Osias Jota
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No, bitcoin isn’t about to be taken over by a massive cartel
Osias Jotavia firehose

At 3am ET this morning, 45% of all bitcoin mining was being conducted by members of a single mining pool—Ghash.io. This near-majority stake had bitcoin bugs concerned. Bitcoin works because there is a huge public log of every bitcoin transaction, and that log is written by miners, who keep it honest by checking each other. But if a single group is mostly responsible for writing and checking that log, that group could in theory cook the books to give its members bitcoins that aren’t theirs. That would completely undermine bitcoin.
Quartz’s Christopher Mims wrote about this, arguing that: “The existential threat to bitcoin its boosters said was impossible is now at hand.” But that is precisely the wrong takeaway. That threat is not at hand. In fact, bitcoin looks stronger than ever.
After Ghash.io’s large stake came to light on bitcoin discussion boards, members of the pool started flocking away, reducing the pool’s share of mining to 38% over the course of just seven hours. This is just more and stronger proof that the system is self-correcting—such mining pool exoduses have happened in the past, but the stakes are higher now, with the value of a bitcoin hovering around $800.
But the question is: Why would any individual member of the mining pool give up such a lucrative spot? To take one for team bitcoin?
No, not really. If bitcoin ever comes under majority control and is actually defrauded by malicious miners, it will lose all its value. So there would be no monetary gain to stealing or counterfeiting bitcoins. Miners aren’t stupid. Their wealth is tied to the health of bitcoin, and they aren’t going to compromise it.
here-on-this-island: teyaberri: akuthekoboldthatcould: lukethr...

This is me all the time.
I CAN’T EVEN HANDLE THAT WALK
This pretty perfectly sums up conventions.
IT GOT BETTER
Partisanship and Sectionalism are Stupid
On Moyers and Company, historian and author Thomas Cahill said something that applies strongly to many of us here. I’ll paraphrase him this way: I think that all partisanship and sectionalism is stupid. I don’t think there really is anything to fight about. People should just stop it.
Look at the Agile / Lean / Kanban / Add Your Own Brand Here world. It’s all partisanship, all sectionalism. Perfectly compatible ideas are sold as if they are in competition: Scrum vs XP; Kanban vs Lean; Agile vs Kanban. And so on. People should just stop it.
It’s all about selling
Most of this partisanship is pure sales and marketing. A big part of selling your product or services is name recognition. You have to get your name out there. And it’s easier to sell something that sounds like a product than it is to sell “Jack Brown”, and far easier than selling Jack Brown Consulting’s Random Guy We’ll Send In.
Jack hears from some word-slurring guy in a bar that Agile sounds lax and undisciplined. Jack sees his opportunity! “You want the benefits of Agile, but worried about programmers kicking back? You need Strict Agile, and you can only get it here! Let one of our trained and certified Agile Disciplinarians help you!”
Voila, a brand is born.
To make his brand work, Jack has to add in something that looks Strict and Disciplined. Whatever he adds is quite likely to unbalance the teams that have Jack’s Strict Agile inflicted on them, because he has added something that didn’t need to be added.
Jack, with the best of will, has now fragmented the market. He has confused it, to everyone’s detriment. Once people buy into Strict Agile, they feel that they can’t look elsewhere for ideas. Jack may even have warned them explicitly against this, since he wants to lock in his market, but even if he hasn’t, people’s natural tendency having bought a product is to resist the benefits of products they see as competing.
Even good ideas are used to divide
The same thing happens with perfectly good ideas that really can be beneficial in to a team’s improvement efforts. It really is a good idea to observe flow, or to limit work in process. Unfortunately, rather than step up to the existing market and say “Here’s something useful to add to your existing Scrum/Agile/Whateve practice”, they create a new thing. Again the market is fragmented and people wind up using fewer good ideas rather than more.
It’s not going to change
Unfortunately for the people who need help, these divisive tactics work well enough that they’re not going to go away. We’ll continue to see perfectly compatible ideas sold against one another instead of as complements and valuable additions.
Don’t be fooled — these ideas do work together
If you’re only buying one car, you can’t get both a Ford and a Chevy. But when you’re improving your software process, you can — and should — get good ideas from all sources. Most of them are perfectly compatible and it’ll be quite clear to you which few are not.
Don’t buy a brand. Seek out good ideas, and apply them to your situation.
Lembranças antigas, discussões novas
Em 1999, três rapazes americanos lançaram um serviço que foi, pelos três anos seguintes, uma das experiências mais lindas da internet. O Napster juntava, num só lugar, todos os usuários que gostavam de música. Ele servia como ponto de encontro universal; os arquivos, em MP3, continuavam nas máquinas dos usuários, que davam, uns aos outros, acesso às suas respectivas coleções. Graças a isso, descobri música do mundo inteiro, gêneros que não conhecia, cantores de que nunca tinha ouvido falar. A minha playlist se transformou numa Torre de Babel cantante, com faixas em urdu, telugu, malayalam, pashto, grego, khmer, yorubá, kechua e servo-croata. Havia até alguma coisa em inglês e francês. Em troca, ofereci muita música brasileira para os meus parceiros ao redor do mundo, muito Francisco Alves, muito Nelson Cavaquinho, muito Quinteto Armorial, e mesmo os que já tinham ouvido falar em MPB ficavam admirados, porque, na sua imaginação, os brasileiros passavam os dias na praia jogando futebol e ouvindo Bossa Nova, de preferência na voz do Sinatra.
Essa confraternização espetacular acabou três anos depois. Este foi o tempo que a RIAA, a nefasta Recording Industry Association of America, levou para abater o Napster, num show de maldade, incompreensão e autodestruição poucas vezes igualado. Os processos movidos contra o Napster e usuários aleatoriamente pescados no sistema reuniram alguns dos melhores advogados dos Estados Unidos, e foram acompanhados, como se fossem novelas, por todos os jornalistas e observadores da área. Eu imprimia calhamaços de 200 páginas de argumentação legal que lia avidamente, roendo as unhas, angustiada com a má fé de alguns argumentos, encantada com o bom senso de outros, maravilhada com a sabedoria de um ou outro (raro) juiz. Detalhe: apesar de inglês não ser a minha primeira língua, eu entendia absolutamente tudo o que estava em discussão, e o que eu não entendia — algumas expressões jurídicas, algumas referências à jurisprudência — encontrava imediatamente na rede.
A batalha do Napster me deu vontade de fazer Direito. A defesa brilhante de pontos de vista opostos me encantou num grau que eu jamais experimentara, porque todos os advogados eram muito bons — especialmente o time que se juntou em torno do Napster, e que entendia exatamente o que significava a falta de fronteiras nacionais oferecida pela internet, e a sua importância para a cultura e a liberdade da humanidade como um todo.
Em suma, era tudo muito bem pensado e, óbvio, muito bem escrito.
Era tudo muito, muito CLARO.
o O o
Me lembrei disso ao longo dessa semana, quando me vi no meio de um debate sobre educação provocado pela coluna da última quinta-feira, em que dei voz a uma professora de inglês do estado. Gisele Abreu me escreveu desabafando a frustração que sentira quando, na última semana letiva de 2013, fora apresentada a uma portaria da Secretaria de Educação que tornava a sua matéria virtualmente irrelevante, ao tirar-lhe a capacidade de reprovar alunos com mau desempenho.
Pouco depois, recebi um telefonema do secretário de Estado de Educação, Wilson Risolia. Batemos um longo papo, em que ele tentou me explicar a situação do ensino, em geral, e a dessa malfadada portaria, em particular. O secretário me impressionou bem. O simples fato de me procurar para expor o ponto de vista da secretaria já depõe a seu favor; além disso, ele não é político, o que para mim é um ponto mais do que positivo, e me transmitiu a sensação de ser um homem sério, bem intencionado e comprometido com a causa da educação.
Ele me garantiu que a portaria que tanto ofendeu a Gisele (e mais uma quantidade de professores que lhe fizeram coro, e que me escreveram, igualmente indignados e frustrados) não muda nada em relação à situação anterior, e que uma língua estrangeira até pode, sim, reprovar um aluno, desde que essa reprovação seja decidida pelo Conselho de Classe. A mesma informação me foi transmitida por escrito pela assessoria de comunicação da secretaria:
“A nova Portaria 419 não muda nenhuma regra estabelecida em Portarias anteriores, ela apenas ratifica a posição do Conselho de Classe em relação à aprovação ou reprovação do aluno.”
Também recebi da coordenadora Mônica Marzano cópia de uma circular enviada às escolas, esclarecendo as dúvidas geradas pela portaria.
Vocês devem estar se perguntando: “Tá, e o que tem tudo isso a ver com o processo do Napster?”
Explico. É que, no meio da discussão, me dei conta de como O Sistema se comunica mal no Brasil. Isso não é exclusividade do estado do Rio de Janeiro; isso é geral. Qualquer documento oficial no país, da mais alta à mais insignificante das autoridades, é infinitamente mais complicado do que deveria ser. Quando se chega à Justiça, então, o distanciamento da linguagem usada e compreendida pelo povo é absoluto.
Voltando à Seeduc, não é possível que uma simples portaria, destinada a ratificar uma situação já existente, não consiga ser compreendida pelo público a que se destina (os professores) ou por pessoas razoavelmente alfabetizadas (como eu me acredito ser); não faz sentido que essa comunicação em tese corriqueira cause tanto mal estar que precise ser trocada em miúdos, dias depois, por uma circular que, cá entre nós, também não é um primor de clareza.
Vou voltar a esse assunto e, principalmente, vou voltar à questão da educação pública no nosso estado. Já tenho um encontro marcado com o secretário e com membros da sua equipe — que, como ele, também me impressionaram bem. Dizem que é conversando que a gente se entende, e eu quero entender o que está acontecendo nas escolas. Essa tarefa seria muito facilitada, contudo, se a comunicação oficial brasileira, a partir do próprio Ministério da Educação, fosse escrita de forma clara, sem o uso de fórmulas burocráticas arcaicas que induzem mais ao sono do que à circulação de ideias.
(O Globo, Segundo Caderno, 9.1.2014)
A productivity gap
You'd think that with all the iPad productivity apps, smartphone productivity apps, productivity blogs and techniques and discussions... that we'd be more productive as a result.
Are you more productive? How much more?
I wonder how much productivity comes from new techniques, and how much comes from merely getting sick of non-productivity and deciding to do something that matters, right now.
Isaac Asimov wrote more than 400 books, on a manual typewriter, with no access to modern productivity tools. I find it hard to imagine they would have helped him write 400 more.
Sure, habits matter. So does getting out of your way. But if you want to hide, really want to hide, you'll find a way.
The instinct to produce great work doesn't require a fancy notebook.
Preparado - Ano que vem minha Startup deslancha! Aproveitei...

Preparado
- Ano que vem minha Startup deslancha! Aproveitei esses últimos meses pra me preparar bastante.
- Participou de alguma aceleração? Estudou sobre modelo de negócios?
- Melhor! Me especializei em Editais Públicos para Startups.
Publicado originalmente em http://startups.ig.com.br/2013/startup-comedy-apresenta-preparado/










