Osias Jota
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What if Star Wars was a 1980s John Hughes movie?

Amazing Italian comic artist Denis Medri is back, with even more beautiful Star Wars art. Last year we featured a collection of his images of Star Wars recast as 1980s teen drama characters, and now he's back with actual scenes. It's simply brilliant.
The Tatooine backyard sunset, the Millennium Falcon as a van with a Falcon airbrushed on the side, Darth Vader as the school bully. Someone needs to make this movie right now. Or at the very least drum up a fake trailer, please?







Tenho uma startup #2 Sugestão de Cláudio de Souza Santos -...

Tenho uma startup #2
Sugestão de Cláudio de Souza Santos
- …É uma startup de marketing digital: trabalhamos com Adwords, E-mail Marketing, Redes Sociais…
- Entendi. Vocês postam foto no Facebook. Meu sobrinho já faz isso pra mim! Veja como são as coisas. Ele já tem uma startup e a gente nem sabia…
Publicado originalmente em http://startups.ig.com.br/2013/tenho-uma-startup-2/
Estado grave
Por onde começar? Talvez por afastar as falsas expectativas.
Após acontecimentos de grande comoção, como a batalha campal deste domingo em Joinville, é comum pensarmos que providências sérias serão tomadas. Mas vamos nos lembrar de Kevin Espada, o adolescente boliviano que morreu ao ser atingido por um sinalizador disparado desde a torcida do Corinthians, em Oruro, em jogo da Libertadores.
A Conmebol surpreendeu ao anunciar a punição ao clube com jogos sem torcida, mas voltou atrás antes que houvesse tempo de parecer que a entidade estivesse mudando de postura em relação à violência nos estádios sul-americanos. Antes disso, como prova de que ninguém se importa, quatro torcedores conseguiram uma liminar para assistirem sozinhos à partida no Pacaembu, numa das cenas mais infames da temporada. O presidente do Corinthians tratou os presos de Oruro como mártires.
A bola continuou rolando.
Na tarde deste domingo (8), as televisões que transmitiam Atlético-PR e Vasco da Gama mostraram um torcedor já inconsciente tendo a cabeça pisoteada por vários homens. Mais acima, o corpo de um segundo homem desmaiado assumia o formato da arquibancada e se esparramava por dois ou três degraus. Torcidas organizadas dos dois clubes protagonizavam uma batalha campal na Arena Joinville, onde o jogo era disputado porque o Atlético cumpria pena de mando de campo. Após mais de uma hora de paralisação e enquanto quatro torcedores se encontravam em estado grave no hospital da cidade, com informações desencontradas sobre o falecimento de um deles, a partida era retomada e o narrador da Globo anunciava em tom entusiasmado:
- Vamos para o último tempo do Campeonato Brasileiro!
Duas notas divulgadas na noite de domingo dão o tom do que será o debate daqui para frente. O ministro do Esporte Aldo Rebelo disse que “condena a violência”. O Bom Senso FC disse que apoia a “tolerância zero para a violência nos estádios” e Rebelo anunciou que “vai procurar o Conselho Nacional do Ministério Público para um entendimento comum sobre a presença da Polícia Militar no interior dos estádios de futebol”.
Uma maneira de não encarar um problema complexo é fingir que o problema é outro. A ausência da Polícia Militar no interior da Arena Joinville certamente foi decisiva para que a briga entre os torcedores chegasse a níveis tão brutais, o que não torna inválido o argumento pela saída da polícia dos estádios. Independentemente de onde tenha partido a decisão – há um jogo de empurra entre PM e Ministério Público – a questão é como proceder quando se toma uma decisão desta magnitude. No começo da briga, não havia seguranças privados e apenas uma cerca separava duas torcidas organizadas com histórico de enfrentamento entre si. O jogo deveria ter sido realizado nestas condições? Podemos ter estádios de futebol sem a presença da Polícia Militar, mas é algo que precisa ser construído com decisões e precauções corretas.
Por outro lado, condenar a violência tem tanto significado quanto ser contra a corrupção ou a favor do nascer do sol. Embora pareça, não se trata de uma afirmação ingênua, na medida em que esse discurso de tolerância zero à violência acaba resultado em mais repressão e, portanto, mais violência. Não custa lembrar: já proibiram bebida alcoólica, aumentaram o preço dos ingressos e reduziram (em alguns casos a zero) a presença de torcida adversária nos clássicos. A violência não diminuiu. Porque a opção sempre foi por punir o torcedor de forma geral, enquanto responsáveis diretos e indiretos pela violência nos estádios não sofrem punição alguma.
Os agressores filmados e fotografados em tentativas de homicídio serão condenados pela Justiça mas continuarão a frequentar os estádios. Tantos outros envolvidos na carnificina em Joinville não serão identificados. Combinarão novas brigas e não serão pegos. Os clubes sofrerão no máximo a perda do mando de campo de alguns jogos – o que não resolve o problema, como se viu neste domingo. A relação conivente e clube de dirigentes e renomados torcedores violentos não será enfrentada de nenhuma forma (e notem que aqui não se pratica generalização contra torcidas organizadas, mas por outro lado se entende que o problema não pode ser ignorado).
A solução virá a granel, com medidas tão drásticas quanto paliativas, com mais polícia nos estádios e mais punições aos torcedores em geral, até que o futebol brasileiro chegue à situação falimentar do futebol argentino e seus jogos com torcida única – que não estancaram a sangria entre barrabravas. Não há tempo nem disposição para discutir as causas da violência no futebol – certamente mais complexas do que o descrito acima. Continuaremos atacando os sintomas, mesmo sabendo que o paciente está em estado grave sem sinais de melhora.
Afinal, temos que dar continuidade ao espetáculo.
Eu também queria receber um cupom assim… $$$$


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Eu me rendo.
Tá. Ok. Eu me rendo. O disco do Daft Punk. Vou elogiar também.
Ele é muito bom. Sim. É um marco criativo. É tudo verdade.
Ouçam.
dolphin-spit: oswaldofguadalupe: The Twitter Mandela Hall Of...
Osias Jotavia fernanda









