
Caffeine withdrawal is officially a mental disorder, according to the American Psychiatric Association. Source

Caffeine withdrawal is officially a mental disorder, according to the American Psychiatric Association. Source

You can argue all day about whether it’s more painful to go through childbirth or to be kicked in the balls, but no one will ever agree because pain is relative. Since people have different tolerance levels and coping skills, “what hurts more” will never be determined. Source

Women ranked men from Spain, Brazil, and Italy as the top 3 world’s best lovers, according to a survey by OnePoll.com. The worst lovers? Men from Germany (too stinky), England (too lazy), and America (too rough). Source

Cheese is the #1 most shoplifted food in the world. But in North America, candy is #1… and so is raw meat. Source

The ‘fairy-tale’ image of medieval princesses is completely warped. Taking history into account, if you say you want to be “treated like a princess,” you’re really saying that you want to live in a filthy castle, smell like death, sewage and B.O., and be married off as a teenager to an old foreign guy. Source

►►Don’t believe this? here is the source: http://didyouknowblog.com/color-of-your-eyes
Ladies, if you have blue or green eyes, you’re probably better at studying, tolerating pain, and drinking alcohol. Brown-eyed girls, you might get drunk more easily, but you’re likely to think faster and be better at sports. Source

Eating a carb and protein snack an hour before bed will help you sleep. Protein makes your brain produce melatonin and serotonin, chemicals needed for sleep, and carbs help your body absorb it. Source

Part of Amelia Earhart’s lost plane may have been discovered on the island of Nikumaroro. A piece of aluminum found in 1991 was of no interest to researchers until 2014, when they noticed a shiny patch in a photo near the tail of the plane that could be a match. Source

In 1938, a forest warden in what used to be Communist East Germany planted trees in the shape of a swastika that could only be seen when leaves turned in the fall. It wasn’t rediscovered until 1992. Source
Um dos vídeos mais populares (e importantes) das últimas semanas foi esse, que mostrou uma mulher andando pelas ruas de NY por 10 horas e toda a quantidade de assédio, grosserias e bizarrices em geral que ela recebeu.
Foi um sucesso pra mostrar o absurdo que a maioria das mulheres vive graças à imbecilidade de muitos de nós homens.
Mas é claro, como todo vídeo de sucesso, acabou ganhando várias paródias. Algumas são questionáveis, mas essa é mais inofensiva e divertida, e mostra como seria se a mulher do vídeo em questão fosse ninguém menos que a Princesa Léia.
//www.youtube.com/watch?v=7DCDYSJwwE4
O melhor é a canastrice do Lando.
Os atrasados do ENEM estão desfechando tiros no peito, diria Drummond, se pudesse acompanhar a saga anual do Exame Nacional do Ensino Médio. Como não há mais poetas, resta-nos observar o drama dos vestibulandos retardatários de maneira rasteira: um pouco com o coração apertado, um pouco com a malícia do humor.
Não é por menos – com o mundo conspirando contra os estudantes, surgem algumas histórias de causar inveja ao cinema. Só em dia de ENEM para alguém capotar o carro e achar que o melhor a se fazer é seguir em frente, confiante nos próprios calcanhares, para não perder a hora da prova. Como a máscara da comédia está sempre ao lado da trágica, a gente acha graça naqueles que ficaram de fora por motivos bestas – tipo o rapaz que, já dentro do local, se deu conta que tinha esquecido a água, saiu para comprar e, ao retornar, deu com os portões fechados.
Mas são das reações descabidas que a mídia gosta mais. Povo se debatendo no chão, conclamando santos e forças espirituais diversas, jurando os seguranças de morte. O que ninguém desconfia é que no meio de tanto lamento necrológico há uma moça que está se torcendo de gozo. Há uns anos, atrasou-se para a prova e foi fotografada de todos os ângulos.
Ela nunca tinha se visto chorando antes. Achou-se linda. A experiência foi tão reveladora que, se não estivesse extasiada, poderia ter sentido uma nova dobra se formar em seu cérebro, poderia ter percebido a alma se expandir um tiquinho. Viu abrir-se diante de si não apenas uma janela, mas um palco iluminado e rodeado por uma vasta plateia que, deslumbrada com a performance da jovem, aplaudia o espetáculo de pé e aos prantos, com o pedido de bis engasgado na garganta. Decidiu abandonar os estudos e virar atriz.
Desde então, ela chega atrasada para a prova todo ano. Para ganhar no drama, calcula o momento exato em que as portas estão se fechando. Faz pose e chora profusamente, agarrando as barras de ferro e implorando que a deixem entrar. Adora a sensação de estar rodeada de câmeras, e quando sente na pele o primeiro flash, apela para os jornalistas, pedindo ajuda. Mas ela está sozinha no mundo e só resta agarrar os cabelos com as mãos trêmulas, enquanto responde entrevistas com declarações simplórias, frases soltas em um longo momento de luto, clamando que entendam a gravidade da situação.
Depois, corre para casa e chama a mãe para procurar as fotos na internet, que a beija cheia de orgulho: “Você saiu linda, filhinha”. Imprime e guarda as imagens em uma pastinha para depois estudar sua atuação, pensando quais técnicas poderá usar ano que vem. Ela é um astro de órbita lenta, uma diva anônima dos lanternas, uma celebridade da nossa incessante demanda por desgraça.
Desiludidos mas fotografados, diria Drummond, sobre os atrasados do ENEM.

The American Civil War began and ended in the 2 homes of grocer Wilmer McLean. In 1861, Confederates used his house as a headquarters. Even though he moved 120 miles south to get away, Robert E. Lee surrendered to Ulysses S. Grant in the front parlor of McLean’s new home. Source

Serendipity is a site that tracks when 2 people in different cities, states, or countries have started listening to the same song at the same exact time on Spotify. The creators wanted to show how people all over the world can be very different but still connected by music. Source

►►Read why bad behavior in video games lead to better behavior in real life
Video games give you better morals. Studies show that doing bad stuff in virtual worlds can make you feel guilty, which makes you nicer in real life.

On a Sunday morning in September of 1967, Sweden switched from driving on the left side of the road to driving on the right. This is what happened. Source
É inegável que Christopher Nolan, com a trilogia Batman e A Origem, recuperou um pouco da grandeza do Cinema perdida desde o crepúsculo da Era de Ouro, tempo que das produções de tamanho inconcebível como …E O Vento Levou (1939), Ben-Hur (1959) e Cleópatra (1963). Certamente ele não é o único megalomaníaco bem-sucedido dos tempos atuais (alô, James Cameron!), mas seu estilo de filmar (em 70mm), o tamanho de suas produções, a constelação de seus casts e seu alto apelo de público têm resultado em verdadeiros filmes-eventos.
Hoje, Nolan é um dos poucos realizadores que consegue sempre nos garantir uma experiência cinematográfica; para tanto, não tem pudores de se valer do robusto orçamento da Warner, da mais alta tecnologia de pesquisa e filmagem e em fazer seu público desembolsar um pouco mais para acompanhar seus projetos nas salas mais caras do circuito, especialmente em XD e Imax.
Com seu irmão, Jonathan Nolan, Christopher parece ter chegado à fórmula ideal de um roteiro de ação hollywoodiano, somando a teoria da jornada do herói de Campbell e Vogler1 às lições de roteiro do professor Robert McKee 2. Assim, mesmo ainda tendo sucesso, um olhar mais atento revela que suas histórias se parecem cada vez mais com pequenas variações de uma mesma composição, mantendo a mesmíssima estrutura e até o tom dramático, em que as alterações se dão apenas em aspectos do conteúdo.
Em seu novo filme, Interestelar, estrelado pelo agora oscarizado Matthew McCounaughey, embora a trama seja recheada pelas mais refinadas teorias da física, mergulhando (literalmente) na relatividade, em buracos negros e buracos de minhoca, a estrutura dramática é especialmente semelhante à de A Origem e o formato já começa a demonstrar cansaço. Em ambos os filmes (e também no último Batman, de 2012), tem-se um herói decaído com alguma fraqueza sentimental, seja a namorada/esposa morta (Batman e A Origem), seja a filha superapegada (Interestelar). Esse herói, então, tem de afastar-se um pouco do sentimentalismo a fim de curar as feridas e lutar por um bem maior (jornada do herói). Dividido em três atos, esses filmes têm suas grandes crises geralmente no final do segundo ato (a perda de Cobb no mundo dos sonhos, em A Origem; a prisão de Wayne no Poço de Lázaros, em Batman), seguido por um plot twist arrasador, que recupera a trama de maneira épica – normalmente ao som daquelas buzinas de caminhão que Nolan adora usar em suas trilhas.
Em Interestelar a história começa acompanhando a vida difícil do fazendeiro Cooper (McCounaughey), ex-piloto da Nasa, viúvo e pai de dois filhos, que tenta cultivar alimentos num mundo distópico de agricultura estéril e atormentado por tempestades de areia. Ao cruzar com um drone indiano próximo a sua propriedade, ele é levado a um esconderijo da Nasa onde se desenvolve um projeto de exploração intergaláctica, que busca um novo planeta para a raça humana. Cooper então é recrutado para a missão, partindo para uma aventura que supera os limites do tempo e do espaço e promete muitas reviravoltas.
Louvável a ideia dos irmãos Nolan, que já nos brindaram com o melhor filme de super-herói e um dos thrillers psicológicos mais interessantes dos últimos tempos, de desta vez levar o grande público ao universo da física teórica, tirando-nos do asfalto de um mundo tridimensional e levando nossa imaginação a fronteiras ainda inexploradas. Dizem que Nolan sempre fora um entusiasta da exploração espacial e que muito lhe preocupam os seguidos cortes de orçamento que a Nasa tem sofrido nas últimas gestões presidenciais estadunidenses. Assim, a frase que estampa o cartaz do filme é a síntese de seu pensamento sobre o assunto: “A humanidade nasceu na Terra, mas nunca esteve fadada a morrer aqui”. Para ele, explorar o espaço é uma questão de sobrevivência.
Afastando-nos um pouco da discussão sobre a função e viabilidade da exploração espacial, o que quero destacar aqui é que o maior valor dessa obra está em representar na grande tela toda uma teoria espacial, com certas doses de boa ficção e também muita ciência, desmembrada em detalhes perante a audiência. De fato, trata-se do primeiro filme grande a abordar em profundidade os temas mais pungentes da Física atual, como os buracos negros, buracos de minhoca, teoria das cordas, da relatividade e outras dimensões. Em termos técnicos, mais uma vez sua realização é de um primor ímpar até mesmo para termos hollywoodianos. A estruturação do buraco negro fundamental à trama é das mais acuradas já vistas pela ciência, um esforço em conjunto entre os magos dos CGIs (computer-generated imagery) e os gênios da física, que foram consultores do roteiro, como Kip Thorne.
Já em termos dramatúrgicos, os irmãos Nolan infelizmente não conseguiram (ou não quiseram) fugir daquele clichê idealista que ainda vê os Estados Unidos como pioneiros da humanidade, guias em quem todos nós confiamos para nos redimir, proteger ou salvar, e que tantos frutos já deram no Cinema (de Independence Day, 1996, a Gravidade, 2013). Contudo, aqui eles perdem a mão, tendendo muito ao melodrama, especialmente num primeiro ato realmente mal ajambrado, que parece mais um roteiro ainda em fase de tratamento.
Contudo, a história se recupera, especialmente quando Cooper e sua equipe partem para outra dimensão e visitam novos planetas. Curioso é perceber que mesmo passados quase cinquenta anos desde 2001 – Uma Odisseia no Espaço (1968), não há como se fazer um filme espacial sem prestar algum tributo à grande obra de Stanley Kubrick. Aqui, Nolan usa descaradamente uma trilha sonora de teor dramático muito semelhante aos acordes de 2001, além de takes espaciais e da própria inspiração para as naves. Tributo maior, contudo, aparece nos robôs TARS e CASE, claramente inspirados nos monolitos de 2001 e que também são como que “a versão Nolan” de R2D2 e C3PO de Star Wars (1997), funcionando (não muito bem) como alívio cômico à trama – na verdade eles se parecem mais como geladeiras gigantes e são realmente bizarros.
Por fim, acredito que existem dois problemas de grandes dimensões que fazem de Interestelar o filme mais fraco de Nolan, embora seu projeto mais audacioso e com qualidades inegáveis: o primeiro está na repetição do estilo de filmagem, na fórmula evidentemente requentada de contar uma história, que em muitos momentos incomoda pela semelhança com cenas já vistas em A Origem e Batman, desde a fotografia escura-azulada, até a estrutura do arco narrativo. A segunda está na escolha do elenco, que exagera nos nomes de peso, por vezes desperdiçados em papeis secundários mal desenvolvidos (novamente, culpa de um roteiro que parece ainda pouco maturado), como Casey Affleck que vive Tom, filho de Cooper, e até Michael Caine, fiel colaborador de Nolan. Somados a Matthew McConaughy e aos dois supracitados, estão ainda Anne Hathaway, Matt Damon, John Lithgow (de Dexter), a excelente Jessica Chastain e até Ellen Burnstyn (que somam 23 indicações ao Oscar!).
Assim, o novo filme de Christopher Nolan não constitui uma derrapada em sua carreira e tampouco de seus atores, mesmo estes parecendo pouco motivados, não desempenhando grandes variações do que já vimos anteriormente (especial crítica a Matthew, que tem criado um maneirismo de atuação em papéis de rapazes do interior). Voltando a Nolan, sua filmografia ainda merece ser acompanhada de perto, seu primor técnico e criatividade tecnológica ainda devem ser reconhecidas. Trata-se, porém, de um projeto falho na perspectiva dramática, cujo roteiro parece finalizado às pressas, deixando gorduras que confundem o espectador e não consegue chegar a resoluções necessárias que simplifiquem essa trama tão pretensiosa, que visa retratar o inóspito tema da física.
Em resumo, aqui parece que o Nolan inventor cinematográfico suplantou o Nolan diretor, seus takes são menos imaginativos, mais repetidos e cartesianos. Ainda assim, é bom saber que o Cinema conta com empreendedores autorais, que se esforçam para contar histórias imaginativas e têm boa mão para nos deslumbrar diante da tela grande.
Essa é uma excelente notícia para os fãs de Asimov e de ficção científica em geral: o clássico FUNDAÇÃO será adaptada como série da HBO pelas mãos do roteirista Jonathan Nolan, conhecido no cinema por trabalhos como a trilogia “O Cavaleiro das Trevas” e o recente “Interestelar” e, no mundo das séries, por Person of Interest.
A premissa da série segue o matemático Hari Seldon, que passou sua vida desenvolvendo um ramo da matemática conhecido como psico-história, um conceito de sociologia matemática que, usando as leis de ação em massa, pode prever o futuro, mas só em grande escala. Com isso, Seldon prevê a queda iminente do Império Galáctico, que mergulhará toda a galáxia numa era de escuridão com duração de 30 mil anos antes do surgimento de um segundo grande império. Mas ele prevê também uma alternativa onde o interregno durará apenas mil anos e então, para garantir o resultado mais favorável, Seldon cria uma base de talentosos artesãos e engenheiros para preservar e expandir o conhecimento coletivo da humanidade, e assim formar a fundação para um novo império galáctico.
Originalmente, a premiada saga consistia em três volumes, mas com o decorrer dos anos ganhou sequências e prequelas.
Além desse projeto, Nolan e a HBO/Warner Bros. também estão apostando na adaptação de Westworld, outra conhecida pérola do gênero sci-fi, que contará com um elenco de peso – incluindo nomes como Anthony Hopkins, Ed Harris e Rodrigo Santoro –, e tem estreia prevista para 2015.

MIT engineers created a wearable vest that hooks to an e-book and can change the lighting, sound, temperature, chest tightness, and heart rate of the reader so they can experience what the character in the book is feeling. Source

►►Learn why sad music actually makes you happier
Sad music makes you happier. Listening to sad music when you’re upset helps your mood because it feels like someone is consoling you. Happy music can make you feel worse, like a perky person telling you to smile when you’re pissed.

Dropbox CEO Drew Houston’s advice to his younger self would be a tennis ball and the number 30,000. When he was 24 he realized the average person lives 30,000-days, and 8,000 of his days were already gone. The tennis ball is a reminder to go after what you want the way a dog chases a ball, because you’ve only got 30,000 days to catch it. Source

An African grey parrot named N’kisi has a 950 word vocabulary that impressed the famous primatologist Jane Goodall. N’kisi had seen photos of her, and when they met he asked, “Got a chimp?” Source

U.S. states that use the death penalty have consistently higher murder rates than non-death penalty states. Source

Annette Kellerman was one of the 1st women to wear a one-piece suit instead of a dress and pantaloons for swimming. She wore this to the beach in 1907. They arrested her for indecency. Source

Neuroscientists prescribe video games for people with autism and Asperger’s so they can practice social interaction in a safe, non-threatening environment. This eases anxiety and allows users to gain confidence and apply it in their daily lives. Source

Your brain tells you not to donate money to people. You’re more likely to donate to 1 person than to millions, because the good feeling you get from helping clashes with the bad feeling that you can’t help that many people. So you won’t do what you can do because you feel bad about what you can’t do. Source

As humans evolved, skulls grew and jaws shrunk to make room for larger brains. Since our teeth stayed the same size, ‘wisdom’ teeth don’t fit anymore. If you were born without them, you’re one of the lucky 35%. Source

The oldest living tree ever found was a pine named “Prometheus.” It had been alive since before the Egyptian pyramids were built. Some guy cut it down in 1964. Source