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28 Nov 10:54

November 27, 2012


I hear there'll be an smbc science themed book in January...


27 Nov 20:19

Please be a typo. I’m half done with it.

27 Nov 15:58

Freshman Weekly

27 Nov 10:42

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27 Nov 10:41

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26 Nov 15:28

Segurança: uma questão estratégica

by noreply@blogger.com (Roberto)
Os comentários do último post "Estatísticas derrubam secretário da Segurança em SP" me aguçaram a curiosidade a respeito do tema. O Edu Rocha, por exemplo, destacou o fato da violência aqui em SP ter caído muito em relação aos outros estados.

Ele tem razão, no Mapa da Violência (http://mapadaviolencia.org.br/) você encontra o gráfico mostrando a queda dos índices do nosso estado, e que a partir de 2005 estamos menos violentos que o Brasil:



Compare agora os mesmos indicadores para o Rio e Bahia:





Assustadora a situação da Bahia, né?

Voltando a SP, não há dúvidas de que houve melhoria na segurança. Então, que mudanças foram feitas para obter esses resultados? Afinal, nem toda mudança é melhoria, mas toda melhoria necessita de mudança...

Entrei no site da SSP-SP e logo temos uma lista de explicações que vou tentar resumir em 10 itens:

1. Melhoria de dados e indicadores
  • Mapa da criminalidade
  • Transparência nas Estatísticas
  • Gestão da redução de Homicídios
2. Melhoria da inteligência
  • Sala de Situação
  • Sistema de Informações Criminais (Infocrim)
  • Programa de Policiamento Inteligente (PPI)
3. Aumento e modernização de equipamentos
  • Grupamento Aéreo
  • Novas Viaturas, armas e equipamentos
  • Rádio Digital
4. Novos modelos de atuação
  • Olho de águia
  • Videomonitoramento
5. Mais policiais na rua
  • Centrais de Flagrantes
  • Redução de burocracia do policial
  • Delegacia Eletrônica
6. Atuação de maneira especializada
  • DPPC: Proteção à Cidadania
  • Condomínios mais Seguros
7. Combate à corrupção interna
  • Corregedoria mais forte (ligada ao próprio secretário)
8. Aumento de esclarecimento dos crimes
  • Criação do Geacrim, Grupo Especializado de Atendimento a Locais de Crimes
  • Fotocrim e controle de provas
  • Melhoria da Polícia Técnico-Científica
9. Atuação em fatores críticos
  • Operação Desarmamento
  • Policiamento de Trânsito
  • Fiscalização da Lei Seca
10. Aumento da participação da população
  • CONSEG: 857 unidades
  • Polícia Comunitária

Agora eu pergunto a você, especialista em segurança, executivo de negócios, gestor de uma instituição, Black Belt, cidadão, o que for, não lhe parece uma estratégia bem definida? Você proporia algo diferente?

Se você fosse um investidor da bolsa e analisasse os resultados obtidos mais a estratégia acima, você não compraria as ações da Secretaria de Segurança?

Voltando, agora, à troca de secretários, você acha que essa mudança vai ser uma melhoria? Oxalá o novo secretário tenha mais jogo de cintura com a mídia e dê continuidade à estratégia anterior.

Até
Roberto
26 Nov 07:36

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26 Nov 07:35

Ruby Sparks

by cleomachado

ImageInteressei-me, primeiramente, em assistir ao filme Ruby Sparks mais pela dupla de diretores do que pela sinopse. Quando vi que a direção do filme estaria a cargo de Valerie Faris e Jonathan Dayton, a mesma dupla que dirigiu Pequena Miss Sunshine, imaginei que o filme seria muito bom. Infelizmente, Ruby Sparks ficou bem abaixo das minhas expectativas, mas isso não significa que ele seja um filme ruim. Embora tenha caminhado por direções um tanto quanto questionáveis, no fim das contas, além de ter alguns momentos memoráveis, o filme funciona como uma boa comédia romântica.

A trama do filme gira em torno da história de Calvin (Paul Dano) e Ruby Sparks (Zoe Kazan, que também é a roteirista do longa). Calvin é um escritor famoso, mas sofre da síndrome do segundo romance. No aniversário de dez anos de publicação do seu primeiro romance, percebemos que ele não conseguia começar a escrever o próximo, pois todos os temas sobre os quais começava a refletir pareciam-lhe ruins. Foi então que, a partir de alguns sonhos, ele inventou uma “garota perfeita”, a quem nomeou como Ruby Sparks, e começou a escrever sobre ela. Com a volta da inspiração, Calvin estava vivendo uma “controlada euforia”, até que, um dia, a sua criação ficcional se materializou.

O primeiro ato do filme é brilhante. E, embora eu acredite que, talvez, fosse mais interessante se a Ruby não saísse dos sonhos e das palavras, achei corajosa a manobra de Zoe Kazan (roteirista e protagonista) em tirá-la do sonho em vinte e cinco minutos de filme. Fiquei, sim, querendo mais sonhos, mas a verdade é que a expectativa era a de que, uma hora, Calvin tivesse de viver um pouco na realidade. É fato que uma mulher que só existia nos sonhos e na imaginação se tornar real, se materializar, já é, em si, surreal demais. Entretanto, se superarmos esse ponto, o surreal passa a ser a nossa noção de realidade. Então, a coragem da roteirista, para mim, está em não deixar o aparecimento da personagem no “mundo real” para o fim do filme. O modo como a relação entre Ruby e  Calvin foi trabalhada no mundo real pode não ter sido a melhor escolha, entretanto, trazer a personagem para a realidade não deixa de ser uma atitude corajosa.

O filme está cheio de pistas que nos remetem à disparidade de personalidade existente entre Calvin e Ruby. Bem no início do filme, em um dos primeiros sonhos que Calvin teve com a Ruby, quando ela pergunta-lhe se pode desenhar o cachorro, ele responde “não se aproxime muito, ele tem medo de gente”. Podemos perceber, neste momento, que ao falar sobre o cachorro, Calvin fala sobre si, uma vez que, como é-nos apresentado, ao longo do filme, ele não tem amigos, não se aproxima das pessoas, e fica desconsertado quando tem de falar sobre o que escreve. Em uma conversa com o terapeuta, Calvin reitera a ideia de que o cachorro fica estranho perto de gente. Tal fato,  mais uma vez, evidencia a relação de espelhamento entre o cão e o escritor.

Diferentemente da incolor e monótona vida de Calvin, Ruby, já nos primeiros sonhos, aparece tendo o sol como pano de fundo. Talvez a metáfora seja óbvia, mas, mesmo assim, não perde a sua beleza. Ruby aparece na vida de Calvin para fazer com que  ela fique mais colorida. A casa de Calvin é muito “clean”. O branco predomina, e, quando Ruby entra em cena com suas roupas cheias de cor, mesmo depois que  já “saiu” dos sonhos, o clima de um ambiente proveniente do mundo dos sonhos permanece. Isso fica bem visível quando ela aparece, no topo de uma escada, com um vestido azul e uma meia calça roxa. Ela contrasta com aquele ambiente muito branco.

Conforme o dicionário de símbolos, o azul é o caminho do infinito, no qual o real se transforma no imaginário. Azul, também, é a cor do pássaro da felicidade. Talvez, as asas do pássaro demonstrem não apenas a liberdade, mas também o fato de que a felicidade seja algo um tanto quando fugidio. Nesse campo de significação, Ruby também pode, conforme um dos significados atribuídos ao azul, reforçar o ambiente do sobrenatural, já que o azul é a cor do sonho. Até os quadros pintados por Ruby contrastam com a casa, toda branca, tal qual a folha que aparece na máquina de escrever de Calvin, no início do filme. Casa branca, folha em branco, vida em branco. E Ruby vem preencher tudo isso, com suas cores.

Calvin é apresentado como um personagem chato, indisposto, impenetrável, o que pode apontar para um mecanismo de defesa adotado por quem tem dificuldade de se relacionar. Ele não permite que ninguém entre em sua vida porque não sabe como  lidar com os outros. Nos momentos em que Calvin está na terapia, é terrível contemplar a sua existência. Talvez isso se deva ao fato de que se alguém tem de ser destacado na história, esse alguém é a Ruby. Isso remonta o exercício que o escritor faz para sair do enfoque do seu texto e deixar suas personagens reinarem. O que tem de ser visualizado e amado, na obra, não é o escritor, mas o que ele criou. Entretanto, essa mesma ideia de criação, em determinados momentos do filme, faz com que Calvin abuse do complexo de Deus para com Ruby, “sua” criatura.

Os melhores momentos do filme se passam na casa do Calvin. A ideia de casa aponta para uma zona de conforto que, de certo modo, pode nos colocar diante do útero. Desse modo, o ponto alto do filme é o da gestação da história, o que até fica interessante se pensarmos que depois que um filho nasce, não se sabe os rumos que ele pode tomar. Enquanto ele está sendo gerado, podemos sonhar as coisas mais lindas para ele, mas, quando ele nasce,  as coisas caminham em outra direção.

Ainda sobre a ideia da zona de conforto, é interessante perceber que há muito de psicanálise em Ruby Sparks. Um dos sinais mais claros dessa presença pode ser visto quando os personagens do filme ficam na posição fetal por diversas vezes: Calvin, quando está na terapia; Ruby, quando se sente “miserável sem a presença do Calvin”; e Calvin, novamente, quase no fim do filme.

Talvez um dos maiores méritos do tom psicanalítico conferido ao filme seja o de evidenciar, por meio de imagens, o que Lacan já nos ensinou por meio das palavras: quando o indivíduo entra em contato com o seu objeto de desejo, não há a satisfação, há um colapso. É o que acontece com Calvin. Quando a Ruby estava só no nível da fantasia, ela era a namorada perfeita, mas quando ela se tornou real, ele não suportou perder o controle que acreditava ter sobre ela; não suportou a ideia de que há uma diferença abismal entre a mulher idealizada e a mulher real.


26 Nov 07:35

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26 Nov 07:35

A group of biologists found the duck egg in a small pond on a...



A group of biologists found the duck egg in a small pond on a field trip to the French Alps and noticed something moving inside it.

When they cracked open the shell, three live minnows were inside.

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25 Nov 21:41

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25 Nov 16:54

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25 Nov 16:54

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25 Nov 16:54

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25 Nov 16:53

Scumbag Shakespeare

24 Nov 22:01

What's the Difference Between "The UK", "Great Britain" and "England"?

europe,Wales,country,england,scotland,Ireland,UK

Source: Sa-la

Graph by: (via Cool Infographics)

Tagged: europe , Wales , country , england , scotland , Ireland , UK
24 Nov 22:01

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24 Nov 22:01

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24 Nov 13:43

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24 Nov 13:42

Emma Watson made Kristen Stewart smile!

23 Nov 22:20

mindblow

Neil Armstrong: 1930.

Desculpem o semi off topic. Mas Oscar Niemeyer tinha 61 anos quando o homem chegou à Lua.

Quando você terá 61 anos? Aliás, qual é a idade de seus pais?

23 Nov 22:18

[ATUALIZADO] Saiba onde ver “O Hobbit” em 48fps no Brasil!

by Edson Lima

A lista de cinemas brasileiros que exibirão O Hobbit: Uma Jornada Inesperada em 48 quadros por segundo está aumentando. Se você mora nas seguintes capitais, ou pode ver o filme em seus cinemas, comemore! São elas: São Paulo, Rio de Janeiro, Curitiba, Salvador e Recife.

Confira abaixo os cinemas

Conforme já havia sido anunciado anteriormente:

* Cinepolis IMAX Theatre

Shopping JK Iguatemi

Av. Presidente Juscelino Kubitschek , 2041

Itaim, São Paulo – SP

Além do Imax em São Paulo (o único no país a exibir o filme em 48fps), a rede UCI também exibirá O Hobbit no novo formato:

* UCI Anália Franco – Sala 07
Av. Regente Feijó, 1759/ Qd 4/ Loja 40
Nível Lírio – São Paulo – SP

* UCI Jardim Sul – Sala 11
Av. Giovanni Gronchi, 5819/ 501 a 511km
Morumbi – São Paulo – SP

* UCI New York City Center – Sala 08
Av.
Das Américas, 5000 Loja 301
Barra da Tijuca - Rio de Janeiro – RJ

* UCI Orient Iguatemi Salvador – Sala 09
Av. Tancredo Neves, 148/ Loja 26/ Qz.3/4º
Pituba – Salvador – Bahia

* UCI Palladium – Sala 06
Av. Presidente Kennedy, 4121/ Loja 4001
Portão – Curitiba – Paraná

* UCI Kinoplex Plaza Casa Forte Shopping – Sala 08
Rua Doutor João Santos Filho, 255 – L5 – Loja 316
Paranamirim – Recife – Pernambuco

 [Atualização] Fiquem atentos, fãs do Recife! Segundo nosso leitor, o Osvaldo, funcionários da rede UCI não confirmaram O Hobbit em 48fps na sala listada acima. Segundo ele, a sala correta é a da rede UCI do Shopping Center. Procurem se informar em sua cidade.

(Obrigado, Osvaldo!)

Para mais informações, acesse o Omelete.

(Agradecemos a dica, Quickbeam!)

[Atualização] A rede Cinemark também vai exibir O Hobbit em 48fps/HFR. Encontre a sala mais próxima, conferindo na lista de complexos abaixo: 

Salvador – sala 4

Market Place – sala 2 (XD)

Cidade Jardim – sala 1

Santa Cruz – sala 8

Niterói – sala 2

Savassi – sala 3 

Mueller – sala 8 

Barigui – sala 1

Florianopolis – sala 4

Barra Sul – sala 2

Central Plaza – sala 10

Iguatemi – sala 1

Praiamar – sala 8

Eldorado – sala 1

Aricanduva – sala 10

Tamboré – sala 3

Downtown – sala 8

Higienópolis – sala 6

Campinas – sala 6

Botafogo – sala 6

Osasco – sala 1

Guarulhos – sala 4

Goiania – sala 7

São Caetano – sala 1

Uberlandia – sala 1

Mooca – sala 1

Granja Viana – sala 2

Boulevard – sala 3

Pier 21 – sala 3 (XD)

Center Norte – sala 5

Vila Lobos – sala 5

BH Shopping – sala 2

Iguatemi Brasília – sala 6

Riomar Recife – sala 12 (XD)

Paulista – sala 2

Village Mall – sala 1

Diamond – sala 6

SP Market – sala 9

Natal – sala 7

Shopping D – sala 2 

 

Fonte: Facebook Cinemark Oficial

(Agradecemos a dica, Gabriel Araújo!)

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23 Nov 22:18

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23 Nov 12:23

meme-meme: Good point.



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Good point.

23 Nov 12:22

Estatísticas derrubam secretário da Segurança em SP

by noreply@blogger.com (Roberto)
Um dos principais assuntos de hoje é a queda do secretário da Segurança em SP, Ferreira Pinto. Todos os jornais estão discutindo as causas, porém quem deu o empurrão final foram as estatísticas. A Folha foi direto ao ponto na sua manchete:



Para entender melhor o assunto, a primeira pergunta que me fiz foi: "a violência realmente piorou?" Para tentar responder, fui completar o gráfico discutido no post "Boa notícia" abaixo



Na página da Secretaria de Segurança Pública de SP há dados atualizados até o terceiro trimestre deste ano. Veja o gráfico:



Surpreso com o que viu? Eu também fiquei. Não me parece, pelos dados, que estamos vivendo a guerra que a TV nos mostra. Resolvi, então, fazer o gráfico mensal para aparecer o resultado de outubro (que não aparece ainda nas estatísticas trimestrais).



Ah, esse é o tal pontinho, a bala que derrubou o antigo secretário.

Como é que pode, de repente, um valor aparecer assim tão alto em relação ao comportamento normal do indicador? É sem dúvida uma causa especial a ser investigada, correto? Deve ter uma explicação específica e lógica para isso, segundo a teoria de Shewhart a respeito dos gráficos de controle.

Ocorre que nenhum jornalista aponta uma causa específica única para que o mês passado fosse mais sangrento que os outros, eles apontam várias. Estamos, na verdade ouvindo o noticiário de violência há meses. Surge então uma outra hipótese, a de que os dados não estavam sendo coletados corretamente, o que você acha dela? Pode ser, pode ser...

No próximo post gostaria de continuar esse assunto: as causas da queda do secretário.

Até
Roberto
23 Nov 12:22

In one of the pubs I get drunk