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13 May 16:36

Well done… Well done…



Well done… Well done…

13 May 13:00

‘Copa muda ordenamento jurídico e faz o movimento da exceção’, afirma professor da Faculdade de Direito


Andityas.JPG A realização da Copa do Mundo de futebol no Brasil traz à tona questões que transcendem o esporte ou o espetáculo. Por exemplo, um megaevento como esse é capaz de mudar o ordenamento jurídico do país. A banalização do estado de exceção nas democracias é um dos temas de seminário que está sendo realizado esta semana (13 a 15 de maio) na Faculdade de Direito. E é tratada nesta entrevista [publicada em versão reduzida na edição desta semana do Boletim UFMG] pelo professor de Filosofia do Direito Andityas Soares de Moura Costa Matos, coordenador do grupo de pesquisa O Estado de Exceção no Brasil Contemporâneo.

O que é a Copa da exceção?
Quando se fala em estado de exceção, se pensa em ditadura. Mas esse dualismo é superficial, já que a exceção hoje é uma estratégia das próprias democracias contemporâneas. O Brasil é um bom exemplo. Ainda que aqui se adotem procedimentos constitucionais, existem espaços e momentos em que estruturas autoritárias, sobreviventes de ditaduras ou que têm a ver com formas econômicas excludentes, se infiltram no Estado. E determinam decisões que em nada se coadunam com a ideia de soberania popular e um Estado democrático e igualitário. O governo brasileiro – e não se trata de crítica a qualquer partido ou gestão em particular – valoriza pouco a participação popular e espaços de decisão não oficiais. Por isso, entre outras razões, megaeventos como a Copa do Mundo e as Olimpíadas têm potencial muito grande de trazer à tona situações de exceção.

E como isso acontece?
A Copa do Mundo no Brasil, a mais cara da história, exige gastos de 33 bilhões de dólares. E isso sem qualquer consulta efetiva à sociedade. Será que o povo brasileiro, por mais que ame futebol, escolheria, se consultado, aplicar todo esse dinheiro num evento que vai durar um mês? Um Estado supostamente democrático abriga um evento com a finalidade clara de angariar lucros para uma entidade privada e seus parceiros comerciais sob o simbolismo de que o Brasil é o país do futebol. Para tanto são tomadas várias medidas que vulneram o ordenamento jurídico brasileiro. Esse é o movimento da exceção, com a suspensão da legalidade em função dos interesses econômicos. Por exemplo: a Lei Geral da Copa suspende normas que protegem o idoso, a criança e o adolescente. E revoga a proibição de bebidas alcoólicas nos estádios da Copa.

Algumas mudanças no ordenamento podem permanecer?
É real a possibilidade de que se aprove a tipificação do crime de “terrorismo”. Trata-se de tipo penal aberto, sem delimitadores conceituais claros. Essa nova figura pode ser usada politicamente para demonizar e amedrontar movimentos sociais. Outro exemplo: as normas que suspendem em certas situações a lei de licitações devem continuar no ordenamento. Percebe-se que já não funciona a ideia dos juristas do início do século 20 de que a exceção salvaguardaria uma situação de fato para depois se voltar à normalidade. Ou seja, desapareceu a dialética entre normalidade e exceção, havendo apenas uma espécie de “exceção permanente”.

Há também a questão da remoção de comunidades...
São modificações aparentemente normais, mas que não têm fundamento na normalidade institucional ou na ideia de democracia popular. Grupos sociais foram violentamente removidos de zonas em que se dará a exploração econômica pela Fifa. Comunidades do Rio de Janeiro que não poderiam ser classificadas como favelas caóticas, que se mantinham com nível de qualidade de vida bastante razoável e antigos laços de solidariedade, nas quais havia associações de bairro, comércio, escolas, da noite para o dia foram removidas graças a verdadeiras operações de “higienização urbana”. Outro exemplo cotidiano é a questão da mobilidade. As cidades-sedes teriam seus sistemas de transporte transformados para melhor servir os cidadãos, mas as notícias são de que apenas uma pequena parte dessas obras serão efetivadas.

Pode-se dizer que isso indica novas formas de ação do poder político-econômico?
O poder político-econômico já não adota atitudes visivelmente autoritárias. Ao contrário, vai conquistando espaços em que a legalidade normal não se aplica, sempre com a ajuda de outros poderes, como a mídia, que cria a falsa imagem de uma Copa pacificada, e não de uma situação de exceção. Com esse discurso espetacular de legitimidade, vemos o Brasil sendo colonizado novamente. É como no Descobrimento: chegam os europeus numa caravela, oferecem espelhos e outras quinquilharias aos índios e levam o ouro, o pau-brasil. A semelhança é clara: uma instituição internacional nos oferece um espetáculo, cria uma série de dificuldades no ordenamento jurídico-social, acirra o enfrentamento entre governo e população e assim implanta um novo colonialismo , muito mais requintado porque invisível para a maioria da população.

Fale, por favor, um pouco mais do estado de exceção.
Na doutrina tradicional do Direito Constitucional há pré-requisitos para a decretação do estado de exceção. Se o Estado sofre ameaça grave e urgente, os trâmites decisórios normais precisam ser suspensos. Surgiu na república romana a noção de que em alguns momentos a normalidade não consegue governar. Mas, no mundo contemporâneo, como lembra o [filósofo italiano] Giorgio Agamben, o estado de exceção declarado formalmente segundo regras constitucionais deixou de existir. Somos governados constantemente sob argumentos da urgência e emergência, sem qualquer controle popular. Saindo da Copa: decisões concretas de política econômica no Brasil, como em outros países, raramente são tomadas pelo Parlamento, e sim por órgãos técnicos, geralmente fechados em si, como o Banco Central, sem qualquer participação popular. Há sempre uma situação de emergência, no cenário internacional, por exemplo, que não permite possibilidades de consulta aos cidadãos.

O uso de medidas provisórias se enquadra de certa forma nesse raciocínio?
Sim. A medida provisória é um artifício que foi criado para situações excepcionais e urgentes, mas que não é usada dessa forma. Mantém-se formalmente com uma capa de legalidade, mas não tem legitimidade. Carl Schmitt, autor alemão que não é bem visto em certos círculos acadêmicos porque esteve ligado ao regime nazista, tem uma definição modelar: “soberano é quem decide sobre o estado de exceção”. Assim, o soberano pode não ser aquele que está indicado pela Constituição, mas quem decide efetivamente na última instância. Aproveitando essa ideia, Agamben nota que no mundo contemporâneo temos uma exceção econômica permanente cujo soberano é o poder financeiro privado, o qual, no Brasil, muitas medidas provisórias vêm protegendo há tempos. Sempre que há interesse de grandes corporações, suspende-se a legalidade, ou seja, as normas jurídicas que vigoram na normalidade, e o poder econômico monopolista, sem nenhuma legitimidade, se impõe sobre a comunidade.

Que outros autores tratam do assunto?
Carl Schmitt e Walter Benjamin são autores clássicos. A jornalista canadense Naomi Klein, em seu livro A doutrina do choque, afirma que o capitalismo se aproveita da comoção gerada pelos desastres naturais e artificiais para se desenvolver. Foi assim com o furacão Katrina, em Nova Orleans, e com o tsunami na Ásia. Medidas políticas neoliberais autoritárias foram tomadas depois dessas catástrofes e permanecem ativas até hoje. Sabemos que indivíduos e sociedades não conseguem pensar bem em momentos de crise. É urgente resolver as situações. Assim, grupos dominantes se aproveitam para impor seu poderio econômico, seja usurpando ou escravizando o poder político, o qual promoverá modificações jurídico-sociais que não serão temporárias.

O geógrafo David Harvey, por sua vez, mostra de que forma o capitalismo vê a cidade como mercadoria, e não mais enquanto simples espaço de troca, como dita o pensamento econômico clássico. Locais, situações e pessoas são tratados diferentemente de acordo com a potencialidade de produção de lucro que nelas se percebe. Algumas zonas urbanas recebem “proteção” do Estado, enquanto outras são completamente abandonadas. Outras ainda são reconfiguradas de acordo com a lógica do capital, que é muito mais inteligente que no começo do século passado. No Brasil, por exemplo, o capital explora o sonho dourado de uma Copa de todo mundo. Essa é a forma de dominação na sociedade do espetáculo, como Guy Débord descobriu. Os vínculos de submissão existem, são firmes, mas não estão baseados diretamente na violência ou na coerção, e sim no convencimento das pessoas de que o sistema capitalista é não apenas o melhor, mas o único possível diante da realidade que vivemos. Na sociedade do espetáculo, todo controle é autocontrole.

Antonio Negri e Michael Hardt, no livro Multidão, segundo de uma trilogia, propõem contra a exceção permanente a criação de um novo sujeito político, que não seja mais o povo. Para eles, o povo soberano é uma ideologia homogeneizante e não uma vivência real. Ao contrário, as pessoas que integram a multidão são diferentes entre si, mantendo suas singularidades, mas tendo como projeto comum o aprofundamento da democracia. Nessa linha, nosso grupo de pesquisa tenta repensar conceitos que não funcionam atualmente, mas continuam criando subjetividades submissas, tais como soberania, partidos e representação política. Há uma crise de legitimidade no mundo contemporâneo, e o estado de exceção é sintoma disso. Ele só se instaura porque não há qualquer legitimidade no uso violento que se faz do poder. Cabe a uma democracia radical reconstruir os vínculos sociais tendo em mente essas críticas, profanando o “mundo sagrado” do poder político-econômico capitalista.

Quais são as propostas para se reverter esse quadro?
Temos que trabalhar em várias frentes. Em primeiro lugar, as resistências têm que se dar em rede, já que é assim que se organiza o poder global. Movimentos como o Occupy, nos Estados Unidos, os Indignados espanhóis e as manifestações de junho de 2013, no Brasil, são horizontais, o que é positivo, assim como o fato de não terem uma única bandeira, o que dificulta sua cooptação pelo poder político. Cada vez mais ganha força a ideia de diminuir a distância entre governantes e governados, questionando-se assim estruturas de poder arcaicas que paradoxalmente escondem uma nova forma de poder, que é a econômico-financeira. Trazer essa discussão à tona com a Copa é importante porque ajuda a criar um novo tipo de participação, que não se concentra em partidos ou outras estruturas que aceitam o jogo do capital, mas na tentativa – e não sei exatamente como, temos que viver isso para descobrir – de aproximar as pessoas do poder. O poder não precisa estar separado da sociedade, como ocorre no mundo do Estado e do capital. Quando as pessoas vão para as ruas denunciar a representação política, as hierarquias sociais tradicionais e o poder do dinheiro, elas acabam realizando uma tarefa crítica e mais revolucionária do que se imagina. O poder político-econômico capitalista corre grandes riscos quando as pessoas percebem que ele não é necessário nem eterno.

(Itamar Rigueira Jr.)

12 May 08:35

What if I got a boyfriend?



What if I got a boyfriend?

12 May 10:46

Mentirinhas #634

by Fábio Coala

mentirinhas_625Uma copa para todos.

O post Mentirinhas #634 apareceu primeiro em Mentirinhas.

04 May 19:37

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07 May 00:00

05.07.2014

Cyanide and Happiness, a daily webcomic

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<a href="http://explosm.net/comics/3550/"><img alt="Cyanide and Happiness, a daily webcomic" src="http://www.flashasylum.com/db/files/Comics/Kris/five.png" border=0></a><br />Cyanide & Happiness @ <a href="http://explosm.net">Explosm.net</a>

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24 Apr 00:27

always reblog

Girino

mais ou menos o que ue faço todo dia das 13 as 17h





always reblog

03 May 00:46

Tumblr | 610.png

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28 Apr 15:07

Anésia # 164

27 Apr 20:57

Alternate Universe | 47d.png

47d.png
26 Apr 18:18

tatihc: ESSE POST FOI PRA TANTAS DIREÇÕES.





















tatihc:

ESSE POST FOI PRA TANTAS DIREÇÕES.

28 Apr 04:00

Google Announcement

The less popular 8.8.4.4 is slated for discontinuation.
27 Apr 13:15

Autoliniers: 2014-04-27

by Javyer
23 Apr 04:30

04/21/14 PHD comic: 'An Honest Methods Section'

Piled Higher & Deeper by Jorge Cham
www.phdcomics.com
Click on the title below to read the comic
title: "An Honest Methods Section" - originally published 4/21/2014

For the latest news in PHD Comics, CLICK HERE!

21 Apr 19:00

Otro más, qué triste... por @HumorAbsurder


21 Apr 05:05

Print-only interactive visualization by The Economist

21 Apr 00:00

04.21.2014

Cyanide and Happiness, a daily webcomic

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16 Apr 20:37

[mrlovenstein] (hidden panel)

Girino

Na américa você é livre pra tomar sorvete na hora que quiser!!!!

16 Apr 02:23

At Google, Talking To Coworkers Can Get You Fired

At Google, Talking To Coworkers Can Get You Fired:

cognitivedissonance:

dennisnsantana:

averyterrible:

taylorswifthecreator:

Here’s the story, according to Wilson: outside of regular Googlers and the occasional contractors, there are a number of workers, who are hired to digitze books for Google’s massive Books effort to scan and put online every book. These workers are identified by yellow badges, start at 4am, have their own building and have none of the privileges of regular Googlers (the awesome cafeteria, the shuttles, etc) or even contractors like Wilson. Apparently, these workers even have an instruction on the back of their badges to talk to a manager if anyone tries to talk to them.

Anyway Wilson, who is “interested in issues of class, race, and labor”, noticing these peculiar employees filing out of the building at the same time every day (and noticing that they’re apparently all of color…), asks (and gets) an ok from his manager to film them and go talk to them out of general curiosity.

Since these workers are not allowed to talk to other people, cue a general freakout by Google and by the company employing Wilson (who fear that Google will cut them off if their employees go around doing stuff like that). Long story short, despite apologizing profusely and promising not to do it again, Wilson gets fired.

The guy made a short film about it here

http://www.andrewnormanwilson.com/WorkersGoogleplex.html

our technofuture

cant wait for eric schmidt and justine tunney to save america

Whoa.

15 Apr 13:51

Bitcoin hacks and thefts: The underlying reason

by Arvind Narayanan

Emin Gün Sirer has a fascinating post about how the use of NoSQL caused technical failures that led to the demise of Bitcoin exchanges Flexcoin and Poloniex. But these are only the latest in a long line of hacks of exchanges, other services, and individuals; a wide variety of bugs have been implicated. This suggests that there’s some underlying reason why Bitcoiners keep building systems that get exploited. In this post I’ll examine why.

Let’s step back for a minute and talk about how we keep buildings physically secure. Locks are the first thing that come to mind, but they’re only a small part of the picture. Physical security is not just preventive but also reactive and corrective. We have intrusion-detection systems and ways of going after criminals. In particular, stolen goods are difficult to convert into cash. In the absence of the state and the rule of law, locks by themselves would do little to keep buildings secure.

Software security is exactly like that. Keeping attackers out is only the first line of defense; companies spend as much on intrusion detection. As the Heartbleed bug demonstrates, we don’t have processes that will produce code that’s free of vulnerabilities given the practical constraints of software development. Relying on prevention alone, then, is simply not an option. But the extent to which practical security relies on detection over prevention may be surprising. For example, my colleague Joseph Bonneau has argued that authentication is becoming a machine learning problem. The upshot is that on many or most sites where security matters, stealing a password is not by itself sufficient to impersonate the user.

Perhaps most crucially for e-commerce, banks can reverse fraudulent transactions and law enforcement of digital financial crimes is relatively competent. As a result, stolen passwords and credit card numbers are worth only fractions of a penny on the dollar. Viewed in this context, the role of cryptography and access control is merely to raise the bar sufficiently for attackers so that the risk of getting caught combined with the diminished ability to monetize break-ins skew the economics in favor of the defender.

Bitcoin’s design destroys this delicate balance of prevention, detection, and correction, and puts the entire onus on preventive measures. [*] If an attacker breaks into a server containing private keys, he can steal the bitcoins immediately and irreversibly. Furthermore, a stolen bitcoin is still a bitcoin. [**] While there’s been talk of taint-tracking mechanisms to prevent thieves from cashing out, these haven’t materialized and there are fundamental technical and political difficulties with such proposals.

I suspect that developers of Bitcoin services who are responsible for security consistently and dramatically underestimate what it takes to build a secure Bitcoin service. Coding and operational practices that are perfectly adequate for building a typical e-commerce site turn out to be utterly inadequate for, say, a Bitcoin exchange. Going back to the lock analogy, developers think they need a door lock when in fact they need Fort Knox. And software security as a field has simply not matured to the point where we’re even capable of building systems that rely primarily on preventive technological mechanisms in the face of persistent, financially motivated adversaries.

This analysis suggests that Bitcoin businesses will continue to face a rocky future, considering that the state of software security will not improve overnight. This is why research into techniques like threshold cryptography is so important; these measures can help secure wallets even when the underlying environment is vulnerable. At the same time, perhaps the security needs of the Bitcoin ecosystem will finally provide the kick in the pants needed to improve coding practices, security reviews and audits, adversarial testing, and operational security to the point where we can build systems that are secure by design. If this happens, it will have a huge, lasting, positive impact on the overall state of Internet security.

[*] These differences seem to be largely inherent, but they can be mitigated a little bit by measures such as keeping bitcoins in cold storage.

[**] A recent paper led by Sarah Meiklejohn argues that it currently is difficult for thieves to launder large sums of bitcoins. If this changes, we can expect that the incentives will shift even further in favor of attackers.

Thanks to Joseph Bonneau and Ed Felten for reviewing a draft.

15 Apr 18:26

FBI Uncovers Al-Qaeda Plot To Just Sit Back And Enjoy Collapse Of United States | The Onion

08 Apr 20:22

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11 Apr 18:10

More on Heartbleed

by schneier

This is an update to my earlier post.

Cloudflare is reporting that it's very difficult, if not practically impossible, to steal SSL private keys with this attack.

Here's the good news: after extensive testing on our software stack, we have been unable to successfully use Heartbleed on a vulnerable server to retrieve any private key data. Note that is not the same as saying it is impossible to use Heartbleed to get private keys. We do not yet feel comfortable saying that. However, if it is possible, it is at a minimum very hard. And, we have reason to believe based on the data structures used by OpenSSL and the modified version of NGINX that we use, that it may in fact be impossible.

The reasoning is complicated, and I suggest people read the post. What I have heard from people who actually ran the attack against a various servers is that what you get is a huge variety of cruft, ranging from indecipherable binary to useless log messages to peoples' passwords. The variability is huge.

This xkcd comic is a very good explanation of how the vulnerability works. And this post by Dan Kaminsky is worth reading.

I have a lot to say about the human aspects of this: auditing of open-source code, how the responsible disclosure process worked in this case, the ease with which anyone could weaponize this with just a few lines of script, how we explain vulnerabilities to the public -- and the role that impressive logo played in the process -- and our certificate issuance and revocation process. This may be a massive computer vulnerability, but all of the interesting aspects of it are human.

EDITED TO ADD (4/12): We have one example of someone successfully retrieving an SSL private key using Heartbleed. So it's possible, but it seems to be much harder than we originally thought.

And we have a story where two anonymous sources have claimed that the NSA has been exploiting Heartbleed for two years.

EDITED TO ADD (4/12): Hijacking user sessions with Heartbleed. And a nice essay on the marketing and communications around the vulnerability

EDITED TO ADD (4/13): The US intelligence community has denied prior knowledge of Heatbleed. The statement is word-game free:

NSA was not aware of the recently identified vulnerability in OpenSSL, the so-called Heartbleed vulnerability, until it was made public in a private sector cybersecurity report. Reports that say otherwise are wrong.

The statement also says:

Unless there is a clear national security or law enforcement need, this process is biased toward responsibly disclosing such vulnerabilities.

Since when is "law enforcement need" included in that decision process? This national security exception to law and process is extending much too far into normal police work.

Another point. According to the original Bloomberg article:

http://www.bloomberg.com/news/2014-04-11/nsa-said-to-have-used-heartbleed-bug-exposing-consumers.html

Certainly a plausible statement. But if those millions didn't discover something obvious like Heartbleed, shouldn't we investigate them for incompetence?

Finally -- not related to the NSA -- this is good information on which sites are still vulnerable, including historical data.

09 Apr 13:33

Facebook copiando o Google Plus

by ProgramadorREAL

tirinha1198

Veja nóiz no Google+: +vidadeprogramador

05 Apr 22:52

Nova pesquisa do IPEA

by ProgramadorREAL

Atenção para a nova pesquisa do IPEA:

novo-ipea-510

Para os desavisados que estão por fora do que acontece no mundo (e no facebook): Notícia

03 Apr 10:53

Mentirinhas #612

by Fábio Coala

mentirinhas_603Gente que não cumpre com os compromissos.

 

O post Mentirinhas #612 apareceu primeiro em Mentirinhas.

31 Mar 17:13

The Expert, A Hilarious Sketch About the Pain of Being the Only Engineer in a Business Meeting

by EDW Lynch

The pain of being the only engineer in a business meeting is perfectly illustrated in the comedy sketch, “The Expert.” The sketch was written and directed by Lauris Beinerts and is based on the (Russian language) short story, “The Meeting,” by Alexey Berezin.

via reddit, Daily Picks and Flicks

29 Mar 18:09

bagmilk: niknak79: Physics! this man has been decapitated and...



bagmilk:

niknak79:

Physics!

this man has been decapitated and all you have to say is “physics!”??? wow….

26 Mar 19:36

A Series of Visualizations Comparing the Relative Orientations of Urban Road Networks

by Rollin Bishop
Girino

queria ver de BH como fica ;)

Road Orientations
On and Off the Street Grid: Relative Distributions of Road Orientations

Portland, Oregon-based scientist Seth Kadish created a series of graphics comparing the relative directions of urban road networks. Kadish calculated the azimuth of every street within the city-counties using a sinusoidal map projection, and then graphed this against the cardinal directions depending on the longitude of the area. The result showcases which areas more strictly adhered to some sort of grid plan and which did not.

All calculations were made in a sinusoidal map projection using the central longitude of the area of interest. I then graphed the angles on rose diagrams (wind roses) using bins of 5° to show relative distributions for each area. The plots were scaled such that the maximum bar height was the same on each rose. To ensure rotational symmetry in the plots, each azimuth was counted twice: once using the original value and once using the opposite direction (e.g., 35° and 215°). As such, all streets, regardless of one-way or two-way traffic, were considered to be pointing in both directions.

Road Orientations for Counties
Counties

Road Orientations Europe
Europe

via FlowingData

27 Mar 03:17

annabellehector: the hills are alive - for now



annabellehector:

the hills are alive - for now