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24 Jul 23:58

SDCC 14: #comicsbeat

by Heidi MacDonald

via Instagram http://ift.tt/1z9XmIA
22 Jul 09:52

Anuncio de chicles con un gato gigante

by Kirai
Pedro.A

Gato e Japão. 'nuff said.

Fit’s (De LOTTE), una de las marcas de chicles más conocidas en Japón, siempre sorprende con sus anuncios. ¡Esta vez es un gato gigante!

gatogigante

18 Jul 21:03

O sistema bancário.

by Malomil
 
 
 
 
 

Entre várias obsessões, Malomil tem a tara das capas dos livros. Ainda ontem tive longa conversa sobre isso e outros temas, com o João Paulo Cotrim, um bom amigo. Outro amigo bom, o André, mandou-me esta imagem. Inteiramente feita com imagens de bancos, ou seja, com bancos de imagem. O designer, habilíssimo, preferiu o anonimato… Informação, apenas esta: «Jacket images: man © Getty Images; flies and building © Shutterstock.» O problema não está nos bancos de imagens, como se vê, mas no bom ou mau uso que deles se faz. Usar os bancos é para grandes artistas, como bem sabemos e pior sofremos.


20 Jul 09:24

http://abrupto.blogspot.com/2014/07/a-crise-no-bloco-de-esquerda-o-be-foi.html

by JPP
A CRISE NO BLOCO DE ESQUERDA 


O BE foi um caso de sucesso na política portuguesa. Muito do que conseguiu foi por mérito próprio, mas muita da sua projecção resultou da simpatia activa da comunicação social. O BE tinha novidade, era constituído por um grupo de homens e mulheres muito capazes do ponto de vista político radical, e parecia alterar as regras de um jogo demasiado rígido, logo sem novidade mediática. Algumas causas, também com simpatia activa nos media, como as chamadas “causas fracturantes”,  ajudaram, mas com o tempo esgotaram-se no seu próprio sucesso. O BE conseguiu em pouco tempo crescer eleitoralmente, conseguiu alguma implantação regional, com uma organização que cobria praticamente o país, mesmo que em muitos sítios fossem pouco mais de que uma dúzia de pessoas. Mas existiam, estavam lá. 

 Mas o BE nunca conseguiu duas coisas: ter um corpo doutrinário sólido e “orgânico”, e penetrar noutros meios que não fossem a juventude radical urbana, os filhos da classe média instalada. Mas essa base de recrutamento mudou muito com a crise. Os filhos da classe média passaram a ser a de uma classe média enraivecida e pauperizada pela crise, e absorveram mais do que se imagina o apontar de dedos governamental às culpas dos reformados, funcionários públicos, sindicatos e sindicalistas, os velhos e os pensionistas. Mesmo enraivecidos contra o governo, incorporaram as explicações da propaganda governamental, aliás como muitos dos seus pais que acham que “viveram acima das suas posses”, se não eles os seus vizinhos. E por isso, desprezam as manifestações sindicais, olham de lado os velhos, acreditam que as dificuldades do seu destino se devem a quem tem emprego “com direitos” e quem recebe pensões e reformas. 

 Neste contexto, que o BE nunca compreendeu bem, a organização não conseguiu atrair nem renovar, nem fileiras, nem votos. Movimentos como o “Que se lixe a troika”, ambíguo, desorganizado, sem estruturas permanentes, mobilizando à esquerda e à direita nas manifestações, elogiadas- imagine-se! - pelo próprio governo, tiveram o sucesso fátuo deste tipo de iniciativas, mas ajudaram a esvaziar o BE. 

O que é que hoje sustenta o BE? O parlamento. Ora o efeito da parlamentarização num grupo como o BE é mortífero. Cria um embrião de partidocracia, aconchegando na Assembleia, deputados e funcionários, logo amplifica as dissidências quando os lugares são escassos ou ameaçam tornar-se ainda mais escassos. E gera aquilo que o venenoso Lenine chamava o “cretinismo parlamentar”. Os tribunos são bons, e o BE sempre teve bons tribunos para além de Louçã, mas mesmo no parlamento o BE tornou-se bem comportado. O BE vai lá perguntar algumas vezes coisas duras aos governantes, mas nem sempre. E, como o PCP, institucionalizou-se, já não sai pela porta fora quando há um atropelo grave ao funcionamento regular da Assembleia e eles não têm faltado.

Ora, nos dias de hoje, quem introduziu novidade e diferença no sistema político, foram as candidaturas independentes nas autárquicas, Marinho Pinto nas europeias, os cidadãos que votam em branco e nulo em cada vez maior quantidade. E não há nada que o BE possa hoje oferecer que não se encontre melhor noutro sítio. Se é para partir tudo, há melhor do que o BE: começam a surgir alguns grupos que querem ser “casseurs”, mas ainda estão na infância. Se é para criar um “socialismo radical” com capacidade de se aliar com o PS, há melhor do que o BE: é entrar para o PS. Se é para protestar, sem prisões organizativas, há melhor do que o BE: há uma miríade de grupos culturais, de protesto, de causas desde o PAN aos anarquistas. Se é para falar alto e bom som, há melhor do que o BE, o Dr. Mário Soares oferece uma plataforma bem audível, como foi a Aula Magna. Se é para mobilizar a “classe operária” há melhor do que o BE: o PCP ou a CGTP. Se é para exercer uma oposição intelectual, há melhor do que o BE: há universidades e centros de investigação, podem ir para o ISCTE (como dizem as más línguas) ou para o CES do professor Boaventura.
14 Jul 18:41

Telephone

by Warren Ellis

What I like to do is take that video of David Lynch talking about the horror of watching films “on your fucking telephone” and watch it on my fucking telephone, and then I think about things like why, in Britain, we call the television the telly but we call the telephone the phone, and that maybe we should have called the television the vision, except of course that they were once called televisors, so we could have called it the visor, which is actually kind of nice, and in Spain they’re still called televisors so why the fuck not, and also it occurs to me that once upon a time people could listen to concerts over the telephone, and now we can make phone calls through our televisions, and given that “film,” “television” and “phone” are now words that denote spaces around things rather than the things they originally defined, I think I’ll watch a film on anything I like and all devices are now called “scopes” until further notice.

16 Jul 17:20

Esther Honig — aventuras no Photoshop

by João Lopes
Esther Honig
Só mesmo a estupidez corrente do imaginário dos "famosos" confunde a beleza com um factor universal, sem história nem raízes culturais, para mais instilando essa violência moralista segundo a qual o padrão "obrigatório" e "escandaloso" da beleza é a nudez feminina...
Esther Honig, jornalista de Kansas City, promoveu um curioso e, à sua maneira, didáctico desafio no sentido de, precisamente, relativizar qualquer padrão de beleza — ao mesmo tempo, enaltecendo-o. Como? Partindo do Photoshop, esse aparato corrente de técnicas que, segundo ela, nos EUA, "se tornou um símbolo dos inalcançáveis padrões de beleza da nossa sociedade".
Assim, Honig enviou uma imagem sua a cerca de quatro dezenas de especialistas do Photoshop de 25 países. Com um pedido muito simples: "Façam-me bonita". Os resultados, disponíveis no seu site, são a ilustração exemplar do adágio que não esquece a subjectividade de qualquer olhar, proclamando: "Beauty is in the eye of the beholder" (a versão portuguesa possui um toque mais sentimental: "Quem o feio ama, bonito lhe parece").
Índia
Alemanha
Marrocos
Grécia
15 Jul 12:47

Book Posters by Gunter Rambow

by Dan

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If you follow me at all on Twitter, you’ll know that I’m working on a post about meta-covers, or book covers with books on them. It’s proving to be a much more difficult task than I first imagined, and it’s taking a very long time to pull it all together. It is, finally, almost done, and I hope it will be on the blog in the next couple of weeks. In the meantime, however, I came across these remarkable book posters by German designer Gunter Rambow for S. Fischer Verlag from the 1970s while compiling images for the post, and I thought I would share them now while you wait.

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There is also a book, Gunter Rambow: Plakate / Posters, that collects Rambow’s posters from 1962 to 2007 when the Museum fur Angewandte Kunst Frankfurt mounted a major exhibition to his work.

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14 Jul 20:33

Motion Silhouette | a storybook of light and shadows

by Johnny

motion sihouette storybook (6)

Motion Silhouette is a fascinating little storybook designed by 25-year old designers Megumi Kajiwara and Tatsuhiko Niijima. By cleverly inserting delicate paper cutouts between each page, the story doesn’t come to life until the reader begins to manipulate the silhouettes with a flashlight. Trees grow taller, trains get closer and ghosts show their scary faces. It seems like the perfect tale to tell in the dark.

Given the level of craftsmanship involved, the books are made-to-order and can take a bit of time to arrive, but the designers are selling them for 6000 yen each. You just have to email them to place your order.

motion sihouette storybook (1)

motion sihouette storybook (1)

motion sihouette storybook (2)

Motion Silhouette is actually the second in a series of light and shadow storybooks that the two designed. The first was simply called silhouette. If you like what you saw be sure to check out the making-of video, which is almost as beautiful as the book itself.

motion sihouette storybook (2)

motion sihouette storybook (3)

motion sihouette storybook (3)

motion sihouette storybook (4)

motion sihouette storybook (5)

Source: KYOTA | Colossal

09 Jul 11:29

"Com o tempo" no Deus me livro (por Andreia Rasga)

by Planeta Tangerina
O tempo é o que fazemos com ele: estarmos juntos, aprendermos algo novo, conhecermos alguém que gostamos, sentir uma emoção diferente. O tempo passa mas tudo o que vivemos com ele pode ficar para sempre.

Continuar a ler.
06 Jul 08:30

¡Cuidado! No pises el chicle

by Kirai
Pedro.A

Esta es una foto de un cuadrado marcado en el suelo de un ascensor que pone “¡Cuidado, no pises aquí! Acabamos de quitar un chicle pegado pero todavía quedan restos”

@pipo comentaba en el post sobre el Rainbow Bridge que no se veía basura por el suelo, ni siquiera un mísero chicle en las fotos de nuestro paseo. Por supuesto, sí que hay basura por los suelos en Japón (Hay guarros por todo el mundo), sobre todo en zonas ajetreadas como Shibuya, Shinjuku, Roppongi o Nanba en Osaka. Pero por lo general, las calles de Japón suelen estar muy limpias, los japoneses/as son muy pulcros.

Esta es una foto de un cuadrado marcado en el suelo de un ascensor que pone “¡Cuidado, no pises aquí! Acabamos de quitar un chicle pegado pero todavía quedan restos”

chicle

Seguir leyendo más sobre la limpieza japonesa.

10 Jul 01:37

George Melly’s Memoirs of a Self-Confessed Surrealist

by John

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It’s a short step from Dada to Surrealism, and George Melly provides a brief skate through the philosophies of both in this 25-minute BBC film from 1978. Melly, like JG Ballard, was struck by Surrealism at an impressionable age, and the love affair was a lasting one. Both Melly and Ballard championed Surrealism during periods when it was deeply unfashionable, an oppositional stance that Ballard at least often seemed to relish.

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Melly’s enthusiasm was so well-known that he was often called upon as a token advocate of Surrealism whenever one was required by the TV channels, hence this film whose title implies an admission of something disreputable. A major exhibition of Surrealist art was taking place 1978 at the Hayward Gallery in London, and it’s to this exhibition that Melly journeys, explaining (and demonstrating) what it means to be a Surrealist along the way. I saw this when it was first broadcast, and the absurd phone calls to strangers inspired myself and a few school-friends to similar activities; teenage pranks seemed less frivolous with an artistic justification. There’s a slight connection to yesterday’s post in Melly’s recounting of an anecdote from the 1950s when he was spared a night-time beating by his reciting of Kurt Schwitters’ Ursonate to a group of belligerent youths. Elsewhere you get to see punk band The Stranglers scowling at the camera—Melly suggests that the punks might be inheritors of the Dadaist attitude—and director Alan Yentob standing at a urinal.

Previously on { feuilleton }
The Secret Life of Edward James
René Magritte by David Wheatley

07 Jul 00:56

The Nest, a film by David Cronenberg

by John

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This isn’t exactly news when it’s been posted on numerous sites over the past few days, but for the benefit of those who haven’t yet seen it, The Nest is a short film by David Cronenberg made for the exhibition of the director’s work that’s currently running at the EYE Film Institute in Amsterdam. Nine minutes, a single shot and no overt horror but it’s still an insidious piece. It’s only on YouTube for as long as the exhibition is in progress so watch it while you can.

Previously on { feuilleton }
Long Live the New Flesh: The Films of David Cronenberg

04 Jul 11:07

That One Thing

by Warren Ellis

There will be one thing you do today that would have been difficult or impossible twenty years ago, impossible or unimaginable forty years ago, and unimaginable or half-described in a cheap science fiction paperback sixty years ago.  Look for it.  When you find it, think about it for a minute.  When did it arrive?  Did you notice when it first surfaced into the world?  In twenty years’ time, will it be present, broken, or such an irrelevance that you’ll think about it nostalgically?

This message brought to you by sleepily pushing a coffee disc into a Tassimo machine.  Morning, computer.

Recharging: Netgear Mingle mobile wifi hotspot.

06 Jul 12:43

Guy flies drone into fireworks show

by bspcn
03 Jul 06:20

The Golden Songs of Donovan (1969)

by Jive Time Records

28 Jun 17:11

http://abrupto.blogspot.com/2014/06/no-ps-antonio-costa-percebe-que-o.html

by JPP
  NO PS, ANTÓNIO COSTA PERCEBE QUE… 



 … o aparelho do PS é cada vez mais parecido com o do PSD. Não é que Costa não saiba o que é aparelho, visto que também o tem, mas pensava que a massa crítica do aparelhismo era menor no PS do que no PSD. Enganou-se. Nesta matéria PS e PSD estão cada vez mais parecidos: tem no seu interior, a mandar no partido, uns poucos milhares de pessoas que não tem emprego fora do partido e da influência e lugares do partido. Por isso, hoje, todas as disputas pela liderança no PS e PSD são também para muitos um risco de despedimento colectivo, e quem lá está não quer correr o risco de perder o emprego. São muito mais combativos que a CGTP, que parece um menino de coro face a estas pessoas que ascenderam a lugares de poder e influência, apenas dentro dos partidos. Os partidos são a sua profissão. Eles sabem que cá fora a vida é dura.
26 Jun 03:42

Gilbert Legrand

by Charley Parker

Gilbert Legrand
French artist Gilbert Legrand takes common objects like household tools, garden implements, plumbing fixtures, paintbrushes and cleaning supplies — adds the occasional bit of extra material, and paints the resulting objects with faces and other characteristics — to produce his delightfully whimsical sculpture/assemblages.

In addition to his sculptures, he has a section in his site (under “réalisations”) in which he arranges objects against various backgrounds to form themed images.

[Via Metafilter]

30 Jun 17:30

Adrian Tomine covers The New Yorker with 9/11 Memorial

by Heidi MacDonald

2014_07_07_14_Tomine_Memorial_Plaza-580.jpg

This week’s New Yorker has a cover by Adrian Tomine, and he discusses it inside the magazine:

“When I heard that the 9/11 memorial and museum were going to be the top tourist attractions in New York this summer,” Adrian Tomine says about this week’s cover, “I first sketched only tourists going about their usual happy activities, with the memorial in the background. But when I got to the site, I instantly realized that there was a lot more to be captured—specifically, a much, much wider range of emotions and reactions, all unfolding in shockingly close proximity. I guess that’s the nature of any public space, but when you add in an element of such extreme grief and horror, the parameters shift.”


I haven’t been down to the new memorial and have no plans to soon, although some out of towners I know who have gone enjoyed it greatly. Maybe later. Tomine’s cover certainly captures the many emotions inspired by just thinking about a visit.

27 Jun 10:32

Mais vale ser ladrão...

by João Monge de Gouveia

A nossa justiça decidiu, apesar de um menor ter sido levado pelo pai para um assalto e de ter sido dado provado que este expôs aquele a um perigo, que o pai do menor assaltou uma vacaria que fugia da policia, provavelmente a alta velocidade numa estrada, capaz de poder ter um acidente e de estar a colocar já em perigo a vida do menor bem como de outras pessoas que pudessem aparecer na via, de estar a colocar em risco a vida dos militares da GNR que o perseguiam, de os militares da GNR lhe terem dito várias vezes para parar, aquele se encontrar em fuga às autoridades, o agente da GNR ter disparado para os pneus e devido às irregularidades da estrada ter acertado no menor, sem querer e sem saber que este lá estava, menor esse, repita-se que foi levado pelo Pai, que participou no assalto (que rico exemplo que estava a ter), condenar o militar da GNR Hugo Ernano, a quatro anos de prisão, suspensos, e em vez de pagar 80 mil euros a que estava condenado a pagar de indemnização à família da vítima, a Relação decidiu que terá de pagar 45 mil euros. Deve dez mil ao pai – o assaltante que levou o filho de 13 anos para um roubo, em Agosto de 2008 – e 35 mil à mãe.

Hugo Ernano já disse não ter dinheiro para pagar este montante. "Eu ganho pouco mais do que 800 euros." Os juízes da Relação admitem que o pai do menor contribuiu para a sua morte, mas mantêm-no como beneficiário de uma indemnização. "

Ponderando que o pai contribuiu para a morte, ao expor o seu filho a uma situação perigosa, a indemnização fica reduzida", lê-se. 

 

Isto é, o Pai leva o filho de 13 anos para um assalto, o que não deveria de todo acontecer e ainda ganha dez mil euros ao GNR que estando a proteger os bens de outros é condenado a prisão, poderá vir a perder o seu emprego e ainda tem que pagar um valor que não tem.

 

Quanto a isto o Tribunal da Realção quer dizer a toda a sociedade, tal como o de 1ª instância que julgou este caso, que mais vale ser ladrãoe não cumprir a lei.

 


Ler mais em: http://www.cmjornal.xl.pt/detalhe/noticias/nacional/portugal/leva-filho-para-a-morte-e-ganha-10-mil-

09 Jun 00:31

June

by John

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Twelve Months of Flowers: June (no date) by Jacob van Huysum.

The month of June in paintings is overburdened by bland pastoral scenes and views of battles, the summer months being favourable ones for warfare. Pastoral content is still present in the following selection albeit with an attempt to show some variety. Leighton’s Flaming June is the most famous picture here. It’s also the most popular of the artist’s paintings, understandably so given its radiating an atmosphere of luscious (and possibly inadvertent) eroticism that he seldom achieved elsewhere.

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From Croham Fields, Croydon, Surrey, Just before the First Thunderstorm, Tuesday 28 June 1892 (1892) by William Henry Hope.

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June in the Austrian Tyrol (1892) by John MacWhirter.

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Flaming June (1895) by Frederic Leighton.

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La Belle Jardiniere – June (1896) by Eugène Grasset.

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June (1898) by Joshua Anderson Hague.

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In the Month of June (1899) by LA Ring.

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In the Fields in June (1914) by George Clausen.

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Gay Glitter in June (no date) by Anna Airy.

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June Light (1993) by John Fineran.

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Stonehenge, June (1997) by Stephen Morris.

26 Jun 11:14

Souviens-toi — Remember

by Rui Tavares

20140626-081431.jpg À entrada e à saída, uma placa em francês e inglês, que diz “Souviens-toi / Remember”. Lembra-te. Recorda. Foi só há 70 anos.

Há uma semana comemorou-se no nosso país o Dia de Portugal. Permitam-me falar hoje de um outro 10 de junho.

Há setenta anos, e uma semana, uma divisão do exército nazi chamada “Das Reich” subia pelo interior da França, chamada a reforçar as linhas contra o desembarque aliado nas praias da Normandia. A Resistência e a sua guerrilha, o “maquis”, atrasavam-lhe a progressão. A “Das Reich” respondia com atos punitivos. Na véspera, a 9 de junho, enforcara 99 franceses na aldeia de Tulle, no Limousin. No dia 10 de junho chegou à aldeia de Oradour-sur-Glane, um pouco mais a norte.

Chamar aldeia a Oradour-sur-Glane pode ser enganador. Mesmo em 1944, a sua realidade não evocaria nada da pobreza das aldeias portuguesas. Embora ali morassem poucas centenas de pessoas, cerca de um milhar e meio vinha das quintas vizinhas fazer comércio. Oradour-sur-Glane tinha vários cafés, hotel, solicitador, seguradora, duas oficinas mecânicas, uma trintena de automóveis. Quase todas as casas tinham máquina de costura, fogão a lenha, algumas até fogão a gás. Mais surpreendente, a aldeia tinha uma linha de elétrico, que a ligava à capital provincial, Limoges, e de onde vinham regularmente turistas para fazer piqueniques à beira-rio. Por comparação, seria talvez como Colares, também já então ligada a Sintra por uma linha de elétrico.

Nesse dia de há setenta anos, por volta das duas da tarde, o exército nazi rodeou a aldeia e reuniu toda a população na praça principal.

Poucos habitantes fugiram, por confiarem na explicação que lhes foi dada: era apenas um controle de rotina. Foram separadas as mulheres e as crianças dos homens. Estes foram distribuídos por vários lugares, uma centena numa granja, grupos menores aqui e ali. As mulheres e as crianças foram levadas para a igreja.

Até às seis da tarde, os soldados alemães (e alguns franceses, do antigo território da Alsácia-Lorena, recrutados à força) mataram metodicamente 647 pessoas, a tiro de metralhadora, pelo fogo e pela asfixia. Escaparam quatro homens da granja, uma mulher da igreja, e dois miúdos que tinham fugido quando as tropas chegaram (um deles era um dos quarenta refugiados franceses, também da Alsácia-Lorena, que tinham sido recebidos na aldeia).

Isto aconteceu noutros lugares, em Itália ou na Checoslováquia. O que torna Oradour-sur-Glane diferente é que quando a aldeia foi visitada por De Gaulle após a libertação, este decidiu mantê-la em ruínas e vazia, como memorial. E os sobreviventes levaram a opção a peito, até durante mais de uma década em que cortaram relações com o estado francês, por causa de uma amnistia votada pela Assembleia Nacional para os soldados alsacianos que tinham participado no massacre. Hoje é possível visitar Oradour esvaziada, ver os carros enferrujados, as máquinas de costura nos parapeitos da janela, saber onde era a dentista (uma mulher) ou a padaria. Dentro da igreja, um outro memorial, que já lá estava, aos mortos da Iª Guerra Mundial, que vingaram os mortos de 1870. Como numa boneca russa: tragédias que contêm tragédias.

À entrada e à saída, uma placa em francês e inglês, que diz “Souviens-toi / Remember”. Lembra-te. Recorda. Foi só há 70 anos. Não foi a civilização nem o conforto material que o impediu. O que pode este continente? Até onde chega?

(Crónica publicada no jornal Público em 18 de Junho de 2014)

25 Jun 18:31

Toon Books' Hansel & Gretel

by Shelley
Check out a beautiful, new children's book, 'Hansel & Gretel' by Neil Gaiman and Lorenzo Mattotti, published by Toon Books and (New Yorker art editor) Francoise Mouly…




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11 Jun 12:09

Animation: “Butts” by Tyler Hurd

by Jeff

butts-animation-tylerhurd

This is the most important video you will watch today. Watch “Butts” below.

View the whole post: Animation: “Butts” by Tyler Hurd over on BOOOOOOOM!.

16 Jun 18:53

Paul Klee - Rich Harbour (1938) - Basel Kunstmuseum

by ident
21 Jun 02:26

Midsummer

by John

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A statue of the Great God Pan looks down on the teeming chaos of Joseph Noel Paton’s The Quarrel of Oberon and Titania (1849), one of many 19th-century paintings based on A Midsummer Night’s Dream. Paton’s canvas gives Richard Dadd a run for his money in its wealth of incident and grotesque detail (see the big version at Wikipedia), and the artist returned to the theme a few years later with the equally excessive Fairy Raid (below). The later painting presumably depicts the kidnapping of the Changeling which Oberon and Titania quarrel over.

While we’re on the subject, a couple of years ago I wanted to link to the amazing fairy scene in William Dieterle’s 1935 film (which supposedly features Kenneth Anger as the Changeling) but it wasn’t on YouTube. Now you can watch it here.

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The Midsummer Night’s Fairies (detail, 1847) by Robert Huskisson.

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The Quarrel of Oberon and Titania (1849) by Joseph Noel Paton.

midsummer4.jpg

A Midsummer Night’s Dream (c. 1860) by W. Balls.

midsummer2.jpg

The Fairy Raid: Carrying Off a Changeling, Midsummer Eve (1867) by Joseph Noel Paton.

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Midsummer Morn, Bushy Park (1905) by George Dunlop Leslie.

midsummer3.jpg

Midsummer’s Eve Bonfire on Skagen’s Beach (1906) by PS Krøyer.

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Midsummer Night, Lofoten, Norway (no date) by Adelsteen Normann.

Previously on { feuilleton }
Max Reinhardt’s Dream
The Midsummer Chronophage
Another Midsummer Night
A Midsummer Night’s Dadd
William Heath Robinson’s Midsummer Night’s Dream

11 Jun 13:42

Fotografías del antiguo Japón

by Kirai

Recopilación de fotos del Japón antiguo que voy coleccionando en Pinterest. La mayoría son de finales del siglo XIX y principios del siglo XX. Mis preferidas son las de los campesinos en el bosque con niebla y las del Buda de Kamakura, en una de ellas se ve al buda con palmeras alrededor.

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20 Jun 15:10

Iggy Pop apoia Justin Bieber (???)

by João Lopes
Os antepassados do rock'n'roll deram uma volta no túmulo... Ou talvez não. Iggy Pop surge a apoiar o menino mimado da imprensa dos "famosos", reconhecendo-lhe dotes visionários — e proclamando: "O futuro do rock'n'roll é Justin Bieber".
O texto, como sempre, carece de contexto. E um pouco mais abaixo podemos ler: "Torturem um homem e ele dir-vos-á tudo e mais alguma coisa". O cartaz faz parte de uma notável campanha política contra a tortura lançada na Bélgica e concebida pela Amnistia Internacional [notícia: The Guardian].


A campanha inclui mais dois cartazes, com o estilista Karl Lagerfeld e o Dalai Lama, líder do Tibete no exílio — o primeiro proclama que "o cúmulo da elegância é a camisa hawaiana e os chinelos", enquanto o segundo propõe um cronométrico balanço existencial, sublinhando que "um homem que não tenha um Rolex aos 50 anos falhou a sua vida". Ou como a inteligência da imagem (das imagens) começa no entendimento da potencial pluralidade das respectivas significações, passando sempre pelas palavras ditas, escritas ou imaginadas.

>>> Site português da Amnistia Internacional.
20 Jun 12:26

http://leiriaplatardinha.blogspot.com/2014/06/sexta-feira-20-de-junho-bruno-barbey.html

by moço
Sexta-feira, 20 de Junho
A pele.

Bruno Barbey: Maracanã, Rio de Janeiro, 1980.
19 Jun 00:07

Amazon lança o seu Fire Phone

by João Lopes
Cada vez mais, o mercado dos chamados smartphones organiza-se como um prolongamento das mais diversas plataformas informativas e/ou comerciais. Assim, a Amazon, na origem um grande armazém virtual (para comercializar coisas pré-históricas, bizarras e fascinantes como livros...), passou a ter o seu próprio smartphone — chama-se Fire Phone e, entre outras singularidades técnicas, proporciona o acesso a muitas imagens em 3D.
Fotografias, video, música, etc., o Fire Phone tem tudo o que passou a fazer parte do caderno de encargos destes objectos omnipresentes no nosso quotidiano [notícia na Time]. E tem também, como seria inevitável, acesso a muitos conteúdos vendidos na Amazon. Com este detalhe: o Fire Phone está equipado com um sistema que permite fazer o scanning dos mais variados objectos — incluindo imagens de programas de televisão —, de modo a que os serviços da Amazon possam responder informando da sua disponibilidade para venda... Ou como os novos territórios da comunicação entre indivíduos são indissociáveis de toda uma nova cultura do consumo, quer dizer, de novos e elaborados (des)equilíbrios entre oferta e procura.
09 Jun 13:32

WC públicos — mas não muito

by M.J.Marmelo
Enviei a um amigo autarca uma mensagem informal, na qual estranhava o facto de, numa zona do Porto onde os portuenses costumam passear ao domingo, as casas-de-banho públicas estarem fechadas ao... domingo à tarde (pelo menos). Na resposta, entre outras coisas, o meu amigo autarca explicou-me que aquele "serviço" faz a autarquia "perder dinheiro". Pasmo. E temo que, um dia destes, as autarquias queiram ganhar dinheiro com os WC. Ou com o ar que (perdulariamente) respiramos.