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12 May 15:18

Campanha: Candiru no pinto do infrator! – Juntos pela paz!

by Carlos Ruas

2664

07 May 20:26

nubiana-mericana: sweetheartpleasestay: File this under...

Girino

De modo geral, qualquer movimento que pregue um tipo X ou Y de alimentação é elitista, porque só quem tem extra pra gastar pode se dar ao luxo de aderir aquilo. Vai alimentar as vitimas da seca com organicos... Vai fazer o fome zero vegan...

A cereja do bolo é quando alguém reveste de superioridade moral e ética o elitismo alimentar. Isso é veganismo ;)

Courtney shared this story from Super Opinionated.















nubiana-mericana:

sweetheartpleasestay:

File this under reasons I really don’t fuck with the mainstream vegan community.

She draggeddddddd they shit

09 May 15:38

Photo



08 May 17:08

AEP : Scientists Crack A 50-Year-Old Mystery About The Measles Vaccine

Worth a little pain? Back in 1990, a school boy got a measles shot in the U.K., and it turns out, he got more than protection against the measles. i

Worth a little pain? Back in 1990, a school boy got a measles shot in the U.K., and it turns out, he got more than protection against the measles.

Photofusion/UIG via Getty Images

Back in the 1960s, the U.S. started vaccinating kids for measles. As expected, children stopped getting measles.

But something else happened.

Childhood deaths from all infectious diseases plummeted. Even deaths from diseases like pneumonia and diarrhea were cut by half.

Scientists saw the same phenomenon when the vaccine came to England and parts of Europe. And they see it today when developing countries introduce the vaccine.

"In some developing countries, where infectious diseases are very high, the reduction in mortality has been up to 80 percent," says Michael Mina, a postdoc in biology at Princeton University and a medical student at Emory University.

"So it's really been a mystery — why do children stop dying at such high rates from all these different infections following introduction of the measles vaccine," he says.

Mina and his colleagues think they now might have an explanation. And they published their evidence Thursday in the journal Science.

Now there's an obvious answer to the mystery: Children who get the measles vaccine are probably more likely to get better health care in generalmaybe more antibiotics and other vaccines. And it's true, health care in the U.S. has improved since the 1960s.

But Mina and his colleagues have found there's more going on than that simple answer.

The team obtained epidemiological data from the U.S., Denmark, Wales and England dating back to the 1940s. Using computer models, they found that the number of measles cases in these countries predicted the number of deaths from other infections two to three years later.

"We found measles predisposes children to all other infectious diseases for up to a few years," Mina says.

And the virus seems to do it in a sneaky way.

Like many viruses, measles is known to suppress the immune system for a few weeks after an infection. But previous studies in monkeys have suggested that measles takes this suppression to a whole new level: It erases immune protection to other diseases, Mina says.

So what does that mean? Well, say you get the chicken pox when you're 4 years old. Your immune system figures out how to fight it. So you don't get it again. But if you get measles when you're 5 years old, it could wipe out the memory of how to beat back the chicken pox. It's like the immune system has amnesia, Mina says.

"The immune system kind of comes back. The only problem is that it has forgotten what it once knew," he says.

So after an infection, a child's immune system has to almost start over, rebuilding its immune protection against diseases it has already seen before.

This idea of "immune amnesia" is still just a hypothesis and needs more testing, says epidemiologist William Moss, who has studied the measles vaccine for more than a decade at Johns Hopkins University.

But the new study, he says, provides "compelling evidence" that measles affects the immune system for two to three years. That's much longer than previously thought.

"Hence the reduction in overall child mortality that follows measles vaccination is much greater than previously believed," says Moss, who wasn't involved in the study.

That finding should give parents more motivation to vaccinate their kids, he says. "I think this paper will provide additional evidence — if it's needed — of the public health benefits of measles vaccine," Moss says. "That's an important message in the U.S. right now and in countries continuing to see measles outbreaks."

Because if the world can eliminate measles, it will help protect kids from many other infections, too.

06 May 16:00

moika-palace: Life Ball 2015 Style Bible. Inspired by Gustav...





















moika-palace:

Life Ball 2015 Style Bible.

Inspired by Gustav Klimt?

06 May 17:30

batsvsupes: got emm







batsvsupes:

got emm

27 Nov 21:09

Historiadores traduzem única autobiografia escrita por ex-escravo que viveu no Brasil

Capa com imagem de Baquaqua - Divulgação/Bruno Véras

RIO - “Que aqueles ‘indivíduos humanitários’ que são a favor da escravidão se coloquem no lugar do escravo no porão barulhento de um navio negreiro, apenas por uma viagem da África à América, sem sequer experimentar mais que isso dos horrores da escravidão: se não saírem abolicionistas convictos, então não tenho mais nada a dizer a favor da abolição.”

As palavras são de Mahommah Gardo Baquaqua, ex-escravo nascido no Norte da África no início do século XIX e que trabalhou no Brasil antes de fugir das amarras da servidão em Nova York, em 1847. O trecho consta do livro “An interesting narrative. Biography of Mahommah G. Baquaqua” (“Uma interessante narrativa: biografia de Mahommah G. Baquaqua”, em tradução livre), lançado assim mesmo, em inglês, pelo próprio ex-escravo, em Detroit, no ano de 1854, em plena campanha abolicionista nos EUA. A obra jamais foi traduzida para o português, permanecendo desconhecida do público brasileiro.

No entanto, com apoio do Ministério da Cultura e do Consulado do Canadá, o professor pernambucano Bruno Véras, de 26 anos, resolveu se debruçar sobre o documento, ajudado por outros dois pesquisadores. Ele viajou ao Canadá, onde buscou vestígios de Baquaqua e consultou os originais do livro, cuja primeira edição em português deve ser lançada no Brasil até o fim do ano que vem.

- Baquaqua sempre foi um personagem que me intrigou. Ele escreveu a única autobiografia de um africano escravizado em terras brasileiras. Nos EUA e na Inglaterra existem vários desses relatos, que tinham uma função abolicionista. No Brasil, só um. E, apesar disso, Baquaqua não é conhecido em nossa História nem em nossos livros didáticos - conta Véras.

Os historiadores Paul Lovejoy e Robin Law, por exemplo, republicaram o livro nos anos 2000, ainda no idioma de Shakespeare. Segundo consta dos registros da edição original, parte da obra foi ditada para o escritor Samuel Moore, responsável também por editar a história do escravo.

DUAS VEZES ESCRAVIZADO

A trajetória extraordinária desse personagem começa nos anos 1820, em Dijougou, onde hoje é o Norte do Benim. Filho de um proeminente comerciante, o pequeno Mahommah Baquaqua estudou em uma escola islâmica para ter acesso ao Corão, adquirindo conhecimentos de leitura e de matemática. Suas habilidades logo lhe permitiram atuar em importantes rotas comerciais que ligavam o então califado de Socoto e o extinto Império Ashanti, que rivalizavam no tráfico de escravos e no domínio de regiões da África Ocidental.

Baquaqua foi preso e feito escravo pelos Ashanti enquanto vendia grãos, noz de cola e outras especiarias para o front de guerra. Mesmo sendo recomprado e libertado pelo seu irmão, acabou novamente detido pouco tempo depois por tentar roubar e ingerir bebida alcoólica perto de Dijougou, algo próximo a um pecado capital para uma localidade dominada pelo Islã.

Baquaqua não pôde contar com a sorte daquela vez. Novamente escravizado, foi levado para a cidade litorânea de Uidá, importante porto de onde saía grade parte dos cativos destinados ao Novo Mundo. É a partir desse ponto que a autobiografia ganha seus contornos mais emocionantes:

“Quando estávamos prontos para embarcar (para as Américas), fomos acorrentados uns aos outros e amarrados com cordas pelo pescoço e, assim, arrastados para a beira-mar. Uma espécie de festa foi realizada em terra firme naquele dia. Não estava ciente de que essa seria minha última festa na África. Feliz de mim que não sabia”, escreveu o escravo.

Se, antes, os brasileiros tinham conhecimento do ambiente de um navio negreiro por meio das descrições de historiadores ou de famosos poemas como o de Castro Alves, agora poderão ter um relato vivo de uma testemunha de um dos piores capítulos da História da humanidade:

“Fomos arremessados, nus, porão adentro, os homens apinhados de um lado, e as mulheres de outro. O porão era tão baixo que não podíamos ficar de pé, éramos obrigados a nos agachar ou nos sentar no chão. Noite e dia eram iguais para nós, o sono nos sendo negado devido ao confinamento de nossos corpos.”

Comida e bebida eram escassos na viagem, havendo dias em que os escravos não ingeriam absolutamente nada. “Houve um pobre companheiro que ficou tão desesperado pela sede que tentou apanhar a faca do homem que nos trazia água. Foi levado ao convés, e eu nunca mais soube o que lhe aconteceu. Suponho que tenha sido jogado ao mar”, conta Baquaqua.

A incrível jornada de Baquaqua - Editoria de Arte

Pernambuco foi o destino do navio que levava nosso personagem, que desembarcou em 1845. De início, foi levado para uma lavoura nos arredores de Olinda, onde conheceu a dureza da escravidão brasileira: “o fazendeiro tinha grande quantidade de escravos, e não demorou muito para que eu presenciasse ele empregando livremente seu chicote contra um rapaz. Essa cena causou-me uma impressão profunda, pois, é claro, imaginei que em breve seria o meu destino”.

Baquaqua tratou da violência do senhor, chamando-o de “tirano”. Trabalhando como padeiro, o escravo inicialmente prestava os serviços com dedicação, mas ao ver que seu "patrão" nunca ficava satisfeito, entregou-se às bebidas e evitou o serviço. Acabou revendido para outro comerciante, desta vez no Rio de Janeiro.

"Meus companheiros não eram tão constantes quanto eu, sendo muito dados à bebida e, por isso, eram menos rentáveis para o senhor. Aproveitei disso para procurar elevar-me em sua opinião, sendo muito prestativo e obediente, mas tudo em vão; fizesse o que fizesse, descobri que servia a um tirano e nada parecia satisfazê-lo. Então comecei a beber como os outros e, assim, éramos todos da mesma laia, mau senhor, maus escravos."

Na capital do Império, devido aos seus conhecimentos de matemática e literatura, o escravo atuou dentro de um navio especializado no comércio de charque entre o Rio Grande do Sul e a Corte.

Mas foi uma encomenda de café para Nova York que mudou sua vida completamente. Naquela época, os estados do Norte dos Estados Unidos já tinham abolido a escravidão, fato que não passou despercebido por Baquaqua. “A primeira palavra que meus dois companheiros e eu aprendemos em inglês foi F-R-E-E (L-I-V-R-E); ela nos foi ensinada por um inglês a bordo e, oh!, quantas e quantas vezes eu a repeti.”

Baquaqua tentou fugir do navio ao desembarcar em Nova York, mas logo acabou preso. Com a ajuda de abolicionistas locais, o escravo conseguiu escapar da prisão e rumou para o Haiti. Ficou por lá durante dois anos, período em que se converteu ao cristianismo, ingressando na Igreja Batista Abolicionista. De volta aos Estados Unidos, em 1850, o já liberto africano frequentou aulas de inglês por três anos no Central College, numa localidade então conhecida como MacGrawville, hoje parte de Nova York.

RELATO SIMILAR AO DE FILME QUE GANHOU OSCAR

Mas foi em Detroit que Baquaqua publicou seu livro, numa tentativa de arrecadar fundos para a campanha abolicionista. A autobiografia - chave do seu engajamento na luta abolicionista (que o levou até mesmo à inglesa Liverpool, em 1857, último lugar onde se teve notícia de Baquaqua) - é contemporânea e guarda similaridade com a de Solomon Northup. Americano nascido livre e escravizado no Sul dos Estados Unidos, ele teve sua obra adaptada para o cinema em 2013, com o título “Doze anos de escravidão”. O filme americano venceu o Oscar em três categorias, inclusive a de melhor longa-metragem.

- O contexto em que o livro de Solomon Northup foi publicado é o mesmo do de Baquaqua. Abolicionistas incentivavam ex-escravos a escrever relatos do cativeiro e mobilizar a opinião pública. Nada melhor do que o próprio escravo para contar como era a escravidão - afirmou Véras, que também trabalha para lançar um site somente sobre o ex-escravo, reunindo vídeos, fotos e arquivos de época.

Essa fascinante história também virou tema de um pequeno documentário em 2012, produzido por pesquisadores da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), em parceria com professores da rede de ensino do estado. Paulo Alexandre, conhecido nacionalmente por reproduzir os principais acontecimentos da Segunda Guerra Mundial no Facebook, foi um dos que participaram da produção.

Segundo ele, o personagem pode ser trabalhado em sala de aula como uma história de superação e de luta contra os estereótipos em torno do escravo:

- Meus alunos ficam impressionados quando lhes conto sobre Baquaqua, pois todos tinham aquela velha ideia de escravo submisso, aquele indivíduo sem nome nem identidade, que só sabia apanhar e trabalhar. Ninguém imagina que ele poderia ser uma pessoa inteligente, empreendedora, que consegue a liberdade a partir do próprio esforço.

Assista abaixo às duas partes do documentário de 2012.

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06 May 05:00

BB financiou Porsche para socialite amiga de Bendine

A socialite Val Marchiori, amiga do presidente da Petrobras, Aldemir Bendine, obteve autorização do Banco do Brasil –quando o executivo presidia a instituição– para usar parte de um financiamento de caminhões para comprar um carro de luxo. Leia mais (05/06/2015 - 02h00)
06 May 07:28

Birthday Gift Suggestions

by Doug

Birthday Gift Suggestions

Happy birthday, birthday people of all ages!

04 May 15:02

Índios são acusados de tentativa de homicídio por flechada em bota de PM

Uma flechada na sola do coturno de um policial militar durante confronto entre a PM e índios que protestavam em um anexo da Câmara em dezembro do ano passado rendeu a três indígenas uma acusação, feita pelo Ministério Público do Distrito Federal, de tentativa de homicídio. Leia mais (05/04/2015 - 12h02)
03 May 05:00

Fórum discutirá censura e liberdade de expressão

A censura judicial e as relações dos meios de comunicação com o poder são alguns dos temas que serão debatidos na sétima edição do Fórum Liberdade de Imprensa e Democracia, que acontece nesta segunda (4) em Brasília. Leia mais (05/03/2015 - 02h00)
01 May 05:45

(image via kidaris)



(image via kidaris)

29 Apr 18:02

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30 Apr 23:05

Trolling a mom

01 May 08:00

Faça o que o policial mandar

by O Criador
Girino

PM do paraná?


O cara não obedece, depois vão dizer que o policial que estava errado =/

The post Faça o que o policial mandar appeared first on DrPepper.com.br.

01 May 13:06

AEP : Anti-Semitism in the Anti-Vaccine Movement

Antisemitism is rampant in the anti-vaccine community, and it goes a long, long way back. In 1932, an antisemitic magazine published a drawing of a smug-looking Jewish doctor immunizing a baby in a cartoon labeled, "Die Impfung," or "The Vaccination," with a caption reading: "It seems to me that poison and Jews seldom do good things."



We haven't moved much further beyond the early premise that vaccines are poisons concocted by a Jewish conspiracy. It's not a surprise, really: Judaism is the Kevin Bacon of conspiracy theorist culture. You just have to scratch the surface of any conspiracy theory to the Jews who are allegedly behind it. Children missing? Jews stole them and drank their blood. Recession? Must have been the Rothschild family. Problems on Wall Street? Jews did it. Federal Reserve conspiracies? Definitely Jews. Media cover-ups? Jews. Subliminal messages in Hollywood? Jews. 9/11? Jews. Chemtrails? Jews. Vaccines? Jews, of course.


I've encountered it time and time again in my passion for vaccine advocacy. People who might otherwise take me seriously latch on to mentions of my cultural background as evidence that I'm being paid by Big Pharma. After I'd seen a post that said that fellow vaccine advocate Dorit Reiss and I were "buddies," I sent her a message for the first time, introducing myself. I mentioned in passing that her maiden name, Rubinstein, is similar to my stepfather's name, Rubenstein, and said we could be distant relatives. Of course, I couldn't help but quip that we were both part of the Jewish shadow government.


It was literally one day later that I received a message from someone telling me that "Everyone knows your Aunt Dorit is feeding you money to peddle her lies." The day after I encountered fellow Jewish vaccine advocate, she was suddenly my wealthy aunt who was funding my advocacy for vaccines.


This is just the painless surface of antisemitism in the anti-vaccine movement. I've seen how ugly-- and how ridiculous-- it gets. Anti-vaccine activists have told me, you see, that it's my fault that my daughter has autism, because my "Jewish genes" from my "tribe" are full of "mental, physical, etc disabilities due to the years/centuries of inbreeding." (Joke's on them, anyway, since autism rates in Israel are half that of the U.S., and my daughter is culturally but not ethnically Jewish.)

They say that our children get special vaccines. One man, based on kids he's seen staring at him in Walmart, as arrived at the brilliant conclusion that Jews get special vaccines and that all other children get poisonous vaccines. 


If this were true, I'm a little upset that I missed the part of Hebrew school where I was supposed to learn the secret handshake to let my pediatrician know that I'm Jewish and that my kids should get the vaccines that don't cause them to stare when an antisemitic stranger is creeping on them in Walmart.

It's all part of a Zionist conspiracy, though-- so they say. These people envision a future dominated by  militant Jews with Magen Davids and the words "Zionist" written on their uniforms. This Jew-dominated future police state apparently involves vaccine checkpoints where mothers scream and are restrained as their babies are helplessly injected with lethal chemicals. 

And this panic over some future Zionist police state seems to bleed into every single discussion they have with Jewish vaccine activists. They tell us that we are just part of a plot.

...Something to do with the "Judaification of America." And they want us to go back to Russia and East Europe. You know, those places were we were slaughtered by the millions.

But they also want us to go back to Israel. They can't seem to make up their minds.

They call us "cockroach."

They call us communist, and in the same breath, call us fascist. They insult our appearance. They call us "mindless, money-driven, greedy heathens."

My, isn't that familiar.

The scary thing is that, the closer and closer anti-vaccine activists get to utter Nazism, the more they begin to claim that they themselves are victims of a modern Holocaust. They flippantly dismiss the actual horrors of the Holocaust-- the brutal deaths of 6 million innocent people by gas, disease, starvation, and labor-- by comparing their experience of refusing to immunize their kids to the experience of being a Jew in Nazi Germany.

"Their doing the same thing to us that they are they jews," one anti-vaxxer screamed, taking the time to edit her comment to eliminate one of her seventeen grammatical errors.

Meanwhile, one of the most popular articles cries, "First, They Came for The Anti-Vaxxers," a reference to a poignant poem about the Holocaust by Martin Niemoller. It implies that the anti-vaxxers are the "Jews" of today, the first victims in what will become a total Holocaust.

Although it was popular, it wasn't the first or only vaccine/Holocaust comparison to go viral. Amy Barajas, an insufferable schmuck of a mommy-blogger, posted an image of herself in Holocaust Chic, wearing a self-imposed anti-vaccine badge and comparing it to the badges my people wore to the gas chambers. The image spread like wildfire among anti-vaxxers with persecution complexes.
Another anti-vaccine activist compared his resistance to vaccines to August Landmesser's refusal to give a Nazi salute. August Landmesser was tortured for years in concentration camps because of his resistance to the Nazi party and his relationship with his Jewish wife. Anti-vaxxers, on the other hand, have yet to even be denied access to public health insurance and public school. Don't worry, though: he "don't mean to be insulting."

The anti-vaxxers know how much it stings when I, as a Jew, am told that they are victims of a modern Holocaust. They exploit this when speaking to me and my fellow Jewish vaccine advocates:


Anti-vaxxers aren't always hateful people. I know that because I used to be one of them. But I come from a culture that values reason. I was taught as a child that the highest mitzvah, or commandment, is to nurture human life-- that it goes above and beyond any other duty we have to ourselves and others. My background plays a role in my vaccine advocacy not because it's part of a global conspiracy, but because it's a culture that prizes science and human life.

 All joking and stereotypes aside, it's not a coincidence that a disproportionate number of Jews are drawn to careers in medicine. It's not (despite what some may say) because it's a well-paid career, but rather, because we tend to value science and its role in improving and strengthening the bodies that we're given. We are commanded not to accept human life as short and brutal, but to use our minds, and the minds of those who came before us, to build a better future.


I'm not a "good" Jew. I've got tattoos on both of my forearms, I'm queer as a ten-cent nickel, and my son's still got his foreskin. I have a Christmas tree and I get my daughter a real birthday cake every year even though her birthday tends to fall during Passover. Plus, I can't stand Benjamin Netanyahu or gefilte fish. But I know I'm at least doing one thing right. I'm standing up for the use of science to prolong and protect the lives of my children and others. 


Apparently, all other things aside, my vaccine advocacy combined with my Judaism mean that I am an ugly communist fascist money-grubbing Zionist cockroach shill. My reasons for advocating for vaccines are called into question, my children are labeled the defective products of incest, and my opinion is taken with a grain of antisemitic salt. 



The anti-vaxxers are right when they say that today sometimes looks suspiciously like 1932. But I think they're wrong about who among us is actually the target of hate. 


29 Apr 15:37

Por que Baltimore (EUA) é três vezes mais violenta do que São Paulo?

by gustavochacra

Costumamos sempre ouvir que Nova York hoje é uma das metrópoles mais seguras do mundo, depois de, nos anos 1970 e 80, ter sido uma das mais violentas. A redução na criminalidade começou na administração de Giuliani, continuou com Bloomberg e atingiu seu patamar mais baixo no ano passado com o atual prefeito Bill De Blasio, com um dos anos  com menos assassinatos da história.

Mas nem todas as cidades americanas são seguras. Algumas são mais violentas do que a média brasileira. Um exemplo é Baltimore, onde vemos a recente onda de choques entre a polícia e manifestantes depois de um negro ter sido morto após ser detido pelos policiais na semana passada. A taxa de homicídios por 100 mil habitantes de Baltimore é de 33,9no Brasil a média é 32,4 por 100 mil, segundo a Organização Mundial de Saúde. E isso porque houve uma melhora na última década na maior cidade de Maryland – em 2003, era de 41,9, de acordo com o FBI.

Das grandes cidades americanas, apenas New Orleans e Detroit são mais violentas do que Baltimore, com taxas de homicídio para cada 100 mil habitantes em 43,4 e 39,8 respectivamente – números similares a El Salvador e Guatemala e superiores à da África do Sul. Nova York, por sua vez, tem um índice de apenas 3,9 por 100 mil. Em Chicago, é 15,4 – superior a São Paulo, com 10,4 (um terço de Baltimore).

Além disso, Baltimore é uma cidade que perdeu cerca de um terço de sua população nas últimas décadas, com desindustrialização da região. Sem indústrias, boa parte da classe média imigrou. O padrão de vida caiu e o mesmo se aplica à arrecadação, afetando a administração da cidade. Há bairros onde a maioria da população jovem não tem emprego. E a polícia, majoritariamente branca, tem atritos com a população em algumas destas áreas majoritariamente negras. Esta tensão racial existe há décadas. Em 1968, Baltimore foi palco de levantes depois da morte de Martin Luther King Jr.

Guga Chacra, comentarista de política internacional do Estadão e do programa Globo News Em Pauta em Nova York, é mestre em Relações Internacionais pela Universidade Columbia. Já foi correspondente do jornal O Estado de S. Paulo no Oriente Médio e em NY. No passado, trabalhou como correspondente da Folha em Buenos Aires

Comentários islamofóbicos, antissemitas, anticristãos e antiárabes ou que coloquem um povo ou uma religião como superiores não serão publicados. Tampouco são permitidos ataques entre leitores ou contra o blogueiro. Pessoas que insistirem em ataques pessoais não terão mais seus comentários publicados. Não é permitido postar vídeo. Todos os posts devem ter relação com algum dos temas acima. O blog está aberto a discussões educadas e com pontos de vista diferentes. Os comentários dos leitores não refletem a opinião do jornalista

Acompanhe também meus comentários no Globo News Em Pauta, na Rádio Estadão, na TV Estadão, no Estadão Noite no tablet, no Twitter @gugachacra , no Facebook Guga Chacra (me adicionem como seguidor), no Instagram e no Google Plus.

28 Apr 18:27

The backwards bike will break your brain

by Jason Kottke

Do you think you could ride a bicycle that steers backwards...aka it turns left when you turn right and vice versa? It sounds easy but years of normal bike riding experience makes it almost impossible. Destin Sandlin of Smarter Everyday taught himself how to ride the backwards-steering bike; it took months. Then he tried riding a normal bicycle again...

Loved this video...great stuff. (via ★interesting)

Tags: cycling   Destin Sandlin   science   video
29 Apr 05:00

Garoto de 7 anos encontra primo vegetariano do tiranossauro rex

O chileno Diego Suárez, filho de geólogos, tinha sete anos de idade quando, durante um passeio pela Patagônia com os pais e a irmã, disse que ia procurar fósseis. Após martelar algumas rochas, ele não apenas cumpriu a promessa como também acabou achando um dos dinossauros mais esquisitos já registrados pela ciência. Leia mais (04/29/2015 - 02h00)
05 Apr 22:57

Brazil: a country where the easter bunny wears a bullet proof...



Brazil: a country where the easter bunny wears a bullet proof vest.

[via]

24 Apr 12:58

I Dare You To Change This Numerical Calculation

by Rhett Allain
I Dare You To Change This Numerical Calculation

Here is an example of a numerical calculation for the motion of a mass on a spring. You can change the code and see what happens - you can be a programmer.

The post I Dare You To Change This Numerical Calculation appeared first on WIRED.








23 Apr 20:38

STF diz que é legal divulgar salário de servidores na internet

Os ministros do STF (Supremo Tribunal Federal) consideraram legal nesta quinta-feira (23) a divulgação na Internet dos nomes e dos salários de servidores públicos. Leia mais (04/23/2015 - 17h38)
24 Apr 13:18

Por que o Brasil covardemente não reconhece o Genocídio Armênio?

by gustavochacra

Nesta sexta, foi aniversário de 100 anos do Genocídio Armênio. Calcula-se que 1,5 milhão de armênios, incluindo centenas de milhares de crianças, foram massacrados pelas forças otomanas ou morreram de fome depois de serem expulsos pelos otomanos. Estes armênios eram residentes da região da Anatólia, parte do Império Otomano e hoje Turquia.

Sobreviventes foram bem recebidos na Síria e no Líbano, em cidades como Aleppo e Beirute. Alguns, junto a libaneses e sírios, seguiram viagem e imigraram para o Brasil, Estados Unidos, França e Argentina, onde formaram proeminentes comunidades. Os armênios do Império Russo, por sua vez, depois de décadas como parte da União Soviética, hoje tem seu país com capital em Yerevan. O Monte Ararat, símbolo dos armênios, porém, permanece no território turco.

Apesar de ter passado um século, algumas nações, de forma deprimente e vergonhosa, se recusam a reconhecer o formalmente o Genocídio. Começando pela própria Turquia, herdeira do Império Otomano. Ao contrário de nações como a Alemanha, que reconhece ter cometido o Holocausto, o governo turco não aceita discussões e diz que os armênios morreram em decorrência da guerra, embora a história diga claramente terem sido alvos de genocídio.

Como já escrevi aqui várias vezes, os Estados Unidos, embora digam ter havido um massacre, se recusam a chamar de genocídio. Chama a atenção que o então senador e cidadão Barack Obama reconhece o genocídio, mas o presidente Barack Obama covardemente tem medo de falar esta palavra para não deteriorar as relações com a Turquia, integrante da OTAN.

Israel, terra do povo judaico, vítima do Holocausto, o maior genocídio do século 20, deveria ter sido um dos primeiros a reconhecer o genocídio, ainda mais com o histórico quadrilátero armênio em Jerusalém. Muitas entidades judaicas ao redor do mundo reconhecem. Muitos israelenses também. Mas o governo de Israel também tem medo de enfurecer a Turquia, uma tradicional aliada militar, embora hoje com um premiê claramente anti-israelense.

O Brasil também passa vergonha ao não reconhecer. Não apenas Dilma, mas também Lula, Fernando Henrique Cardoso e todos os seus antecessores. A comunidade armênia brasileira deveria ter visto este reconhecimento pelo menos no centenário. Mas também covardemente os presidentes brasileiros têm medo de bater de frente com a Turquia.

A Argentina, França e Líbano são alguns dos países que reconhecem o genocídio sem o medo de enfurecer a Turquia. Também devem ser elogiados o Papa Francisco, o presidente da Alemanha, Joachin Gauck, o Parlamento Sírio e o Estado de São Paulo, que passaram a reconhecer.

São 100 anos. Agora, qualquer reconhecimento será tardio. Ainda assim, obrigatório. Dilma, Obama, Bush, FHC, Lula, Netanyahu e tantos outros não tiveram coragem de reconhecer o Genocídio.

Guga Chacra, comentarista de política internacional do Estadão e do programa Globo News Em Pauta em Nova York, é mestre em Relações Internacionais pela Universidade Columbia. Já foi correspondente do jornal O Estado de S. Paulo no Oriente Médio e em NY. No passado, trabalhou como correspondente da Folha em Buenos Aires

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16 Apr 19:41

Who’s who in the battle for Brazil?

by Vincent Bevins

whoswho

Why do ‘pro-government’ protesters battle cops, while pro-impeachment protesters hug them? Which team are these guys on, again? A guide to the current crisis

Vincent Bevins
São Paulo

I just spent a month away from Brazil, which served to remind me of just how inscrutable the struggles currently rocking this country are to foreign observers. They may know that things are not as rosy as they were a few years ago, or that “the government” has messed up or is in trouble. But the contours of the battles are extremely blurry.

For example. Last week, protesters clashed violently with police outside Congress in Brasília during a demonstration against a new legislative project (pictured above). A few days later, on Sunday, a much larger group of protesters, some of whom smiled and posed for selfies with heavily armed cops, cheerfully filled streets around the country,

It is indicative of the topsy-turvy world that crisis-ridden Brazil has entered that the bloody demonstrators battling cops were the ‘pro-government’ protesters, while the cheerful, carnavalesque crowds were calling for the president to be impeachment and her party to be demolished.

That’s because “the government” is not just one government these days, and a number of players (some even less scrupulous than the others) are currently engaged in a fight for its future.

So who are they? What do they want? What are their chances?

The government, part 1 (executive)

President Dilma Rousseff, of the left-leaning Workers’ Party (PT), was re-elected in October and began her second term in January.

The PT has controlled the Presidency since Luiz Inácio “Lula” da Silva took over in 2003. By any global standard, Lula’s time in power was good for Brazil. Buoyed by high prices for its commodities, the economy surged forward, and moderate social programs helped roughly 40 million people rise from poverty into the “new middle class.” He left office with record levels of support.

Dilma, former left-wing guerrilla and Lula’s hand-picked successor, took over in 2011 and enjoyed widespread support for a while. But the commodity boom ended and the economy slowed down amid mistakes made by Dilma’s government. Then the June 2013 protests happened, and so did the World Cup, which only turned out pretty well in contrast to the mess it was expected to be, and because Brazilians were polite enough to keep their rage about wasteful spending to themselves while the foreign fans were here.

By the 2014 election, Dilma had lost much of the goodwill Lula had bestowed to her. She barely beat out opponent Aécio Neves (PSDB) by frantically appealing to the working poor and middle-class leftists, denying many of the economic problems the country faced and promising what we all knew she couldn’t deliver in the short term.

She won, promptly installed a Finance Minister that her core supporters (and probably she herself) consider ‘neoliberal,’ who embarked on a series of painful adjustments as the dire economic straits Brazil finds itself in became exceedingly obvious. For the first time since 2003, regular people’s lives not only stopped improving, but in some cases, began to get worse. And all the while, since the middle of last year, it slowly emerged that the Federal Police have built a credible case that the state-run oil company, Petrobras, funneled billions of dollars to huge construction companies, who then passed some of the bribes on to political parties.

The government, part 2 (legislative)

If Brazil were a monarchy, that would be it. Rousseff would be “the government.” But Brazil is a loose federal republic with a staggering 28 parties active in its two legislative houses, and 26 state governors who each control their own police forces.

Much of Lula’s success was attributable to his ability to cobble together an unlikely coalition of parties and economic actors and thus keep the party going. This group has included right-wing parties, major figures Lula used to bitterly oppose, one president already impeached for corruption, and big parties who may not believe in much, other than the spoils of power.

Maintaining this kind of a coalition is a lot easier if you have Lula’s charisma and political capital. It’s even easier if you have so much money flowing in that you can make everyone in the country richer at the same time.

Dilma has none of this at the moment, and it’s all falling apart.

Amidst the chaos and political weakness of the first few months of Dilma’s second term, the PT lost control of Congress. The “catch-all, pork loving” PMDB has gained control of the Presidency of both houses and is openly rebelling against Dilma. Eduardo Cunha, an evangelical Christian, has been especially combative. Contributors to this blog have made it pretty clear who these guys are. It is not only that have they taken advantage of Dilma’s weakness. They are also reportedly furious that both of their Congressional leaders, Renan Calheiros and Cunha, have been named in the investigation into the Petrobras corruption scandal.

Recently, they have been pushing a bill that allows for more companies to treat employees as contractors. The PT hates this law, and so do the left-wing and union protesters that marched against it last week in Brasília. That’s who battled cops in Brasília last week, decked out in red. They support “the government” (Dilma) against right-wing threats, but despise Cunha and company.

Many people want Neves and the PSDB in power. Many, but less than before, want Dilma’s PT to hold on and thrive. But few people will tell you they love these guys.

selfies

The protesters, 2015 edition (green and yellow)

On Sunday, hundreds of thousands of people took to the streets around the country to denounce Dilma and call for her impeachment. This was less than they mustered a month earlier, but this group and its demands are not going away.

These protesters want Dilma gone, now, and mostly hate the PT passionately. A small minority call outright for military intervention. Anecdotally speaking, these people have not felt represented by the PT government in years, and their anger has exploded further since the October election. Studies suggest they are wealthier and whiter than average Brazilians, and that they are most likely to take their cues from Brazil’s most right-wing major publication.

According to this study, they also hold some strange beliefs. A majority said they think the PT “wants to impose a communist regime in Brazil.” The Economist recently called them a “Tropical tea party.” They are usually law and order voters, which explains why some of them embrace the police that terrify many poor Brazilians and traditional protest groups.

But it is not enough to just wave one’s hands, and say that Brazil has always had a small but powerful right-wing section of the elite, that they never liked the PT anyways and hold views that many English-language readers would find bizarre. That may describe some of the core demonstrators who are actually in the streets. But it’s also important to recognize why they’ve been able to step into the spotlight now, and that many regular people are sympathetic to their broader demands.

Another recent poll made very difficult reading for the PT. Datafolha reported that 63% of respondents support an impeachment process against President Rousseff. And 3/4 of respondents said they supported the recent protests around the country.

This must include many people that voted for her. And it’s not hard to see what explains this swing. Things have gotten worse.

Social movements, unions, and the left (protesters in red)

But it’s not just the rich, white, and conservative that are upset. Many of the core supporters of the PT project had hoped that Dilma would follow up on her left-wing campaign with a shift to the left. She did not. They were doubly mortified to see the country fall into the hands of her former conservative allies in Congress, who have been eager to push an agenda they consider homophobic and a serious threat to labor rights.

In much smaller numbers, they took to the streets yesterday, alongside fast food workers, to protest this new direction. These guys come from the traditional left, and have traditionally clashed with police at times.

And while they bitterly oppose the other group of protesters, accusing them of being golpistas, they are also an outgrowth of real discontent with the status quo. They would argue that to tackle the very real popularity problems the Datafolha survey revealed, the PT should return to its left-wing roots.

It’s also notable that Brazilians, perhaps fed up with the system in general, have been quite eager to support all kinds of protests recently. In 2013, a remarkable 89% supported the protests started by an anarchist-leaning student group after they exploded into wider demands for better public services and an end to corruption.

Who will triumph? (pure speculation)

Marxists and free-market liberals alike sometimes make the mistake of thinking that if things just get bad enough, a solution they like will appear. The radical left looks to 1917, and liberals look to 1989, as evidence of this. But what happens more often is that things just sort of muddle along, in a dispiriting and crappy way, with no easy way out.

While admitting that anything could happen, I’ll venture three possibilities for the next few years. The first is that the political and legal circumstances change, and Dilma is actually impeached. For now, this seems unlikely, but it is possible. In any case, it would only be a victory for the yellow-green protesters in that it would be a blow to the PT. Their preferred representatives would be extremely unlikely to take over. Another possibility is that the PT manages to retake control of the situation, getting the economy back on track and moving into a position in Congress where it can satisfy some of its core supporters. This road looks very difficult from here.

But more likely, in my opinion, is that Dilma will remain weak for the near future, with Minister Levy managing to do enough with the economy to avert disaster, but unable to unleash the country’s full potential, while a rudderless Congress is taken in a new and sometimes strange direction.

Not very exciting, I know. But those are the battle lines for now.

23 Apr 18:56

Where’s the justice!? (photo via skuse11)



Where’s the justice!? (photo via skuse11)

23 Apr 12:30

California Bill Would Ban Vaccination Opt Out Based on Personal Belief

Richard Pan, a pediatrician and state senator, discusses his bill pushing the elimination of parental belief exemptions from children’s school vaccination requirements

-- Read more on ScientificAmerican.com
20 Apr 13:30

Photo



















23 Apr 09:28

Mentirinhas #811

by Fábio Coala

mentirinhas_799b

Falta-lhe um tiquinho de traquejo social.

O post Mentirinhas #811 apareceu primeiro em Mentirinhas.

11 Apr 13:18

What if it was all true?

by boulet




22 Apr 18:15

Senado aprova voto distrital para eleição de vereadores

Girino

um bom experimento.

O Senado aprovou nesta quarta-feira (22) projeto que institui o voto distrital para a eleição de vereadores nos municípios brasileiros com mais de 200 mil eleitores. Pela proposta, cada município seria dividido em distritos, e cada um deles elegeria um representante para a Câmara de Vereadores. Leia mais (04/22/2015 - 15h15)