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| Presidente Temer levará regulamentação da profissão de TI ao Congresso Nacional. |
Levi Lugato
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Temer levará regulamentação da profissão de TI ao Congresso Nacional.
Rússia quer construir rodovia que liga Nova York a Londres
Mapa divulgado por Yakunin em sua apresentação (Foto: Reprodução)
Recentemente, Vladimir Yakunin, presidente da Russian Railways, estatal que administra a malha ferroviária da Rússia, revelou em uma palestra um plano um tanto megalomaníaco: a construção de uma super rodovia e ferrovia que partisse de Nova York, cruzasse toda a Europa e terminasse em Londres.
Em entrevista à emissora CNN, Yakunin afirmou que, caso fosse levado adiante, o Trans-Eurasian Belt Development (TEPR) precisaria construir cerca de 21 mil quilômetros de pistas.
Como é possível imaginar, a construção dessa rodovia e ferrovia encontraria algumas dificuldades gigantescas. Uma delas é a ligação entre o estado americano do Alasca e a Rússia, que precisaria de uma enorme ponte ou de um túnel para cobrir os quase 90 quilômetros que separam a América do Norte do leste da Ásia.
Outra dificuldade seria a captação de recursos. O próprio Yakunin reconheceu que seriam necessários “alguns trilhões de dólares” para que o projeto saísse do papel. Todos os países pelos quais a rodovia passaria contribuiriam financeiramente com o plano? Fica aí a reflexão.
De acordo com o mapa divulgado por Yakunin, além de Estados Unidos e Rússia, a rodovia cruzaria a Bielorrússia, a Polônia, a Alemanha, a Holanda, a Bélgica e a França, antes de chegar à Inglaterra.
Para se ter uma ideia da extensão da rodovia projetada, uma pessoa que saísse de Nova York com destino a Londres levaria cerca de 263 horas — pouco menos de 11 dias — ininterruptos para cruzar o país americano, a Rússia e parte da Europa.
Outra conta para quem gosta de números: considerando um carro que consuma um litro de gasolina a cada 15 quilômetros, o motorista gastaria cerca de R$ 9,7 mil em combustível, considerando o preço da gasolina nos Estados Unidos, que flutua por volta de dois dólares, ou R$ 7.
E, para encerrar a numeralha, mais uma comparação: em vez de gastar onze dias e R$ 9,7 mil viajando de carro entre Nova York e Londres, um viajante poderia simplesmente embarcar num avião. Passagens para o voo de menos de nove horas entre a cidade americana e a inglesa custam, em média, R$ 2,5 mil.
De acordo com Vladimir Fortov, chefe da Academia de Ciências da Rússia, a principal vantagem da super rodovia não seria, obviamente, a economia de tempo ou dinheiro de uma viagem transoceânica, mas a oportunidade de desenvolver setores industriais e pequenas cidades nos entornos das pistas.
Confira um vídeo (em inglês) com maiores explicações sobre o plano gigantesco:
*Com supervisão de Isabela Moreira
Quando você pensar que sua vida é difícil

O relógio dele deve ter o diâmetro de um CD
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Um pequeno passo para o homem…


…mas um salto gigantesco para a internet. Parabéns soldado.
Mundo Docker: Melhores praticas Dockerfile
Muitas pessoas pensam que construir uma imagem é apenas iniciar um container, realizar algumas alterações e assim realizar o commit da mesma. Ou até mesmo escrever um Dockerfile do jeito que quiser e pronto a imagem está pronta e agora é só colocar em produção. Com algumas técnicas na criação do Dockerfile é possível fazer o seu Build passar de 10 minutos para apenas 10 segundos.
Baseado nas dúvidas que o pessoal acaba tendo no dia a dia resolvemos a equipe do mundodocker.com.br resolveu dar algumas dicas referentes a como deixar o seu Dockerfile o mais otimizado possível.
Use o .dockerignore
O .dockerignore possui a mesma funcionalidade do .gitignore, fazendo com que você possa gerar a sua imagem excluindo alguns arquivos que estejam no diretório do seu Dockerfile.
Não instale pacotes desnecessários
Para reduzir o tamanho de sua imagem e o tempo de construção dela, não instale pacotes que você acha que poderá usar um dia, instale apenas o necessário para que sua aplicação possa rodar de forma integra e segura. Muitas vezes pacotes desnecessários possuem uma série de dependências o que pode acarretar um tempo maior de construção da imagem.
Construa o minimo de camadas possíveis
Cada comando “RUN”, “COPY”, “ADD” acaba adicionando uma camada a mais em sua imagem, então quanto mais comandos conseguir executar de uma vez só melhor.
Use tags
Quando você for realizar o docker build utilize o parâmetro -t para que você possa organizar melhor sua estrutura de imagens e no desenvolvimento ficará mais fácil para saber o qual release essa imagem representa.
docker build . -t php:56-0-4
apt-get
Nunca utilize apenas apt-get update utilize sempre apt-get update && apt-get install. Por exemplo você tem o seguinte Dockerfile:
FROM UBUNTU
apt-get update
apt-get install wget
Você executa isso e depois de algum tempo você altera o Dockerfile e coloca assim:
FROM UBUNTU
apt-get update
apt-get install wget vim
Ao executar o build o Docker não irá executar o apt-get update fazendo com que o vim esteja desatualizado no momento da instalação.
Nunca mapear a porta pública no Dockerfile
Você NUNCA deve mapear a porta do seu host em seu Dockerfile:
#Não faça isso
EXPOSE 80:8080
#Faça isso
EXPOSE 80
Deixe sempre o que mais será alterado para o final
Como o Dockerfile trabalha com camadas, então você sempre devera deixar para o final a parte que é mais dinâmica em seu Dockerfile, pois ao rodar o seu Dockerfile pela segunda vez, o Docker irá olhar onde foi modificado o arquivo e irá refazer as camadas abaixo da modificação. Então se você tem uma parte que demora algum tempo e você não irá precisar modificar ela constantemente então é melhor você deixar essa parte no topo.
FROM ubuntu
RUN apt-get install -y nodejs
RUN mkdir /var/www
ADD app.js /var/www/app.js
FROM ubuntu
RUN apt-get install -y nodejs
RUN mkdir /var/www
ADD package.json /var/www/package.json
Nessa alteração de Dockerfile o Docker irá apenas refazer a camada do ADD e não irá baixar novamente o node e criar o diretorio /var/www. Assim economizando tempo de Build e também tamanho em disco.
Então tá pessoal espero que tenham gostado desse post referente a dicas de como criar melhor o seu Dockerfile. Qualquer dúvida é só deixar um comentário que iremos reponder o mais rápido possível.
Conheça o promissor mercado de Tecnologia para o Futebol.
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| Conheça o promissor mercado de Tecnologia para o Futebol. |
Tinc VPN – Instalando uma VPN site-to-multisite
Tinc VPN é um daemon virtual multi-plataforma que usa o tunelamento e criptografia para criar uma rede privada e segura (VPN) entre os hosts na Internet. A grande diferença do Tinc em relação a outros serviços como OpenVPN é que não existe um servidor central para conexão, qualquer host configurado pode servir como “servidor” para conexão de outros hosts, facilitando muito a implementação da vpn. O próprio tinc faz o roteamento para todos os hosts da rede privada, sem a necessidade de configuração de firewall ou rede. Atualmente o Tinc roda em Linux, FreeBSD, OpenBSD, NetBSD, MacOS / X, Solaris, Windows 2000, XP, Vista e Windows 7 […]
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Sucesso garantido! Empresa cria máquina que passa e dobra roupas
O serviço doméstico, para muitas pessoas, é bastante cansativo e estressante. Pensando nisso, cada vez mais as fabricantes estão investindo em tecnologias capazes de simplificar a vida de quem executa tais tarefas. A novidade da vez é uma máquina capaz de dobrar e passar todas as roupas.

Cansado de passar e dobrar roupas? Empresa cria uma máquina capaz de desenvolver esta tarefa!
Chamada de FoldiMate, a única coisa que é necessário fazer é estender as roupas na parte de fora do equipamento. Após isso, basta apertar o botão indicado para o tipo de peça que foi inserida.
Conheçam o Sophos ZX-1 – O firewall appliance que vai mudar o mercado
Carro conectado da Mitsubishi é hackeado
Várias empresas estão investindo em carros inteligentes. Porém, mesmo com toda a tecnologia, alguns deles ainda apresentam falhas, e vários obstáculos precisam ser superados. O principal deles, no entanto, não está diretamente ligado à segurança nas estradas, mas sim em suas conexões.
Pesquisadores de segurança da empresa Pen Test Partners descobriram várias falhas de segurança que afetam o sistema do carro híbrido Mitsubish Outlander. As brechas estão localizadas no sistema de conexão Wi-Fi do veículo, que permite a comunicação entre carro e condutor através do smartphone.

Google acrescenta opção para inutilizar celular roubado
Quem já teve um celular ou tablet roubado sabe o quanto é difícil. Além do prejuízo financeiro de perder o aparelho, a tristeza por ter os arquivos perdidos, como fotos, vídeos, músicas, entre outros documentos. Além destes incômodos, a preocupação das imagens e vídeos caírem em mãos erradas.
Pensando nisso tudo, o Android está sendo aperfeiçoado para se tornar cada vez menos utilizável para um ladrão. No código aberto, o Google implantou um modo de fazer com que o aparelho se torne impossível de ligar quando o usuário der o sinal que o aparelho foi surrupiado.

Windows – Onde o Usuário Logou ou está Logado?
Saber em qual Computador ou Servidor um determinado Usuário Logou ou está Logado pode ser necessário em um processo de Auditoria, e como já é de conhecimento de todos temos inúmeras formas de fazer isso, há muitas ferramentas que podem auxiliar neste levantamento.
Meu objetivo com este artigo é mostrar algumas das formas mais básicas e funcionais de se fazer isso em um ambiente de rede.
// Espero que possa ajudar alguém, deixe seus comentários sobre as formas ou soluções que você utiliza para ajudar outras pessoas.
Cenário:
Para facilitar o entendimento montei o cenário abaixo onde o objetivo é localizar onde os usuário 100SECURITY\marcos logou ou esta logado.

Utilizando a ferramenta PsLoggedon.exe da SysInternals você pode saber quais usuários estão logados em um determinado host.
Download: technet.microsoft.com/en-us/sysinternals/psloggedon.aspx
01 Passo
Após descompactar o arquivo PSTools.zip entre no diretório PsTools e execute o comando:
C:\>cd PsTools
C:\PsTools>PsLoggedon.exe -x \\SRV-2008

Resultado:
Os usuários abaixo estão logados no Servidor SRV-2008:
SRV-2008\Administrator
100SECURITY\marcos
Você pode utilizar o comando responsável por exibir as informações sobre as sessões dos Serviços de Área de Trabalho Remota: qwinsta
01 Passo
Execute o comando qwinsta seguido do parâmetro /SERVER:<HOST>
C:\>qwinsta /SERVER:SRV-2008

Resultado:
São exibidas as sessões remotas que estão ativas no servidor SRV-2008

02 Passo
Caso você queira finalizar uma das sessões ativas basta utilizar o ID da sessão.
Execute o comando rwinsta
C:\>rwinsta 1 /SERVER:SRV-2008
ID 1 – Corresponde ao usuário Administrator
Em seguida execute o comando qwinsta novamente para certificar que a sessão foi finalizada.

Confirmando no Servidor: SRV-2008

Quando um usuário loga no domínio o acesso é registrado no evento 4624 do Log Security e através deste evento é possível identificar em qual o ip do computador que o usuário esta ou estava utilizando no momento deste logon.
01 Passo
Dentro do servidor de Active Directory no exemplo DC-2012 acesse o Event Viewer > Windows Logs > Security e clique na coluna EventID para filtrar todos os eventos, em seguida localize o evento 4624

02 Passo
Escolha uma data e de um duplo-clique no evento 4624 para visualizar todo seu conteúdo.
Observe as linhas:
Account Name: marcos – Exibe o usuário que se logon no domínio.
Source Network Address: 192.168.1.201 – Informa em qual host o usuário marcos se logon, este IP refere-se ao servidor SRV-2008.

03 Passo
Utilizando o Power Shell você pode extrair todos os logons realizados pelo usuário marcos, basta executar o script abaixo:
// Crie a pasta auditoria para centralizar os relatórios.
PS C:\>cd .\auditoria
PS C:\auditoria>Get-EventLog -LogName Security -InstanceID 4624 | Where {$_.Message -match “Account Name:\s+marcos“}

Resultado:
Mostra que o usuário marcos se logou no domínio através do host 192.168.1.201

Este script em Power Shell vai ajudá-lo a identificar todos os LOGON/LOGOFF que foram realizados em um ou mais servidores incluindo o computador que foi utilizado para o acesso.
01 Passo
Realize o download do script: clique aqui em seguida execute-o.
PS C:\>.cd .\auditoria
PS C:\auditoria>.\relatorio_rdp.ps1

Resultado:
A data esta no formato americano mas você pode customizar o script como quiser.

Mais interação no Google Slides: perguntas e respostas para sua audiência

Todo bom palestrante sabe que apresentações onde há interação com o público são muito mais efetivas que aquelas tradicionais. Dessa forma, recentemente a Google lançou mais uma função para o Apresentações que irá proporcionar mais interação entre os espectadores. Agora é possível ler as perguntas feitas pela plateia enquanto realiza uma apresentação.
Como exemplo, assista esse vídeo onde a Shree Bose, ganhadora da Feira de Ciências Google, responde perguntas de estudantes do ensino médio durante sua palestra.
Confira mais informações da nova funcionalidade:
- Ela está disponível para as versões em desktop e dispositivos móveis Android e iOS;
- Somente usuários que tiverem permissão de edição ou comentários no documento poderão fazer perguntas;
- Por padrão, qualquer pessoa no mesmo domínio pode fazer uma pergunta. Se a empresa permite compartilhamento externo, usuários fora do domínio também podem fazer perguntas.

Além disso, o Google Apresentações passa a contar com mais duas funções que vão melhorar ainda mais a sua experiência:
- Utilização do cursor do mouse como um pointer laser. Escolha a opção “Ativar o apontador laser” no menu inferior esquerdo e arraste o mouse para testar. Isso melhora o acompanhamento do público durante apresentações.
- No aplicativo para iOS, agora é possível realizar apresentações para um Hangout específico ou para um Hangout gerado a partir de uma reunião do Google Agenda.
O que achou das novidades? Comente aqui no blog!
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Guto Carvalho: Puppet vs Ansible?
Essa é uma questão recorrente nas comunidades que participo e portanto vou registrar aqui no blog a minha visão para facilitar a resposta.
Definições
O Puppet é uma ferramenta de gerência de configurações e estados que vem da escola de GCONF do Mark Burgess, criador do CFEngine e destes princípios que vem sendo contruídos desde os anos 90.
O Ansible é uma ferramenta que faz o que chamamos de orquestração, ele não segue os princípios fundamentais de CCONF e o seu desenho não segue a escola do Mark Burgess.
1. Como funciona o Ansible
Imagine que você tem uma VM com o ansible instalado.
Nessa VM voce cria um playbook (código que vai executar alguma ação em um sistema operacional).
Você diz pro ansible a lista de máquinas em que ele vai se conectar para rodar aquele playbook.
A VM que roda o ansible converte aquele playbook em um código python e se conecta (faz o PUSH do código) em N máquinas utilizando sua rede para aplicá-lo. Na VM de destino é necessário ter o python e as python-libs exigidas pelo playbook.
O Ansible se conecta nestas máquinas utilizando o conhecido protocolo SSH, ele depende disso para funcionar, portanto é necessário ter credenciais de acesso ou chaves que te possibilitem chegar nestas VMs, se não houver serviço SSH rodando ou credenciais de acesso, não será possível fazer a orquestração.
Para se conectar as todas essas VMs, a máquina com Ansible tem que ter acesso a todas as redes em que as VMs estão rodando para poder orquestrá-las, portanto, você terá que fazer algumas regras de firewall para garantir o acesso a todos os pontos de sua infraestrutura.
Se você for aplicar um playbook em centenas ou milhares de máquinas paralelamente há de se tomar um cuidado extra pois ele pode gerar throughtput além das capacidades do seu switch/roteador no momento em que for tentar alcançar todos OSs simultâneamente ou dentro do paralelismo que você definir.
Nem tudo no Ansible tem controles rídigos ou é idempotente, algumas coisas são, outras não, idempotência não é uma pedra fundamental em seu desenho, além disto, ele não foi feito para gerar um relatório detalhado, garantir o sucesso ou ter um rídido controle da execução do playbook, no final ele executa o playbook onde você pede - o foco da orquestração é esse - mas a visibilidade é pequena, você não tem como saber de forma precisa se atingiu o seu objetivo ou se tudo o que você queria foi realizado em todas as VMs. No momento, ele não tem o melhor dos feedbacks para o administrador, mesmo assim, como orquestrador ele é uma ferramenta muito interessante e poderosa.
1.1 Orquestração em poucas palavras
Orquestração consiste em executar algo de forma paralela ou não em tempo real em um sistema operacional ou em um grupo de sistemas operacionais.
Quando falarem orquestração, pelo menos do ponto de vista de automação de infraestrutura, tenha em mente alguém que se conecta em N sistemas operacionais e executa algo, pontualmente, sem exigência rígidas ou grandes controles.
2. Como funciona o Puppet?
O puppet foi desenhado dentro dos conceitos fundamentais da “gerência de configurações”, e por isso não tem a característica PUSH. Esses conceitos foram criados em 1993 pelo Professor Mark Burgess da universidade de OSLO. Suas principais características são o drift, convergência, idempotência, gerência de estados e uso de agentes nos “nodes” (termo que usamos para descrever um sistema operacional com um agente instalado).
O conceito GCONF (Gerência de Configurações) foi estabelecido de forma mais concisa em 2004 com a criação da teoria Promisse do Mark Burgess que serviu de norte para a criação de todas as ferramentas modernas de CGCOF como Puppet, Salt, Chef e CFENGINE.
Na CGONF você define um estado desejado através de uma linguagem declarativa chamada DSL (Domain specific language), armazena isso em um local central (neste caso no puppetmaster). Nas pontas temos os agentes rodando nos nodes, esses agentes vão buscar essa configuração e aplicar no node.
Primeiro o agente verifica o estado atual do node, compara com o estado desejado, se houver divergência ele converge o node para o estado desejado. Todo esse processo gera um relatório robusto que registra todas as mudanças e eventos daquela drift/convergência.
Em resumo se alguém alterar algo que o puppet está gerenciando, o puppet detecta e corrige sem necessidade de intervenção humana, é o que chamamos de auto-healing.
Quaisquer ações ou recursos utilizados no Puppet tem como premissa a idempotência e o rídigo controle durante a aplicação, esse é um princípio fundamental do seu desenho. O agente roda como serviço no sistema operacional, portanto, a cada N minutos ele acorda e executa essa checagem em todo o sistema para garantir o compliance e o estado desejado, essa é sua missão, ele é o guardião dos estados e da integridade do node.
O servidor nunca se conecta nos nós, apenas os nós de conectam no servidor. O servidor que contém as configurações pode ser facilmente replicado e colocado atrás de um balanceador. Você difícilmente tem problemas com throughput em sua rede como aqueles que podem acontecer com orquestradores e praticamente não precisa de preocupar com regras firewall, os nodes precisam se conectar à porta 8140 TCP do master ou do seu LB, apenas isto.
O Puppet não depende de serviços de terceiros como SSH para funcionar, ele utiliza seu próprio agente e a comunicação ocorre através de uma API REST que é utilizada pelo agente para se comunicar com o master.
Toda a comunicação é criptografada ponta-a-ponta e o custo disso para rede é baixíssimo se comparado com outros médotos.
Outra grande vantagem desse modelo é que mesmo que o servidor esteja fora, os agentes continuam funcionando e aplicando a última configuração recebida.
2.1 Gerência de configurações em poucas palavras
Ferramentas de gerência de configuração funcionam em arquitetura agente e servidor, o servidor armazena as configurações dos nodes. O agente que roda no node, busca as configurações e aplica localmente.
O agente funciona com o conceito de gerência de estados. Você usa uma linguagem declarativa para descrever os estados desejados nos nodes de sua rede.
Idempotência é uma princípio fundamental do agente. Há um robusto sistema de relatórios e registro de eventos e mudanças. O servidor nunca se conecta nos nós, apenas os nós se conectam ao servidor.
3. Conclusão
No final ambas são ferramentas de gerência, o Puppet faz a gerência de configurações e estados e o Ansible faz gerência por orquestração. Tais ferramentas atuam de formas distintas e tem objetivos e usos diferentes.
Acima de tudo é importante entender que elas não são concorrentes.
É bom ter as duas no seu cinto de utilidades, dependendo do projeto você terá uso para uma ou para outra.
[s]
Guto
Quantos likes esse guerreiro merece?

Deve ser o tal do MEMBRO FANTASMA. Ou uma benga de plástico de formato estranho que ele esqueceu no rabo. Digite AMÉM e compartilhe senão vai pro inferno (junto com ele).
O que é Li-Fi e como funciona
Sabemos que existe tecnologia de internet através de energia elétrica, aqui no Brasil é comercializado por algumas empresas especializadas no assunto. Mas agora eis que surge a nova tecnologia de conexão, a LI-FI. A Li-Fi, do termo inglês "Light Fidelity", é uma tecnologia que emprega luz para transmitir dados em alta velocidade. Diferente da Wi-fi que usa ondas de rádio, a Li-Fi usa lâmpadas de LED para transmitir as informações.
O quão rápida pode ser a Li-Fi?
A Li-Fi pode transmitir velocidades até 100 Gbps e, possivelmente ainda mais, mas isso exigiria uma mudança na tecnologia de iluminação. Relatórios de testes recentes mostram que Li-fi é 100 vezes mais rápido do que Wi-Fi tradicional, onde atuam em velocidades médias de WiFi a 10 Mbps. Leia também: O que é Wi-fi e como funciona?

Testes com diferentes tipos de lâmpadas estudadas, podem chegar a 100Gbps de velocidade.
Quando surgiu a Li-Fi?
A Li-Fi surgiu através das pesquisas do professor Harald Haas, que é presidente das Comunicações Móveis da Universidade de Edimburgo e co-fundador da pureLiFi. Ele foi a primeira pessoa a estudar a tecnologia. Usou o termo pela primeira vez durante uma palestra do TED, em 2011. Mas o projeto em 2010 já começou a receber financiamentos para seu desenvolvimento, pelo instituto de Edimburgo.
84% dos profissionais de TI procuram um novo emprego ao menos 2 vezes por semana.
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| 84% dos profissionais de TI procuram um novo emprego ao menos 2 vezes por semana. |
Mercado de Big data e analítica vai crescer 50% até 2019.
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| Mercado de Big data e analítica vai crescer 50% até 2019. |
Cursos de Segurança da informação + 275GB de Material de estudo (Hacking & Pentest)
Suporte Ninja
8 Cursos de Segurança da informação + 275GB Material de estudo (Hacking & Pentest & Computação Forense). Links Atualizados em 01/02/2017 8 Cursos Essenciais Sobre Segurança da informação - Com certificado Quem trabalha com TI, sabe que tem que estar sempre atualizado sobre temas relacionados à tecnologia. Provavelmente não exista área que mais muda e evolui do que essa. Pensando nisso,...
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Duas meninas na minha cama

Viagei na onda dessa menina que dá aula de inglês e eu não sei portguês
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Porque estamos preparados para as Olimpíadas.

Já pensou se chega um gringo com sede de sangue e lê isso?
“Do it? Deve ser um sinal!”
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Bancada BBB prepara contra-ataque aos movimentos que apoiaram Dilma

Deputados da base governista criam CPI’s para investigar UNE e Lei Rouanet
Roupas pro calor

Não sabemos ainda se são pro frio ou pro calor, mas mandamo YOLANDO, o estagiário ir lá verificar.
Programador cria 'clube de marmitas' para empresas de São Paulo.
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| Programador cria 'clube de marmitas' para empresas de São Paulo. |
E a FAB disse não!
U.F.O: que tal morar nessa curiosa casa flutuante e navegar pelos mares?
Um novo projeto criado pela empresa Jet Capsule promete atender os sonhos de quem sempre quis abandonar a vida em terra firme e viver tranquilamente desbravando o alto-mar. O U.F.O. (“Unidentified Floating Object” ou “Objeto Flutuante Não-Identificado”, em português), como é chamado, vem para ser basicamente um mini-trailer flutuante, com um formato curioso de disco voador.
Pode parecer bizarro, mas o formato vem para oferecer diversas vantagens na vida longe de terra firme. O enorme disco externo serve de plataforma para que você faça as mais diversas atividades – de pegar um sol a caminhar ou mesmo caminhar de bicicleta. Já o interior do veículo é semelhante ao de um iate de pequeno porte; com a diferença, é claro, da presença de uma janela no andar inferior da estrutura, que transforma o quarto e o banheiro em um observatório subaquático.
Futuro caça da FAB é apresentado: Novo Gripen foi revelado na Suécia e deve chegar ao Brasil a partir de 2019
Novo Gripen foi revelado na Suécia e deve chegar ao Brasil a partir de 2019
Airbus ia de Paris ao Cairo com 66 a bordo: França confirma queda de voo no Egito; Grécia diz que avião fez manobra brusca
Mundo Docker: ProjectAtomic.io
Olá pessoal,
Com o passar dos anos as tecnologias vem evoluindo cada vez mais rápido, surgem novos conceitos porém muitos morrem e poucos acabam se tornando tendência. No passado muito se falou sobre “Máquinas Virtuais” muitas empresas apareceram no mercado de virtualização porém apenas algumas se destacaram que é o caso de Microsoft, VMWare e Oracle.
Agora chega a hora da tendência de containers (Sim, LXC existe há um grande tempo já) que cada vez mais vem se popularizando e com isso surgem diversas empresas no mercado oferecendo integrações, plataformas, contentores e entre outros produtos. Com essa gama de ofertas decidi realizar uma série mostrando as empresas que acreditamos que serão as grandes donas do mercado de containers nos próximos anos.
O ProjectAtomic: É um sistema operacional desenvolvido pela RedHat, foi projetado para a execução de aplicações em containers docker. O Project Atomic depende de vários projetos de código aberto as várias distribuições Linux específicas. A comunidade Atomic vai trabalhar para o desenvolvimento do projeto atômico de forma inclusiva, contribuindo para os projetos upstream relacionados, resolvendo problemas de integração nas diversas distribuições sendo usado e desenvolver as ferramentas de gestão específicas necessárias para atualizações de gestão e de sistema. As principais ferramentas utilizadas foram:
– Docker – Implementação dos aplicativos
– Kubernetes – Orquestração
– rpm-ostree – Atualizações
– systemd – Gerencia de serviços
O Project Atomic possui uma ferramenta Web chamada Cockpit para realizar o gerenciamento de containers e hosts, com o Cockpit você pode:
– Visualizar os recursos utilizado pelos containers.
– Limitar recursos dos containers.
– Iniciar, parar, salvar e realizar o commit dos containers.
– Executar e excluir imagens.
– Administrar o host.
– Configurar serviços no host e outras funcionalidades.

Exemplo de imagem do Cockpit
Aqui possui o link para o download da imagem do sistema operacional http://www.projectatomic.io/download/
Por hoje era isso, espero que tenham gostado e tendo dúvidas nos avisem, e claro ajudem divulgando o http://mundodocker.com.br
Abraço!
Confira 12 destinos para viajar barato
A alta do dólar a desvalorização do real são apenas dois entre muitos motivos que fizeram a maior parte dos brasileiros desistirem de suas viagens. Destinos que tanto atraem o público, como Estados Unidos e Europa, não deixam de fazer parte da maioria de suas “bucket lists”, mas com um custo tão alto, o sonho parece ficar cada vez mais distante.
Felizmente, para aqueles que possuem espírito aventureiro e gostariam de visitar outros países além daqueles mais tradicionais, ainda existem algumas opções igualmente deslumbrantes, mas muito mais baratas.
Nesta seleção feita pelo Dubbi, foi considerado não apenas o custo da viagem por dia, mas também a segurança de cada lugar. Aqui estão os 12 países mais baratos para viajar:
1 - Indonésia
Aqui, você poderá explorar as mais belas e misteriosas praias, cachoeiras, ilhas e florestas sem precisar usar o cartão de crédito com frequência. Também é possível encontrar voos baratos para viajar entre as famosas ilhas de Bali e Sumatra, e existem até restaurantes que sirvam jantares completos por apenas 13,500 rupias, o que equivale a nada mais que um dólar americano.
2 - Índia
Um país realmente majestoso, a Índia recebe milhões de visitantes por ano não apenas pelo seu esplendor, mas também pelo custo, que faz a viagem valer ainda mais a pena. O transporte, a comida e a acomodação estão entre as mais baratas do mundo --por exemplo, um prato de arroz com Dahl (uma das principais fontes de proteína da cozinha indiana) custa menos de um dólar, e continua sendo delicioso.
3 - Marrocos
O Marrocos possui uma mistura exótica de história, cultura, natureza e ótima gastronomia. Conhecer o deserto do Saara é um must para qualquer aventureiro, sendo possível conhecer o local (além das praias, que também estão inclusas no pacote) através de passeios de camelos. É possível gastar menos de US$ 40 por dia, com refeições variando de US$ 5 a US$ 10 e acomodações de US$ 20 a US$ 30.
4 - Laos
Laos, ou Laus, é localizado entre a Tailândia e o Vietnã, e é um dos países mais bonitos da Ásia, conhecido por seus templos históricos, mosteiros budistas, e os incríveis passeios de elefante. O preço das acomodações podem variar de US$ 10 a US$ 30, e já das refeições, dependendo do que e de onde escolher comer, pode variar de menos de um dólar para US$ 15.
5 - Leste Europeu
Para aqueles que sonham em visitar a Europa, aqui está a solução. Os países do leste europeu são igualmente incríveis, mas são muito mais acessíveis do que aqueles da Europa Ocidental --na Bulgária, por exemplo, é possível pagar apenas um dólar e cinquenta centavos por um litro inteiro de cerveja; já em Budapeste, capital da Hungria, a passagem de trem custa menos de US$ 2.
Quer ver o restante da lista? Confira a lista completa com todos os destinos baratos para viajar!
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