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15 Jan 00:00

01.15.2014

Cyanide and Happiness, a daily webcomic

Copy this into your blog, website, etc.
<a href="http://explosm.net/comics/3434/"><img alt="Cyanide and Happiness, a daily webcomic" src="http://www.flashasylum.com/db/files/Comics/Matt/LOOK-OUT.png" border=0></a><br />Cyanide & Happiness @ <a href="http://explosm.net">Explosm.net</a>

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Cyanide & Happiness @ [URL="http://explosm.net/"]Explosm.net[/URL]
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13 Jan 15:33

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15 Jan 01:32

Success Kid / I Hate Sandcastles | 859.png

859.png
04 Jan 14:00

12 Shows to Binge Watch on Netflix During Winter Storm Hercules

12 Shows to Binge Watch on Netflix During Winter Storm Hercules

Stuck inside thanks to Hercules? You might want to catch up on some of the best streaming shows on Netflix:

Submitted by: Amemeda

12 Jan 05:35

owlturdcomix: Google, no.





owlturdcomix:

Google, no.

11 Jan 21:00

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06 Jan 20:37

here-on-this-island: teyaberri: akuthekoboldthatcould: lukethr...



here-on-this-island:

teyaberri:

akuthekoboldthatcould:

lukethreepwood:

believe-in-breathing:

This is me all the time.

I CAN’T EVEN HANDLE THAT WALK

This pretty perfectly sums up conventions.

image

IT GOT BETTER

10 Jan 17:00

He Would Judge Me So Hard...

He Would Judge Me So Hard...

Submitted by: Unknown

Tagged: jesus , pr0n , google , failbook
06 Jan 17:11

Conheça o garoto ventilador

by O Criador
08 Jan 13:46

Viva Intensamente # 141

04 Jan 16:20

The Internet “Access Trap” in Developing Countries

by Joshua Goldstein

Three of five people in the world  still do not have access to the Internet.  From the perspective of standard economic models, this is puzzling. The supply of international connectivity has expanded dramatically since 2009, when several submarine fiber cables came online connecting even the poorest countries in Africa to the global Internet. Also, with only a few exceptions, nearly every developing country now has some form of competitive market for broadband services.

Despite this, few of these countries are close to achieving the UN Broadband Commission’s goal of entry-level broadband services priced at less than 5 percent of average monthly income. The Affordability Report, released last month by the Alliance for Affordable Internet Internet (A4AI), a consortium of private companies and public sector organizations dedicated to bringing Internet costs down through policy change, found that in at least 46 countries “the cost of entry-level broadband services exceeds 40 percent of monthly income for people living under $2/day, and in many countries exceeds 80 percent or even 100 percent of monthly income” (I co-authored the Affordability Report with Sonia Jorge).

                                                                           source: A4AI Affordability Report

One of the most interesting findings in the report is that at the global level, the majority of people for whom broadband is unaffordable live not in the poorest countries, but in larger (lower) middle-income countries with high income inequality, such as China, India and Brazil. We found that many of these countries serve high-end broadband customers in urban areas quite well.  However, poorer communities in urban and rural areas remain underserved because of seemingly weak demand, giving network operators limited incentive to invest in these markets. These mechanisms reinforce one another, creating an “access trap” by further limiting demand and discouraging new market entrants.

A4AI’s Policy & Regulatory Best Practices are the start of a consensus about how countries escape this access trap, but coordinating multiple efforts towards a beneficial public outcome remains a challenge. For example, policy makers can drive demand by making broadband relevant to people living in poor communities. Perhaps the best way to achieve this is to update the governance of critical public services, such as health, education and water, for the mobile broadband era.  Cloud-based solutions such as Form Hub can help teams more effectively deliver clean water and health services working across massive geographical areas. As public services drive people to adopt mobile broadband, the private sector will likely develop and offer services to meet the needs of new users, including poorer communities.

Further, policy makers can take steps to lower the cost, and thus the  risk, of investing in under-served communities.  Google’s Project Link is providing an open access fiber-optic network around Kampala, Uganda, to help Internet service providers reach end users with faster speeds at lower prices.  Policy makers can play a similar role by  building the Internet into other basic infrastructure. For example, fiber ducts can be built into roads, easing negotiations with local authorities for advanced services such as fiber to the home. Many developing countries also have extensive under-utilized spectrum, which can lead to much faster, much cheaper mobile broadband in rural communities.

We still have much to learn about which policies are most effective at which stages of a country’s Internet infrastructure development.  However, we know the stakes couldn’t be higher. McKinsey recently found that the Internet could contribute $300 billion to Africa’s economy by 2025.  The A4AI Affordability Report makes it clear that many countries still have a long way to go to realize these social and economic gains, but that governments can make decisions now to ensure a broadband-enabled future comes much more quickly.

 

30 Dec 23:52

O debate do Salário Mínimo aqui e lá fora.

by mansueto

Salário mínimo é um dos temas mais controversos na teoria econômica. Em princípio, se estívessemos em uma economia competitiva, sem assimetria de informação no mercado de trabalho, cada trabalhador receberia um salário real equivalente à sua produtividade marginal.

O que aconteceria se o governo ou sindicato estabelecessem um piso salarial para o mercado de trabalho, um salario mínimo? Neste caso, os trabalhadores de menor produtividade (marginal), inferior ao salário mínimo, perderiam o seu emprego. Nenhum empresário pagaria um salário para um trabalhador maior do que a contribuição deste trabalhador para a receita adicional para a sua empresa.

No entanto, esse debate é muito mais complicado porque sabemos que mercados em concorrência perfeita não é o padrão. Adicionalmente, a literatura empírica sobre o efeito do aumento do salário mínimo na geração de emprego é inconclusiva (ver The Argument in the Floor: Evidence is mounting that moderate minimum wages can do more good than harm).

Recentemente, o debate sobre salário mínimo tem evoluído bastante lá fora devido a discussão nos EUA sobre a proposta do governo do presidente Obama para aumentar o seu valor de US$ 7,25 por hora para US$ 10,10 e o estabelecimento do salário mínimo na Alemanha. Afinal, o valor do salário mínimo nos EUA é alto ou baixo? Aumento do valor do salário mínimo é a melhor forma de combater pobreza? Há um nível técnico para o valor do salário mínimo? O salário mínimo no Brasil é alto ou baixo vis-à-vis a experiência internacional?

Primeiro, do ponto de vista de desigualdade de renda e pobreza, ao que parece aumento do salário mínimo não parece ser a forma mais eficaz de combater a desigualdade de renda e pobreza. No caso dos EUA, o economista Steve Landsburg escreveu um post interessante (Thoughts on the Minimum Wage) sobre salario mínimo, recomendado pelo professor de Harvard Greg Mankiw, no qual fala entre outras coisas que:

If we’re going to transfer income to low-wage workers, it’s both fundamentally unfair and politically unwise to put the entire burden of that transfer on a relatively small segment of the population (namely the owners and customers of businesses that employ a lot of low-wage workers). The right thing, given that we’re going to make this transfer, is to fund it as broadly as possible — say through an increase in the Earned Income Tax Credit, which comes out of general tax revenues.”

Um dos defensores da ideia de que aumentos do salario mínimo aumentam o desemprego entre trabalhadores de menor qualificação, o economista David Neumark (The Minimum Wage Ain’t What It Used to Be) também advoga que se o objetivo for redistribuir renda para as famílias de menor renda, no caso dos EUA, seria melhor o crédito via imposto de renda (the Earned Income Tax Credit- EITC) para as famílias na base da pirâmide. Neumark mostra que apesar da queda real do salário mínimo nos EUA de 1976 a 2012, quando se adiciona o crédito do imposto de renda para as famílias de menor renda familiar não houve queda real de renda dessas famílias. Adicionalmente, de acordo com David Neumark, o EITC é um programa mais focado nas famílias de baixa renda ao contrário do salário mínimo.

Segundo, a revista britânica The Economist tem produzido vários artigos sobre salário mínimo (clique aqui para ver a lista de artigos sobre esse tema na revista de 1997 a 2013) e a posição oficial da revista colocada de forma clara em uma das edições recentes (ver the logical floor: Moderate minimum wages do more good than harm) é que salário mínimo pode sim ter um efeito benéfico para proteger o rendimentos dos trabalhadores de menor qualificação desde que o seu valor seja um pouco abaixo de 50% da renda mediana das pessoas ocupadas (a renda do trabalho daquele trabalhador que divide os trabalhadores entre os 50% de menores e os 50% de maiores rendimentos quando todos são ordenados do menor para o maior rendimento).

A revista defende uma tese interessante e polêmica: o valor do salario mínimo deveria ser estabelecido não pelos políticos, mas por uma comissão técnica como faz o Reino Unido de tal forma que seu valor não ultrapasse 50% do salário mediano. No Reino Unido, além de uma comissão técnica definir o valor do salário mínimo, o valor é diferenciado por grupos de idade, sendo menor para pessoas de 18 a 20 anos de idade e menor ainda para pessoas com menos de 18 anos de idade (clique aqui).

Segundo a The Economist, um valor do salário mínimo muito acima de 50% da renda mediana poderia ocasionar graves distorções no mercado de trabalho (elevado índice de desemprego para os mais jovens e os de menor qualificação) com parece ser o caso da França, país cujo salário mínimo equivale a mais de 60% da renda mediana das pessoas empregadas. No caso dos EUA, o salário mínimo  atual é de fato muito baixo: 38% da renda mediana do americano e mesmo com o aumento de 40% proposto pelo governo Obama, o valor do salário mínimo ainda ficaria abaixo de 50% da renda mediana nos EUA.

Dito tudo isso, o que podemos falar sobre esse debate aqui no Brasil? acho que é fundamental enfatizar três coisas. Primeiro, ao contrário do debate lá fora que se concentra mais nos efeitos do salário mínimo sobre a estrutura salarial e impacto na geração ou destruição de emprego, no Brasil, temos que levar em conta também a dimensão fiscal do salário mínimo, pois ele é o piso base para a previdência, Lei Orgânica de Assistência Social (LOAS) e Renda Mensal Vitalícia (RMV) e afeta o valor do seguro desemprego e o abono salarial. Como lembra a última carta do IBRE-FGV deste ano sobre o salário mínimo (SM)  (clique aqui):

“…..São, portanto, 21 milhões de brasileiros ganhando um SM no sistema previdenciário e de assistência social. No RGPS, ele engloba 67% dos benefícios e 48% do total gasto. Na LOAS e na RMV, há indexação total ao SM. Mas a conta não para aí. No seguro-desemprego, o piso dos benefícios é indexado ao SM, e, no programa de abono salarial, há indexação total. Neste segundo caso, existe atrelamento também do público-alvo, composto pelos trabalhadores formais que ganham até dois SM.  

Independentemente do crescimento do PIB, com a regra de reajuste de salário mínimo em vigor no Brasil,  é impossível estabilizar a despesa primária como porcentual do PIB. A única forma da despesa não crescer como % do PIB é se o crescimento do PIB fosse sempre crescente, o que é impossível. A  Lei No 12.382 que estabelece a regra atual de reajuste do SM vale até 2014. Assim, em 2015, a sociedade terá que decidir se mantêm ou não a regra atual. Caso a regra atual seja mantida, é praticamente certo que precisaremos de uma carga tributária maior para arcar com o seu custo.

Segundo, da mesma forma que lá fora, pesquisadores que aqui estudam a eficácia do salário mínimo como política de combate à pobreza enfatizam que há programas mais eficazes e mais baratos para combater a extrema pobreza no Brasil do que o aumento do salário mínimo. Em livro publicado pelo IPEA, em 2007, e coordenado por pesquisadores da casa tendo à frente o economista Ricardo Paes de Barros (PB), PB mostrou de forma clara que um aumento do bolsa-família é muito mais efetivo (e barato) para reduzir a pobreza e a desigualdade do que um aumento correspondente do salário mínimo. O atual presidente do IPEA, Marcelo Neri, também já enfatizou o mesmo ponto diversas vezes.

Terceiro, o salário mínimo, no Brasil, pela comparação internacional, é elevado. É isso mesmo. Aqui é preciso fazer a diferença entre valor absoluto e valore relativo em relação à nossa renda mediana. Em termos absolutos, é claro que o valor do salário mínimo no Brasil perto de US$ 300 é muito inferior ao de vários países. Mas por esse critério, os EUA teriam um dos maiores salários mínimos do mundo – estaria entre os dez maiores (ver aqui) e a Austrália o maior do mundo.

No entanto, o importante para definir se o salario mínimo é alto ou baixo é fazer essa comparação em relação a renda mediana do trabalho das pessoas ocupadas no país. É fácil fazer isso para o Brasil tanto pelos dados da PNAD como pelos dados da Pesquisa Mensal do Emprego (PME). Aqui utilizei os dados da PME para o rendimento mediano nominal do trabalho principal das pessoas ocupadas com mais de 10 anos de idade de 2002 a 2013 porque queria ter dados mensais para 2013.

Como se observa nas duas tabelas abaixo, o salario mínimo brasileiro passou de 45,5% da renda mediana, em 2002, para mais de 60% da renda mediana no período recente. Ao longo do ano ele perde um pouco o seu valor e, por isso, tirei a média para 2013 até outubro que dá próximo a 60% da renda mediana das pessoas ocupadas.

Salário Mínimo e Renda Mediana Nominal no Brasil – 2002-2013

SM01

Fonte: PME. OBS: valores na data de reajuste do salário mínimo.

Salário Mínimo e Renda Mediana Nominal no Brasil – janeiro a outubro de 2013

SM02

Fonte: PME

Ou seja, em um mercado de trabalho como o brasileiro no qual metade das pessoas ocupadas ganham até R$ 1.200 por mês, um salário mínimo de R$ 678 não é baixo. Na verdade, quando comparado a outros países, nós estaríamos junto com França e agora Alemanha entre os países de maior salário mínimo como porcentual da renda mediana: 60% ou mais da renda mediana – ver gráfico.

Gráfico – Relação entre salário mínimo e renda mediana – Países selecionados (2012-2013)

SM03

      Fonte: OCDE.

Assim, no debate sobre salário mínimo, no Brasil, é preciso ter em mente dois pontos: (i) no nosso caso, o valor do salário mínimo tem um elevado custo fiscal que não ocorre em outros países, e (ii) pela comparação internacional, o salário mínimo no Brasil (em relação a renda mediana das pessoas ocupadas) já é elevado. Acho que esses são elementos importantes para o debate.


Arquivado em:Economia Tagged: renda mediana, salário m, salário mínimo, seguridade social
21 Dec 23:47

Minha mensagem de ano novo aos jovens economistas

by Leonardo Monasterio

Logo ali, em 1988, eu -brizolista à epoca- gastava neurônios, saliva e células hepáticas discutindo o futuro do capitalismo, marx, keynes e o ortodoxos. O Brasil era isolado e parecia que tudo que se precisava saber estava na coleção  "Os Economistas". Era feliz, mas o mundo era muito limitado.


Fast forward 25 invernos. Estudar Economia nunca foi tão bacana quanto hoje. Universos de linhas de pesquisa, ferramentas, teorias e bancos de dados estão a apenas um clique. Vamos lá: tem a turma de experimentos naturais, contrafactuais, big data,  simulação de todos os jeitos e muito mais. Nos temas, surgiu a economia do futebol, do vinho e até economia do sexo, drogas e rock'n'roll.  Nos dados, a abundância é sensacional ; os softwares são gratuitos e só faltam fazer chover. Nunca tanto foi disponível para tantos.


Mas é só sair da Academia e cair no mundo selvagem do facebook, blogs, twitter e colunistas dos jornais que o papo fica super chato. Eles ainda não sairam das velhas polêmicas e continuam achando que existem livros sagrados. Uma turma que lê o Capital, a Teoria Geral, o Caminho da Servidão* ou Formação Econômica do Brasil como verdades reveladas e não como hipóteses.


Science is interesting. Jovens, apliquem a regra dos dois desvios e produzam. A vida é curta. Vocês não tem nada a perder, a não ser a chance de fazer algo bacana.




(* Isso é a novidade do século XXI. Não havia austríacos na década de 80. Muito menos austríacos de miolo mole)






23 Dec 09:21

teacup-warrior: philipchircop: ENGOLDENED I learnt a new word...















teacup-warrior:

philipchircop:

ENGOLDENED

I learnt a new word and I love the sound of it: kintsukuroi. It is the Japanese art of repairing broken pottery with seams of gold. Kintsugi repairs the brokenness in a way that makes the container even more beautiful than it was prior to being broken.  Not a very common idea in western culture!

Instead of diminishing the bowl’s appeal and appreciation, the “break” offers the container  a new sense of its vitality and resilience. The bowl has become more beautiful for having been broken. One can say that the true life of the bowl began the moment it was dropped!

Imagine you are that clay pot: celebrate your flaws and imperfections. Remember that you being you is what makes you uniquely beautiful.  

And remember: “The world breaks everyone, then some become strong at the broken places.” Ernest Hemingway

An interesting essay on the art of kintsukuroi can be found in Flickwerk, The Aesthetics of Mended Japanese Ceramics.

Photos source | Kintsugi Japan

I’m pretty sure that I’ve reblogged this before, but its actually one of my favorite posts on tumblr. The idea that something can be more beautiful after being broken is so moving to me. I kind of want one of these someday, or to make my own. It’s an amazing concept, and I love the fact that it’s an artform.

11 Dec 12:04

Jesus não pode brincar

by O Criador
20 Dec 11:47

Por que só a mãe tem que trocar o bebê? (parte 2)

by O Criador
Na outra casa é que a briga deve estar sendo feia =X
20 Dec 10:03

Mentirinhas #549

by Fábio Coala

mentirinhas_540b

Eles não têm mais idade pra isso…

 

O post Mentirinhas #549 apareceu primeiro em Mentirinhas.

17 Dec 20:33

Brasileiros batizam espécie em homenagem a personagem de 'Game of Thrones'

Girino

até que parece mesmo ;)

Em "Game of Thrones", a personagem Daenerys Targaryen --também conhecida como khaleesi ("rainha", em uma das línguas da série)-- é íntima dos dragões. Nas águas do Ceará, no entanto, ela faz parte de uma família de lesmas marinhas. Pesquisadores da UFC (Universidade Federal do Ceará) decidiram batizar uma minúscula nova espécie em homenagem à soberana das telinhas. A partir de agora, as águas da região da Praia do Pacheco, em Caucaia (CE), são habitadas pela Tritonia khaleesi.
Divulgação
Nova espécie de lesma marinha brasileira, a Tritonia khaleesi foi batizada em homenagem à personagem de 'Game of Thrones
Nova espécie de lesma marinha brasileira, a Tritonia khaleesi foi batizada em homenagem à personagem de 'Game of Thrones'
Leia mais (12/17/2013 - 17h33)
12 Dec 17:20

PPS pede à Comissão da Verdade que investigue Lula

12 Dec 05:00

December 12, 2013


Thank you all so much. I'm sitting in an airport with a dying battery, but seriously, I have not felt so unstressed in a long time. More on this later, promise!
11 Dec 12:04

Jesus não pode brincar

by O Criador
24 Jul 15:30

discoveringfeminism: deforest: Joan Crawford in Possessed...

Courtney shared this story from fuck yeah, hard femme!:
/





















discoveringfeminism:

deforest:

Joan Crawford in Possessed (1931)

82 years later and it’s still relevant

05 Dec 17:25

Bank of America says Bitcoin could become a 'major means of payment'

by Adrianne Jeffries

Analysts at Bank of America Merrill Lynch issued the bank's first research report today on Bitcoin, the virtual currency that approximates cash on the internet, concluding that the currency has the potential to become a "major means of payment for ecommerce" as well as a "serious competitor to traditional money transfer providers."

Assuming Bitcoin becomes mainstream, Bank of America currency strategists estimate it is worth $1,300 apiece. But with the value at $1,000 today and increasing rapidly, it is in danger of "running ahead of its fundamentals," they write.

The report also notes that the rapid jump in Bitcoin's value — which was just $100 in August — correlates with interest in the currency coming from China.


Bitcoin's disadvantages according to the report are the same as those regularly discussed in the Bitcoin community: its price volatility disincentivizes its use for trade, transactions take 50 minutes to process, and its legal status is still undetermined. Governments will have an incentive to "crack down" on Bitcoin if it gets too big, the report says.

Bank of America estimates Bitcoin could be worth $1,300 apiece

The researchers also note that security at the exchanges where people buy and sell Bitcoin has been historically unreliable, as evidenced by thefts and hacks in the past.

Bank of America is the first major Wall Street bank to issue an opinion on the virtual currency, which has grown in prominence since it debuted in January of 2009.

The report is a positive sign for those who hope that Bitcoin will become a universal currency, but it's ironic considering the technology was designed to empower individuals over banks. The last time Bitcoin made a splash in the financial district was probably 2011, when the Occupy Wall Street protest became one of the first major efforts to accept donations in the currency. But now that the total Bitcoin economy is worth $13 billion, it seems everyone wants a slice.

04 Dec 13:07

Cada categoria piora, mas todos melhoram

by Leonardo Monasterio
Coisa simples. Imagine um conjunto de indivíduos.  Divida-os por escolaridade. Suponha que cada grupo sofreu perdas salariais ao longo de tempo. É possível que, como um todo, eles tenham ganhos salariais?
Sim. É possível. Basta que a composição dos grupos mude no tempo e compense as perdas por categoria. O indivíduo que estuda tem um aumento de renda, mas puxa para baixo a renda média dos grupo de maior escolaridade. É, no fundo, o paradoxo de Simpson em toda sua graça.
O Café Hayek trata dessa esquisitice para o caso dos EUA. O John Mokyr conta a mesma história na Revolução Industrial Inglesa. As condições de materiais de vida melhoraram no campo e na cidade, mas pioraram como um todo. O motivo é que havia êxodo rural, apesar das condições serem piores na cidade do que no campo.
E no Brasil? Um tanto disso está acontecendo hoje. As médias salariais para os mais educados têm crescido bem pouquinho. Mas isso é o resultado de dois processos: a evolução dos ganhos dos que já estavam nessas classes e a entrada de novos indivíduos. (Adicionalmente, os retornos da educação caem, como esperado). Em breve, não me surpeenderá se a categorias mais educadas tiverem perdas salariais, mesmo que cada indivíduo melhore.
04 Dec 20:08

Si es que no tienen vergüenza ninguna por @papatengosed


29 Nov 13:00

I’m Speeding Because I Have To Poop

by drew

speeding-yellow

Haha! It’s an emergency!

 

speeding-sticker-1

Who can blame you, I guess? Nobody wants to fudge in their car.

 

speed-license

Maybe you could use the bathroom before you leave home though.

 

218egUjoQOL

Maybe you should talk to your doctor.

30 Nov 19:12

Bitcoin Miners Bundled With PUPs In Legitimate Applications Backed By EULA

by timothy
hypnosec writes "Bitcoin miners are being integrated with third party potentially unwanted programs (PUPs) that come bundled with legitimate applications. These miners surreptitiously carry out Bitcoin mining operations on the user's system consuming valuable CPU time without explicitly asking for user's consent. Malwarebytes, the company which found evidence of these miners, first came across such an instance of a Bitcoin miner when one of the users of its software requested for assistance on November 22 through a forum post. The user revealed that 'jh1d.exe' was taking up over 50 percent of the CPU resource and even after manual deletion the executable was re-appearing. Malwarebytes dug deeper into this and found traces of a miner 'jhProtominer,' a popular mining software that runs via the command line". However, it seems that the company behind the application has a specific clause 3 in EULA that talks about mathematical calculations similar to Bitcoin mining operation. This means that the company behind the software can and will install Bitcoin miners and use system resources to perform operations as required to mine Bitcoins and keep the rewards for themselves."

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29 Nov 17:45

Giving Thanks for Obama

15 Nov 14:39

Porn-Fractal

by René

„The first raw fractal ever to be banned from a site (fractalforums.com) comes to Shadertoy, in an enhanced, animated version. Don’t click on the shader if you are under 18!“ (NSFW-Mathematics ahead.)

25 Nov 21:13

Tumblr | de8.jpg

de8.jpg