Um dia o banco perguntou para este jovem: Como deseja ser tratado?
– Sr.
– Dr.
– Prof.
– Outro: INSIRA UM TRATAMENTO AQUI.
E foi assim que o coruja Vinícius Zomparelli recebeu esta carta…

Um dia o banco perguntou para este jovem: Como deseja ser tratado?
– Sr.
– Dr.
– Prof.
– Outro: INSIRA UM TRATAMENTO AQUI.
E foi assim que o coruja Vinícius Zomparelli recebeu esta carta…

O astro da franquia Jornada nas Estrelas, Leonard Nimoy, faleceu na manhã desta sexta-feira (dia 27) aos 83 anos. A notícia foi divulgada pela esposa, Susan Bay Nimoy, ao The New York Times. Segundo a esposa do ator, a morte veio em decorrência de uma doença obstrutiva pulmonar crônica.
Nimoy revelou, no ano passado, que estava com problemas no pulmão, atribuindo sua condição aos anos como fumante — mesmo tendo parado com o vício 30 anos atrás.
Por muitos anos, a Google foi considerada inovadora na cessão de seus espaços de trabalho para os funcionários em todo o mundo. Agora, a empresa pretende fazer isso novamente, com um novo projeto de escritórios compostos por estruturas modulares e diversas outras que são capazes de deixar qualquer arquiteto de boca aberta. Pois é... Estamos falando de inovações de verdade.
Betoostentação on só faltou o óculos thug life no tio dirigindo a canoa rs
Durante um passeio pela Tailândia, um turista resolveu fazer um vídeo de daqueles pequenos barquinho que levava as pessoas para locais da região.
Só que esse pequeno barquinho era um pouco diferente e tinha uma modificação extra. Veja o motorzão V8 que o sujeito colocou nele:
O terror da vizinhança!
Imagino os outros barcos se segurando pra não virar, quando esse daí passa:
BetoXD

Acabando com a polêmica e garantindo uma noite de sono no sofá com estilo.
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A Academia deixou o Leo fazer todos os oscars versão lego com um pingo do seu rancor em cada um
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Betoputsssss

Faz assim, continua deixando os recados pq a galera do banco precisa se divertir né
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Betolegal hehehe
O artigo O melhor dia da vida desse pequeno gamer faz parte do conteúdo do Byte Que Eu Gosto! - Nerd, Geek, Dicas, Cinema, Games e mais!.
Um molequinho estava lá na dele fazendo um streaming de Minecraft quando de repente uma zoeira do bem aconteceu. Fizeram uma “raid” invadindo a transmissão dele com uma chuva de comentários e pessoas online. O moleque entrou em parafuso.
Frases como “Eu não acredito” ou “Eu me sinto tão vivo” foram as palavras mais ditas por ele. É emocionante e engraçado. Ele fica tão frenético que nem presta atenção nos Hitlers e Pirocas passando nos comentários.
Deve ter sido mesmo o melhor dia da vida dele. Me lembrou imediatamente do molequinho do NINTENDO SIXTY FOOOOOUR!!!
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O Pond5 anunciou no mês passado o lançamento mundial do Projeto Pond5 Domínio Público, a primeira biblioteca de conteúdo em domínio público gratuita feita especialmente para profissionais do audiovisual. A coleção inicial reúne 10 mil clipes de vídeo, 65 mil fotos e centenas de gravações em áudio e imagens em 3D. “Por muitos anos, todo esse conteúdo incrível de domínio público esteve trancado e inacessível para o produtor médio de conteúdo”, disse o cofundador e CEO do Pond5, Tom Bennett. “Eles merecem mais. Nosso projeto de Domínio Público dá poder aos criadores de conteúdo para utilizar este incrível e rico arquivo que é, por direito, deles também.”
A coleção conta com 5 mil clipes inéditos, digitalizados diretamente da Biblioteca Nacional de Washington D.C. Outros destaques da coleção são as imagens do filme “Le Voyage dans la Lune” de George Meliés de 1902, Jogos Olímpicos de Helsinki de 1952, Guerras Mundiais, lançamento de foguetes da Nasa, de estações espaciais, discursos de personagens históricos como Winston Churchill e John Kennedy, performances completas de obras de compositores como Beethoven ou Chopin.
Desenvolvida especialmente para os criadores de mídia, os metadados padronizados e aprimorados da biblioteca permitem que os usuários procurem conteúdo com facilidade, por qualidades estéticas e técnicas. Além disso, as sequências foram divididas em clipes individuais, economizando incontáveis horas de trabalho dos editores de vídeo e pesquisadores. Tudo o conteúdo esta disponível para download imediato, para o compartilhamento em redes sociais e na web.
Com sede em New York, e escritórios em Genebra na Suíça e Praga na República Tcheca, o Pond5 recebeu recentemente um investimento de US$ 61 milhões da Accel Partners e Stripes Group. E emprega aproximadamente 80 pessoas em todo mundo. Pond5 é um espaço para artistas e criadores de mídia comercializarem seu conteúdo, oferecendo o maior acervo de vídeo royalty free do mercado, além de mais de 19 milhões de mídias criativas como: fotos, ilustrações, músicas, efeitos sonoros, after effects e 3D.
Criado em 2006, o site Pond5 funciona como um mercado aberto de mídia criativa, com mais de 35 mil artistas em sua rede mundial, a página surge em língua portuguesa com o objetivo de auxiliar a comunidade audiovisual brasileira na comercialização de conteúdo licenciado, tanto para quem procura mídias para suas produções, quanto para quem precisa de um espaço para vender o seu material. “A versão em português é um passo fundamental para o Pond5”, diz o CEO e cofundador, Tom Bennett. “Há muita procura por conteúdo brasileiro no mercado internacional, pois a criatividade dos produtores nacionais é bastante reconhecida lá fora”, completa.
Com um modelo comercial único, que valoriza e apóia o artista, e o deixa livre para estipular o preço de venda de seu trabalho. O site Pond5 é o único no mundo que paga a metade do valor em cada venda, a melhor taxa aplicada no mercado. O resultado, diz Bennett, é o crescimento rápido da coleção, com conteúdos que possuem os preços mais acessíveis do mercado. “Nos últimos 12 meses, o acervo de vídeos, por exemplo, duplicou, alcançando a marca de 3 milhões de clipes de vídeo. Mantemos a qualidade das produções com uma equipe de curadores que visualiza e aprova as novas mídias inseridas na página.” Todo o conteúdo é licenciado com uma licença simples e livre de royalties que proporciona aos clientes o direito de uso mundial, para sempre, em todos os tipos de mídia.
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A página do Facebook “Ferrugem BR” publicou uma foto bem interessante de um antes e depois sensacional feito pela Polícia Rodoviária Federal de São Paulo.
Se você é dos tempos em que as viaturas eram máquinas possantes com motor V6 e até V8, certamente vai lembrar desses carros:


A reprodução foi feita na BR 101, Ubatuba, litoral norte de São Paulo.
Correção: Em um primeiro momento falamos que a Polícia Rodoviária de SC havia reproduzido a foto, porém, foi a equipe da Polícia Rodoviária de SP que fez. A foto foi realizada no dia 14/02/15, por uma equipe composta de 7 PRFs, capitaneada pelo Núcleo de Comunicação Social da PRF em São Paulo. O local é a BR-101, km 44, Praia do Félix, em Ubatuba-SP.
BetoBrasil teu passado te condena...

Entenderam, né?! REPASSEM!
Betokkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk virei fã deste tio...
“Tá todo mundo feliz com o ….”

NOPE
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O Cristo Redentor é um dos monumentos mais conhecidos do mundo, mas até hoje não havia um modelo tridimensional preciso da estátua. A necessidade de um modelo assim, o bom e velho espírito hacker do pessoal da PUC, a parceria com a Arquidiocese do Rio e uma empresa americana viabilizaram o Projeto Redentor.
O projeto, do Núcleo de Experimental Tridimensional da PUC (NEXT) consiste em utilizar um drone para tirar milhares de fotos em alta resolução do Cristo Redentor, mapear em um software semelhante ao Photosynth da Microsoft, e usar esses dados para criar um modelo 3D compatível com softwares de modelagem e animação, impressoras 3D, etc.
Veja o vídeo:
Pix4D – Mapping Christ the Redeemer
Eles conseguiram patrocínio da Aeryon Labs, uma fabricante canadense de drones, e da Pix4D, norte-americana.
O resultado ficou excelente, e pode ser conferido em 3D em uma versão reduzida aqui no Sketchfab. Roda no browser. Parabéns aos envolvidos no projeto, e parabéns a quem lembrou de remover o modelo 3D do Renato Aragão do braço da estátua.
O modelo será comercializado em forma de réplicas, o lucro será dividido entre o NEXT e a Arquidiocese. No mínimo aquelas miniaturas que vendem nas lojas do Corcovado, do lado das piranhas empalhadas, ficarão muito mais precisas.
Fonte: TV.
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Se viajar para qualquer lugar já é delicioso, imagina se hospedar em um hotel onde cada detalhe foi pensado para impressionar.
Agende suas férias e prepare a sua máquina fotográfica, pois na sua próxima viagem o destino vai ser o próprio hotel!
Harads, Suécia
Os quartos desse hotel são casas na árvore! Precisa dizer mais alguma coisa?
Sim, porque além disso duas de suas fachadas são revestidas de espelho, o que cria uma camuflagem incrível.

Foto: Treehotel
Saariselka, Finlandia
E que tal se hospedar em um iglu ? E não é um iglu qualquer, aqui cada quarto tem um domo de vidro, o que garante uma vista noturna de tirar o fôlego.

Foto: Kakslauttanen Igloo
Antuérpia, Bélgica
Para se sentir sustentável, durma nesse hotel que reaproveita containers transformando-os em quartos.

Foto: Sleeping around
Merano, Itália
Na Itália o design é levado muito a sério. Nesse hotel boutique a decoração é diferenciada e retrô. A cobertura com deliciosas chaises, um ofurô e a vista de Merano é um luxo incomparável.

Foto: Boutique Hotel ImperialArt
Nice, França
Cores, cores e mais cores! O Hi Hotel foi bem ousado, mas nós adoramos!

Foto: Hi Hotel
Bruxelas, Bélgica
Pronto, se nenhum dos hotéis acima chamou a sua atenção, esse com certeza vai! Não conheço um amante do design que não é fã da Pantone. #PartiuBruxelas! Veja um tour virtual do hotel aqui.

Foto: Pantone Hotel
Quebec, Canadá
Para quem adora o frio, não pode perder a chance de conhecer esse hotel inteiro construído de gelo. Isso mesmo, tudo aqui é feito em gelo, até as camas! Preparem as cobertas…

Foto: Hôtel de Glace
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BetoIdeia legal
O artigo Trabalhar em CoWorking vale a pena? faz parte do conteúdo do Byte Que Eu Gosto! - Nerd, Geek, Dicas, Cinema, Games e mais!.
Desde que resolvi me dedicar exclusivamente a minha família e aos blogs, isso em Setembro de 2011, já se vão quase quatro anos. São quase quatro anos trabalhando (ou tentando) em casa, saindo pouco e vendo quase ninguém. O homeoffice é um sonho de muita gente e realmente acho que o mundo seria bem melhor se mais e mais pessoas passassem mais tempo em casa, mas há diversas ressalvas a fazer depois de anos vivendo dessa forma.
A rotina doméstica suga toda a sua energia. É preciso que você consiga se adaptar às tentações de estar em casa quando for trabalhar. Videogame, TV, cama, tudo é motivo pra lhe distrair. Some a isso pessoas na casa, filhos, cachorros e o circo está armado. O grande desafio será ter meia hora de sossego e silêncio para se concentrar. Eu não lembro de nenhum momento assim nesses quase quatro anos, a não ser quando todos estavam dormindo mas eu já estava cansado demais para produzir algo.
Além disso, ficar em casa é legal no começo mas quando o tempo vai passando, você vai ficando mais e mais enfiado em casa e a coragem pra sair vai sumindo. Tudo lhe dá preguiça, até ir na esquina. E essa preguiça se espalha pelas suas obrigações. No meu caso isso foi além. Além de me privar do convívio com os amigos e colegas de trabalho (principalmente por conta dos meninos, mas não tenho NENHUM arrependimento disso), intensifiquei transtornos que já tinha, como ansiedade e síndrome do pânico. Alguns episódios de depressão também apareceram.
Hoje posso dizer que estou 95% bem. Quem tem esses problemas nunca estará totalmente livre deles, mas acho que cheguei num patamar bem seguro e vivo normalmente. Cheguei em um momento em que eu disse a mim mesmo que PRECISAVA sair de casa. Eu não aguentava mais ficar em casa o tempo todo. Isso estava me prejudicando como pessoa, como marido, como pai, enfim, em todas as áreas da minha vida. Foi aí que decidi duas coisas: fazer uma nova faculdade e alugar um espaço num CoWorking.
CoWorking é um conceito relativamente novo. É um escritório físico, com mesa, internet, telefone, tudo o que um escritório normal tem, mas é compartilhado por várias pessoas e várias empresas. Você não tem “sua mesa”, “seu pc”. Você leva seu próprio computador e senta no lugar que estiver livre. Sala de reunião você aluga por hora e tem que agendar. Então, sabendo disso, vale a pena? Vou dizer que sim, e explico:
No meu caso, ainda dei sorte. O CoWorking é perto de casa e posso voltar a qualquer momento em caso de alguma emergência. Fica a 5 minutos a pé da escola de João e posso fazer tudo de bicicleta. Mais saudável para mim, um carro a menos na rua, só coisas positivas.
O lado ruim do CoWorking é a falta de privacidade, o barulho e não ter uma mesa só sua, com a sua cara. Todo mundo gosta de colocar bonecos, fotos, enfim, decorar o espaço de trabalho. O CoWorking é absolutamente impessoal e talvez por isso seja bom, porque você necessariamente irá focar no trabalho.
A princípio aluguei 60h por mês e acredito que o equilíbrio seja esse. Uma parte do dia em casa, uma parte na rua. Não quero voltar a rotina de escritório e praticamente não ver meus filhos, mas também não quero me enfurnar em casa o tempo todo. Por enquanto, a experiência está sendo bastante positiva.
Recomendo fortemente para quem está trabalhando em casa há um tempo e tem problemas como os que eu tive, principalmente de produtividade. Qualquer dúvida, manda aí nos comentários ;)
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Betoheheheh

Parabéns, nobre pensador contemporâneo, faço de suas palavras as minhas!

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BetoOlha isto Dark O.o
Uma das coisas mais legais da mentalidade hacker é valorizar o espirito fuçador. independente da praticidade. O Hacker Verdadeiro é uma espécie de estudante de designer que faz as coisas que imagina, mas sabe que elas não são práticas. Não importa, o objetivo é fazer para descobrir se podem ser feitas, e aprender com isso.
Nesse quesito Dmitry Grinberg é, sem dúvida, um Hacker Verdadeiro. Seu projeto é absolutamente inútil, tem zero de praticidade e faz todo Legítimo Fuçador bater palmas. Ele criou o PC Linux mais lento do mundo.
Tudo começou nos fóruns de microcontroladores, que são processadores simples, ou como dizíamos antigamente, “caraca mané, um Z80!”. Todo n00b pergunta se dá pra instalar Linux em um microcontrolador ATmega1284p, um bichinho com 128 kB de memória flash, 16 kB de SRAM, clock de 20 MHz e CPU de 8 bits. Não, não roda Crysis.
A resposta, claro, é sempre não, mas nas melhores palavras de James Bond, não não é resposta. Dmitry começou a resolver as limitações no hardware, criando isto aqui:
Ele interfaceou ao microcontrolador um módulo de memória SIMM de 1 MB. Não é 1 GB, é um megabytezinho apenas. Eu lembro quando comprei pentes desses pro meu 386. Custaram o equivalente a US$ 50/MB na época.
Na traseira um leitor de cartão SD de 1 GB, com os arquivos do Ubuntu, afinal o Linux tem que vir de alguém lugar.
Agora outro problema: o Linux não roda em processadores de 8 bits, não é nem questão do clock de 20 MHz. O que fez Dmitry então: usou Ciência da Computação, da boa, daquela que faria Alan Turing se orgulhar.
Um dos conceitos da Computação é a Máquina de Turing, um computador imaginário e ideal. Como ele é infinito todos os computadores do mundo estão contidos nele. Só que pelo próprio postulado de Turing, todo computador é capaz de emular qualquer outro computador, e foi isso que Dmitry fez.
Ele escreveu um emulador de uma CPU ARMv5 de 32 bits, emulando memória, hardware, tudo. Para todos os fins práticos, o Linux estava rodando em uma CPU de 200 MHz com gerenciamento de memória, mesmo o hardware só conseguindo ler e gravar no SIMM a 300 kB/s. 62 ms, isso é algumas ordens de magnitude mais lento que as memórias atuais.
O resultado é que a CPU emulada roda a inacreditáveis 6,5 kHz. Não MEGAhertz, QUILOhertz. Nem eu que tive um CP-200 rodei algo na faixa dos kHz de clock.
Como isso se traduz em velocidade? Ele leva quatro horas para bootar na shell, e se carregar o Ubuntu inteiro com XServer, aí são mais quatro horas.
Se você ficar no shell somente, diz Dmitry que é tranquilo, dá pra você digitar um comando em mais ou menos um minuto. Pior, ele está certo. É um triunfo da hackeragem e um tributo à simplicidade e elegância do Kernel do Linux não-fofoletizado. Veja o vídeo, com partes aceleradas e partes em tempo real:
Dmitry G’s random videos — Linux on an 8-bit micro!
Note que Dmitry usa um altímetro como relógio. Por quê? Because fuck you, ele é um hacker e não tem que se explicar pra gente.
Fonte: ET.
Site do projeto, com o esquema, componentes e código-fonte.
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BetoMuito bom...
Todo ano que se preze começa com algumas resoluções e predições. No mundo do Design não poderia ser diferente. A nova era do Design de Interação conta com transições e animações para praticamente qualquer elemento gráfico. Com o crescente apoio de CSS3, é cada vez mais fácil conseguir efeitos incríveis com um pouco de JavaScript.


As animações vem desempenhando um grande papel na Experiência do Usuário e ao meu ver essa tendência só tende a crescer. O usuário começa a se envolver mais emocionalmente com o site. A experiência não é apenas agradável, mas memorável, e tem um impacto direto sobre a quantidade de tempo que se passa navegando.
Se o Flash teve sua morte, ele está sendo ressuscitado na forma de HTML5.
Uma coisa é certa: não podemos mais projetar interfaces para um número limitado de dispositivos e suas configurações. A medida que a cada seis meses (ou menos) a densidade de pixels das telas tem aumentado, a nitidez das imagens vem se tornado um grande problema.
É por isso que a grande nova mudança cultural no mundo do UxD vem sendo o uso do SVG para ícones e imagens em vetor. Com SVG todos os seus vetores são nítidos em qualquer resolução de tela. Além disso, ele impulsiona a tendência à cima: tem a capacidade de ser animado.
A animação de SVG é feita através de CSS, JavaScript ou SMIL. Ou seja, além de ter suas imagens nítidas em qualquer dispositivo e poder animá-las, o SVG ainda garante que as imagens carreguem mais rápido, por serem mais leves. É um win-win.
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O uso de animações também é impulsionado pelas especificações do Material Design do Google, um projeto baseado em princípios e padrões clássicos do design digital. As diretrizes do Material Design vão dizer como algo deve parecer, como ele se move, como deve ser estruturado e como os elementos de interface comuns devem funcionar.




Parece que o Google leva a sério a expressão “não importa quem fez primeiro, mas quem fez melhor.” A nova abordagem do Material Design é uma versão mais rica para interfaces Flat, usando inspirações do mundo físico e explorando o que é possível fazer com as interfaces digitais.
A melhor forma de utilizar animações é construindo interfaces com mais camadas e utilizando animações como affordance. Movimentos intencionais, componentes flexíveis de design, e uma abordagem gráfica baseada na ação do usuário.
O Flat Design veio para ficar, você goste ou não, e cada vez mais os designers estão adicionando profundidade a estética minimalista e confiando cada vez mais em movimentos para transmitir emoção, direção e clareza. Como o mantra do Material Design do Google sugere…o movimento deve fornecer significado. Anota aí!


http://proprinter.usa.canon.com/
http://ieyeniden.com/
http://www.nuvola-verde.com/en/
http://www.resanova.fr/
http://www.lmnopstudios.com/
https://exchange.compstak.com/login
Praticamente todos os sites em que você navega são baseados em protocolos de comunicação “HTTP”. É por meio dos padrões dele que as páginas conseguem se comunicar com servidores e também permitir que os usuários de qualquer lugar do mundo passeiem por cada hiperlink disponível. Mas você sabia que a versão atual do padrão de protocolo foi publicada em 1999? Exatamente: faz 16 anos que navegamos com as mesmas diretrizes.
Mas nesta terça-feira, os responsáveis pelo IETF HTTP Working Group revelaram que a versão 2.0 do sistema está finalizada. Isso mesmo, estamos mais próximos de uma nova geração de diretrizes para os protocolos de comunicação que utilizamos na web. Para que isso se torne uma realidade, agora existe um processo burocrático que vai permitir a publicação das novas linhas e tornar tudo padronizado na internet mundial.
Pode parecer um cenário impossível, mas são cada dia mais comuns as faltas de portas USB disponíveis — ainda mais em momentos em que todos precisam recarregar seus aparelhos portáteis. Pensando nisso, a companhia Brando está colocando no mercado uma hub que possui nada menos do que 49 portas para os consumidores. Isso mesmo, são sete fileiras com sete conexões cada.
Para conseguir transmitir a energia para todas as portas, a hub da Brando necessita de uma fonte externa de alta potência, mas ela não faz parte do pacote — sendo preciso adquiri-la por conta própria. Vale dizer que a corrente máxima que cada porta transmite é de 1,8 A, mas a própria fabricante sugere que sejam utilizados limitadores para até 1,5 A. Todas também podem transmitir dados em até 480 Mbps para um computador que esteja conectado à hub.
BetoO.o

Eu nunca achei que ficaria insatisfeito com algo tão bobo quanto minha caixa de correio
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A Apple definitivamente não é mais a mesma. Nos tempos de Steve Jobs seus softwares sempre se mantiveram restritos à sua plataforma, mas não é novidade que a empresa está tentando atrair mais usuários para seu ecossistema, portanto dar uma amostra grátis faz parte do jogo.
É o que acontece agora com o iWork, sua suíte de aplicativos para escritório: a partir de agora é possível utilizar os programas Pages, Numbers e Keynote em qualquer computador, via browser.
A novidade foi disponibilizada na página beta do iCloud, seu serviço de armazenamento online e produtividade que é um adversário direto do Google Drive e do Office Online. Como ambos oferecem ferramentas simples para que o usuário trabalhe tranquilamente sem precisar de um software dedicado, Cupertino julgou que é importante fazer o mesmo com o iWork: bastar ter uma Apple ID, que pode ser criada gratuitamente e não depende da aquisição de nenhum dispositivo da maçã.
Ao criar uma conta no iCloud você ganhará 1 GB gratuitamente para armazenar seus documentos. É possível criar apresentações e documentos bem elaborados, embora obviamente não haja tantos recursos como na versão dedicada para Mac ou iGadgets (amostra grátis, lembra?).
É uma suíte muito interessante e pode agradar quem tem curiosidade em usar a suíte da Apple mas não quer gastar uma baba em um Macbook ou num iPad. Se vai atrair usuários do Office? Difícil dizer, muita gente que possui Mac, iPhone ou iPad é usuário ferrenho do Office pela praticidade e recursos, mas em todo caso é uma tentativa válida. E é de graça (diferente do Office Online), que mal há nisso?
Aos interessados: o iWork é compatível com Windows 7 e OS X 10.8 e versões superiores e roda no Safari, Firefox, Google Chrome e Internet Explorer.
Fonte: TC.
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Kingston, Samsung, SanDisk e outras fabricantes disputam há anos uma guerra acirrada para definir quem será a empresa dona dos cartões SD com maior capacidade e mais rápidos. Longe de mim reclamar, quanto mais eles batem a cabeça melhor pra gente, porque a tecnologia avança e consequentemente os cartões ficam melhores — e mais baratos. Tente comparar o custo de um cartão de 128 MB oito anos atrás e um de 64 GB hoje.
A Toshiba entretanto resolveu ir por outro caminho: acrescentar funcionalidades. Com isso temos essa pequena belezinha, um cartão que possui conectividade NFC.
Para começar é bom ir devagar com o andor: o cartão não permite transferência de dados via NFC. A funcionalidade permite que o usuário conecte o acessório ao smartphone Android através de um app dedicado chamado Memory Card Preview, que faz o que o nome sugere: saiba o espaço disponível e pré-visualize seu conteúdo, com direito a miniaturas das imagens armazenadas.
Isso é uma mão na roda para quem possui muitos cartões SD e depende deles para trabalhar (fotógrafos por exemplo): com o cartão da Toshiba e um Android é possível saber qual deles contém o quê e qual possui espaço suficiente para uma nova sessão de fotos. Embora não permita transferência de dados, eu vejo a adição do NFC como uma bela vantagem sobre os concorrentes que fatalmente será copiada, claro.
Por enquanto o cartão SD com NFC da Toshiba só está disponível no Japão (em breve no DealXtreme mais próximo de você) nas versões de 8, 16 e 32 GB. Os preços variam entre 2 mil e 7 mil ienes (entre R$ 47,80 e R$ 167,30, valores de 16/02/2015). Já o app Memory Card Preview pode ser baixado aqui e é compatível com Android do 4.0 Ice Cream Sandwich ao 4.4 KitKat.
Fonte: AN.
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BetoO.o vapo partiu correndo deste lugar em 3,2,1..... (medo)

É do imaginário das crianças conversar com seus brinquedos, sempre foi. A indústria já tentou fazer com que isso fosse uma via de mão dupla, com bonecos que falam mas que não eram muito espertos, possuindo apenas algumas frases pré-gravadas em seu repertório.
A Mattel vai tentar mudar isso com a Hello Barbie, a primeira boneca conectada na nuvem que ouve — e aprende com — a criança.
A dita boneca é resultado de uma parceria entre a Mattel e a ToyTalk, uma startup responsável por desenvolver softwares de reconhecimento de voz e conversação voltados às crianças. A empresa foi fundada por Oren Jacob e Martin Redd, que atuaram por mais de 20 anos como CTO e desenvolvedor da Pixar respectivamente. Eles lançaram alguns apps para crianças, onde o que mais se destaca é o The Winston Show, disponível para iPad e que oferece diversas brincadeiras interativas.
De volta à Barbie, a boneca se conectará à nuvem via Wi-Fi e ouvirá as questões das crianças, respondendo de acordo. Mais importante, as inúmeras questões ajudarão a construir um grande banco de dados na nuvem, que armazenará os gostos pessoais de cada criança. Em suma, a Hello Barbie vai aprender com o tempo as preferências de cada um e suas respostas ficarão mais acuradas com o tempo.
Por exemplo, à medida que vai aprendendo as particularidades de cada criança a Hello Barbie poderá dar sugestões sobre carreiras e outras coisas, embora haja a enorme possibilidade de acontecer algo parecido com a reação da Lisa com a Malibu Stacy falante:
Ora, conectada ou não ainda é a Barbie, e há um risco grande de suas falas serem muito superficiais, mesmo absorvendo o que a criança fala (UPDATE: me lembrei da polêmica envolvendo o livro da Barbie programadora. Espero mesmo que o brinquedo não vá por esse caminho e que a Mattel prefira o da Barbie astronauta, que teve consultoria da NASA — aliás, uma das muitas profissões fodas que ela teve durante as décadas, sendo que a primeira versão dessa boneca em particular é de 1964).
Uma forma da Mattel fazer isso dar certo é manter um banco de dados geral, de modo a gerar uma rede neural capaz de aprender e abordar assuntos completamente novos, dedicados a cada criança e relevantes, seguindo os questionamentos mais complexos dos pequenos.
A Mattel não definiu preços, só disse que a Hello Barbie estará disponível em breve. Dependendo de quando for lançada ela pode vir a se tornar um dos brinquedos mais procurados do Natal, isso se fizerem a coisa funcionar do jeito certo.
Fonte: TL.
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O mercado mobile do Japão é deveras estranho para nossos olhos ocidentais, pois algumas de suas particularidades só fazem sentido lá. Por aqui as pessoas se habituaram, como nossas vidas loucas aos smartphones, que fazem de tudo um pouco e além. Eu por exemplo sempre os usei como computadores de bolso, mesmo quando eles pediam água.
Por lá o buraco é mais embaixo. O mercado mobile japonês desenvolveu a chamada Síndrome de Galápagos, se desenvolvendo completamente à parte do cenário mundial. Lá os celulares flip ainda são populares por uma série de features dedicados e o fato que por lei, cada aparelho tem que ser relacionado a um e-mail. É um caso completamente endêmico, só existe lá e não funcionaria em nenhum outro lugar.
Não que os smartphones não vendam por lá. Demorou um bocado mas o iPhone assumiu a dianteira do mercado em 2011 e abriu vantagem em 2014, seguido por marcas locais (o japonês em geral resiste bravamente a marcas de fora). Só que o último relatório do MM Research Institute mostra que o público local ainda prefere os flips: pela primeira vez em sete anos o número de aparelhos celulares enviados às lojas aumentou, com 10,58 milhões de unidades (um aumento de 5,7%). E como se não bastasse o número de smartphones caiu, com 27,70 milhões de aparelhos sendo despachados às prateleiras (queda de 5,3%).
O motivo não é apenas saudosismo ou resistência ao novo, é algo mais mundano que isso: dinheiro. No Japão as operadoras praticam preços insanos nos planos de dados para smartphones, o ministério das comunicações confirma que os custos da categoria estão entre os mais altos do mundo. Já os planos para celulares flip são muito mais baratos e fornecem serviços de voz, dados e conexão à internet (além do já citado e-mail). Fabricantes locais como NEC e Panasonic, incapazes de concorrer com Apple e Samsung no mercado smart o abandonaram e se focam agora em celulares flip, junto com outras como Sharp e Fujitsu.
Ainda assim o analista da MM Research Hideaki Yokota acredita que este é um caminho sem volta: os aparelhos flip carecem de funcionalidades em comparação aos smartphones e para ele, o crescimento dos gadgets vintage foi uma ocasião rara, que não voltará a se repetir. Bem, se as operadoras passarem a praticar planos mobile para smarthpones mais em conta até posso concordar, mas até lá vou observar e ver o que acontece.
Fonte: R.
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Betolegal
Se você assistiu Pokémon (ou ainda assiste), talvez nunca tenha parado para pensar sobre a seguinte possibilidade: e se os Pokémons se transformassem em marcas corporativas? E se cada um fosse representado com um logotipo que os representassem?
São ideias como essa que nos fazem encher os pulmões e exclamar: “Como não pensei nisso antes?”.
A agência Pictogram, localizada em São Francisco teve essa brilhante ideia, e não só criou as marcas de cada poke-empresa como também descreveu como ela seria e também, em alguns caso, criou materiais de escritório.
Simplesmente fantástico. Confira abaixo seu trabalho:

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Betomamãe rs
Brasileiros a partir de certa idade – aproximadamente uns 18 anos – devem se lembrar de como eram os celulares antes de eles se chamarem “smartphones”. Ainda que hoje eles fossem considerados pesados, grossos e até feios, na época de seus lançamentos eles eram o que havia de melhor em tecnologia em nosso país. Agora, já imaginou se esses dispositivos fossem relançados em nossos dias e com os mesmos conceitos empregados nos aparelhos inteligentes?