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03 Jul 18:35

Israel precisará se aliar ao Hamas em Gaza para combater o ISIS?

by gustavochacra

O ISIS, também conhecido como Grupo Estado Islâmico ou Daesh, tem ameaçado entrar em Gaza para combater o Hamas, de quem é inimigo. Não será uma tarefa fácil e, por enquanto, ainda é improvável. Mas há uma possibilidade de aumento da instabilidade neste território palestino, que ainda tenta se reconstruir da guerra no ano passado.

O Hamas perdeu popularidade em Gaza. Não apenas pela guerra, mas também pela corrupção, por uma fraca e autoritária administração e por não ter conseguido nenhum resultado na luta para os palestinos terem um Estado ou  pelo menos para o bloqueio de Israel ser encerrado. O Fatah, que governa a Autoridade Palestina na Cisjordânia, tampouco é popular em Gaza.

Isso não significa que o ISIS seja bem visto pelos palestinos. A maioria absoluta deles considera esta organização péssima. Eles veem o que ocorre na Síria e no Iraque e não querem o mesmo no território. Embora haja um crescente número de salafistas em Gaza, estes ainda são uma fração da população. O Hamas, embora religioso, segue uma vertente do Islã político sunita associado à Irmandade Muçulmana, não ao wahabismo do ISIS e da Al Qaeda.

Os palestinos avaliam que organizações como o ISIS e a Al Qaeda apenas prejudicam a imagem palestina. Primeiro, porque a causa palestina é nacionalista, não religiosa ou islâmica – cristãos e socialistas estiveram na vanguarda dos movimentos de independência palestinos nos anos 1950 e 60. Em segundo lugar, porque o ISIS e a Al Qaeda nunca tiveram como prioridade combater Israel. Ao contrário, até hoje os israelenses não foram alvos de nenhum ataque destas organizações, que tem como foco acima de tudo o Irã, o Iraque e o regime de Assad na Síria, além do Ocidente.

O problema maior, em Gaza, seria a influência de grupos jihadistas inspirados ou mesmo associados ao ISIS no Sinai (Egito). Este território, alvo de mais atentados nos últimos dias, está se convertendo em terra de ninguém. O regime de Sissi no Egito, principal aliado de Israel na região,  não tem obtido sucesso no combate aos jihadistas e sua repressão tem radicalizado a oposição.

Israel tem apenas observado. Embora retoricamente tentará associar o Hamas ao ISIS, na prática sabe que o grupo palestino será importante conter o Grupo Estado Islâmico. Nos bastidores, atuarão ao lado do Hamas, com mediação do Egito e da Arábia Saudita. O novo comando do regime em Riad tem buscado atenuar os atritos entre o Cairo e o Hamas, indiretamente também reduzindo a tensão entre o grupo palestino e Israel, de quem os sauditas são aliados extra-oficialmente. Para completar, o Irã considera o ISIS o seu maior inimigo (mais do que Israel) e também agirá para evitar a entrada do grupo em Gaza.

Vamos observar o que pode acontecer. O ISIS, se conseguir algumas células em Gaza, talvez provoque Israel lançando foguetes para tentar causar uma reação israelense para bombardear o Hamas. Quanto maior o caos em Gaza, maior a possibilidade de crescimento do ISIS.

Guga Chacra, comentarista de política internacional do Estadão e do programa Globo News Em Pauta em Nova York, é mestre em Relações Internacionais pela Universidade Columbia. Já foi correspondente do jornal O Estado de S. Paulo no Oriente Médio e em NY. No passado, trabalhou como correspondente da Folha em Buenos Aires

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03 Jul 17:44

O verdadeiro significado da história da Cinderela.

by Zanfa

cinderella

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03 Jul 13:38

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03 Jul 13:14

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03 Jul 12:18

(photo by djsosumi) [video]



(photo by djsosumi) [video]

03 Jul 10:59

How to Articulate Your Vision (rerun)

by Scott Meyer

Reader Martin V pointed this out.

I love me some Mario Kart, so I probably will check the game out, although I don’t understand what zombies have to do with old people racing mobility scooters.

I’m not at all irritated. If I wanted to make the game myself I should have learned to code, or pitched it to a studio, or made any move of any kind to actually turn the idea into a game. Besides, even if I was unhappy, I pretty much say in the comic that I’m waiting for someone else to make the game, so I doubt a lawsuit would end well.

On a totally unrelated note, for the entire month of July my novels, all three of my Magic 2.0 books are on sale over at Amazon US. The Kindle editions are $2.00!

As always, thanks for using my Amazon Affiliate links (USUKCanada).

03 Jul 10:40

Silk Road investigator pleads guilty to stealing bitcoins

by Daniel Cooper
Disgraced DEA agent Carl Force has pleaded guilty to charges of extortion, money laundering and obstruction of justice. The official committed the crimes while himself investigating the online black market Silk Road, as well as the activities of its ...
03 Jul 10:39

ultrafacts: SourceFor more facts, follow Ultrafacts



ultrafacts:

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For more facts, follow Ultrafacts

03 Jul 10:39

Throwback Thursday



Throwback Thursday

03 Jul 00:35

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03 Jul 00:14

Visita presidencial à Nasa poderá reviver política espacial

O programa espacial brasileiro nasceu com apoio americano.

A Nasa treinou engenheiros, vendeu equipamentos e transferiu tecnologia de propulsão e combustível de foguetes, além de prestar cooperação na área de testes meteorológicos.

Tudo degringolou a partir de 1977, quando o Brasil lançou um programa próprio de construção de foguetes que, na opinião do Pentágono, poderia ser desviado para a montagem de mísseis.

Não ajudou o fato de o Brasil assinar contratos de produção de satélites de reconhecimento militar e de mísseis com o governo de Saddam Hussein, no Iraque.

Os americanos impuseram sanções comerciais e pressionaram França e Rússia a suspender a cooperação já contratada. As autoridades brasileiras responderam à pressão buscando cooperação chinesa para o lançamento de satélites e investindo na construção de um veículo lançador de satélites (VLS).

Axel Bugge/Reuters
Veículo Lançador de Satélite (VLS) no centro de lançamentos de Alcântara, no Maranhão
Veículo Lançador de Satélite (VLS) no centro de lançamentos de Alcântara, no Maranhão

O programa espacial, porém, nunca saiu do chão. As três tentativas de pôr um VLS em órbita falharam. A última cobrou 21 vidas em 2003.

Há mais de 20 anos sabe-se que a solução para o problema passa por cooperação com os Estados Unidos.

Para isso, o Brasil tem um grande ativo: a base de lançamentos de Alcântara, no Maranhão, que pode ser arrendada em troca de receitas necessárias para tirar nosso programa espacial do papel.

Para viabilizar esse projeto, no entanto, é necessário um acordo de salvaguardas com os Estados Unidos, que dominam o mercado global de lançamentos.

FHC tentou fazê-lo. No início, suas conversas com os americanos foram duras.

Eles demandavam que o Brasil negasse contratos a países não signatários de um regime de controle de mísseis, o que beneficiaria companhias americanas como Boeing e Lockheed Martin. Pediam ainda que o país abdicasse de construir seu próprio VLS.

O governo americano também pretendia negar o acesso de autoridades brasileiras às cargas de seus lançadores.

A política externa brasileira mobilizou alguns de seus melhores quadros para virar a mesa.

Em 2000, depois de muita luta, as negociações chegaram a bom termo: o Brasil autolimitaria seu acesso aos lançadores americanos, mas desenvolveria um VLS próprio e manteria o direito de autorizar (ou não) cada lançamento solicitado pelos Estados Unidos.

Quando o acordo veio a público, porém, o deputado do PT da Bahia Waldir Pires lançou uma ofensiva.

Denunciando o texto como "entreguistas", ocupou as capas de revistas e jornais, mobilizando parlamentares de todo o espectro político, inclusive alguns da base tucana.

De lá para cá, o Brasil tentou reviver Alcântara em parceria com a Ucrânia, plano para o qual o Congresso aprovou acordo idêntico àquele negociado com os americanos. Mas o projeto definhou porque não há mercado viável de lançamentos sem acordo geral com os americanos.

Hoje, todos sabem que o futuro do programa espacial brasileiro depende de um acordo entre Brasília e Washington.

Agora que Dilma restaurou o diálogo, é hora de começar uma nova negociação.

02 Jul 21:22

Парки развлечений для бедняков: Пакистанские Диснейленды

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Парки развлечений для бедняков: Пакистанские Диснейленды


Подборка изображений

Парки развлечений для бедняков: Пакистанские Диснейленды (1)



Подавляющее большинство населения Пакистана живет очень бедно. Ко всему этому она наполнена очень большим количеством беженцев из Афганистана, которые в основной своей массе живут еще хуже. Тем не менее, не смотря на низкий уровень жизни, в тамошних городских окраинах и трущобах люди не забывают о возможностях для семейных развлечений и отдыха для своих детей. Ими создаются кустарного изготовленные детские площадки и аттракционы, которые являются для тамошних детишек своеобразным подобием крутых парков развлечений, совершенно недоступных им в силу самых разных причин.



Парки развлечений для бедняков: Пакистанские Диснейленды (2)



Парки развлечений для бедняков: Пакистанские Диснейленды (3)



Парки развлечений для бедняков: Пакистанские Диснейленды (4)



Парки развлечений для бедняков: Пакистанские Диснейленды (5)



Парки развлечений для бедняков: Пакистанские Диснейленды (6)



Парки развлечений для бедняков: Пакистанские Диснейленды (7)



Парки развлечений для бедняков: Пакистанские Диснейленды (8)



Парки развлечений для бедняков: Пакистанские Диснейленды (9)



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Парки развлечений для бедняков: Пакистанские Диснейленды (12)



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Парки развлечений для бедняков: Пакистанские Диснейленды (14)



Парки развлечений для бедняков: Пакистанские Диснейленды (15)



Источник: http://news.163.com/photoview/00AO0001/90850.html?from=ph_ss

Также смотри по данной теме другие материалы с тегами "Экстрим" и "Этнопсихология"

02 Jul 21:20

Some physicists believe we're living in a giant hologram — and it's not that far-fetched - Vox

Adam Victor Brandizzi

Eu tava vendo essa chamada apelativa por aí e nem dei bola, sabia que os artigos seriam ruins. Este ao menos explica o que é o tal "holograma" (que obviamente não é o que se imagina.)

hologram

(TU Wien)

Some physicists actually believe that the universe we live in might be a hologram.

The idea isn't that the universe is some sort of fake simulation out of The Matrix, but rather that even though we appear to live in a three-dimensional universe, it might only have two dimensions. It's called the holographic principle.

The thinking goes like this: Some distant two-dimensional surface contains all the data needed to fully describe our world — and much like in a hologram, this data is projected to appear in three dimensions. Like the characters on a TV screen, we live on a flat surface that happens to look like it has depth.

The laws of physics seem to make more sense when written in two dimensions than in three

It might sound absurd. But if when physicists assume it's true in their calculations, all sorts of big physics problems — such as the nature of black holes and the reconciling of gravity and quantum mechanics — become much simpler to solve. In short, the laws of physics seem to make more sense when written in two dimensions than in three.

"It's not considered some wild speculation among most theoretical physicists," says Leonard Susskind, the Stanford physicist who first formally defined the idea decades ago. "It's become a working, everyday tool to solve problems in physics."

But there's an important distinction to be made here. There's no direct evidence that our universe actually is a two-dimensional hologram. These calculations aren't the same as a mathematical proof. Rather, they're intriguing suggestions that our universe could be a hologram. And as of yet, not all physicists believe we have a good way of testing the idea experimentally.

Where did the idea that the universe might be a hologram come from?

The idea originally came out of a pair of paradoxes concerning black holes.

1) The black hole information loss problem

In 1974, Stephen Hawking famously discovered that black holes, contrary to what had long been thought, actually emit slight amounts of radiation over time. Eventually, as this energy bleeds away from the event horizon — the black hole's outer edge — the black hole should completely disappear.

black hole

An illustration of radiation escaping from a black hole. (Communicate Science)

However, this idea prompted what's known as the black hole information loss problem. It's long been thought that physical information can't be destroyed: All particles either retain their original form or, if they change, that change impacts other particles, so the first set of particles' original state could be inferred at the end.

As an analogy, think of a stack of documents that are fed through a shredder. Even though they're cut into tiny pieces, the information present on the pieces of paper still exists. It's been cut into tiny pieces, but it hasn't disappeared, and given enough time, the documents could be reassembled so that you'd know what was written on them originally. In essence, the same thing was thought to be true with particles.

But there was a problem: If a black hole disappears, then the information present in any object that may have been sucked into it seemingly disappears, too.

One solution, proposed by Susskind and Dutch physicist Gerard 't Hooft in the mid-'90s, was that when an object gets pulled into a black hole, it leaves behind some sort of 2D imprint encoded on the event horizon. Later, when radiation leaves the black hole, it picks up the imprint of this data. In this way, the information isn't really destroyed.

And their calculations showed that on just the 2D surface of a black hole, you could store enough information to completely describe any seemingly 3D objects inside it.

"The analogy that both of us independently were thinking about was that of a hologram — a two-dimensional piece of film which can encode all the information in a three-dimensional region of space," Susskind says.

The entropy problem: There was also the related problem of calculating the amount of entropy in a black hole — that is, the amount of disorder and randomness among its particles. In the '70s, Jacob Bekenstein had calculated that their entropy is capped, and that the cap is proportional to the 2D area of a black hole's event horizon.

"For ordinary matter systems, the entropy is proportional to the volume, not the area," says Juan Maldacena, an Argentinian physicist involved in studying the holographic principle. Eventually, he and others saw that this, too, pointed to the idea that what looked like a 3D object — a black hole — might be best understood using only two dimensions.

How did this idea go from black holes to the entire universe?

None of this was proof that black holes were holograms. But early on, Susskind says, physicists recognized that looking at the entire universe as a two-dimensional object that only looks three-dimensional might help solve some deeper problems in theoretical physics. And the math works just as well whether you're talking about a black hole, a planet, or an entire universe.

In 1998, Maldacena demonstrated that a hypothetical universe could be a hologram. His particular hypothetical universe was in what's called anti-de Sitter space (which, to simplify things, has a curved shape over huge distances, as opposed to our universe, which is believed to be flat):

anti de sitter space

Anti-de Sitter space (left) curves in on itself. Our universe (right) is believed to be flat. (The Physics Mill)

What's more, by viewing this universe in two dimensions, he found a way to make the increasingly popular idea of string theory — a broad framework in which the basic building blocks of the universe are one-dimensional strings, rather than particles — jibe neatly with the well-established laws of particle physics.

And even more importantly, by doing so, he united two hugely important, disparate concepts in physics under one theoretical framework. "The holographic principle connected the theory of gravity to theories of particle physics," Maldacena says.

Combining these two fundamental ideas into a single coherent theory (often called quantum gravity) remains one of the holy grails of physics. So the holographic principle making it possible in this hypothetical universe was a big deal.

Of course, all of this is still quite different from saying that our actual universe — not this weird hypothetical one — is a hologram.

But could our universe actually be a hologram — or does the idea only apply to hypothetical ones?

That's still a matter of active debate. But there's been some recent theoretical work that suggests the holographic principle might work for our universe too — including a high-profile paper by Austrian and Indian physicists that came out this past May.

Like Maldacena, they also sought to use the principle to find a similarity between the disparate fields of quantum physics and gravitational theory. In our universe, these two theories typically don't align: They predict different results regarding the behavior of any given particle.

But in the new paper, the physicists calculated how these theories would predict the degree of entanglement — the bizarre quantum phenomenon in which the states of two tiny particles can become correlated so that a change to one particle can affect the other, even if they're far away. They found that by viewing one particular model of a flat universe as a hologram, they could indeed get the results of both theories to match up.

Still, even though this was a bit closer to our universe than the one Maldacena had worked with, it was just one particular type of flat space, and their calculations didn't take time into account — just the other three spatial dimensions. What's more, even if this did apply directly to our universe, it'd only show that it's possible it could be a hologram. It wouldn't be hard evidence.

How could we prove that the universe is a hologram?

holometer

Fermilab's Holometer, used in tests that some say could find evidence for the holographic principle. (Fermilab)

The best type of proof would start with some testable prediction made by holographic theory. Experimental physicists could then gather evidence to see if it matches the prediction. For instance, the theory of the Big Bang predicted that we might find some form of remnant energy emanating throughout the universe as a result of the violent expansion 13.8 billion years ago — and in the 1960s, astronomers found exactly that, in the form of the cosmic microwave background.

At the moment, there's no universally agreed-upon test that would provide firm evidence for the idea. Still, some physicists believe that the holographic principle predicts there's a limit to how much information spacetime can contain, because our seemingly 3D spacetime is encoded by limited amounts of 2D information. As Fermilab's Craig Hogan recently put it to Motherboard, "The basic effect is that reality has a limited amount of information, like a Netflix movie when Comcast is not giving you enough bandwidth. So things are a little blurry and jittery."

Hogan and others are using an instrument called a Holomoter to look for this sort of blurriness. It relies on powerful lasers to see whether — at super-small, submicroscopic levels — there's a fundamental limit in the amount of information present in spacetime itself. If there is, they say, it could be evidence that we're living in a hologram.

Still, other physicists, including Susskind, reject the premise of this experiment and say it can't provide any evidence for the holographic principle.

Let's say we prove the universe is a hologram. What would that mean for my everyday life?

Everyday life in a holographic universe. (Shutterstock.com)

Everyday life in a holographic universe. (Shutterstock.com)

In one strict sense, it'd mean little. The same laws of physics you've been living with for your entire life would seem to remain exactly the same. Your house, dog, car, and body would keep appearing as three-dimensional objects, just like they always have.

But in a deeper sense, this discovery would revolutionize our existence on a profound level.

It doesn't matter much for your day-to-day life that the universe was formed 13.8 billion years in a sudden, violent expansion from a single point of matter. But the discovery of the Big Bang is instrumental for our current understanding of the history of the universe and our place within the cosmos.

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Likewise, the bizarre principles of quantum mechanics — like entanglement, in which two distant particles somehow affect each other — don't really change your daily life either. You can't see atoms and don't notice them doing this. But these principles are another basic truth that tells us something utterly unexpected about the fundamental nature of the universe.

Proving the holographic principle would be much the same. Living our normal lives, we probably won't think much about the peculiar, counterintuitive fact that we live in a hologram. But the discovery would serve as an important step toward fully understanding the laws of physics — which dictate every action you've ever taken.

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02 Jul 20:36

Pride

Adam Victor Brandizzi

Am I wrong or is there a pun between "pride" and "parade" here?

I'm sorry, but waiting around for hours just to receive 5 minutes of entertainment is not my idea of fun

*goes back to playing smartphone games*
Expanded from Cheer Up, Emo Kid by XPath Expander.
02 Jul 20:36

Don’t bother the coder

02 Jul 19:18

"[There’s a] frequently misunderstood construction that linguists refer to as the “habitual be.” When..."

Adam Victor Brandizzi

Eu não tinha ideia deste significado, eu entendia tudo errado!

[There’s a] frequently misunderstood construction that linguists refer to as the “habitual be.” When speakers of standard American English hear the statement “He be reading,” they generally take it to mean “He is reading.” But that’s not what it means to a speaker of Black English, for whom “He is reading” refers to what the reader is doing at this moment. “He be reading” refers to what he does habitually, whether or not he’s doing it right now.

D'Jaris Coles, a doctoral student in the communication disorders department, and a member of the African-American English research team, gives the hypothetical example of Billy, a well-behaved kid who doesn’t usually get into fights. One day he encounters some special provocation and starts scuffling with a classmate in the school yard. “It would be correct to say that Billy fights,” Coles explains, “but he don’t be fighting.”

Janice Jackson, another team member who is also working on a Ph.D. in communication disorders, conducted an experiment using pictures of Sesame Street characters to test children’s comprehension of the “habitual be” construction. She showed the kids a picture in which Cookie Monster is sick in bed with no cookies while Elmo stands nearby eating cookies. When she asked, “Who be eating cookies?” white kids tended to point to Elmo while black kids chose Cookie Monster. “But,” Jackson relates, “when I asked, ‘Who is eating cookies?’ the black kids understood that it was Elmo and that it was not the same. That was an important piece of information.” Because those children had grown up with a language whose verb forms differentiate habitual action from currently occuring action (Gaelic also features such a distinction, in addition to a number of West African languages), they were able even at the age of five or six to distinguish between the two.



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SYNERGY - African American English

The Sesame Street study is now a classic in “habitual be” research: here’s the article that it comes from (paywalled, but you can read the abstract and first few pages). 

(via scapetheserpentstongue)

02 Jul 18:27

Saturday Morning Breakfast Cereal - Conspiracy Theory

by admin@smbc-comics.com
02 Jul 18:26

Handmade Ceramic Animal Planters by Cumbuca Chic

by Christopher Jobson
Adam Victor Brandizzi

I saw the photos and thought how I would love to buy that. Then I see it is made by a Brazilian! Wonderful!
...
Then I see the price and get sad again.

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If you’ve been on the hunt for the perfect ceramic capybara planter, look no further. Ceramicist Priscilla Ramos from São Paulo, Brazil, has a fantastic line of animal planters in the form of foxes, whales, anteaters, and yes, even the world’s largest rodent. She’s even working on a sloth! The handmade stoneware pieces are perfect for small succulents or cacti, and you can see more in her shop: Cumbuca Chic. (via NOTCOT)

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02 Jul 18:24

Sabe qual é o seu problema? (partes I e II)

by brunomaron

Essas duas HQ’s foram publicadas na NÉBULA, projeto fodão do queridíssimo Rafael Coutinho que reúne um time de quadrinistas de primeira linha. Confiram porque vale a pena: NÉBULA

papelaria

estorvo


02 Jul 18:22

Namorar também é legal

02 Jul 13:10

As pessoas não têm nenhuma noção sobre maioridade penal, diz professor

SÃO PAULO - O Brasil não tem dados suficientes para iniciar uma discussão profunda sobre a redução da maioridade penal. Essa é a conclusão do economista e professor do Insper João Manoel Pinho de Mello, em meio à evolução do assunto no Congresso, onde deverá ser votado ainda nesta semana. A complexidade da questão da segurança pública em um dos países com as maiores taxas de homicídio no mundo e a polarização da discussão em argumentos apaixonados, segundo ele, também dificulta o debate propositivo por melhorias no sistema.

Formado em Administração Pública pela Fundação Getulio Vargas, com mestrado em Economia pela Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro e PhD em Economia pela Stanford University, João Manoel Pinho de Mello é especialista no tema Economia do Crime, sendo membro afiliado da Academia Brasileira de Ciências e coordenador da America Latina Crime and Policy Network (AL CAPONE) da Latin American and Caribbean Economic Association (LACEA).

Em entrevista ao InfoMoney, o especialista falou sobre os principais aspectos econômicos que envolvem a polêmica discussão da redução da maioridade penal, além de expor ampla bagagem de estudos estrangeiros sobre criminalidade. Confira os principais trechos da conversa:

InfoMoney - A discussão sobre a maioridade penal voltou ao centro da pauta de repente. O que o senhor tem a dizer a respeito?
João Manoel Pinho de Mello - Assim como várias outras discussões de política no Brasil, esta aparece de uma forma atabalhoada na pauta. Não vou fazer grandes elucubrações a respeito das razões pelas quais ela apareceu agora na pauta – poderia muito bem ter aparecido ao longo de muitos anos.

IM - A pressão popular é constante...
JMPM - Pois é. O Brasil mostra um movimento quase ininterrupto, constante para cima, da violência homicida a partir de meados da década de 1980. Alguns períodos de civilidade... A década de 1990 foi terrível. Esse movimento sobe com o Brasil atingindo níveis como 30 homicídios por 100 mil habitantes em meados da década de 2000. Essa pauta poderia ter 10 anos, se você olhar do pico da violência homicida.

IM - Houve redução com o estatuto do desarmamento, não? Uma pontual redução e, depois, uma retomada no crescimento.
JMPM - Se olharmos pelo ponto de vista estritamente estatístico, cego para qualquer teoria ou análise a respeito do que ocorreu no período, vemos um pico mais ou menos em 2004/2005, e aí, ao que parece, estabilização ou leve queda na violência homicida, calculada em nível do país. Há muita heterogeneidade entre os estados nessa dinâmica. As tendências de São Paulo são radicalmente diferentes das tendências que ocorreram no Nordeste.

Esse é um tema muito espinhoso. A primeira coisa que eu vou dizer é muito desanimadora: a verdade nua e crua é que não sabemos nada. Com dados brasileiros, a gente não tem nenhum guia para caminhar.

IM - Como se explica a definição do marco etário que delimita maiores e menores infratores?
JMPM - Do ponto de vista conceitual, se vamos estabelecer um marco arbitrário - em algum momento, sociedades como a nossa escolhem traçar uma coisa arbitrária, enquanto outras escolhem outros procedimentos menos dicotômicos –, o que sabemos é que o marco deve ser algum lugar entre 7 e 30 anos de idade. A maioria das pessoas concordaria com isso, mas não é muito informativo um recorte desses, não resolve nosso problema. Mas só para não fazer um argumento radical, vamos falar algo entre 12 e 25 anos. 18 anos é um ponto focal, porque sempre foi assim. Por que não 17 ou 19? Acho que não tem nada particularmente relevante com relação aos 18 anos exceto uma evidência intuitiva, que hoje a gente sabe relativamente bem, com dados norte-americanos, de qual é a dinâmica da propensão a cometer crime ao longo da vida.

Quando pensamos na propensão em cometer crimes ao longo da vida, essa coisa começa a parecer um pouco menos arbitrária. Aquele corte que fizemos entre 12 e 25 anos começa a ficar muito grande. Quando olhamos esse indicador, percebemos que ele muito flat, mas que começa a subir levemente a partir dos 14 anos. 16 e 17 anos já são idades razoavelmente criminogências e vão alcançar o pico lá por 21 ou 22 anos. Depois, fica estável e cai.

Evidentemente, a dinâmica da propensão a cometer crimes não é exógena. Ela depende de quando você estabelece a maioridade penal, é claro. Porque alguma diferença no tratamento pode fazer diferença nessa variável.

IM - Quais são as bases estatísticas que temos sobre isso?
JMPM - Vamos separar a discussão em três fatores: incapacitação, dissuasão genérica e dissuasão específica (o mesmo que reincidência). Por que você pune maiores e menores, do ponto de vista econômico (já que, do ponto de vista filosófico, pode haver uma série de razões: vingança, resposta à sociedade etc.)? Uma coisa que você pode fazer ao punir é incapacitar um criminoso. Ou seja, tirá-lo do convívio social para que ele não cometa mais crime. Para adultos, há uma tonelada de evidências – tanto europeias como americanas - de que incapacitação é um fator importante. Daí a nós queremos usá-lo é outra coisa.

O segundo fator é o mais conhecido, que chamamos de dissuasão genérica. Por exemplo: se eu for pego, serei punido por determinado castigo e isso pode me dissuadir de cometer determinado crime. E dissuasão específica é o fato de que, suponhamos, eu te coloquei na cadeia e isso fará com que você cometa menos crime no futuro.

O que nós sabemos com dados americanos? Do ponto de vista da reincidência, colocar na cadeia é ruim. A probabilidade de você reincidir, nesse caso, é alta. Há papers bem feitos com base em experimentação que dizia assim: eu jogo uma moedinha para cima e mando você para a cadeia e eu saio, por exemplo, com tornozeleira. E a probabilidade de eu reincidir vai ser menor que a sua. Poderia ser bom. Tem, inclusive, um paper bem feito para o Uruguai, sobre menores de idade, que diz o contrário. Mas a absoluta maioria da literatura diz que mandar para a cadeia não é a coisa mais inteligente do ponto de vista de reincidência específica. Esses pontos valem para menores e maiores.

IM - E sobre dissuasão genérica, o que se sabe?
JMPM - Existe razoável evidência na literatura de economia do crime de que reincidência genérica tem efeito. Pode não ser enorme, mas tem. Então, a gente incapacita ou pune mais talvez por uma razão de reincidência genérica. Enquanto isso, não queremos colocar na cadeia por conta da reincidência específica.

No caso de menores, há uma evidência mais forte do ponto de vista de reincidência específica, que é: se você colocar menor em um sistema precário de correção, aumenta a chance de ele reincidir. E tem uma razão para isso ser mais forte com essa categoria: menor de idade (digamos entre 15 e 20 anos) é mais influenciável, está passando por uma fase importante em escolha ocupacional.

Mas isso não quer dizer que a gente não deva ou queira discutir o nível de punição que atribuímos ao jovem de 17 anos. Essa é uma idade criminogênica, e, por uma razão de dissuasão genérica, talvez a gente possa muito bem chegar à conclusão de que as penas são baixas nessa faixa etária no Brasil. O fato é que não sabemos e não temos ciência para dizer se o aumento dessas penas teria algum efeito sobre o crime.

Acho que a maneira mais construtiva de caminhar seria: em primeiro lugar, os órgãos públicos responsáveis fazerem um esforço enorme sistemático de coleta e disponibilização de dados para que possamos pelo menos tentar ter alguma ciência a respeito do problema para nos guiar. Estamos totalmente cegos. Você sempre faz política pública com mapinha? Não. Você precisa de GPS? Idealmente, sim, mas, na prática, não, porque o mundo é imperfeito. Mas, nesse caso, não é que não temos GPS, é biruta total. A gente não sabe nada. Precisamos, primeiro, reconhecer e fazer um esforço para conhecer melhor o problema.

IM - Seria aquela questão de François Bourdignon sobre a mensuração de políticas públicas?
JMPM - Sim. No Brasil, estamos no padrão madeira – na verdade, compensado; nem madeira é. Dito isso, vamos admitir nossa ignorância, e, já que não sabemos, a única coisa que pode nos guiar é um pouco de bom senso, e, obviamente, olhar para o que apareceu de evidência no exterior. A gente sabe que prisão perpétua não é um grande dissuasor. Como não? Se eu te disser que, se você atravessar a rua fora da faixa de pedestres, vou coloca-lo na cadeia, isso obviamente irá dissuadi-lo.

O que quero dizer é: em relação a 30 anos de cadeia, prisão perpétua, para a maioria das pessoas, não faz muita diferença. Para alguém de 30 anos, vai fazer muito pouca. Para um jovem de 15 pode fazer? Pode... Mas existe uma evidência na literatura de que os jovens são meio míopes e impacientes demais, descontam hiperbolicamente o futuro. Para um cara de 16 anos, 30 anos pode ser quase a vida toda. Então, a gente sabe que pegar uma pena e aumenta-la de 30 anos para 40, provavelmente não haverá muito efeito. Temos alguma intuição e evidências nos EUA de que pena de morte e prisão perpétua não são grandes dissuasores. Agora, aumentar a pena de 2 anos para 5, o bom senso sugere que pode haver algum efeito sobre dissuasão genérica.

IM - E aquela questão da punição diferenciada em crimes hediondos cometidos por menores?
JMPM - Temos pouca ciência para nos guiar. Essa seria uma resposta à sociedade. Em casos de crimes hediondos, precisamos pensar no tipo Champinha. Um sujeito como aquele teria sido dissuadido se, aos 15 anos... Será que ele fez a conta: eu vou estuprar essa menina e matar, porque, aos 18, vou sair? E se o contrato social com ele fosse ficar 30 anos na cadeia, ele não teria feito? Não sei. Às vezes o cara tem um surto psicológico que, na coisa da dissuasão de crime hediondo, o canal talvez não seja tão forte. No entanto, certamente, para os crimes motivados economicamente, um jovem pode muito bem fazer a conta. Eu não ficaria surpreso se fizesse.

Acho que podemos caminhar no sentido de não mexer com a coisa dos 18 anos, porque é vespeiro, já estamos com uma bússola muito doida. Mas, se achamos que as penas são muito curtas aqui e o bom senso talvez possa sugerir, podemos pensar em alongar um pouco a pena. Isso pode fazer diferença, mas não deixa de ser percepção, tentando usar o bomsensonomics. A gente não tem evidência dura.

Podemos alargar a pena e tratá-lo como menor. Ou seja: não joga o cara aos leões do sistema carcerário brasileiro, que é horrível. Muita gente vai criticar: “ah, vai ficar marmanjo de 22 anos sendo tratado no regime especial?”. É, porque esse é o contrato com ele. Se eu for alongar a pena, é melhor deixa-lo lá do que jogar no sistema carcerário normal e, aí sim, quase me assegurar que esse cara vai reincidir.

Se eu precisasse dar uma opinião, o que me sinto pouco cômodo em fazer pela pouca ciência que temos é: melhor não mexermos no vespeiro dos 18 anos, porque aí você vai jogar todo mundo para o outro lado. Eu sou conservador neste caso. É melhor deixar como está já que não sabemos. Nada garante que não vá piorar. Podemos jogar para uma carreira criminosa um monte de jovens, que, na margem, poderiam ir para um lado ou outro.

Do ponto de vista de reincidência específica, temos uma ideia razoável de que não funciona muito bem. Do ponto da dissuasão genérica, é possível que a gente esteja punindo muito pouco uma faixa específica. Se você olhar a criminogenia, a coisa séria mesmo é a partir dos 16.

No Brasil, ficar preso 10 anos por homicídio é um feito, pouca gente fica. Tem esses casos famosos só, como Suzane Von Richthofen... Eu uso a história do Champinha para ilustrar o seguinte: parece-me óbvio que um jovem de 17 anos cometer exatamente o mesmo crime que um jovem de 18, o primeiro vai ser mais castigado. Mas isso às vezes nem sempre é verdade para os crimes hediondos. Como esse jovem tem a questão do laudo e nem a pena específica, ele pode ficar lá por muito tempo até ter o parecer de psicólogos.

IM - Em maio, em entrevista ao InfoMoney, o diretor do Ipea, Daniel Cerqueira (que foi seu orientando de doutorado), apresentou uma tese de que, em muitos casos, sobretudo de crimes hediondos, a punição para menores não é maior do que a de adultos.
JMPM - Acho válido o paralelo do Daniel. Estou muito mais interessado, na verdade, não nos crimes hediondos, mas em ocorrências como assalto à mão armada. Neste, por exemplo, o menor que sai com arma, assalta alguém no semáforo e é pego, quando bater 18 anos, é solto. Esse sujeito, se fosse tratado como adulto, muito provavelmente teria uma pena mais longa. Mas, de novo: não sabemos isso. Temos que pegar casos parecidos nas diferentes categorias: aos 17 anos e 11 meses e 18 anos e 1 mês. Apesar das variáveis envolvidas, em tese, daria para fazer esse experimento.

Lembra-se da história do dado cuja paternidade é desconhecida, o dado bastardo? Aquele que mostrava que apenas 0,7% dos homicídios são cometidos por jovens entre 16 e 18 anos. Esse dado virou órfão. A paternidade é desconhecida agora.

IM - De quanto seria, na verdade? Vocês têm esse número?
JMPM - O melhor número que poderíamos chutar é algo em torno de 10%. A chance desse dado de 0,7% estar certo é zero. Como você faria essa conta? O jeito certo é ir no Judiciário e contar. A gente teria a conta de quantos homicídios que foram cometidos e nós esclarecemos foram cometidos por menores – o que não quer dizer quantos homicídios. Nos EUA, essa é uma boa conta, porque eles esclarecem uma fração enorme dos homicídios.

Mas aqui ela não parece tão eficaz, uma vez que você imaginaria, por exemplo, que um jovem de 17 anos é mais descuidado do que um adulto de 27 anos. Então, você imaginaria que a taxa de esclarecimento é maior entre os jovens – o que enviesaria o dado. Mas a gente não sabe.

Uma proxy seria você olhar para a taxa de vitimização. Nos EUA, validaram esses dados – mas não sabemos se valeria para o Brasil. Eles se correlacionam bem com o que queremos descobrir. Porque, em geral, a propensão que você tem para cometer crime vai aumentar a propensão que você ser vitimado pelo mesmo crime. O que quero dizer? Eu não fico na esquina vendendo crack. Se eu ficasse, a chance de matar ou morrer seria maior.

O bacana desse dado é que ele mitiga os efeitos do descuido do jovem. No caso de ser morto, a diferença no cuidado tende a ser menor. Olhando para esse dado, ele dá uns 10%, entre 16 e 18 anos, por homicídios cometidos. Mas é chute isso.

IM - Uma das argumentações contrárias à redução da maioridade penal é que ela traria implicações maiores na desigualdade, já que pobres e negros tenderiam a ser mais afetados. Qual é a sua visão sobre isso?
JMPM - Não gosto desse argumento. Vou inverter: então, quer dizer que temos que ser mais lenientes com um maior negro porque ele é negro e foi discriminado? Ou um maior pobre porque ele é pobre e foi discriminado? Acho difícil de vender essa ideia. O sistema penal brasileiro deve ser perpetuador senão agravador da desigualdade mesmo. Não duvido que seja. Mas temos que resolver as desigualdades em outro lugar, não no sistema penal.

IM - Tendo em vista a possibilidade de a reincidência do menor aumentar se ele for colocado com presos adultos, quais seriam os efeitos econômicos que os senhores conseguem estimar?
JMPM - Teríamos perdas de bem-estar. Se a reincidência aumenta mesmo, haveria mais gastos com o sistema carcerário, tirar-se-iam pessoas do mercado de trabalho, induzindo-as a um caminho de carreira que não é exatamente produtivo para a sociedade. Quanto isso vai se materializar em homicídios, é difícil saber.

IM - A questão da maioridade penal pode estar sendo uma espécie de bode expiatório de todos os problemas envolvendo criminalidade?
JMPM - Acho que sim. É uma resposta que você pode dar à sociedade. Mas a outra resposta é criar uma carreira decente de policial (como se fez para a educação), fazer coisas de longo prazo, poder demitir policial, poder usar a carreira como premiação, criar sistemas de inteligência, coisas que funcionaram em intervenções locais. Não há razões para pensarmos que não iria funcionar aqui. Mas isso demora, custa muito dinheiro no curto prazo.

IM - Esse é o preço que pagamos por não termos discutido segurança pública por todos esses anos?
JMPM - Um pouco. Acaba se manifestando desta forma. O custo de ter negligenciado e não ter fomentado a construção de conhecimento em segurança pública. Se você for pegar dos fenômenos sociais da América Latina, um dos mais importantes e custosos é segurança. Se você perguntar para a maioria em enquetes, segurança pública vai estar sempre lá em cima. No entanto, este é um dos temas mais subestudados. Como fenômeno social, há uma discrepância.

Acho que isso não nos condena, mas aumenta a chance de não produzirmos intervenções que poderiam ser efetivas. Quem tentou fazer combate a hotspot [áreas com maior concentração de registros de crimes ou contravenções] na América Latina? Quase ninguém. No Brasil, ninguém. Coisas que não são validadas por dados brasileiros, mas que contam com uma tonelada de evidências lá fora que funcionam. Mas a gente não fez, então a resposta pode ser canalizada da forma atual.

IM - Algum ponto que não tratamos na entrevista e o senhor gostaria de tratar?
JMPM - Eu sei que a resposta de não mexer muito nas regras sai um pouco pela tangente. De novo: se esperarmos ter GPS para fazer política pública, provavelmente não faríamos nenhuma. Mas entre ter GPS e não ter absolutamente nenhuma noção, alguma coisa no meio deveria ser razoável. Quando falamos de maioridade penal no Brasil, não temos nenhuma noção. E dois lados. As pessoas falam de orelhada. E aí vão citar casos específicos para fazer argumentos, mas é um truque retórico. A gente sabe como seria se aumentássemos a pena de assalto a mão armada se a pena dele aos 17 anos subisse de 1 para 5 anos? Não. Pode ter um efeito de dissuasão genérica enorme, assim como pode não ter nenhum. Esse é o drama e é isso que torna a discussão muito esquisita de seguir.

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02 Jul 10:39

Venus, Jupiter, and Noctilucent Clouds

Discover the cosmos! Each day a different image or photograph of our fascinating universe is featured, along with a brief explanation written by a professional astronomer.

2015 July 1
See Explanation.  Clicking on the picture will download
 the highest resolution version available.

Venus, Jupiter, and Noctilucent Clouds
Image Credit & Copyright: Petr Horálek

Explanation: Have you seen the passing planets yet? Today the planets Jupiter and Venus pass within half a degree of each other as seen from Earth. This conjunction, visible all over the world, is quite easy to see -- just look to the west shortly after sunset. The brightest objects visible above the horizon will be Venus and Jupiter, with Venus being the brighter of the two. Featured above, the closing planets were captured two nights ago in a sunset sky graced also by high-level noctilucent clouds. In the foreground, the astrophotographer's sister takes in the vista from a bank of the Sec Reservoir in the Czech Republic. She reported this as the first time she has seen noctilucent clouds. Jupiter and Venus will appear even closer together tonight and will continue to be visible in the same part of the sky until mid-August.

Tonight: See Venus & Jupiter together after sunset
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02 Jul 10:36

Flickering I roam(OR: Peripheral Neuropathy From G-Force...

















Flickering I roam

(OR: Peripheral Neuropathy From G-Force Trauma)


“A flask I drink of sober tea 
while relay cameras monitor me

And the buzz surrounds, it does
(buzz surrounds, buzz surrounds)

A flask, I drink a sober tea 
‘Till daylight sends me home

Flickering I roam.”

From Group Four by Massive Attack 
1998

www.simonstalenhag.se

01 Jul 23:46

I’ve come a long way.image | twitter | facebook











I’ve come a long way.

image | twitter | facebook

01 Jul 23:41

Under fire, Stuart Palley


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Under fire, Stuart Palley

01 Jul 21:10

Questions for the Ghost

01 Jul 20:41

Viva Intensamente # 214

01 Jul 20:41

The Perfect Idea

by Grant

Incidental Comics posters are available at my shop.
01 Jul 20:40

Free Ride: A Crow Catches a Lift on the Back of a Bald Eagle

by Christopher Jobson

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Photographer Phoo Chan has seen more than his fair share of spectacular moments while photographing birds and other wildlife around his home in California, but perhaps nothing will ever top what he witnessed last spring while shooting near Kitsap, Washington: a crow riding atop a bald eagle. It only lasted for a few seconds, but Chan managed to capture the entire encounter on film. He shares about the image:

Crows are known for aggressively harassing other raptors that are much bigger in size when spotted in their territories and usually these ‘intruders’ simply retreat without much fuss. However, in this frame the crow did not seem to harass the bald eagle at such close proximity and neither did the bald eagle seem to mind the crow’s presence invading its personal space. What made it even more bizarre was that the crow even made a brief stop on the back of the eagle as if it was taking a free scenic ride and the eagle simply obliged.

You can see more of Chan’s bird photography on 500px and Flickr. (via Bored Panda, @pourmecoffee, Stellar)

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01 Jul 14:21

I found a pun that works in both English and Spanish

by burningfp
Adam Victor Brandizzi

Si, pero usted quería preguntar *a dónde* van los gatos, ¿no?

ravenstagsmooches:

Where do cats go when they die? Purrgatory.

¿De dónde van los gatos cuando mueren? Purgatorio.