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This happened few hours back.

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Not a did you know thing. But this is amazing.

The guy @polotapia deleted his account later.

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Damn Economy

19 Dec 13:07

A little twist in the plot of the Russian Hobbit

19 Dec 10:24

collegehumor: An Internet Christmas Carol [Click to read the...







collegehumor:

An Internet Christmas Carol [Click to read the full story]

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18 Dec 16:01

What will be your baby’s eyes color?

18 Dec 11:18

Infográfico O Hobbit e a obra de J. R. R. Tolkien

by Vinicius Reis

O site E-Glu do Pinguim publicou um infográfico bem bacana sobre O Hobbit e sobre o Tolkien. Bem extenso e detalhado, vale a pena conferir:

Infográfico – O Hobbit e a obra de J. R. R. Tolkien

Infográfico: O Hobbit e a obra de J. R. R. Tolkien | Pontofrio.com.br.

 

Dica da Juliana Frade na nossa página do Facebook (vá lá curtir!). Valeu, Juliana!

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18 Dec 11:18

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Isabel

Linda *_*

17 Dec 15:17

We died in sunlight

17 Dec 14:23

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16 Dec 14:43

Então você quer dar livros de presente de Natal?

by Anica

Eu adoro ganhar livro de presente e defendo abertamente a ideia de que não há presente mais bacana para dar para uma pessoa do que livros. Portanto, é evidente que eu acho que a melhor sugestão de presente de Natal é dar um livro. Poréééém, muito embora seja algo bacana de ganhar, acho que vale o alerta: não é algo fácil de dar. E isso por ‘n’ motivos, mas principalmente porque, ao contrário de um perfume, uma camisa ou um urso de pelúcia, leitores têm a mania de procurar em livros um “significado oculto”, uma mensagem sutil. Leitores mais vorazes costumam ser especialmente chatos de presentear também, seja porque aparentemente eles já leram tudo o que já foi publicado hoje em dia, ou porque eles já estão naquela fase em que sabe exatamente o que querem, então não dá para agradar com qualquer coisa.

Pensando nisso resolvi elaborar não exatamente um post com dicas de livros para dar de presente, mas de dicas para você que resolveu dar livros de presente. O bom é que você pode usar esse guia para outras situações, como aniversário, formatura e casamento (não, seriously, até para casamento é um presente legal). Então pega na minha mão e vamos lá, pequeno gafanhoto.

1. Acredite no poder da Wishlist.

Vamos lá, este é seu mantra não só para natal e não só caso tenha decidido dar livros de presente. ACREDITE NO PODER DA WISHLIST, ACREDITE. Se o sujeito já está facilitando sua vida elaborando uma lista do que ele quer ganhar, para que complicar e fugir disso? É evidente, tem o problema de duas pessoas comprarem o mesmo título, mas para evitar esse problema eu sugiro que você siga sempre essa ordem: título mais obscuro >> autor mais obscuro >> valor mais alto.

2. Só dê de presente algo que você conhece.

A pessoa não fez wishlist? Ok, isso pode ser um problema. Especialmente porque muita gente acha que lista dos mais vendidos é uma espécie de termômetro de qualidade. “Ah, se tá no top10 da Veja é certeza que ela vai gostar!”. E aí você vai lá e compra Cinquenta Tons de Cinza para a tia que você tirou no amigo secreto. Sério, mais vendidos NÃO FUNCIONA. O que funciona é você conhecer o que está dando de presente, saber que tem a ver com o estilo da pessoa ou pelo menos saber que não é uma completa roubada. O que nos leva para…

3. Conheça bem a pessoa que você presenteará.

De novo, considerando o cenário sem wishlist. Não dá para dar livros aleatoriamente, infelizmente. Barba Ensopada de Sangue pode ser lindo para você, mas pode ser um saco para outra pessoa. Você pode se divertir horrores com qualquer volume de Guerra dos Tronos mas sua vó pode achar a coisa toda meio imoral. E por aí vai. Uma das características mais legais da Literatura é de certa forma uma das coisas que fazem com que seja tão difícil dar livro de presente: um livro nunca é o mesmo para duas pessoas. Então se você faz questão de agradar, é bom saber do que a pessoa realmente gosta, até para evitar aquele silêncio constrangedor quando o sobrinho intelectual ganha da tia um livro de auto-ajuda, seguido de um “Você gosta tanto de ler!”.

4. Acredite no poder das edições especiais.

Edições especiais servem para situações especiais caso você não esteja nadando na grana, é evidente. O preço alto por si só já mostra que não é exatamente a sua opção para aquele parente distante que vai passar o natal com sua família. Mas para a namorada bibliófila ou aquele amigo da vida toda apaixonado por um determinado autor, vale uma busca por edições especiais. E por edição especial não digo necessariamente aquelas em capa dura, ou que são lançadas em caixas cheias de firula. Já pensou algo autografado por Neil Gaiman? Dá um certo trabalho garimpar, mas é garantia de sucesso – e aqui não importa muito se a pessoa já tem um livro igual, acredite.

5. Dedicatórias.

Se mesmo assim bater uma insegurança, joga lá uma dedicatória bem bo-ni-ta no livro. Livros podem ser quase como cartões de Natal, com a diferença que eles têm alguma utilidade depois que a data passa. Coloca lá seus sentimentos no momento, dá até para pedir desculpas num livro. E como isso você ainda tem chances de conseguir uma história tão bonita como a que foi publicada no Globo tem uns dias. Não esquece de dizer o que fez você escolher aquele título, quem ganha o livro sempre fica curioso sobre isso. Já escrevi “Estou dando um Voltaire porque reza a lenda que era tão insuportável quanto você”. Sim, sou dessas.

6. O óbvio.

Supondo que você não esteja realmente pensando em surpreender a pessoa, cabe também recorrer ao óbvio. Chega para ela e pergunta: e aí, que livro você gostaria de ganhar? Lógico que o fator surpresa é sempre bacana, mas pensando aqui nas minhas lembranças, os melhores livros que ganhei eram justamente livros que eu dizia para todo mundo que estava louca para ler, e quando chegaram em minhas mãos não eram necessariamente uma surpresa. De qualquer forma, volta para o item 5, o item 5 causa mais efeito do que qualquer surpresa.

Bônus track: MAS ELE TEM MUITOS LIVROS!! COMO POSSO ESCOLHER UM?!! Parafraseando a tia Austen, é uma verdade universalmente conhecida que uma pessoa na posse de uma bela quantidade de livros deve estar necessitando de mais livros. Relaxa. Na pior das hipóteses você vai dar um livro que a pessoa já tem e ela irá até alguma livraria para trocá-lo por outro que ela não tem.

16 Dec 00:43

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15 Dec 21:35

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15 Dec 11:48

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14 Dec 22:06

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14 Dec 22:02

O Hobbit: Uma Jornada Inesperada (2012)

by Anica

Uma breve história para começar.

Zambra em seu livro Bonsai fala de um casal que tem uma relação de certa forma construída com livros. A graça é que um diz para o outro que leu Em busca do tempo perdido, quando na verdade não o fizeram. Digo isso porque de certa forma minha história com o Fábio também tem uma presença forte dos livros, mais especialmente os de Tolkien. E ontem de manhã, enquanto ele se arrumava para ir trabalhar, eu tive que despejar a bomba que seguro há quase 8 anos: EU NUNCA TERMINEI DE LER O HOBBIT. Pois é. Cheguei na metade, cansei, larguei. Nunca li os Apêndices de O Senhor dos Anéis também. Eu acho que nosso relacionamento sobreviverá a isso (eu não o perdoo por nunca ter lido Os Três Mosqueteiros, talvez façamos uma negociação aí), mas se estou deixando registrado esse momento é para explicar que, embora eu tenha sido fã de Senhor dos Anéis, eu nunca fui fã hardcore – não sou do tipo que discute personagens ou passagens obscuras do livro, até porque eu provavelmente os ignorei enquanto lia. Ok, divago: fato é que eu fui ao cinema ontem à noite mais como leiga do que como fã. Acho importante ressaltar isso e logo mais explico o por quê.

Então, o filme. Começo avisando que não vou cuidar para filtrar spoilers, então se você ainda não viu, não leia. Também não vou passar todo o histórico, a essa altura vocês já devem estar carecas de saber. Mas vou ressaltar novamente que foram 9 anos de espera entre o lançamento de O Retorno do Rei e a estreia de Uma Jornada Inesperada, um período de tempo que por si só já é um ótimo alimento para uma expectativa gigante. O filme abre com um prólogo mostrando Bilbo mais velho (interpretado por Ian Holm) escrevendo sua história para Frodo no dia de sua festa de aniversário. Sim, aquelaaaaa de A sociedade do anel. Quando chegar o dvd alguém provavelmente vai mostrar como uma coisa se encaixa com outra (Frodo indo encontrar Gandalf em Uma Jornada Inesperada e Frodo encontrando Gandalf em A Sociedade do Anel, por exemplo). O prólogo serve não só para conectar as duas trilogias, mas também para apresentar a história dos anões de Erebor, que será a base dos eventos que ocorrerão em O Hobbit.

Passando disso, voltamos 60 anos no tempo (são 60 mesmo? estou chutando, para ser bem honesta não guardo muito bem a passagem do tempo na Terra-média). Vemos um Bilbo então jovem reencontrando Gandalf, que acaba envolvendo o hobbit na busca dos anões pelo lar e tesouro que o dragão Smaug roubara. A sequência dos anões chegando na casa de Bilbo é ótima: revela muito do protagonista ao mesmo tempo que consegue dar conta de apresentar de forma simpática os 13 anões (ou vai dizer que você já não achou o Thorin um badass só com a cena da chegada dele?). E o engraçado é que algo que eu achei pentelho no livro (a parte que eu li, há há), no filme funciona muito bem: as canções. Não falo só a que ficou famosa assim que apareceu nos trailers, mas todas as outras. Não há nenhuma que pareça deslocada, chata ou o que for. Poderia dar muito errado, mas eu vejo como um acerto.

Bilbo decide então partir para a aventura, que não demora a chegar. Sei que estava com sono, cansada e saí do cinema reclamando que o filme poderia ser mais curto, mas fico pensando aqui: mais curto COMO? Eu cortaria a cena do Radagast com o bichinho da floresta (uma cena com Gandalf contando o que Radagast vira já seria o suficiente), mas fora isso não consigo mais imaginar o que ficaria de fora sem algum tipo de prejuízo não só para o primeiro filme, mas também para os próximos. Vejo o trabalho de PJ com Uma Jornada Inesperada como se fosse montar um tabuleiro. O jogo mesmo vem depois, e você não pode jogar se não tiver todas as peças devidamente posicionadas ali. Há três linhas de antagonismo para serem trabalhadas: Smaug (que quase não aparece), Azog (na minha opinião, o “vilão” principal do primeiro filme) e o Necromancer (que também quase não aparece). Portanto, para desenvolvê-la, um volume grande de informação tem que ser colocado na tela:a história de Thorin contra Azog, de como Bilbo vai ganhando seu lugar entre os anões, e de como um mal se aproxima. O que ontem à noite eu estava vendo como um ponto negativo, hoje cedo refletindo melhor sobre o filme eu vejo como um mérito da adaptação: conseguir contar tanto e ao mesmo tempo não deixar de lado o humor e a ação.

Os LOLs, digo, os trolls

Porque sim, os tons mais fortes de Uma Jornada Inesperada são esses: humor e ação. Não que não existisse isso nos filmes de O Senhor dos Anéis, há muita ação e momentos engraçados, mas a sensação que tenho é que os roteiristas decidiram transformar o infantil em engraçado – numa decisão que torna o filme agradável não só para uma faixa etária, mas várias. A cena dos trolls, por exemplo, mostra muito bem isso. Eu não lembro de um momento em que o cinema todo gargalhasse tanto em algum filme de O Senhor dos Anéis como quando os anões ficam putérrimos com o Bilbo quando esse tenta enrolar os trolls para ganhar um tempo até o sol nascer. E não é um momento engraçadinho aqui ou outro acolá, eles realmente seguem colados com as sequências de ação, que são também bastante legais. Tem algo nas lutas que lembraram um pouco do lado mais trash do passado do PJ, não sei dizer. Não há sangue espirrando (já ouvi dizer que fazem isso para garantir uma classificação etária mais baixa, mas não sei se procede), mas você vê cabeças rolando e toda sorte de ferimentos típicos de batalhas. E chessus, como os orcs estão feios. No bom sentido. Assim, assustadores.

Aliás, maquiagem e computação gráfica nota 10. Gollum, que eu achava que não tinha mais como melhorar, estava fantástico. Notei que algumas expressões da personagem pareciam mais com Andy Serkis do que nos outros filmes – não sei se foi uma forma do PJ de mostrar reconhecimento pelo trabalho do ator, mas onde antes eu só via um bicho feio agora eu consigo enxergar semelhanças com o ator. Se bem que eu achei que o Azog tinha traços do Benedict Cumberbatch – e não é ele que interpreta a personagem (Cumberbatch é a voz de Smaug e o Necromancer nos filmes). Não consegui achar imagem do Azog, mas ao ver o filme repare principalmente na região dos olhos. De qualquer forma, não tem muito o que dizer dessa parte: era um dos pontos altos da trilogia SdA, certamente será também de O Hobbit: trabalho impecável, que faz com que tudo aquilo pareça real. Tomemos como exemplo a sequência com o Great Goblin:

You shall not… oh, no, wait.

Tinha tudo para ser um negócio tosco, mas é tão bem feito! Cada pústula no rosto do monstro, aquela queda das personagens, tudo. E não é um bem feito do tipo que em cinco anos vai ficar parecendo aqueles chroma-key bagaceiras, é um negócio que vai continuar parecendo visualmente perfeito por muito tempo, tenho certeza. E nisso de certa maneira estão envolvidas também as cenas mostrando lugares como Valfenda ou Erebor, tão lindos e tão realísticos que não tem como sentir até uma leve melancolia quando o filme acaba e temos que lembrar que esse tipo de coisa não é real. Claro, tem uns momentos em que há uma exagerada e o que era para ser bonito fica feio, aquela mesa de cristal de quando Elrond vai ler o mapa, por exemplo, consegui ver a Xuxa cantando Alto Astral ali.

E nisso entramos nos tais dos 48 fps (que eu chamo carinhosamente de fator de proteção solar 48). Assisti ao filme em 2D xumbreguétis 24 fps mesmo, não tenho reclamações. Mas agora estou curiosa para ver cenas já citadas aqui em 3D e em 48 fps – quero saber se realmente faz diferença ou se é “só perfume”, digamos assim. Até porque pelo menos no caso dos filmes de SdA eu sempre fui da opinião de que, ao contrário de muito filme por aí que parece que tenta forçar uma história num punhado de efeitos, PJ parecia um cara que sabia usar a tecnologia na medida certa para contar uma história. Digo isso porque estou lembrando agora da crítica da Ana Maria Bahiana sobre O Hobbit, mais precisamente disso aqui:

E os 48 quadros por segundo? Não me incomodaram nem um pouco. O hiper-realismo que eles dão às imagens tem uma qualidade que aproxima o fantástico de nossa visão cotidiana, como se um dia pudéssemos de fato acordar numa toca debaixo de uma colina e achá-la tão real quanto a geladeira, o microondas e a TV de nossas casas habituais. No 48 fps as sofisticadas composições digitais se integram naturalmente com as imagens captadas de modo tradicional, e os mundos da imaginação e da percepção se abraçam e se confundem.

Não é opção estética para qualquer filme. O 48 fps mataria, por exemplo, a sensacional composição naturalista que Cristian Mungiu imprimiu ao seu Além das Montanhas  (que estreia no Brasil dia 11 de janeiro e eu recomendo com entusiasmo) ou o estilismo expressionista de Nicolas Windig Refn em Drive. Mas numa obra de plena fantasia como esta, é um grande recurso.

Então realmente não pareceu uma escolha aleatória, sem um motivo – e é por isso que quero assistir novamente. Por isso, e para ver sem o tanto de sono que vi ontem: tenho certeza que afetou meu julgamento, inclusive sobre a questão do filme ser longo demais.

Sobre as atuações, por mim estavam ótimas. Não entendi o motivo pelo qual alguns anões tinham sotaque e outros não, mas ok, isso sou eu com sono e ranzinza vendo o filme e catando pêlo em ovo. Freeman como Bilbo está excelente – algumas expressões dele são iguais às do Holm em SdA, é fantástico! McKellen continua sendo McKellen, e todos os demais estão ali fazendo tudo direitinho, não tem o que reclamar. Só achei o Christopher Lee um pouco… não sei, deslocado? Foi estranho. Era o Saruman, mas não era o Saruman de antes. E mesmo que tenha sido rapidinho, juro que gostei mais da Blanchett como Galadriel aqui do que nos filmes anteriores (aquela coisa de amada e temida parece muito mais bem representada, não sei).

“Mas e Anica, e aquela história de que você não leu todo o livro?”. Bom, isso tem a ver com a pergunta número um que se faz de qualquer adaptação de livro: PJ foi fiel à obra? Minha resposta: ele inventou algumas coisas. Sei disso porque colei, perguntei para o Fábio, há. Enfim, verdade seja dita, não tive siricuticos de fã purista porque lembro vagamente do que já tinha lido de O Hobbit – curiosamente o filme acaba mais ou menos no mesmo lugar em que eu parei, diga-se de passagem. “Ah, imaginava o Radagast diferente”. Falando sério, nunca nem dei importância para o Radagast para imaginá-lo de qualquer forma que seja. Por mim, Radagast poderia ser um ornitorrinco e eu estaria ok com isso.

Radagast, o Castanho

Não dá para fugir da questão da fidelidade, mas a realidade é que todos nós sabemos que SEMPRE será diferente. Se eu ganhasse um real para cada reclamação sobre a participação da Arwen em SdA, ou da falta de Tom Bombadil, por exemplo, eu provavelmente teria muitos reais a mais do que tenho no momento. Então se você já vai ao cinema esperando criticar o diretor por não colocar na telona exatamente o que havia no livro, eu sinto muito, mas você já chega perdendo parte da diversão. De qualquer modo, não estou fazendo uma defesa à adaptação de PJ, só estou deixando claro que eu não sou fã/conhecedora/whatever o suficiente para ter me importado/notado qualquer coisa no filme que viesse a me incomodar nesse sentido.

Então, eu que ia esperar para rever o filme sem sono para bater o martelo sobre minha opinião, resolvi fazer já: o filme é bom sim. Tem algo nele que lembra o tempo bom de Sessão da Tarde, até mesmo aquele final meio piegas com o Thorin fazendo o we accept you, one of us com o Bilbo. E a cena final com o Smaug deixou sim aquele já saudoso “falta muito pra dezembro do ano que vem?” que sentíamos ao sair do cinema após ver algum filme de O Senhor dos Anéis.

14 Dec 15:04

30 professores, 2.000 bolinhas de ping-pong e 1 avião despencando

by Wagner Brenner

O Vomit Comet você conhece. É o apelido carinhoso para aquele vôo em um 727 modificado, que o piloto dá um mergulho no céu e desce tão rápido que faz com que os passageiros flutuem por 30 segundos, como se estivessem em gravidade zero (na verdade estão em queda livre mesmo, mas dentro do avião).

Desta vez, junto com 30 professores (do Northrup Grumman Foundation’s Weightless Flights of Discovery program), flutuaram também 2.000 bolinhas de ping pong para dar uma graça extra. Claro que não posso deixar de chamar a sua atenção para o momento em que o piloto resolve fazer o avião subir, e faz todo mundo despencar no chão.

Entendeu agora por que você precisa usar o cinto no avião?

[via]




14 Dec 11:47

Coincidence? I don’t think so.

14 Dec 10:31

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13 Dec 22:40

This is an awesome profile picture. #9gag



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13 Dec 22:39

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13 Dec 07:36

O Hobbit: Uma Jornada Inesperada – Primeiras Impressões, por Vinicius Reis

by Vinicius Reis

Estou chegando agora da pré-estreia de O Hobbit: Uma Jornada Inesperada, no Rio de Janeiro. A pré foi promovida pela Warner, na noite do dia 11/12, no Cinemark Downtown, na Barra da Tijuca e contou com a presença de fãs e outros convidados. O meu convite foi dado pela Toca-RJ, entidade regional do Conselho Branco, que forneceu convite aos fãs cadastrados. Depois de um longo engarrafamento numa noite extremamente quente, consegui chegar vivo ao cinema, onde estava acontecendo uma bela festa, com fãs fantasiados, imprensa, etc. A minha exibição foi em uma sala 2D, com 24 quadros por segundo e estas são as minhas primeiras impressões. Vale lembrar que outros membros da Equipe Valinor podem ter outras impressões e que este texto reflete apenas a minha opinião:

 * O texto abaixo está livre de spoilers* 

- O filme é uma delícia de assistir e em nenhum momento fiquei cansado, apesar da longa duração.

- Erebor é incrível, provavelmente a cidade mais imponente que eu já vi em qualquer filme de fantasia. A riqueza de detalhes é imensa e a beleza ganha facilmente de Moria. A cena que mostra a tomada de Erebor por Smaug é uma das coisas mais incríveis que eu já vi.

- Existe um vilão claro neste filme e não é Smaug. Muito bacana isso.

- O filme não segue o livro a risca, como também foi em O Senhor dos Anéis. PJ toma liberdades de contar coisas que estão em outros livros e também cria momentos que estão apenas no filme. Isso não me pareceu um problema em momento nenhum e o filme segue uma boa narrativa. O respeito às obras está claramente ali.

- Reconhecer os anões não é um problema, como eu achei que poderia ser. Todos os anões diferenciam bastante entre si.

- O tom do filme é bem mais leve que O Senhor dos Anéis. É mais divertido, mais colorido, de certa forma até mais ingênuo e infantil que a trilogia, exatamente como o livro é.

- Várias cenas remetem à trilogia, inclusive com a mesma trilha sonora da saga anterior. Isso me soou um pouco repetitivo, mas conversando com o pessoal na saída do cinema, ninguém reclamou disso. Todos gostaram desta referência aos filmes anteriores.

- Trolls. Goblins. Smaug. Incríveis.

Conclusão: quero ver de novo. Agora em 3D (apesar de não ter sentido falta nenhuma). Comprem seus ingressos. Agora!

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