How to get that first kiss just right.
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A frost flower is created on autumn or early winter mornings...





A frost flower is created on autumn or early winter mornings when ice in extremely thin layers is pushed out from the stems of plants or occasionally wood. This extrusion creates wonderful patterns which curl and fold into gorgeous frozen petioles giving this phenomenon both its name and its appearance.
Novidades sobre o DVD e Blu-ray de ‘O Hobbit – Uma Jornada Inesperada’
Os fãs da Terra-média que comprarem cópias de O Hobbit: Uma Jornada Inesperada, quando lançadas em Blu-ray e DVD, poderão ver uma prévia de O Hobbit: A Desolação de Smaug – o segundo filme da nova trilogia de Peter Jackson e baseado no livro de JRR Tolkien.
Mas aqueles que aguardam por uma versão estendida do primeiro filme terão que esperar um pouco mais. A Warner prevê o lançamento da versão estendida para o segundo semestre de 2013 (rumores dizem que outubro é uma data provável).
Uma Jornada Inesperada estará à venda em 19 de março (data para o mercado norte-americano) em três versões diferentes: Blu-ray (US$ 35,99), Blu-ray 3-D (US$ 44,95) e DVD duplo, edição especial (US$ 28,98) – mas todos eles apresentam a versão vista nos cinemas, com 169 minutos, e nos tradicionais 24 quadros por segundo.
Por que os fãs devem comprar a versão de cinema em vez de esperar a versão estendida, que será lançada meses depois? A Warner Bros. está tentando empurrar essa versão do filme com um grande atrativo: dará aos compradores a chance de ver com exclusividade cenas inéditas do segundo filme, A Desolação de Smaug. Os felizardos também serão os primeiros a ver o trailer do filme (que não tem ainda data definida para sua liberação online).
Para isso, haverá um evento, organizado e apresentado por Jackson, que será transmitido ao vivo em 24 de março ao meio dia, hora do Pacífico (por volta das 18 horas no Brasil, horário de Brasília), e apenas aqueles de posse de um código (encontrado nos Blu-ray e DVD) terão acesso ao material exclusivo.
As caixas do DVD e Blu-ray também incluirão os vídeos de bastidores que Jackson lançou em sua página no Facebook, que abarcam desde o início da produção, passando pelas locações até a estreia do filme em Wellington, Nova Zelândia, no fim de novembro passado, entre outras coisas. Veja exatamente o que esperar do material extra:
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New Zealand: Home of Middle Earth
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Video Blogs
Start of Production
Location Scouting
Shooting Block One
Filming in 3D
Locations Part 1
Locations Part 2
Stone St. Studios Tour
Wrap of Principal Photography
Post-production Overview
Wellington World Premiere -
Theatrical Trailers
Dwarves
Letter Opener
Bilbo Contract
Gandalf Wagers
Gollum Paths -
Game Trailers
The Hobbit: Kingdoms of Middle-Earth
Guardians of Middle-Earth
Lego The Lord of the Rings -
Standard DVD copy of An Unexpected Journey (2D)
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UltraViolet digital copy An Unexpected Journey (2D) (expires 3/19/15)
Fontes: Los Angeles Times
When I was at a GoT panel, Lena Heady had mentioned how she and...









When I was at a GoT panel, Lena Heady had mentioned how she and Peter had lived together for quite a while, and that when she didn’t give him the proper amount of attention, Peter would come storming into the room, saying, “I’ve been pretending to be fucking dead in the other room for like two hours! What the fuck have you been doing?”
Apparently he played dead quite a lot when he wasn’t getting enough attention.
Perfectly Timed Photos - "The kid with the stuffed dinosaur
Crítica: ‘Lincoln’ – Spielberg, professor de história
A Lista de Schindler (1993), O Resgate do Soldado Ryan (1998), Munique (2005), Cavalo de Guerra (2011)… foram muitas as incursões do mais que premiado, idolatrado cineasta Steven Spielberg pela História, remexendo no passado, revirando baús lacrados, reconstruindo traumas. Contudo, infelizmente parece que a qualidade de suas obras tem progressão inversamente proporcional ao avanço dos anos e cada novo filme se torna menos empolgante, mais quadrado.
Em Lincoln, o que temos são longas duas horas e muitos minutos de uma minuciosa e por vezes enfadonha aula de História, que começa efetivamente – como toda aula com auxílio de um projetor – com fotos reais do momento em que o estória se passa. Além disso, no seu desenrolar, vários títulos e legendas apontam os personagens históricos, não exigindo o mínimo esforço intelectual do espectador. Na saída da sessão, até pensei que teria de fazer uma provinha final sobre História Americana.
Qualquer um que já tenha visto pelo menos quatro filmes do diretor saberá de antemão o que estará em algumas cenas. Eu previ a inicial cena no campo de batalha, soube quando a trilha (igualmente previsível) de John Willians se elevaria e quando a bandeira americana entraria no quadro, e também quando o tom dramático aumentaria e o Lincoln briguento apareceria.
Exceto pela reconstrução da época, financiada pelos milhões-sem-fim a que um diretor do pedigree de Spielberg tem acesso, nada me surpreendeu, nada me animou – e como é ruim sentir isso, ou melhor, sentir nada no meu tão sagrado Cinema.
Além de sono em alguns momentos, senti apenas uma chance de marejar os olhos: quando a 13° Emenda, de abolição da escravidão, é aprovada pelo Congresso em estreita votação. À parte disso, Lincoln são muitos discursos, tecnicalidades políticas e infindáveis estórias contadas pelo Presidente-beato.
O inglês Daniel Day-Lewis efetivamente está muito bem. Sua técnica e capacidade camaleônica são incomparáveis (talvez apenas à Meryl Streep no atual Cinema), sua dedicação aos papéis é incrível (dizem que foram sete anos de preparação para este) e com a ajuda de uma mágica maquiagem, encarna o Presidente em seus moldes mais minuciosos. Bem sucede ao assumir o difícil peso dessa figura histórica, talvez o maior ídolo político da história dos EUA, com a eficiência de sempre.
Ainda assim, diferente da bicicleta de E.T. – O Extraterreste (1982), este filme não decola. Tendo problemas de ritmo e aparentando falta de criatividade na escolha dos takes, a trama se arrasta na chatíssima conquista de governabilidade que o Presidente enfrentou para aprovar no Congresso – repletos de senhores de escravos, representantes de estados escravagistas e que defendiam o ato usando ‘valores cristãos’ – a emenda que findou, em 6 de dezembro de 1865, a escravidão naquele país e, por consequência, acabou com a sangrenta Guerra (da Secessão, 1861-1865).
Pelo recorte histórico, fica de fora o glorioso discurso de Gesttysburg (algo em torno de 270 palavras de pura consciência política), a morte do filho Edward e, por escolha, até mesmo a cena do assassinato presidencial. Além da votação da emenda e dos tempos de guerra, o enfoque da trama são as relações de Lincoln com funcionários, sempre muito afável, além de seu conturbado casamento com Mary Todd (Sally Field) e sua relação com os filhos.
Entre cenas, o filme mostra um Lincoln filósofo, sempre reflexivo, com a cabeça baixa tal como na foto do pôster, andando pelos corredores da Casa Branca a pensar sobre o destino do país – enxertos para enaltecer sua aura santa.
Lincoln não será beatificado pela Igreja Católica (ele, na verdade, não professava nenhuma religião, embora lesse os textos sagrados e frequentemente os citasse), mas certamente tem status de santo na consciência americana.
O filme já ganhou mais de cinquenta prêmios internacionais e concorre em doze categorias no Oscar deste ano – incluindo Melhor Diretor, com uma inconcebível previsão de vitória. Lewis, obviamente, concorre por atuação, também como favorito, mas ressalto o desgaste da Academia se o prêmio efetivamente for para ele e sua falta de coragem, mais uma vez, de premiar quem realmente merece: neste ano, Joaquin Phoenix por O Mestre.
Na terra mais patriótica do mundo, especialmente em tempos de crise e pós-eleições, é compreensível que Lincoln tenha causado furor, aplausos emocionados e comentários desproporcionais à sua qualidade. Fora dela – por exemplo, aqui – podemos dizer sem a culpa de estar cometendo uma heresia (mas mesmo assim, custando certa coragem), que não se trata de um bom filme.
”You hear nothing but truth from me. I have blamed you, and...








”You hear nothing but truth from me. I have blamed you, and lectured you, and you have borne it as no other woman in England would have borne it. Bear with the truths I would tell you now, dearest Emma, as well as you have borne with them. The manner, perhaps, may have as little to recommend them. God knows, I have been a very indifferent lover. But you understand me. Yes, you see, you understand my feelings and will return them if you can. At present, I ask only to hear, once to hear your voice.”
Emma - Chapter 49 (Mr. Knightley’s confession part)
Criptografia militar na série Arrow
Qual não foi a minha surpresa ao ver uma alta criptografia militar na série Arrow (1ª temporada, episódio 11 (a partir de 21:46)) e ver que eu entendia essa criptografia só de olhar… Me senti o John Nash (Uma Mente Brilhante)…
Olhaí:
Se quiser ver melhor o código (mas não espere entender alguma coisa, porque está criptografado):
Qual não foi a minha surpresa ao ver uma alta criptografia militar na série Arrow (1ª temporada, episódio 11 (a partir de 21:46)) e ver que eu entendia essa criptografia só de olhar... Me senti o John Nash (Uma Mente Brilhante)... Olhaí: [1] Se quiser ver melhor o código (mas não espere entender alguma coisa, porque está criptografado): [2] [1] http://vidadeprogramador.com.br/wp-content/uploads/2013/01/arrow.png [2] http://vidadeprogramador.com.br/wp-content/uploads/2013/01/arrow2.png








With a depth of 525 metres whilst being 1.25 km in diameter.















