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22 Apr 07:36

vicomte-devalmont:“At 70 years old if I could give my younger...



vicomte-devalmont:

“At 70 years old if I could give my younger self one piece of advice, it would be to use the words ‘fuck off’ much more frequently" HELEN MIRREN

22 Apr 07:32

Pray to your gods



Pray to your gods

22 Apr 07:32

by For Lack of a Better Comic (bonus panel).

22 Apr 07:31

The Fun

by Reza

22 Apr 07:28

icecreamsandwichcomics: I actually love Monopoly and also my...









icecreamsandwichcomics:

I actually love Monopoly and also my friends hate me now

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22 Apr 07:24

Os dois aniversários de Roberto Campos

Na segunda-feira, dia 17, completaram-se cem anos do nascimento de Roberto Campos, o corifeu do liberalismo econômico brasileiro. Na sexta, dia 28, completam-se 36 anos da noite em que ele foi esfaqueado em São Paulo, num episódio que expõe as artes, conexões e malandragens do andar de cima nacional.

As celebrações do centenário tratam do intelectual que ajudou a reformar a economia do país enquanto foi ministro do Planejamento, de 1964 a 1967, e iluminou-a com sua verve inigualável até 2001, quando morreu. A história das facadas é outra.

Na noite de 28 de abril de 1981, Roberto Campos encontrou-se num apart-hotel, na Vila Nova Conceição, em São Paulo, com sua namorada, Marisa Tupinambá. Conheciam-se desde 1969, quando ele tinha tinha 52 anos e ela, 23. À época Campos vivia sua única –e desastrosa– experiência de empresário privado, como banqueiro. Em 1975, ele foi nomeado embaixador em Londres e pendurou Marisa na folha da embaixada em Paris. Ela xeretou o que não devia, foi demitida e desceu em Londres. Lá Roberto Campos conseguiu-lhe um apartamento, que usava também para suas festinhas. Depois de muitas idas e vindas, a relação azedou e em 1981 ela foi ao apart-hotel para negociar o fim do caso. Desentenderam-se, apareceu uma faca, e o embaixador teve o abdômen e o tórax perfurados.

Amigos, parentes e protetores de Campos informaram que ele fora esfaqueado durante uma tentativa de assalto ao sair do edifício onde vivia, na avenida São Luís (a quilômetros de distância do apart-hotel da Vila Nova Conceição). O presidente da República, general João Figueiredo, telegrafou ao embaixador, e o governador de São Paulo, Paulo Maluf, exigiu que a polícia prendesse os assaltantes em 48 horas e dezenas de pedestres foram detidos. (Ao ouvir a versão do assalto num noticiário de televisão, o general Octavio Medeiros, chefe do SNI, perguntou: "Pra cima de mim?")

O matutino carioca "O Dia" salvou a pátria e desmontou a operação abafa narrando, com exageros, a cena das facadas e identificando Marisa Tupinambá. A esta altura ela estava escondida e calada, sob orientação de um mandarim da indústria petroquímica.

Falando à Lava Jato, Emilio Odebrecht mostrou que tem razão e boa memória quando diz que "o que nós temos no Brasil não é um negócio de cinco ou dez anos. Estamos falando de 30 anos." Mais que isso. Quando Marisa Tupinambá estava em Londres, era a Odebrecht Overseas que lhe pagava uma mesada de 700 libras.

Em 1984, Madame Tupinambá publicou um livro, intitulado "Eu fui testemunha", mas ele sumiu das estantes. Teria sido proibido pela Justiça ou apenas não teria sido reeditado, depois que o Sebastião Camargo, o fundador da Camargo Corrêa, comprou todos os exemplares disponíveis. (O general Ernesto Geisel, que detestava Roberto Campos, guardou seu volume por mais de uma década.)

O centenário de Roberto Campos é uma boa oportunidade para se relerem alguns de seus esplêndidos artigos e discursos. Os 36 anos das facadas de Marisa Tupinambá são uma oportunidade para se pensar como o Brasil melhorou. Se um juiz de primeira instância pudesse ter corrido atrás da história da senhora, a Lava Jato teria chegado muito antes, ao tempo em que o país era governado por generais.

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22 Apr 07:21

Como chegamos a esse ponto?

É um imenso alívio poder parar de comentar política brasileira como se tudo não estivesse prestes a explodir com a delação da Odebrecht. Explodiu, como todos esperávamos. Nem todo mundo na lista de Fachin é igualmente culpado, mas ficou claro que o cartel das empreiteiras controlava o sistema político brasileiro. Quem acompanhava política brasileira já suspeitava disso, e é uma satisfação poder parar de fingir surpresa. O "Lehman Day" da política brasileira chegou. A música parou de tocar.

A essa altura, você pode estar se perguntando como foi que a política brasileira chegou a este ponto. A resposta tem uma parte fácil e uma parte difícil.

A parte fácil é a seguinte: a política brasileira funcionou tão bem quanto possível dado que não estava submetida à lei. Políticos só começaram a ser presos no processo do mensalão. Até então, o risco de receber suborno era mínimo. E, veja bem, para que tenhamos chegado a esse ponto não é necessário que todos os políticos brasileiros já fossem predispostos a aceitar suborno.

Se não houver punição, alguém vai aceitar. O que aceitar vai ter muito mais dinheiro para sua campanha. Daí em diante, ou os outros também aceitarão para conseguir competir, ou serão derrotados e sairão do jogo. Repita durante muitas décadas e o resultado será sempre, em qualquer país do mundo, o que se viu na semana passada.

Isto é, embora todos estejamos elogiando juízes e policiais, quem demorou para chegar na democracia brasileira foram juízes e policiais fazendo seu trabalho diante do sistema político. Há hipóteses interessantes sobre porque só chegaram há pouco tempo. Suspeito que a primeira alternância de poder da história brasileira, que só ocorreu em 2003, tenha tido algo a ver com isso.

O outro motivo, um pouco mais complexo, é que as campanhas brasileiras são muito caras. O cientista político Bruno Reis já mostrou que a legislação eleitoral brasileira encarece as campanhas. Um sistema como o brasileiro, com distritos grandes (cada unidade da federação) e lista aberta, é algo raro no cenário internacional.

Um candidato a deputado por São Paulo, por exemplo, compete com todos os outros candidatos a deputado do Estado, inclusive com os de seu próprio partido. Isso é caro. Um sujeito que depende de arrumar muito dinheiro para não ficar desempregado por quatro anos terá grande propensão a aceitar suborno.

Agora é administrar a crise, punir quem tiver que ser punido, e procurar reconstruir a política brasileira.

O fundamental é não esquecer que temos tradições políticas respeitáveis que merecem ser preservadas. PT e PSDB como, antes deles, PTB e UDN, tinham esquemas de corrupção, mas não eram só esquemas de corrupção. As coalizões que lideraram nos últimos vinte anos agregaram interesses legítimos e ideias dignas de discussão, e o Brasil não pode largar no meio as conversas que petistas e tucanos conduziram. Desde a semana passada, a disputa pela liderança dessas coalizões está aberta.

E façam como Sergio Moro no aeroporto: ignorem quem defende a ditadura, que teria mandado fuzilar como comunistas toda a força-tarefa da Lava Jato na primeira vez que as investigações chegassem a um ministro. É em horas como esta que pé-de-otário dá mais fruto: não seja um deles.

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22 Apr 07:16

Faça uma tira

by Will Tirando

22 Apr 07:15

News of Inventions

by Reza

22 Apr 07:11

Turn it up to 11

by Scandinavia and the World
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22 Apr 07:10

Survivorship Bias

They say you can't argue with results, but what kind of defeatist attitude is that? If you stick with it, you can argue with ANYTHING.
22 Apr 07:08

Conversation

by Grant
22 Apr 07:07

Saturday Morning Breakfast Cereal - Satan-Fingers

by tech@thehiveworks.com


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Discovered in the delightful though occasionally frustrating Moscow Puzzles

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Today's News:

We're running out of most tickets for BAHFest MIT, so we've moved over some of the more expensive ones to lower levels. Buy soon or feel shame!

22 Apr 07:05

that little bean headed turd should watch himself 



that little bean headed turd should watch himself 

22 Apr 06:49

Why are enterprises interested in the block chain? | Stuff Yaron Finds Interesting

by brandizzi

My day job has required me to look into issues related to using the block chain in the enterprise. This lead me to a simple question - why would an enterprise be interested in the block chain for running its own business?

Near as I can tell the purpose of the block chain is to maintain a distributed database with ACID behavior that is resistant to byzantine attacks.

So when I look at the use of the block chain in the enterprise the first question I ask myself three questions, does this customer scenario need:

  1. an ACID database?
  2. to be distributed?
  3. to be resistant to byzantine attacks?

If the answer to any of these question is no then they probably don’t need the block chain.

When I talk to enterprises they typically are interested in 2 and 3 more than 1. This isn’t to say that nobody cares about 1, just that when I talk to enterprises that’s not where they have started so far. But I could very well be talking to the wrong people.

They like the distributed nature of the block chain because they want to be able to work either with other units in the same company or with other businesses. But what the enterprises don’t want to do is to create some central authority to run things either in the form of a new internal group or some kind of consortium (in the case of multi-business scenarios). They really like the idea that there doesn’t have to be a central authority to do business on the block chain.

The other aspect of the block chain that they like is the guarantees around byzantine attacks. In many cases these businesses don’t really trust each other. So they like the idea that the system is resistant against bad actors.

There is yet another aspect of the block chain that I haven’t really heard enterprises talk about but I do hear a lot from people trying to sell block chain to enterprises, and that is resistance to key disclosure. In a future article I’ll go into this scenario in some detail.

I’m also in the middle of writing another article capturing all the scenarios I’ve run into with enterprises that are looking to use the block chain. But I’m still doing some work collecting and clarifying those scenarios.

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17 Apr 22:54

16-10-2016

by Laerte Coutinho

17 Apr 22:53

09-10-2016

by Laerte Coutinho

17 Apr 22:53

Saturday Morning Breakfast Cereal - Dead

by tech@thehiveworks.com


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I dare anyone out there to spend 30 years becoming a respected figure in a religious community, then ruin it all by doing this. I'll give you 100 Internet points.

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Today's News:

Only 30% of tickets are left if you wanna see me, Marc Abrahams and more at BAHFest MIT!

17 Apr 22:52

Comic for 2017.04.17

by Rob DenBleyker
17 Apr 22:52

Watch Out!

by Doug
17 Apr 22:51

7 Eleven

Really, the only honest 24-hour stores are the ones in places like Arizona and Hawaii, and many of them are still wrong in certain years.
17 Apr 22:51

Saturday Morning Breakfast Cereal - The Ugly Duckling

by tech@thehiveworks.com


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And everything worked out for everyone who wasn't dead. The End.

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Today's News:

Last week to grab BAHFest East tickets! We're sold out of student tickets, but there are other options available!

15 Apr 18:48

8 Types of Corporate Apologies

by tomfishburne

When last month’s “Communicator of the Year” can turn into this month’s PR disaster, there’s a lesson for any brand on the perils of flubbing a corporate apology. Any brand can go from hero to zero.

Much has been written in the last week about the missteps of United and its CEO. Given that it was PRWeek that so recently awarded Oscar Munoz as “Communicator of the Year”, I thought the PRWeek postmortem was particularly interesting:

“No company or brand can rest on its laurels when it comes to its reputation. Protecting and enhancing it is a 24/7, 365 days a year undertaking.

“Communication, especially in a service business such as an airline, starts with every member of staff that interacts with the public. You earn your reputational chops every day, from the CEO down.

“CEOs and companies have to engage their consumers from a customer-service standpoint. As United – and PRWeek – is finding out, social media is always-on and unforgiving.

“Reputational risk is a huge concern for modern enterprises and relates to the value of a brand or company just as much legal and liability risk — lawyers cannot be the first line of a communications defense.

I agree with PRWeek that brand reputation trumps liability risk. Yet I think what trumps both is just being human. In the mother of all brand crises, the 1982 Tylenol poisoning, J&J went above and beyond, not because they wanted to preserve their brand’s reputation, but because they wanted to ensure public safety first. The brand’s reputation was ultimately preserved as a byproduct of doing the right thing, not the reason for doing the right thing.

Here are a few related cartoons I’ve drawn over the years.

The 5 Stages of a PR Disaster February 2012

We Appreciate your Business August 2012

Corporate Apologies September 2012

Brand Reputation October 2015

15 Apr 00:42

For Programmers, the Ultimate Office Perk is Avoiding the Office Entirely

by msmash
From a report on Quartz: Over the past decade, designers and engineers have invented dozens of new tools to keep us connected to the office without actually going there. Unsurprisingly, those same engineers have been among the first to start using them in large numbers. More programmers are working from home than ever and, among the most experienced, some are even beginning to demand it. In 2015, an estimated 300,000 full-time employees in computer science jobs worked from home in the US. Although not the largest group of remote employees in absolute numbers, that's about 8% of all programmers, which is a significantly larger share than in any other job category, and well above the average for all jobs of just under 3%. [...] Programmers not only work from home more often than other employees, when they do they are more likely to work all day at home. From 2012 to 2015, the average full-time programmer who worked from home said they spent an average of five and a half hours doing so. That's an 92% increase in the average time spent at home from 2003 to 2005, and nearly double the average for all jobs.

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15 Apr 00:36

04/14/17 PHD comic: 'Page charge'

Piled Higher & Deeper by Jorge Cham
www.phdcomics.com
Click on the title below to read the comic
title: "Page charge" - originally published 4/14/2017

For the latest news in PHD Comics, CLICK HERE!

15 Apr 00:36

Pray to your gods



Pray to your gods

14 Apr 14:04

Comic for April 10, 2017

by Scott Adams
14 Apr 14:03

Comic for April 11, 2017

by Scott Adams
14 Apr 13:50

Dor

by André Farias

Vida de Suporte

Pergunta difícil.


Dor é um post do blog Vida de Suporte.
13 Apr 00:13

Holding the baby.

I'm pure instincts motherfucker.