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28 Jan 18:46

Daft Punk FINALLY Reveal What’s Underneath Their Helmets! Take A...

28 Jan 13:09

Anésia # 147

28 Jan 11:04

skookumthesamoyed:   It’s a hug, Skookum, he’s hugging you (x)









skookumthesamoyed:

 

It’s a hug, Skookum, he’s hugging you (x)

27 Jan 22:08

Casar é para os fortes

by Cora

Minha sobrinha e o namorado se casaram na semana passada. Optaram pelo civil e a cerimônia, se é que se pode chamá-la assim, foi realizada no Cartório de Botafogo — quem se casa no civil é obrigado a utilizar os serviços da sua circunscrição. Minha irmã Laura contou, no Facebook, como foi a experiência:

“Pessoal, só não postei antes por preguiça de relatar o absurdo. Mas vamos lá: na quarta-feira, a Manoela se casou com o Jefferson. Eles decidiram não fazer festa, só ir até o cartório e casar, na presença das duas mães, da avó, e da Jú e do Gui, que eram as testemunhas. Nada de grandes comemorações. Até aí tudo bem.

Mas voltemos um pouco no tempo: eles deram entrada nos papéis no ano passado. No cartório demoraram mais de um mês para “agilizar” o processo. Não, eles nunca foram casados antes, são ambos solteiros e desimpedidos.

Depois, os gastos: somando só a papelada e reconhecimento de firmas, deu uns R$ 1.000. É, isso mesmo, mil reais! Por um serviço que deveria ser gratuito, ou quase. Aí a gente entende por que é que pobre só junta, não casa.

O casamento em si é uma cerimônia meio surreal. Montes de casais e suas famílias apertados num lugar minúsculo, num segundo andar sem elevador (os velhinhos e cadeirantes acabam ficando em baixo e não podem assistir ao casamento). A única escada é estreita e mal desenhada, um acesso difícil e muito, muito perigoso. Fiquei achando que aquilo lá é um convite à tragédia. Se fosse restaurante, salão de festas ou mesmo cinema já teria sido há muito interditado pela Defesa Civil.

Na parede, enorme, um retrato de Brasil Para Cristo. E eu, bobona, que pensava que casamento civil era coisa laica, para judeus, muçulmanos, umbandistas, ateus…. Que nada, no Brasil todo o mundo é forçado a engolir a religião da maioria. Aí a juíza começa o discurso reclamando de um senhor que estava, por sua vez, reclamando das condições lamentáveis do lugar. Ela diz: “Quem é ele para reclamar?”. E eu penso com meus botões: “É um sujeito sensato, que espera dos serviços públicos, pagos a peso de ouro, um mínimo de decência”.

Não sei como é nos outros países, mas os cartórios, no Brasil, me parecem um retrato do coronelismo, do descaso, do subdesenvolvimento, da soberba com que as “otoridades” massacram o pobre do contribuinte que sustenta suas sinecuras.

Triste.”

o O o

Nos comentários, Anne de Saint Hubert contou a sua experiência na Inglaterra: “A papelada levou uma semana porque tinha que estar exposta em lugar público, o custo foi exatamente 34 libras, o que deve dar uns 100 reais. O local era limpo e luminoso, o edifício era lindo, datando do Século 18, com acesso para cadeirantes por lei. Não havia nenhum símbolo religioso nas paredes ou em nenhum móvel. E nem na cerimônia e nem na certidão se fez referência a qualquer deus. Não tivemos que fazer tradução das certidões de nascimento nem reconhecer firmas ou coisa parecida.” Celia de la Fuente (tem coisa mais chique do que os nomes das minhas amigas de Facebook?) atualizou preços e prazos ingleses, que aumentaram nos 14 anos que se passaram desde o casamento da Anne: 45 libras de taxa, 15 dias para correrem os proclamas. Quem quiser certidão de casamento impressa paga mais quatro libras, no momento do casório, ou sete, se precisar depois.

o O o

Por acaso, estive recentemente num casamento civil na periferia de Londres. O lugar não podia ser mais simpático e agradável, grande, limpo, bem decorado, com cadeiras confortáveis para dezenas de pessoas. Feito para receber bem o público que, afinal, é quem paga pelos serviços. E sim, claro, sem qualquer espécie de símbolo religioso à vista — como deve ser.

o O o

Claudio Hideki contou a sua experiência: “Eu e a minha esposa nos casamos na prefeitura da cidade japonesa de Matsubara, província de Osaka. Não pagamos nada e tudo ficou pronto em 30 minutos. Ah! Em que pese o país ter duas fortes religiões (Budismo e Shintoísmo), as repartições públicas são laicas”. Rosa Emilia Dias casou em Veneza: “Paguei 27 euros com direito à vista do Canal Grande”. Gilda Menasce escreveu que em Maryland, nos EUA, a licença custa U$ 55 e, se o casal quiser cerimônia, mais $25. Maria Duha-Klinger esclareceu: “Nos Estados Unidos não existe cartório — você pode ir no City Hall da cidade para o casamento civil ou casar em casa, clube, igreja, sinagoga, onde for, por uma pessoa credenciada”. Andrea Pozzan, por exemplo, pagou U$ 60 pelo casamento em Las Vegas, com direito a se vestir de noiva e tudo: “A cerimônia é bem breve, mas mesmo assim o Ministro, que faz as vezes do juiz de paz, teve a gentileza de perguntar nossa fé e, depois, se ele podia citar Deus durante os votos. Ele casa pessoas de todas religiões e não podia fazer essa “desfeita”. Quis saber brevemente nossa história em nosso inglês macarrônico, e fez um discurso simpático que eu amei.”

Manoela, Jefferson e toda a família presente, em contrapartida, detestaram o discurso previsível e moralizante da juíza.

o O o

Algumas pessoas acharam que a Laura exagerou ao reclamar da imagem de Cristo na parede, para elas perfeitamente normal. Mas não há nada de “normal” num símbolo religioso exposto em repartição que presta serviços públicos num país pretensamente laico, onde existe liberdade de credo e de culto. Como essas pessoas se sentiriam se, em vez da imagem de Cristo, houvesse uma estrela de David no cartório? Ou uma inscrição islâmica? Ou a imagem de um orixá?

“Normal” na alma dos outros é refresco.
(O Globo, Segundo Caderno, 23.1.2014)

27 Jan 22:07

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27 Jan 22:07

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27 Jan 22:01

reinventing-charlotte: this is so important

by wagatwe
Osias Jota

via Lori





















reinventing-charlotte:

this is so important

27 Jan 21:52

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27 Jan 19:32

5 Razões Porque Você não Vai Entrar pros Livros de História

by osiasjota

Na primeira edição de Doom 2099, o vilão protagonista emerge de uma viagem no tempo meio acabadaço e tenta voltar pra casa, isto é, seu trono como governante da Latvéria.

O vilão vilão que hoje comanda o país debocha dele e diz que hoje Von Doom não passa de uma nota de rodapé da história.

Pera lá. Nota? Nodapé? Em pleno 2099? Qual a necessidade de espremer um parágrafo explicativo no pé de uma página física ao invés de linkar o nome Victor Von Doom ao seu artigo na Wikipédia em latveriano? E por que uma mera nota para um ditador de tantas décadas quando até um presidente mexicano que durou  45 minutos no cargo tem uma página deste tamanho?

Sim, eu sei que Tiger Wilde estava apenas usando uma força de expressão já obsoleta em 2099. Mas vamos parar pra pensar em quantas outras coisas também já estão obsoletas hoje:

1. Ninguém vai “entrar” pra História Porque Já Está Todo Mundo Dentro.

Quando um jogador comenta no final da partida que o jogo vai entrar pra história, no que ele está pensando? Que no futuro será preciso ainda decidir o que entra e o que não entra? Que não haverá um siste com o resultado de cada jogo jogado com cada gol feito por quem em cada minuto e talvez até com vídeos de todos?

2 Não Haverá Uma Pessoa Muito Importante Decidindo o que é Importante

Talvez o jogador comente isso por achar que a partida será tão digna de nota que será mencionada sempre. Mas mencionada por quem? Quando só havia o Globo Esporte e as caixas de Omo pra contar a história do futebol, até dava pra pensar nisso. Mas quem contará a história no futuro? Potencialmente todo mundo. Um blogueiro pode resolver mencionar o jogo em um post, muitos  outros podem mencionar outras coisas. Um tuíte pode dizer “aquele dia foi masssa” e milhares de outros dizerem que outros dias foram massa.  O site de um jornal pode  por uma mega foto de um dos gols  na retrospectiva de final de ano e um mês depois ninguém mais vai estar clicando. Um wiki pode criar uma página “Categoria: Jogos de Futebol Estadunidentes Que Rolaram Coisas Curiosas” e outras mil. Com tanta gente decidindo a relevância dos eventos do passado, sobrará pro leitor decidir qual editor é  relevante e…

3 Cada Leitor Vai Decidir O Que Foi Importante

E  a maioria vai basear isso nos eventos relevantes a sua própria vida. Quem é mais importante que eu gaste meu tempo lendo sobre? Lula, Sarney ou Nilo Peçanha? Qual copa do mundo vale mais a pena eu ver um documentário? A de 1938 ou o tetra? A de 1930 pode ser mais interessante ainda, pra eu ver como era diferente na primeira vez. Mas quem decide sou eu. A menos que eu seja obrigado a ler, por estar no currículos escolar e…

4 As Escolas Não Vão Usar Livros De História

Esquece. Vão sim. A despeito de todo o poder  do hipertexto, da sustentabilidade do tablet e das gifs animadas – meu god, as gifs animadas! – escolas em 2099 ainda vão ser igualzinhas a hoje. Eu desisto de sonhar com o contrário e vou parar de escrever este texto.


26 Jan 22:17

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26 Jan 22:10

shitshilarious: meredith, how do i open a new tab



shitshilarious:

meredith, how do i open a new tab

26 Jan 15:06

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26 Jan 15:06

Honest Movie Posters | 2b3.jpg

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26 Jan 14:24

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26 Jan 01:20

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26 Jan 00:49

5 Razões Porque Você não Vai Entrar pros Livros de História

by osiasjota
Osias Jota

aff, digitei o 2 de novo ao invés do 4 e não consigo editar

Na primeira edição de Doom 2099, o vilão protagonista emerge de uma viagem no tempo meio acabadaço e tenta voltar pra casa, isto é, seu trono como governante da Latvéria.

O vilão vilão que hoje comanda o paíse debocha dele e diz que hoje ele não passa de uma nota de rodapé da história.

Pera lá. Nota? Nodapé? Em pleno 2099? Qual a necessidade de espremer um parágrafo explicativo no pé de uma página física ao invés de linkar o nome Victor Von Doom ao seu artigo na Wikipédia em latveriano? E por que uma mera nota para um ditador de tantas décadas quando até um presidente mexicano que durou  45 minutos no cargo tem uma página deste tamanho?

Sim, eu sei que Tiger Wilde estava apenas usando uma força de expressão já obsoleta em 2099. Mas vamos parar pra pensar em quantas outras coisas também já estão obsoletas hoje:

1. Ninguém vai “entrar” pra história porque já está todo mundo dentro.

Quando um jogador comenta no final da partida que o jogo vai entrar pra história, no que ele está pensando? Que no futuro será preciso ainda decidir o que entra e o que não entra? Que não haverá um siste com o resultado de cada jogo jogado com cada gol feito por quem em cada minuto e talvez até com vídeos de todos?

2 Não Haverá Uma Pessoa Muito Importante Decidindo o que é Importante

Talvez o jogador comente isso por achar que a partida será tão digna de nota que será mencionada sempre. Mas mencionada por quem? Quando só havia o Globo Esporte e as caixas de Omo pra contar a história do futebol, até dava pra pensar nisso. Mas quem contará a história no futuro? Potencialmente todo mundo. Um blogueiro pode resolver mencionar o jogo em um post, muitos  outros podem mencionar outras coisas. Um tuíte pode dizer “aquele dia foi masssa” e milhares de outros dizerem que outros dias foram massa.  O site de um jornal pode  por uma mega foto de um dos gols  na retrospectiva de final de ano e um mês depois ninguém mais vai estar clicando. Um wiki pode criar uma página “Categoria: Jogos de Futebol Estadunidentes Que Rolaram Coisas Curiosas” e outras mil. Com tanta gente decidindo a relevância dos eventos do passado, sobrará pro leitor decidir qual editor é  relevante e…

3 Cada Leitor Vai Decidir O Que Foi Importante

E  a maioria vai basear isso nos eventos relevantes a sua própria vida. Quem é mais importante que eu gaste meu tempo lendo sobre? Lula, Sarney ou Nilo Peçanha? Qual copa do mundo vale mais a pena eu ver um documentário? A de 1938 ou o tetra? A de 1930 pode ser mais interessante ainda, pra eu ver como era diferente na primeira vez. Mas quem decide sou eu. A menos que eu seja obrigado a ler, por estar no currículos escolar e…

2 As Escolas Não Vão Usar Livros De História

Esquece. Vão sim. A despeito de todo o poder  do hipertexto, da sustentabilidade do tablet e das gifs animadas – meu god, as gifs animadas! – escolas em 2099 ainda vão ser igualzinhas a hoje. Eu desisto de sonhar com o contrário e vou parar de escrever este texto.

26 Jan 00:48

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26 Jan 00:40

Tiffany, the cat with a self-portrait on her side.



Tiffany, the cat with a self-portrait on her side.

26 Jan 00:34

mememaster: Me doing sports

Osias Jota

via Lori



mememaster:

Me doing sports

25 Jan 22:23

London, 1665

25 Jan 15:15

o dia que peguei um cara que eu queria arrumar para um amigo meu na recepção dos calouros

by odiaquejogueimilporcospracima
Osias Jota

via helô

Caso vocês não conheçam a fama, os meninos de RI têm afama de um percentual muito baixo de héteros/m². Com isso em mente, as meninas só vão pras festas pra beberem e dançarem em cima das mesas.

Numa recepção de calouros, um amigo meu apontou para um calouro que ele pegaria com certeza, mas estava com vergonha de chegar. Eu que já estava lá mesmo, era aquilo ou tomar suco gummy, fui conversar com o calouro:

-oi, você é gay?

-oi?

-oi! – eu já estava com um sorriso de quem queria discutir as opções de cabelo da Rihanna para o menino – então, você é gay?

-…não?

-ah, que isso, todo mundo é de RI aqui! pode falar comigo! sai desse armário, aqui é o lugar!

e então ele me beijou.

-então, você é gay?

-…eu acabei de te beijar.

-sim, eu estava aqui. é que o meu amigo queria ficar contigo

daí o calouro me agarrou de novo. Eu respondi:

-viu, você não respondeu a minha pergunta.

-você ainda acha que eu sou gay?

-você tem um jeito de amigo gay.

Daí ele me agarrou em outro nível, de prensar contra a parede e tal.

-então, você é bi?


25 Jan 01:53

Fotos de crianças brincando de esconde-esconde

by Wagner Brenner

A prova que a empatia, a capacidade de enxergar com os olhos do outro, é habilidade adquirida com o tempo. Fotos de crianças brincando de esconde-esconde, crentes que estão invisíveis.

Masters of Hide and Seek - 19

Masters of Hide and Seek - 08

 

Masters of Hide and Seek - 01Masters of Hide and Seek - 02Masters of Hide and Seek - 03Masters of Hide and Seek - 04Masters of Hide and Seek - 05Masters of Hide and Seek - 06Masters of Hide and Seek - 07Masters of Hide and Seek - 09Masters of Hide and Seek - 10Masters of Hide and Seek - 11Masters of Hide and Seek - 12Masters of Hide and Seek - 13Masters of Hide and Seek - 14Masters of Hide and Seek - 15Masters of Hide and Seek - 16Masters of Hide and Seek - 17Masters of Hide and Seek - 18Masters of Hide and Seek - 20

(via Pleated Jeans)


    


25 Jan 01:25

Qué bonito, el mundo clásico por @GinaTost


25 Jan 01:25

Planeta antiromanticismo por excelencia por @leomuyloco


25 Jan 01:24

Cold

'You see the same pattern all over. Take Detroit--' 'Hold on. Why do you know all these statistics offhand?' 'Oh, um, no idea. I definitely spend my evenings hanging out with friends, and not curating a REALLY NEAT database of temperature statistics. Because, pshh, who would want to do that, right? Also, snowfall records.'