


the laziest thing ever. via






"The Smaug Air Plane" (pics: Weta Workshop, Air New Zealand)
- http://www.airnzhobbitmedia.com/en
-https://www.facebook.com/photo.php?fbid=10151730038682303&set=a.420359782302.198932.78709352302&type=1&theater
The Brain Scoop: Where My Ladies At?
This was an incredibly difficult video for me to write and record. I haven’t been this uncomfortable or nervous about an episode since we decided to launch the Wolf series. I did it because I know my fellow female creators are with me: these comments are not easy to ignore, and they do have a negative impact on our desire to make videos and blaze trails.
Things can be said about women being more sensitive than men, or that men deal with these comments too, or that we should just accept that they’re going to happen.. but if I do, I’ll quit. If I accept that this is just part of the deal, this is what it is and always has been, it’s a requirement of my job to toughen up and barrel through, I won’t be able to continue. The remarks are enough to make me want to throw my hands up and retreat to a tiny cabin in the middle of nowhere. If the compromise is that I need to become desensitized, I would probably just do something else instead.
Let’s not create that kind of environment for our peers. Let’s be supportive, encouraging. Focus on the content, not the presenter. Ignoring the fact that these comments are uncomfortable is dismissive and counter-productive: let’s have less tolerance for both those comments, and the apathetic attitude attached to how they affect our community.
And, please: check out the women in the video description for more fantastic channels to subscribe to.
I get my fair share of obnoxious trolls. It is sadly part of the job when you are a visible presence on the internet. But I am the first to admit that as a straight white male I am protected from a lot of hate. When I advocate for certain feminist issues, usually the worst feedback I will receive is along the lines of “Frogman, I am disappointed in you.” Or “you’re just saying this to get laid.”
When I see my female friends talk about the same issues they will often get rape and death threats. They will be called every degrading expletive the commenter can think of. If they post a selfie that shows even an inch of cleavage their replies will be filled with “I’d do you” and other various objectifying remarks. And if they don’t dress provocatively enough they get hate for not being as pleasing as possible to the male gaze. I can’t even begin to imagine what that is like and how frustrating it must be.
The Brain Scoop is truly one of my favorite YouTube channels. Emily is smart, funny, and extremely competent as a presenter. Even more-so as a scientist. I’ve seen many of the comments she refers to in this video and they always make me sad. I applaud her fortitude and her desire to continue on and I really hope that people listen to what she is saying here. I hope they will consider their behavior before leaving comments or sending messages.
I’ve always said that ignoring bullies is not always the solution. Sometimes we have to stand up to them. We have to call out problematic behavior when we see it. We need to help create safer spaces for people who aren’t straight white men. Everyone deserves to create content and share it with the world.
Isabelcomecei a usar e funciona!
Vira e mexe nós aqui do LPE compartilhamos com vocês nossas experiências de compras online. Contamos o que deu e o que não deu certo, indicamos algumas lojas e falamos mal de outras, escrevemos sobre dicas, descontos e promoções. Bom, o post de hoje é pra contar como fiz a compra dos produtinhos abaixo pelo Cashola.

Vocês já devem ter percebido que, entre as autoras do LPE, eu sou a mais pão dura mão fechada. Não compro nada antes de fazer uma varredura na internet atrás de algum tipo de benefício, e é por isso que eu fiquei empolgada com o Cashola, um portal de descontos que reúne em um só lugar as lojas mais bacanas do Brasil.
Usar o Cashola é muito fácil! Eu fiquei com medinho de fazer alguma coisa errada na primeira compra, mas só porque não tinha ninguém me ensinando a “usar” o portal, o que não vai acontecer com vocês, já que vou contar a minha experiência.
O processo é simples, primeiro você precisa se cadastrar no Cashola ou fazer login no portal com o seu facebook, eu preferi a segunda opção, achei mais rápida. O legal é que nessa etapa você não precisa oferecer nada além do seu nome e e-mail, o que muito me agrada. Depois é só navegar pelo portal, escolher entre as opções de cupom de desconto ou cashback disponíveis para a loja que você desejar realizar a compra e clicar no botão “Ir a loja com …”.

Pra quem não sabe, com o cashback você recebe uma porcentagem do valor da sua compra de volta, ou seja, se eu comprar R$50,00 com um cashback de 5%, o Cashola me devolve R$2,50.
Pra realizar minha compra na Sépha Perfumaria, eu escolhi a opção de cashback 4%. Cliquei no botão e o biscoito Cashola me direcionou automaticamente para o site da perfumaria.

Pronto! Uma vez na Sépha, eu só precisei realizar a compra normalmente. Vale lembrar que o seu pagamento é feito para a loja e não para o portal, bacana né?

Comprei o hidratante de mãos Avoplex OPI que estava louca pra testar, o Bleu Fabuleux e o Rouge Poppy da Bourjois e o Smooky Blue da Mavala. A compra deu R$112,54, mas (como sou pão dura) paguei a vista e ganhei 5% de desconto, ou seja, total de R$106,91. Com o cashback 4% do Cashola, recebi de volta R$4,26.
Aí vocês me perguntam como resgatar o cashback: seu dinheiro vai aparecer no portal até 3 dias após a aprovação do seu pagamento. O seu saldo de cashback não expira, então você pode esperar juntar uma graninha antes de resgatar o valor para uma conta bancária ou conta Paypal.

Simples, né? Mas pra facilitar mais a nossa vida, o Cashola fez um vídeo que resume tudo o que eu contei pra vocês, olha só:
O cashback de uma compra pode não parecer muita coisa, mas imagine a economia ao realizar todas suas compras dessa forma. Dá pra receber dinheiro de volta ao comprar livros no Submarino, eletrodomésticos nas Americanas, passagens aéreas na TAM, sapatos na Dafiti, camisetas na Camiseteria, maquiagens na Sephora e mais um monte de coisas. Gostaram?A Tati do Passaneura usou o Cashola pra comprar um corretivo da MAC na Sephora, vale a pena dar uma espiadela no post dela!
'Doctor Who': Steven Moffat Explains Billie Piper's Role in the 50th | Anglophenia
This article is a fantastic read. Highly recommended.
the-doctors-sexiest-companion:
the curator gave her the scarf
no… i dont think you understand
the curator
gave her the scarf
Seriously. I can’t believe they did this.
… (provavelmente) estará mentindo
Você assistiu 2001, não é a Isa e acha que entendeu, é isso? Não me entenda mal, não estou de forma alguma tentando diminuir o filme. Kubrick criou uma obra belíssima. O que poucos sabem é que, ao assistir apenas o filme, estão apenas com metade da genialidade. Stanley Kubrick e Arthur C Clarke fizeram, em paralelo, um livro e o roteiro do filme. A película atraiu maior fama, mas não podemos esquecer do livro que é considerado uma das obras primas de Clarke.
Lançado em 1968, 2001 (o livro) não possui a trilha sonora ou as cenas desconfortavelmente simétricas que fizeram a fama na telona. O que ele traz é uma narrativa incrível do desenvolvimento da humanidade desde os primórdios até nossa obsolescência.
Começamos, como no filme, com uma Terra milhões de anos mais jovem que a atual. Primatas existem por ali, e não fazem muito além disso. Não conseguem ultrapassar a barreira da simples sobrevivência para chegar a algum desenvolvimento. Passam os dias a morrer de fome, fugir dos predadores e chegam ao pôr do sol no limite do necessario para se manterem no planeta. Mas tudo muda com a chegada do monolito.
Ah, o monolito. O livro traz em detalhes esse primeiro encontro dele com a quase humanidade. O monolito experimenta. Analisa. Testa. Erra, falha e tenta novamente. Não interage diretamente com os primatas, apenas os induz a tentar comportamentos e ações, mas ainda assim os modifica de uma maneira que nem centenas de anos de evolução cotidiana conseguiriam.
“Jamais poderiam imaginar que suas mentes estavam sendo sondadas, seus corpos mapeados, suas reações estudadas, seus potenciais avaliados. No começo, toda a tribo permaneceu semiagachada num quadro vivo imovel, como que petrificada. Então o homem-macaco mais proximo da placa subitamente voltou à vida. (…) Então ele se abaixou, arrancou um talo comprido de grama e tentou fazer um no nele com seus dedos desajeitados. (…) Apesar de todos os seus esforços, so conseguiu quebrar o talo em pedaços. Quando os fragmentos cairam ao chão, a influência controladora o abandonou, e ele retornou à imobilidade.”
Esse salto evolutivo torna os primatas, até então candidatos à extinção, os novos senhores do planeta em alguns séculos. Um belo exemplo de experimento de sucesso.
Depois desse primeiro contato, milhões de anos se passam sem qualquer outra influência. A humanidade surge, anda sem problemas sobre duas pernas, desenvolve a fala, domina as armas que aprendeu a criar. Gera cultura, ciência, desenvolvimento e guerra. E, no meio dessa guerra, progresso suficiente para um dia chegar ao espaço, e esbarrar acidentalmente com… um monolito (outro).
Nesse ponto é importante fazer uma pausa para lembrar que os dois 2001 (filme e livro) foram feitos antes da chegada do homem à Lua. Para nós, que estamos acostumados com astronautas, curiosities e estações espaciais, isso pouco importa. Mas o impacto que estas obras tiveram naqueles que as viram quando foram lançadas é algo que nunca poderemos recuperar.
Na época, muito sobre o espaço ainda era incerto. A Lua seria coberta de poeira? Os discos de Saturno seriam mesmo gasosos? Seria realmente viável uma viagem espacial para outro planeta? Com todas estas dúvidas, Kubrick e Clarke buscaram estar o mais cientificamente embasados que pudessem, para evitar que suas obras caíssem no ridículo em pouco tempo.
Algumas coisas imaginadas por eles na década de 60 hoje nos parecem completamente naturais, como o newspad, um tablet onde é possivel ler noticias de forma eletrônica, acessando um arquivo eternamente e frequentemente editado de tudo o que aconteceu no passado. A descrição do livro e a caracterização do filme foram tão boas que a Samsung tentou anular a patente do Ipad dizendo que a Apple apenas copiou o que já havia sido inventado em 2001.
Eles imaginam uma humanidade desenvolvida a tal ponto que uma viagem para Saturno (no livro) ou Júpiter (no filme) se torna algo possível, tanto quanto a iminente missão à Lua na época do lançamento do livro. Apenas precisavam da tripulação certa, com a nave adequada, e o espaço seria deles.
Mas 2001 não se limita a falar do espaço. Pelo contrário, este parece ser apenas uma desculpa para discutir o homem. O livro discute seguidamente o que forma o ser humano. É simplesmente ter consciência? Se sim, o primata do inicio do fime já era humano ou ainda não estava no ponto? E HAL? HAL tinha consciência ou tudo não passava de uma boa programação?
HAL 9000 é um tipo de computador feito à imagem e semelhança da mente humana, só que melhor. Ele é lógico e certeiro, nunca erra. A partir de sua fabricação recebe um tutor que o ensinará a se expressar e interagir. É capaz de aprender a realizar todo tipo de tarefa e se torna o elemento essencial da exploração humana do espaço. A pequena nave habitada por cinco astronautas (Bowman, Poole, Whitehead, Kaminski e Hunter), que segue em direção a Saturno, só funciona com uma equipe tão reduzida porque seu sexto membro, HAL, incansavelmente assume todas as tarefas ligadas à manutenção e sobrevivência dos demais. A estes restam as atividades que o computador não pode desempenhar, como interagir com os outros humanos da Terra por meio de videos e reportagens e a manutenção que envolva troca de peças, por exemplo. Todas as outras atividades dos tripulantes humanos têm a impressão de estarem lá apenas para criar uma rotina nos tediosos meses até a chegada ao destino.
Mas, como mencionado, HAL foi feito com base em uma mente humana. E nossas mentes são tão frágeis quanto falhas. Será que é possível um ser humano completamente livre de neuroses? Se tomarmos por base a programação de HAL e o resultado da necessidade do computador guardar um simples segredo, podemos dizer que não. Se um simples segredo é capaz de arruinar uma mente perfeita dessa forma, que esperanças temos nós…
Bowman, o protagonista, é quem acaba tendo que lidar com estas questões. Desde o impacto da missão que lhe é confiada ao peso da convivência com HAL e as decisões que este lhe força a tomar, temos Dave Bowman (não confundir com David Bowie, que canta Space Oddity) se questionando seguidamente sobre o significado e a razão de cada uma daquelas situações. Por fim, é ele que nos leva até a conclusão do livro, trazendo outra vez o monolito e aqueles que o enviaram. Fomos nós que os encontramos ou eles que nos levaram, desde primatas, até o espaço?
2001 é inegavelmente um clássico da ficção cientifica, ainda mais se considerado o conjunto inteiro da obra. Aborda o inicio da humanidade, seu desenvolvimento, suas vontades, a chegada ao espaço e o contato com seres além de nossa compreensão, sejam estes criados por nós ou não. Não dá para pedir mais do que isso de um livro…
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Não dá pra falar desse livro sem comentar o projeto grafico incrível que a Aleph utilizou para ele. O livro é um monolito. Não precisa dizer nada além disso. Ah, precisa? O livro é um monolito lindo dentro de uma caixinha com o HAL 9000. Felizes?
Além disso, temos uma introdução do proprio Arthur C. Clarke onde este descreve todo o processo de criação das duas obras. Ao final, temos ainda os contos “A Sentinela” e “Encontro no Alvorecer”, mencionados na introdução e que trazem algumas das raízes do que um dia seria 2001. Não existe uma pagina nesse livro que não seja essencial.
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Aproveite para visitar a exposição dedicada ao Kubrick no MIS, que vai até dia 12 de janeiro de 2014. A exposição é dividida em dezesseis ambientes com centenas de obras entre fotografias, cenarios, figurinos, entre outros. Obviamente você vai encontrar algumas coisinhas de 2001… ou alguém…
De 11 de outubro de 2013 a 12 de janeiro de 2014
Terças a sextas, das 12h às 21h; sábados das 10h às 22h; domingos e feriados das 11h às 20h
Mais informações no site do MIS.

George R.R. Martin is ruthless - every death in the Game of Thrones series is tabbed
im not even in the GOT fandom but how the fuck are any of you still breathing
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| ih, ferrou! |
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| ai vou até sentar que lá vem... |
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| o Natal aqui nessa casa vai ser uma bosta =/ |
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| to querendo é pegar o Bruno! |
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| fico gato com cara de revelação bombástica |
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| qqqqqqqqq/////// |
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| imagem: autor desconhecido, se alguém souber quem foi, avisa! |
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| imagem: lucas ximendes |
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| imagem: alexandre ribeiro |
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| imagem: paulo santos |
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| imagem: raphael gama |
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| imagem: paty mary |
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| imagem: dilma bolada |
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| imagem: kaay mendes |
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| imagem: joão paulo vieira |
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| imagem: nanda castro |