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23 Jul 14:00

CollegeHumor Makes a Staunch High-Five-Filled Defense of Puns and Schools People About Wordplay

by Glen Tickle

In a recent video by CollegeHumor, Emily Axford makes a staunch and high-five-filled defense of puns as she schools her coworkers and the viewer about wordplay.

27 Jul 08:14

Comic for July 27, 2015

27 Jul 07:20

The winter flood of 94-95.From www.simonstalenhag.se









The winter flood of 94-95.

From www.simonstalenhag.se

27 Jul 14:47

Saturday Morning Breakfast Cereal - The Importance of Education

by admin@smbc-comics.com
25 Jul 05:53

4gifs: The carpet is base. [video]



4gifs:

The carpet is base. [video]

25 Jul 14:44

Saturday Morning Breakfast Cereal - Transform

by admin@smbc-comics.com
26 Jul 05:00

As meninas de Santa Leopoldina

Há algumas semanas, havia um pedágio na entrada da cidade de Santa Leopoldina (800 habitantes), na região serrana do Espírito Santo. Jovens pediam dinheiro aos motoristas para ajudar a pagar a viagem das trigêmeas Fábia, Fabiele e Fabíola Loterio ao Rio. Filhas de pequenos agricultores da zona rural próxima a Vitória, elas iriam a uma cerimônia no Theatro Municipal para receber as medalhas de ouro e prata que conquistaram na 10ª Olimpíada de Matemática das Escolas Públicas. Fábia e Fabiele empataram no primeiro lugar e Fabíola ficou em segundo entre os concorrentes capixabas.

Matematicamente, coisas desse tipo talvez aconteçam uma vez a cada milênio, mas as meninas de Santa Leopoldina ofenderam várias outras vezes a lei das probabilidades. O pai, Paulo, cursara até o 2º ano do ensino fundamental, a mãe, Lauriza, foi até o 4º. Vivem do que plantam, numa casa sem conexão com a internet. A roça de 18 hectares de hortaliças, legumes e eucaliptos da família fica num município de 12 mil habitantes, cujo PIB per capita está abaixo de R$ 1 mil mensais.

Numa época em que tudo parece dar errado, apareceram as meninas de 15 anos de Santa Leopoldina. Elas são um exemplo do vigor do andar de baixo de Pindorama e da eficácia de políticas públicas na área de educação.

Assim como o juiz Sergio Moro decifra a origem das petrorroubalheiras do andar de cima, pode-se pesquisar a origem de um sucesso do andar de baixo.

As trigêmeas de Santa Leopoldina tiveram o estímulo dos pais. Antes delas, educou-se Flávia, a irmã mais velha. Estudou na rede pública e formou-se em enfermagem com a ajuda de uma bolsa de estudos integral. (Aos 23 anos, ela hoje faz doutorado em Biotecnologia na Universidade Federal do Espírito Santo e trabalha no projeto de um equipamento robótico para pessoas que sofreram AVCs.) Ainda pequenas, as quatro brincavam de estudar. Flávia foi a primeira jovem da região a entrar para uma faculdade.

Há dez anos, o professor César Camacho, diretor do Instituto Nacional de Matemática Pura e Aplicada, o IMPA, levou a ideia da olimpíada de escolas públicas ao então ministro de Ciência e Tecnologia, Eduardo Campos. Lula comprou-a e hoje ela é a maior do mundo, com 18 milhões de participantes. O programa administra não só o exame, como a concessão de bolsas aos medalhistas. Custa R$ 52 milhões por ano. Nunca foi tisnado por um fiapo de irregularidade, mas raramente recebe o devido reconhecimento.

As trigêmeas começaram a competir quando cursavam o 6º ano do ensino fundamental. Em 2012, Fabíola conseguiu uma medalha de bronze e uma vaga no Programa de Iniciação Científica, com direito a uma ajuda de R$ 1.200 anuais e reuniões periódicas em Vitória. No ano seguinte, Fabiele ganhou a bolsa do PIC e Fábia conseguiu a sua indo assistir às aulas com as irmãs. Viajavam no velho caminhão do pai.

Todas três ingressaram no Instituto Federal do Espírito Santo, onde cursam o ensino profissionalizante em agropecuária e vivem no campus da instituição, em Santa Teresa. Passam a maior parte do tempo na biblioteca e há pouco procuraram professores, interessadas em conhecer o currículo do ano que vem. Para receber suas medalhas, as irmãs entraram pela primeira vez num avião.

As trigêmeas de Santa Leopoldina são um produto da força de vontade de cada uma, do estímulo dos pais, do sistema público de ensino, de políticas bem sucedidas e de uma professora que estimula seus alunos, Andréia Biasutti.

Os larápios de Santa Leopoldina

Em 2010, Fábia, Fabiele e Fabíola estavam no 5º ano do ensino fundamental. O PIB do munícipio de Santa Leopoldina era de R$ 56,5 milhões de reais, ou US$ 34 milhões. Ou seja, tudo o que seus 12 mil habitantes (inclusive a família Loterio) produziam cabia nas propinas recebidas por Pedro Barusco e ainda sobravam ao petrocomissário US$ 12 milhões.

O andar de cima de Santa Leopoldina seguia os manuais das oligarquias. Em abril daquele ano, o promotor Jefferson Valente Muniz abriu uma investigação para apurar roubalheiras no município e denominou-a Operação Moeda de Troca. Em cinco meses, botou onze pessoas na cadeia. Eram políticos, empresários e servidores que haviam desviado cerca de R$ 28 milhões dos cofres públicos, ervanário equivalente a um ano de arrecadação municipal. Na cabeça da quadrilha, estava o poderoso empresário Aldo Martins Prudêncio, irmão de Ronaldo, o prefeito da cidade. Viciavam licitações e inventavam emergências para favorecer fornecedores. Mordiam onde podiam, de aluguel de carros a compras de material escolar, de rodeios a eventos do Carnaval. A apresentação de uma cantora contratada por R$ 5 mil custava à prefeitura R$ 15 mil. A certa altura a prefeitura chegou a ensaiar o aluguel de um carro de luxo, com computador a bordo.

Ronaldo Prudêncio foi afastado pela Câmara Municipal. Mesmo com sete ações por improbidade nas costas, manobra seu retorno ao cargo. O promotor Jefferson comeu o pão que o Tinhoso amassou, sendo obrigado a responder a um processo junto ao Conselho Nacional do Ministério Público. A defesa da quadrilha dizia que utilizara provas obtidas ilegalmente.

Em junho passado, o Tribunal de Justiça do Espírito Santo manteve as condenações da quadrilha, expandindo-lhe as penas. O doutor Aldo Prudêncio tomou sete anos. Outros nove pegaram de três a cinco anos. Como diria a doutora Dilma, "todos soltos", pois recorrem em liberdade.

Do jeito que estão as coisas, há gente pensando em fugir da crise brasileira para tentar a vida lá fora, talvez em Miami. Pode-se pensar em Santa Leopoldina. Além da Operação Moeda de Troca e das trigêmeas Loterio, o município tem um só carro para cada seis habitantes, clima de montanha e 12 cachoeiras.

24 Jul 17:17

Until the last breath

22 Jul 13:46

A Smoldering Bouquet of Roses Photographed by Ars Thanea

by Christopher Jobson

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As part of a reference photoshoot for an illustration project by Warsaw-based creative studio Ars Thanea, a bouquet of roses was set on fire and photographed as they smoldered in the dark. The glow of the dying embers is strangely evocative, it would be amazing to see an entire series of different flowers photographed like this. You can see the final illustration and how they caught the images over on Behance. (via Boing Boing)

22 Jul 13:00

That Dingo as Planned...

22 Jul 11:00

Castigo 2

by Clara Gomes

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22 Jul 21:37

Ryu and Ken on Their Day Off

by Don
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22 Jul 23:05

Your political stance

21 Jul 10:57

Mentirinhas #847

by Fábio Coala

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Só não põe Jenésio se não os bêbados também vão te perturbar.

O post Mentirinhas #847 apareceu primeiro em Mentirinhas.

23 Jul 13:12

A train you ride in Fallout 3 is actually an NPC wearing a train hat

Bethesda has been the steward of the Fallout franchise for nearly a decade at this point, and Fallout 4 will reportedly be the most detailed game the company has ever made. That’s thanks to an updated version of the Creation game engine, but before Creation, there was Gamebryo. This is the game engine that powered Fallout 3 and New Vegas, and it had an interesting set of quirks. After poking around in the game files, someone on 4chan noticed a fantastic detail — there’s a hat that is literally an entire train.

Gamebryo was not really designed with vehicles in mind. When you think about it, Skyrim is all horses and walking, but all the cars are wrecked in Fallout, so vehicles don’t come up much. There are a number of workarounds to make vehicles work the few times they appear. For example, the Fallout Vertibirds are just pre-rendered animations that don’t operate inside the physics of the game.

Far more interesting is the Presidential Metro Train in Fallout 3’s Broken Steel DLC. It turns out it was easier to make the train car a piece of head armor and slap it onto an NPC than it was to make a working vehicle. The NPC (with train hat) can be spawned wherever it needs to be. All you see is the train car on the tracks, but under the surface is a person with a train on her head.

Broken_Steel_Presdential_Metro_Line

There’s another trick when you actually board the train, and it’s almost as weird. Again, there aren’t physics for making a train car move in the Gamebryo engine, so you’re not actually on the train. Instead, the player is equipped with a piece of head armor that covers the field of view and looks like the inside of a train. Then a camera animation is played that makes it look like you’re on a moving train, but you really just have a helmet on.

The new Creation engine in Fallout 4 will be much more sophisticated than Gamebryo from Fallout 3, but they share much of the same DNA. I wouldn’t be surprised to see some clever workarounds in Fallout 4 too, but that’s not necessarily a bad thing. It’s a good solution if it doesn’t introduce any new bugs and can fool the player.

Bookmarked at brandizzi Delicious' sharing tag and expanded by Delicious sharing tag expander.
21 Jul 13:52

by Gone Into Rapture

24 Jul 06:30

The Hasanlu Lovers

by Greg Ross

https://en.wikipedia.org/wiki/File:Hasanlu_Lovers.jpg

In 1972, archaeologists unearthed a plaster-lined brick bin in the Teppe Hasanlu site in northwestern Iran, an ancient city that had been violently sacked and burned at the end of the ninth century B.C. University of Pennsylvania archaeologist Robert Dyson wrote:

Lying in the bottom of the bin were two human skeletons, a male and a female. The male had one of its arms under the shoulder of the female, while the female was looking into the face of the male and reaching out with one hand to touch his lips. Both were young adults. Neither showed any evidence of injury; there were no obvious cuts or broken bones. There were no objects with the skeletons, but under the female’s head was a stone slab. The other contents of the bin consisted of broken pieces of plaster, charcoal, and small pieces of burned brick but nothing heavy enough to crush the bones.

“Two theories have been suggested to explain this unusual scene,” he wrote. “One, that a pair of lovers had crawled into the bin under some light material of some kind to hide in the hope of escaping the destruction of the citadel, and that this is a very tender moment between them. The other is that they were hiding and one is telling the other not to make any noise. In either case it would appear they died peacefully — probably by asphyxiation.”

Please support Futility Closet on Patreon!

24 Jul 09:03

Out Of Smokesin V Ä S T E R O R TFrom simonstalenhag.se









Out Of Smokes

in 

V Ä S T E R O R T



From

simonstalenhag.se

23 Jul 15:32

thecreatorsproject: Enter “THE VOID”: The World’s First Virtual...

23 Jul 13:16

Mentirinhas #848

by Fábio Coala

mentirinhas_836

Pra que isso, cara?

O post Mentirinhas #848 apareceu primeiro em Mentirinhas.

23 Jul 16:34

Still at it, My Day with Leo


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Still at it, My Day with Leo

23 Jul 20:30

Photo



23 Jul 10:50

Tumblr | bc9.jpg

bc9.jpg
24 Jul 02:13

Ready

by Lunarbaboon

Special thanks to Cody and his family for supporting the comic!

23 Jul 20:30

Artist Buys Billboard Advertising Time to Display Art Instead of Ads on Massachusetts Highways

by Kate Sierzputowski
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All images @Brian Kane, photography by Nate Wieselquist and Simone Schiess

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Created as a set of billboards along two Massachusetts highways, “Healing Tool” is a temporary public art installation by artist Brian Kane produced to temporarily relieve stress and promote introspection during one’s monotonous daily commute.

Kane’s digital billboards circulate between pictures of surrounding natural environments, creating “unvertisements” that promote nothing instead of shoving products, restaurants, and services in consumers’ faces from above. The piece builds upon a body of work Kane has been producing that places digital experiences into real world situations. “Healing Tool” is named after the Photoshop tool used to patch over errors in photographs, just as his project is patching over unnatural blips of landscape (billboards) seen from the highway.

The pieces change depending on the time of day. Daylight hours feature natural images of areas surrounding the billboards, while evening hours display high-resolution images of the moon and Milky Way that allow viewers a clear glimpse of the cosmos despite urban light pollution.

Kane explains, “By removing the marketing message from the advertising space, we create an unexpected moment of introspection. People are allowed to interpret an image based on their own experience, and not necessarily with the singular focus of the advertiser’s intent.” (via The Creator’s Project and Junkculture)

23 Jul 14:32

Stunning Arabic Light Calligraphy by Julien Breton

by Christopher Jobson

light-1La beauté- The beauty. Arabic calligraphy. Tetouan, Morocco, 2015. Calligraphy by Julien Breton aka Kaalam. Photography by Cisco Light-painting.

Artist Julien Breton aka ‘Kaalam‘ is a master of photographic light painting, turning full-body gestures reminiscent of dance movements into the invisible pen strokes of Arabic calligraphy. Breton works silently in secluded urban environments and against dimmed architectural backdrops to execute perfectly rehearsed motions that translate on film to both abstract and literal Arabic handwriting. With its sweeping tails, loops, and punctuated diacritic dots, it’s difficult to imagine any other language more suited to the transcription of human body movement into written language.

Collected here are a number of works over the last few years, but you can see much more on Behance and on his website. If you liked this, also check out the work of Stephen Orlando.

4953231e6531d8fcdca349189213013bPensée – think. Arabic calligraphy. Saint-Laurent sur sèvres, France, 2014. Calligraphy by Julien Breton aka Kaalam. Photography by David Gallard.

light-3
Dead’s place. Abstract calligraphy. New York, USA, 2012. Calligraphy by Julien Breton aka Kaalam. Photography by David Gallard.

light-4
Fraternité. Arabic calligraphy. Alexandrie, Egypte, 2015.

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La lumière – The light. Arabic calligraphy. Jodpur, India, 2012. Calligraphy by Julien Breton aka Kaalam. Photography by David Gallard.

light-6
Compassion. Arabic calligraphy. Issé, France, 2014. Calligraphy by Julien Breton aka Kaalam.
Photography by David Gallard.

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Under the city. Abstract calligraphy. Nantes, France, 2012. Calligraphy by Julien Breton aka Kaalam. Photography by David Gallard.

4X3-Economie
Credit: Billy and the Kid / Morocco

4X3-INOOR
Credit: Billy and the Kid / Morocco

light-8

24 Jul 02:35

Photo



23 Jul 17:11

Conference Call

CEO: It's important! Our competition is coming. Our competition is coming hard... | 
<the CEO on a conference call with the Cube team>: And our competition is coming fast.
Cube Drone: Oh god not in my face! |
Walt angrily mutes the conference call.
174

Conference Call - July 23, 2015, 9 a.m.

Getting the visual language for this joke right was surprisingly difficult. It involves a lot of cutting from place to place. I hope it comes together. cube-drone ceo walt milo meetings

Share Url: http://cube-drone.com/comics/c/conference-call

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Expanded from Cube Drone by XPath Expander.
23 Jul 21:00

Vermes: a treta no mundo dos experimentos em políticas públicas e o meu pitaco

by Leonardo Monasterio
  1. O gênio Michael Kremer e Miguel publicaram, em 2004, um artigo na Econometrica em que mostram que os benefícios de dar vermífugo para as crianças no Quênia  atingiam não só as tratadas, mas também as demais (por diminuir a contaminação).
  2. Dez anos depois, outros autores pegaram os dados e o código do Kremer e Miguel e não encontraram os mesmos resultados, i.e. os benefícios para as crianças não tratadas. (Teve gente que não concordou com o estudo.)
  3. Ben Goldacre, um craque na análise das políticas públicas (veja aqui um texto ótimo dele, em português), ressuscitou a polêmica com um post no Buzzfeed com aquele jeito Buzzfeed de ser: exagerado e com fotos sensacionalistas.
  4. O debate foi para o Twitter e envolveu o grandes Chris Blattman e o Michael Clemens. A discussão foi para tecnicalidades e para saber o que é, afinal, replicação de um estudo.

Meu pitaco irresponsável: esse experimento com vermífugo tem interesse acadêmico, mas eu ainda não sei qual sua relevância para políticas públicas. Ora bolas, você deve matar os vermes da criançada de qualquer forma, mesmo sem benefício no desempenho escolar nem em externalidades. Experimentos devem ser guardados para aquelas políticas públicas cujo resultado não seja óbvio ou um fim em si mesmo.

Atualização: o Chiss Blattman escreveu um post.
21 Jul 22:06

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