




A maior parte do tempo a gente não pensa muito Nele, mas sem o Sol nossa vida seria bem incômoda, só não seria impossível porque temos o STEAM. Mesmo assim ele está longe de ser a entidade pacífica e benevolente que foi divinizada por tantas culturas. Nosso planeta inteiro sobrevive de uma fração ínfima da energia emitida pelo Sol.
Pense bem: a qualquer momento metade da Terra está recebendo luz solar. Isso dá uns 260 milhões de km². Parece muito, mas pense que o Sol está a 150 milhões de km, emitindo energia para todos os lados. Olhe pra sua unha. Imagine que ela é todo um planeta e depende da luz da lâmpada no teto. Mas SÓ da luz que incide na unha.
Mesmo só pegando uma rebarba, é mais energia do que precisamos, e o Sol tem energia de sobra. Algumas vezes ele demonstra isso de forma dramática, como nas explosões solares, ejeções de massa e, no caso, erupção em filamento. Quando o campo magnético de parte do Sol se alinha, é formado um arco de plasma a mais de 1 milhão de graus que é ejetado em velocidades que podem chegar a 1% da velocidade da luz, ou mais de 3.200 km/s.
O resultado é lindo mas assustador, como registrou a sonda Solar Dynamics Observatory, que monitora e envia em tempo real informações sobre o “clima” solar.
O SDO flagrou uma erupção em filamento com mais de 300 mil km de comprimento. A escala é difícil de compreender. Em uma ponta estaria a Terra, na outra, a Lua. A Apollo levaria 3 dias para percorrer o filamento, e no ponto extremo, se você olhasse para a outra ponta estaria vendo a luz de mais de 1 s no passado.
Em Contato a personagem de Jodie Foster, maravilhada com o Cosmos diz que deveriam ter mandado um poeta. Eu discordo. Eventos de escala cósmica assim só são bem descritos em quadrinhos. Deveriam mandar o Stan Lee. Veja:
Fonte: BA.
The post É como testemunhar o nascimento da Fênix appeared first on Meio Bit.
Albener Pessoaom nom nom
You haven’t lived until you try all of these!

What is it: Little raindrops of fried goodness usually filled with chicken and a very creamy cheese called "catupiry."
Tastes like: A fried mac 'n' cheese ball, sans noodles, plus chicken.
Conclusion: Why don't these exist in the U.S.?
Get a recipe here.

What is it: Chocolate truffles made with condensed milk instead of cream and covered in chocolate sprinkles.
Tastes like: A Nutella ball sprinkled with chocolate.
Conclusion: You've been missing out on chocolate rolled into balls for far too long.
Get a recipe here.

What is it: Little rolls of bread with cheese baked into it.
Tastes like: Yup, little rolls of bread with cheese baked into it.
Conclusion: You'll never eat regular bread again.
Get a recipe here.

What is it: Fried cassava flour. It can include egg, bacon, and other add-ons. It's usually sprinkled over rice and beans.
Tastes like: Nothing you've ever tasted. Come on, it's fried cassava flour, but it's still DELICIOUS!
Conclusion: Hands down: Cassava flour is tastier than regular flour.
Get a recipe here.
Albener PessoaI liked it
This article talks about applications in retail, but the possibilities are endless.
Every smartphone these days comes equipped with a WiFi card. When the card is on and looking for networks to join, it's detectable by local routers. In your home, the router connects to your device, and then voila you have the Internet on your phone. But in a retail environment, other in-store equipment can pick up your WiFi card, learn your device's unique ID number and use it to keep tabs on that device over time as you move through the store.This gives offline companies the power to get incredibly specific data about how their customers behave. You could say it's the physical version of what Web-based vendors have spent millions of dollars trying to perfect the science of behavioral tracking.
Basically, the system is using the MAC address to identify individual devices. Another article on the system is here.
Lembram quando Dave Hakkens, um designer (não podia ser diferente) apresentou o conceito impossível do Phoneblok? Apesar da ideia ser muito interessante (você poderia montar um smartphone com módulos, colocando o que você quisesse nele), para variar ele ignorou a realidade com um produto que não tem previsão de sair do papel pelos próximos dez anos, algo que ele próprio admitiu. Os motivos são muitos, e o Matheus já destrinchou o assunto aqui.
Entretanto uma empresa teve a mesma ideia e estaria trabalhando nela há pelo menos um ano: a Motorola. Ela anunciou o Project Ara, cuja missão é criar smartphones modulares tal como Hakkens idealizou, tanto é que ele se uniu à empresa para tornar o produto uma realidade. Mas serão mesmo capaz disso?
A princípio a ideia da Motorolaé “fazer pelo hardware o que o Android fez pelo software”: vários fabricantes participariam do projeto, fornecendo componentes que seriam integrados da forma que o consumidor quiser, desde uma tela maior ou uma menor e um teclado físico, uma bateria mais potente e processador parrudo para jogos um conjunto mais modesto, uma configuração focada na câmera para melhorar a qualidade das fotos e por aí vai. O conjunto consiste de um “endoesqueleto” e os módulos, que seriam encaixados tal como o Phoneblok, como se fossem peças de LEGO.
E é exatamente aí que mora o problema. Caso a Motorola fosse a única fabricante envolvida ainda vá lá, mas um sem número de empresas fabricando componentes compatíveis é um convite ao desastre. O que funciona num PC não se aplica a smartphones pelo simples motivo que o principal componente, a placa-mãe é uma peça única, o que não ocorre aqui. Componentes num só conjunto e o mais próximo possível uns dos outros são essenciais para manter a velocidade de transmissão de dados nas alturas. Módulos separados dependeriam de conectores padronizados e pior: a performance da memória cache para fazer tudo funcionar de acordo teria que ser absurda, o que elevaria e muito o preço. O resultado seria um aparelho caríssimo, que gastaria muito mais energia e com performance aquém de qualquer outro aparelho convencional.
Se a Motorola fosse a única envolvida o cenário melhoraria, mas não muito: ainda que ela detivesse um padrão único e excelência de fabricação dos módulos, a menor diferença de distância entre um componente e outro já influi na velocidade dos dados. Por mais bem fabricado que seja, um módulo não se comunicará na mesma velocidade que um componente integrado. Enfim, a Motorola está tão empolgada que já abriu inscrições para interessados que desejem ajudar no desenvolvimento. A previsão é de apresentar um Alpha do MDK (Module Developer’s Kit) ainda durante o inverno do hemisfério norte.
Apesar da ideia ser legal, é um fato que ao menos para agora o Project Ara não passa de um produto-conceito, sem nenhum pé na realidade. Talvez daqui a uma década nossa tecnologia tenha avançado ao ponto de permitir que a comunicação entre módulos seja mais rápida, mas para um futuro mais imediato, eu não creio que seja possível.
Fonte: Mashable.
The post Project Ara: seria a Motorola capaz de criar o tal do LEGOphone? [Spoiler: não] appeared first on Meio Bit.

The world of the incredibly small is also the world of the incredibly cool. Check out the winners of this year's Small World Photomicrography Competition.

Modern GIFs may make the Internet a more animated place, but they're no match for the sublime weirdness of 19th-century animations. While some are graceful mini-movies of people and animals, others seem pulled from some truly surreal nightmares.

If you search for common terms like “web”, “SMS”, or “movies” in the iOS 7 App Store you’ll see special search results for Apple apps like Safari, Messages, and iTunes with a large icon, a description, and a link to learn more or open an app (such as Safari). These results appear on the App Store for iOS 7 devices (I wasn’t able to display them on a Mac using iTunes) and, in my tests, they also worked for queries like “browser”, “messages”, “cloud”, “internet”, “Siri”, and “text”. I’ve tried several other queries, but I couldn’t see results for other apps like Reminders, Calendars, Mail, Photos, Music, or Notes.Depending on the app or service showing up as the result, users can either directly open the app or be directed to pages on Apple's site to learn more.
Western Digital has emailed customers warning them about possible data loss when connecting external hard drives to Macs with OS X Mavericks installed.Dear WD Registered Customer,Most of the complaints seem to center around Western Digital drives, but the company does say other drives could have issues as well.
As a valued WD customer we want to make you aware of new reports of Western Digital and other external HDD products experiencing data loss when updating to Apple's OS X Mavericks (10.9). WD is urgently investigating these reports and the possible connection to the WD Drive Manager, WD Raid Manager and WD SmartWare software applications. Until the issue is understood and the cause identified, WD strongly urges our customers to uninstall these software applications before updating to OS X Mavericks (10.9), or delay upgrading. If you have already upgraded to Mavericks, WD recommends that you remove these applications and restart your computer.
The WD Drive Manager, WD Raid Manager, and WD SmartWare software applications are not new and have been available from WD for many years, however solely as a precaution WD has removed these applications from our website as we investigate this issue.
Sincerely,
Western Digital

Calma, não é bem por aí. Estamos falando de uma nova arma de espionagem! Depois que a CIA tentou criar adoráveis espiões felinos em um projeto que custou US$ 20 milhões, culminando na conclusão de que gatos tem outros interesses que não este tipo de emprego, os militares americanos agora buscam um meio mais controlável e confiável. Sim, uma pedra.
Assim, pensando de forma imediata, uma pedra não parece ser lá o melhor dos espiões do mundo. Além de ser imóvel (a não ser que alguém resolva arremessá-la), existe ainda o termo do próprio inglês que diz: “Burro feito uma pedra” (Dumb as a rock). Por outro lado, uma rocha é onipresente, imperceptível, e não larga o posto pra correr atrás de um rato.
A Lockheed Martin, uma empresa de tecnologia avançada com estudos de defesa e segurança aeroespacial, desenvolveu uma rede de vigilância chamada Self-Powered Ad-hoc Network (SPAN. Não confundir com SPAM). Trata-se de uma rede sem fio, com auto-alimentação de energia, que conta com dispositivos pequenos o suficiente para caber em uma pequena pedra falsa. Com cor, textura, padrão de formato e tudo mais.
Em filmes americanos a gente costuma ver os personagens escondendo uma chave reserva de casa embaixo de uma pedra no quintal, certo? Então, é mais ou menos isso que o Exército está fazendo, em uma escala muito maior.
Os sensores se organizam, conversam automaticamente entre si e podem realizar uma série de tarefas quando ativados, como ligar uma câmera ou, veja só, acionar um drone que esteja nas proximidades. Eles possuem um custo de produção bem baixo, o que significa que os militares poderiam espalhá-los aos montes. E até esquecê-los lá, vai saber. Ao menos até que um deles seja ativado pelos sensores.
Acredito que o pensamento predominante na criação de sistemas de coleta invisível de informações ainda seja o desenvolvimento de veículos aéreos não tripulados. Mas o que pode ser mais discreto que uma pedra? Talvez, nenhuma pedra? Ok, nenhuma pedra. Mas não é nada complicado fazer uma pedra se tornar “invisível“, convenhamos.
Ainda não está claro quando nem onde esta rede será colocada em atividade. Afinal, estamos falando de um serviço de espionagem e não faria sentido publicar tais localizações. Eu aposto em uma competição entre crianças, de arremessos de pedras pra ver quem atira mais longe. Ou empresas de construção civil com carregamentos de pedras sendo espalhados sem que ninguém perceba que uma delas é na verdade um aparato de espionagem. Nunca se sabe.
A pergunta que eu faço é: O que impediria os EUA de usar pedras no seu jardim para espionagem do seu bairro. De sua cidade? De seu país? Ahhh… os EUA não fariam uma coisa dessa, certo? ![]()
Fonte: Wired.
The post Nova arma do Exército dos Estados Unidos: uma pedra! appeared first on Meio Bit.

De todas as naves espaciais sendo desenvolvidas por empresas privadas, a Dream Chaser é a que mais se parece com a idéia que temos de uma nave espacial. TODO o mérito pra Orbital, mas a Cygnus parece uma lata de lixo. A Dragon é bem mais bonita, mas não voa, cai com estilo.
A Dream Chaser, embora tecnicamente caia com estilo também, pois vem planando, é pensada desde o começo para levar humanos, e promete um vôo bem mais suave, com aceleração na descida de no máximo 1,5 G. Qualquer montanha russa decente supera isso.
Ela levará até 7 passageiros, e claro que com 9 metros de comprimento não será capaz de levar um Hubble como o ônibus Espacial, mas também não custará US$ 1,5 bilhão por lançamento igual ao irmão maior.
Uma das novidades do Dream Chaser, e que não faz o menor sentido para gente normal como nós, é que para reduzir peso, ela não tem… roda da frente, só um ski esquisito.
Estranhamente não foi ele que deu defeito, no vôo de teste dessa semana, mas o trem de pouso da esquerda. A nave foi solta de um helicóptero, começou a planar e veio pianinho, guiada pelo piloto automático, alinhou-se com a cabeceira da pista, mas aí desastre. O ski desceu, a roda direita idem. A da esquerda, necas.
Pode ter sido um milhão de coisas, muito provavelmente algum erro idiota, um estagiário que esqueceu de tirar uma trava, ou o estagiário no compartimento de carga que não girou a manivela na hora certa.
O fato é que a pobre nave, se me permitem a terminologia altamente técnica, esborrachou-se na pista. Infelizmente o pessoal da empresa só liberou o vídeo até o momento em que o trem de pouso não baixa, perdemos toda a parte suculenta.
Como é crueldade deixar vocês assim chupando dedo, imagine que foi algo tão espetacular quando o acidente da aeronave de testes M2-F2 da NASA, que em 1967 experimentava com o conceito de lifting body, quando toda a fuselagem produz sustentação aerodinâmica.
Era o 16º vôo, mas um helicóptero estava fora de posição, forçando o piloto a se desviar, perdendo velocidade demais e caindo quando ainda estava a 3 m de altura. O acidente foi espetacular, claramente mortal para qualquer mortal:
Contra todas as expectativas, o piloto, Bruce Peterson, sobreviveu. Passou um bom tempo no hospital, enquanto isso os engenheiros calcularam que o arrasto causado por suas imensas bolas de bronze garantiram a desaceleração e salvaram sua vida.
O acidente foi usado na abertura do seriado O Homem de 6 Milhões de Dólares, mas ao contrário de Steve Austin, Bruce não ganhou membros biônicos, acabou pegando uma infecção no hospital e perdeu um olho. Como compensação foi nomeado diretor da S.H.I.E.L.D.

The post Teste com nave reutilizável foi um sucesso, exceto na parte que não funcionou appeared first on Meio Bit.

Um dos truques mais descarados dos roteiristas de quadrinhos era mostrar um vilão fugindo do Batman, ele tendo sido aparentemente enganado, somente para dizer “ahá, mas faz tudo parte do plano, sem ele perceber instalei um bat-sinalizador!”. Em seguida é mostrada a imagem de algo com forma morcegosa, piscando e fazendo barulho, como todo bom sinalizador disfarçado deve ser.
Essa tecnologia existe, mas na vida real, assim como bombas não têm contadores digitais, sinalizadores não fazem bip com LEDs piscando. E são mais complicados de instalar. Mesmo assim, são bem úteis, como o desenvolvido pela empresa StarChase, e agora em testes em vários departamentos de polícia nos EUA.
Como todo mundo que acompanha World’s Wildest Police Videos sabe, toda contravenção nos EUA desemboca em uma perseguição de carros, e isso é péssimo, vide as 7.892 velhinhas que o Batman cortou ao meio desde que começou a usar aquele bat-cabo pra fazer curvas fechadas. Na enorme maioria dos casos o crime não justifica colocar a população em risco perseguindo o criminoso, e nem todo departamento de polícia local tem verba pra manter helicópteros no ar. A tecnologia da StarChase resolve esse problema.
Os caras criaram um kit de US$ 5 mil que é instalado na frente do carro dos meganhas. No melhor estilo cruzado-embuçado, um painel abre e uma mira a laser ajuda a acertar, no fiofó do carro do suspeito um transponder com GPS, que transmite continuamente a posição do carro. Com isso os canas podem tirar o pé do acelerador, o imbecil fugitivo acha que se safou e vai pra casa, onde alguns minutos depois receberá visitas bem especiais.
Aqui o negócio em ação:
Claro, o sujeito pode abandonar o carro, perceber o transponder, mas nenhuma solução é perfeita. O importante é que essa tecnologia evita arriscar vidas inocentes e é um bom paliativo até a Boston Dynamics desenvolver um ED-209.
O lado ruim é que deixaremos de ter vídeos épicos como este aqui.
The post Polícia perseguirá criminosos usando o truque mais velho do Batman appeared first on Meio Bit.

One of the things we love about technology is how fast it moves. New products and new services are solving our problems all the time, improving our connectivity and user experience on a nigh-daily basis.
But underneath sit the technologies that just keep hanging on. Every flesh wound, every injury, every rupture of their carcass levied by a new device or new method of doing things doesn't merit even so much as a flinch from them. They keep moving, slowly but surely, eating away at our livelihoods. They are the undead of the technology world, and they're coming for your brains.
Below, you'll find some of technology's more persistent walkers—every time we seem to kill them off, more hordes still clinging to their past relevancy lumber up to distract you. It's about time we lodged an axe in their skulls.
Albener PessoaSifu

2012 was a good year for Prenda Law. The law firm raked in at least $1.9 million by sending thousands of letters alleging that Internet users had illegally downloaded pornographic films.
In August of that year, Prenda was feeling so good about itself that it made a particularly bold move. The law firm actually sued two of the nation's biggest Internet service providers, AT&T and Comcast, frustrated that the ISPs wouldn't hand over subpoenas seeking the identities of some 6,600 people. The bizarrely worded complaint alleged that the ISPs had "aided and abetted" hackers who gained entry to porn websites owned by Lightspeed Media, an adult content company that was then a Prenda client.
But it was really all about discovery—that is, getting the names of users. As AT&T's lawyer explained to the judge:
“It’s huge. Imagine ARM’s most powerful and technologically advanced 64-bits processor built on Intel’s leading-edge fabs. A duo that will be hard to beat,” explains Nathan Brookwood, principal analyst at Insight 64. [...]
“Intel will build Apple's, Qualcomm’s Snapdragon or the Nvidia Tegra for the right price. Now, the question is, are they ready to pay that premium and feed their direct competitor, except for Apple. But that would actually make business sense for everyone,” adds Brookwood.

Albener PessoaAliens !
Ou a Skynet.
Ou a NSA.
Ou o Mossad
Ou bullshit
So sei que eh curioso (via Firehose)

Three years ago, security consultant Dragos Ruiu was in his lab when he noticed something highly unusual: his MacBook Air, on which he had just installed a fresh copy of OS X, spontaneously updated the firmware that helps it boot. Stranger still, when Ruiu then tried to boot the machine off a CD ROM, it refused. He also found that the machine could delete data and undo configuration changes with no prompting. He didn't know it then, but that odd firmware update would become a high-stakes malware mystery that would consume most of his waking hours.
In the following months, Ruiu observed more odd phenomena that seemed straight out of a science-fiction thriller. A computer running the Open BSD operating system also began to modify its settings and delete its data without explanation or prompting. His network transmitted data specific to the Internet's next-generation IPv6 networking protocol, even from computers that were supposed to have IPv6 completely disabled. Strangest of all was the ability of infected machines to transmit small amounts of network data with other infected machines even when their power cords and Ethernet cables were unplugged and their Wi-Fi and Bluetooth cards were removed. Further investigation soon showed that the list of affected operating systems also included multiple variants of Windows and Linux.
"We were like, 'Okay, we're totally owned,'" Ruiu told Ars. "'We have to erase all our systems and start from scratch,' which we did. It was a very painful exercise. I've been suspicious of stuff around here ever since."
Read 26 remaining paragraphs | Comments
Albener PessoaWeird!
No Salão de Tóquio 2013 haverá todo tipo de veículo, até mesmo um caminhão kei car. O veículo é um conceito da Daihatsu com nome muito estranho “FC凸DECK”. O que significa o símbolo não sabemos, mas deverá intrigar os visitantes tanto quanto o mini cavalo-mecânico.
O Daihatsu FC凸DECK tem as mesmas medidas de qualquer kei car, sendo 3,39 m de comprimento e 1,47 de largura, mas a altura é de 1,98 m. Híbrido, o caminhãozinho possui até células de combustível com hidrogênio. A marca japonesa ainda desenvolveu um gerador portátil para o veículo.
Ao lado do Daihatsu FC凸DECK, o fabricante nipônico mostrará também a minivan kei car Deca-Deca, que possui 3,39 m de comprimento, 1,47 de largura e 1,85 de altura. O modelo dispõe de portas traseiras corrediças e bancos com sistema modular de posicionamento.
A noticia Daihatsu FC凸DECK é um conceito de caminhão kei car no Japão foi publicada no site Notícias Automotivas - Carros.
Albener PessoaCool! (via Firehose)
Enable JavaScript to check out our fancy slideshow.
Todd Kent’s daughter Katie—who in previous years dressed as the Avengers and every color in the Lantern Corps—turns Halloween into Wholoween by dressing as the Doctor. All eleven of them. That little Nine jacket is… wait for it… fantastic.
(via Todd Kent on Comic Book Literacy)
Are you following The Mary Sue on Twitter, Facebook, Tumblr, Pinterest, & Google +?