational planning,” Clinton said during a day of meetings with Syrian opposition figures, refugees and top Turkish officials.

“Our intelligence services, our military have very important responsibilities and roles to play so we are going to be setting up a working group to do exactly that,” she said.

Let us note that this conflict has been going on for 17 months.  Clinton's statements are pathetic, reflecting a pathetic policy.  Essentially, she admits that we're just getting started.

The question is whether these opposition groups, some of which may have been influenced by extremists, still are interested in us, and whether they'll be our allies should they gain power.  They owe us nothing.

Increasingly, we seem diminished, and not at all the leader.

FP: I have not been, am not and I won’t be for US intervention in Syria (or any other Arab country for that matter). But  decline is decline is decline.

And:

HILARIOUS, IF IT WASN'T SO SAD

Gallup reports that its Economic Confidence Index was negative in all 50 states in the first half of 2012...but positive in the District of Columbia.  Of course.  That's where the federal government is.  I mean, do you laugh or do you cry?  The only place in America where people feel confident about the future is the federal government.  Have the feds noticed that there's a country out there?  Please send them maps.  Small ones will do.

FP: See what I mean?

 

Steven A. Cook: Brother Knows Best

But old tricks don't always work in the new Egypt. Muwafi's admission that the GIS knew an attack was on the way provided Morsy with an opportunity to clean house -- a stunning move made possible only by the fact that he can claim a popular mandate. Out went Muwafi, North Sinai governor Abdel Wahab Mabrouk, and Hamdi Badeen, the powerful commander of the Military Police.

The SCAF, the GIS, and Ministry of Interior may yet respond, but they are in a difficult political position. How do they justify opposing the president for removing the people ostensibly responsible for failing to prevent the deaths of Egyptian troops? In the new, more open Egypt, people are demanding accountability and Morsy is giving it to them,  which may be why Field Marshal Mohamed Hussein Tantawi, head of the SCAF, has so far yielded to Morsy. Yet Tantawi's position is made all the more precarious because if he does not respond in some way, he is signaling that there is no price to be paid for defying Egypt's defense and national security establishment, opening the way to further efforts to undermine the deep state.

As the New York Times, the Washington Post, and other major newspapers all dutifully reported, the violence in Sinai was  an "urgent" and "crucial" test of Morsy in his "tense relationship with the military." It was, indeed,  an early test, and Egypt's new president seemed to pass with flying colors. Against all expectations, Morsy made the most politically out of the Rafah killings. To be sure, this episode was not exactly Anwar Sadat's takedown of Ali Sabri, Gen. Mohamed Fawzi, and Gen. Sharawi Guma in 1971 for allegedly plotting a coup d'état that ended with all three behind bars and went a long way toward consolidating Sadat's power. Yet if Morsy can make the dismissals stick, he will not only have made a convincing case that he is much more than the weak transitional figure the SCAF has sought to make him, but he also will have begun a process that could alter the relationship between Egypt's security elite and its civilian (and now elected) leadership.

FP: Just as I predicted. The military is no match to Islamists. Shades of Turkey, and Egypt is much more vulnerable to a more extreme Islamism than Turkey.

Barry Rubin: Egypt: There Goes the Army; There Goes the Free Media; There Goes Egypt

Muslim Brotherhood President al-Mursi has just removed the two commanding generals of the Egyptian military. Does he have a right to do this? Who knows?There’s no constitution. That means all we were told about not having to worry because the generals would restrain the Brotherhood was false. Moreover, the idea that the army, and hence the government, may fear to act lest they lose U.S. aid will also be false. There is no parliament at present  He is now the democratically elected dictator of Egypt. True, he picked another career officer but he has now put forward the principle: he decides who runs the army. The generals can still advise Mursi. He can choose to listen to them or not. But there is no more dual power in Egypt but only one leader.  The Supreme Council of the Armed Forces which has run Egypt since February 2011 is gone. Only Mursi remains and Egypt is now at his mercy.

Muslim Brotherhood President al-Mursi has also  just named the editors of the top Egyptian newspaper and other media outlets. They are state-owned, you know, and there are a half-dozen good little independent newspapers.

But one of them, al-Destour (ironically meaning “The Constitution”), has just had a full issue seized on charges of “fueling sedition” and “harming the president through phrases and wording punishable by law.” We know this through a report in the Middle East News Agency, the state-owned monopoly.

And what was the inflammatory report? That the Brotherhood was going to seize power and that liberals and the army should join together to stop the country from being turned into an Islamist regime.

So some think the army has already been checkmated.

05 Aug 00:42

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by Fabian Pascal

Matt Taibbi: No Kidding: The Most Incoherent Tom Friedman Column Ever

I realize this is not a statement anyone can make lightly, but: this morning’s column by Thomas Friedman, "Syria is Iraq," is the single most incoherent thing he has ever written. It’s… well, breathtaking is the only word.

Others, like Glenn Greenwald, have already pointed out the column's most obvious contradictions. But for those who missed it, here are two passages that were written, not as a joke, by the same human being in the same opinion column. Start with passage #1:

And, for me, the lesson of Iraq is quite simple: You can’t go from Saddam to Switzerland without getting stuck in Hobbes — a war of all against all — unless you have a well-armed external midwife, whom everyone on the ground both fears and trusts to manage the transition. In Iraq, that was America.

Got that? Here’s the second passage:

Because of both U.S. incompetence and the nature of Iraq, this U.S. intervention triggered a civil war in which all the parties in Iraq – Sunnis, Shiites and Kurds – tested the new balance of power, inflicting enormous casualties on each other and leading, tragically, to ethnic cleansing that rearranged the country into more homogeneous blocks of Sunnis, Shiites and Kurds.

This pair of passages can be summed up in a Friedman-syllogism:

1. Syria will not become Switzerland unless it has the kind of help America gave to Iraq.

2. When America helped Iraq, it triggered a terrifying four-sided civil war that left the country reeling in blood-soaked, genocidal chaos and hopelessly partitioned along ethnic and religious lines – very much like Switzerland, where a diverse collection of ethnic groups speaking different languages live peacefully under democratic rule.

3. Therefore, when your wife needs help giving birth, she should hire a midwife who stands outside the door and carries an automatic weapon.

This column today is so crazy I have to think Friedman is kidding. The line about how everyone on the ground in Iraq trusts America is especially awesome. Of course! True, you can’t even open a Humvee door there to dump a pebble out of your shoe without getting your face shot off, but still, they trust us!

And yet the best thing of all is the rhetorical flourish at the end – a rare triple-figurative dismount, which he sticks with Nadia Comăneci-esque confidence:

Without an external midwife or a Syrian Mandela, the fires of conflict could burn for a long time.

God bless this man. There’s never been another like him!

Editor's note: Thanks to Justin Elliott at TwitLonger, who notes that this is at least the ninth time that Friedman has written a column calling for an Arab Mandela -- and at least the third time he has used the winning Arab-Mandela/midwife imagery combination.

FP: And for this the NYT and audiences pay him big bucks. So he is not the biggest problem.

 

Via JoshuaPundit

 

  

FP: Enjoy.

 

Bill Katz: BRAIN BUILDING

Former Governor Arnold Schwarznegger of California has co-founded a think tank at the University of Southern California and will become a professor at the school.  I suspect that this development will raise the general intellectual level of American higher education, and possibly lead to greater physical fitness in the academic world as well.

FP: I rest my case. And the problem is not the sausage governor, it’s USC.

And more:

Bill Katz:

A MAJOR WORLD EVENT, NOT – The United Nations General Assembly has denounced Syria's crackdown on its own citizens, and it did this before going to dinner.  Both Russia and China voted no. There is no word that the Syrian government even took note of the vote, which is expected to have no effect. 

INCREDIBLE – The Obama campaign and several Democratic organizations are suing the state of Ohio to strike down a law that makes it easier for those in the military to vote.  A May Gallup poll showed Romney ahead of Obama among veterans, 58-34 percent.  Presumably, Democrats believe active-duty military personnel will vote the way veterans vote.  During the tense recount following the 2000 presidential election, Democrats tried to challenge a number of military votes cast.

RUSSIA IN SYRIA – Russia is sending three large ships with marines aboard to the Syrian port of Tartus, where Moscow has a naval base.  It is another proof of Russia's active support for the Assad regime.  The presence of Russian troops also makes other outside intervention more complicated.  Russia is determined to hold Tartus, which services Russian naval vessels in the Mediterranean.

IT WAS RAHM – Newly released e-mails show that Rahm Emanuel, when he was Obama's chief of staff in the White House, was the key figure behind the failed Solyndra loan, which has become the symbol of Obama's bad investments of tax dollars.  Solyndra made solar panels, and was supported by some heavy-hitting Obama contributors.  Emanuel is now the mayor of Chicago.  If he wants a really good investment for his city, may I suggest bulletproof vests.

FP: The world we live in.

 

Parents of Shafilea Ahmed sentenced to 25-years after being found guilty of her 'honour' killing

Iftikar and Farzana Ahmed, strict Muslims who are first cousins from the same village in Pakistan, were jailed for life after being found guilty of the 2003 honour killing of their “determined” and “ambitious” daughter Shafilea. They were told they would serve at least 25 years.

They suffocated the 17 year-old in front of their four other children at their home in Warrington, Cheshire after she rejected a forced marriage in Pakistan.

The couple escaped justice for almost nine years, accusing officers of victimisation and stereotyping for suspecting them after her body was found months later in a river in Cumbria.

FP: They’re just like us, no?

05 Aug 00:40

Fraude da CPI – Petistas e governo cometem um crime contra o Congresso, contra a democracia e contra o estado de direito; só o mensalão foi mais grave do que isso!

by giinternet
A presidente Dilma: mais uma vez, ela não sabia de nada, como sempre?

A presidente Dilma: mais uma vez, ela não sabia de nada, como sempre?

O PSDB pretende entrar com representações nas comissões de Ética do Senado e da própria Presidência da República contra a presidente Dilma Rousseff, funcionários da Petrobras, parlamentares, funcionários do Senado e da Secretaria de Relações Institucionais. Por quê? Fraude na CPI. Sim, leitores, vocês já devem ter lido a respeito. Reportagem de capa da VEJA desta semana demonstra que uma grande farsa foi armada na comissão destinada a investigar no Senado o prejuízo bilionário com a compra da refinaria de Pasadena. Trata-se de uma das maiores agressões jamais feitas contra o Poder Legislativo. Nessa matéria, a partir de agora, só o PT supera o PT. Um grande teatro foi armado para que não se investigasse nada. As perguntas elaboradas pelos parlamentares foram previamente passadas aos convocados, tudo sob a supervisão de funcionários graduados do governo e de políticos do alto escalão. Já entro em detalhes.

Já escrevi isto aqui algumas dezenas de vezes: é claro que o PT não inventou a corrupção e o malfeito na política. Já existiam antes dele; continuarão a existir depois. O partido inovou num aspecto: nunca antes na história deste país, como costuma dizer Lula, um partido tentou profissionalizar o crime político e fazer dele um método. Infelizmente, o PT trouxe essa novidade — e tomara que ela seja interrompida e não tenha continuadores. O que foi o mensalão? Cumpre lembrar: mais do que simples roubo de dinheiro público, mais do que peculato, mais do que corrupção ativa, mais do que corrupção passiva, mais do que formação de quadrilha, mais do que evasão de divisas, mais do que lavagem de dinheiro. O mensalão foi tudo isso para ser algo bem maior do que isso. Tratou-se de uma armação para criar um Congresso paralelo, movido pelo propinoduto, de sorte que o povo brasileiro tivesse solapado seu principal canal de expressão: o Poder Legislativo. Que passaria a se mover nas sombras. Esse, sim, foi o grande crime do mensalão. Mais do que o roubo, que já era muito grave, o que se viu foi o assalto ao estado de direito e ao estado brasileiro.

Muito bem: agora, VEJA revela mais um escândalo deplorável. Um vídeo de 20 minutos que veio a público traz uma reunião entre o chefe do escritório da Petrobras em Brasília, José Eduardo Sobral Barrocas, o advogado da empresa Bruno Ferreira e uma terceira personagem, ainda desconhecida. Gravado provavelmente com uma caneta-câmera, a reunião demonstra que as perguntas feitas pelos parlamentares na CPI foram previamente passadas ao grupo para que os depoentes pudessem ser “treinados”. Participaram da conspirata Paulo Argenta, assessor especial da Secretaria de Relações Institucionais; Marcos Rogério de Souza, assessor da liderança do governo no Senado; Carlos Hetzel, assessor da liderança do PT na Casa; o senador Delcídio Amaral (PT-MS); o senador José Pimentel (PT-CE), relator da CPI; Graça Foster, presidente da Petrobras, e José Eduardo Dutra, ex-presidente do PT e hoje um dos diretores da estatal. Vejam trecho.

O alvo maior da preocupação era mesmo Nestor Cerveró, aquele que omitiu do Conselho de Administração da Petrobras duas cláusulas essenciais na compra da refinaria de Pasadena. Barrocas, o chefe do escritório da empresa em Brasília, quer saber se as perguntas já estão com Cerveró e deixa claro que expediente idêntico foi empregado nos depoimentos de Gabrielli e de Graça. Pimentel, o relator da CPI, recorre à presidente da empresa e a Dutra para fazer um “gabarito” com as perguntas e respostas.

O PT se assustou com os desdobramentos da CPI dos Correios, que está na raiz da condenação da cúpula do partido, que foi parar na cadeia. Decidiu, então, desmoralizar esse expediente, que, na prática, já depôs um presidente e mandou para casa os tais “anões do Orçamento”. Eis aí: esse é o partido que diz querer fazer uma reforma política para moralizar o Congresso.

Estamos diante de um dos maiores crimes jamais cometidos contra a República. Ah, sim, o que Dilma tem com isso? Paulo Argenta é braço-direito de Ricardo Berzoini, ministro das Relações Institucionais. Berzoini foi nomeado justamente para tentar, digamos, segurar o escândalo da Petrobras na unha. Não custa lembrar que era ele o presidente do PT quando veio à luz o tal escândalo dos aloprados. Ficou claro que sabia de tudo. Quem escolhe um Berzoini escolhe também um método, não é mesmo, presidente Dilma?

Texto publicado originalmente às 4h29
05 Aug 00:39

O tráfico volta a dar as cartas no Complexo do Alemão. Deu errado o que não tinha como dar certo

by giinternet

Enquanto o Brasil não aprender a lidar com o óbvio, o óbvio vai nos golear com mais facilidade do que a Alemanha enfrentando a Seleção de Felipão. Quem recorrer ao arquivo deste blog vai encontrar várias dezenas de textos sobre as UPPs, as tais Unidades de Polícia Pacificadora, um nome que nasceu torto, fruto de uma consciência torta para um programa não menos… torto. Notem: é claro que eu defendo, hoje como antes, que a polícia chegue ao morro. É claro que eu defendo, hoje como antes, que se faça o policiamento comunitário. Ocorre que parte do Complexo do Alemão, que conta com quatro UPPs, já está, de novo, entregue ao narcotráfico. Policiais admitiram à reportagem da Folha que não entram mais nos becos para evitar confrontos. Os tiroteios voltaram a ser diários. De janeiro a julho, oito pessoas morreram em confrontos — duas eram PMs. Na campanha eleitoral de 2010, como esquecer?, Dilma dizia que a política de segurança do Rio era um modelo e que ela pretendia adotá-la Brasil afora. Ainda bem que a presidente não é do tipo que cumpre o que promete…

Pois bem… O que sempre esteve errado com a política de segurança pública do Rio? Resposta: não prender bandidos, mas espantá-los. Com o tempo, nem isso foi necessário. Como escrevi aqui no dia 8 de setembro de 2011, o que se pediu a eles é que se comportassem. Mas sabem como são os criminosos. Nem sempre cumprem acordos, não é? O Rio de Janeiro continua lindo. Fazer presídios, por exemplo, pra quê? Se a política espanta-traficante tivesse chegado ao máximo de eficácia, todos os bandidos teriam deixado o Estado do Rio e migrado para São Paulo, Espírito Santo e Minas Gerais… Tenham paciência! Mas nem isso aconteceu. Eles se contentaram com Niterói mesmo…

É evidente que a vida melhorou em favelas em que o narcotráfico parou de andar de revólver e fuzil à mostra e em que não há mais risco de confronto entre facções. É evidente que os dias ficaram mais tranquilos nas “comunidades”, como se diz por lá, em que as UPPs ou soldados do próprio Exército são convidados a atuar como seguranças do narcotráfico, garantindo que não haverá guerra de quadrilhas ou enfrentamento com aquelas excrescências que são as milícias.

Mas isso basta? É o que o estado tem a oferecer à população? Um acordo de cavalheiros com o narcotráfico? A confissão de uma falência? Sim, boca de fumo tem em qualquer lugar. Mas não é em todo lugar que homens com fardas oficiais, de entes públicos, atuam, então, como pacificadores de gangues, garantindo a tranquilidade do poder paralelo instalado. Essa equação iria desandar. E desandou.

Há pobres, sim, nas favelas do Rio, mas não tão pobres que não saibam distinguir o bem do mal. É matéria de escolha. No fundo, é o mesmo mecanismo que nos permite distinguir amigo de inimigo ou escolher entre um sorvete de uva e um de framboesa. É que os “antropólogos” do asfalto adoram ver o pobre como um exótico.

Essa confusão entre “comunidade” e “bandidagem” tem um erro de origem: a suposição de que o marginal é uma vítima social. O Brasil tem tantas vítimas que eu gostaria de saber onde estão os algozes. Já notaram? Os traficantes, coitados!, são vítimas. Essas vítimas, por sua vez, vendem seu produto a outras vítimas: os que fumam e cheiram. Como diria o Apedeuta, “eu estou convencido de que” os vilões da história são, então, os que nem vendem nem cheiram pó e os que nem vendem nem fumam maconha…

É essa, como posso chamar?, ”conspiração das vítimas” que impede que se faça a coisa certa. É claro que prender mais supõe uma polícia mais eficiente e menos corrupta. Mas isso é parte de uma política de segurança pública, certo?

Dilma
Abaixo, eis um vídeo-propagada do PT, em que a companheira Dilma anuncia que as UPPs do Rio são o caminho. Transcrevo o que ela disse e volto em seguida.

“A gente considera que o resultado da política aqui, dessa parceria do governo federal com o governo estadual, aqui, com o governador Sérgio Cabral, ela construiu uma referência no que se refere (!!!) à… No que se refere basicamente à… estruturação de uma política de segurança através das Unidades de Polícia Pacificadora. É transformar territórios em guerra em territórios de paz (…). Em muitos estados, não transferiram os chefes do crime organizado para as penitenciárias de segurança máxima. Aqui foi transferido. Os daqui estão em Catanduvas, Campo Grande e Mossoró. Com isso, o que é que acontece? Você tira do presídio os líderes e os cabeças e impede que os presídios sejam transformados em plataformas do crime (…).

Bem, é a Dilma dos velhos tempos, com um raciocínio ainda mais confuso do que o de hoje e um vocabulário mais estreito. Mas está claro no vídeo, editado como propaganda, que a política de segurança de Sérgio Cabral era considerada exemplar.

Quatro anos depois, o Rio está em chamas. E não foi por falta de aviso. Não!, leitores, eu não acho que Cabral e José Mariano Beltrame, secretário de Segurança Pública, deveriam ter ouvido as minhas advertências. Penso que ambos, mais uma boa leva de bacanas que resolveram jogar os fatos no lixo, deveriam ter ouvido os apelos da lógica. A Internet presta uma grande contribuição à memória.

Pesquisem neste blog e em toda parte: durante uns bons anos, na grande imprensa, devo ter sido o único crítico da política de segurança do Rio. Apanhava que dava gosto — inclusive de muitos amigos cariocas! Alguns deles chegaram a se engajar numa pré-campanha para fazer de Beltrame candidato ao Prêmio Nobel da Paz. Sim, eu sei! Até Arafat ganhou o seu… Mas o ridículo em estranhos dói menos do que em pessoas que a gente ama ou admira, né?

O nome “polícia pacificadora” sempre me irritou porque carrega consigo uma óbvia impostura, mas também uma revelação involuntária. “Pacificar” quem exatamente? Pactos de paz se estabelecem entre inimigos beligerantes, postos em pé de igualdade e considerados igualmente legítimos. Cabe hoje, como sempre coube, a pergunta: quem está de cada lado? Então vamos estabelecer a “pax” entre a bandidagem e suas vítimas, é isso? Entre a lei e a não lei? Entre a sociedade de direito e o arbítrio do crime?

Sim, infelizmente, sempre se tratou exatamente disto: a polícia dita “pacificadora” traz na sua origem o reconhecimento de que existe certa legitimidade no banditismo. O que se cobrava dele é que fosse mais discreto; que não tiranizasse as populações do morro; que não as submetesse a uma disciplina escandalosamente de exceção; que não saísse matando desbragadamente; que fizesse o seu tráfico, mas com um pouco mais de decoro.

A receita desandou.

05 Aug 00:38

Manifestantes pró-Israel protestam em Copacabana

by giinternet
Manifestantes pró-Israel reúnem-se na Praia de Copacabana (Foto: Gabriel de Paiva / Agência O Globo)

Manifestantes pró-Israel reúnem-se na Praia de Copacabana (Foto: Gabriel de Paiva / Agência O Globo)

Por Lucas Altino, no Globo:
O domingo era de sol e lazer, mas milhares de cariocas optaram pelo ativismo. E lotaram ontem a Praia de Copacabana em um protesto convocado pela Federação Israelita do Estado do Rio de Janeiro (Fierj) em prol da paz no Oriente Médio. Munidos de cartazes, os manifestantes exaltaram o direito de Israel à autodefesa e esclareceram: a comunidade judaica não é contra o povo palestino, mas contra os terroristas do grupo islâmico Hamas

“O mais importante é chamar a atenção de toda a população para o que está acontecendo. Há muitos anos sofremos com terroristas. Só teremos paz se o nosso parceiro também quiser. Não somos contra a Palestina, mas sim contra o Hamas”, explicou o presidente da Fierj, Jayme Salomão.

Segundo a entidade, 2.500 pessoas participaram da caminhada da altura da Rua Santa Clara em direção ao Leme. Cálculos da Polícia Militar, porém, estimaram em 1.200 esse número.
(…)

 

03 Aug 03:15

Rethinking Topical Preaching

by Benjamin Palmer

2014-08-02 11.49.23-1In the last 20 years, but especially the last 10, there has been a significant resurgence of lectio continua preaching; that is, a return to the Reformation practice of preaching consecutively through one book of the Bible, Lord’s Day by Lord’s Day. Given the state of preaching when this resurgence began, it was manifestly a good thing. For decades our preaching failed to show the intimate connections to be found between passages in the same book, and also failed to patiently open up all of the doctrines found in a single book in Scripture.

On the other hand, not all has been well with this recovery of expository, lectio continua preaching. There are those in our congregations who are dissatisfied with the expository method, often for a whole host of reasons. Too many times our expository sermons seem more like bible study lessons than actual preaching. The preaching can also reach a certain level of monotony, especially if you linger too long in one particular section or chapter. On the whole, it seems that there are those in our churches who are starving for solid, biblically faithful topical preaching, and we haven’t provided it.

As I have posted elsewhere here at Southern Reformation, I believe there are good reasons to avoid preaching topically. As I’ve said there, topical preaching presents a dual danger to the congregation; first, that the preacher will, intentionally or unintentionally, harp on his favorite subjects, and deny his hearers the balance that all of Scripture brings. Second, there is the danger of using Scripture in such a fashion as to make it a springboard for our sermon. The pastor who does this typically reads a text of Scripture, and then rants for 30 or so minutes about something or other than generally has nothing to do with the passage he read. Preaching in this fashion tends to teach our congregants how to abuse the Bible, rather than to use it properly.

That being said, topical preaching can be done well. And one way to do topical preaching well is to use the Heidelberg Catechism. Composed by Zacharias Ursinus and Caspar Olevianus and completed in 1562, it appeared in three editions in 1563, it rapidly gained wide acceptance among the Reformed churches on the European continent, and was adopted as a subordinate standard for the Dutch churches at the Synod of Dordt in 1618. The first documented use of the Heidelberg Catechism as a guide for preaching are the sermons of Peter Gabriel, a Reformed minister in Amsterdam, who began using the Catechism in his preaching in 1566, also the first year that the Heidelberg Catechism was divided in to 52 Lord’s Days. The Synod of the Hague (1586) made preaching the Catechism mandatory in its churches, and the Synod of Dordt (1578) strongly encouraged its ministers that the sermon for the second service should be a catechism sermon.

Needless to say, catechism preaching has a long and beneficial history in the Reformed churches that subscribe the Three Forms of Unity and the Church Order of the Synod of Dordt. However, even in many Dutch churches, catechism preaching has been in decline for a number of years. I believe that the time has come to revive this practice, as it provides an excellent guide for topical preaching, a subject I’ll have more to say about next time…


02 Aug 13:47

Liminar de Lewandowski lembra que existe liberdade de imprensa no Brasil: tentaram censurar VEJA.com e este blog

by giinternet

Na VEJA.com; Voltarei ao assunto mais tarde.
O ministro Ricardo Lewandowski, presidente em exercício do Supremo Tribunal Federal (STF), concedeu nesta quinta-feira liminar para suspender decisões da 44ª Vara Cível do Rio de Janeiro e do Tribunal de Justiça estadual que determinavam a remoção do site de VEJA de reportagem publicada em 8 de março de 2014 sobre o desaparecimento de parte do dinheiro arrecadado para a família do pedreiro Amarildo Dias de Souza. Em decisão individual, o ministro acolheu os argumentos da Editora Abril, que publica VEJA, e derrubou a mordaça.

A Justiça fluminense havia determinado a retirada do ar da reportagem “Cadê o (dinheiro do) Amarildo?” e da reprodução do texto e comentários sobre o tema no blog do jornalista Reinaldo Azevedo, sob pena de pagamento de multa diária. Tanto o juiz Gustavo Nascimento da Silva, da 44ª Vara Cível do Rio de Janeiro, que proferiu a decisão de 1ª instância, quanto a desembargadora Lúcia Helena do Passo, do TJ fluminense, tinham atendido a pedido do Instituto de Defensores de Direitos Humanos (DDH), presidido pelo advogado carioca João Tancredo.

Em recurso encaminhado ao STF no dia 21 de julho, a Editora Abril argumentou que as decisões judiciais contra a publicação da reportagem violam entendimento da própria corte sobre a liberdade de expressão, firmado em 2009 quando do julgamento que declarou inconstitucional a Lei de Imprensa, herdada da ditadura militar. Lewandowski fez parte da sessão histórica e expressou em seu voto, com clareza exemplar, a importância de se garantir o mais pleno direito à manifestação de pensamento.

Por se tratar de pedido em fase de liminar, a Editora Abril ainda não pôde apresentar argumentos sobre a veracidade das informações publicada nas reportagens. Com a retomada dos trabalhos do Poder Judiciário, o STF ainda vai analisar, em plenário, o caso. A relatora é a ministra Cármen Lúcia.

Censura prévia
O bloqueio ao acesso à reportagem de VEJA.com e ao post de seu colunista — agora revogado por Lewandowski — já havia representado um golpe na liberdade de imprensa. Mas outra liminar expedida pela Justiça fluminense foi além e instituiu uma espécie de censura prévia, prática explicitamente vedada pela Constituição. A juíza Andrea de Almeida Quintela da Silva deu provimento integral ao pedido de João Tancredo para não apenas remover uma nota de 8 de abril da coluna Radar on-line, de Lauro Jardim, que informou que a família de Claudia Silva Ferreira, morta arrastada por uma viatura policial, desautorizou o advogado carioca a representá-la na Justiça como também determinou que VEJA seja proibida, na internet ou no papel, “de autorizar ou promover quaisquer outras inclusões de igual teor”. A Editora Abril recorre da decisão.

02 Aug 13:44

O preço do politicamente correto

by noreply@blogger.com (Rodney Eloy)
Crime de Ódio (Alcorão na privada) X Arte (Bíblia na privada)

O impacto negativo do "politicamente correto" em nossa cultura não pode ser exagerada. Sua influência sinistra é monumental e subversiva na medida em que reformula os valores, literalmente, dirigindo a população mais distante de suas raízes cristãs e redirecionam a civilização para o relativismo, hedonismo, o socialismo, ateísmo, humanismo, e uma série de outras filosofias anti-cristãs. 

01 Aug 20:12

Governo usa de novo truque da plataforma de petróleo para fabricar superávit da balança

by giinternet

Na VEJA.com:
A balança comercial brasileira (diferença entre exportações e importações) registrou superávit de 1,575 bilhão de dólares em julho, informou nesta sexta-feira o Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (Mdic). As exportações somaram 23,025 bilhões de dólares e as importações totalizaram 21,450 bilhões de dólares no período. O resultado ficou acima da mediana das projeções de especialistas, que apontavam superávit de 830 milhões de dólares.

No acumulado dos sete primeiros meses do ano, a balança comercial registrou déficit de 916 milhões de dólares, o que representa melhora ante o déficit de 2,49 bilhões de dólares registrado no ano, até junho. De janeiro a julho do ano passado, o déficit estava em 4,97 bilhões de dólares.

A movimentação de uma plataforma de petróleo foi, novamente, responsável pelo resultado positivo em julho. O expediente é legal e consiste na exportação de plataforma de petróleo sem que ela saia, de fato, do Brasil. No caso da negociação firmada em julho, a plataforma foi comprada de fornecedores brasileiros por suas subsidiárias no exterior. Depois, foi “repatriada” no Brasil, como se estivesse sendo “alugada” pelo fornecedor brasileiro. Desta forma, o fornecedor recolhe menos imposto. Apenas essa operação rendeu 866 milhões de dólares. Ou seja, sem ela, o superávit de julho teria sido de 709 milhões de dólares.

As importações tiveram queda de 5,5% em julho de 2014 ante o mesmo mês do ano passado, segundo a média por dia útil. De acordo com dados divulgados pelo Mdic, a média de importação por dia útil foi de 932,6 milhões de dólares no mês passado, ante 987,2 milhões de dólares em julho de 2013. Na comparação com junho deste ano, quando a média foi de 905,1 milhões de dólares, houve alta de 3%.

Importações recuaram
A queda nas importações foi generalizada entre os segmentos: de 11,2% para bens de capital, de 9,2% para bens de consumo, de 7,4% para combustíveis e lubrificantes e de 0,5% para matérias-primas e intermediários.

Segundo o governo, a queda no segmento de bens de capital foi influenciada pela baixa nas compras da indústria automotiva. Na categoria de bens de consumo, as principais quedas foram em máquinas e aparelhos de uso doméstico, automóveis de passageiros, motocicletas e outros ciclos, partes e peças para bens de consumo duráveis, móveis e produtos alimentícios.

Na área de combustíveis e lubrificantes, a retração ocorreu principalmente devido à diminuição dos preços e das quantidades embarcadas de petróleo, gás natural, naftas e carvão. No segmento de matérias-primas e intermediários, caíram as importações de acessórios de equipamento de transporte, partes e peças de produtos intermediários, produtos alimentícios e produtos agropecuários não alimentícios.

01 Aug 20:12

O “templo” de Macedo e o dia em que Marta decidiu expropriar o Cristo Redentor!

by giinternet

Todos vimos autoridades federais, estaduais e municipais ao lado do autoproclamado bispo Edir Macedo, dono da Igreja Universal do Reino de Deus, na inauguração do dito “Templo de Salomão”, em São Paulo. A obra não tinha sido liberada pelo Corpo de Bombeiros (exigência legal), e há severas suspeitas de irregularidades na concessão do alvará da Prefeitura. Mas, em tempos de eleição, os políticos gostam de se aproximar da religião. Mormente quando se trata de mais um empreendimento de Edir Macedo, que, a cada dia, força mais a semelhança com uma caricatura de profeta. E não venham me patrulhar. Os evangélicos sabem o respeito que tenho por eles. Sou um duro crítico da forma preconceituosa como são tratados pela imprensa. Mas não gosto quando uma igreja decide ser dona de um partido político e quando um líder religioso decide ser “governo” — pouco importando quem esteja no poder.

Muito bem! No caso do Templo de Salomão, as autoridades não quiseram saber em que estágio estava o cumprimento da lei. Também o Cristo Redentor, no Rio, foi peça de uma patranha política — esta de outra natureza. Leiam a coluna de Merval Pereira, publicada no Globo. Volto em seguida.

*

Cúria quase perde Cristo

Chega de Brasília uma informação que pode ser considerada bizarra, mas que também pode ter implicações mais graves. No impasse acerca do filme de José Padilha sobre o Rio, que a Cúria Metropolitana vetou inicialmente por considerar que a figura do Cristo Redentor havia sido desrespeitada, mas depois liberou, a ministra da Cultura Marta Suplicy fez chegar ao cardeal Dom Orani Tempesta uma ameaça de, através de um decreto presidencial que já estaria pronto, retirar da Igreja Católica a tutela sobre a imagem que está implantada no Parque Nacional da Tijuca, sob o controle da União.

O monumento foi erigido em área cedida pela União à Arquidiocese do Rio na década de 1930, mas o acesso à estátua é realizado pelo Parque Nacional da Tijuca, administrado pelo Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade.

Recentemente, a imagem do Cristo Redentor foi eleita, em votação pela internet no mundo todo, uma das modernas Sete Maravilhas do Mundo. O prefeito do Rio, Eduardo Paes, que também atuou para liberar o filme, disse que chegou a conversar com Dom Orani tentando mostrar que a imagem do Cristo Redentor é um ícone da cidade do Rio, e que como tal também deveria ser tratada e não apenas como um santuário religioso. Mas garante que em nenhum momento soube de qualquer tentativa de retirar da Igreja Católica os direitos sobre a imagem.

Os direitos de uso comercial do Cristo no Corcovado pertencem desde 1980 à Mitra Arquiepiscopal do Rio de Janeiro, e em outubro de 2006, para comemorar seus 75 anos, a estátua foi transformada num santuário católico. Há também, na base do monumento, uma capela católica devotada a Nossa Senhora Aparecida.

A Arquidiocese do Rio de Janeiro não autorizou o uso da imagem do Cristo no filme Inútil paisagem, dirigido por José Padilha, por considerá-lo inicialmente desrespeitoso. Ele é um dos dez curtas que compõem o longa-metragem Rio, eu te amo, da franquia Cities of love.

Em uma sequência do curta, o personagem interpretado por Wagner Moura, durante um voo de asa-delta, conversa com a estátua do Cristo reclamando da vida, dos seus dissabores e da violência da cidade que ele deveria proteger.

O filme foi enviado para a apreciação da arquidiocese em março, tendo sido vetado. Segundo a assessoria de imprensa da Arquidiocese do Rio na ocasião, há cenas no filme em questão que foram consideradas ofensivas à imagem do Cristo e, consequentemente, à casa dos católicos. É uma prática absolutamente normal da Arquidiocese a não autorização de qualquer produto audiovisual que avance nesse caminho .

Dias depois, diante da reação negativa à decisão, considerada uma censura artística, o Vicariato para a Comunicação Social e a Assessoria de Imprensa da Arquidiocese anunciaram em nota a reversão da medida, pois haviam chegado à conclusão de que o episódio não visou interesse religioso no trato à imagem do Cristo Redentor, e portanto não houve desrespeito ao Cristo ou à religião católica .

O excesso de zelo dos encarregados pela imagem do Cristo, sem levar em conta o lado icônico não religioso da estátua que representa a cidade do Rio de Janeiro no mundo, pode levar a uma excessiva intervenção governamental que seria muito bem recebida em setores da sociedade contrários a esse controle da Igreja Católica sobre o monumento.

Retomo
Eis aí. Marta nega que tenha feito a ameaça. A Igreja Católica sabe que ela fez, sim. Não foi a pressão que levou a Cúria mudar de ideia. Mas o que vai acima dá uma medida de como essa gente gosta de encaminhar os debates. Vocês sabem que já defendi aqui que a Igreja não tem de ficar criando limites à forma como se usa a imagem do Cristo Redentor, especialmente numa obra de arte. Mas vamos com calma.

É a sociedade que tem de ter o controle do estado, não o contrário. Dona Marta Suplicy é aquela que decidiu, na prática, estatizar todas as obras de arte de autores brasileiros, mesmo as que estão em coleções privadas. À síndrome da prima-dona, herdada de outros carnavais, se soma o autoritarismo próprio do partido ao qual pertence. A mistura é explosiva.

01 Aug 19:25

TSE multa Mercadante por propaganda eleitoral para Dilma

by giinternet

Por Laryssa Borges, na VEJA.com:
O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) decidiu nesta sexta-feira multar o ministro da Casa Civil Aloizio Mercadante por propaganda eleitoral antecipada em favor da presidente Dilma Rousseff (PT). A multa aplicada ao ministro é de 7.500 reais. Em 15 de junho – três semanas antes do início da campanha eleitoral – Mercadante utilizou-se da estrutura do Planalto para responder a críticas do tucano Aécio Neves sobre a organização da Copa do Mundo – e defender Dilma como a mais preparada para o cargo de presidente da República.

 O ministro decidiu convocar para um domingo uma coletiva a pretexto de realizar um balanço do monitoramento da Copa. Para o Ministério Público Eleitoral (MPE), Mercadante, durante o evento, “passou-se a ação de cunho político-eleitoral, com manifesta propaganda eleitoral extemporânea em favor de Dilma Rousseff”. A manifestação de Mercadante contrária ao que classificou como o “governo tucano” é irregular, segundo o MPE, porque “que leva ao conhecimento geral, ainda que de forma dissimulada”, a defesa da recondução de Dilma Rousseff ao cargo de presidente.

Na sessão desta sexta-feira, o TSE ainda rejeitou recurso do PSDB que questionava Dilma por o que os tucanos consideraram propaganda eleitoral antecipada no pronunciamento em rede nacional de rádio e TV durante o Dia Internacional da Mulher, em 8 de março. Apesar de a petista ter feito referências a programas de qualificação técnica ou de inserção ao ensino superior, não diretamente relacionados às comemorações pelo Dia da Mulher, a maioria dos ministros entendeu que não houve propaganda antecipada ou irregular.

O plenário da corte também aprovou o registro de oito candidatos à Presidência da República, entre os quais os de Dilma Rousseff (PT), Pastor Everaldo (PSC) e Eduardo Jorge (PV). Os ministros não apreciaram nesta sexta a documentação para registro das candidaturas do senador Aécio Neves (PSDB), do ex-governador de Pernambuco Eduardo Campos (PSB) e da ex-deputada Luciana Genro (PSOL). O caso dos três deverá ser definido nas próximas sessões do TSE.

A análise dos pedidos de registro dos candidatos à Presidência leva em consideração, por exemplo, se os políticos têm condenações que os enquadrem na Lei da Ficha Limpa e se apresentaram todos os documentos exigidos por lei. Para estarem aptos a concorrer às eleições de outubro, os candidatos e seus respectivos vices devem apresentar à Justiça Eleitoral declaração de bens, certidões criminais, certidão de quitação eleitoral, entre outros dados. Até o momento, o TSE aprovou o registro das candidaturas de Levy Fidelix (PRTB), José Maria Eymael (PSDC), Dilma Rousseff (PT), Mauro Iasi (PCB), Eduardo Jorge (PV), Rui Costa Pimenta (PCO), Zé Maria (PSTU) e Pastor Everaldo (PSC).

01 Aug 19:24

Israel X Hamas: A lógica do terror não distingue instalações civis e humanitárias de aparelhos de guerra

by giinternet

Quatro horas! Foi o tempo que durou o cessar-fogo de três dias entre as forças de Israel e as do Hamas, anunciado ontem por Ban Ki-moon, secretário-geral da ONU, e John Kerry, secretário de Estado dos Estados Unidos. Quem violou o acordo? O Hamas. Um destacamento de soldados israelenses foi atacado quando destruía um dos túneis construídos pelo grupo terrorista, atividade permitida nos termos estabelecidos pelo cessar-fogo. Um homem-bomba chegou a ser usado no ataque. Um soldado israelense de 23 anos, Hadar Goldin, foi sequestrado. Na retomada da reação aos ataques do Hamas, Israel bombardeou a cidade de Rafah, e pelos menos 35 pessoas morreram. Como sempre, os extremistas palestinos dizem que eram todos civis.

Eis aí a lógica e a moral do terror. Desde o começo da operação “Margem Protetora”, o Hamas vem se negando sistematicamente a concordar com uma trégua. Violou mesmo uma — humanitária, creiam — para a retirada de feridos. Na minha coluna de hoje, na Folha, aponto a delinquência intelectual e moral dos que ignoram o conteúdo do Estatuto do Hamas e tratam um grupo terrorista como se fosse mera organização de resistência. Lá está escrito, entre outras barbaridades: “A hora do julgamento não chegará até que os muçulmanos combatam os judeus e terminem por matá-los. E mesmo que os judeus se abriguem por detrás de árvores e pedras, cada árvore e cada pedra gritará: ‘Oh! Muçulmanos, Oh! Servos de Alá, há um judeu por detrás de mim, venham e matem-o”.

Torno público o conteúdo de um e-mail, de autoria de um médico que trabalha em Israel, que chegou a este jornalista. Prestem atenção:
“Não creio que os jornais brasileiros descrevam com detalhes o que se passa em Gaza. Das muitas histórias, quero descrever com pormenores um episódio instrutivo: terminou muito mal, mas podia ter terminado muito pior.

Um grupo de soldados precisava entrar num ambulatório-enfermaria da UNRWA  — United Nations Relief and Works Agency for Palestinian Refugees. NOTA DO REDATOR: é a “Agência das Nações Unidas para a Ajuda aos Refugiados Palestinos”, que atua, é bom que saibam, em parceria com o Hamas. E não é de hoje. Sigo com o e-mail. 

De acordo com as instruções, antes de entrar, mandaram um robô, pois o prédio poderia estar minado. O robô não mostrou nenhum sinal de explosivos. Aí os soldados mandaram um cachorro especialmente treinado para farejar pólvora e explosivos. Também não detectou nada. Aí os soldados entraram, e o prédio explodiu. As paredes desmoronaram. Por um verdadeiro milagre, “somente” 5 soldados morreram mas muitos, mais de duas dezenas, ficaram feridos, muitos deles gravemente. A investigação do Exército revelou do que se tratava: quando as Nações Unidas contrataram uma firma local para construir a enfermaria, os palestinos colocaram 12 sacos de explosivos — cada saco pesando 80 quilos — dentro das paredes do prédio. É isto mesmo: quase uma tonelada de explosivos!

Eu entendo perfeitamente que “à la guerre comme à la guerre”: até outro dia, havia pacientes palestinos sendo tratados num ambulatório-enfermaria das Nações Unidas, em Gaza, cujas paredes continham uma tonelada de explosivos: o Hamas tem os seus próprios métodos de calcular riscos versus benefícios.”

Retomo
Eis aí. Os inimigos contumazes de Israel, que se deixam contaminar pela ideologia, mas não pelos fatos, gostam de apontar as assimetrias nessa guerra. Elas são, antes de mais nada, de método. O Hamas não distingue instalações civis e humanitárias de instalações militares. Afinal, de acordo com o seu estatuto, “Israel existirá e continuará existindo até que o Islã o faça desaparecer, como fez desaparecer todos aqueles que existiram antes dele”.

Essa é a lei do terror. Essa é a lei dos que fazem da morte de civis a sua fortaleza. Israel tem o direito de se defender e vai se defender.

 

01 Aug 18:18

Minha coluna na Folha: “Ódio a Israel”

by giinternet

Leiam trecho da minha coluna na Folha desta sexta.
*
O Hamas tem dois grandes aliados: um número maior de mortos e o ódio covarde a Israel. É um ódio dissimulado, sem coragem de dizer seu nome, que usa os corpos de mulheres e crianças como escudo moral, mas que mal esconde sua natureza. Sessenta e seis anos depois da “partilha”, renegada, então, pelo mundo árabe –e só por isso surgiu uma “causa palestina”–, eis que Israel continua a lutar por sua sobrevivência. Já teria sido “varrido do mapa” se, confiante na paz, não houvesse se preparado para a guerra.

O país poderia ter sucumbido já em 1948. Resistiu. Poderia ter sucumbido em 1967, mas venceu espetacularmente. Poderia ter sucumbido em 1973 –e preferiu, de novo, sobreviver. Mas seus inimigos, e não me refiro aos palestinos, ganharam a guerra de propaganda. O espírito de um tempo sempre se impõe à maioria das consciências porque não se faz de um único equívoco, mas de muitos, que se combinam num sistema e tornam a ignorância confortável. Prevalece até que equívocos novos componham outra metafísica influente.

Israel hesitou bastante em fazer a incursão terrestre a Gaza. Seriam muitos os mortos, dadas as características demográficas da região e a forma como o Hamas se organiza. Adicionalmente, tinha-se como certa a perda de soldados. O óbvio está se cumprindo. Há quantos anos o mundo assiste impassível à conversão de Gaza numa base de lançamento de mísseis? Quantas foram as advertências ignoradas pelo Hamas? Como reagiu a organização terrorista ao assassinato de três adolescentes judeus? Justificou a ação criminosa, aplaudiu-a e chamou o inimigo para a guerra, esgueirando-se, armada até os dentes, entre mulheres e crianças, cujo sangue fertiliza seus delírios homicidas.
(…)
Íntegra aqui

 

01 Aug 18:17

Santander se desculpa de novo! Agora, o banco já cruzou a linha do ridículo, o que me leva a lhe fazer uma pergunta

by giinternet

Quando teve início aquele escarcéu estúpido por causa da tal mensagem do Santander enviada a alguns correntistas — informando que os mercados reagiam negativamente à perspectiva de Dilma ser reeleita —, defendi aqui, basta procurar no arquivo, o direito que o banco tinha de emitir uma opinião. O resto da história vocês já conhecem. Lula pediu a cabeça da analista e puxou o saco do presidente mundial do banco, Emilio Botin, que prometeu demitir a responsável, o que acabou acontecendo. Antes disso, a instituição já havia tornado público um pedido de desculpas. Nesta quinta, os correntistas receberam uma segunda cartinha. Aí o Santander já se desculpava com os clientes.

Assim como não vi nada demais na primeira carta, lastimo todo o resto da história, incluindo a demissão. O Santander, com a devida vênia, comportou-se de modo patético nessa história. Por mais que esse setor seja bastante dependente dos humores dos poderosos de turno — e é —, há um limite para o ridículo que me parece ter sido ultrapassado com impressionante desassombro.

Dado o barulho que fez o PT, até compreendo que o banco pudesse emitir uma nota pública informando que não se mete em política partidária. Poderia até afirmar que a opinião da analista — ou de um departamento — não refletia o que pensava a instituição etc. Em suma, havia várias maneiras de amenizar eventuais desconfortos. Mas O que se vê é um espetáculo um tanto grotesco de sabujice. Dá a entender, talvez injustamente, que o banco mantém uma relação de dependência com o poder que não é conhecida pelo conjunto da sociedade.

Esse episódio, acreditem, fez muito mal à cultura da liberdade de política e do livre exercício da opinião. Um texto que era público — afinal, enviado a muitos correntistas — mereceu o tratamento de alguma peça conspiratória, como se pessoas mal intencionadas atuassem nas sombras para desestabilizar a presidente Dilma.

Quer dizer que o analista de um banco está proibido de informar a seus clientes que, deixem-me ver, comprar ações de empresas públicas num eventual cenário de reeleição de Dilma é um mau negócio? E é mau negócio por quê? Não porque o tal analista não goste do PT. Mas porque ele tem a obrigação de alertar que é próprio da cultura petista usar essas empresas para fazer política, pouco se importando com a economicidade de determinadas escolhas. É o que acontece com a Petrobras, por exemplo. É o que acontece com o setor elétrico.

O comportamento da imprensa brasileira, diga-se, ressalvadas as exceções de sempre, é também lamentável. Mais uma vez, reage de maneira pífia a uma clara agressão ao debate livre de ideias.

Bem, agora falta o quê? Mais um pouco, a direção do Santander vai se chicotear de joelhos na rampa do Palácio do Planalto. Uma pergunta: se eu decidir botar meu dinheiro no Santander, devo confiar no que me disser o analista financeiro ou me cabe intuir que sua opinião passou antes pelo Departamento de Censura Diretório Nacional do PT?

01 Aug 01:17

Mais um ato escandalosamente ilegal: desta feita, a protagonista é Dilma

by giinternet

Mais um ato ilegal na CUT. Mais uma vez a Lei Eleitoral, a 9.504, foi escandalosamente afrontada. Mais uma vez, um dinheiro de origem pública, coletiva, foi posto a serviço de uma candidatura, de um partido, de um grupo de políticos. Desta feita, a protagonista da agressão ao estado democrático e de direito é ninguém menos do que a presidente Dilma Rousseff. Ela é uma das estrelas daquele partido, o PT, que exigiu — e obteve — a cabeça da funcionária de um banco privado que ousou dizer a verdade aos clientes: quando o mercado avalia que Dilma melhora nas pesquisas, os indicadores econômicos pioram. Que coisa! Uma mulher, de uma empresa privada, porque diz uma verdade, tem a cabeça entregue a Lula na bandeja. A presidente da República, jogando a lei na lata do lixo, não é molestada por ninguém.

A que me refiro? Nesta quinta, foi a vez de Dilma discursar num evento da CUT, central sindical que é financiada, entre outras fontes, pelo imposto sindical, pago compulsoriamente por todos os trabalhadores formalizados, sejam sindicalizados ou não. Lula já tinha discursado lá. Os dois usaram o encontro da central para fazer proselitismo eleitoral em favor do PT e, ainda mais escandaloso, para satanizar a oposição. Dilma deu mostras, mais uma vez, de que, pressionada, pode tirar do fundo do baú o pensamento da velha militante da VAR-Palmares, aquela que não tinha adversários, mas inimigos políticos, que tinham de ser eliminados. E os grupos aos quais ela pertenceu mataram inocentes. Sigamos.

Em franca campanha eleitoral, a presidente afirmou que seus adversários querem acabar com os benefícios sociais. Num momento em que a retórica resvalou no chão, mandou brasa: “Nós vamos fazer uma campanha respeitosa, não precisamos xingar ninguém. Agora, é uma campanha que vai confrontar a verdade ao pessimismo que querem implantar no Brasil, que querem criar o ambiente de quanto pior melhor. Nós queremos um Brasil de quanto mais futuro melhor”.

Não existe xingamento maior, ofensa maior, agravo maior, na política, do que atribuir a adversários o jogo do “quanto pior, melhor”, especialmente quando estes disputam o poder, como é o caso, segundo as regras do jogo. Por quê? Que grande programa do governo Dilma os oposicionistas sabotaram? Contra que grande benefício social eles se opuseram? A pecha valeria, sim, é para aquele PT que votou contra o Plano Real e que tentou derrubar a Lei de Responsabilidade Fiscal.

Apelando ao drama vulgar, afirmou:
“Não fui eleita nem serei reeleita para colocar nosso país de joelhos diante de quem quer que seja. Isso significa também reconhecer para vocês que eu não sou uma pessoa pretensiosa. Posso não acertar sempre, como qualquer outro ser humano, posso não agradar a todos, aliás acho que desagrado alguns. Eu não traio meus princípios, meus compromissos, não traio minha parceria…”.

Quem pôs o país de joelhos antes dela? Contra a vontade do PT, o país se levantou, isto sim, da hiperinflação, por exemplo. Ainda voltarei ao assunto, é claro! Não deixa de ser fascinante que alguém faça um discurso tão tonitruante no momento em que atropelava princípios básicos do republicanismo. Tem de ter muita cara de pau.

Ah, sim, claro, claro! Consta que o PT vai pagar o custo do evento. É mesmo? Quer dizer, então, que os três dias da 14ª Plenária da CUT serão custeados por um partido político? Bem, nesse caso, nem é preciso investigar se houve a ilegalidade: já há uma confissão.

Texto publicado originalmente às 21h29 desta quinta