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17 Dec 20:58

hellyeahscarleteen: Repro geekery heaven.



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Repro geekery heaven.

18 Dec 08:30

4gifs: [video]

18 Dec 18:20

4:20

by Alexandre Matias

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16 Dec 19:05

Alguém precisa dar um jeito no Shia LaBeouf

by Alexandre Matias

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Senão…

12 Dec 19:59

Not even a real gamer

10 Dec 14:40

A curva da trajetória

by IdeaFixa

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As pessoas geralmente escolhem profissões e carreiras projetando-as como ponto de partida para dar em lugares esperados e planejados. Mas o curso da vida é mais parecido com esta analogia: cava-se um buraco e nem sempre se sabe onde vamos sair com nossas escolhas. A história de Valpírio Monteiro é exemplo desta teoria. Às vezes, nos dividimos em tarefas distintas e opostas sem entender que elas se sobrepõem e formam o caldo de nossa formação. 

 

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Valpírio (segundo da esquerda para a direita) em protesto em Brasília pela criação de mais vagas de arquitetura em universidades

Natural de Pelotas, Rio Grande do Sul, Valpírio se mudou para Porto Alegre para cursar o ensino médio durante o período da ditadura no Brasil. Na época, optou por estudar focado em humanas, era baixista da banda Wood’s Face e chegado em protestos e manifestações estudantis. “Havia movimentos de libertação sexual e ruptura em relação ao conservadorismo dos pais. A guerra do Vietnã gerou a contracultura e, nos anos 1960, surgiu todo aquele psicodelismo que influenciou a juventude brasileira e isto me incluía.”, afirmou o comunicador.

 

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Wood’s Face tocava covers de Rolling Stones e Beatles

Foi em um desses protestos que viu alunos marchando com uma régua T embaixo do braço e decidiu que queria estudar arquitetura. O fim do segundo grau se aproximava e tinha que definir a profissão. De primeira, Valpírio não entrou em arquitetura. Teve que se contentar com a segunda opção que escolhera, Ciências Sociais, que cursava durante a tarde e a noite.

 

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Formandos do ensino médio: a leva de terno optou pela advocacia; Valpírio (o terceiro da fila de baixo da esquerda para a direita) queria arquitetura

Em 1970, pela manhã, fazia um curso preparatório de vestibular chamando Sinovo para seguir tentando ser arquiteto. Foi um dos primeiros institutos a se debruçarem sobre design, mas mesmo assim ele não foi admitido na faculdade e terminou por se especializar em antropologia. Quando estava prestes a se formar, passou em concurso público e virou técnico indigenista da Funai. Para exercer, teve que mudar para Brasília, fundada apenas há 12 anos, e estudar por seis meses até ser enviado à Amazônia. Lá foi trabalhar com os índios tucanos do tronco tupi há três dias de barco de Manaus.

 

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Vista do rio Amazonas com afluente que dava para a aldeia dos tucanos

“Minha função era mapear ritos, manifestações religiosas e, na medida do possível, ensinar técnicas de cultura agrícola porque eram nômades e extrativistas. Assim sobreviveriam melhor e poderiam preservar tradições. O objetivo também era tentar criar a escrita para o idioma que falavam.” Depois de seis meses comendo fava com farinha e carne de caça, Valpírio se cansou e pediu transferência. Aos 20 anos, se deu conta da dimensão do Brasil e de sua complexidade. Apesar da unidade linguística que une a nação, sentia-se estrangeiro no próprio país, tamanha a quantia de diferenças entre os lugares.

 

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Assim era a moradia do antropólogo

O moveram para o Maranhão para ficar com os índios gavião. Morava na região do Bico do Papagaio, na divisa com Tocantins, área de intensa disputa violenta entre grileiros e posseiros. Conheceu um casal de norte-americanos etnólogos que vivia há dois anos na aldeia para ajudar os índios a registrar os próprios fonemas. Tudo com o intuito de criar uma cartilha sobre a língua que usavam.

 

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Habitação do Maranhão e filha do casal norte-americano acompanhada de amiga indígena

Sabe o que aconteceu então? Valpírio desencanou daquela vida. A coordenação do trabalho simplesmente não entendia como alguém queria se demitir de um emprego público naquela época. Demoraram três meses para deixá-lo partir. Voltou para o Sul e, só então, entrou em uma faculdade de arquitetura privada. À princípio arrumou emprego em gráfica.

“Passei um ano fazendo serviços que iam desde o briefing até a impressão porque as agências de publicidade de então queriam fazer campanhas e deixavam a produção de logos e revistas para gráficas. Foi uma escola.” Após a experiência na gráfica, foi trabalhar no escritório de arquitetura e design de um amigo. Foi quando mergulhou nos fundamentos de design, identidade visual e passou a desenvolver processos de metodologia para abrir a própria empresa. Mas os anos 1980, no qual vieram os três filhos, foram difíceis e o Plano Collor levou o capital de giro do empreendimento que fechou as portas em 1991.

 

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Valpírio em locação indígena

No mesmo ano, um dos sócios do Gad, companhia que então só existia no Sul, o convidou para integrar o corpo de direção da empresa. Começaram em quatro pessoas tocando projetos de design, de arquitetura comercial e projetos que agências e escritórios de arquitetura dispensavam por considerar de menor valor. Bem, em 1999 eram o maior escritório em faturamento e estrutura no Sul. Portanto decidiram mudar para São Paulo no ano seguinte para conquistar mais mercado. Em 2005, mudaram o jogo da empresa. Passaram a prestar consultorias para marcas.

 

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Construção de cadeira de quatro metros no vão Masp para anunciar móveis produzidos na Suíça; projeto com participação de Valpírio

Hoje, o GAD desenvolve a construção e gestão de marcas, desde a estratégia até a implementação da mesma com criação de identidade visual, linguagem e comunicação. Atualmente, a companhia é uma das cinco maiores do mercado de brand builders e completa 30 anos no ano que vem.

Hoje Valpírio é especialista em comportamento e representante da GAD. O conhecimento que acumulou em tribos indígenas, nas andanças pelo país e nos estudos convergiram no mesmo ponto e são empregados simultaneamente na função que desempenha. “Citando o promotor de gestão cultural e designer Aluísio Magalhães, somos fruto de um aluvião. É como se fossemos as margens de um rio recebendo camadas de água sobrepostas que representam nossas experiências ao longo da vida.”

 

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04 Dec 12:15

That time the Paris Metro was Segregated by a Class System

by MessyNessy

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Today I pulled up an old New York Times article reporting the news that Paris’ subway system had eliminated its First and Second class carriage system. But the newspaper article wasn’t from 1950-something, it was from 1991. 

Image (c) Flickr, Alexandre C

Forgive me, but for someone living in a country whose national motto is “Liberté, Égalité, Fraternité”and having traveled the metro for several years, blissfully unaware that until just over a decade ago, its class system was what most distinguished it from all other subways of the world– this was just a little surprising to me.

As trains swept into stations, the single yellow car that carried the No. 1 was always emptier than the others, offering a safe haven from crowds and wandering minstrels to anyone willing to pay 50 percent more than the price of the ordinary ticket. But this week, the cry of egalite finally went underground … first-class subway cars have been eliminated, and one of the cheapest ways of displaying social or at least economic superiority in Paris abruptly vanished…

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Image (c) Flickr, DPrezat

A distressed retired school mistress told the NYT reporter, “I have been going first class all my life. My parents would never let me go second class. Now I think I’ll go by bus.” A homeless man was quoted as he stepped into a former first-class car for the first time, already marked with graffiti, “This is the end of the class struggle”.

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Image (c) Yann Caderec

In reality, at the time of the elimination of the segregated metro, the allure of traveling first class had lost its sheen by the 1970s. Boarding a first-class car while holding a second-class ticket was not uncommon amongst passengers and easy to get away with. Since 1982, the colour-coded first class carriage had been allocated a schedule of 9am-5pm, during which time its segregational function would be in effect; outside of those hours, the car was open to all passengers.

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Image (c) Yann Caderec

But of course there was a time when the distinction between first and second class in the Parisian underworld was very clear. Some senior citizens could even recall avoiding first-class cars during World War II to avoid the occupying Nazi soldiers that were travelling in them.

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Image (c) Jean-Christophe Robin

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Image (c) Jean Christophe Robin

The two classes were clearly painted in different colours, red for first and and green for second, and the carriage class number was repeatedly indicated on the seat and window decals throughout the car. Seats in first were comfortable and upholstered with leather, while second-class passengers bounced around on hard wooden benches. “Class” was worth paying for, particularly during rush hour.

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At the time of the transition, the NYT reported that some passengers were having trouble adjusting to the elimination of the metro’s class carriages:

The yellow car with the conspicuous No. 1 is still stopping in the middle of subway stations.”The class distinction stays in my head,” said an African immigrant who gave his name as Mr. Inombe. “I’m used to going to either end of the platform.” …

Food for thought next time you’re looking for the least crowded carriage on the Parisian metro!

Images taken on the Metro ‘open day’ Journée Patrimoine, sourced from Flickr 1, 2, 3

 

01 Dec 16:07

Como seria a Turma da Mônica sob o efeito de drogas

by Janara Lopes

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A primeira coisa que você tem que saber sobre o Luciano Drehmer é que ele é um cara estranho e que sempre teve o prazer mórbido de adorar o que todo mundo achava horrível. Como aqueles desenhos da Turma da Mônica distorcidos pintados em muros de escola ou printados em saquinhos de pipoca barata. 

E apesar de ter um trabalho super fino e reconhecido como designer, ele começou a viajar no conceito dos desenhos feios, e começou a fazer alguns desenhos meio que de brincadeira. Até um deles viralizar pra caralho no twitter – sem créditos, como é de costume por aí.

 

Aqui estão os últimos e inéditos, e com créditos.

 

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| Para seguir as histórias adiciona a página no Facebook.   Não que isso adiante muito já que agora o facebook só mostra o conteúdo para 2% da base da página. Minha dica é: entre em “Feed de Páginas”, no seu menu lateral. Lá você vai ver tudo o que assinou pra ver o Facebook não mostra. (Mas propaganda da Pizza Hut eu vejo toda hora)

 

 

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30 Nov 21:49

Science jokes.

24 Nov 01:47

Fawn in the Forest

22 Nov 00:25

parliamentrook: eveshka: nehirose: voidbat: mizkit: werpiper...





















parliamentrook:

eveshka:

nehirose:

voidbat:

mizkit:

werpiper:

aghostforafriend:

Bullshit

BRILLIANT

oh, how beautiful!

::makes series of angry sounds::

what. what. what are you doi— whaaaaaaaaaaaat.

oh my god.

Wait. What???

ooooooohmygod

17 Nov 05:10

Basically

15 Nov 16:37

So was the sky and everything around you

15 Nov 18:22

blazepress: Fireworks designed for daytime.



blazepress:

Fireworks designed for daytime.

08 Nov 18:46

Photo



11 Nov 20:19

Mesa de Jogo - Serviços Gerais http://youtu.be/33mesuv-Rfc



Mesa de Jogo - Serviços Gerais

http://youtu.be/33mesuv-Rfc

11 Nov 17:28

agentrodgers: We got a new history teacher today and she’s...



agentrodgers:

We got a new history teacher today and she’s incredible

06 Nov 20:10

The Usual

06 Nov 01:42

adobe-outdesign: —> Don’t Hug Me I’m Scared I, II, & III...







adobe-outdesign:

—> Don’t Hug Me I’m Scared I, II, & III - The teachers using the word “friend”

02 Nov 03:24

pastel-chaos: ♪ I can see it in your eyes ♪

29 Oct 21:33

Um conceito de redesign para o dólar, na mesma vibe da Noruega

by Jacqueline Lafloufa
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Esqueça os ‘founding fathers’ norte-americanos. Ao invés das imagens de George Washington, Thomas Jefferson, Abraham Lincoln, entre outras personalidades do governo dos EUA, a proposta do designer Travis Purrington de renovar a cara do dólar traz outros motivos de orgulho lá na América: astronautas, grandes ondas, montanhas e prédios.

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Inspirado pelo novo e ousado redesign da coroa norueguesa, que traz um design pixelizado, a proposta para um novo dólar traz cores mais vibrantes do que o tradicional verde-musgo, deixando a moeda mais moderna. No verso, aparecem closes de constelações, circuitos eletrônicos, átomos e glóbulos do sangue.

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Para Purrington, a proposta desse redesign tem mais a ver com celebrar conquistas atuais do que criar mitos ou lendas de personagens históricos. Ao invés do tradicional, ‘In God We Trust’, cada nota traz também as frases “This currency is upheld by the integrity of its people” (“Essa moeda é sustentada pela integridade do seu povo”, em tradução livre) e “Uires Alit”, expressão em latim que significa algo como “a força alimenta”.

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Um conceito interessante, mas que é bem improvável que se torne realidade.

Brainstorm9Post originalmente publicado no Brainstorm #9
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24 Oct 21:11

Capas de discos clássicos que cantam

by Alexandre Matias

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Assim é o clipe de “Mayokero”, do vocalista Roy Kafri, que coloca vários clássicos da história do rock para cantar uma música tocada apenas no vocal. O clipe acontece de trás pra frente, foi dirigido pelo mesmo Vania Heymann que fez aquela versão interativa para “Like a Rolling Stone” do Dylan no ano passado e é uma crítica à forma como a digitalização da música acabou matando o romantismo de outrora. Assista até o fim:

24 Oct 14:00

“A arrogância do espaço”: A distribuição desigual do espaço público em relação aos pedestres, ciclistas e automóveis

A distribuição desigual do espaço público, em relação aos pedestres, ciclistas e condutores de automóveis, é um assunto que o especialista em mobilidade urbana, Mikael Colville-Andersen, qualifica como “a arrogância do espaço”.

Do ponto de vista desse planejador urbano e fundador do Copenhagenize, este termo pode ser aplicado às ruas que são dominadas pela engenharia de trânsito do século passado, isto é, aquelas que estão planejadas prioritariamente para os automóveis.

Para exemplificar seu posicionamento, Mikael analisou a quantidade de espaço que possui cada um desses grupos, além do espaço “morto” e dos edifícios, em algumas ruas de Calgary, Paris e Tóquio através da comparação de cada setor com diferentes cores.

Confira as imagens a seguir.

Paris

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© Mikael Colville-Andersen, via Flickr

Ao ver do alto o cruzamento entre as ruas Quai Branly e Pont d’Iéna, em Paris, é possível ver o espaço destinado aos pedestres, ciclistas e condutores de automóveis. Ele está classificado por cores, utilizando o vermelho para os automóveis, azul para os pedestres, amarelo para os edifícios e roxo para os ciclistas, observa-se que os automobilistas são aqueles que possuem mais metros quadrados do espaço públicos.

Além disso, na cor cinza está demarcado o espaço “morto”, que poderia facilmente ser destinado aos ciclistas e pedestres.

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© Mikael Colville-Andersen, via Flickr
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© Mikael Colville-Andersen, via Flickr

Utilizando a imagem do mesmo cruzamento de Paris, como exemplo, o urbanista fez uma rápida contagem dos cidadãos que estão em cada setor do espaço público classificado segundo seu uso.

Embora esclareça que este não é um levantamento exato, porque a fotografia não foi feita em um horário representativo do movimento que existe nesse cruzamento, Mikael assegura que esta ferramenta permite ter uma ideia que o uso do espaço não está de acordo com sua demanda.

Isso porque os pedestres que estão esperando no cruzamento, representados em azul escuro (e descartando aqueles que estão nas calçadas), superam em quantidade os condutores de automóvel (representados em vermelho).

Calgary

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© Mikael Colville-Andersen, via Flickr

No caso dessa cidade canadense, o fundador da Copenhagenize assegura que, embora a imagem tenha sido feita especificamente em um estacionamento de automóveis, o ideal seria ver os cidadãos em movimento, algo que acontece nas cidades que são, em certa medida, caminháveis.

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© Mikael Colville-Andersen, via Flickr
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© Mikael Colville-Andersen, via Flickr
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© Mikael Colville-Andersen, via Flickr

Tóquio

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© Mikael Colville-Andersen, via Flickr

No cruzamento mais movimentado do mundo, em Shibuya, Tóquio, convivem pedestres e ciclistas. A presença destes se explica pela existência de vários bicicletários nos arredores da estação de ônibus e trens de Shibuya.

Diferentemente do que se observa nas imagens anteriores, nas de Tóquio nota-se uma distribuição do espaço um pouco mais equitativa e que ao apresentar faixas de pedestres na diagonal, lhes confere maior visibilidade em relação aos automóveis que chegam até ali vindos de diferentes direções.

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© Mikael Colville-Andersen, via Flickr
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© Mikael Colville-Andersen, via Flickr
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© Mikael Colville-Andersen, via Flickr

Via Plataforma Urbana. Tradução Camilla Ghisleni, ArchDaily Brasil.

23 Oct 00:35

interninet: this gif needs to be destroyed



interninet:

this gif needs to be destroyed

22 Oct 14:28

Linked: Yelp Logo History

by Armin

Yelp Logo History
Link
In case you ever wondered, Quora answers: Who designed the Yelp logo? [Spoiler: Michael Ernst] Many thanks to our ADVx3 Partners
17 Oct 14:56

Pixel art nível master

by IdeaFixa

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Pixel Tumblr.

Octavi Navarro é um artista e ilustrador que mora em Barcelona, Espanha, e trata os 8 bits dos jogos de video game dos ano 1980 e 1990 com muita seriedade. Na verdade, ele leva o conceito a um tipo de gourmetização dos 8 bits no tumblr que alimenta com os painéis complexos que contam pequenas histórias. A quantidade de detalhes e a criatividade da narrativa são impressionantes.

 

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03 Oct 08:04

The Evolution of Crayola

28 Sep 04:29

yesawwwh: unamusedsloth: Even on an escalator. [Video] WHY...







yesawwwh:

unamusedsloth:

Even on an escalator. [Video]

WHY THE HELL DIDNT I THINK OF THIS.

25 Sep 21:30

Episódio 6 da série Rebel Architecture da Al Jazeera: “The Pedreiro and the Master Planner”

O último episódio da série "Rebel Architecture", realizado pela Al Jazeera, conta a história de Ricardo, um construtor informal que trabalha na Rocinha, a maior favela do Brasil. Ricardo já construiu mais de cem casas nessa favela, apesar de não ter recebido nenhum treinamento especial para isso. Nos momentos que antecediam a Copa do Mundo e agora antes das Olimpíadas, a vida na Rocinha passa por uma transformação. Esse episódio de 25 minutos acompanha Ricardo e Luis Carlos Toledo - o arquiteto por trás das obras do governo na comunidade da Rocinha - quando ambos tentam implementar suas soluções para o futuro das favelas.

Assista ao episódio completo acima e leia sua sinopse a seguir.

Al Jazeera: “The Pedreiro and the Master Planner,” dirigido por May Abdalla 

Ricardo é um pedreiro - um verdadeiro "arquiteto rebelde" - que já construiu mais de cem casas, sem treinamento formal e com as ferramentas mais básicas em sua comunidade na favela da Rocinha, a maior favela do Brasil localizada no Rio de Janeiro. Trabalhando em uma variedade de projetos em toda a favela, incluindo sua própria casa, Ricardo explica como esses edifícios simples atendem as necessidades sociais e econômicas de seus clientes. Mas com a cidade se transformando em função dos grandes eventos esportivos de 2014 e 2016, a vida na Rocinha está passando por uma transformação; e mesmo Ricardo não consegue escapar da violência do Programa de Pacificação de Favelas.

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Cortesia de Al Jazeera

Enquanto Ricardo luta para proporcionar uma vida melhor para sua própria família, o crescimento econômico do Brasil gerou um aumento no número de planejadores urbanos, ONGs e arquitetos bem intencionados, todos ávidos por "melhorar" as condições físicas da favela - o que acaba trazendo uma ameaça real de gentrificação. Luis Carlos Toledo, o arquiteto por trás do masterplan do governo para a regeneração da Rocinha, era considerado um radical por trabalhar com a urbanização das favelas muito tempo antes disso se tornar uma tendência e diz que as condições de vida podem e devem ser melhoradas. Contudo, mesmo ele já se questiona sobre os benefícios da implementação de um sistema de teleféricos enquanto milhares de moradores ainda não têm acesso a educação e saúde.

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Cortesia de Al Jazeera

Rebel Architecture é uma nova série que apresenta arquitetos que usam o projeto como uma forma de resistência e ativismo. Ao projetar para a maioria ao invés da elite, os arquitetos de "Rebel Architecture" estão enfrentando problemas urbanos, ambientais e sociais. Através de seis documentários de meia hora a série apresentará arquitetos que trabalham no Vietnã, Nigéria, Espanha, Paquistão, Cisjordânia e Brasil. Caso não tenha visto os outros episódio, clique aqui.

25 Sep 15:02

Cirque Du Soleil cria coreografia ‘mágica’ com drones

by Jacqueline Lafloufa

O escritor de ficção científica Arthur C. Clarke, autor de “2001: Uma odisseia no espaço”, diz em sua ‘terceira lei’ que ‘qualquer tecnologia avançada o suficiente é praticamente indistinguível de mágica’.

Isso fica bem evidente ao acompanhar o curta Sparked, criado a partir de uma parceria entre a ETH Zurich, uma das maiores especialistas em drones do mundo, e o Cirque du Soleil.

A história mostra o mundo mágico de um profissional que se dedica a consertar luminárias. Em um dado momento, elas ganham vida e circulam pelo ambiente, regidas pelo eletricista. O mais interessante é que não foi preciso usar nenhum efeito especial na gravação, que durou apenas 3 dias em um galpão de da ETH Zurich. O trajeto dos drones, que havia sido previamente coreografado, era controlado a partir de uma conexão wireless, e a interação entre o ator e os quadcópteros foi planejada nos mínimos detalhes.

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Os bastidores mostram a dedicação da equipe e o interesse da ETH em transformar os drones em mais do que apenas robozinhos entregadores, mas também ferramentas para performances e efeitos especiais ainda não imaginados.

Não é à toa que a Disney já foi atrás de patentes para melhorar seus shows nos parques temáticos. Da mesma forma que o Cirque du Soleil fez lâmpadas voarem, imagine o que a Disney poderia fazer com o seu universo de personagens.

Se arte e tecnologia conversarem bem, estamos para ver um novo tipo de show ‘mágico’ nos próximos anos.

Brainstorm9Post originalmente publicado no Brainstorm #9
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