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24 Oct 14:00

“A arrogância do espaço”: A distribuição desigual do espaço público em relação aos pedestres, ciclistas e automóveis

A distribuição desigual do espaço público, em relação aos pedestres, ciclistas e condutores de automóveis, é um assunto que o especialista em mobilidade urbana, Mikael Colville-Andersen, qualifica como “a arrogância do espaço”.

Do ponto de vista desse planejador urbano e fundador do Copenhagenize, este termo pode ser aplicado às ruas que são dominadas pela engenharia de trânsito do século passado, isto é, aquelas que estão planejadas prioritariamente para os automóveis.

Para exemplificar seu posicionamento, Mikael analisou a quantidade de espaço que possui cada um desses grupos, além do espaço “morto” e dos edifícios, em algumas ruas de Calgary, Paris e Tóquio através da comparação de cada setor com diferentes cores.

Confira as imagens a seguir.

Paris

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© Mikael Colville-Andersen, via Flickr

Ao ver do alto o cruzamento entre as ruas Quai Branly e Pont d’Iéna, em Paris, é possível ver o espaço destinado aos pedestres, ciclistas e condutores de automóveis. Ele está classificado por cores, utilizando o vermelho para os automóveis, azul para os pedestres, amarelo para os edifícios e roxo para os ciclistas, observa-se que os automobilistas são aqueles que possuem mais metros quadrados do espaço públicos.

Além disso, na cor cinza está demarcado o espaço “morto”, que poderia facilmente ser destinado aos ciclistas e pedestres.

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© Mikael Colville-Andersen, via Flickr
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© Mikael Colville-Andersen, via Flickr

Utilizando a imagem do mesmo cruzamento de Paris, como exemplo, o urbanista fez uma rápida contagem dos cidadãos que estão em cada setor do espaço público classificado segundo seu uso.

Embora esclareça que este não é um levantamento exato, porque a fotografia não foi feita em um horário representativo do movimento que existe nesse cruzamento, Mikael assegura que esta ferramenta permite ter uma ideia que o uso do espaço não está de acordo com sua demanda.

Isso porque os pedestres que estão esperando no cruzamento, representados em azul escuro (e descartando aqueles que estão nas calçadas), superam em quantidade os condutores de automóvel (representados em vermelho).

Calgary

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© Mikael Colville-Andersen, via Flickr

No caso dessa cidade canadense, o fundador da Copenhagenize assegura que, embora a imagem tenha sido feita especificamente em um estacionamento de automóveis, o ideal seria ver os cidadãos em movimento, algo que acontece nas cidades que são, em certa medida, caminháveis.

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© Mikael Colville-Andersen, via Flickr
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© Mikael Colville-Andersen, via Flickr
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© Mikael Colville-Andersen, via Flickr

Tóquio

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© Mikael Colville-Andersen, via Flickr

No cruzamento mais movimentado do mundo, em Shibuya, Tóquio, convivem pedestres e ciclistas. A presença destes se explica pela existência de vários bicicletários nos arredores da estação de ônibus e trens de Shibuya.

Diferentemente do que se observa nas imagens anteriores, nas de Tóquio nota-se uma distribuição do espaço um pouco mais equitativa e que ao apresentar faixas de pedestres na diagonal, lhes confere maior visibilidade em relação aos automóveis que chegam até ali vindos de diferentes direções.

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© Mikael Colville-Andersen, via Flickr
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© Mikael Colville-Andersen, via Flickr
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© Mikael Colville-Andersen, via Flickr

Via Plataforma Urbana. Tradução Camilla Ghisleni, ArchDaily Brasil.

23 Oct 00:35

interninet: this gif needs to be destroyed



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22 Oct 14:28

Linked: Yelp Logo History

by Armin

Yelp Logo History
Link
In case you ever wondered, Quora answers: Who designed the Yelp logo? [Spoiler: Michael Ernst] Many thanks to our ADVx3 Partners
17 Oct 14:56

Pixel art nível master

by IdeaFixa

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Pixel Tumblr.

Octavi Navarro é um artista e ilustrador que mora em Barcelona, Espanha, e trata os 8 bits dos jogos de video game dos ano 1980 e 1990 com muita seriedade. Na verdade, ele leva o conceito a um tipo de gourmetização dos 8 bits no tumblr que alimenta com os painéis complexos que contam pequenas histórias. A quantidade de detalhes e a criatividade da narrativa são impressionantes.

 

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The post Pixel art nível master appeared first on IdeaFixa.

03 Oct 08:04

The Evolution of Crayola

28 Sep 04:29

yesawwwh: unamusedsloth: Even on an escalator. [Video] WHY...







yesawwwh:

unamusedsloth:

Even on an escalator. [Video]

WHY THE HELL DIDNT I THINK OF THIS.

25 Sep 21:30

Episódio 6 da série Rebel Architecture da Al Jazeera: “The Pedreiro and the Master Planner”

O último episódio da série "Rebel Architecture", realizado pela Al Jazeera, conta a história de Ricardo, um construtor informal que trabalha na Rocinha, a maior favela do Brasil. Ricardo já construiu mais de cem casas nessa favela, apesar de não ter recebido nenhum treinamento especial para isso. Nos momentos que antecediam a Copa do Mundo e agora antes das Olimpíadas, a vida na Rocinha passa por uma transformação. Esse episódio de 25 minutos acompanha Ricardo e Luis Carlos Toledo - o arquiteto por trás das obras do governo na comunidade da Rocinha - quando ambos tentam implementar suas soluções para o futuro das favelas.

Assista ao episódio completo acima e leia sua sinopse a seguir.

Al Jazeera: “The Pedreiro and the Master Planner,” dirigido por May Abdalla 

Ricardo é um pedreiro - um verdadeiro "arquiteto rebelde" - que já construiu mais de cem casas, sem treinamento formal e com as ferramentas mais básicas em sua comunidade na favela da Rocinha, a maior favela do Brasil localizada no Rio de Janeiro. Trabalhando em uma variedade de projetos em toda a favela, incluindo sua própria casa, Ricardo explica como esses edifícios simples atendem as necessidades sociais e econômicas de seus clientes. Mas com a cidade se transformando em função dos grandes eventos esportivos de 2014 e 2016, a vida na Rocinha está passando por uma transformação; e mesmo Ricardo não consegue escapar da violência do Programa de Pacificação de Favelas.

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Cortesia de Al Jazeera

Enquanto Ricardo luta para proporcionar uma vida melhor para sua própria família, o crescimento econômico do Brasil gerou um aumento no número de planejadores urbanos, ONGs e arquitetos bem intencionados, todos ávidos por "melhorar" as condições físicas da favela - o que acaba trazendo uma ameaça real de gentrificação. Luis Carlos Toledo, o arquiteto por trás do masterplan do governo para a regeneração da Rocinha, era considerado um radical por trabalhar com a urbanização das favelas muito tempo antes disso se tornar uma tendência e diz que as condições de vida podem e devem ser melhoradas. Contudo, mesmo ele já se questiona sobre os benefícios da implementação de um sistema de teleféricos enquanto milhares de moradores ainda não têm acesso a educação e saúde.

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Cortesia de Al Jazeera

Rebel Architecture é uma nova série que apresenta arquitetos que usam o projeto como uma forma de resistência e ativismo. Ao projetar para a maioria ao invés da elite, os arquitetos de "Rebel Architecture" estão enfrentando problemas urbanos, ambientais e sociais. Através de seis documentários de meia hora a série apresentará arquitetos que trabalham no Vietnã, Nigéria, Espanha, Paquistão, Cisjordânia e Brasil. Caso não tenha visto os outros episódio, clique aqui.

25 Sep 15:02

Cirque Du Soleil cria coreografia ‘mágica’ com drones

by Jacqueline Lafloufa

O escritor de ficção científica Arthur C. Clarke, autor de “2001: Uma odisseia no espaço”, diz em sua ‘terceira lei’ que ‘qualquer tecnologia avançada o suficiente é praticamente indistinguível de mágica’.

Isso fica bem evidente ao acompanhar o curta Sparked, criado a partir de uma parceria entre a ETH Zurich, uma das maiores especialistas em drones do mundo, e o Cirque du Soleil.

A história mostra o mundo mágico de um profissional que se dedica a consertar luminárias. Em um dado momento, elas ganham vida e circulam pelo ambiente, regidas pelo eletricista. O mais interessante é que não foi preciso usar nenhum efeito especial na gravação, que durou apenas 3 dias em um galpão de da ETH Zurich. O trajeto dos drones, que havia sido previamente coreografado, era controlado a partir de uma conexão wireless, e a interação entre o ator e os quadcópteros foi planejada nos mínimos detalhes.

cirque-soleil-drones-curta

Os bastidores mostram a dedicação da equipe e o interesse da ETH em transformar os drones em mais do que apenas robozinhos entregadores, mas também ferramentas para performances e efeitos especiais ainda não imaginados.

Não é à toa que a Disney já foi atrás de patentes para melhorar seus shows nos parques temáticos. Da mesma forma que o Cirque du Soleil fez lâmpadas voarem, imagine o que a Disney poderia fazer com o seu universo de personagens.

Se arte e tecnologia conversarem bem, estamos para ver um novo tipo de show ‘mágico’ nos próximos anos.

Brainstorm9Post originalmente publicado no Brainstorm #9
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19 Sep 03:19

Future time travel

17 Sep 07:42

Casualties of Ebola epidemic on a log...



Casualties of Ebola epidemic on a log scale
http://daily-infographic.tumblr.com/

23 Aug 03:26

Fuck your picture

19 Aug 09:00

After the 5th cup of coffee

by sharhalakis

by uaiHebert

03 Aug 21:35

Found a weird trend with philosophers.

08 Aug 17:43

See How This Webcomic Changes Everything You Know

by DOGHOUSE DIARIES
rnas

"Witness how this miracle invention changes everything you believe"

See How This Webcomic Changes Everything You Know

"What happens next will surprise you." Have other headline toppings for us? Share them on Facebook.

27 Jul 21:13

Something isn't right here

rnas

Adolescência, fase de contradições.

31 Jul 10:22

Wireless headphones can be useful

26 Jun 08:35

Esse cara demorou 13 anos para criar um jogo épico… sozinho!

by Rafael Losso

Com todas as novas ferramentas que se tornaram disponíveis nos últimos anos, de vez em quando pinta aquela sensação de que você poderia ter feito mais: um vídeo, uma música, um site…

Pois o vídeo abaixo conta a história de como Adam Butcher não abandonou seus planos para criar sozinho um jogo indie épico para ser distribuído gratuitamente na internet. E de como esse projeto maluco engoliu metade de todo o seu tempo nos últimos 13 anos.

Uma história em si épica, de perseverança, teimosia e vontade de ver um sonho realizado, mesmo que ninguém mais jogue o tal jogo depois.

Mas o vídeo ficou tão legal que fiquei bem curioso, e resolvi dar uma chance à Tobias and The Dark Scepters.

E você?

Veja o trailer do jogo:

Para baixar o jogo, siga o link.

via fasto.co/design

26 Jun 13:01

Como Fazer uma Horta Hidropônica

by noreply@blogger.com (Tati - Panelaterapia)

Hidroponia é o tipo de cultivo onde raízes das plantas ficam submersas em água com alguns nutrientes que farão com que elas se desenvolvam sem precisar de terra. A vantagem é que o cultivo é simples e não há a presença de pragas. Meus pais fizeram uma horta vertical hidropônica e eu achei incrível, por isso vou ensinar como fazer. Futuramente farei uma na minha casa, e hoje vou tentar explicar como faz.


Basicamente vocês vão precisar fazer um zig-zag com canos de PVC com leve inclinação para a água correr e prender essa estrutura na parede. No desenho do esquema acima a inclinação está mais acentuada somente para ficar mais didático, mas é uma leve inclinação. 



Meus pais usaram esses suportes de ferro que se chamam "mão-francesa"e fita hellermann para prender os canos no suporte, mas poderia ser uma braçadeira. 


Esses canos devem conter furos, que no caso foram feitos com uma serra copo. A distância entre os furos deve permitir que caiba, por exemplo, um pé de alface adulto. Com a estrutura pronta, coloca-se mudinhas com raiz dentro destes buracos que terão água passando constantemente por elas e nutrindo-as, fazendo com que cresçam.


Na extremidade da estrutura vocês precisarão de um tambor onde vai ficar a água que sobe para abastecer os canos. Dentro deste tambor deve ficar uma bomba daquelas de aquário com uma mangueira que sai dela e leva a água no cano mais alto. A água corre pelos canos devido à inclinação deles e retorna para o tambor (o último cano deságua no tambor).



É importante que perto do tambor de água tenha uma tomada para ligar a bomba. Esse tipo de bomba gasta pouca energia, mesmo ficando ligada constantemente. Mas, quanto maior a distância entre o tambor e o cano mais alto onde a mangueira vai começar a jogar a água, maior deve ser a capacidade da bomba. Depois que você montar a estrutura, tire a medida desta distância que nas casas especializadas eles saberão qual a capacidade necessária. Geralmente vcs encontram essas bombas em casas que vendem produtos para aquário ou produtos agropecuários. 

A água que vai na ficar correndo deve conter uma solução nutritiva. Meu pai compra pronta, mas achei um site que ensina a fazer a hora e tem a receita da solução.
http://www.ehow.com.br/sua-propria-solucao-hidroponica-nutrientes-como_4366/

Neste outro site, fala um pouco mais sobre o assunto:

Também encontrei dois vídeos bacanérrimos que ensina bem detalhadamente como fazer:





Espero que vocês consigam fazer essa horta linda em casa e ter verdurinhas sem agrotóxicos forever!


***Este é um conteúdo do blog www.panelaterapia.com. Por gentileza não responda este e-mail, pois não será replicado.
22 Jun 16:37

Pond Weed

09 Jun 09:00

Testing my own code

by sharhalakis

by @sdolotom

06 Jun 06:45

Marlboro

02 Jun 12:00

Bricksy reúne releituras de obras de Banksy feitas com LEGO

by Amanda de Almeida

Jeff Friesen é um fotógrafo premiado que, durante as férias escolares da filha June, costuma se dedicar a projetos lúdicos, em parceria com a menina. A combinação de LEGO e fotografia já rendeu alguns bons resultados, como é possível conferir no site The Brick Fantastic, como o recente Bricksy, que reúne releituras de obras de Banksy feitas com LEGO.

São 20 imagens bastante divertidas, todos com uma sacadinha inesperada que nos ajuda a ter uma visão mais ampla de como as obras poderiam ser contextualizadas. Confira algumas delas

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Brainstorm9Post originalmente publicado no Brainstorm #9
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24 May 12:31

Raymond Scott Rewired

by Wagner Brenner

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Raymond Scott, se você não conhece, era um americano de família judaica lá do Brooklin em NY e um dos pioneiros da música eletrônica, mas não como os bate-estacas que conhecemos hoje, mas sim de uma geração bizarra das décadsa de 50/60 que misturava engenheiros eletrônicos e música. Se bem que no caso do Raymond Scott foi mais um músico que acumulou a função da engenharia em favor do seu trabalho.

Raymond devia ter uma esposa muito legal, porque o cara construia estúdios em casa que mais pareciam uma sala de operações do pentágono.

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Em 1943, em plena guerra mundial, o trabalho de Raymond chegou aos ouvidos de algumas pessoas na Warner Bros, que fez uma oferta irrecusável, comprou tudo o que o cara tinha composto até então e jogou no colo do Carl Stalling, diretor musical responsável pelas trilhas de Looney Tunes e Merrie Melodies (Pernalonga e Cia). E apesar de Scott nunca ter composto especificamente para desenhos animados (a vontade dele era reinventar o swing, com composições mais elaboradas e recheadas), acabou ditando um estilo maluco que funciona até hoje. Alguns trechos já foram usados até nos Simpsons.

Agora esse bizarro acervo sonoro dos 50 anos de composições de Raymond Scott foram entregues a 3 DJ’s ( The Bran FlakesThe Evolution Control Committee, and Go Home Productions) e o resultado é o álbum “Raymond Scott ReWired” com mais de 250 samples distribuídos em 19 faixas. Para completar o pacote, a capa é de ninguém menos que Jim Flora.

RAYMOND SCOTT REWIRED

O álbum está disponível em serviços de stream (Spotify e Rdio) e também aqui:

Raymond Scott Rewired [Project site]

Raymond Scott Rewired [CD]

Raymond Scott Rewired [MP3]

“Cindy Byrdsong” é imperdível:


[via]

22 May 00:33

Before the Eurostar: Remains of the Flying Rail Plane that Never Was

by MessyNessy
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In a slight twist of fate, we might have been traveling between London and Paris in one of these thing-a-majigs– or more accurately, a propeller-driven ‘Flying Railplane‘. This fancy futurist contraption was invented by George Bennie and launched in 1930 as a prototype, designed for a more economical and rapid transport system between the two European capitals.

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The test track was built in a commuter town called Milngavie in Glasgow, Scotland. It ran over 120 meters suspended a dozen feet above the ground with rails to support the cigar-shaped train both overhead and underneath. Electric propellors at either end moved the train forward. 

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When the media was invited to take a ride on the rail plane in July of 1930, they were quite taken with it, and hailed it a ‘wonderful product of British brains’. Compared to the bumps and whistling of a conventional train, traveling in Bennie’s railplane coach was luxuriously smooth and quiet. There was only one problem. No one wanted to fund it. 

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After financing the original test track himself, in 1937 Bennie went bankrupt and the inventor’s dream was over. The test track hung around, quite literally, for another 25 years, rusting and abandoned before it was finally demolished for scrap in the mid 1950s, around the same time Bennie died in obscurity. Ten years after that, the prototype itself was also scrapped. Only the original shed where the carriage was built is still standing with a blue plaque commemorating the Railplane on the wall outside.

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And then the French had a go…

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The above article published in May 1930, features a monorail design by engineer Joseph Archer, but not for another 35 years would the French see their own ‘flying railplane’ realised from an inventor’s sketchbook…

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Enter the Aérotrain, the monorail hovertrain developed in France from 1965 to 1977 by engineer Jean Bertin. While this revolutionary yet experimental mode of transport is now very much defunct, unlike its British counterpart, you can still find its abandoned elevated tracks parallel to the the Paris-Orleans railway route…

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In Gometz-la-Ville, where the track is most overgrown, a vandalised sculpture of the aérotrain is the sole clue as to what purpose the aged and forgotten concrete structure served. Some parts of the tracks (originally more than 25km in total) have been demolished to make way for highways while others are completely intact more than 40 years later.  The first prototype aérotrain set the speed record for trains in the 1960s at 430 km/h, a time that would take France’s current high-speed rail service, TGV, another 20 years to beat.

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Under President Georges Pompidou, the project received government approval in 1965 and continued its successful development until the mid 1970s. Political power shifted and with it came the adoption of the TGV by the French government as its high-speed ground transport solution, subsequently ending the aérotrain adventure. The financial interests of some were too powerful for the visionary engineer Jean Bertin and his talented collaborators, who had dedicated their lives to the project. Bertin’s death from cancer came soon after and what seemed like continuous sabotage of the aérotrain’s future eventually saw the whole venture entirely abandoned. 

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The prototypes were kept in the hangar at Chevilly but some disrespectful visitors saw to it that they didn’t stay in good condition for very long…

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The first prototype was restored and moved to Jean Bretin association in a secure location, but un 1991 a fire destroyed one of the remaining prototypes in Chevilly while the others were badly damaged. Talk of a museum for the surviving aérotrains began in 1992, but just before approval from the Ministry of Transport came through, another fire almost destroyed everything left in the hangar. Charred remains of the trains were scrapped and the abandoned hangar was demolished in 1997.

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It wasn’t until 2001 that the last restored Aérotrains from Bretin’s association would be seen again by the public at the Retromobile exhibition in Paris. The only other visible trace of the Aérotrain’s existence are the remains of the concrete track it once flew over.

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As fine and dandy as the Eurostar and the high-speed TGV trains are, who doesn’t wish the future had brought us the flying railplane?!

Images via here, here and here.

 

20 May 23:30

Minerva's just so cool!

19 May 16:01

#HUMILDÃO

by ricardo

12 May 16:14

Estamos cada vez mais impacientes, nem aguentamos ouvir uma musica inteira

by Jacqueline Lafloufa

Chamar a geração de impaciente nem é uma crítica nova. Há anos se ouve falar do imediatismo e da instantaneidade dos jovens, e do quanto a nossa capacidade de concentração está cada vez menor.

Esses dados do Spotify, no entanto, são um pouco alarmantes: estamos tão impacientes que não aguentamos ouvir uma música inteira. Segundo o streaming de música, quase 25% de todas as músicas são puladas logo nos 5 primeiros segundos, o que eu gosto de pensar que é a versão musical de zapear por canais de TV. No entanto, mais de 33% das canções são ouvidas por apenas 30 segundos, e quase metade de todas as músicas são puladas em algum momento antes do final.

song-skipping

% da música que foi ouvida

 

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Segundos da música tocados antes do skip

Passar dos 12 segundos ouvidos é um sinal de comprometimento – depois desse período, a tendência é que a música seja ouvida até o final. E, como era de se esperar, os adolescentes são os que menos têm paciência: a grande maioria deles pula canções com frequência. Curiosamente, os mais velhos também estão entre os que mais apertam o botão de ‘forward’.

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Comportamento por idade

 

Paul Lamere, diretor da Echo Nest e organizador desses dados, acredita que esse comportamento tem mais a ver com o tempo livre disponível do que com a faixa etária. “Os adolescentes têm mais tempo, enquanto os adultos de 30 e poucos, com seus filhos pequenos e trabalhos, não têm tempo para ficar cuidando do seu player de música”, especula ele. Isso também é uma verdade durante os fins de semana – enquanto os usuários não estão trabalhando, o índice de ‘puladas’ de música aumenta.

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Comportamento por hora do dia

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Comportamento por dia da semana

No entanto, uma outra teoria sugere que os adolescentes estariam usando a conta do Spotify dos seus pais (espertinhos!), o que gera essa quebra de padrão.

Para Lamere, esses dados evidenciam que quanto maior o engajamento do ouvinte com o tocador de música, maior é a chance de ele pular uma determinada canção. “Quando a música está tocando para preencher o ambiente, como quando estamos trabalhando ou relaxando, ‘pulamos’ menos canções”, argumenta ele. “Quando temos mais tempo livre, como quando somos jovens, ou estamos em casa depois do trabalho, ou durante um fim de semana, queremos selecionar melhor o que vamos ouvir, e pulamos mais músicas”, conclui.

Dá até saudade daquela época em que você apertava o ‘forward’ do Winamp sucessivamente, e tinha tempo livre…

(ps: não me venham com ‘Winamp foi descontinuado’. Winamp ainda vive, graças à Radionomy)

Brainstorm9Post originalmente publicado no Brainstorm #9
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19 May 05:02

span { grid-def-rows: 10px (span) 20px (span); grid-row:...



span {
  grid-def-rows: 10px (span) 20px (span);
  grid-row: span span 2;
}

That hasn’t got much span in it.

15 May 09:00

How others see an excited SysAdmin

by sharhalakis
rnas

heh

by @Chertograad

11 Mar 20:47

Photo