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Sobre Deficiência, Opressão e Assistencialismo

by Victor Caparica

No dia 3 de Dezembro é celebrado o Dia Internacional da Pessoa com Deficiência, data em que se busca atentar as pessoas para uma forma de opressão muito menos óbvia que outras como o racismo, o machismo e a homofobia. A intenção não é, de modo algum, diminuir a urgência dessas lutas sociais tão importantes, mas sim explicitar como uma forma de opressão igualmente cruel e massacrante é perpetrada todos os dias sem receber a mesma atenção no debate cotidiano.

Afirmar que as pessoas com deficiência são um grupo oprimido na sociedade implica reconhecer alguns fatos relativos a essas pessoas. Primeiro, implica que no meio social essas pessoas são inferiorizadas simplesmente por serem pessoas com deficiência. Implica também reconhecer que essa inferiorização decorre de uma ideologia socialmente estabelecida acerca da deficiência, no caso uma ideologia produtivista que avalia o indivíduo de acordo com o quanto ele é adequado às ferramentas e meios padronizados de trabalho. Também implica reconhecer que tanto o entendimento de inferioridade da pessoa com deficiência quanto a ideologia social que o sustenta são produções sociais perversas, de modo algum condições naturais, muito menos inevitáveis. Finalmente, implica reconhecer que existem grupos sociais que de uma maneira ou de outra se beneficiam da manutenção dessa ideologia e dessa inferiorização. Isso vale para a opressão contra as mulheres, contra os homossexuais, e definitivamente contra as pessoas com deficiência.

Mas que grupos se beneficiam da manutenção dessa condição de inferiorização e patronato? Considere a essência do sistema de produção atual, baseado em replicação padronizada do trabalho. Idealiza-se um trabalhador-modelo, com altura média, peso médio, força física média, todas as partes do corpo em bom funcionamento e todos os sentidos intactos, e são produzidos postos e ferramentas de trabalho moldados para esse indivíduo que, de certa forma, não existe. E as pessoas que não são esse indivíduo que tratem de se adequar aos meios disponíveis, e as que não se adequarem, bem, a culpa deve ser delas, não?

Para entender melhor essa relação de responsabilidade social, cabe pensarmos um pouco na separação entre lesão e deficiência. Lesão é uma condição física e/ou sensorial, biológica e pertencente ao indivíduo. Não enxergar é uma lesão. A deficiência, por outro lado, é uma condição social, externa ao indivíduo e imposta pela ideologia estabelecida de que as pessoas devem ter integridade física e sensorial para participarem plenamente da sociedade. A deficiência ocorre não quando o indivíduo não consegue enxergar, mas quando a privação desse sentido o impede de acessar elementos da vida cotidiana. Não porque o sujeito não pode ver a luz, mas porque a sociedade se constrói e sustenta sobre o pressuposto de que todos podem. Vamos a uma analogia que talvez esclareça as coisas.

Imagine se por padrão todos humanos nascessem com asas e aprendessem a voar ainda bebês. Voar é então uma característica comum e é sobre o modelo-padrão de uma pessoa que voa que a sociedade se estruturou. Assim sendo, vejam bem, não há nenhuma necessidade para a entrada dos edifícios ser no térreo, e muito menos para elevadores ou escadas, já que todos, inclusive você, chegam voando no andar do trabalho. Ruas e calçadas também fazem pouco sentido, e as paisagens urbanas provavelmente são pensadas primariamente para observadores aéreos. Só que como todos sabemos, humanos são tudo, menos seres padronizados, e alguns terão asas menores que outros, e alguns certamente nascerão sem asas. E outros que assim como você nasceram com boas asas saudáveis ainda poderão perdê-las em decorrência de alguma doença ou acidente, e assim teremos, somando essas pessoas, uma boa população de humanos que não sabem voar. Para essas pessoas, não existem empregos em prédios, porque as entradas ficam lá em cima. O que quer que elas saibam fazer ou fizessem quando podiam voar não tem mais aplicabilidade, porque agora seus corpos não estão mais de acordo com os meios padronizados e inflexíveis de produção. E assim essas pessoas são impedidas de produzir, de consumir e de interagir com o meio em que vivem, e são por isso declaradas inválidas. Agora imagine que de repente a sociedade passe a se importar com a exclusão dessas pessoas e construa, por exemplo, escadas e elevadores, ruas e calçadas, pense na arquitetura urbana também para quem está no chão e promova seus eventos não apenas para a maioria que pode voar. De repente, como num passe de mágica, os indivíduos sem asas continuam com suas lesões mas não experimentam mais a condição da deficiência, porque seu pleno convívio social não é mais afetado pelos pressupostos de normalidade. Eles ainda não podem voar, mas graças a medidas de acessibilidade isso não as impede mais de prosseguir com suas vidas.

De acordo com a Organização Mundial de Saúde temos hoje aproximadamente 15% de pessoas com deficiência na população global. Em países com grande desigualdade social como o Brasil esse número é maior por conta do baixo acesso à saúde pública. 15% da população global são aproximadamente 1 bilhão de seres humanos, uns 45 milhões só no Brasil. Pense um pouco agora: Se 15%, 1 em cada 7 pessoas, têm alguma deficiência, como é que você não vê toda essa gente na rua quando vai trabalhar? Por que é que a estatística não bate com sua experiência cotidiana?

Porque, das ruas aos shoppings, das escolas aos meios de transporte, as estruturas urbanas não consideram as pessoas que não se enquadram na norma física e sensorial estabelecida. Então a pessoa com deficiência normalmente prefere ficar em casa, porque sair e enfrentar o normativismo inflexível dos lugares públicos é no mais das vezes uma experiência degradante, cansativa e humilhante, onde mais do que tudo fica salientado o quanto ela não faz parte daquele meio. Nesse contexto, você sairia de casa com freqüência? E quantas vezes até se cansar? E assim acaba que não se vê muitas pessoas com deficiência em locais públicos como academias, praças, shoppings, restaurantes e lojas. E sabem qual a maior consequência prática disso? É que se nesse espaço público não vêm pessoas com deficiência então não faz sentido gastar tempo e dinheiro adequando as coisas, afinal não existe demanda. Então não tem pessoas com deficiência na faculdade porque não existem condições adequadas para elas, e essas condições não são criadas pois não há alunos matriculados que justifiquem a demanda. E assim a pessoa com deficiência se torna um problema de compatibilidade e inclusão para a sociedade de pessoas sem deficiência.

É quando chegamos a um dos elementos mais graves dessa equação, que é o assistencialismo. Este se sustenta na concepção de que a deficiência é uma fragilidade inerente ao indivíduo, um infortúnio que precisa ser amparado em caráter de caridade para com os vulneráveis. Para o assistencialismo a pessoa com deficiência é menor por definição e precisa de ajuda muito mais do que de condições de igualdade, e o resultado dessa relação é o reforço do domínio da normalidade sobre aqueles que dela se desviam, reiterando os papéis de patrono e dependente e frisando a importância de ser “normal”. E se muitas pessoas com deficiência realmente precisam desse assistencialismo não é por serem o que são mas porque a sociedade se organizou de modo a colocá-las e mantê-las nessa condição.

O que as pessoas com deficiência precisam não é de assistencialismo ou patronato. Elas precisam é ter acesso às mesmas escolas e aulas que seu filho sem deficiência teve, precisam do mesmo acesso à cultura e ao lazer que formaram você e seus amigos. Quando recebem isso, essas pessoas costumam fazer tanto quanto seus colegas sem deficiências, e por vezes até mais pois a vida com deficiência nos ensina a lidar com dificuldades e solução emergencial de problemas o tempo todo. Quando você precisa resolver uma série de contratempos até mesmo para sair de casa e comprar pão, bem, você eventualmente fica bom nisso.

E é precisamente quando você começa a ficar bom nisso que surge o último aspecto que quero abordar neste texto, que é o da dualidade “vítima” versus “herói”. Funciona assim: Eu enquanto cidadão faço como a maioria de nós o meu melhor para ser produtivo e socialmente útil e para conseguir as coisas que quero, sejam objetos ou condições. Eventualmente, como ocorre com boa parte de nós, meus esforços rendem frutos, e às vezes são belos frutos, daqueles que você elogia quando um amigo seu colhe. É precisamente aí que surge a dualidade, porque em geral os discursos que a pessoa com deficiência ouve nessas horas escoam para a piedade ou para a profunda admiração. Quanto à piedade, ou a opção “vítima”, não há muito o que comentar: “Pobrezinho, tão esforçado, com uma infelicidade dessas, não merecia estar assim, mas puxa vida, Deus sabe o que faz né?” A deficiência é, sob todos os aspectos, vista como uma desgraça inerente, algo a ser lamentado e que deixa as pessoas perplexas com como você AINDA ASSIM consegue sorrir e ter esse bom humor. O outro lado requer um pouco mais de atenção, pois a princípio parece algo bonito. Você conseguiu um bom emprego, trabalhou duro, estudou, se especializou, provou seu valor e agora foi promovido a diretor na empresa. Então as pessoas vêm lhe dar os parabéns, e é quando surge a conversa do “herói”: Puxa vida, quanta coisa você conquistou MESMO SENDO DEFICIENTE, olha, a gente que não tem nenhuma deficiência não chega tão longe e você faz tudo isso, imagine só se enxergasse! Não sei se vocês perceberam, mas dentro desse discurso está a noção de inferioridade, como se fosse motivo de maior espanto uma promoção de cargo para uma pessoa com deficiência do que para outra sem. Para entender melhor, tente trocar a pessoa com deficiência nesse exemplo por uma mulher ou um afro-descendente e veja como soa o elogio de admiração, mas não se assuste se soar condescendente e intrinsecamente pejorativo, porque é exatamente do que se trata. Não importa o que você fez, importa que mesmo sendo menos que uma pessoa completa você AINDA ASSIM conseguiu.

Então eu termino essas reflexões com dois apelos encarecidos a todos vocês que tiveram a paciência de ler até aqui. Primeiro, parem de dizer para o cego que ele enxerga mais do que você, porque ele não precisa disso para se sentir completo, ao contrário isso só evidencia que você não pensa nele como uma pessoa inteira. O mesmo vale para todas as outras formas de admiração condescendente para com essa ou aquela deficiência. Nós não precisamos de metáforas que nos aproximem do modelo-padrão de corpo humano para nos sentirmos completos, já somos tão completos quanto qualquer humano pode pretender ser. Não somos nós que nos entendemos como menores, são vocês que nos vêem dessa forma, e o erro está todo na visão e não no objeto.

O segundo apelo é mais exigente e requer mais atitude do que apenas compartilhar a leitura com outras pessoas. Envolve parar de achar aceitável que as pessoas com deficiência sejam excluídas e inferiorizadas por não se enquadrarem nas normas pré-estabelecidas. Envolve não aceitar que os espaços que você frequenta só possam ser frequentados por quem se enquadra nessa norma. Envolve rejeitar veementemente o argumento do dono do cinema que diz que não tem público com deficiência que justifique os gastos e contratempos de criar acessibilidade. Envolve perguntar na sua faculdade se todo o prédio e todo o material didático estão de acordo com as determinações de acessibilidade do MEC ou se só pessoas sem deficiência podem estudar lá. E mais do que tudo, ao ouvir a resposta de que o lugar não tem acessibilidade, envolve não balançar afirmativamente a cabeça ou apenas dizer que seria bom se tivesse, mas se indignar e exigir o cumprimento da lei como se fossem sua mãe, seus filhos e seu irmão as pessoas impedidas de nele entrar. Se mais pessoas agissem assim, talvez não houvesse a necessidade de longos argumentos apresentando a seriedade e urgência de um problema que você muito provavelmente nunca viu discutido antes deste texto. Um ótimo Dia Internacional da Pessoa com Deficiência para você.

07 Dec 10:55

Khoisan have been the largest population throughout most of modern-human history

25 Nov 23:56

A Man’s Reflections On Putting His Dog Down

by A Manly Guest Contributor

1mirror

Editor’s note: This is a guest post from James “Uncle Buzz” Surwilo.

We had to have our dog Buddy euthanized this past summer. This is euphemistically known as “putting a pet down” or “putting a pet to sleep,” which sanitizes and softens the deed, as if the dog or cat will wake or rise up again. If only.

To be clear, I’m not one of those persons who maintain that humans can love animals as they love other humans, or that losing a pet is as grievous as the death of a close friend or family member. I’m old enough to have lost both parents – having been present when my father died – and the list of other friends and relatives who are gone seems to be growing at an accelerated and alarming rate. There is no comparison, but we grieve, and mourn the death of our four-legged companions, as we should.

I’ve had dogs at most times in my life, even a family dog when I was too young to remember. And it is an unfortunate truth that dogs are relatively short lived, their deaths always seemingly premature and unfair, even if they live to an advanced age. Just as I never considered my own mortality as a kid, I never then thought about the inevitability of my dog dying; nevertheless, one after another, they did. It is difficult for me to judge the amount of grief that each dog’s death caused. A child is unaccustomed to death, but resilient. An adult has experienced deaths, but has an awareness of the transience of his or her own life.

I’m not going to expound on Buddy’s attributes nor claim, like the old dog food commercial, that “my dog is better than your dog.” Big on personality, he had plenty of bad habits and unendearing idiosyncrasies, but don’t we all? As with most dog owners, my family loved Buddy, warts and all. (Cats, on the other hand…you might as well have a pet rock. ‘Nuff said on that.)

As Buddy reached old age, say 10 or 11, he slowed down some, but remained healthy, was up for any adventure, still barked furiously at strangers, mooched biscuits from the mailman, and still gladly put cats up in trees – where they belong. I thought it, and intuitively knew it, but pushed away the inescapable fact that Buddy would be gone in a few years.

This spring, Buddy started to snuffle occasionally on his inward breaths. We at first thought it comical, and assumed that it was a minor irritation that would soon pass. It didn’t, and became frequent enough that a trip to the vet was in order. Just as my ailments seem to disappear the minute I walk into a doctor’s office, Buddy never once snuffled in the 20 minutes that we were at the vet, necessitating a poor imitation on my part and, not that it mattered in the end, a misdiagnosis.

The breathing problems only worsened, and a few weeks later we were back at the vet’s office, where Buddy demonstrated his snuffling to the obvious consternation of the veterinarian. At best, she thought, he has inhaled a foreign object that became lodged in his nasal cavity. Potentially, he had developed a nasal infection from sniffing at some gross thing – as dogs are wont to do – and these infections are difficult to treat successfully. Most likely, as I read the vet’s body language, he had nasal cancer, which I came to find out is fairly common in canines. The only way to know for sure would be to perform diagnostic imaging — an MRI being the best choice, but also the most costly.

I contemplated what to do for a few days, with the prognosis being poor regardless of what the imaging indicated. But in the end, I had to know to put my mind at ease, and to help in the expected tough choices that lay ahead. Buddy had the MRI and, not unexpectedly, it revealed a tumor that had perforated the nasal cavity and would soon enter his brain. There were no realistic treatment options.

Now came the really difficult part. Buddy was terminally ill, yet aside from the intermittent wheezing, was pretty much the same ol’ Buddy. Yet I didn’t want him to suffer, didn’t want to witness his suffering, and especially didn’t want to be the cause of any suffering. For a few days we continued our normal routine, with maybe a few extra hugs thrown in, but the unavoidable decision weighed heavily and constantly. We were truly playing God, deciding on life or death. I called the veterinarian seeking counsel, and the doctor offered what I thought was terrific guidance. She said that when faced with this decision with her own pets, she opts to put them down when they still have their personality. “When Buddy is still Buddy,” as she said. I took this to heart, and even though Buddy might have survived for weeks more, we made the appointment for 9 a.m., three days hence. That’s an odd conversation to have, and an unnerving concept to be left with: I will have my dog killed in three days.

The clock really started to tick at that point, and we couldn’t love Buddy enough. On the fateful morning, I was hyper-aware that it was the last time for all our usual routines. Our last walk. His last covert dump on the neighbor’s yard. My daughter had to go off to work, and said her last, weepy goodbyes. As we sometimes do in the morning, I started a fire in the backyard fireplace and contemplatively sipped coffee, all the while throwing Buddy pieces of roast beef dunked in gravy; the condemned getting a lavish last meal.

Buddy was nonplussed. I’ve always been admiring of dogs, with no sense of their own impermanence and no guile. Every day is the best day of their lives, and tomorrow will be even better, and the day after, better yet. He laid close by, contented, relishing his roast beef, ready for whatever else the day would bring, blissfully unaware of his fate. I, on the other hand, fought back the urge to delay the appointment for a few more days, while the tears flowed unabashedly. Before I knew it, my wife Deb said that it was time to go. The last car ride.

The veterinary technician led us into an examination room and gently explained the process. Buddy would be given a powerful, fast-acting sedative which would, in the true sense of the term, put him to sleep. The euthanizing solution would then be given intravenously, with death occurring within 30 seconds. We could be present for any or all of the procedure.

Buddy, never a fan of going to the vet, was looking to leave through an exterior side door of the examination room, but we held him and the vet tech gave him the sedative, and left the room. The drug did its work quickly. Buddy strolled for a bit then laid down, then placed his head down between his front paws and peacefully closed his eyes; his actions none too different than settling down for one of the thousands of naps he’d had over the years. We sat down with him and stroked him. Deb wanted to remain until the next solution was injected and be present when he died, but I thought it best that our last memory be of Buddy breathing, relaxed, and maybe dreaming of finally catching the chipmunk living in our stone wall that tortured him all these years. We slipped out the side door and very, very quietly drove home.

***

The epilogue: I like having a dog. I like the companionship. I like the unconditional love, and I like returning that love. I like being outside, and a dog gives you an excuse to mosey around the town or the woods, and not have people think that you are strange. So four months after Buddy’s passing while visiting a friend in West Virginia, I sprung seven-month-old Danni from a heartbreakingly overcrowded shelter. She’s a good pup, and I hope she lives good long time.

 

Have you ever had to put your dog down? Share your experience with us in the comments.

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