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05 Oct 20:42

PlayReplay: 50 tons de bits – a evolução gráfica dos jogos

by Janai­na Pereira (PlayReplay)

Videogame e tecnologia são como unha e carne. PS1 e Memory Card. Pipoca e cinema. Meia lua para frente e soco. Ela permeia toda a trajetória das gerações de consoles de diferentes maneiras: dispositivos que mudam a forma de jogar, conexão via internet com outros jogadores, mudanças gráficas de saltar os olhos… E quando um jogador pensa em conferir um jogo que acabou de ser lançado, dentre todas as expectativas que ele tem, a imagem apresentada sempre vai ser comparada à imagem de edições anteriores da mesma saga ou até mesmo a jogos de outros anos. O nível de “avanço gráfico” rende um intenso bate-papo entre as gerações de jogadores, principalmente, quando a mudança visual dos personagens for drástica.

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Vejamos o famoso Mario, mascote da Nintendo, por exemplo. Acompanhamos a mudança de suas características a cada jogo lançado pela Big N, desde o seu nascimento como coadjuvante em Donkey Kong até ser a estrela principal da empresa em seu próprio game. Tudo nele mudou durante as últimas décadas: o tom das cores de pele e roupa, os traços de seu corpo, o tamanho do bigode e do chapéu nem se fala… até luvas ele ganhou! Algumas alterações foram feitas por pura evolução da tecnologia mesmo (cores e traços, por exemplo), outras se devem às escolhas dos designers que estavam no comando da produção dos jogos, e cada uma delas dividiu opiniões. “Curtia mais o Mario na resolução de poucos bits” e “Agora o Mario está muito mais legal, bonito e colorido do que antes” são pensamentos que devem ser respeitados, pois nosso encanador vermelhinho preferido se torna mais nostálgico e contemporâneo sempre que (re)encontramos sua essência intacta a cada novo jogo.
Independentemente de sua evolução gráfica, Mario Bros. é um personagem que nasceu em um jogo de plataforma e que não parte do pressuposto de ser parecido com ninguém na vida real. Portanto, a imaginação de seus desenhistas voa longe. Já nos jogos de futebol, por exemplo, o contexto é outro.

 

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Neymar está cada vez mais real a cada nova edição da série Pro Evolution Soccer (ou simplesmente PES, para os mais íntimos), não é mesmo? Não só ele, mas todos os jogadores desse tipo de game. E ao representar pessoas do nosso convívio, o desafio dos jogos de esporte — principalmente os de futebol — está na fidelidade ao que está sendo reproduzido sob a ótica psicológica, comportamental e, claro, da própria imagem em si dos jogadores, técnicos e juízes. O Neymar virtual deve ter trejeitos, gestos, caminhar, jogadas e famosos cortes de cabelo que correspondam diretamente aos do Neymar real. E quem gosta de um bom game de futebas sabe: o que não muda e nunca sai da mão dos jogadores de videogame é a criatividade de jogar bola com o Neymar durante uma partida.
Temos também o meio-termo entre essas duas propostas, ou seja, um personagem que não é baseado em ninguém em específico, mas se propõe a representar um ser humano. Não há ninguém mais especialista nesse assunto do que Lara “Tomb Raider” Croft.

 

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Você parou para pensar na quantidade de “Laras” que já vimos em todos os seus jogos? É insano! A Srta. Croft sabe melhor do que ninguém mudar seu visual através da tecnologia. Diferentemente de Mario, Lara saiu das mãos de seu criador, esteve em posse de outros desenhistas e voltou para suas origens em seus últimos jogos. Exceto por um jogo ou outro, a protagonista da série Tomb Raider mantém marcas infalíveis: botas, pistolas, roupas de calor e cabelo preso, mais do que prático para uma arqueóloga inglesa.
Comecei a jogar videogames no início da década de 90, sou da quarta geração de consoles. Não me esqueço do novo mundo que conheci e aprendi a gostar ao deixar de jogar constantemente o Master System II Brasileiro e viciar no Playstation. Não foi fácil e empolgante como eu pensei que seria – e como foi para os meus amigos. Eu realmente curtia ver tudo pixelado na TV. Porém, quando cresci, me dei conta de que esse tipo de evolução é como a nossa, a humana: não há quem pare. As duas acontecem paralelamente. Vi grandes personagens de 8-bits no Master System, conheci outros em 32 bits no PSOne, acompanhei a chegada do Nintendo 64 (bits) e hoje, em qualquer console mais próximo de você, os jogos apresentam personagens 3D.
E o que mais me tranquiliza é saber que nada me impede de voltar a jogar meus clássicos de imagem quadrada e cheia de detalhes invisíveis aos olhos dos superficiais.

 

Corra como o Sonic e visite o PlayReplay para saber mais sobre os jogos de ontem, hoje e amanhã.
www.playreplay.com.br

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02 Oct 21:00

Jason Freeny

by Erik Getzel
Jason Freeny é um artista, formado em desenho industrial e que se especializou em esculturas, action-figures e ilustrações feitas através da computação gráfica. Ele é o dono da Moist Production Studio, onde produz artesanalmente suas obras. Entre elas estão suas famosas e divertidas “artes anatômicas”, com cortes em objetos e bonecos de personagens famosos para revelar suas "anatomias".

Seja o Mickey Mouse, o Sulley do filme Monstros S.A. ou até mesmo a Barbie, o trabalho do artista revela o esqueleto e os orgãos internos imaginados por ele. Todos são feitos à mão e estão espalhados por aí em algumas coleções particulares de clientes também famosos como o Conan O’Brien, ou o presidente da Nike (Mark Parker). Custam entre US$ 1200 e US$ 8000 e são bem difíceis de serem comprados. Veja abaixo um pouco desse trabalho e no final do post um vídeo que mostra o processo de criação e produção pelo artista.




















02 Oct 20:25

Nada de Blanka: conheça Laura, a nova personagem brasileira de Street Fighter V

by Redação

Laura Street Fighter V

Ao contrário daquilo que todo mundo imaginava, o tão comentado personagem brasileiro de Street Fighter V não é o Blanka. Logo após o anúncio de que Zangief estará de volta no game, imagens da lutadora tupiniquim vazaram na internet e pegaram todo mundo de surpresa. Ao invés do velho monstro verde, teremos uma nova e bela competidora se juntando ao elenco: Laura.

A revelação foi feita por engano após o site da revista japonesa Famitsu ter publicado as fotos junto com as do Ciclone Vermelho. E, por mais que ela tenha retirado o conteúdo rapidamente do ar, a internet foi mais rápida e agora todo mundo já sabe que teremos uma novata brasileira entrando no novo Street Fighter V.

Ainda sabemos muito pouco sobre Laura, uma vez que a Capcom não comentou nada sobre ela. Isso significa que teremos que esperar até a semana que vem para vermos a moça em ação ou mesmo para conhecer um pouco sobre seu estilo de luta e habilidades em combate. No entanto, as imagens já dão alguns indícios do que podemos esperar.

Laura Street Fighter V

Tanto as roupas quanto alguns dos movimentos presentes nas screenshots liberadas pela Famitsu mostram que a estreante é focada nos agarrões, o que pode ser uma bela homenagem ao Jiu-Jitsu brasileiro — mas com aquele toque típico de Street Fighter, como os efeitos elétricos sugerem. Isso deve deixá-la mais próxima do MMA, o que pode fazer com que ela se torne uma adição bem interessante ao elenco. Além disso, seu visual parece se encaixar bem dentro do cenário carioca que foi anunciado anteriormente.

O engraçado de toda essa história é que, como dito antes, todo mundo acreditava que o lutador brasileiro de Street Fighter V seria o bom e velho Blanka — principalmente porque o produtor do game, Yoshinori Ono, apareceu vestido como tal durante seu anúncio de que estaria presente na próxima BGS. Pelo visto, ele quis apenas fazer uma pegadinha com os fãs.

Laura Street Fighter V

E, falando no produtor, ele não ficou nada feliz com o vazamento. Em seu perfil no Twitter, ele disse se sentir como se tivesse levado uma apunhalada nas costas e que, para compensar isso, vai dar o seu melhor durante sua apresentação na Brasil Game Show na próxima semana.

Vazamento que confirma rumores

Laura é a terceira personagem inédita dos quatro que vão fazer sua estreia em Street Fighter V. Além dela, Necalli e Rashid foram outros novatos que já foram confirmados — o que significa que só falta um. No entanto, pode ser que até mesmo esse último desconhecido já tenha sido descoberto há algum tempo.

Laura Street Fighter V

Os rumores sobre os novos lutadores do game já circulam há um bom tempo na internet, mas alguns vêm se revelando bem certeiros. Uma postagem feita em dezembro de 2014 no fórum NeoGAF, por exemplo, já cita que a Capcom adicionaria um personagem africano, um indiano e outro brasileiro ao jogo. E eles citam os nomes Rashid e Laura, além de um tal de Zen que muitos acreditam ser o quarto personagem que veremos em breve.

Além disso, Laura é o décimo quarto nome a entrar para o elenco de 16 personagens de Street Fighter V. Levando em conta que as outras duas vagas estão destinadas a um inédito — o tal Zen, se os boatos estiverem corretos —, resta apenas um último retorno. Quem será? Akuma? Urien? Guile? Bem, façam suas apostas.

Street Fighter V chega ao PC e PS4 no início de 2016.

Via: New Game Plus, NeoGAF

02 Oct 20:24

Skype oferece ligações gratuitas para telefones durante um mês

by Redação

Skype

Para promover seus planos de assinatura, o Skype resolveu oferecer um período de gratuidade para os seus clientes. Durante 30 dias, usuários cadastrados no serviço poderão fazer chamadas para diversos países do mundo sem pagar nada por isso.

As ligações podem ser feitas a partir de qualquer plataforma na qual o serviço esteja disponível (computadores, consoles, tablets e smartphones), tanto para fixo quanto para móvel. Para ter acesso a este benefício, é preciso ter uma conta no Skype e informar dados para pagamento.

Como os primeiros 30 dias são gratuitos, nada será cobrado durante este período. Porém, depois disso, caso o usuário não cancele a assinatura, passará a pagar um valor mensal de US$ 14 (cerca de R$ 55) para continuar utilizando os serviços. Antes disso, porém, é possível cancelar a assinatura sem nenhum ônus.

SkypeSkype com ligação internacional gratuita. (Foto: Reprodução/Skype)

Países suportados

As ligações gratuitas não podem ser feitas para qualquer país do mundo. Ligações para telefone móvel podem ser feitas para oito países e regiões, como Canadá, China, Cingapura e Estados Unidos. Já ligações para telefones fixos podem ser realizadas para 63 países, incluindo os quatro já citados e outros como Alemanha, Brasil, Chile, Dinamarca, França e Reino Unido.

Acesse o site oficial da promoção para obter informações completas e detalhadas sobre como assinar e saber quais países podem receber as chamadas gratuitas.

Fonte: Skype

02 Oct 20:21

ASUS lança Zenfone GO e Live no Brasil

by Pedro Cipoli

ASUS

Em um evento realizado nesta quinta-feira (01) em São Paulo, a ASUS anunciou dois novos smartphones no mercado brasileiro, o Zenfone GO e o ASUS Live. Ambos fazem parte de uma nova estratégia da ASUS, que deixará de lançar modelos com 8 GB por considerar a experiência de uso limitante a longo prazo (o que, aliás, faz um belo sentido), trazendo 16 GB de memória interna sem deixar de lado o suporte para cartões microSD. Outra novidade é que ambos trazem processadores da MediaTek.

ASUS

A ASUS passa, então, a trabalhar com três fabricantes de chips diferentes de forma segmentada em sua linha, usando modelos da MediaTek na sua linha mais básica, não trazendo suporte a 4G LTE; chips da Qualcomm nos intermediários, como Zenfone Laser e Zenfone Selfie; e reservando os SoCs Atom da Intel nos seus tops de linha, como Zenfone 2, Zenfone 2 Deluxe e Zenfone 2 Deluxe Special Edition. Ao mesmo tempo em que isso segmenta claramente os modelos, também garante uma margem para a empresa, que não fica dependente de apenas um fornecedor de chips.

ASUS

Tanto o Zenfone GO quanto o ASUS Live trazem o chip MT6580, com quatro núcleos Cortex-A7 rodando a 1,3 GHz e 2 GB de memória RAM, o que resulta em um nível de desempenho similar ao Atom Z2520 da versão mais básica do Zenfone 5. Aliás, ambos herdam características do Zenfone 5, como a tela LCD IPS com resolução de 1280 x 720 pixels, câmera traseira PixelMaster de 8 megapixels (frontal de 2 megapixels) e bateria de 2070 mAh, agora removível e com autonomia prolongada, já que o MediaTek MT6580 usa menos energia.

ASUS

O Live não leva o nome "Zenfone", sendo, segundo a ASUS, um aparelho criado especificamente para o mercado brasileiro e por isso anunciado primeiramente aqui. De fato, ele tem um design diferente, trazendo botões virtuais na própria tela. O "Live" destaca a sua principal característica, que é o suporte a televisão digital no padrão FullSeg (alta definição) com uma antena na entrada P3 para fones de ouvido, algo semelhante ao Moto E.

ASUS

Seguindo a mesma estratégia de preços agressivos praticada até então, a ASUS manteve o preço de R$ 799 para o Zenfone GO, idêntico ao Zenfone 5, e R$ 849 para o ASUS Live.

02 Oct 20:13

Erle-Spider: Ubuntu será usado para controlar um drone na forma de aranha

by Dionatan Simioni
Beto

Bem louco com ubuntu ainda XD

Um novo projeto de financiamento coletivo despontou no IndieGOGO e tem uma ideia no mínimo curiosa, vem dar uma olhada...

Erle-Spider com Ubuntu

Spiderbuntu?


O Ubuntu Snappy acaba de ganhar mais um desafio, fazer com que uma aranha robótica funcione perfeitamente. 

A empresa Erle-Robotics, popular por suas criações lançou recentemente um drone (comum, desses que voam sabe?) com o Ubuntu - conheça o Erle-Copter aqui - mas parece que a nova empreitada "ganhou pernas", literalmente.

Erle-Spider

Confira o vídeo demonstrativo:


E para que serve?


Pois é, isso eu não sei, me diga você! Aparentemente nem os desenvolvedores tem uma ideia clara do que a Erle-Spider é capaz de fazer, uma vez que ela vem com o Ubuntu Snappy e sua central de aplicações você pode programar ela para fazer qualquer coisa.

Erle-Spider


Bombeiros poderiam usar ela para acessar locais difíceis por exemplo, afim de salvar as vítimas de algum acidade. Criatividade é algo essencial nestas horas.

Como comentei no início, o projeto está em uma campanha de financiamento coletivo para tirar o projeto do papel, no atual momento 39% do valor foi atingido e ainda restam pouco mais de 20 dias para o final da campanha. Se você quiser conhecer ou ajudar clique aqui.
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Viu algum erro ou gostaria de adicionar alguma sugestão a essa matéria? Colabore, clique aqui.




01 Oct 20:53

O perigoso Um Senhor Estagiário

by Guilherme Souza
Beto

deve ser maneiro rs

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um-senhor-estagiário-crítica

O feminismo é cada vez mais presente na cultura pop. É odiado por uns, abraçado por outros, com #Gamergate e #HeForShe aí para provar. E é nesse embalo que Um Senhor Estagiário se cria, mas não consegue ir longe na discussão.

O filme conta a história de Ben Whittaker (Robert De Niro), um senhor de 70 anos que, cansado de não ter um objetivo e uma rotina que o desafie, resolve entrar em um programa de estágio para idosos na companhia de e-commerce da jovem empreendedora Jules Ostin (Anne Hathaway), onde acaba virando o assistente pessoal dela.

A partir daí o filme desenvolve a relação entre os dois personagens, trazendo até um pouco da lembrança de O Diabo Veste Prada no seu início, com Hathaway virando Meryl Streep, embora seja mais leve e logo a extravagância da sua personagem se torne mais leve e até relacionável.

Com a pegada de comédia, o filme funciona razoavelmente bem durante os dois primeiros atos, com a relação dos personagens sendo levada pela boa química entre o elenco. De Niro e Hathaway estão ótimos, inclusive no timing, assim como Adam DeVine e a pequena JoJo Kushner. Além disso, a trama de Jules começa funcionando bem, mostrando as dificuldades que a jovem enfrenta ao ter que cuidar de um grande empreendimento sozinha, com medo que, ao deixar outra pessoa no cargo máximo, a sua marca perca a identidade. Além disso, há todo o discurso de empoderamento feminino neste momento. Por que ela não pode ser a empreendedora, enquanto o marido fica cuidando da filha? Por que outras pessoas olham torto para ela, diminuindo-a ou não escutando-a como se soubesse do que está falando ou o que está fazendo?

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Infelizmente, é até aí que Um Senhor Estagiário funciona. Ao entrar no terceiro ato, Jules se perde, e cabe então aos homens o papel de colocá-la na direção correta novamente (há até um “eu odeio ser o mais feminista nesta discussão”). Isso tudo após uma hora de filme em que a personagem se mostra dona de seu destino. Além disso, cabe ao personagem de De Niro mostrar a algumas mulheres que elas estão sendo machistas. O final é coroado com problemas no relacionamento de Jules, sofrendo com sua falta de tempo, e a personagem decidindo focar no seu amor pelo marido e na possibilidade de sua relação voltar ao normal, ao invés de a si mesma (inclusive com medo de “morrer e ser enterrada sozinha, na ala dos solteiros”).

Ao que parece, em sua ânsia por passar alguns ideais feministas para os homens (algo necessário, de fato), o roteiro decidiu que seria mais fácil e simples colocá-los como protagonistas nessa história, e não, como deveriam ser, as mulheres. Não foi nem uma luta lado a lado, foi uma inversão mesmo. É a típica situação para que nos sintamos mais valorosos e importantes, quando não somos o real foco.

Um Senhor Estagiário tem seus bons momentos (especialmente cômicos), mas o final deixa um gosto amargo, mesmo após as risadas. A história depende totalmente dos atores, e termina de uma forma com mais potencial de desinformar do que ajudar de fato. Uma pena, pois ali tinha um potencial interessante, e os envolvidos mereciam um final (que é fraquíssimo) mais digno.

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um-senhor-estagiário-reviewUm Senhor Estagiário

Diretor: Nancy Meyers

Roteiro: Nancy Meyers

Duração: 121 minutos

Elenco: Robert De Niro, Anne Hathaway, Rene Russo, Adam DeVine

Lançamento: 24 de Setembro de 2015

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01 Oct 20:49

As lendárias frases equivocadas sobre Desenvolvedores de Jogos Digitais

by Fabiano Naspolini

Dentro do mundo dos gamedevs, muitas frases são velhas conhecidas. Sejam perguntas ou afirmações do trabalho do desenvolvedor de jogos, elas revelam alguns equívocos sobre o setor e que precisam ser esclarecidos.

Vamos explorar alguns dizeres bem comuns e tentar entender que não passam de falta de informação.

“Um grande jogador será um grande desenvolvedor”

Essa é uma afirmação muito comum, e pra falar sobre ela nem vou entrar ainda na parte de jogos digitais. Na área de software, fora do entretenimento, já fiz pesquisa com alunos sobre o que buscam o curso de programação, suas motivações etc.

Na pesquisa, 75% pensava que iria aprender manutenção de computador ou ainda ser usuário de software. Esse último, resumindo, achava que ia aprender a mexer no Windows, pacote Office e afins. Já 25% dos alunos apenas sabia que ia programar mesmo, tendo noção do que era a função.

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Isso acaba se repetindo na área de jogos digitais. Muitos alunos adoram jogar e vão para cursos ou graduações na área. Só que chegam lá e se deparam com física, matemática, lógica de programação, pensar e pensar e… muito suor!
Muitos achavam que iam jogar e que, para se tornar um bom desenvolvedor, gostar de jogos seria suficiente. Ser gamer até ajuda em busca de referencial, ideias, mas não é fator definitivo para te transformar em desenvolvedor.

É o mesmo que dizer “eu adoro mexer no Word, Office, Windows e Linux. Já sei… vou fazer programação.” Não, o caminho definitivamente não é esse. Estou cheio de gente que adora mexer e ficar no computador, mas, quando cai em um estudo/curso desses, vê que não tem perfil.

Tem que tomar cuidado, principalmente, com os cursos caça-níqueis por aí que contribuem com uma visão errada disso. Analise bem antes de fazer um investimento.

“Quem desenvolve jogos digitais joga o tempo inteiro”

Semelhante ao equívoco de quem gosta de jogar, esse é referente aos trabalhos do desenvolvedor. Mas, nesse caso, a maioria pensa “vou ser um testador de jogos, parece ser a melhor profissão do mundo,” ou “uhul, vou só jogar o dia todo. Que festa!”.

Pela minha experiência: quando você fica imerso no desenvolvimento de um jogo, você realmente testa muito. Mas sempre com visão de desenvolvedor, testando funcionalidades, sempre com olhar crítico de maneira geral. Fora que, quando você termina um projeto, tudo que você não quer fazer é voltar a jogar o game que criou. Não é porque você odeie seu game ou ele não seja divertido, mas sim porque enjoa. São tantos testes feitos com esse olhar crítico que cansa. Eu, por exemplo, não podia mais nem ver os jogos que fiz. Só nos eventos para ver a galera jogando. =)

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Mesmo que você seja um playtester, você terá que testar observando uma série de coisas, terá um foco no teste para o que será testado, um checklist para conferência e outras preocupações. Ou seja, não será o mesmo que jogar como jogador.

Já pensou você naquele clímax todo com o chefão? Aí tem que pausar para fazer anotações de melhoria para aquele desafio respectivo, depois volta, para, volta… Não é a mesma sensação, percebe?

Então não, você não jogará o tempo inteiro. Existem outras atividades envolvidas no processo e, quando você for jogar, será sempre com aquelas preocupações todas, não uma partida livre. Mesmo que seja playtester.

“Precisa estudar para desenvolver jogos digitais?”

Parece brincadeira, mas já ouvi isso em fóruns, principalmente de iniciantes. De fato, acho a área de jogos especial por ser multidisciplinar, além de ter um produto como linha de estudo/pesquisa. Mas isso não significa que não precisa estudar por isso ou por ser uma área de entretenimento. Só porque trata de diversão, vamos tocar de qualquer jeito? É claro que não.

Se pensarmos assim, não precisa planejar ou estudar para fazer teatro, cinema, literatura… Isto é, se você pensa em algo com qualidade — porque porcaria tem em qualquer segmento.

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Só para atuar na programação, é preciso ter boa noção lógica, matemática e física. Para não falar depois das específicas da área como programação e seus paradigmas, por exemplo, ou inteligência artificial.

Então, meu caro… precisa estudar e muito, além de botar em prática, pegar experiência. É preciso ficar “macaco velho”, já identificar coisas que podem dar errado sem nem precisar implementar ou projetar. Já diz o ditado: “macaco velho não sobe em galho seco”.

“Ele faz joguinhos…”

Essa é parente do “eu preciso de um sisteminha para controle de clientes.” O diminutivo, se não for para relacionamentos afetivos – significando carinho – é para, como já diz, diminuir.

Joguinho denota um sentido de “ele faz algo inferior” ou “que crianção, trabalha com joguinhos.” Não conheci nenhum desenvolvedor que gostou dessa expressão até hoje (até porque dá um trabalhão fazer um jogão). Então… evite de usar “joguinho” para se referir aos jogos. Pedimos encarecidamente a você.

Eu fico imaginando a equipe de Witcher 3 ouvindo algo do tipo “esse joguinho é bom mesmo, hein!” Devem ficar tentados a usar as duas espadas e cortar algumas cabeças. Zoeira. :)

“Eu quero fazer um jogo simples…”

Aqui existe uma confusão. Vivi isso muito na pele atendendo clientes para jogos customizados. Você analisava o jogo simples que queriam e de simples não tinha nada. O orçamento então, quando enviava… “Muito caro para um jogo”. Era o valor de mercado e queriam pagar bem menos, mesmo você demonstrando o tempo de produção, equipe, gastos necessários…

Sei que outras áreas de prestação de serviços se identificaram com esse momento mas, em jogos, acontece isso por alguns fatores: 1) Não levam a sério porque é jogo, acham que é “facinho” de fazer; 2) Porque o jogo é simples de jogar, então deve ser simples de desenvolver, né?; 3) Por ser jogo, entretenimento, significa ser mais barato (pois é, já ouvi isso); e 4) Não querem mesmo pagar o que valem, dar valor ao projeto, então pechincham etc.

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Tem que tomar cuidado: simples de jogar não significa simples de fazer. Tente fazer um Candy Crush completo e verá que não é tão trivial assim.

“E isso dá dinheiro?”

Já sabemos e é velha conhecida a afirmação de que os jogos digitais já passaram a indústria do cinema, isso em termos de faturamento.

Mundialmente falando, é uma potência e tanto. Basta pesquisar os relatórios da ESA (Entertainment Software Association) para se ter uma ideia. Todo ano esse relatório  é bem atualizado e demonstra a viabilidade de um ramo como esse. No Brasil, recomendo que consulte a pesquisa do BNDES com o levantamento das empresas de jogos digitais, faturamento delas e tudo. Também indico o estudo do SEBRAE para aprofundar bem em terras tupiniquins esse setor.

Com esses conhecimentos, você terá condições de responder essa pergunta. mas já adianto que sim, dá dinheiro. ;)

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Essas são algumas frases que já levantei direcionadas aos desenvolvedores. Também existem outras direcionadas à área de jogos digitais em geral como “é coisa de criança”, “só para meninos”, “criam pessoas violentas” e por aí vai. Mas isso deixo para outra postagem.

Esse pode até parecer um texto tipo “o Fabiano está reclamando” ou “o autor está fazendo mimimi.” Bem, de fato estou, querendo ou não, mas é importante que façamos uma reflexão sobre isso. Muitos desses preconceitos fazem não se levar a sério a área de jogos digitais como um todo. É importante mudarmos esse pensamento e a cultura criada. Todos só tem a ganhar, sejam jogadores ou desenvolvedores.

Caso eu tenha esquecido de alguma frase, deixo o espaço aberto para que você também compartilhe suas experiências. Já ouviu alguma frase semelhante?

E deixo o convite para que você acesse também o Fábrica de Jogos e aprenda conosco a criar jogos digitais com tutoriais, podcasts, artigos etc. A criar jogos mesmo, e não joguinhos (e muito menos de maneira simples).

Um abraço e até mais. ;)

30 Sep 20:02

Os mitos criam, os lixo copiam.

by ninja vermelho

1 (1)

Olha só, dar ctrl+c ctrl+v na ideia dos outros, que coisa feia…

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30 Sep 19:19

Água em Marte

by ninja negro
Beto

O//

aguaemmarte

Governo de SP já prometeu enviar 2 caminhões pipas pra Marte coletar essa água

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30 Sep 19:19

Isso vai levar mais tempo que o esperado

by ninja amarelo

amado

Até preparar uns bom drink aqui, pq né….

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29 Sep 19:57

Google anuncia novo tablet Pixel C para concorrer com Apple e Microsoft

by Muni Perez

Tablet Pixel C

Durante os últimos meses, fãs do Android esperaram impacientemente pelo anúncio dos novos smartphones Nexus — e esse período foi acompanhado de diversos vazamentos de informações, fazendo com que, no final, os aparelhos não fossem mais surpresa. Com todo o alvoroço em cima dos dispositivos fabricados por LG e Huawei, um outro produto passou despercebido esse tempo todo e acabou dando o ar da graça no evento realizado pelo Google para a imprensa. Trata-se do tablet Pixel C, anunciado nesta terça (29).

Pixel C na mao

O nome Pixel seria associado aos Chromebooks Pixel, uma linha de notebooks flagship que rodam o Chrome OS. No entanto, o Google fez diferente desta vez, já que este tablet obviamente roda Android e vem com especificações bem interessantes. Com tela de 10,5 polegadas, ele tem um processador de quatro núcleos NVIDIA X1 e GPU Maxwell integrada, 3 GB de RAM do tipo LPDDR4 e porta USB 3.0 Type-C. Um ponto bem interessante é a resolução de tela (2560×1800), cuja densidade de pixels é bem maior do que os similares iPad Pro, da Apple, e Surface Pro 3, da Microsoft. O tablet do Google tem 308 ppi (pixels por polegada, em inglês), o novo iPad vem com 264 ppi e o último Surface tem apenas 216 ppi.

Pixel C teclado

De maneira similar a como fizeram Microsoft e Apple, o Google também está oferecendo um teclado externo Bluetooth bem interessante. Os encaixes são todos magnéticos e o ele ainda pode ser utilizado para proteger a tela, sendo que ao ficar fechado sua bateria será carregada automaticamente pelo tablet via recarga sem fio. O acessório, vendido separadamente, sairá por US$ 149 (R$ 650).

Pixel C fechado

Tratando-se de Apple e Microsoft, este novo tablet vem para entrar na briga junto com os tablets fabricados pelas rivais. Com as vendas anuais de laptops caindo seguidamente, os Surface e iPad Pro finalmente conseguiram tornar-se substitutos para os computadores móveis para boa parcela dos usuários. Ao oferecerem um teclado físico externo, uniram a praticidade e mobilidade do tablet aos benefícios que um teclado físico oferece, já que digitar longos textos e emails em um teclado virtual não é lá uma tarefa das mais agradáveis. Apesar da tela menor, o tablet do Google possui 3 GB de RAM e um processador bem poderoso que deixa-o lado a lado com os dois concorrentes maiores, pelo menos em termos de hardware.

Tablet Pixel C

Assim como o Surface e o iPad Pro, o foco deste tablet é o usuário de negócios que procura praticidade e uma maior produtividade. As especificações dos 3 dispositivos são bastante interessantes e, até certo ponto, similares, mas tanto a Microsoft quanto a Apple parecem estar alguns passos na frente do Google, pois um tablet sozinho com Android puro não atrai consumidores corporativos, ao contrário de um pacote de softwares e parcerias específicas para o ramo.

Desde o ano passado, Apple e IBM t6em uma parceria para levar a mobilidade ao mercado corporativo. Além disso, a participação de mercado do iOS na área empresarial é esmagadora, fazendo a entrada de um iPad Pro muito mais natural. A Microsoft, por sua vez, é a desenvolvedora do Office, um dos principais responsáveis pela produtividade mundo afora. Além disso, seus tablets Surface rodam uma versão desktop do Windows, compatível com a maioria dos programas para computador. Agora resta sabermos se a marca vai decolar no âmbito dos negócios, já que o Surface tem se tornado cada vez mais forte nos últimos anos e o iPad Pro tem todo o peso da gigante de Cupertino para ajudar em sua entrada neste mercado.

Enquanto que os aparelhos Nexus são projetados por terceiros, os produtos da linha Pixel são desenhados pelo próprio Google e vêm com um preço elevado. O modelo mais básico, com 32 GB de armazenamento, sairá por US$ 499, cerca de R$ 2.100 com o câmbio de hoje. Já o de 64 GB custará 599 dólares (R$ 2.500). O Google não revelou informações sobre quando terão início as vendas do aparelho, mas isto deve acontecer antes do período de compras das festas de fim de ano.

Além dos novos Nexus e o tablet, o Google também anunciou a nova geração do Chromecast e novidades no Google Play Music

28 Sep 12:07

7 fatos incríveis sobre o Linux que vão te surpreender

by Dionatan Simioni
O Linux está em mais lugares do que você pode imaginar, ele é maleável ao extremo e é utilizado em diversas situações, e como todo grande projeto ele tem várias curiosidades, hoje vamos conhecer 7 deles que você provavelmente não conhecia.

Fatos interessantes sobre o Linux

Linux em todos os lugares!


1 - O primeiro Kernel que Linus lançou tinha o tamanho de apenas 65 KB, atualmente o Kernel Linux tem mais de 18 milhões de linhas de código.

2 - O Scientific Linux controla o acelerador de partículas do CERN. Ele é baseado no Red Hat Linux e é novamente um sistema operacional livre e aberto.

Linux no CERN

3 - O Linux cresceu tanto que hoje em dia o código que é escrito por Linus Torvalds nas versões atuais representa apenas 2% do total, uma série imensa de empresas colabora hoje em dia para a realização do Kernel, cerca de 80% do Kernel é feito por iniciativas empresariais, o restante é feito pela comunidade.

4 - Linux tem um grande destaque em Hollywood, tanto para a renderização dos filmes como para a produção, filmes como Avatar, Titanic, Interstellar, Gravity, Shrek e muito outros foram feitos usando soluções abertas que rodavam no Linux.

Avatar e Linux

5 - As maiores empresas do mundo da tecnologia colocam seus serviços na ar través de servidores Linux, Google, Amazon, Neftlix, Facebook, Twitter e recentemente até a Microsoft criou um software que roda sobre o Linux para seus servidores.

6 - O Departamento de Defesa dos os EUA também usa Linux extensivamente. O Red Hat Linux comando os submarinos nucleares do país.

Submarinos dos EUA usam Linux

7 - O Kernel Linux recebe cerca de 1.300 alterações em seu código por semana, tudo isso é analisado pela equipe do Kernel e por Linus Torvalds antes de entrar na versão definitiva que as pessoas e desenvolvedores vão utilizar.

E muito mais!


E existem muito mais curiosidades sobre o Linux então se você quiser saber mais coisas legais sobre tudo o que existem em torno deste mundo vamos deixar algumas boas sugestões aqui.






Até a próxima!

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28 Sep 11:58

Engenheiro navega na internet com Macintosh de 1988

by Redação
Beto

que doido

Macintosh Plus

Um americano chamado Jeff Keacher adquiriu o seu primeiro computador pessoal há mais de 27 anos, em 1988. A máquina se trata de um Macintosh Plus, da Apple, que foi mantida intacta todos estes anos. Quase três décadas depois, Keacher, que é formado em engenharia da computação, decidiu fazer um experimento com o seu computador e o conectou à internet. 

Quando o Mac Pus foi ligado, ele acabou queimando o HD externo. O engenheiro explicou que "o estresse da corrente elétrica após anos sem uso foi demais para o filtro capacitivo na fonte de energia do HD". Então, depois de muita pesquisa, Keacher conseguiu comprar um HD externo substituto.

Ele também encontrou um navegador compatível com a máquina e desenvolveu do início um proxy para que o browser "converse" com as páginas em CSS e Javascript, com o protocolo HTTPS. Ele ainda usou um Raspberry Pi para que o computador aguente processamentos pesados. Keacher adaptou a porta serial da máquina utilizando protocolos PPP e SLIP, fazendo a conexão a um modem de internet. Por fim, a experiência deu certo.

Macintosh Plus

"E isso, meus amigos, foi suficiente para navegar na web. Surpreendentemente, pareceu até decente, quase como em um navegador mobile. Dados carregados, páginas renderizadas e links clicáveis. Até formulários funcionaram. O objetivo era simplesmente introduzir o Mac à web. O encontro teve sucesso", afirmou o engenheiro.

Apesar de funcional, a navegação é bastante lenta, levando quase seis minutos para abrir um site. O experimento foi registrado no vídeo abaixo:

O Macintosh Plus foi lançado em 1986 e deixou de ser fabricado em 1990. As suas configurações contam com um processador de 8 MHz, 4MB de memória RAM, 50 MB de armazenamento e uma tela de 512 x 342 pixels em preto e branco.

Fonte: Keacher

28 Sep 11:57

Um medonho robô com cara de criança foi usado para estudar o sorriso dos bebês

by Redação
Beto

interessante, mas chega a dar um cagaço mesmo rs hauihauhaai

Bebê diabo robô

Não é segredo para ninguém que as crianças aprendem muito cedo truques para manipular seus pais. Desde bebês, elas percebem que um sorriso ou uma manha faz com que consigam tudo o que eles querem. Só que alguns pesquisadores da Universidade de Miami decidiram estudar essa questão um pouco mais a fundo e, para isso, desenvolveram um pequeno robô com rosto de bebê para ajudar no processo. Isso não seria problema algum se não fosse o fato de o resultado final ser simplesmente assustador.

Batizado de Diego-San, o pequeno robô recria o rosto de uma criança de quatro meses e só. Isso mesmo: é o rosto de um bebê colocado em uma estrutura robótica repleta de parafusos, circuitos, peças metálicas e fios por toda a parte. Tirando o tamanho da cabeça, ele é medonhamente realista — tanto que é impossível não ter pesadelos com isso, ainda mais quando ele sorri para você.

E a razão para tamanha bizarrice é simples: para os pesquisadores, é o rosto do boneco que importa. Equipado com uma avançada tecnologia que permite uma série de expressões faciais, os cientistas estão usando essas variações no comportamento de Diego para ver como as mães reagem.

O estudo foi feito em duas etapas. A primeira colocou 13 mulheres ao lado de seus filhos e analisou a interação entre eles em quatro categorias diferentes baseadas em quem sorri para quem: filho para mãe, mãe para filho, um para o outro e ninguém. 

Segundo os responsáveis pelo estudo, o resultado inicial mostrou que existe um jogo de influência no qual um realmente manipula o outro. Os bebês sorriem para que suas mães façam o mesmo e elas respondem a esse estímulo para que as crianças façam isso por mais tempo.

E onde é que entra o bizarro robô? Pois os cientistas projetaram essa pequena monstruosidade para repetir o teste em uma segunda etapa da pesquisa. Só que, diferentemente de uma criança de verdade, Diego-San foi programado para fazer as outras pessoas sorrirem, sem a necessidade de ter algo para fazer o mesmo. 

Para isso, ele participou de uma série de sessões com 32 mulheres que ainda não são mães e, por mais incrível que pareça, conseguiu fazer com que as moças sorrissem por mais tempo. Ele dava o estímulo inicial e as mulheres respondiam e se alegravam por um período maior.

O que isso significa? De acordo com os resultados apresentados pela universidade, há uma diferença nas intenções da mãe e da criança. Para os cientistas, a intenção dos bebês é claramente fazer com que a outra pessoa sorria e demonstre felicidade — então ele se comporta desta maneira para que a resposta seja mais longa. Ele faz aquilo porque sabe qual é a reação que vem em seguida. 

Já a mulher enxerga essa interação de outra forma. Para ela, é importante que os dois estejam sorrindo e faz isso para quem as duas partes se comuniquem por mais tempo.

Via: Engadget, Spectrum IEEE

26 Sep 01:21

Ubuntu Phone faz bateria de Smartphone durar quase 40 horas

by Dionatan Simioni
Canonical escuta usuários e melhora o desempenho da bateria dos sistema operacional para os Smartphones atingindo mais de 30 hora de atividade.

Ubuntu Phone

Ubuntu Phone tem maior capacidade de bateria que muitos Smatphones top de linha


Nesta semana vários usuários de Ubuntu Phone relataram que os Smartphones passaram a manter a bateria por muito mas tempo do que apenas um dia anterior, isso se deve a uma atualização para que o sistema que a Canonical promoveu no Ubuntu.

A imagem que você vê acima vem do Meizu MX4 - saiba mais sobre este aparelho aqui - e mostra que ainda restando 15% da bateria o Smartphone foi carregado pela última vez há 37 horas atrás. Aparentemente alguns usuários aviam reclamado do desempenho do sistema na manutenção da bateria por um bom tempo, atendendo aos pedidos dos usuários uma atualização chegou para melhorar e muito a situação, como pudemos ver.

A imagem acima vem do usuário Popescu Sorin, ele comentou que o uso do aparelho foi convencional, navegação na internet, ligações e alguns jogos, ou seja, resultado excelente, provando que nem só um boa bateria basta para manter a longevidade dos aparelhos.

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24 Sep 22:22

Facebook troca o nome do Internet.org

by Redação

Internet.org

Constantemente em meio a polêmicas e comentários inflados de críticos, o Facebook anunciou nesta quinta-feira (24) uma grande mudança em seu aplicativo Internet.org, voltado para levar conectividade a regiões carentes do mundo. A solução, agora, passa a se chamar Free Basics by Facebook e ganha não apenas uma nova identidade, mas também incrementos de segurança e personalização.

As alterações vêm não apenas para diferenciar a iniciativa da organização Internet.org, que também trabalha para incentivar a conectividade e apoia o projeto, mas também para atender às demandas de críticos e especialistas em tecnologia e segurança. O grande foco de negatividade surgiu na Índia, onde uma série de desenvolvedores e produtores de conteúdo anunciou que não estaria do lado de Mark Zuckerberg nessa empreitada devido a preocupações quanto à neutralidade da rede.

Basicamente, o Free Basics serve como um hub de acesso gratuito a serviços online básicos, como órgãos governamentais, páginas de saúde, comunicação, empregos, educação e notícias. Os envolvidos criam versões mais simples e básicas de suas plataformas para acesso facilitado em locais onde a velocidade da internet é baixa ou o acesso é ruim. Além disso, a ideia é permitir que as interfaces também funcionem em celulares mais antigos, comuns em áreas pobres em que o acesso à tecnologia também é mais difícil e caro.

Enquanto isso, o Facebook trabalha também com operadoras e provedores de acesso não apenas para levar a infraestrutura necessária para as áreas mais carentes, mas também para fomentar o acesso gratuito aos sites certificados pelo programa. Em regiões da África e da Ásia em que o projeto já está ativo, por exemplo, são mais de 60 serviços que podem ser acessados de graça, em versões completas ou simplificadas, por meio da iniciativa.

O problema, porém, é que isso acaba esbarrando também na neutralidade da rede, foco das críticas feitas pelos desenvolvedores indianos desde abril deste ano. A ideia é que o Facebook estaria agindo como um intermediador das negociações entre produtores de conteúdo e operadoras e, sendo assim, estaria moderando que tipo de conteúdo estaria sendo mostrado à população.

Mais do que isso, a negatividade tem como alvo também o próprio nome da aplicação. Para muitos, o fato de a iniciativa se chamar Internet.org se originaria em uma ideia megalomaníaca por parte do Facebook, que quer se tornar sinônimo da rede para as pessoas mais carentes. A onda de críticas motivou a publicação de diversas cartas abertas assinadas por políticos, personalidades e produtores de software.

Em resposta, Mark Zuckerberg refutou as acusações de que o Facebook estaria querendo se transformar na própria internet, e rebateu as críticas. Para ele, nenhuma rede é neutra enquanto a maioria dos cidadãos do mundo não puderem participar dela, e é exatamente nisso que a iniciativa se concentra.

Além disso, o fundador da rede social disse que a escolha de quais serviços integrariam a plataforma tem a ver com os custos. A ideia é que os sites essenciais sejam os primeiros a fazerem parte dela e que, na medida em que mais infraestrutura for sendo instalada e o acesso dos cidadãos começar a acontecer com mais frequência, mais e mais plataformas sejam incluídas. A ideia não é, de forma alguma, bloquear o acesso ou realizar uma censura prévia.

Abertura onde há fechamento

Free Basics by Facebook

Com a mudança na identidade, o Free Basics passa também por mudanças que visam melhorar a segurança e a confiabilidade do serviço. De olho nos países em que a internet é controlada, o Facebook anunciou que todas as conexões ao serviço serão criptografadas pelo protocolo HTTPS, dificultando o rastreamento e identificação dos usuários.

Além disso, a empresa afirma saber que a chegada da internet a áreas remotas e carentes deve acontecer de forma segura. Por isso, está mobilizando um time de especialistas e desenvolvedores que garantam que tudo isso funcione de forma protegida até mesmo nos dispositivos mais antigos, com suporte a menos plataformas e algoritmos de segurança.

A iniciativa, agora, começa também uma nova etapa de expansão, com foco em países da Ásia e África. A primeira etapa desse movimento foi uma série de visitas que o fundador do Facebook fez a líderes de países como o Panamá e a Índia, convidando-os para visitar a sede da companhia e fomentando parcerias em prol da conectividade.

O encontro entre ele e o primeiro ministro indiano Narendra Modi, inclusive, será transmitido ao vivo pela televisão do país neste domingo, diretamente do Vale do Silício. É também mais uma resposta do fundador do Facebook aos críticos e uma tentativa de provar que, por mais que seu market share seja gigantesco, a rede social não quer se transformar em sinônimo de internet nem agir como um moderador do que seus usuários podem acessar.

Fonte: http://www.wired.com/2015/09/facebook-renames-controversial-internet-org-app/

22 Sep 17:18

Conheça The Missing One, survival horror indie criado por estúdio brasileiro

by Rodrigo Estevam

Se você ainda acha que jogo brasileiro é sinônimo de produções de baixa qualidade, já passou da hora de rever os seus conceitos. Existem vários projetos nacionais interessantes e de qualidade inquestionável, e mais um parece estar se juntando à lista de games brasileiros imperdíveis. Trata-se de The Missing One, do estúdio carioca Rising Digital Entertainment.

Em The Missing One, os jogadores controlam Gabriel Siegel, um professor de história que sai em uma viagem com alguns de seus alunos. Durante o passeio, algo dá errado e Gabriel acorda em uma estranha ilha sem memórias do que aconteceu com seus alunos. Cabe ao professor, então, encontrá-los e certificar-se de que seus pupilos estão seguros.

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“O jogo é um survival horror em primeira pessoa, de imersão,” nos explicou Jean Duarte, Gerente de Marketing e Relações Públicas na Rising DE. “Basicamente você tem elementos de exploração, que se dá em uma ilha, onde você precisa descobrir o que aconteceu enquanto você levava cinco alunos para uma espécie de excursão.”

Segundo Jean, para avançar na história será preciso explorar minuciosamente a remota ilha e resolver alguns puzzles. Também podemos esperar conflitos com algum tipo de ameaça na ilha, já que Jean afirma que o jogo envolverá algum tipo de combate. “Estamos trabalhando com um modelo diferente de batalha e encontros, mas não posso adiantar muito pra não estragar a surpresa.”

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Desenvolvido pela Rising DE, The Missing One estará presente na área indie da edição desse ano da Brasil Game Show, que vai rolar em São Paulo entre os dias 9 e 12 de outubro. E o melhor: haverá uma versão jogável de demonstração do game 100% produzido no Brasil.

Se você estiver na BGS e for curtir a demo de The Missing One, fique atendo a cada detalhe. Afinal, segundo Jean Duarte,”o jogo vai recompensar os jogadores que são atenciosos e observadores.”

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21 Sep 20:05

Veja como Zelda Ocarina of Time seria se fosse feito na Unreal Engine 4

by Rodrigo Estevam
Beto

wow

Se você pirou quando The Legend of Zelda: Ocarina of Time 3D chegou ao 3DS com gráficos em maior qualidade em relação à versão original do jogo, é melhor sentar antes de começar a assistir ao vídeo mais abaixo.

Quando foi lançado para Nintendo 64, Ocarina of Time já era lindo. No Nintendo 3DS, então, nem se fala. Mas agora, quando uma das maiores aventuras de Link e Zelda se encontra com a incrível Unreal Engine 4, o patamar da coisa se eleva ferozmente. Não acredita? Então aperta o play no vídeo a seguir!


Diz aí, imagina controlar Link em um game com gráficos assim! Seria simplesmente incrível, não?

Fonte: ArtistAstorias

21 Sep 20:02

Glitch deixa Mario invencível em Super Mario Maker

by Rodrigo Estevam
Beto

sempre tem um cheater fdp rsrsr

Desde que chegou ao mercado, Super Mario Maker tem sido um grande sucesso entre os fãs. Afinal, quem nunca quis criar seus próprios estágios de Super Mario?

Um das possibilidades mais bacanas desse título, lançado exclusivamente para Wii U, é poder compartilhar suas criações com outros jogadores usando a rede online da Nintendo — bem como baixar fases criadas por outras pessoas para jogar ou editar.

Mas o que fazer quando você se depara com uma fase descrita como 100% impossível de finalizar? Levando em conta que o jogo te impede de compartilhar fases que você mesmo não consiga vencer, encontrar algo assim disponível para download é, no mínimo, intrigante.

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Se você baixa a fase 9301-000-004C-26E6, por exemplo, criada pelo jogador Abdul e descrita como impossível de ser finalizada por contar com um caminho cujo chão é feito somente de espinhos e buracos, logo vai perceber que parece realmente impossível chegar ao final.

Pois bem, a pegadinha aqui é que jogadores descobriram um glitch que permite ao Mario ficar invencível até o final do estágio. Desa forma, o personagem pode caminhar sobre os espinhos e não levar qualquer dano de espinhos, inimigos ou armadilhas quaisquer.

No vídeo abaixo, o pessoal do GameXplain explica como funciona o macete e te ensina a reproduzir o glitch (além de mostrar como vencer o desafio “impossível” do jogador Abdul):

Vale apontar que, com a publicação do vídeo, o glitch está se popularizando e várias fases semelhantes estão pipocando na rede. Então é só questão de tempo até a Nintendo liberar uma atualização que corrija o problema e acabe com a festa da galera que está se divertindo com o bug.

21 Sep 15:24

Ex-funcionários da Apple falam sobre como era trabalhar na empresa

by Redação

Novo Campus Apple 6

A Apple é uma empresa que não tem o costume de expor informações em relação ao dia a dia de suas operações. Um exemplo disso aconteceu no lançamento do iPad, quando os engenheiros não sabiam no que estavam trabalhando até Steve Jobs apresentar o produto no palco.

Então, muitos se perguntam como deve ser trabalhar na Apple. De acordo com Alan Dye, vice-presidente de design de interface de usuário da companhia, a rotina parece ser exigente e intensa. "Estou morrendo de medo que em algum momento eu vou me descobrir. Tim Cook vai perceber a verdade sobre mim, que eu sou terrível", desabafa.

Raramente, funcionários divulgam experiências sobre como é o trabalho dentro da empresa na rede social Quora, onde há vários tópicos que respondem a essa pergunta. O site Business Insider fez uma compilação das declarações mais interessantes. Veja algumas:

"Se eu ainda estivesse na Apple, eu não estaria respondendo a esta pergunta e nem me sentiria injustiçado por não ser capaz. A ideia geral é: você faz parte de algo muito maior que você. As ideias que você sugere, os truques que descobriu em CSS, a nova técnica unibody, que é parte do seu trabalho, algo que você é pago para fazer para o sucesso da Apple, não é algo que você precisa fazer um post em um blog para satisfazer o seu ego".

- Justin Maxwell, designer de interface de usuário

"Aqueles que amam o trabalho (e eu me incluo como um deles) sentem um forte senso de lealdade para com a empresa. Alguns de nós tendem a manter o fato de que nós trabalhamos para a Apple em bastante silêncio quando em público, pois não sabemos se a pessoa que estamos conversando é um fã da Apple ou um 'hater' (neste último caso, boa sorte ao tentar explicar que você não é a pessoa que inventou cada recurso que eles não gostam no iPhone, iPad, MacBook, iMac e qual não foi)".

- Anônimo

"Se você encaminhou algo para alguém da sua equipe a 1 hora da manhã e eles não respondem prontamente, você fica um pouco irritado com eles. Quando entravam no meu escritório dizendo que queriam ser gerentes, eu perguntei 'como você dormiu ontem à noite?', eles diziam 'ah, muito bem' e eu respondia: 'que bom, porque essa é a última noite de sono que você vai conseguir'".

- Don Melton, ex-diretor de tecnologias de internet

"A Apple é uma mistura bastante dividida em burocracia corporativa típica e política, misturadas com nível de inicialização urgente quando a direção vinha de Steve. Se você tem um projeto no qual Steve não está envolvido, vai demorar meses e muitas reuniões para que as coisas avancem. Se Steve quer que seja feito, então será feito mais rápido do que qualquer um pensa que é possível".

- Chad Little, ex-designer 

Entre as reclamações de trabalho excessivo e sigiloso, alguns ex-funcionários elogiam bastante o refeitório do local, afirmando que a cafeteria é algo "sensacional". Outro diz que absolutamente tudo é decidido pela equipe de marketing, enquanto outro afirma que a companhia é uma "contradição ambulante", pois preza pela sua imagem mais do que qualquer outra coisa.

Outras declarações podem ser lidas no Quora.

Fonte: Business Insider

21 Sep 15:21

“O Hobbit”, de J.R.R. Tolkien, completa 78 anos

by Douglas Ciriaco

Hobbit 78 anos

Se você não passou a última década e meia desligado do mundo, é bem provável que já tenha ouvido falar em O Senhor dos Anéis. A história foi levada ao cinema por Peter Jackson e virou uma trilogia de enorme sucesso, renovando o interesse em torno das criações do autor da história original, o sul-africano J.R.R. Tolkien.

Contudo, antes de publicar a obra em que Frodo era incumbido da difícil tarefa de levar o Um Anel até os vulcões de Mordor a fim de destrui-lo, Tolkien fez sucesso com uma outra publicação: O Hobbit, livro que chegou às prateleiras da Grã-Bretanha em 21 de setembro de 1937, há 78 anos.

Sucesso imediato, O Hobbit conquistou o público e a crítica ao contar a história de uma criatura de tamanho diminuto, preguiçosa, comilona, porém muito astuta e valente. O título do livro fazia referência à raça do humanoide, que atendia pelo nome de Bilbo Bolseiro e vivia no Condado.

Há quase oito décadas, Tolkien lançava o livro que começaria a marcar seu nome na história da literatura mundial. Atualmente, sem nunca ter saído de moda, O Hobbit virou trilogia cinematográfica, jogo de videogame, jogo de tabuleiro e ainda continua a conquistar novos fãs.

Hobbit 78 anosIlustração de Tolkien mostra a colina do Condado. (Foto: Reprodução/Espólio de J.R.R. Tolkien)

“Num buraco no chão vivia um hobbit”

Todo o universo que serve de pano de fundo para as suas histórias já vinha sendo criado desde 1917. Grande entusiasta de contos de fada e lendas, Tolkien escrevia contos e poemas situados naquele mesmo ambiente. Foi no começo dos anos de 1930, porém, que ele começa a trabalhar na ideia de O Hobbit.

Professor de anglo-saxão na Faculdade de Pembroke, na Universidade de Oxford, certa vez Tolkien teve uma inspiração repentina enquanto analisava documentos de estudantes que tentavam ingressar na instituição. Ao ver uma página em branco, ele escreveu “Em um buraco no chão vivia um hobbit”.

Nos anos seguintes, ele se dedicou à construção da história, que estaria pronta já em 1932. Então, enviou o rascunho para a apreciação de vários amigos, entre eles o também escritor britânico C. S. Lewis, autor de As Crônicas de Nárnia, que se empolgaram com a leitura e incentivaram a sua publicação.

Hobbit 78 anosSala de entrada da casa de Bilbo. (Foto: Reprodução/Espólio de J.R.R. Tolkien)

Coleção de influências e inspirações

De modo geral, tanto a obra completa do autor quanto O Hobbit, falando de forma mais específica, receberam pesada influência de outras correntes artísticas. O pintor e escritor britânico William Morris e o seu Movimento das Artes e Ofícios, com suas composições de paisagens e abordagens literária, está entre as principais influências.

Falando de forma mais ampla, também não somente O Hobbit, mas toda a obra de Tolkien tem uma influência pesada da antiga literatura anglo-saxã e da cultura nórdica, com seus mitos e lendas. Os compêndios Edda, de poesia e prosa nórdicas, estão presentes na forma em que a história é contada e, além disso, a concepção da fauna e da flora e até mesmo os nomes dos personagens do livro também trazem a mesma fonte de inspiração.

Há quem veja ainda paralelos entre a história de Tolkien e a obra Viagem ao Centro da Terra, do escritor francês Julio Verne — como a questão das mensagens rúnicas e também o próprio conceito de uma longa jornada rumo ao desconhecido em busca de um objetivo.

Além de tudo isso, autores como os Irmãos Grimm, Samuel Rutherford Crockett e George MacDonald's, bem como textos religiosos do cristianismo, em especial a história do povo hebreu, também são apontados como influências. Até mesmo a experiência pessoal de Tolkien com os eventos da Primeira Guerra Mundial é indicada como inspiração.

Mapas e ilustrações

Tolkien era conhecido por ser perfeccionista — tanto é que é comum ver as explicações de seu filho Christopher a respeito do receio que ele tem de publicar os rascunhos inacabados de seu pai —, então, era de se esperar um grande envolvimento seu nas várias fases de concepção e publicação de uma obra.

Assim, Tolkien teve participação crucial também na hora de conceber os desenhos e as ilustrações que fariam parte da primeira edição de O Hobbit. Originalmente, o autor queria incluir cinco mapas na publicação e a editora queria apenas dois, nas páginas iniciais e finais da obra.

Hobbit 78 anosTerras Ermas. (Foto: Reprodução/Espólio de J.R.R. Tolkien)

Hobbit 78 anosMapa de Thror. (Foto: Reprodução/Espólio de J.R.R. Tolkien)

Foram incluídos, então, os mapas de Thror e das Terras Ermas impressos em vermelho e preto (fotos acima). Depois, ele convenceu o pessoal da editora a incluir outras 10 ilustrações (algumas ilustram este texto). Cada uma delas servia para ilustrar uma determinada cena do livro, incrementando ainda mais o apelo infanto-juvenil da narrativa.

Detalhes na capa

Já que Tolkien estava tão disposto a dar vida ilustrando a sua própria obra, os editores o convidaram para cuidar do projeto gráfico da capa de proteção que cobriria a capa dura do livro. Assim, o autor empregou o uso de inscrições rúnicas nas bordas das páginas, que nada mais são do que transliterações do inglês com o nome do livro e informações sobre autor e editora.

Além disso, a ilustração mostra uma paisagem repleta de montanhas com florestas à base de todas elas. Alguns pássaros e nuvens no céu, o sol alto e uma estrada simples complementam a visão. Aprovada logo de cara, a única alteração dos editores foi remover o vermelho do sol a fim de baixar custos. Assim, a capa, hoje bastante conhecida, teria apenas quatro cores (branco, preto, azul e verde).

Hobbit 78 anosCobertura da capa criada por Tolkien.  (Foto: Reprodução/Espólio de J.R.R. Tolkien)

Ligação com O Senhor dos Anéis

Dentro da cronologia do universo criado por Tolkien, os fatos de O Hobbit acontecem antes daqueles apresentados em O Senhor dos Anéis. De fato, as aventuras de Frodo Bolseiro são consequências diretas das aventuras de seu tio, Bilbo. Isso porque após o sucesso do primeiro, Tolkien foi convidado a escrever uma continuação.

Após negociar com a editora, ele resolveu fazer pequenas alterações em O Hobbit a fim de incluir a cena em que Bilbo toma o Um Anel de Gollum, pois é este artefato que gera todos os acontecimentos da trilogia O Senhor dos Anéis.

Apesar de compartilharem basicamente a mesma estrutura, com uma aventura inesperada tendo um hobbit como protagonista, um grupo que vai para o Leste e todos sob a batuta do mago Gandalf, a abordagem realizada em O Senhor dos Anéis é muito mais séria, com os temas filosóficos e morais muito mais aprofundados.

Hobbit 78 anosDiante de Bilbo está o dragão Smaug sobre a sua pilha de tesouros. (Foto: Reprodução/Espólio J.R.R. Tolkien)

Hobbit 78 anosSmaug sobrevoa a montanha. (Foto: Reprodução/Espólio J.R.R. Tolkien)

Adaptação para o cinema e negação da família Tolkien

Muita gente conheceu o mundo de J.R.R. Tolkien pelos filmes de O Senhor dos Anéis dirigidos por Peter Jackson, ou seja, O Hobbit, apesar de ser a primeira grande obra do autor, ficou desconhecido do grande público por muito tempo. Porém, o sucesso no cinema reviveu a glória de Tolkien e vários de seus livros voltaram às livrarias.

Assim, O Hobbit voltou com tudo e também ganhou a sua versão cinematográfica. Apesar de ser um livro curto, ele foi adaptado em três filmes, todos realizados por Peter Jackson. Sucesso de público, a nova trilogia não agradou tanto aos críticos como a anterior, especialmente por se arrastar demais para contar uma história simples.

Parte das críticas negativas davam conta, também, das adições feitas por Jackson à história, julgadas desnecessárias por parte dos fãs e também da imprensa. De qualquer forma, as três obras tiveram um bom desempenho nas bilheterias. Nenhuma das adaptações cinematográficas agradaram os herdeiros de Tolkien.

“Eles estriparam o livro ao transformá-lo em um filme de ação para jovens de 15 a 25 anos de idade”, bradou Christopher Tolkien ao jornal francês Le Monde, em 2012, antes do lançamento da primeira parte da nova trilogia. “E parece que O Hobbit será o mesmo tipo de filme”, lamentou.

“Tolkien se tonou um monstro, devorado por sua própria popularidade e absorvido dentro do absurdo do nosso tempo”, comentou. “O abismo entre a beleza e a seriedade do trabalho e aquilo que ele se tornou me destrói. A comercialização reduziu a nada o impacto estético e filosófico da criação. Há apenas uma solução para mim: virar a cabeça para o outro lado”, concluiu o executor do espólio de J.R.R. Tolkien.

Hobbit 78 anosBilbo e os anões descem o rio dentro dos barris. (Foto: Reprodução/Espólio de J.R.R. Tolkien)

Legado gigantesco

Apesar das reclamações de Christopher Tolkien, as adaptações cinematográficas das obras de seu pai ajudaram a alçá-las a um posto ainda mais importante dentro da literatura inglesa e mundial. Atualmente, o livro tem parte importante na educação dentro do Reino Unido, servindo como porta de entrada à literatura daquele país para novos leitores.

Atualmente, O Hobbit pode ser encontrar em inúmeras edições de livros, histórias em quadrinhos, jogos eletrônicos para basicamente todas os consoles e plataformas, jogos para tabuleiro de mesa, bonecos de ação dos mais variados e muito mais. O pontapé inicial de Tolkien há quase 80 anos continua rendendo muitos frutos.

Fontes: The Tolkien Society, Le Monde, The New York Times, The Mythopoeic Society

21 Sep 15:19

Salesforce e Microsoft anunciam parceria para integrar serviços corporativos

by Redação

Salesforce e Microsoft

A Microsoft e a Salesforce anunciaram planos para ampliar sua parceria estratégica para conectar os aplicativos e serviços de produtividade do Office à Plataforma de Sucesso do Cliente. As empresas pretendem apresentar soluções que consigam integrar a Salesforce ao Skype for Business, Delve, OneNote e Windows 10. Com isso, o objetivo é capacitar as empresas a se conectarem com seus clientes e colaborar de maneira mais eficiente.

Ambas as empresas permanecem cumprindo sua parceria estratégica por confirmar a disponibilidade geral de duas novas integrações anunciadas no mês de outubro do ano passado: o Salesforce1 Mobille App para Microsoft Office e o Salesforce App para Outlook, que trabalha com o Outlook 2013 e o Office 365. De acordo com o CEO da Salesforce, Marc Benioff, "nossa colaboração foi tão bem-sucedida que estamos apostando e fornecendo ainda mais inovações que irão ajudar nossos clientes mútuos a serem mais produtivos e a se conectarem com seus clientes de uma forma totalmente nova".

Tanto a Microsoft quanto a Salesforce pretendem ir além. Ambas querem trabalhar em conjunto para criar soluções como a Integração do Skype for Business com o Salesforce Lighning Experience, um serviço que combina uma nova experiência inteligente de usuários com as melhores práticas comprovadas, permitindo que as pessoas trabalham de maneira mais rápida e inteligente. Os consumidores do Office 365 também serão capazes de utilizar o Skype for Business para reuniões via web, verificando se os colegas estão online, realizando chats e fazendo chamadas de voz e vídeo a partir do Salesforce Lightning Experience.

Outro serviço que a parceria entre as duas gigantes pretende oferecer é a integração do OneNote com o Salesforce Lightning Experience. Os usuários serão capazes de associar notas com os registros do Salesforce e visualizar e editar notas diretamente no OneNote a partir do Salesforce Lightning Experience.

Já a integração do Salesforce com o Office Graph e o Office Delve proporcionará a descoberta de conteúdo da Salesforce no Delve, como oportunidades comerciais, contas de clientes e cases de serviços. Por meio do Office Graph, será oferecido um ecossistema aberto para compartilhamento, colaboração e descoberta.

"Juntos, o Salesforce e o Microsoft Office estão nos ajudando a criar um ambiente de trabalho digital integrado, onde nossos mais de 170 mil empregados em todo o mundo podem ser mais produtivos e se conectar uns aos outros e aos consumidores como nunca antes", afirma Paulo de Sá, vice-presidente de Employee Technology Services da Unilever.

A Salesforce também irá fornecer um app para o Windows 10 para capacitar as equipes de vendas e alavancar negócios enquanto estão em movimento, utilizando dispositivos favoritos dos usuários que sejam equipados com o novo sistema operacional da Microsoft.

A disponibilidade de todos os serviços é aguardada para o segundo semestre de 2016. O objetivo é fornecer aos clientes a possibilidade de serem mais ágeis e eficientes em suas tarefas profissionais. Para o CEO da Microsoft, Satya Nadella, "como uma empresa de plataformas e produtividade, a Microsoft está focada em reunir o melhor do Microsoft Azure, Office e Windows com parceiros como a Salesforce para permitir que nossos clientes mútuos se interliguem, colaborem e descubram informações de maneiras mais eficazes".

17 Sep 02:14

Minecraft: Story Mode tem data de lançamento revelada

by Rodrigo Estevam
Beto

Já vejo o dark perdendo algumas horas rsrsrs

A Telltale e a Mojang anunciaram a data de lançamento de Minecraft: Story Mode – A Telltale Games Series agora cedo por meio de um comunicado a imprensa.

A versão para consoles e PC do game chega ao mercado no dia 13 de outubro desse ano com o lançamento do primeiro episódio, intitulado The Order of the Stone. Já o lançamento para iOS e Android vai rolar dois dias depois, no dia 15 de outubro. As versões para Wii U e PS Vita ainda não tiveram suas respectivas datas de lançamento reveladas.

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Já no dia 27 e outubro, chegará às lojas a versão em mídia física do jogo contendo o passe de temporada que dará direito ao download dos quatro capítulos seguintes da história. Somente as versões para Xbox One, Xbox 360, PlayStation 4 e PlayStation 3 serão lançadas nos Estados Unidos (consequentemente com chances de lançamento também por aqui), enquanto o disco para PC será lançado somente na Europa.

Em Minecraft: Story Mode, jogadores controlarão a personagem Jesse (com opção de escolha entre os sexos masculino e feminino) em uma aventura para salvar o mundo de Minecraft ao lado de seus amigos. Você confere o trailer do jogo logo exibido na MineCon desse ano abaixo:

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17 Sep 02:12

Garoto Ahmed, detido por causa de relógio, é convidado a visitar o Facebook

by Rafael Farinaccio
Mark Zuckerberg publicou uma mensagem em sua rede social chamando o menino para visitar a sede da empresa. Outras celebridades e companhias também fizeram convites ao garoto

O garoto Ahmed Mohamed, que ganhou as manchetes por ter sido acusado de ter criado uma bomba após ter aparecido na escola em que estuda usando um relógio que ele mesmo inventou e desenvolveu, ganhou a simpatia de uma diversidade de celebridades e empresas que se manifestaram a favor do menino através da internet.

A mensagem mais interessante delas, dado o interesse de Ahmed em se tornar um engenheiro, talvez tenha sido o recado postado por Mark Zuckerberg, criador e CEO do Facebook. Sua postagem na rede social dizia o seguinte: “Vocês provavelmente ouviram a história de Ahmed, um estudante de 14 anos do Texas que construiu um relógio e foi preso por tê-lo levado para a escola. Ter a habilidade e a ambição para se construir algo legal deveria causar aplausos e não uma prisão. O futuro pertence a pessoas como Ahmed. Ahmed, se você quiser algum dia vir até o Facebook, eu adoraria conhecê-lo. Continue trabalhando”.

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17 Sep 01:25

Estagiário sofre

by ninja negro
Beto

lembrei das bolachas que tinhamos.... :~~ ~

polbilho

Pensa que assim pelo menos vc tá emagrecendo migo, sei lá, qm sabe te conforta

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17 Sep 00:56

Novo modelo de corpo “Crash Bandicoot”

by Joe
Beto

Não vai fica assim hein dark pow

crash

É a nova moda nas academias. Só pegar os dias que você deveria fazer perna e trocar pra ombro e peito. Aliás, faça 3 vezes por dia cada um. Coloque um bermudão e pronto, pode sair por aí quebrando caixas.

17 Sep 00:55

Da série: os jogos estão cada vez mais realistas

by Joe

sims

“Aqui buscando mais uma morta kkkk #segunda #trabalho #presunto #ehnoisnoenterro.”

17 Sep 00:12

Hasan Kale e suas pinturas microscópicas

by Guilherme Dantas
Beto

Nussa! O.o

Escrever o nome no grão de arroz é coisa do passado, pelo menos para o turco Hasan Kale. O artista plástico desenvolveu uma técnica que o possibilita reproduzir paisagens extraordinárias em um grão de arroz ou café, cascas de cebola e palitos, além de uma infinidade de coisas minúsculas.

Para se ter uma ideia, mesmo um quadradinho de chocolate vira uma tela nas mãos de Kale! Isto porque todas as obras são minuciosamente pintadas em seu pincel microscópico.

E o resultado final de suas peças é inspirador!

Conheça algumas obras:

Hasan-Kale-pinturas-microscopicas (1) Hasan-Kale-pinturas-microscopicas (2) Hasan-Kale-pinturas-microscopicas (3) Hasan-Kale-pinturas-microscopicas (4) Hasan-Kale-pinturas-microscopicas (5) Hasan-Kale-pinturas-microscopicas (6) Hasan-Kale-pinturas-microscopicas (7) Hasan-Kale-pinturas-microscopicas (8)

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16 Sep 23:11

Vai dobrar a meta? Robin tem financiamento de mais de R$ 3,8 milhões

by Felipe Payão
O celular possui 32 GB de armazenamento interno e incríveis 100 GB na nuvem

O Robin é o primeiro smartphone do mundo que tem o armazenamento baseado na nuvem. Produzido pela Nextbit e em campanha de financiamento pelo Kickstarter, o celular pretende matar o problema da nossa geração: não ter espaço suficiente para guardar fotos, vídeos, documentos, arquivos e instalar aplicativos. Ele possui 32 GB de armazenamento interno e incríveis 100 GB na nuvem.

Segundo a Nextbit, ele tenta fugir do padrão de construção presentes nos smartphones Android. Além de um visual "alegre", ele também conta com um hardware de respeito — as especificações técnicas vão ser listadas logo abaixo.

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