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16 Oct 11:20

Sharks kill about 1 person per year on average. People, however,...



Sharks kill about 1 person per year on average. People, however, kill around 114 sharks per hour. Source

16 Oct 11:19

When Alyssa Carson was 4 years-old, she said she would be the...



When Alyssa Carson was 4 years-old, she said she would be the 1st person on Mars. She’s attended NASA space camps and learned many different languages ever since. She believes failure is not an option, and NASA says they’re taking her seriously. Source

16 Oct 11:18

All people living today can trace part of their genetic heritage...



All people living today can trace part of their genetic heritage through their mothers back to the same woman who lived in Africa almost 200,000 years ago. Source

10 Oct 14:29

Astronauts drink the same water they wash their hair with. After...



Astronauts drink the same water they wash their hair with. After it evaporates, it becomes humidity and gets converted into drinking water through their air conditioning system. This gives a whole new meaning to cleansing your palate. Source

10 Oct 10:54

O Rio no Festival do Rio

by Vinicius Volcof

Dentre os mais de 300 filmes exibidos nesse festival, incluindo grandes produções ansiosamente aguardadas, como Garota Exemplar, de David Fincher, e pequenos filmes-cult que fazem barulho, como Dente por Dente, de Kim-ki Duk, o Festival do Rio também reserva considerável espaço para produções que discutem as realidades nacionais, sobretudo documentários.

Nesta crítica dupla, portanto, me atenho a dois filmes que pude assistir na mesma semana, ambos documentários que discutem, à sua maneira e com seus focos específicos, a realidade do Rio de Janeiro.

À Queima Roupa é um documentário-de-terror de Theresa Jessouroun, outrora assistente e produtora do documentarista Eduardo Coutinho. Documentário de terror porque o tema que aborda é simplesmente assustador: a violência da polícia carioca nos últimos 20 anos, desde a chacina de Vigário Geral, em 1993, até os crimes mais recentes, como a execução da juíza Patrícia Acciolli, em 2011, em Niterói, e a morte do dançarino DG do programa Esquenta (Rede Globo), neste ano.

O filme não tem pudores ou censuras para abordar um tema escandaloso. Monta reconstituição dos crimes e também exibe cenas das operações policiais, bem como imagens das fotos periciais das cenas do crime. Assim, se desenha como um documentário de caráter eminentemente sociológico, pensando uma solução que parece complexa, mas certamente envolve o fortalecimento das instituições. O olhar da diretora é de uma cidadã indignada e sua pergunta parece ser: o que faz com que funcionários públicos a serviço da sociedade se voltem contra o Estado e a população, em atos bárbaros, geralmente motivados pelo lucro financeiro?

Um dos entrevistados da obra é um ex-policial e hoje “X9″ (delator), que cumpriu pena por quase 12 anos (reduzida pelas inúmeras brechas da lei) pela morte de aproximadamente 300 pessoas. Seu relato é o mais chocante pela frieza com que revela a corrupção intrínseca na instituição, que faz acordos com os amigos do tráfico para forjar apreensões de drogas ou armas, chamando atenção da imprensa e, assim, falseando uma boa imagem da polícia. O delator chega a relevar que em certo ano seu grupo (uma milícia interna conhecida como Cavaleiros Corredores) apreendeu cinco ou seis vezes o mesmo carregamento de maconha, cedido por parceiros traficantes.

O filme também inclui entrevistas com as vítimas das diversas chacinas, testemunhas oculares – e, muitas vezes, com sequelas – da falta de coesão do Estado brasileiro. A quem recorrer quando é a própria polícia quem pratica o crime?

O trunfo de Theresa é problematizar o serviço policial, sobretudo num contexto de implantação das Unidades de Polícia Pacificadora (UPP), um bom projeto, mas que na prática tem pendido mais a eleitoreiro do que eficiente, que leva a polícia às comunidades historicamente dominadas por facções criminosos, sem reforçar, contudo, a presença estatal nos morros com outras instituições, por exemplo, que regulem e ofereçam serviços básicos à comunidade, pelo contrário, precarizando o trabalho policial, com longas jornadas de um trabalho perigoso e mal remunerado.

Nesse contexto de quase abandono do servidor público numa zona de guerra, a associação dos policiais com os traficantes, tanto por motivos de sobrevivência, quanto por ganância, é quase que irremediável. Assim, Theresa constrói um documentário premente, urgente e verdadeiramente aterrorizante. O filme tem esse nome porque a maioria das vítimas da polícia chegam no IML (Instituto Médico Legal) desnudas, provavelmente numa tentativa de acobertamento, por parte dos policiais, das execuções à queima roupa, que deixam uma marca de pólvora em torno do buraco da bala. No fim do Festival, o filme levou os troféus Redentor nas categorias Melhor Longa Documentário e Melhor Direção de Documentário1:

Já em Rio 50 graus vemos a cidade pelos olhos de um diretor inglês, Julien Temple, que tenta refletir o presente através de uma análise histórica na formação carioca, desde o fim da escravidão (1888), que por ser mal estruturado fomentou a formação das favelas, até os preparativos da cidade para abrigar a Copa do Mundo de 2014 e as Olimpíadas de 2016, intensificando a política de remoções em nome das obras de infraestrutura. À medida que a história avança, a temperatura da cidade aumenta, como uma panela de pressão pronta para explodir – e que já ensaiou essa explosão em junho-13.

O filme também se utiliza de entrevistas com cidadãos comuns deitados no calçadão de Copacabana, até o prefeito Eduardo Paes, direto do Centro de Operações da Prefeitura, apontando os progressos – pontuando, levemente, algumas falhas – de sua gestão. Há também conversas informais com “tipos ideais”, no estilo weberiano, com cariocas, como o motorista de táxi que fala sobre a violência, e uma senhora da zona sul que nega a ditadura militar, elogiando aqueles “áureos tempos” de progresso e paz. Destaque para a conversa alienante com a cantora Bebel Gilberto, filha do “pai” da Bossa Nova, João Gilberto, que diz nunca ter ouvido funk e não ter nenhuma vontade de fazê-lo – velho exemplo da elite negando a cultura verdadeiramente popular.

Assim, o que o filme revela são disparidades sociais, culturais e de classe. Esse filme, em oposição à obra de Theresa, mostra que a incoerência e falta de coesão se revela também (e talvez, sobretudo) na sociedade. Resta saber quem veio primeiro, se o ovo da fragmentação estatal ou a galinha da desunião social.

Ambos os filmes prestam um serviço público de reflexão social. Não são comprometidos com bandeiras ideológicas, mas com ideias. Assumem uma postura crítica e desossam a ilusão sob a qual se assentou a Cidade Maravilhosa. Nesse ponto, deixa no chinelo a propaganda-em-forma-de-longa-metragem Rio, eu te amo , um filme fraco e alienado. Se o trunfo de Theresa está na abordagem nua e crua, o filme de Julien não fica por menos e é uma obra que, mesmo estrangeira, consegue captar algo da “essência” (se é que isso existe) do Rio de Janeiro. Certamente dois filmes feitos para provocar a plateia.

Julien Temple

O diretor inglês Julien Temple analisa o calor social do Rio de Janeiro

Em tempo: Outro filme que assisti nesses dias e que, mesmo não se encaixando perfeitamente com os dois filmes supracitados, serve de complementação à análise do Brasil e, por isso, tem o seu valor, foi O Fim e os Meios, de Murilo Salles, que se aplica bem aos tempos atuais por abordar a campanha eleitoral de um candidato ao Senado (Marco Ricca) e a falta de ética dos políticos. Menos eficiente que os dois documentários destrinchados acima, com um roteiro que às vezes torna-se modorrento pela falta de ritmo, tem seu valor ao retratar os jogos de poder de um país tão avesso a suas figuras políticas. Figura central da obra é a jornalista Cris (Cintia Rosa), que se muda para Brasília com o marido (Pedro Briccio), e aos poucos desenvolve uma relação perigosa com o senador para o qual o marido trabalha como marqueteiro. Assim, o filme é quase uma fábula de como o ator político se imiscui na vida do cidadão comum, quase sempre com resultados trágicos.

  1. Veja a lista completa dos vencedores aqui
10 Oct 10:53

Uma derrota que já foi

by Juliana Cunha

Dilma já foi derrotada. Estar praticamente empatada com Aécio Neves mesmo tendo a máquina do Estado e o apelo emocional do lulismo ao seu lado é uma derrota e tanto. Há poucos meses eu nem acreditava que era possível um presidente da república perder uma reeleição dada a vantagem desproporcional que esse mecanismo dá a quem já está no poder. A rejeição à Dilma mostra que o projeto petista de distribuição de renda se esgotou, o governo falhou em dar um passo seguinte à retirada da miséria. É um esgotamento de projeto, não é falta de carisma, não é incompetência pessoal de Dilma e definitivamente não é porque Aécio Neves é um bom candidato.

O crescimento de Marina forçou uma certa guinada de Dilma à esquerda. O momento em que Marina foi catapultada nas pesquisas foi o momento em que Dilma parecia menos apática, menos zeladora de prédio, menos guarda do museu do lulismo. A estratégia de malhar Marina foi meio calhorda e saiu pela culatra. Marina virou escada para Aécio. A eleição que parecia representar a consolidação do projeto petista para o país — com duas mulheres oriundas do centro, com histórico de luta social, no segundo turno — virou uma representação gráfica da fragilidade desse projeto.

Não acho que o mundo vá acabar se Aécio for eleito. Na verdade, gostava de ver como a esquerda se reorganizaria sem o PT no poder, como os movimentos sociais deixariam de ser aparelhados. Não vou votar na direita para satisfazer essa pequena curiosidade histórica, rs — Até porque a direita vai voltar uma hora ou outra, sei que ainda vou ver isso tudo.

O Brasil é tão atrasado em direitos sociais que qualquer migalha de política social-democrata que os governos petistas concedam ganha ares de revolução; é dessa forma que uma gestão corrupta, aliada e alinhada com a burguesia nacional e que não consegue avançar sequer pautas liberais como casamento gay e aborto é percebida como um grande patrimônio da esquerda, um totem pelo qual vale a pena trocar décadas de esforço para erguer os movimentos sociais do país. Mesmo sendo social-democrata na menor parte do tempo e fazendo concessões éticas e políticas descomunais para viabilizar um projeto recuado, o petismo tende a ser visto como revolucionário por uma elite que ainda digere a lei áurea e seus desdobramentos — como a política de cotas raciais e a paridade de direitos entre trabalhadores domésticos e de empresas.

Dilma já foi derrotada. Ela já entrará em seu segundo mandato em dívida com uma direita fortalecida e com uma base que a considera vagamente menos pior que a oposição. É importante que o PT perceba que, mesmo ganhando, perdeu, e vai continuar perdendo enquanto não avançar a pauta da inclusão de consumidores para a inclusão de cidadãos. O que, é bom lembrar, também não seria revolucionário.

É engraçado — e na verdade me enche de esperanças — ver as pessoas da direita falando sobre sovietização do Brasil, sobre como isso aqui vai virar uma Cuba etc. Não parece um discurso muito conectado com a realidade ou com o noticiário, mas sempre penso “ah, que fofo” porque, lendo os marxistas contemporâneos, o problema é justamente o contrário, não é? O problema é que o horizonte de expectativas da esquerda foi ridiculamente achatado e sequer sonhamos alto, o problema é que nem a gente acredita na viabilidade da revolução (ou mesmo de reformas audaciosas). Enfim, o mundo TINA, da Margaret Thatcher. Quando vejo as pessoas da direita dizendo que há sim alternativa, bem, isso parece bastante meigo da parte delas, passar essa dica e tudo.

10 Oct 10:50

The ghosts in Pac-Man each have different behaviors: Red is the...



The ghosts in Pac-Man each have different behaviors: Red is the only one that will constantly chase you, Pink stays 32 pixels in front of Pac-Man’s mouth, Blue tries to stay in a fixed location, and Orange is completely random. Source

10 Oct 10:48

Museums use flesh-eating beetles to clean their specimens...



Museums use flesh-eating beetles to clean their specimens because they can remove all the flesh from fragile bones without damaging them. Note to self: avoid flesh-eating beetles. Source

09 Oct 16:40

There are miniature guide horses that the blind can use as an...



There are miniature guide horses that the blind can use as an alternative to seeing eye dogs. Tiny horses! Like, really tiny horses. Source

09 Oct 14:16

"Egocentric bias" causes people to remember events in a way that...



"Egocentric bias" causes people to remember events in a way that makes them look better - like when fisherman claim they caught the big one. Some people exaggerate more than others, but they aren’t always lying on purpose. There. Now you have an excuse to be arrogant. Source

09 Oct 11:26

Robert Morris University in Chicago acknowledges video gaming as...



Robert Morris University in Chicago acknowledges video gaming as a varsity sport and gives out scholarships to recruit team members who compete in championships for millions of dollars in prizes. Source

09 Oct 11:25

"Grrr, it’s right on the tip of my tongue! I know it starts with...



"Grrr, it’s right on the tip of my tongue! I know it starts with a B…" this tip-of-the-tongue phenomenon happens when multiple memory fragments hit you all at once. Thinking about something else will help you remember because you’re not trying as hard. Source

09 Oct 11:24

The reason why old books have such a distinct smell is because...



The reason why old books have such a distinct smell is because hundreds of organic compounds in the pages break down over time and release chemicals that smell like almond, vanilla, and grass. Source

08 Oct 14:22

Back to the Future II promised us hoverboards. They never...



Back to the Future II promised us hoverboards. They never happened. But hoverbikes really are happening. The Aero-X is designed for low-altitude flying, and it reportedly rides like a motorcycle. Source

08 Oct 10:54

If a catastrophe caused the Internet to crash, there are 7...



If a catastrophe caused the Internet to crash, there are 7 people in the world who have keycards that can reboot the system when 5 of the keys are used together. Source

08 Oct 10:53

If you lived in complete darkness, your body would eventually...



If you lived in complete darkness, your body would eventually adjust to a 48-hour day where you stay awake for 36 hours and then sleep for 12. Source

07 Oct 19:21

"Who Left the Light On!"

Cats,animals,gifs,Lights Out

Submitted by: (via babybopp)

Tagged: Cats , animals , gifs , Lights Out
07 Oct 19:20

The urine of a diabetic contains so much sugar that it can be...



The urine of a diabetic contains so much sugar that it can be purified and made into a high-end, single malt whiskey.
Source

07 Oct 15:20

A man in Australia was bitten by the head of a snake 45 minutes...



A man in Australia was bitten by the head of a snake 45 minutes after he decapitated it. Unfortunately for him, he had no idea that snakes can have a bite reflex for up to 60 minutes after death, even if the head is separated from the body. Source

07 Oct 11:06

A Locomotiva

by Alexandre Esposito

Acho que todo mundo aqui sabe o que é uma locomotiva, né? É aquele pedaço do trem que vai na frente, tem uma chaminé bonitinha e tudo.

Mas vocês se lembram qual é a função da locomotiva? É impulsionar o trem pra frente, puxando vagão por vagão até o seu destino. A locomotiva é importantíssima, essencial, mas sua existência simplesmente não faria sentido se ela não fizesse sua carga e/ou passageiros chegarem onde devem. A locomotiva é feita para todos os vagões, tripulantes e passageiros, e não apenas para o maquinista, certo?

Pois bem, aqui no Brasil existe um estado que gosta de dizer que é a locomotiva do país.

É uma afirmação discutível, mas como eles têm orgulho dela, vamos aceitar por enquanto.

Eu quis lembrar da função de uma locomotiva naquele parágrafo ali em cima justamente para questionar se essa “locomotiva do Brasil” se lembra do que, de fato, é uma.

A locomotiva do Brasil diz que leva o trem (o país) pra frente, gerando riqueza. Mas acha um absurdo que os outros vagões recebam qualquer parte dessa riqueza. A locomotiva diz que cria empregos, e é verdade, mas Deus os livre desses empregos serem exercidos pelos passageiros dos vagões do Nordeste.

Se os vagões mais pobres reclamam, pedem ajuda, a locomotiva esnoba, diz que eles deveriam andar com suas próprias rodas no trilho. Mas o papel da locomotiva não é justamente ajudar a puxar todo mundo junto?

A locomotiva do país não se importa com os outros vagões, só quer deixar o maquinista contente. A locomotiva do país não tem água, mas o maquinista não se importa com isso, desde que possa brincar com o Mickey nas férias.

O grande sonho da locomotiva é desengatar sua traseira dos outros vagões. O que a pobre (rica) locomotiva não entende é apenas uma coisa: sem os vagões, ela não serve pra NADA.

07 Oct 11:05

According to the U.S. Census Bureau, the white population will...



According to the U.S. Census Bureau, the white population will no longer be the majority in America by 2043. Source

07 Oct 11:05

Os números para presidente nos estados.

by noreply@blogger.com (Roberto)
As eleições surpreenderam muita gente e entre centenas de gráficos tentando explicar o pleito de domingo, hoje o Estadão e a Folha trouxeram exatamente o mesmo gráfico mostrando os resultados para presidente por estado. Veja só:

Estadão


Folha


Com os mesmos dados fiz um exercício no software Tableau Public para deixar o gráfico mais manipulável. Veja o resultado e tente você mesmo mexer um pouco nele.

Painel 1
Que reviravoltas será que ainda teremos nesses números no 2o turno?

Até
Roberto
06 Oct 16:23

Studies show that children will eat as much sugar as you give...



Studies show that children will eat as much sugar as you give them because they’re biologically wired to crave high-calorie foods during rapid growth. Kids won’t start thinking of foods as “too sweet” until they’re about 16, when bones stop growing. Source

06 Oct 11:30

If you get blackout drunk, you don’t really forget the...



If you get blackout drunk, you don’t really forget the hours you spent acting like an idiot because there’s actually nothing to forget. Too much alcohol shuts down the part of your brain that records memories. That’s why you wake up thinking “what the hell did I do last night?” Source

06 Oct 11:29

Inspired by the fact that a milk carton takes several years to...



Inspired by the fact that a milk carton takes several years to decompose while the milk itself goes sour in a week, Tomorrow Machine designers are creating food packaging made of waxes, sugar, and seaweed gel that only lasts as long as the food inside. Source

06 Oct 11:29

Have you ever noticed that when you’re arguing with...



Have you ever noticed that when you’re arguing with someone about how your iPhone is way better than their Droid, the other person downplays the flaws of their phone but makes yours sound worthless? This is called choice-supportive bias, where people exaggerate their opinions so their choices sound better than they actually are. Source

06 Oct 11:26

According to a new study, losing your sense of smell is a strong...



According to a new study, losing your sense of smell is a strong indication that you might die in the next 5 years. Source

06 Oct 11:26

A feral pig in Australia snuck into a campground and got into...



A feral pig in Australia snuck into a campground and got into the campers’ food. After drinking 18 beers, it was so wasted that it stumbled off and got in a fight with a cow, then passed out under a tree. Source

06 Oct 11:25

Drinking a ton of beer can make you smarter! Studies show that...



Drinking a ton of beer can make you smarter! Studies show that large amounts of hops can improve cognitive function. Unfortunately, you’d have to drink 3,520 pints in 1 day to get the effect. So once you became the smartest drunk person ever, you’d also be the deadest person ever. Source

06 Oct 11:23

The skeletons of young lovers locked in a 6,000 year embrace...



The skeletons of young lovers locked in a 6,000 year embrace were discovered in the city of Mantua, Italy - the same city where Romeo was exiled to, and where he was told that Juliet was dead. Source