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21 Feb 11:48

The Oscars for Math Nerds

Submitted by: Unknown

21 Feb 11:03

Pensando em adotar o “I’m not angry”.





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20 Feb 17:09

The biggest success



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20 Feb 13:02

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20 Feb 11:10

Fode comigo?

by LPP

Há uns 15 a 20 anos as pessoas começaram a usar a expressão ficar para relacionamentos de curta duração. Até hoje meu pai me diz que não sabe bem o que significa esse tal de “ficar” que a “rapaziada de hoje em dia” usa. Imagina a cara dele quando ficar sabendo do Bang with Friends então. Acho que ele morre antes de entender.

Para quem não sabe, Bang With Friends é um aplicativo sério(quer dizer, “sério, sério mesmo” não é não, mas pelo menos não é vírus ou fake) do Facebook onde você marca os amigos(as) com quais você “foderia(bang)” e se esse(a) te marcar também, o aplicativo avisa a ambos de sua compatibilidade. É basicamente uma versão um pouco mais hardcore da Crush List do Orkut(Gente, Papa renunciando, raio no vaticano, meteoro na Rússia e aplicativo do Orkut fazendo sucesso na mesma semana. Nostradamus tava certo! É chegada a hora do Apocalipse Zumbi).

Gente, me chamem de Old School, ou até de antiquado mesmo, mas eu meio que não sei como me comportar em um aplicativo como esse. Qual é a etiqueta requerida em encontros do Bang With Friends? O aplicativo avisa que você marcou uma amiga que também te marcou. E aí? Qual é o próximo papo? Você manda uma mensagem pra ela com horário e endereço do motel? Ou tem que chamar ela pra sair? Rola jantar antes ou já vai de braguilha aberta e evita a indigestão?

Não sei se sou só eu, mas no fundo no fundo, eu sinto falta do método infalível de pegar alguém dos anos 80. A musica lenta! Hoje eu nem ouço mais essa expressão “Música Lenta”. Você tava ali conversando com a menina, aí o DJ mandava a música lenta, você dançava de rostinho colado e pronto. Tão simples, tão fácil. Pena que essa prática acabou quando eu tinha tipo, uns 14 anos e não foi bem aproveitada. Mal deu tempo de eu tirar o meu aparelho e poder beijar sem medo dos ferros do meu dente grudar nos do dela.

Fico imaginando o que pode vir por aí daqui a pouco. Nem mesmo a minha mente criativa e pervertida é capaz de imaginar. Pelo visto, pelo menos para não entender essas novas tendências, o Seu Sergio vai ter companhia.

“Eu tentei ser uma pessoa de cabeça aberta,… mas meu cérebro fugiu!” – Calvin


20 Feb 11:08

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20 Feb 11:08

Another study has been released proving that watching Fox News...



Another study has been released proving that watching Fox News is detrimental to your intelligence.

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18 Feb 23:40

As aventuras de Pi (Yann Martel)

by Anica

AS_AVENTURAS_DE_PI_1355401498PComo comentei no post em que falo sobre o filme As aventuras de Pi, estava com uma birra gigante com essa história por conta de todo o bafafá sobre o autor (Yann Martel) ter plagiado um livro de Moacyr Scliar chamado Max e os Felinos. E como ficou bastante claro para quem me ouviu falar sobre a adaptação, a birra acabou porque me encantei completamente com a história, o que acabou fazendo com que o livro “furasse a fila” das leituras pendentes. Neste post falarei sobre o livro, sobre o plágio e sobre como minha visão do filme mudou após ler a obra – mas vamos por partes.

1. O filme após a leitura

Eu adorei o filme. É meu queridinho para o Oscar, por mais que eu saiba que ele não tenha café no bule para ser o grande ganhador da noite. E como andei sendo bem ranzinza com algumas adaptações (As vantagens de ser invisível e O lado bom da vida, mais especificamente), achei que cabiam alguns comentários, até para deixar claro que eu não sou aquele tipo de bocó que não consegue perceber que é óbvio que adaptações são diferentes dos livros.

A questão é: tomo o trabalho de Ang Lee com As aventuras de Pi como modelo de um bom roteiro adaptado. Coisas foram deixadas de lado? Claro. Coisas foram alteradas? Evidente. Mas a essência da obra foi captada, o que a fez dela algo especial (ou seja, uma história que merecia ser contada), está lá. 

E acredito que os “cortes” foram até bem escolhidos. Há no filme um tom quase onírico (que não está presente no livro porque Martel não se prolonga em descrições) – cenas que poderiam muito bem corroborar a ideia de que Pi delirou e aquela história de tigre, zebra e outros bichos não era real. Martel, por outro lado, insiste a todo momento em trazer o leitor para a realidade descrevendo os tormentos do protagonista – ao ponto de descrever um momento em que ele come as fezes de Richard Parker por estar extremamente faminto.

Aí é que está: são caminhos diferentes, quase opostos, mas a adaptação não significa em nada perder os encantos do texto. Livro é sempre melhor? Tá aí uma exceção à regra. Não vou dizer que a versão cinematográfica é melhor, mas certamente conseguiu se manter no mesmo nível da obra.

Close enough

Close enough

2. O plágio de Moacyr Scliar

Eu já compartilhei o video com o depoimento do Scliar aqui no blog, mas segue novamente o link para quem quiser ver. Minha primeira consideração sobre o assunto é que as pessoas deveriam se informar mais antes de compartilhar protestos no Facebook. Em uma imagem que acusa Martel de plágio, tem até um sujeito que comentou algo como “Indiano safado!” – sendo que Martel nasceu na Espanha e viveu no Canadá. Esse tipo de comentário já dá bem uma noção do tipo de pessoa que clica no “compartilhar”, não?

Ok, continuando: eu tenho bastante claro na minha cabeça que sem ler Max e os Felinos eu não posso dizer nada com certeza: preciso reconhecer trechos copiados para dizer “Sim, é plágio”. Porque copiar um elemento de uma história não é plágio. Explico: alguém por aí acusa Shakespeare de ser plagiador? Não, né? O engraçado é que poucos enredos de Shakespeare são “originais”. Tome como exemplo Romeu e Julieta, que tem muitos elementos de uma história escrita por um italiano chamado Luigi da Porto. Hamlet teria supostamente vindo de Saxo Gramaticus, A comédia dos erros de Plauto e por aí vai.

E olha, se elementos pudessem ser plagiados, as possibilidades de criação passariam a ser limitadas. A primeira pessoa a escrever um whodunit seria a única que poderia utilizar-se dessa fórmula. Machadão teria plagiado Shakespeare com seu Bentinho ciumento? E por aí seguimos. As questões que devem ser levantadas são: ambos contaram a MESMA história colocando um garoto num bote com um felino? Discutiram as mesmas ideias? Há ações e falas idênticas nos dois textos? Sim para qualquer uma dessas perguntas significa que sim, houve plágio. Caso contrário, Martel aproveitou-se de uma ideia para contar uma história. Mau caráter ou não, ele não é o primeiro e nem será o último a fazer isso. Vide a quantidade de romances com “homenagens” sem qualquer referência que estão surgindo por aí.

De qualquer forma, essa é minha opinião sobre o assunto. O que ouvi do meu irmão (que estuda direitos autorais), é que não se pode “plagiar uma ideia” – e se lerem o post do Luiz Schwarcz no Blog da Companhia verão que os advogados consultados por ele falaram a mesma coisa. Se essa polêmica serve de algo (além de encher o fiofó da Nova Fronteira e da L&PM de dinheiro com a divulgação gratuita dos livros em questão) é justamente para abrir espaço para a discussão sobre qual é o limite entre inspiração e plágio.

Mas insisto: ainda não li Max e os Felinos, pretendo voltar com respostas para essa pergunta em breve. De qualquer forma, para Scliar ter até cogitado processar Martel por plágio, talvez as semelhanças não se resumam à ideia do garoto com um felino num bote salva-vidas. De qualquer forma, o que quero dizer com tudo isso é: parem de replicar acusação no Facebook, vão ler os livros e tirem vocês mesmos suas próprias considerações.

maxpi

Mamylos!

3. O livro (ufa, finalmente)

A essa altura acho que a maior parte das pessoas já está familiarizada com o enredo de As aventuras de Pi: um garoto sobrevive em um barco salva-vidas tendo um tigre como companhia. É complicado resumir o livro dessa forma, considerando que são 120 páginas até chegarmos ao naufrágio. A primeira parte do livro abre com um relato do autor, contando das dificuldades que teve para escrever seu segundo livro, e de como começou a escrevê-lo quando conheceu Pi Patel, sobrevivente de um naufrágio. Nesta introdução há um agradecimento a Moacyr Scliar, vale ressaltar.

A partir daí, a primeira parte intercala depoimentos de Pi sobre sua infância e juventude em Pondicherry (narrados em primeira pessoa, sob o ponto de vista de Pi) e observações do escritor-personagem que foi visitar o sobrevivente para ouvir seu relato (narrados em primeira pessoa, com o ponto de vista do autor). É engraçado dizer isso, mas esta primeira parte parece ser o que cativa o leitor, amarra sua atenção para o que virá a seguir. A história de Pi (e o modo como ele a conta), é muito gostosa, e quase dá a sensação de que você está na sala ao lado do escritor ouvindo Pi.

É a primeira parte que traz a mensagem de tolerância religiosa, já que Pi mostra como podia ser cristão, hindu e muçulmano ao mesmo tempo. Há, ao mesmo tempo, o conflito entre a ciência e a fé, como que uma preparação para o grande “teste” da vida da personagem, que virá na segunda parte.

Nela, somos arremessados junto com Pi ao mar. É o trecho mais longo do livro, e o mais sofrido. Desafio você a ler essa parte e não pensar em tomar um delicioso copo de água gelada. Da relação de Pi com Richard Parker, do modo como aos poucos ele consegue se impor e ser o senhor do barco, acho que o que mais chama a atenção é a linha que traça os limites de nossa civilidade. O alimento como chave para o que pode nos igualar ao animais em irracionalidade, como fica bem claro no trecho:

Se acabei ficando tão pouco seletivo com relação ao que eu comia, não foi apenas por causa da fome assustadora; foi também por simples pressa. Às vezes, não dava nem para examinar o que eu tinha ali, à minha frente. Ou enfiava aquilo na boca imediatamente, ou perdia a comida para Richard Parker, que já estava agitando as patas, pisoteando o fundo do bote e bufando de impaciência nas bordas do seu território. A indicação mais incontestável do ponto em que eu tinha chegado foi o dia em que percebi, com um aperto no coração, que estava comendo como um bicho; que o jeito como eu devorava as coisas freneticamente, fazendo o maior barulho e sem mastigar, era exatamente como Richard Parker comia.

Há uma série de divagações de Pi que fazem do livro todo um convite à reflexão. Não é apenas uma leitura de uma “aventura” vivida por um garoto. O romance vai além disso, o que dá para perceber até pelo modo como ele vai se remodelando, mudando – como depois de todo o sufoco da segunda parte chegamos à terceira (e última).

Aqui, Pi conta sua história para dois japoneses que investigam o naufrágio. Essa parte quase inteira é apenas a transcrição dos diálogos entre as três personagens. É o momento em que o autor semeia a dúvida: o que Pi contou até então realmente aconteceu? Ou foi apenas a forma que o garoto encontrou para lidar com uma realidade ainda mais horrível? Se o leitor resolver tomar a segunda opção como a correta, o que acabou de ser lido se transforma e pede uma releitura – especialmente para chegar à resposta de qual o motivo da escolha de Richard Parker como avatar de Pi.

Para terminar, só para dar aquela mão para quem quiser procurar o livro, ele foi publicado no Brasil primeiro pela Rocco (em 2004), com a tradução literal do título, A Vida de Pi. Depois, em 2011, saiu pela Nova Fronteira numa edição com uma capa para lá de feia também como A Vida de Pi. A mesma Nova Fronteira agora em 2012 resolveu aproveitar o lançamento do filme, lançando uma nova edição que sai com o título igual ao do filme no Brasil, As aventuras de Pi (e sim, capa do pôster do filme). Não preciso nem dizer que o mais provável é que você encontre a última opção com um preço mais baixo por aí.

Richard Parker <3

Richard Parker <3

18 Feb 22:31

Oscar 2013: Palpites e Certezas

by Colaborador Posfácio

por Tiago Franceschini

As indicações ao Oscar deste ano vieram repletas de polêmicas, a começar pela não indicação de diretores tida como certa. São os casos de Ben Affleck (Argo) e Kathryn Bigelow (A Hora Mais Escura). Em todo caso, podemos fazer inúmeras teorias do porquê isso ocorreu, desde a mudança de datas das indicações, com prazos menores, até o novo sistema de votação online colocado este ano para um corpo de votantes mais velhos, não familiarizados com a tecnologia e que, supostamente, anulou muitos votos.

Como não há como mudar o que ocorreu, vamos usar nosso exercício de retórica/conjecturas para darmos um panorama dos indicados e comentarmos possíveis ganhadores de uma cerimônia que desde já soa bastante interessante:

Melhor Filme

Concorrem nessa categoria nove filmes: Lincoln, Argo, Amour, Indomável Sonhadora, As Aventuras de Pi, Os Miseráveis, Django Livre, O Lado Bom da Vida e A Hora Mais Escura. Geralmente a não indicação do diretor de algum dos filmes enfraquece a chance de vitória nessa categoria. A última vez que uma fita levou o Oscar de Melhor Filme sem estar indicada pra Direção foi em 1990, com Conduzindo Miss Daisy (1989). E isso que o diretor, Bruce Beresford, também nem tinha sido indicado no sindicato da categoria, assim como ocorre com Argo este ano.

Quem deve ganhar?

Argo. Repetiria então o feito de Conduzindo Miss Daisy. Argo não apenas ganhou o Globo de Ouro de Melhor Filme de Drama, como levou os prêmios dos Sindicatos dos Produtores, dos Diretores e dos Atores, este último como Melhor Elenco (categoria equivalente). O peso dessas três associações é grande no cômputo geral dos votantes e por isso, as chances são enormes.

Quem vem na cola

Lincoln.  Falando de um dos presidentes americanos mais adorados dos Estados Unidos, com direção de Steven Spielberg e atuação paranormal de Daniel Day-Lewis, me parece irresistível. Até pela tradição de se casar diretor com filme.

O Lado Bom da Vida conseguiu o feito de indicação em todas as categorias de atuação, fato difícil de acontecer (a última vez foi com Reds, de 1981), além de Filme, Direção e Roteiro Adaptado, e pode quebrar a tradição da Academia de não premiar comédias.

Michael Haneke with his best foreign film Golden Globe

O sorriso de Haneke entrega sua ansiedade

Melhor Direção

Os indicados foram Michael Haneke (Amour), Benh Zeitlin (Indomável Sonhadora), Ang Lee (As Aventuras de Pi), Steven Spielberg (Lincoln) e David O. Russell (O Lado Bom da Vida). Os dois primeiros debutam na categoria, sendo que o Haneke levou a Palma de Ouro em Cannes com esse filme.

Quem deve ganhar?

Steven Spielberg (Lincoln). Se o Spielberg ganhar, ele se juntará a William Wyler e Frank Capra, com três vitórias na carreira, chegando mais perto do recorde das quatro vitórias do John Ford. Lembrando que o favoritíssimo do ano, Ben Affleck (Argo), ficou de fora.

Quem vem na cola

Michael Haneke não seria uma surpresa, até pelo número alto de indicações de Amour. Além disso, já é dado como certa sua subida ao palco para receber o prêmio de Filme Estrangeiro e o prêmio de diretor poderia coroar as várias indicações que o filme recebeu.

Melhor Ator

Os indicados foram Bradley Cooper (O Lado Bom da Vida), Daniel Day-Lewis (Lincoln), Hugh Jackman (Os Miseráveis), Joaquin Phoenix (O Mestre) e Denzel Washington (O Voo). Daniel Day-Lewis e Denzel Washington já ganharam duas vezes o Oscar, sendo que o último ganhou um prêmio de Ator e outro de Ator Coadjuvante. Joaquin Phoenix chega pra sua terceira indicação (a segunda como Ator), em um filme enfraquecido, que nem sequer foi indicado pra roteiro. Bradley Cooper e Hugh Jackman levam as suas primeiras indicações.

Quem deve ganhar?

Daniel Day-Lewis (Lincoln). Já levou o Globo de Ouro de Ator de Drama e o prêmio do Sindicato dos Atores na categoria e deve confirmar o favoritismo. Contra ele pesa o fato de que já ganhou duas vezes esse prêmio, por Meu Pé Esquerdo e por Sangue Negro. Nunca na história da premiação um ator venceu três vezes essa categoria.

Quem vem na cola

Se há algum que venha realmente na cola, seria o Hugh Jackman (Os Miseráveis). Talvez a academia compense o fato raro de um ator de musical ganhar na categoria. Já ganhou o Globo de Ouro de Ator de Comédia ou Musical.

Jodie Foster: "Nudge Nudge", Jennifer Lawrence: "Wink Wink"

Jodie Foster: “Nudge Nudge”, Jennifer Lawrence: “Wink Wink”

Melhor Atriz

As indicadas foram Jessica Chastain (A Hora Mais Escura), Jennifer Lawrence (O Lado Bom da Vida), Emmanuelle Riva (Amour), Quvenzhané Wallis (Indomável Sonhadora) e Naomi Watts (O Impossível). Nenhuma atriz indicada já ganhou o Oscar. Primeira indicação pra Emmanuelle Riva e pra Quvenzhané Wallis, curiosamente a mais velha e a mais nova indicadas na história dessa categoria.

Quem deve ganhar?

Jennifer Lawrence (O Lado Bom da Vida). Ganhou o Globo de Ouro de Atriz de Comédia ou Musical e o prêmio do Sindicato dos Atores de Melhor Atriz. A indicação anterior por Inverno da Alma e a posição de estrela ascendente devem ajudá-la.

Quem vem na cola

Jessica Chastain (A Hora Mais Escura). Já levou o Globo de Ouro de Atriz de Drama o que pode influenciar na sua escolha. O fato da diretora do filme não ter sido indicada pode ajudar na vitória como uma espécie de compensação. Outra que pode ganhar é a veterana atriz francesa Emmanuelle Riva (Amour), repetindo o feito de Marion Cotillard (Piaf) e Sophia Loren (Duas Mulheres), que ganharam falando em outra língua que não o inglês. As outras duas não estão no páreo.

Melhor Ator Coadjuvante

Os indicados foram Alan Arkin (Argo), Robert De Niro (O Lado Bom da Vida), Philip Seymour Hoffman (O Mestre), Tommy Lee Jones (Lincoln) e Christoph Waltz (Django Livre). Aqui ocorre algo interessante: todos já ganharam o Oscar alguma vez: Arkin, Jones e Waltz como coadjuvantes, Hoffman como Ator e De Niro de Ator e Ator Coadjuvante. Portanto, é a mais embolada das categorias de atuação.

Quem deve ganhar?

Todos possuem chances grandes, mas a aposta está mais em Tommy Lee Jones (Lincoln), pois ganhou o prêmio do Sindicato dos Atores nessa categoria e pode ser ajudado pela estrutura de Lincoln caso a Academia esteja de amores com o filme.

Quem vem na cola

Christoph Waltz (Django Livre). Ganhou o Globo de Ouro na categoria. Mas Robert De Niro é o que há mais tempo ganhou pela última vez (em 1981, de Ator por Touro Indomável), o que pode lhe dar alguma vantagem.

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Melhor Atriz Coadjuvante

As indicadas foram Amy Adams (O Mestre), Sally Field (Lincoln), Anne Hathaway (Os Miseráveis), Helen Hunt (As Sessões) e Jacki Weaver (O Lado Bom da Vida). Todas já foram indicadas anteriormente, com vitórias de Sally Field (duas vezes, de Atriz) e de Helen Hunt (como Atriz). Sally Field, aliás, foi indicada duas vezes e ganhou nas duas.

Quem deve ganhar?

Anne Hathaway (Os Miseráveis). Ganhou o Globo de Ouro e o Sindicato dos Atores nessa categoria, o que lhe dá uma aura de que seja imbatível.

Quem vem na cola

Anne Hathaway vem sendo criticada na mídia americana por estar fazendo campanha e isso pode prejudicá-la. Em todo caso, um prêmio pra Amy Adams (O Mestre) não seria uma total surpresa, até para premiar um dos filmes mais injustiçados em termos de indicações.

Melhor Roteiro Original

Os indicados foram Amour, Michael Haneke; Django Livre, Quentin Tarantino; O Voo, John Gatins; Moonrise Kingdom, Wes Anderson e Roman Coppola; e A Hora Mais Escura, Mark Boal. O Tarantino e o Mark Boal já levaram o Oscar anteriormente, por Pulp Fiction e Guerra ao Terror, respectivamente.

Quem deve ganhar?

Pode ocorrer alguma surpresa, pois nem todos indicados em roteiro na academia estão no Sindicato dos Roteiristas pelo fato de que no Sindicato, só pode ser indicado quem é membro, o que excluiria o Tarantino, por exemplo. Em todo caso, como Django Livre ganhou o Globo de Ouro, isso pode lhe trazer alguma vantagem aqui.

Quem vem na cola

Michael Haneke (Amour), beneficiado com as inúmeras indicações do filme em categorias principais. Se Amour ganhar, será um feito raro, pois filme estrangeiro ganhar nessa categoria ocorreu em apenas cinco ocasiões: Fale com Ela (em 2003), Um Homem, Uma Mulher (em 1967), Divórcio à Italiana (em 1963), O Balão Vermelho (em 1957) e Marie-Louise (em 1946). Outro concorrente importante é A Hora Mais Escura, que levou o prêmio do Sindicato dos Roteiristas.

Melhor Roteiro Adaptado

Os indicados foram Argo, Chris Terrio; Indomável Sonhadora, Lucy Alibar e Benh Zeitlin; As Aventuras de Pi, David Magee; Lincoln, Tony Kushner; e O Lado Bom da Vida, David O. Russell. Primeiras indicações para Chris Terrio, Lucy Alibar e Benh Zeitlin.

Quem deve ganhar?

Categoria em que Argo, Lincoln e O Lado Bom da Vida irão demonstrar a preferência da academia por serem fortes candidatos nas categorias principais. Pela lógica, se escolherem Argo como Melhor Filme – e tudo leva a crer que irão – o roteiro do filme também deve ser escolhido. Além disso, Argo levou o prêmio do Sindicato dos Roteiristas na categoria.

Quem vem na cola

Tony Kushner (Lincoln), coroando uma possível vitória de Direção e, quem sabe, Melhor Filme. Também há chances pro O Lado Bom da Vida, como já dito.

18 Feb 12:28

rodrigolj: buzzfeed: The IMDB 404 Error Page is...







rodrigolj:

buzzfeed:

The IMDB 404 Error Page is amazing.

Genial.

18 Feb 01:35

Orçamento do Congresso é uma aberração lognormal

by noreply@blogger.com (Roberto)
Incrível é o custo anual de um parlamentar brasileiro: US$7,4 milhões! Deixa eu repetir: sete vírgula quatro milhões de dólares! Isso mesmo. A Folha soltou neste domingo a nossa colocação no ranking de parlamentares mais caros. Estamos na vergonhosa segunda posição:



É muito? Do ponto de vista do cidadão comum, claro que é. Sentimos falta de vários serviços básicos: saúde, educação, segurança... Agora, parlamentar? Nunca vi ninguém reclamar disso: precisamos de mais deputados no congresso! Você, já? Fiz uma pequena conta: 1 parlamentar = 260 policiais (PM/SP) em termos de custo.

Foco, foco, voltemos ao gráfico porque meu assunto de hoje vai ser Distribuições Assimétricas. Acompanhe...

Para falar delas vou usar os dados dos parlamentos publicado pela Folha. Na reportagem, ela trouxe somente os primeiros colocados, mas no seu site ela traz uma tabela com informações dos 110 países. Há duas variáveis interessantes, número de congressistas e orçamento por congressista. Com todos os 110 países plotados num gráfico de dispersão, vemos mais claramente as discrepâncias entre os países:



Olha o Brasil lá, bem destacado logo abaixo dos EUA. Acho que se a Folha mostrasse assim, a notícia daria mais impacto, não? Copiamos muito do modelo de democracia deles mas não precisava ser tão exato nas contas. Aliás, se quisermos ganhar dos EUA, não precisamos investir nada, é só manter o orçamento atual e reduzir o total de senhores e senhoras representantes do povo a 460.

Com os mesmos dados fiz um histograma da variável orçamento por parlamentar. Veja como a distribuição é assimétrica, isto é, a cauda de um lado é bem diferente da do outro. Nesse caso nem temos uma cauda a esquerda, só a direita.



Nós estatísticos gostamos não só de ver a distribuição de uma variável, mas de arrumar um modelo para ela. O modelo que mais frequentemente explica bem os desvios medidos em fenômenos naturais é a da Distribuição Normal, a famosa curva em forma de sino. Ocorre que para esses dados, esse modelo parece inadequado devido à assimetria que já observamos. Surge a pergunta: qual modelo usar então? Há várias técnicas para se procurar um modelo adequado.

Eu fui no chute. Chutei que esses dados se parecem com uma distribuição Lognormal. Ela é chamada assim porque, se aplicarmos o operador log aos dados que a seguem, eles assim transformados seguirão uma distribuição normal.

Para verificar se meu chute estava bom, um gráfico bem interessante, o de probabilidade, pode ser usado. Trata-se de uma gráfico de dispersão onde o Y são os percentis calculados a partir de um modelo de distribuição, contra os valores observados no eixo X. Caso os pontos estejam razoavelmente bem alinhados, você acertou a distribuição (colegas estatísticos, perdoem minha falta de formalismo, por favor). Veja o resultado:



Uau! Temos uma Lognormal. Uhuuuuu!

Ok, e daí?
Bom, daí podemos fazer alguns cálculos a partir do modelo!

Humm, e daí?
Daí, você pode ver o modelo junto com o histograma:



Ok, e daí?
Bem, daí... Sei lá, o orçamento do Congresso continua sendo uma aberração. Uma aberração lognormal!

Até
Roberto
18 Feb 00:56

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18 Feb 00:56

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18 Feb 00:56

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17 Feb 20:05

reversedludovicotechnique: Edinburgh.

17 Feb 20:05

dpaf: Walt Chelyabinskney [via]



dpaf:

Walt Chelyabinskney [via]

17 Feb 12:48

“between my beloved father, and my dragons; the person that you...













“between my beloved father, and my dragons; the person that you should be more alarmed at meeting would probably be uhm- yeah my dad. [laughs]”  - emilia clarke (gq january 2013)

17 Feb 12:47

A Body Count of Quentin Tarantino's Films

17 Feb 12:46

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17 Feb 12:44

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16 Feb 11:22

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16 Feb 11:22

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15 Feb 23:39

Perfectly Timed Photos - Wilson!!!!

by perfectlytimedphotos.com

6 people are talking about this post.
It's about time you joined the discussion!

15 Feb 22:22

1025 – Explicações

by Carlos Ruas

1995-1

15 Feb 22:22

Photo



15 Feb 15:47

fishingboatproceeds: 88,000 notes?! (By the way, you can follow...









fishingboatproceeds:

88,000 notes?!

(By the way, you can follow Sarah on tumblr. Also the President.)

15 Feb 12:54

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15 Feb 12:54

i-love-you-most-ardently: i decided to try and convince anyone...





















i-love-you-most-ardently:

i decided to try and convince anyone who isnt already watching the lizzie bennet diaries to start watching

15 Feb 12:54

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14 Feb 23:30

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