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13 Oct 22:26

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13 Oct 22:25

Black Eyed Kids (BEKs)

Chances are you have not heard of BEKs (Black Eyed Kids) yet. Sightings of them are few and far between but via the internet they are growing in number, and the reports describe close encounters that are not only weird, but also frightening.

The stories almost always start with a ring of the doorbell. One, two or more children appear on a ‘victim’s’ doorstep and ask for help: they need to use the toilet, make an urgent phone call or relate another tale of distress. They ask to come in, plead in some cases, but the homeowners never let them in due to an unexplained feeling of terror that overcomes them. Perhaps it is the BEKs’ entirely black eyes that induce the overwhelming horror; perhaps it is because, as one ‘witness’ described, their faces appear as slightly blurry. The mysterious encounters don’t stop there, either: “For a period of three days straight, [the BEKs] kept showing up on my driveway. When the police came they were nowhere in sight. After that, they never showed up on my driveway, but every once in a while, I will see them in the downtown area, like they are following me. They will be behind a tree, I will drive to another section of Sacramento and I would see them again or I will see them on the side of the road as I am driving by and they will stare at me.”

One man did let the children in. They claimed to need to use the toilet and phone, but it was only when they entered into the house that he saw their peculiar eyes and felt the full force of dread. The BEKs moved towards him, saying that ‘they had come to collect him’. He fled the house in terror.

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12 Oct 23:59

10/12/12 PHD comic: 'notFinal.doc'

Piled Higher & Deeper by Jorge Cham www.phdcomics.com
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title: "notFinal.doc" - originally published 10/12/2012

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12 Oct 23:57

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12 Oct 23:56

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12 Oct 15:16

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12 Oct 15:16

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12 Oct 15:14

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12 Oct 15:13

Pixar Easter Eggs

12 Oct 15:13

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11 Oct 18:03

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11 Oct 18:03

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11 Oct 14:33

Experimentos psicológicos: Candle Problem (1945)

by Wagner Brenner

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(repost)

Imagine que você foi convidado para fazer parte de um experimento.

Você recebe:

  • Fósforos
  • Vela
  • Tachinhas

Sua missão: fixar a vela na porta, à altura dos olhos, para iluminar melhor o ambiente.

Como você faz?

Quando o psicólogo Karl Duncker fez essa experiência em 1945 (Candle Problem / On Problem Solving./ Duncker, Karl) , os participantes tentaram de tudo: derreter a lateral da vela, prender a vela pelo pavio usando uma tachinha, usar várias tachinhas, mas nada disso funcionou.
Apenas metade dos participantes descobriram a solução: prender a caixinha que servia de embalagem para as tachinhas na porta e usar de apoio para a vela.

Quando o experimento foi repetido com outra turma, mas desta vez entregando as tachinhas fora da caixinha, todos os participantes chegaram a resposta correta.

Por que isso aconteceu?
Por causa de um treco chamado fixação funcional.

Na primeira rodada, parecia que a caixinha não fazia parte da solução porque ela já vinha com uma função pré-estabelecida (a de embalagem). Era preciso esquecer sua função.
Já na segundada rodada, a caixinha vinha vazia, e assim sem função anterior definida, sua utilização ficava mais evidente. Uma caixinha alí, dando bobeira, tava na cara que tinha que ser usada de algum jeito, em algum momento.

É algo banal, mas esse olhar “disfuncional” é das habilidades mais importantes que se pode ter, já que um dos princípios básicos da criatividade é fazer conexões inesperadas entre coisas que já existem.

Por exemplo, usar um chiclete para grudar alguma coisa, uma caneca como porta-lápis, um jornal como cobertor. Ou até um trem que desliza em velocidades absurdas sobre imãs. Todas essas coisas tinham uma função clara, mas alguém olhou para elas de uma maneira disfuncional e ganharam outras utilizações.

Para criar novas funções, precisamos esquecer as velhas. Ou, pelo menos, nnao ficar em apenas uma. Reestruturação mental, reeducação do olhar.

Faça mais um teste: olhe ao seu redor e descubra novas funções para as coisas que estão aí na sua mesa, na sua sala, na sua rua.

Eu acabei de fazer isso e tenho quase certeza que a minha vizinha achou uma nova função para o jardineiro.
Maldade minha. Foi só pra fechar o post.

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11 Oct 14:32

Tom Hanks respondendo convite para entrevista

by Wagner Brenner

Em julho deste ano, o blog “Nerdist” convidou, na maior cara de pau, ninguém menos que Tom Hanks para uma improvável participação em seu podcast.

Como sabiam que Tom Hanks coleciona máquinas de escrever antigas (pleonasmo!), resolveram mandar uma Smith Corona 1934 (linda!) pelo correio, junto com um bilhetinho.

Dias depois receberam a resposta, escrita na própria máquina:

 

Tom Hanks é o cara.

Quem quiser ouvir a entrevista que resultou desse momento único, segue abaixo (pode avançar para 4 minutos).

Download audio file (Nerdist_267_-_Tom_Hanks.mp3)

 




11 Oct 10:51

October 11, 2012


WOOP! I am in you, NYC. I'll be at NYCC booth 1023 tomorrow! Also, I'll be making an announcement on a new project I'm contributing to at #3374 at 6PM for the ShiftyCast. For you geeks at home, it'll livestream here. WOOP!


11 Oct 01:20

941 – Coisas que acontecem com qualquer um…

by Carlos Ruas

10 Oct 19:20

Se uma coisa não tem nome, ela existe? Relatividade linguística

by Wagner Brenner

Você pensa em português?

Quando você “conversa” com você mesmo aí dentro da sua cachola, você fala em português?

Será então, que o seu pensamento pode ser mais, ou menos elaborado, dependendo do seu vocabulário?

Quanto mais palavras você conhece, melhor você pensa?

Uma coisa sem nome não existe?

Essas questões são interessantes e misteriosas demais e não tenho a pretensão de me aprofundar aqui no post. Mas para os curiosos, é um belo convite para ir atrás.

Realmente faz sentido.
Se uma criança tem uma caixinha com 6 lápis de cor e uma outra tem uma caixinha com 48, teoricamente a segunda tem mais condições de se expressar e elaborar um desenho.
Porém, como sabemos, nem sempre “possibilidade” significa “probabilidade”.

Essas charadas já despertaram a curiosidade de antropólogos, psiquiatras, psicólogos, filósofos e linguistas e fazem parte de um conceito chamado “relatividade linguística”, que investiga a relação entre linguagem e pensamento.

A linha mais radical diz que sim, nossa língua influi diretamente na maneira como pensamos porque o pensamento é feito de palavras.

A linha menos radical diz que realmente existe uma influência, mas ela não é determinante nem limitante, já que o pensamento extrapola a língua.

Enfim, um dos exemplos mais fascinantes desse debate são mesmo as cores.

Alguns povos percebem mais cores que outros, porque existem mais nomes de cores na língua!

Mas se uma língua não tem uma palavra para “roxo”, você deixa de enxergá-lo?

Ou talvez iria considerar o roxo como um azul mais afrescalhado?

Se uma cor não tem nome ela não existe?

Todos nós, seres humanos (pelo menos a maioria), somos equipados com um par de olhos capaz de perceber as mesmas nuances no espectro de cores. Mas o número de cores que as pessoas reconhecem varia de cultura para cultura por causa da língua.

Por exemplo, para muitas pessoas, verde e azul são a mesma cor.

É que na língua delas existe apenas um termo para as duas cores. Elas enxergam a diferença, mas consideram uma mudança apenas de tonalidade.

Aliás, a distinção entre o verde e o azul é um divisor de águas na evolução linguística de uma cultura. Segundo um estudo feito em 1969 ( Brent Berlin and Paul Kay‘s 1969 Basic Color Terms: Their Universality and Evolution), só depois que e o verde e o azul viram duas cores distintas é que surgem o marron, o rosa, o roxo, o laranja e o cinza.

E é aqui que a coisa fica realmente bizarra.

Porque a evolução de todas as línguas em relação a cores segue sempre A MESMA sequencia.

A primeira distinção que fizemos, lá na idade da pedra, quando inventamos a primeira língua, foi o branco e preto (claro e escuro). Depois vieram o vermelho e o verde (talvez por causa de sangue,perigo / planta,comida).

A sequencia é essa:

Esteagio I: Preto e branco
Estágio II: Vermelho
Estágio III: Verde OU amarelo
Estágio IV: Verde E amarelo
Estágio V: Azul
Estágio VI: Marron
Estágio VII: Roxo, rosa, laranja e cinza

Pô, azul é o quinto estágio? Com esse céu enorme sobre a gente? E marron vem antes do laranja? Eu não entendo nada de cores mesmo.

Enfim, o assunto é mesmo demais. Relação entre palavras e pensamento. Tem ainda aquela famosa história da palavra “saudade”, que teimamos em acreditar que só existe em português (então só nós sentimos?). Ou as dezenas de termos para “neve”, usado pelos esquimós.

O negócio é decorar o dicionário e torcer por pensamentos melhores.

Fonte: WKP, WKP, WKP




10 Oct 18:15

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10 Oct 18:15

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10 Oct 18:15

Gravação de videoconferências

by ProgramadorREAL

real história;
string sender;
sender = "Lokolinux";

Chefe: Programador, nosso sistema de videoconferência web grava as reuniões?
Programador: Não, senhor. mas podemos implementar uma rotina que faça isto em uma ou duas semanas.
Chefe: Não dá para fazer o sistema gravar também as reuniões que já aconteceram?
Programador: PLOFT!
Dr. Brown: Great Scott! De novo??

Camiseta: Você nunca vai entender a tecnologia. Desista!


10 Oct 14:36

To infinity…

10 Oct 13:19

I’ve been designing signs for over 20 years, and every few months I have to repeat this...

I’ve been designing signs for over 20 years, and every few months I have to repeat this scenario with a client: 

Client: I need the sign to be double sided with an arrow pointing to the right.

Me: You need the arrow pointing to the right on both sides?

Client: Yes.

Me: You realize that if the arrow points to the right on both sides, coming from one direction, the arrow will point your target customer in the opposite direction from your location… right?

Client: No, we’re on the right.

Me: I know you’re on the right coming from this direction, but coming from the other direction the arrow needs to point to the left.

Client: No, we’re always on the right.


10 Oct 13:18

Fábulas realistas

by Alexandre Esposito

Moral da história: a verdade é dura…


10 Oct 13:17

Comentário da Semana

by Polly

Enviado pelo @fransonasJr via twitter:

Untitled 2 Comentário da Semana vdd

10 Oct 08:28

Undoing

I've been sneaking out at night and installing lamps on the underside of every photovoltaic panel I can find. Sure, there are upwards of 80% losses, but I prefer to think of them as nearly 20% gains.
10 Oct 08:28

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10 Oct 08:27

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09 Oct 19:45

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09 Oct 14:05

October 09, 2012


WOOP! Shooting in LA complete. Next mission: Defeat NYCC. You're all gonna come see me, right?


09 Oct 10:33

940 – Possíveis acontecimentos

by Carlos Ruas