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Rapidinhas do Festival do Rio #3
O fim está próximo! O Festival do Rio1 entrou em seus últimos dias e quem acompanha de perto, embora já cansado e consideravelmente mais pobre, tem que correr para assistir aos últimos filmes de sua wish-list.
Por isso, cruzei a cidade até a Gávea e no belo e amplo Estação Vivo consegui ver Deus Ama Uganda (2013, de Roger Ross Williams, mostra Fronteiras, trailer no final da postagem), impressionante ao retratar a perseguição a homossexuais por fundamentalistas cristãos, com foco na influência de doutrinas e missionários estadunidenses nesse processo. Vale a pena ater-se a esse filme um pouco mais do que apenas com um comentário: até certa altura ele funciona como uma simples exibição do serviço missionário prestado pela organização religiosa IHOP no país africano e, por abster-se de qualquer inclinação crítica, parece ser favorável à missão evangelizadora. Muda completamente, contudo, quando mostra a influência dos EUA nas políticas públicas de saúde (mais precisamente nas medidas contra o surto de HIV/AIDS) do país, quando mostra que os pastores pregam ideologias claramente homofóbicas e que parte da população, desinformada e mística, compra esses ideais e parte para uma verdadeira cruzada contra os gays; ainda quando tribos são coagidas pelos missionários a se converterem ao Cristianismo e, no mais chocante dos momentos, quando entrevistados do filme, simpatizantes e líderes LGBT no país, sofrem retaliações – um deles chega a ser morto.
O diretor em vários momentos leva o público a risadas nervosas diante da hipocrisia, cinismo e ignorância revelados pelos discursos rasos de homens e mulheres que fazem mal em nome de Deus. Por exemplo quando um dos pastores, criado e educado nos EUA, mostra aos fiéis de Uganda fotos de sessões homossexuais de sadomasoquismo escatológico para defender seu discurso sobre as “práticas imundas” dos gays. Não apenas uma postura absurda, como também criminosa, o filme vale a pena ser visto e que rende vasto assunto pós-sessão.

Goldie Hawn, homenageada na mostra Goldie Goes Rio! exibiu os filmes Shampoo (1975, Hal Ashby), A Morte lhe Cai Bem (1992, Robert Zemecks) e o delicioso O Clube das Desquitadas (1996, Hugh Wilson)
Para aliviar um pouco o clima a programação de sábado (05) contou com Stuart Hall e os Estudos Culturais (2012, de John Akomfrah), sobre o sociólogo britânico. Mas quem quis seguir pelos assuntos sérios tinha uma boa opção com A Escala Humana (2012, de Andreans M. Dalsgaard), sobre os trabalhos do arquiteto John Gehl em Copenhagem, Dinamarca, que geraram um novo conceito de arquitetura responsável e inclusiva. O filme compõe a mostra Meio Ambiente, que promove uma discussão sobre a situação atual do planeta com obras como Blackfish – Fúria Animal (2012, de Gabriela Cowperthwaite), sobre a orca Tilikum, do SeaWorld de Orlando (EUA), que matou três pessoas; Outono e Inverno (2012, de Matt Anderson) sobre poluição, seca e mudanças de temperatura nos EUA, e Refugiados do Aquecimento Global (2010, de Michael P. Nash), sobre as comunidades vítimas de desastres ambientais.
Quem quis terminar o dia de forma mais hardcore, a mostra Midnight Movies apresentou Kink – Sadomasô Online (2012, de Christina Voros), sobre bondage, BDSM, fetiches e o site kink.com. No domingo (06) fui prestigiar uma obra da mostra Midnight, pena que foi o péssimo Gerontophilia (2013, de Bruce LaBruce, Mundo Gay), cujo diretor, presente na sessão, arrogantemente anunciou-o como uma pretensão de versão gay de Ensina-me a Viver (clássico de 1971, de Hal Ashby, com Ruth Gordon), mas não passa de uma produção oca, mal estruturada, com atores ruins e cenas que indiscretamente ofendem a inteligência do espectador.
Domingo, dia tradicionalmente religioso, começou com Mea Máxima Culpa: Silence in the House of God (2012, de Alex Gibney, Panorama), documentário que aborda as denúncias de pedofilia a clérigos católicos. Outros filmes interessantes nesse dia foram Setenta (2013, de Emilia Silveira, Fronteiras), sobre os 70 presos políticos que em 1970 foram enviados ao Chile em troca do embaixador suíço; 99% – o filme colaborativo do Occupy Wall Street (2012, vários diretores, Fronteiras), e também Damas do Samba (2013, de Susanna Lira, Première Brasil longas), sobre algumas das importantes mulheres do samba do Rio, reforçando ainda mais o pendor dessa edição do Festival aos documentários.
Agora partimos para o último dia, já com dor no coração e atento às premiações do troféu Redentor. Parodiando Machado: Ah, Festival, por que bom se curto? Por que curto se bom?

Bruce LaBruce, diretor de Gerontophilia: pretensão de alternativo, mas extremamente pedante e tecnicamente cartesiano
Melhor filme (entre sexta, 03, e quinta, 09): Gore Vidal e os Estados Unidos da Amnésia (2012, de Nicholas Wrathall), ótimo ao apresentar a personalidade forte e certamente polêmica de um dos maiores autores modernos, falecido em 2012. Seus comentários ácidos, sobretudo sobre os EUA, atiçam nossa reflexão, e uma imagem de arquivo onde Gore fala da mania americana de espionagem hoje nos soa como profecia – e fez a plateia do Cinema aplaudir.
Outros destaques: o catálogo oficial do Festival, novamente pelo preço simbólico de R$ 10 e com um belo trabalho de capa e diagramação, a edição é mais bonita que a do ano anterior e mais prática, com divisões por mostras, textos introdutórios e outros divertimentos informativos.
Destaques negativos: nessa quinta-feira (09), ao correr para o bairro do Catete à sessão de Pussy Riot – A Punk Prayer (2013, de Mike Lerner e Maxim Pozdorovkin, Panorama), recebi a informação de que todas suas sessões haviam sido canceladas porque a cópia HD enviada ao Brasil pela distribuidora chegou, vai lá saber por quê, “em estado deplorável” (foram essas as palavras do rapaz do staff). O filme, então, foi substituído pelo péssimo Bastardos, de Claire Denis, com Chiara Mastroianni, uma obra que roda e roda com uma história pesada e numa ambientação tensa para, no fim, chegar a lugar nenhum.
- O homem de braços abertos na imagem em destaque é o diretor Lee Daniels, de Preciosa (2009), que veio divulgar seu novo filme, The Butler, com Forest Whitaker e Oprah Winfrey ↩
Da Série: Motivos Para Rasgar Seu Título Eleitoral - candidatos 2014
As eleições de 2014 ainda nem começaram e a gente já está querendo sair correndo pelas ruas balançando os braços tipo bonecão do posto de tanto desgosto.
Nesta semana, ~personalidades da mídia~ anunciaram filiação a partidos e poderão disputar a próxima eleição. Se você acha que tá ruim com Tiririca, espera pra ver o que vem por aí...
O Que Faz:
Eventos como ex-BBB1, ex-BBB13 e ex-Turma do Didi.
Contribuição Para a Sociedade:
Venceu o BBB1, arregou no BBB13 e criou um boneco feito de cabo de vassoura chamado Maria Eugênia com um QI três vezes maior que o dele.
O Que Faz:
Eventos como ex-BBB e tentou arrumar um namorado no quadro "Rola ou Enrola" da Eliana.
Contribuição Para a Sociedade:
Fez sexo com o Yuri dentro do BBB.
O Que Faz:
A gente não sabe bem qual das duas Cidas do BBB é a candidata certa, então vamos relembrar as duas:
Se for a Cida loira, a ex-aeromoça que escovava os dentes dentro da banheira do BBB, hoje ela passa fome como sósia da Marilyn Monroe.
Mas se for a Cida morena, voltou para miséria depois de gastar todo o prêmio do BBB fazendo lipo, comprando lente de contato colorida e colocando mega hair.
Contribuição Para a Sociedade:
Um exemplo vivo de gente que não sabe a hora de parar.
O Que Faz:
Tentou ser apresentador no Multishow, mas não deu certo. Tentou ser ator, mas não deu certo. Então aplicou o dinheiro que ganhou no BBB e hoje vive de renda.
Contribuição Para a Sociedade:
Conseguiu namorar com a Iris Stefanelli por mais de 3 dias, é um guerreiro.
Ex-vocalista do grupo "Os Travessos". Hoje embarangou e luta contra os efeitos do carboidrato.
Contribuição Para a Sociedade:
Precursor da água oxigenada em pagodeiros.
O Que Faz:
Cantora gospel e eterna rainha dos caminhoneiros.
Contribuição Para a Sociedade:
Irmã da Gretchy e tia da Thammy.
O Que Faz:
Perdeu o Miss Brasil, mas ganhou o Miss Simpatia que é a mesma coisa que não ganhar nada. Também é consultora Jequiti.
Contribuição Para a Sociedade:
Faz progressiva sem formol para colaborar com o meio ambiente.
Cirurgião plástico, mais conhecido como Dr. Hollywood. Ao site do partido, Rey disse que entrou na política “porque entende que o mundo está entrando no caos e as pessoas não querem mais ouvir a palavra de Deus”.
Então vamos conferir Rey pregando a palavra do Senhor nesse gif:
Contribuição Para a Sociedade:
É fotogênico e sabe customizar uma camiseta como ninguém.
O Que Faz:
Leva choque.
Contribuição Para a Sociedade:
Levou um choque ao encostar em uma uva.
Vai mundo, até 2014 dá tempo de você acabar!
Quer comentar? A boca de urna está liberada AQUI.
Lost ‘Doctor Who’ Episodes Have Been Recovered, Now Available on...

Lost ‘Doctor Who’ Episodes Have Been Recovered, Now Available on iTunes
BBC Worldwide North America announces that a stash of BBC master tapes from the 1960s featuring missing episodes of Doctor Who has been recovered in Nigeria, Africa. The BBC has re-mastered the tapes, and is making two stories, The Enemy of the World and The Web of Fear, now available exclusively on iTunes (www.itunes.com/DoctorWho).
Eleven Doctor Who episodes were discovered (nine of which have not been seen for 46 years) by Philip Morris, director of Television International Enterprises Archive, by tracking records of tape shipments made by the BBC to Africa for transmission. Morris says, “The tapes had been left gathering dust in a store room at a television relay station in Nigeria. I remember wiping the dust off the masking tape on the canisters and my heart missed a beat as I saw the words ‘Doctor Who’. When I read the story code I realized I’d found something pretty special.”
BBC Worldwide has re-mastered these episodes to restore them to the fantastic quality that audiences expect from Doctor Who.
The first recovered story, The Enemy of the World, is a six-episode tale which first aired on the BBC in December 1967. The story features Patrick Troughton as both the Second Doctor and his antagonist (Ramon Salamander), alongside companions Jamie (Frazer Hines) and Victoria (Deborah Watling). Episodes 1, 2, 4, 5 and 6 had previously been missing from the BBC Archives, and were returned by Morris.
Also recovered is the 1968 six-episode story, The Web of Fear. Also starring Patrick Troughton alongside Frazer Hines and Deborah Watling the story introducesNicholas Courtney for the first time as Colonel Lethbridge-Stewart (who later returns as Brigadier Lethbridge-Stewart). Episodes 2-6 were feared lost, but now episodes 2, 4, 5, and 6 have been recovered. With episode 3 still missing, the restoration team has reconstructed this part of the story using a selection of the 37 images that were still available from the episode along with the original audio, which has been restored.
...sou estudante no Reino Unido e...
IsabelVanessa, dica pra vc ^^
…quero chegar rápido na facul e tem um monte de turistas na cidade:

…é Natal e tem neve:

…o professor diz que só tem uma prova por matéria:

…como fish & chips depois da balada:

…ando no ônibus de dois andares me sentindo o máximo:

…me acabo nos pints e jagerbombs depois da semana de provas:

…tem feirinha de comida todo domingo, em todo lugar:

…digo que estudo no Reino Unido:

Quer se sentir assim também? O British Council está trazendo 70 universidades do Reino Unido aqui para conversar com você na maior feira de educação britânica da América Latina! A feira acontece esse mês, dia 19 em São Paulo e dia 21 no Rio.
Inscreva-se já: www.ukuniversities2013.com.br
E se você está fora dessas cidades, pode tirar suas dúvidas no nosso site (www.educationuk.org.br) ou curtir a gente no Facebook (www.facebook.com/StudyUUK).

Just a drop of liquid gallium weakens the structure of a Coke...

Just a drop of liquid gallium weakens the structure of a Coke can (aluminium) to the point where it can be pierced with the slight press of the thumb. Gallium infiltrates the aluminium structure, compromising its integrity and making the can feel like tin foil instead of metal.
PAREM AS MÁQUINAS: Escala de Ódio de Amor à Vida
E pra celebraaaaaar como se amanhã o mundo fosse acabaaaaaaar uôôô esse ódio todo que estamos sentindo, nada melhor que fazer uma escala de ódio pra gente poder curtir essa bad vibe juntinhos
Por que estamos odiando:
Quem aguenta uma pessoa dessas? PAVOOOOR dessa sonsa! Ninguém pode ser assim e sobreviver no mundo real, a seleção natural não permitiria!
Perdoou o ex que sequestrou sua filha e quase matou sua enfermeira de estimação sem nenhuma explicação no mínimo plausível pra isso.
Não percebe que o irmão odeia ela de morte, perdoou de boas o pai que a enfiou num hospício e a chamou de drogada e deixou a amante dele insultar a própria mãe em seu casamento com um cara igualmente demente (e olha que tem que ser um personagem MUITO demente pra gente não suportar o Malvino Salvador)
Em uma escala de 1 a 5 salvejorginhos quanto estamos odiando:
Por que estamos odiando:
Ele é pai da Paulinha e marido da Pamonha. Isso já é suficiente, não é?
Não, não é! Além disso, é insuportavelmente banana e essa coisa politicamente correta cansa a beleza de qualquer um. CERTEZA que ele é aquele cara que corrige os outros no Twitter e manda normativa pro condomínio para que os vizinhos respeitem o aviso de silêncio após as 10 da noite.
Em uma escala de 1 a 5 salvejorginhos quanto estamos odiando:





Por que estamos odiando:
Olha, pouquíssimas vezes na história da teledramaturgia brasileira alguém me deu tanta gastura como esse sujeito. Na fase hippie era extremamente inconsequente, odiável, inútil, folgado, chapado, etc etc etc etc etc. O QUE FALAR DE UM CARA QUE ACHOU UMA BOA IDÉIA SEQUESTRAR A FILHA PRA CONQUISTAR A EX????????
Sério, não sei nem dizer o que é o pior nele. Se era aquela vibe de maconheiro curtindo a natureza no começo da novela, a fase vidaloka sequestrador da filha ou agora que voltou de NY rico, pedante e que descobriu que entortar arame e vender pra turista nunca foi uma idéia ok.
NÃO SU POR TO ESSE HOMEM!!!
Em uma escala de 1 a 5 salvejorginhos quanto estamos odiando:















Por que estamos odiando:
César é o típico cara que adora gay contanto que o filho dele não seja. Além disso, já traiu a mulher várias vezes, inclusive é pai do neto dele e de mais metade do elenco. Internou a própria filha num hospício, tem um caso com a secretária que claramente quer dar um golpe mas não percebe.
Enfim, ele é tudo de ruim que um homem poderia ser. Preconceituoso, infiel, tirano e renegou a família por causa de um rabo de saia.
Em uma escala de 1 a 5 salvejorginhos quanto estamos odiando:










Por que estamos odiando:
Pilar tinha tudo pra gente amar, por motivos de: É a Susana Vieira. Mas mesmo assim, conseguimos odiá-la. Omissa, protege as falhas de caráter do filho sempre passando a mão na sua cabeça. Se humilhou pro marido não sair de casa e mostrou uma ingenuidade IMPOSSÍVEL ao achar ok a secretária do marido se enfiar naquele escritório e na vida deles achando que ela era amigona.
Eu bem que não queria odiar Pilar, mas não tem como achar essa apatia dela de boa.
Em uma escala de 1 a 5 salvejorginhos quanto estamos odiando:








Por que estamos odiando:
Bom, com essa chatice toda nem precisava DNA pra saber que ela é mesmo filha da Pamonha. Criancinha insuportável! Foi sequestrada pelo pai junto com uma traficante internacional perigosíssima e depois de todo o sufoco que passou, resolveu ir lá abraçar o papi no aeroporto. Agora, em troca de um Ipad, esqueceu tudo o que rolou e quer confrontar a família ficando amiga do pai ex-hippie.
Em uma escala de 1 a 5 salvejorginhos quanto estamos odiando:








Por que estamos odiando:
Leila foi feita pra ser odiada. Enganou a amiga, destrata a irmã autista, esculacha toda a família. Depois que ficou rica, se tornou pior ainda. Trata o amante mal, a empregada, dá chilique o tempo todo. Nem um acidente que a deixou numa cadeira de rodas a fez se redimir do mal que causou.
É tão insuportável que até de cadeira de rodas, se deu ao trabalho de ir na casa da futura cunhada só pra chamar ela de gorda. Não tem como não odiar, né não?
Em uma escala de 1 a 5 salvejorginhos quanto estamos odiando:





Por que estamos odiando:
Pra mim é um dos piores. Fica com essa cara de songo mongo vendo fantasma, se fazendo de coitado mas ta lá na casa da menina que ele deu um golpe nojento e usando a fortuna dela pra escrever seu livrinho. Se faz de vítima da Leila, mas arquitetou tudinho junto com ela e não larga o osso de viver no bem bom nem depois de teoricamente estar arrependido. Pra mim, não presta igual a amante, não sei nem porque poupam ele tanto assim.
Em uma escala de 1 a 5 salvejorginhos quanto estamos odiando:







Por que estamos odiando:
Outra personagem que a gente tinha tudo pra amar, mas alguma coisa deu errada.
Ela é gorda. SÓ. E isso é defeito? Não. Então uééééé???? Pois é.
Ela passou a novela sendo humilhada de todas as formas possíveis por....ser gorda. E SÓ.
Mas sempre aceitou que as pessoas a humilhassem por isso. As pessoas apontavam e faziam piada e ela não reagia, achava ok. Aliás, acho que a primeira fase inteira dela poderia nos ter sido poupada. Aquela história de virgindade chatíssima, aquela coisa Zorra Total, etc. Perséfone poderia ser apenas uma enfermeira gente boa, que trata os amigos bem e namora um cara gato e assim já estaria ótimo. Sofre pra achar roupa tamanho grande nas lojas? Sim, mas isso poderia ter sido mostrado sem ninguém apontando pra ela e chamando de gorda como se estivessem no recreio do colégio.
Em uma escala de 1 a 5 salvejorginhos quanto estamos odiando:



Por que estamos odiando:
Começou a novela sendo um casal fofo gay querendo constituir família. De repente virou meio gay que sente atração pela amiga que é a barriga solidária dele e do marido. Dorme com ela, engana o cara que é casado há tempos e de repente resolve que esconder que é gay, mesmo depois de se assumirem e viverem numa boa é uma ótima idéia. Conseguiu arruinar todo um plano de vida, família e filhos por causa de absolutamente NADA.
Em uma escala de 1 a 5 salvejorginhos quanto estamos odiando:














Por que estamos odiando:
Minha nossa, essa mulher aparece em cena e eu tenho síncopes de ódio. Ninguém pode ser tão asquerosa assim! Se enfiou na casa dos amigos pra gerar o filho DELES. De repente, já estava exalando ética médica pedindo pro médico que fez a inseminação implantar um óvulo DELA, porque sim.
Pouco depois, começou a dar em cima do marido do amigo. COM TANTO HOMEM NO MUNDO, vai dar em cima do marido do amigo que confiou um filho nela e deu um lugar pra ela morar. Agora resolveu chantagear o bofe e pegar o filho e o homem pra ela! Nossa, que ódio. Que ódio. Essa escala de ódio deveria ter sido feita em amarylis afffffffffff
Em uma escala de 1 a 5 salvejorginhos quanto estamos odiando:
























A highly alkaline lake in Africa turns animals into calcified stone statues




Lake Natron in northern Tanzania is one of the harshest environments on Earth. Temperatures in the lake can rise to 140 °F (60 °C) and the alkalinity is between pH 9 and pH 10.5, almost as alkaline as ammonia. Animals who enter the water are almost certainly doomed, save certain kinds of fish that have evolved to survive in such a caustic environment.
Rapidinhas do Festival do Rio #2
A competição oficial Première Brasil do 15° Festival do Rio, nesse tumultuado anno domini de 2013, tem oferecido um desafio extra aos jornalistas, críticos e cinéfilos que a acompanham de perto: cobri-la é consequentemente também cobrir a nova onda de manifestações que tem tomado a cidade, liderada pela classe de professores da rede pública1, com novas vergonhosas cenas de abuso e força-bruta policial. Assim, os filmes da competição, que tradicionalmente têm sessões de gala no Cinema Odeon, estão sendo transferidos para outras salas da cidade. Localizado na Cinelândia, próximo da Câmara do Rio, o cinema está no olho do furacão.
Em nota divulgada no site oficial os organizadores afirmam que o “Festival do Rio mantém seu compromisso assumido com a população do Rio de Janeiro e com a cultura da cidade”, justificam a escolha do Odeon pela sua tradição e asseguram que a programação não será comprometida.
O episódio expõe que quando se fala em novos tempos para o Cinema, não está referindo-se apenas a novas tecnologias, formas de captação e distribuição, mas também a consciência que os autores devem desenvolver em tempos conturbados, de crise do capitalismo, revoluções culturais, turbulências econômicas, políticas e manifestações.

Protestos em frente à sessão de gala do filme ‘Amazônia’, de Thierry Ragobert, que abriu o Festival 2013
Mas agora vamos falar de Cinema, pois é isso que aqui nos interessa!
O Festival deste ano tem reforçado, dia após dia, seu pendor pelos documentários. São excelentes obras, muitas vezes seguido por debates interessantes com os diretores, como os da mostra Cinema e Direitos Humanos, apoiada pela Anistia Internacional. Um exemplo é o interessantíssimo Uma Família Gay (2013, de Maximiliano Pelosi, mostra Mundo Gay), que comoveu a plateia trazendo o tema dos direitos dos casais homossexuais, sobretudo os de adoção e união estável. Ao meu lado na sessão havia um casal homossexual de septuagenários, no momento em que os créditos subiram, o que estava mais próximo a mim exclamou: Belíssimo! – seguindo-se a luz acendendo que revelou as lágrimas em seu rosto. Eu me comovo com o Cinema que consegue comover.
Ainda nos documentários, vi Cidade de Deus – 10 anos depois2 (2013, de Cavi Borges e Luciano Vidigal, Première Brasil), que localiza os atores do premiado filme de Fernando Meirelles; antes, porém, vi o simples e hilário Até o Céu São Mais ou Menos 15 Minutos (2013, de Camila Battistetti, Première Brasil Curtas), que tem mais cara de vídeo do YouTube do que de filme, mas encantou a plateia com as três crianças choronas.
Minha overdose de docs completou-se com Christoph Schlingensief e a Vila Ópera de Burkina Faso (2012, de Sibylle Dahrendorf, Itinerários Únicos), sobre o dramaturgo com câncer que quis levar ópera à savana africana, mas morreu antes da conclusão do projeto; Eu Sou Divine (2013, de Jeffrey Schwarz, Mundo Gay), sobre a musa do diretor John Waters em filmes como Pink Flamingos (1972); e Boteco (2012, de Ivan Dias), sobre os tradicionais botecos cariocas que são “casas portuguesas, com certeza!” – documentário cujo problema central é passar duas horas mostrando comidas suculentas e, com isso, deixando a plateia morrendo de fome.

Harris Glenn Milstead (1945-1988), a Divine do diretor John Waters ganha biografia abrangente na mostra Mundo Gay
Agora vamos para as ficções, porque nem só de documentários vive um cinéfilo:
Essa foi a semana de exibições lotadas de Blue Jasmine (2013, de Woody Allen, Panorama do Cinema Mundial). Woody Allen é pop, Woody Allen é hype e os comentários têm sido muito positivos. A mim restou a insatisfação de não ter conseguido ingressos a tempo – e a esperança da estreia no circuito comercial.
Também já está nas salas o novo de Affonso Cuarón, Gravidade (2013, Panorama do Cinema Mundial), com Sandra Bullock e George Clooney que, honestamente, me faz sentir um cheirinho de bomba. Prefiro esperar, sem nenhuma pressa, a estreia comercial. Moebius (2013), do prestigiado-pelos-cults Kim Ki-duk, e Fading Gigolo (2013, trailer abaixo), dirigido pelo ator John Torturo e estrelado pelo diretor Woody Allen, também têm recebido elogios; ambos na mostra Panorama do Cinema Mundial, trazem seus diretores ao Rio para a apropriada divulgação.
Por fim, o mais importante: a mais nova obra prima do Cinema nacional, com o ator, como já falei aqui, que melhor tem escolhido seus papéis e que há pelo menos quatro anos têm sido protagonista do melhores filmes nacionais do ano, Irandhir Santos. Tatuagem (2013, de Hilton Lacerda, Première Brasil Longas) é tão plural, tão vibrante, tão honesto e corajoso que merece um artigo só dele aqui no Posfácio (compromisso para os próximos dias). Hoje só digo a todos que estão no Festival: assistam e morram de orgulho do Cinema brasileiro!
Melhor filme visto (entre segunda, 30, e quinta, 03): Tatuagem, obra prima de coragem e qualidade, enredo redondo, ousado, atuações impecáveis e um punhado de novos atores que merecem acompanhamento mais detido.
Outros destaques: destaque negativo para os técnicos do Estação Rio que avisaram apenas no momento da compra de ingressos que o filme A Gatinha Esquisita (2013, de Marc Rothemund, Foco Alemanha) seria exibido em alemão, sem legendas – give me a break, would you?
Outro destaque vai para o excelente ator Mads Mikkelsen que tem deixado sem fôlego os que assistem Michael Kohlhaas (2013, de Arnaud des Pallières, Panorama do Cinema Mundial), mais uma vez provando que além de ser muito bonito, é um dos mais talentosos atores da atualidade.
Apenas para terminar de onde começamos, nos protestos, é digno de nota que no dia 02, quarta-feira, ocorreu o evento Conversas na Escadaria da Câmara do Rio de Janeiro, onde os diretores do documentários 99% – O Filme Colaborativo do Occupy Wall Street (2012, de Audrey Ewell, Aaron Aites, Lucian Read e Nina Krstic) conversaram com os manifestantes. Uma troca interessante que pode ser considerada um evento off-Festival.
- Imagem em destaque via portal Uol ↩
- Esse filme foi feito com o esforço guerrilheiro de pequenos grupos de Cinema da cidade do Rio, entre eles o Cinema Nosso, espaço na Lapa oriundo do grupo de profissionais de Cidade de Deus, onde, ano passado, pude fazer algumas aulas de roteirização. Por isso, dedico essa postagem a eles e ao empenho de seus profissionais em fazer Cinema no Brasil. ↩
Brasileiros em lista das capas de discos infantis mais aterrorizantes
O site americano "Cracked" fez uma lista com as capas de discos infantis mais aterrorizantes - e sem a intenção de ser - de todos os tempos. Dois artistas brasileiros foram incluídos na lista... Fofão - lembra-se dele do Balão Mágico? - foi...
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acidarmor: onlyfoolsandvikings: this happens to me every...



this happens to me every single time i am sick to death of seeing the same thing
Romantic subplots are the worst like
"Hey YOU. You can’t experience personal growth without having a partner there to validate your progress, that’s now how the world works. Now go out there and cry because you’re single and you think that you won’t be able to grow as an individual without a partner."
(P.S. wOW these drawings.)
phils-mum-and-llama-placentas: buzzfeed: [Descriptive noise]...








phils-mum-and-llama-placentas:
[Descriptive noise] subtitles are actually poetry.
Sobbing mathematically














































