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06 Jun 17:36

Netdata – Monitore o Servidor em Tempo Real

by Marcos Henrique

Com o Netdata você pode realizar o monitoramento de desempenho do servidor em tempo real, ele trás uma grande variedade de informações do servidor e de forma dinâmica atualiza os dados em sua tela, uma ótima solução para que você possa realizar o monitoramento de ambientes críticos.

Projeto: github.com/firehol/netdata

Esta dica foi enviada por: Alex Paulo Laner

01 Passo

Instale os pacotes a seguir

root@100security:/# apt-get install zlib1g-dev gcc make git autoconf autogen automake pkg-config

netdata01

02 Passo

Realize o download no netdata, entre no diretório e execute o script de instalação.

root@100security:/# git clone https://github.com/firehol/netdata

root@100security:/# cd netdata/

root@100security:/netdata# ./netdata-installer.sh

netdata02

03 Passo

Pressione a tecla <ENTER> para prosseguir com a instalação.

netdata03

netdata04

04 Passo

Realize o acesso do netdata através do endereço: http://<IP-DO-SERVIDOR:19999

netdata05

19 May 23:14

Esta é, possivelmente, a cachoeira mais incrível que você já viu

by Igor Napol
Filmagem feita utilizando um drone mostra todas a beleza impressionante de Salto Ángel, a cachoeira mais alta do mundo, com 979 metros de altura, localizada na Venezuela

Com 979 metros de altura, sendo 807 deles de queda ininterrupta, Salto Ángel é a cachoeira mais alta do mundo. Ela é uma imponente obra de arte da natureza por si só, mas consegue ficar ainda mais magnífica com uma forcinha da tecnologia: o pessoal da associação cultural venezuelana Theraphosa utilizou um drone para fazer algumas tomadas aéreas do lugar – e o resultado não poderia ser nada menos que impressionante.

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19 May 23:11

Descubra quais são 7 das maiores crateras de impacto que existem na Terra

by Maria Luciana Rincón
Conheça algumas das maiores “cicatrizes” já deixadas por rochas espaciais na superfície do nosso planeta

Localizada sob o deserto de Kalahari, na África Meridional, a cratera de Morokweng foi criada pela colisão de um asteroide com dimensões entre 5 e 10 quilômetros de diâmetro há 145 milhões de anos. A estrutura foi descoberta graças a levantamentos de sensoriamento remoto realizados na região que revelaram que a formação possui aproximadamente 70 quilômetros de diâmetro.

The Epoch Times

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19 May 17:02

Opinião: Desmascarando os três principais mitos da TI híbrida

A estratégia conhecida como TI híbrida oferece às organizações o melhor de dois mundos, mas ainda existem dúvidas que precisam ser esclarecidas
16 May 13:58

Nova atualização do Telegram permite editar mensagens enviadas

by Redação

Telegram

O popular aplicativo de mensagens instantâneas Telegram foi atualizado e agora permite que os usuários editem mensagens mesmo depois delas terem sido enviadas. O novo recurso pode ser utilizado até 2 dias após o envio da mensagem e funciona em qualquer tipo de conversa, seja em um grupo ou em conversas particulares.

Segundo explica a empresa em seu blog, basta tocar e segurar em uma mensagem para que a opção "Editar" seja exibida. "As mensagens exibirão uma pequena etiqueta 'editada' para identificar com facilidade que elas foram alteradas".

Telegram

Além da possibilidade de editar mensagens, o Telegram também acrescentou a possibilidade de mencionar pessoas, mesmo que elas não possuam um nome de usuário no serviço. A partir da nova atualização, é possível mencionar qualquer pessoa que esteja em um grupo. Para isso, basta digitar o '@' e selecionar quem gostaria de abordar.

Telegram

Também será possível encontrar pessoas mais facilmente através do novo recurso de busca, que reúne as pessoas que o usuário conversou recentemente ou conversa com mais frequência. Além das novidades mencionadas, o mensageiro instantâneo também fez ajustes em sua interface, adicionando a possibilidade de ver emojis em mensagens direto das notificações. A nova atualização já está disponível para os usuários em todo o mundo.

Via GSM Arena

14 May 13:21

Aumentando a segurança da sua conta na AWS

by Jeff Barr

A criação de uma conta na AWS é bem simples, requer um e-mail e uma senha. Esta credencial é conhecida como conta “root” (principal), pois dá poderes ilimitados aos recursos que você gerencia, e é muito importante protegê-la adequadamente.

Este artigo mostra as melhores práticas para aumentar a segurança da sua conta na nuvem.

Remover as chaves de acesso da sua conta principal

Na AWS você pode usar uma chave de acesso (composta por um identificador – access key ID e um segredo – secret access key) para realizar chamadas nas diversas APIs. Ao criar a sua conta, ela vem com uma chave habilitada que permite realizar quaisquer operações na sua infraestrutura. Os poderes desta chave permitem acessar todos os recursos da sua conta, incluindo informações de faturamento, e estas permissões não podem ser restringidas.

Devido ao grande poder associado a esta chave de acesso, você deve tratá-la da mesma maneira que gerencia informações confidenciais como cartão de crédito ou senha de banco. Seguem algumas recomendações de como mantê-la segura:

  • Se você já removeu a chave de acesso da sua conta “root”, não crie uma nova a menos que seja extremamente necessário. Ao invés de usá-la, você pode criar através da Console de Gerenciamento da AWS um usuário IAM pessoal para realizar as tarefas de administração. Você pode fazer isto seguindo os passos mostrados nos tópicos abaixo;
  • Se você ainda possuir uma chave ativa, você deve parar de usá-la. Primeiramente, você precisa determinar se ela está em uso e identificar os sistemas que a estão utilizando. Após a identificação, você deve avaliar a melhor forma de migrar para um mecanismo mais seguro, como usar um Role para a instância ou um usuário com apenas as permissões necessárias. Por fim, você deve inativá-la antes de apagá-la definitivamente. Se precisar mantê-la, o melhor é rotacioná-la regularmente. Para apagar ou rotacionar a sua chave de acesso, acesse a Security Credentials page na Console de Gerenciamento da AWS com sua conta de e-mail e senha. Você poderá gerenciar as chaves da sua conta na seção “Access Keys”;
  • Nunca compartilhe as suas credencias (usuário e senha) com ninguém. A AWS oferece vários mecanismos para você não precisar fazer isto e ainda evitar distibui-las com a sua aplicação;
  • Use uma senha forte para proteger o acesso a Console de Gerenciamento da AWS. Para aprender como gerenciar a senha da sua conta, acesse Changing the AWS Account (“root”) Password.

Habilitar o MFA para a sua conta principal

O Multi Factor Authentication ou MFA é um mecanismo de segurança que requer mais de um método de autenticação baseado em uma categoria diferente para permitir o acesso a um recurso. Na AWS, o primeiro fator de autenticação é a senha do cliente e o segundo pode ser baseado em um aplicativo para celular, como Amazon Virtual MFA ou Google Authenticator, ou um token físico. Ao habilitar este mecanismo, a segurança da sua conta aumenta, pois o comprometimento de um único fator, não permite o acesso aos seus recursos.

Você deve habilitar o MFA na conta principal e também considerar o uso dele nas contas que possuem permissões privilegiadas como as de administradores. Os detalhes de como ativar o MFA estão em Using Multi-Factor Authentication (MFA) in AWS

Criar usuários individuais

Uma forma de aumentar a rastreabilidade e a segurança das operações feitas na sua conta é criar usuários individualizados para cada pessoa que gerenciará a infraestrutura na AWS. Com o IAM, isto pode ser feito de maneira bem simples.

Estes usuários devem ter apenas as permissões necessárias para as tarefas sob a responsabilidade deles, para evitar eventuais abusos ou erros na operação do dia a dia. Por exemplo, se o usuário Usuario1 é responsável apenas por gerenciar os servidores, as permissões atribuídas a ele devem ser apenas para fazer estas tarefas. O Usuario2 que trabalha na equipe de banco de dados precisa de acesso apenas para trabalhar com o serviço RDS. Neste caso, o Usuario2 deve ter acesso ao RDS, mas não aos outros serviços.

Usar grupos para associar as permissões aos usuários IAM

Você pode simplificar a atribuição das permissões aos seus usuários IAM incluindo-os em grupos funcionais (DBA, desenvolvedores, administradores etc) ao invés de vincular individualmente as permissões para cada usuário. Usando este recurso, você poderá fazer mudanças nas permissões de um grupo atualizando apenas um lugar. Outra vantagem é que se uma pessoa mudar de área, você poderá simplesmente movê-la de grupo.

Configurar uma política de senha forte para os usuários

Usando o IAM, você pode configurar uma política de senha para assegurar que seus usuários criem senhas com a complexidade necessária ou aderente aos padrões de segurança da empresa. Além disto, você pode definir o período para troca de senha e prevenir que os usuários reutilizem a mesma senha.

Você também deve ter em mente que reutilizar senhas iguais a usadas em outros sistemas (sites web, e-mail) pode diminuir consideravelmente a segurança, pois o comprometimento destes sites pode facilitar o acesso aos recursos da AWS.

Habillitar o CloudTrail

O CloudTrail é o serviço que registra as chamadas usando credenciais vinculadas a sua conta realizadas nas principais APIs da AWS. Habilitar esta configuração é bem simples e permite acompanhar as operações da sua infraestrutura. Este serviço deve ser habilitado individualmente em cada região. As instruções em Creating a Trail for the First Time mostram como você pode habilitar este log na sua conta.

Usando este serviço, você ainda pode configurar alarmes para atividades suspeitas.

Habilitar um alarme quando a conta principal for utilizada

Considerando que os acessos com a conta principal serão feitos raramente, uma recomendação importante é habilitar um alarme toda vez que algum acesso for feito com a conta “root”. Desta maneira, o responsável pela infraestrutura será notificado e poderá avaliar a legitimidade do acesso.

Você pode habilitar este alarme seguindo os passos mostrados em How to Receive Notifications When Your AWS Account’s Root Access Keys Are Used

Remover credenciais que não são usadas

Muitas vezes algumas credenciais são criadas temporariamente e nunca desativadas. Estas credenciais expõe a sua conta desnecessariamente, o que poderia ser evitado fazendo uma análise simples do uso. A recomendação é remover ou desabilitar quaisquer credenciais que não são utilizadas, isto inclui usuários ou chaves de acesso.

Através do console do IAM, você pode obter um relatório das credenciais existentes para identificar quais poderiam ser desabilitadas. Ele contém informações sobre senhas, chaves de acesso e as respectivas datas de uso. Os detalhes de como obter este relatório são descritos em Getting Credential Reports for Your AWS Account.

Você também pode usar as API’s da AWS para obter estas informações ou automatizar este mecanismo usando o AWS CLI.

Usar Roles para aplicações que rodam em instâncias EC2

Aplicações que rodam em instâncias EC2 precisam de credenciais para acessar outros serviços da AWS, como Amazon S3 ou Amazon DynamoDB. Neste caso, você pode usar IAM Roles para permitir que a sua aplicação acesse estes serviços de maneira segura ao invés de salvar as credenciais necessárias em um arquivo de configuração. Um Role é um mecanismo que permite agrupar permissões, mas que não está associado a um usuário ou grupo específico.

Ao lançar uma instância EC2, você pode escolher qual Role será atrelado a ela e as aplicações que estão rodando nesta instância, usando o SDKs ou a Command Line Interface (CLI), poderão acessar os recursos da AWS sem se preocupar com o gerenciamento das credenciais. Estas aplicações terão permissão apenas para executar as operações determinadas no Role atribuído a instância. Além disto, o IAM rotaciona as credenciais vinculadas ao Role de maneira automática sem que você realize nenhum tipo de manipulação e ainda permite que você atualize as permissões do Role em um único lugar, propagando automaticamente as mudanças para todas as instâncias do mesmo Role.

Para saber mais detalhes de como usar este mecanismo, acesse Using an IAM Role to Grant Permissions to Applications Running on Amazon EC2 Instances.

Delegar o acesso a um recurso usando Roles ao invés de compartilhar uma credencial

Usando o IAM você pode delegar o acesso a recursos da sua conta na AWS de maneira segura. A delegação pode ser usada, por exemplo, para permitir que um usuário de outra empresa ou parceiro (outra conta AWS) leia o conteúdo de um bucket S3 na sua conta.

Se isto for necessário, não compartilhe a sua credencial, isto é, usuário/senha ou chave de acesso com a outra pessoa. Você pode criar um Role com as permissões necessárias e determinar qual usuário IAM de outra conta poderá assumir este Role. As instruções para usar este recurso estão em Delegating Access Across AWS Accounts For Accounts You Own Using IAM Roles.

Rotacionar as credenciais regularmente

Troque a sua senha e chaves de acesso regularmente e assegure que todos os usuários IAM também sigam esta política. Desta forma, se uma senha ou chave for comprometida sem o seu conhecimento, você conseguirá limitar o tempo que o atacante poderá se aproveitar desta brecha. Você pode criar uma política para troca de senha na sua conta e exigir que os usuários rotacionem a senha com a frequência que você determinar.

***

Artigo escrito por David Reis. 

Este artigo faz parte do AWSHUB, rede de profissionais AWS gerenciado pelo iMasters.

Mensagem do anunciante:

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13 May 15:03

Várias falhas de segurança são encontradas no núcleo Ubuntu

by Rafaela Pozzebon

Falhas de segurança foram identificadas no kernel (núcleo) do Ubuntu, que é desenvolvido pela Canonical. No total, 15 problemas estavam afetando as edições 12.04, 14.04 e 15.10 do sistema operacional. A boa notícia é que eles podem ser corrigidos com uma atualização do componente.

As falhas foram descritas em avisos de segurança do Ubuntu, que apresentam os riscos de continuar usando o sistema operacional sem a devida atualização. Os problemas foram descobertos por desenvolvedores e hackers de Linux.

Canonical disponibiliza atualização se seu sistema operacional. Versões do Ubuntu contavam com várias falhas de segurança.
Canonical disponibiliza atualização se seu sistema operacional. Versões do Ubuntu contavam com várias falhas de segurança.

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13 May 13:01

Esses 3 planetas do tamanho da Terra podem ser habitáveis

by Maria Luciana Rincón
Astrônomos descobrem mundos que poderiam abrigar formas de vida a 40 anos-luz de nós

Os cientistas estão mesmo empenhados em encontrar um novo mundo com potencial para abrigar vida, e essa busca inclusive já levou à detecção de inúmeros exoplanetas interessantes. Pois, de acordo com Ali Sundermier, do portal Business Insider, recentemente uma equipe internacional de astrônomos anunciou a descoberta de um trio de candidatos que, ao que tudo indica, poderia servir de lar para formas de vida alienígena.

Segundo Ali, os exoplanetas se encontram em órbita ao redor de uma estrela situada na constelação de Aquário, a meros 40 anos-luz de distância da Terra. Os três foram classificados como potencialmente habitáveis pelos astrônomos e, conforme explicaram, se queremos encontrar criaturas extraterrestres pelo Universo, esses locais seriam excelentes pontos de partida.

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13 May 11:52

Processo de impeachment: o que acontece com Dilma a partir de agora?

by Maria Luciana Rincón
Descubra a seguir como será o desenrolar das investigações que deverão culminar com a absolvição ou condenação da Presidente da República

Independente de você ser a favor ou contra o governo de Dilma Rousseff, a verdade é que a notícia de que o plenário do Senado aprovou a abertura do processo de impeachment não foi o que podemos chamar de uma grande surpresa. No entanto, embora a maioria dos brasileiros já estivesse esperando pela aprovação, muita gente ficou com dúvidas sobre o que vai acontecer com a presidente agora que ela foi afastada do cargo.

Marcos Côrrea/Fotos Públicas (12/05/2016)

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12 May 21:08

Amazon abre o código de seu software de deep learning

by Redação

amazon

A Amazon fez recentemente sua entrada no mundo do open source com a liberação de seu software de deep learning DSSTNE (pronuncia-se "Destiny"). A companhia de e-commerce lançou a biblioteca sem alarde no GitHub sob a licença Apache.

Para quem não sabe, o deep learning é um processo que faz máquinas treinarem sua redes neurais com um grande volume de dados para então fazer interferências sobre novos dados. Várias companhias de tecnologia já estão trabalhando com este tipo de sistema e já existem algumas opções do gênero disponíveis no mercado.

Segundo informa a Amazon em sua página de perguntas frequentes, a empresa está "lançando o DSSTNE como um software open source para que a promessa de deep learning possa ser estendida além do entendimento de fala e idioma, bem como ser utilizada em outras áreas, como pesquisa e recomendações". "Nós esperamos que os pesquisadores ao redor do mundo possam colaborar para melhorar o programa. Mas, mais importante, esperamos que o programa seja o ponto inicial de inovações em muitas áreas", complementa o texto.

Em seu formato atual, o DSSTNE não oferece suporte a cargas de trabalho convolucionais para reconhecimento de imagem. O suporte a redes neurais também é limitado. Porém, o software pode ser treinado utilizando-se de múltiplas unidades de processamento gráfico de uma só vez e já mostra vantagens de performance até mesmo sobre o TensorFlow, do Google.

A Amazon afirma que o DSSTNE tem velocidade 2,1 vezes maior do que o TensorFlow em uma instância g2.8xlarge na nuvem da Amazon Web Services. Com um volume ameno de dados, o DSSTNE tem desempenho comparável ao de seus rivais, informa a empresa. Além disso, a tecnologia de deep learning da Amazon é baseada em C++ e também tem suas vantagens quando o assunto é a facilidade de uso.

Via: Venture Beat

12 May 12:11

App que transfere dinheiro de graça pelo celular vai aposentar as carteiras

by Nilton Kleina
Serviço que envia e recebe qualquer valor pelo smartphone pode revolucionar 'vaquinhas' e pagamentos comerciais

Não são poucas as soluções para quem deseja deixar a carteira em casa e sair às compras com o mínimo possível no bolso: serviços como Apple Pay, Samsung Pay e pagamentos via NFC estão cada vez mais populares, enquanto empresas como o NuBank revolucionam e até incomodam bancos e empresas tradicionais de cartões de crédito.

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12 May 01:28

Um case sobre automatização de implementação contínua no Instagram

by Alex Lattaro

A implementação contínua ainda é uma dessas magias negras que rondam por aí. Alguns defendem, outros condenam e assim continuamos a fazer nossos deploys da maneira que achamos que funciona para nós.

Como comunidade, o importante é experimentarmos, fazermos testes, compartilharmos acertos e erros para ajudar os demais profissionais. Sendo assim, vamos expor um caso de uso de implementação contínua automatizada publicado por Michael Gorven no site do Instagram.

De acordo com Gorven, os engenheiros do Instagram hoje fazem deploy no seu backend de 30 a 50 vezes por dia, sempre que necessário. E o mais interessante: a maioria dos deploys são feitos sem nenhuma intervenção humana. E isso gera uma série de vantagens para eles, como:

  • Os engenheiros não são limitados a horários específicos;
  • Agilidade nos lançamentos;
  • Facilidade na identificação de commits ruins. Eles não precisam procurar em muitas linhas de código, visto que fazem vários commits, e a iteração entre um e outro costuma ser pequena; sendo assim, o escopo de busca fica em torno de uma, no máximo três iterações. Eles conseguem identificar, por meio de métricas, a hora exata do erro e, então, encontrar os commits ruins que foram implementados naquele momento;
  • Com facilidade e agilidade na localização de commits ruins, eles não ficam com aquela bagunça no master, nem causam atrasos. Estão sempre em um estado no qual conseguem obter correções importantes rapidamente.

O início
alex01

Mas antes desse cenário de CNTP que temos acima, havia um cenário um pouco mais obscuro.

Antes de trabalharem com a implantação contínua, os engenheiros implantavam as mudanças em uma base ad-hoc. Ou seja, entregavam as mudanças mais necessárias e faziam o lançamento. O restante entrava na fila de demandas. Então, eles faziam o lançamento em uma máquina, registravam os logs, e verificavam e executavam um segundo lançamento em todas as outras. Isso era implementado utilizando um Fabric script, um banco de dados básico e uma UI chamada “Sauron”, que armazenava os logs de lançamento.

Então foi feito o teste canário. Para ele, foram utilizados scripts de testes feitos pelos engenheiros, mas em vez de focar em apenas uma máquina, o script fazia o deploy nas máquinas canário, amarrando os logs com os usuários. Assim, era perguntado para o usuário se o deploy poderia seguir para a implementação completa. Em sequência, era feita uma análise das máquinas canário: um script coletava os códigos de status HTTP para cada solicitação; então, eles eram categorizados e aplicados limiares percentuais codificados, por exemplo, menos que 0,5% 5xx, pelo menos 90% 2xx. Porém, os usuários só seriam notificados se os limiares falhassem.

Já havia testes que eram executados, mas apenas nas máquinas dos engenheiros, e os revisores de código tinham que aceitar a palavra deles sobre o assunto. E, assim, não se sabia o status do resultado dos commits. Para corrigir isso, eles configuraram o jenkins para executar os testes em novos commits e relatar os resultados para Sauron. Então, Sauron acompanhava o commit mais recente que havia passado nos testes e, quando fosse feito um lançamento, Sauron sugeria que esse commit fosse utilizado. Com isso, estava se desenhando o processo de automatização.

É chegada a hora de automatizar o processo

Para que isso fosse implementado com sucesso, primeiro eles tiveram que estabelecer alguns fundamentos. Foram criados estados de lançamento, ou seja, para cada lançamento havia um status do seu estado – “em execução”, “pronto” e “erro”. Assim, foi desenvolvido um script que avisasse os usuários se o lançamento anterior não estivesse no estado de “pronto”. Também foi inserido um botão “abortar”, que possui um script para verificar o estado ocasionalmente e reagir. Além disso, foi adicionado um trackeamento completo do commit. Dessa maneira, Sauron não enxergava mais apenas o commit mais recente que havia passado nos testes, mas ele tinha um registro completo de todos os commits, assim como o seu estado específico.

alex02

Com isso, restavam poucas decisões para os profissionais. Mas, com o intuito de automatizar ainda mais, eles criaram um algoritmo que selecionava os commits que passaram nos testes, e selecionavam o menor número possível de commits. Uma das regras era que nunca fossem selecionados mais de três. Se todos passassem nos testes, ele selecionaria um novo commit de cada vez, podendo ter no máximo dois commits consecutivos com execuções de teste do tipo “non-passing”. Então, ele tomava uma segunda decisão, que era se o lançamento havia sido bem-sucedido. Sendo assim, se mais de 1% dos commits falhassem na implantação dos hosts, o processo seria considerado falho.

alex03

Agora, quando um lançamento era feito, e tudo havia corrido da maneira esperada, o único ato necessário para os profissionais era responder um “sim” algumas vezes, aceitando o commit sugerido, iniciando o canário e prosseguindo até o deploy completo. Então, essas questões também passaram a ser respondidas automaticamente, e o Jenkins executava os scripts de lançamento. A princípio, isso ocorria sob a supervisão dos engenheiros, mas, conforme eles foram se sentindo confortáveis com a situação, eles deixaram de supervisionar.

Nem tudo são flores

Durante o processo, ocorreram muitas falhas. Várias vezes os engenheiros utilizavam diffs que quebravam os testes, o que, por sua vez, causava uma falha em todos os outros processos subsequentes, impedindo que qualquer commit fosse implementado.

Para resolver isso, foi necessário utilizar o OnCall, que revertia o commit infrator, esperava que ele passasse nos testes de reversão e, então, manualmente, os backlogs eram corrigidos antes de a automação poder continuar.

Isso era um dos piores problemas, pois acabava com a grande vantagem da implementação contínua, que era implementar pouquíssimos commits por lançamento. Assim, foi identificado um problema: os testes eram lentos e pouco confiáveis. Para resolver isso, os testes precisavam ser corrigidos. E foram. Os testes, que antes duravam cerca de 15 minutos, agora duravam 5. Além disso, foram corrigidos os problemas de infraestrutura que faziam com que os testes não fossem confiáveis.

Ademais, existiam ainda problemas com os backlogs. Embora os engenheiros do Instagram tenham conseguido essas melhorias, ainda havia um acúmulo de mudanças que precisavam ser implementadas. O principal motivo desses atrasos eram erros nos testes canário, falsos positivos e falsos negativos, além de outras quebras esporádicas. Mesmo assim, quando as raízes dos problemas eram resolvidas, a automação iria implementar um commit de cada vez e, assim, o backlog demorava para ser limpo e causava atrasos nas novas inserções de diffs. O OnCall normalmente interfere e implanta todo o backlog de uma só vez, o que anula, mais uma vez, uma das principais vantagens da implantação contínua.

alex04

Para resolver esse outro problema, os engenheiros implementaram uma seleção lógica que manipulava os commits, por meio da qual eram implantados vários commits quando havia um backlog. O algoritmo utilizado se baseava em uma meta de tempo de duração para cada commit – 30 minutos. Assim, para cada commit que está na fila, o algoritmo calcula o tempo necessário para implementar a fim de atingir a meta de lançamentos no tempo estimado, usando um valor hard-coded e o número de commits que deveriam ser implementados por lançamento. Assim, ele tem uma relação do número de commits por lançamento e encapsula em três, o que permite aos engenheiros fazerem tantos lançamentos quanto possível, deixando cada commit com um tempo razoável.

Embora isso tenha resolvido o problema até o momento, os lançamentos foram ficando mais lentos por conta da escalabilidade. Conforme a infraestrutura aumenta, o tempo dos lançamentos também aumenta. Aqui, o ssh-agent atropelava todas as conexões SSH e o processo fab, que também estava atrelado a um núcleo de gestão de todas as tarefas. A solução encontrada para esse problema foi utilizar o sistema de SSH distribuído do Facebook.

E na minha empresa, é possível?

Segundo os próprios engenheiros do Instagram, você pode realizar o processo que eles estão desenvolvendo para a sua empresa. Para isso, basta seguir as seguintes guidelines:

alex05

  • Testes: O conjunto de testes precisa ser rápido e ter uma boa cobertura, mas não precisa ser necessariamente perfeito. Os testes também precisam ser executados muitas vezes, durante a revisão, antes de aterrar e após o lançamento.
  • Canário: São necessários canários automatizados para impedir que commits ruins sejam implementados em todas as outras máquinas. O teste canário não precisa ser perfeito, mas um conjunto simples de estatísticas e limiares deve ser capaz de suprir suas necessidades.
  • Automatizar o casual: Não é necessário automatizar todas as situações, entretanto, as situações comuns precisam ser automatizadas. Se existem situações fora do padrão, deixe que as pessoas resolvam.
  • Deixe os profissionais confortáveis: Uma das principais barreiras para esse tipo de automação são os profissionais. Eles não podem se sentir desconfortáveis ou fora do controle da situação. Sendo assim, o sistema precisa fornecer ao usuário uma boa visualização do que foi feito, do que está sendo feito e, principalmente, do que será feito, além de possuir mecanismos de parada.
  • Deploys ruins acontecerão: Mudanças ruins vão acontecer, mas tudo bem. O importante é ter uma estratégia de mitigação dos problemas e conseguir localizar e corrigir os erros rapidamente.

Como vimos, nem tudo foram flores no desenvolvimento e aplicação do sistema de implantação automatizada no Instagram. Mas eles conseguiram atingir um patamar que não apenas funciona, mas é maleável e escalável. Esse é um dos fatores mais importantes, visto que você precisa pensar que sua empresa vai crescer e não pode ter um sistema engessado.

E o que sua empresa precisa ter em mente para atingir esse objetivo é: sistemas de implantação contínua não precisam ser complexos. Comece com algo simples, que foque os princípios acima e desenvolva seu modelo a partir daí.

***

Confira o artigo original aqui

11 May 14:53

Nasa anuncia a descoberta de 1.284 novos planetas

by Rafaela Pozzebon

Na terça-feira (10), a Nasa anunciou a descoberta de 1.284 planetas fora do nosso sistema solar. A descoberta foi possível através do telescópio espacial Kepler.

"Este anúncio mais do que duplica o número de exoplanetas descobertos pelo telescópio Kepler", indicou Ellen Stofan, cientista-chefe da agência espacial americana.

"Isso nos dá esperança de que em algum lugar lá fora, em torno de uma estrela muito parecida com a nossa, poderemos, eventualmente, descobrir um planeta parecido com a Terra", disse ainda.

Lançado em 2009, o observatório espacial Kepler, já monitorou 150.000 estrelas em busca de sinais de corpos em órbita, principalmente aqueles com capacidade de sustentar a vida.

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10 May 19:09

FBI terá permissão de autuar pessoas que usem VPN e TOR para navegar na internet

by Dionatan Simioni
O FBI ganhou autoridade para investigar pessoas que usem VPN ou o TOR para navegar na internet com a desculpa de investigação criminal. Tem certas coisas dos EUA que me impressionam, muitas coisas...

Visite o site para ver o restando do artigo...
10 May 19:07

Dispositivos USB não são reconhecidos pelo VirtualBox (host Linux)

by Alexandre Vicenzi

O VirtualBox é uma das mais bem conceituadas opções para emulação de sistemas operacionais em máquinas virtuais, com suporte a x86 e AMD64/Intel64. Atualmente o VirtualBox possui versões para hosts Windows, Linux, OS X, Solaris e FreeBSD.

Porém no Linux, em alguns casos o reconhecimento de dispositivos USB, Webcam e leitores SD Card do host no sistema guest não funciona. Esse problema é geralmente causado por falta de permissão no seu usuário no momento da execução do VirtualBox.

VirtualBox Extension Pack

Primeiro vamos instalar o pacote de extensão que adiciona suporte a USB 2.0 e 3.0, VirtualBoxRDP e PXE boot. Faça o download do VirtualBox Extension Pack para a versão do seu VirtualBox.

No VirtualBox acesse o menu Arquivo > Preferências > Extensões. Na tela de extensões clique no botão de acrescentar e escolha o arquivo que você acabou de baixar.

vbox-pref-extensoes-a

Aguarde a instalação.

Adicionando seu usuário ao grupo vboxusers

Primeiro vamos descobrir se seu usuário pertence ao grupo vboxusers. Para isto execute o comando:

groups SEU_USUARIO

O resultado deverá ser algo similar ao abaixo:

SEU_USUARIO : users vboxusers

Se nesta linha incluir o vboxusers já está tudo certo.

Caso não, vamos adicionar seu usuário ao grupo com o comando:

sudo adduser SEU_USUARIO vboxusers

ou

usermod SEU_USUARIO -a -G vboxusers

Após isto, faça logoff ou reinicie o computador.

Agora deverá ser possível reconhecer dispositivos conectados ao Linux no sistema hospedeiro.

vbox-usb-a

Espero que este tutorial ajude você, assim como me ajudou.

O post Dispositivos USB não são reconhecidos pelo VirtualBox (host Linux) apareceu primeiro em Buteco Open Source.

09 May 20:12

Confira o primeiro trailer de 'Inferno', nova adaptação de uma obra Dan Brown

by Redação

Inferno

Robert Langdon é um personagem altamente popular entre os fãs das obras de Dan Brown, dando as caras já em quatro livros do autor estadunidense. Pela terceira vez, Langdon será vivido nos cinemas por Tom Hanks (O Resgate do Soldado Ryan) na adaptação cinematográfica de Inferno, que acaba de ganhar o seu primeiro trailer.

Na obra, o renomado professor de simbologia da Universidade de Harvard visita a Itália e participa de mais uma aventura envolvendo corporações secretas e símbolos ocultos. Diante de uma trama de terrorismo internacional, Langdon se vê em uma jornada para desvendar os mistérios da obra-prima de Dante Alighieri A Divina Comédia.

O filme tem direção de Ron Howard (O Código da Vinci e Anjos e Demônios) e roteiro de David Koepp (A Janela Secreta), contando com Felicity Jones (A Teoria de Tudo), Ben Foster (X-Men – O Confronto Final), Irrfan Khan (Quem Quer Ser um Milionário?) e Omar Sy (X-Men: Dias de um Futuro Esquecido) no elenco. Inferno estreia no Brasil em 13 de outubro deste ano.

Fonte: Sony Pictures

09 May 16:48

Inseto mais longo do mundo é duas vezes maior do que o seu pior pesadelo

by Natasha Romanzoti
Cientistas encontraram o inseto mais longo do mundo na China: uma nova espécie do bicho-pau que mede mais do que meio metro
07 May 22:08

Ambientado na Primeira Guerra Mundial, novo Battlefield 1 é anunciado

by Grasiel Felipe Grasel

Depois de muita espera, em uma transmissão ao vivo no canal oficial da franquia Battlefield, finalmente conhecemos o novo Battlefield 1, que será ambientado na Primeira Guerra Mundial, isso mesmo, teremos armas e veículos comuns na primeira grande guerra, incluindo cavalos e espadas.

A mudança para a primeira guerra, por mais interessante que pareça, pode causar algumas dores de cabeça a EA, afinal, boa parte dos fãs do game costumam comprá-lo pela jogabilidade excelente com os seus veículos e a variedade deles, algo que pode ser perdido nas limitações dos anos 10. Outro aspecto que talvez seja extinto com as mudanças do jogo é o cenário competitivo construido no Battlefield 4, que pode não combinar com a ambientação limitada da Primeira Guerra Mundial, on entanto, somente com a chegada do game poderemos tirar estas dúvidas.

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07 May 15:11

CERT.br lança documento com recomendações de prevenção a ataques DDoS.

by noreply@blogger.com (Cláudio Florenzano)
CERT.br lança documento com recomendações de prevenção a ataques DDoS.
CERT.br lança documento com recomendações de prevenção a ataques DDoS.
O Centro de Estudos, Resposta e Tratamento de Incidentes de Segurança no Brasil (CERT.br) publicou um documento contendo “Recomendações para Melhorar o Cenário de Ataques Distribuídos de Negação de Serviço (DDoS)”. O trabalho é voltado para administradores de redes, provedores de conectividade, desenvolvedores de aplicações web e usuários finais.

Com ele, o CERT.br visa reunir boas práticas de segurança a serem seguidas pelos diversos setores da internet para tentar reduzir esse tipo de ataque, minimizando os problemas causados. O documento lembra que qualquer rede, equipamento ou sistema acessível pela internet pode vir a ser alvo de ataques DDoS, podendo ainda gerar outros ataques caso esteja mal-configurado, infectado ou invadido.


“Os ataques DDoS têm sido um dos grandes problemas enfrentados pelas organizações e usuários de Internet. Apesar de não ser possível impedir que eles ocorram, com um planejamento adequado, é possível torná-los menos eficazes e danosos.”

Entre os assuntos abordados no documento estão os principais alvos e motivos desses ataques, formas de evitar que redes e sistemas sejam abusados por eles e também o tratamento de ataques DDoS.

06 May 11:41

Pesquisadores utilizam Big Data para combater doenças em plantações

by Redação

BIG DATA

Pesquisadores do Centre for Crop and Disease Management (Centro de Colheita e Gerenciamento de Doenças, em tradução livre), na Austrália, estão usando big data para estudar a evolução do genoma de fungos a fim de aprimorar técnicas de proteção a plantações. 

A pesquisa, liderada pelo Doutor James Hane, busca relações de evolução atípica entre genes em diferentes espécies de grãos para identificar genes que causam doenças nas lavouras. "A grande maioria de genes é herdada verticalmente, ou seja, passada dos pais para os filhos da maneira normal", explica Hane. "No entanto, muito raramente, e especialmente em micróbios, os genes podem "pular" estágios evolucionários, o que é definido como transferência lateral de genes", complementa. 

O estudo está comparando milhares de genomas via análise evolucionária em larga escala para identificar onde os genes se transferiram lateralmente ou "pularam" entre espécies". Eles podem trazer em si pistas para outros genes que permitem que as patogenias sobrevivam, evoluam e causem doenças. 

Supercomputadores do intituto Pawsey Supercomputing Centre, na Austrália, estão sendo utilizados para comparar milhares de genomas e procurar por padrões evolucionários incomuns, cujos genes são compartilhados exclusivamente entre duas espécies com relações distantes. Com o supercomputador Magnus, o Dr. Hane atualmente realiza buscas em um banco de dados com mais de 3.500 espécies, incluindo fungos, bactérias, insetos, plantas e algas. 

O processo é intenso, segundo James Hane. "Todos os genes de cada espécie precisa ser comparado com todos os genes de todas as outras espécies, que têm entre 10 e 20 mil genes cada, resultando em mais de 12 milhões de comparações.

O sequenciamento de genes vem acontecendo há um tempo, com significativa melhora. "Dez anos atrás, tínhamos apenas o genoma de algumas espécies de fungos. Atualmente, temos centenas à disposição. Passamos de um único genoma de referência de uma única espécie para centenas de genomas da mesma espécie", diz Hane. 

O resultado da pesquisa combinado com outros estudos do CCDM será repassado para empresas de reprodução de espécies a fim de aumentar o número de lavouras resistentes a doenças. 

Fonte Phys.org

05 May 22:09

Quinze vilas ao redor do mundo que parecem saídas de contos de fadas

by Da redação de Galileu

Frio, cobertas, um bom livro... o outono (finalmente) parece ter dado uma equilibrada no calor, dando motivos de sobra para ficar em casa e aproveitando a preguiça. Aproveitando o clima caseiro, confira essas quinze vilas, listadas pelo Bored Panda, que parecem cenário de contos de fadas:

Vila abandonada de pescadores, na China (Foto: Divulgação)Vila abandonada de pescadores, na China (Foto: Divulgação)

 

Hamnoy, na Noruega (Foto: Divulgação)Hamnoy, na Noruega (Foto: Divulgação)

 

Uma vila montanhosa na China (Foto: Divulgação)Uma vila montanhosa na China (Foto: Divulgação)

 

Gasadalur, das Ilhas Feroe (Foto: Divulgação)Gasadalur, das Ilhas Feroe (Foto: Divulgação)

 

Gokayama, no Japão (Foto: Divulgação)Gokayama, no Japão (Foto: Divulgação)

 

Bibuky, no Reino Unido (Foto: Divulgação)Bibuky, no Reino Unido (Foto: Divulgação)

 

Hallstatt, na Áustria (Foto: Divulgação)Hallstatt, na Áustria (Foto: Divulgação)

 

Rotemburgo, na Alemanha (Foto: Divulgação)Rotemburgo, na Alemanha (Foto: Divulgação)

 

Eguisheim, na França (Foto: Divulgação)Eguisheim, na França (Foto: Divulgação)

 

 Renndølsetra, na Noruega (Foto: Divulgação) Renndølsetra, na Noruega (Foto: Divulgação)

 

Cinque Terre, na Itália (Foto: Divulgação)Cinque Terre, na Itália (Foto: Divulgação)

 

Shirakawa, no Japão (Foto: Divulgação)Shirakawa, no Japão (Foto: Divulgação)

 

Bagnone, na Itália (Foto: Divulgação)Bagnone, na Itália (Foto: Divulgação)

 

Fenghuang, na China (Foto: Divulgação)Fenghuang, na China (Foto: Divulgação)

 

Göreme, na Turquia (Foto: Divulgação)Göreme, na Turquia (Foto: Divulgação)

 

05 May 20:30

Doze ótimas ferramentas grátis para administradores de rede.

by noreply@blogger.com (Cláudio Florenzano)
Doze ótimas ferramentas grátis para administradores de rede.
Doze ótimas ferramentas grátis para administradores de rede.
Visibilidade é a chave para a administração de estruturas de rede. Ter ferramentas que garantam isso, porém pode sair caro demais. Para ajudá-lo, conversamos com veteranos no assunto, que listaram uma dúzia de ferramentas “matadoras” e gratuitas para tal tarefa.

“Existem sistemas comerciais que fazem a maioria dessas funções”, enfatizou Mike Pennacchi, líder do time de analistas da Network Protocol Specialists. “Mas, se você tiver zero de orçamento, é possível ter essas soluções sem gastar nada!”, adicionou.

Enquanto a maioria dos sistemas mencionados na lista pode ser baixados gratuitamente, alguns requerem componentes de hardware periféricos (obviamente, pagos) que tornam a solução mais efetiva.

Vale ressaltar que existem diversas outras soluções para ajudá-lo na tarefa, mas apresentamos a seguir algumas bastante úteis. Confira! 

iperf – Solução multiplataforma que mede throughput e outras variáveis capaz de suportar pacotes UDP e TCP para determinar a qualidade da conexão entre dispositivos de uma rede. O suporte a UDP torna a tecnologia valiosa para testar a adequação de um link para recursos de VoIP, por exemplo. Permite exibir dados coletados e demonstrar como as condições de rede variaram ao longo do tempo.

Wireshark – Esse software captura e analisa pacotes para encontrar frames problemáticos e pacotes fora de ordem. Usuários podem escrever regras para capturar somente alguns tipos de protocolos, como wireless, TCP ou http para resolução de problemas, por exemplo.

TCPTraceroute – A ferramenta traça rotas através das redes. É bom para encontrar bloqueios de tráfego, como firewalls configurados para barrar portas que precisam estar ativas.

fprobe – Orientado a interfaces especificadas e coleta de dados sobre tráfego. A solução serve para detectar tipos de trafego que não deveriam estar rodando em determinada rede e talvez estejam comprometendo seu desempenho.

nfdump – Os fluxos de informações coletados pelo fprobe podem ser exportados para o nfdump, que armazena esses registros em um arquivo de sistema que pode ser lido e usado para mostrar os dados com base em protocolos e ranking dos principais usuários. Pode ser utilizado para resolver questões de congestionamentos em picos de tráfego, por exemplo.

Nmap – Ferramenta de descoberta ponderosa para rede, dispositivos e serviços que varre estruturas e roda auditorias de segurança. Pode scannear mais de 1 mil portas que podem estar abertas e determinar, por exemplo, pontos para elevar a proteção.

Cacti – Coleta e exibe valores SNMP ao longo de um período de tempo, dando um panorama da utilização de dispositivos. A tecnologia é bastante útil, por exemplo, para capturar dados de temperatura em um ambiente.

Smokeping – O sistema mede latência e perdas registradas ao longo do tempo e podem revelar mudanças para melhorias ou planejamento de redes. A tecnologia faz isso disparando pacotes de alertas em intervalos regulares, gravando as respostas dadas. Os picos que aparecem nos gráficos indicam possíveis problemas e podem ajudar em uma investigação de suas causas.

OpenNMS – A solução, que monitora dispositivos e serviços, emite alertas de indisponibilidade. A ferramenta tem boa capacidade de escala em redes de grandes proporções e ajuda a gerar relatórios que balizam a tomada de decisão.

AirCrack – Pode ser usada para hacking, mas o AirCrack também tem seu valor para revelar que está usando a rede sem fio, por exemplo. Também é uma solução boa para descobrir quais estruturas de conexão estão mais próximas a um ponto e quem as está utilizando.

ARPSpoof – Hackers usam a ferramenta para enviar requisições para parear MAC e endereços IP em dispositivos conectados. A tecnologia também ajuda a criar uma abordagem de monitoramento man-in-the-middle para dispositivos ativos.

Snort – Ferramenta bastante conhecida de detecção de intrusão pode ser usado para monitoramento ativo em redes, mas também podem ser usados para aplicar regras sobre arquivos capturados. Tem a possibilidade de atuar em paralelo com sistemas como ElasticSearch e LogStash.

cURL – A solução basicamente move dados de e para servidores e provê métricas úteis de tempo de resposta em sites web.

Elasticsearch – Esse servidor de busca se conecta com Logstash e Kibana (ELK) para coletar logs de dados e criar painéis de controle.
05 May 16:48

STAR é um robô que faz cirurgias de modo quase autônomo

by Emerson Alecrim

Robô STAR

Medicina. Eis uma área que se beneficia sobremaneira de tecnologias de ponta: há desde exames cada vez mais sofisticados até próteses feitas sob medida em impressoras 3D. A robótica não fica atrás. Você já se imaginou sendo operado por um robô autônomo (ou quase)? Pois saiba que essa é a proposta do STAR (Smart Tissue Autonomous Robot), robô cirurgião que promete realizar procedimentos até nos tecidos moles mais delicados.

A robótica não é novidade na medicina. Hospitais de várias partes do mundo utilizam essas máquinas (inclusive no Brasil, devo frisar). Os robôs são usados para diversos fins, como realizar com precisão procedimentos cirúrgicos complexos ou permitir que um médico controle uma máquina que pode estar a milhares de quilômetros de distância para operar um paciente remotamente.

Desenvolvido em uma instituição dos Estados Unidos especializada em medicina infantil, o STAR não foge dessas propostas, mas tem um nível de independência, por assim dizer, bem mais elevado na comparação com os robôs cirurgiões atuais.

Mas, ao contrário do que a gente pode pensar, o STAR não é dotado de um sistema de redes neurais ou qualquer coisa assim. O robô simplesmente foi programado para realizar diversas técnicas cirúrgicas. A parte inteligente está no poder de decisão: o STAR é capaz de analisar as circunstâncias para escolher em seu banco de dados a técnica mais apropriada para aquela operação — não há ninguém indicando que movimentos ele deve executar.

Robô STAR

Qual a mágica aqui? Os doutores Azad Shademan e Peter Kim, líderes do projeto, explicam que os médicos seguem um ritual básico com três “elementos” em toda cirurgia: a visão para verificação do estado atual do tecido, a mente como fonte de conhecimento para tomada de decisões e técnicas manuais de cirurgia para que finalmente o procedimento seja realizado. O STAR segue essa lógica.

Para tanto, o robô foi equipado com câmeras 3D com sistema de visão noturna que permitem a ele identificar com detalhes toda a área que será operada. Nessa fase, o robô já é capaz de utilizar as informações visuais obtidas para definir a técnica cirúrgica mais adequada.

No procedimento cirúrgico em si, uma espécie de braço mecânico utiliza um sensor que mede tensão e força para realizar suturas ou cortes com bastante precisão.

Será que tudo isso funciona como esperado? Para descobrir, os pesquisadores fizeram o STAR realizar uma cirurgia no tecido intestinal de um porco e compararam os resultados com os de médicos que realizaram o mesmo procedimento. Sim, o robô se saiu melhor, ou seja, fez a operação com mais precisão.

Mas aqui há uma ressalva importante: o robô recebeu auxílio humano para a realização de certas tarefas. Os médicos tiveram, por exemplo, que usar marcadores fluorescentes para indicar à máquina quais pontos do tecido tinham que ser operados.

Em contrapartida, os pesquisadores frisam que essa característica não chega a ser um ponto fraco. O projeto foi desenvolvido desde o início para o robô ter autonomia supervisionada, ou seja, para estar o tempo todo acompanhado por médicos, afinal, máquinas podem quebrar, sofrer os efeitos de uma oscilação na rede elétrica ou, por falha de programação, realizar um procedimento inadequado.

Não está descartada a hipótese de uma versão mais sofisticada do STAR receber algum tipo de inteligência artificial, mas, por ora, a ideia é que a máquina funcione como um instrumento de auxílio à cirurgia e não que execute toda a operação.

Os benefícios possíveis podem mesmo compensar os esforços de desenvolvimento: além de facilitar a realização de operações conduzidas remotamente, um robô como esse, pela precisão que oferece, deve diminuir sensivelmente o tempo de cirurgia, assim como os riscos de complicações. Os efeitos são imediatos: menos dores para o paciente, menor tempo de internação, recuperação mais rápida e assim por diante.

Com informações: Popular Mechanics, TechCrunch

STAR é um robô que faz cirurgias de modo quase autônomo

04 May 17:37

Por que Go?

by Elton Minetto

Nestes quase 20 anos de carreira como desenvolvedor, eu já trabalhei com várias linguagens de programação, desde C, passando por Cobol, Java, Python e PHP, que tornou-se minha principal ferramenta.

Uma das coisas que aprendi nesse processo foi sempre tentar encontrar a melhor ferramenta para cada situação e evitar cair na máxima: Se a única ferramenta que você tem é um martelo, para você tudo começa a se parecer com um prego.

E no último ano incluímos uma nova linguagem na nossa caixinha de soluções aqui na Coderockr: Go. Neste artigo, vou explicar para que estamos usando a linguagem e por que a escolhemos em detrimento de outras opções.

Para que estamos usando?

Basicamente para duas situações: microsserviços e algoritmos que necessitam de performance.

Um exemplo clássico de microsserviço é o fato de um grande número de projetos precisar realizar a consulta dos dados de um endereço a partir de um CEP. Essa é uma funcionalidade que pode ser isolada na forma de um serviço e ser compartilhada entre todos os projetos, o que fizemos com o goCep. Unindo esse pequeno serviço com as vantagens do Docker podemos simplesmente executar o comando docker pull eminetto/gocep e temos um container com o serviço pronto para ser usado em qualquer servidor/máquina.

Quanto à segunda situação, ela vem surgindo cada vez mais durante o desenvolvimento do Planrockr. O exemplo mais recente é o de um serviço em que usamos o Método de Monte Carlo para realizar simulações e indicar a probabilidade de datas de término de um determinado projeto. Usamos o recurso de goroutines para gerar mais de 1.000 simulações para cada execução, fornecendo um resultado bem mais preciso. E como esse serviço vai ficar disponível para os usuários acessarem via interface web, é importante que ele possa ser performático ao extremo.

Mas, afinal, por que Go e não outra linguagem?

Alguns dos motivos pelos quais optamos por Go:

Pedigree. A linguagem foi criada dentro do Google, por ninguém menos do que Robert Griesemer (que trabalhou no desenvolvimento da engine JS V8), Rob Pike (que faz parte da equipe que desenvolveu o Unix) e Ken Thompson (também parte do time original do Unix e criador da linguagem B, precursora do C).

Boa documentação. Existe uma boa documentação no site oficial além de um bom número de livros e blogs. Este é um ponto que ainda deve melhorar bastante, principalmente a documentação em português, mas é possível ver um aumento considerável nos últimos anos.

Evolução constante. Como o código da linguagem está no GitHub, é fácil acompanhar o roadmap e ver as novas funcionalidades que estão sendo desenvolvidas.

Curva de aprendizado moderada. Por ser uma linguagem compilada e estaticamente tipada, talvez quem esteja acostumado com códigos em PHP ou JavaScript vai enfrentar alguns problemas para se acostumar, mas nada assustador. Go consegue tornar fáceis técnicas complexas como concorrência, sincronização, ponteiros etc. E quem tem alguma experiência em C vai se sentir confortável rapidamente.

Divertida. Isso é um bônus! Realmente venho me divertindo bastante com a linguagem, construindo coisas rapidamente, encontrando soluções, melhorando a cada compilação.

Estamos aos poucos aumentando nossa experiência com a linguagem e, com isso, novos artigos e códigos devem surgir no nosso GitHub. Tem sido uma jornada divertida :)

P.S.: Se ficou curioso quanto ao serviço que implementamos no Planrockr, cadastre-se gratuitamente no site que em breve teremos novidades…

03 May 14:53

Flyboard consegue façanha e entra para livro dos recordes

by Redação

Franky Zapata

Franky Zapata, criador do Flyboard – aparelho que usa a água para flutuar acima de lagos –, estabeleceu um recorde mundial com seu mais novo invento: o Flyboard Air. Capaz de alcançar até 3 km de altura, chegar a até 150 km/h e voar por quase 10 minutos utilizando um motor de turbina, ele é alimentado por combustível armazenado em uma mochila.

No último sábado (30), Zapata pilotou seu "brinquedinho" no sul da França e alcançou 2.252 m de distância, superando o recorde de Alexandru Duru, inventor canadense.

No início, muitos achavam que o vídeo não passava de uma montagem, mas é tudo real e já foi confirmado pelo próprio Guinness Book. Confira o vídeo final:

   

Via: Gizmodo e Guinness

03 May 14:52

Entenda como acontece o bloqueio do WhatsApp

by Redação
Levi Lugato

eu achando que era algo mais complexo...

WhatsApp

As informações ainda são um pouco incertas, e para cada pessoa que diz ainda estar conseguindo usar o WhatsApp normalmente, existem tantas outras que estão com o aplicativo bloqueado. Após uma ordem judicial, o aplicativo de troca de mensagens entra em seu segundo dia de suspensão no Brasil e deve permanecer fora do ar por aqui até esta quinta-feira (05).

O bloqueio acontece por meio do endereço IP que o WhatsApp utiliza para se conectar ao servidor. Assim como nós, aplicativos e serviços online também dependem do protocolo para que possam fazer a conexão com a internet. As operadoras atuam nessa ligação, bloqueando o funcionamento do endereço do aplicativo e impossibilitando que ele se comunique com a infraestrutura localizada fora do país.

É por isso que o serviço está fora do ar tanto em redes móveis, como 3G ou 4G, quanto nos Wi-Fis residenciais. Tudo depende, claro, do recebimento de uma ordem judicial para suspensão, algo que não aconteceu em todos os casos. Sendo assim, enquanto operadoras como NET ou Vivo, por exemplo, suspenderam a utilização do WhatsApp, serviços menores, como a paranaense Copel, continuam com o aplicativo funcional para seus clientes de internet doméstica.

Para os casos em que o mensageiro deixou de funcionar em todas as redes, simular uma conexão de outro país pode ser uma opção, mas não das mais seguras. O bloqueio solicitado pela justiça abrange apenas o Brasil e, sendo assim, um usuário norte-americano, por exemplo, pode fazer uso normal do aplicativo para mandar e receber mensagens. E isso pode ser feito por qualquer um por meio de aplicativos de VPN (sigla em inglês para rede privada virtual), que mascaram a conexão e enganam servidores, ou através da mudança de endereços DNS, que realizam a mesma ação.

Apesar da descrição fazer parecer, o uso desse tipo de solução não é ilegal. Por outro lado, o uso indiscriminado de VPNs pode acabar abrindo brechas de segurança, permitindo que hackers tenham acesso a dados disponíveis no computador ou celular. O Canaltech publicou guias completos sobre essas soluções, que você pode conferir clicando aqui.

A suspensão do WhatsApp em todo o Brasil começou às 14h desta segunda-feira (02). De acordo com a ordem judicial, esse bloqueio deve permanecer ativo durante 72 horas e é uma represália à recusa da empresa que administra o aplicativo em auxiliar com uma investigação sobre tráfico de drogas. O juiz responsável, da cidade de Lagarto, no Sergipe, é o mesmo que, em março, solicitou a prisão do vice-presidente do Facebook para a América Latina, Diego Dzodan, pelo mesmo motivo.

Essa já é a segunda vez que o WhatsApp é suspenso no Brasil após não cooperar com as autoridades. Em dezembro, uma suspensão que deveria durar 48 horas se estendeu por cerca de 12 horas depois que empresas e operadoras entraram com um recurso aceito na justiça. Desta vez, entretanto, a história é diferente, e um recurso movido pelo próprio aplicativo foi negado por um tribunal de Sergipe na manhã desta terça (03), mantendo a suspensão ativa em todo o Brasil.

Com informações do UOL Tecnologia

03 May 13:21

Redefinindo e recuperando a senha do usuário root do Linux pelo GRUB.

by noreply@blogger.com (Matheus Fidelis)
Levi Lugato

útil


Segue um tutorial bem básico para redefinir a senha de root em sistemas GNU/Linux a partir do Boot com o GRUB. Esse exemplo poderá ser executado em qualquer versão do Grub, e se consiste em modificar temporariamente as configurações de inicialização do Kernel e definir o bash como processo inicial, nos fazendo ganhar acesso administrativo logo de cara. Vamos lá!


1º Editando a inicialização da imagem do Kernel 


Durante o carregamento do Grub, digite "e" ao invés de "Enter" para poder entrar no modo de edição. Aqui iremos realizas as modificações temporárias para esse boot "customizado" que iremos fazer para recuperar a senha. Basicamente iremos passar no parâmetro init do carregamento do Kernel o processo que queremos inicial logo de inicio, no caso, o bash. Com esse processo iremos ganhar uma Shell administrativa com permissões de root logo de cara.

Procure pela imagem do seu Kernel e pelo UUID do seu HD.
 linux /vmlinuz-2.6.32-5-686 root=UUID=1c5f16d2-NUMERO-DE-IDENTIFICACAO-DO-HD ro quiet  
e altere o mesmo para algo para
 linux /vmlinuz-2.6.32-5-686 root=UUID=1c5f16d2-NUMERO-DE-IDENTIFICACAO-DO-HD ro init=/bin/bash


Após esse passo estar concluído, dê um CTRL + X para iniciar o sistema com essas configurações temporárias.

2. Redefinindo a senha do root com a Shell provisórias. 


O sistema deverá bootar e iniciar com o bash com permissões de root. O primeiro passo após isso é remontar o HD com permissões de escrita e redefinir a senha normalmente. Após a conclusão é só reiniciar e utiizar o sistema normalmente com a nossa senha.

 # mount -o remount,rw /  # Remontar o HD com permissões de escrita
# passwd # Redefinir a senha. Digite e confirme.
# reboot # Reinicie o sistema. Em alguns casos terá que ser manual.


:)
03 May 13:17

Bug de software destrói um telescópio espacial de US$ 286 milhões.

by noreply@blogger.com (Cláudio Florenzano)
Bug de software destrói um telescópio espacial de US$ 286 milhões.
Bug de software destrói um telescópio espacial de US$ 286 milhões.
Perda astronômica

A Agência de Exploração Aeroespacial do Japão (JAXA) declarou definitivamente perdido o telescópio espacial Hitomi, também conhecido como Astro-H.

O observatório, que custou US$ 286 milhões e foi lançado em Fevereiro deste ano, tinha como objetivo estudar o "Universo extremo", o que inclui corpos celestes muito grandes, como aglomerados de galáxias, e eventos cósmicos de alta energia, genericamente conhecidos como buracos negros.

Pelo menos 10 peças, incluindo os dois painéis solares que geravam energia para o Hitomi, se quebraram do corpo principal do observatório, eliminando qualquer chance de sua recuperação.

Bug caro

O incidente, que a princípio parecia ter sido causado por lixo espacial, na verdade foi causado por uma sucessão de eventos, sendo a principal causa um erro no software de controle, agravado pela transmissão de um comando que nunca havia sido testado - e também continha um erro.

Tudo começou por influência de um fenômeno natural chamado Anomalia Magnética do Atlântico Sul, cujos efeitos são conhecidos e já eram esperados. Nessa região, os cinturões de radiação que envolvem a Terra mergulham na atmosfera, expondo os satélites artificiais a doses extras de partículas energéticas.

Ao fazer uma manobra pré-programada para mudar o ponto de observação da Nebulosa do Caranguejo para a galáxia Markarian 205, a radiação extra fez o programa de controle concluir que o telescópio estaria girando mais rápido do que o necessário. Além disso, o Hitomi deixou de usar seu sistema de posicionamento baseado no rastreamento de estrelas e mudou para o sistema de giroscópios. E esses giroscópios estavam relatando erroneamente - provavelmente também pelo excesso de radiação - que o observatório estava girando a uma velocidade de cerca de 20 graus a cada hora. Pequenos motores conhecidos como rodas de reação começaram então a girar para neutralizar o excesso de rotação - que não existia - só que o bug no software os fez girar no sentido errado, acelerando o telescópio ainda mais.

Embora o observatório tenha sido projetado para mudar automaticamente para o modo de segurança em uma situação desse tipo, um comando que havia sido transmitido previamente, sem ter sido testado, ajudou a piorar a situação da rotação. E tudo isso aconteceu quando o Hitomi estava do outro lado da Terra em relação ao Japão, o que impediu que os técnicos da missão interviessem em tempo real. Girando cada vez mais rápido conforme o programa tentava consertar o que não estava errado, o observatório se despedaçou no espaço.

Trinta anos perdidos

A JAXA afirma que irá revisar toda a concepção, fabricação, operações e verificação do observatório e dos seus sistemas de software, mas não terá como lançar um substituto por pelo menos 12 anos.

O maior pesar da equipe se deve à perda de um calorímetro de raios X que vem sendo desenvolvido há mais de 30 anos e que faria observações sem precedentes, sobretudo sobre a matéria escura. É a terceira vez que esse instrumento é perdido. Ele estava instalado no observatório Astro-E, que foi perdido no lançamento em 2000, e também no telescópio Suzaku, no qual deixou de funcionar por um vazamento de hélio, em 2005.

Segundo o professor Dan McCammon, da Universidade de Wisconsin-Madison, nos EUA, principal projetista do aparelho, será necessário agora obter cerca de US$50 milhões adicionais da NASA para construir um novo aparelho. Com o dinheiro em mãos, a construção levaria entre 3 e 5 anos. A construção de uma versão do aparelho já está agendada para ser incluída no observatório Athena, da ESA (Agência Espacial Europeia), mas a missão não deverá ir ao espaço antes de 2028.

Apesar da perda, a JAXA anunciou que houve tempo suficiente para que o Hitomi fizesse algumas observações científicas, o que deverá ser anunciado nos próximos meses em artigos submetidos a revistas especializadas, devendo trazer novas informações sobre os aglomerados de galáxias e a matéria escura que os permeia.
02 May 21:37

WhatsApp não entrega as informações que a Justiça brasileira pede, entenda o motivo

by Débora Pricila Silveira

A história se repete. Mais uma vez os usuários do WhatsApp no Brasil tiveram o serviço de mensagens interrompido por determinação da Justiça Brasileira. O bloqueio, que deve durar 72 horas, iniciou às 14 horas desta segunda-feira, dia 2 de maio.

O motivo, seria a falta de colaboração do WhatsApp com uma investigação criminal. A Justiça quer que a empresa forneça dados sigilosos de conversas feitas através do aplicativo, que podem auxiliar na investigação sobre um esquema internacional de tráfico de drogas.

Esta não é a primeira vez que o aplicativo é bloqueado. Em dezembro de 2015 a Justiça determinou a interrupção no serviço por 48 horas, também como represália pela falta de colaboração da plataforma com investigações criminais.

Continue a leitura...

02 May 21:37

Extremos do planeta: O lugar mais quente do mundo virou um laboratório sobre a vida

O lugar mais quente do mundo virou um laboratório sobre a vida

Felipe Gomez/Europlanet 2020RI