Shared posts

16 Oct 01:47

At First She Thought It Was A Prank Call. But Her Quick Thinking Saved A Life. This is Genius.

by Geekfiller- Techrave

At First She Thought It Was A Prank Call. But Her Quick Thinking Saved A Life. This is Genius.

08 Sep 17:16

¡Es el miedo, estúpidos!

by Henar Lanza
Osiasjota

bajo Krugman!

1. “I have a message for the Scots: Be afraid, be very afraid. The risks of going it alone are huge. You may think that Scotland can become another Canada, but it’s all too likely that it would end up becoming Spain without the sunshine”.

Paul Krugman y su bola de cristal en The New York Times.

2. En La sociedad abierta y sus enemigos (LSA) Karl Popper define a los historicistas como aquellos que “creen haber descubierto ciertas leyes de la historia que les permiten profetizar el curso de los sucesos históricos”. Es decir, aquellos Nostradamus que no diferencian la profecía histórica de la predicción científica.

Popper escribió LSA en 1943, antes del fin de la II Guerra Mundial, azuzado por “la posibilidad de que el marxismo se convirtiera en un problema fundamental”. Los objetivos de la obra eran, siempre según Popper, analizar la aplicación del método científico a las ciencias sociales, contribuir a la comprensión del totalitarismo, estudiar los principios de reconstrucción democrática, criticar los sistemas filosóficos responsables del prejuicio contra la posibilidad democrática y hacer frente a la ingeniería social utópica, propia de las sociedades cerradas, tribales y totalitarias de platónicos, hegelianos y marxistas, mediante la ingeniería social gradual, propia de las sociedades abiertas y liberales de los popperianos.

3. Al margen de que la interpretación de Popper exude revisionismo, la lectura de LSA me ayudó en un sentido: me ayudó a concluir que los historicistas de los que nos tenemos que cuidar en el siglo XXI son los economistas, esos nuevos gurús que, como Paul Krugman, se suben a tribunas como la del New York Times a lanzar amenazas maquilladas de ironía.

4. ¿Con qué fin nos avisan? Con el mismo que le echaba e cara Popper a Platón y a Marx: el de buscar la felicidad de la sociedad. Krugman advierte que votar a favor de la independencia de Escocia traerá terribles males a los escoceses; que los escoceses que estén a favor de la independencia, esto es, a favor de tomar decisiones y asumir todas las consecuencias que ello traiga consigo, tanto negativas como positivas, pero, en todo caso, impredecibles, estos escoceses, digo, o dice Paul, deben tener miedo.

No es casualidad que el verbo empleado en estos casos sea el de “castigar”: los mercados castigarán a todos y cada uno de los escoceses que quieran explorar las posibilidades que pueda traer consigo la independencia. La técnica de “ensayo y error” es solo para los científicos, no para los escoceses. ¿Qué haremos, entonces, con Higgs, Maxwell, Bell, Fleming, Lord Kelvin, Brown, Watt, Napier, todos científicos y todos escoceses?

5. Paul Krugman, tienes dos opciones:

A) Cómete tu bola de cristal.

B) Te cambiamos tu bola de cristal por un afeitado de barba en alguna de las muchas barberías de Edimburgo: no eres digno de ella (de la barba, no de la bola).

barbers

P. S.: Los economistas historicistas son como los hombres blancos heteros: no tienen género ni raza ni orientación sexual, ya saben, son normales.


15 Oct 16:02

Subway, Line 3

by boulet
11 Sep 13:06

http://mulher-procura.blogspot.com/2014/09/em-tempos-de-eleicoes-as-discussoes-no.html

by Fernanda
Osiasjota

via Barciella

Em tempos de eleições, as discussões no intervalo para o cafézinho no meu trabalho ficam cada vez mais legais:

- O chefe disse que vai votar na Marina porque ela é palmeirense que nem ele.
- Ué, então vou votar no Aécio porque ele é cruzeirense que nem eu.
- E eu vou votar no Eduardo Jorge porque ele é maconheiro.


16 Oct 01:37

Vai lá tirar selfie com o capeta.

by Zanfa

166448

05 Oct 10:25

Voto em branco

13 Oct 22:06

Igniting a match

13 Oct 21:19

[@kevinfarzad]

11 Oct 16:49

chapmangamo: Translated TV Shows

Osiasjota

hahaha, I confirm the BRazilian one















chapmangamo:

Translated TV Shows

09 Oct 18:17

A batedeira da morte

by Joe

GENTE

Gente, o cachorro…

GENTEEEE

O CACHORRO

Gente, o cachorro QUIS AJUDAR.

“DEIXA QUE EU MANJO DAS BATEDERA”, disse Gleiso.

12 Oct 22:53

28-08-2014

by Laerte

12 Oct 03:45

johnfkennedyofficial: when the hell did Scooby Doo: Mystery Incorporated take place? Everyone is...

johnfkennedyofficial:

when the hell did Scooby Doo: Mystery Incorporated take place? Everyone is dressed from the 70s, while the original Myster Incorperated were dressed from the 40s, while everything has up-to-date technology?? when is this show??

just like there are fictional places, there’s also fictional times

03 Oct 02:07

O Fiat, o contrabandista e a mãe de santo

by Cora
Osiasjota

dafaq

“– Sempre achei que essa história seria bem compreendida no Brasil, onde os rituais do candomblé são tão parecidos com os dos exorcistas marroquinos” — concluiu Tahir Shah (depois de contar como livrou a Casa do Califa de uma infestação de espíritos). Eu estava pronta para contestar, do alto do meu ateísmo e da minha descrença universal, quando me lembrei de um caso que me aconteceu há muitos e muitos anos, e que envolveu um Fiat 147, um contrabandista e uma mãe de santo. Eu contaria essa história agora com o maior prazer, mas como o espaço já está no fim, ela fica para a semana que vem.”

Assim terminou a crônica da semana passada. Cumpro a promessa:

O caso aconteceu há muito tempo, no começo de um ano de que não lembro mais. Eu havia passado o Réveillon no sítio, em Nova Friburgo, e já no dia primeiro estava na estrada, sozinha, a bordo do meu Fiat 147, voltando para o batente. Vinha distraída numa reta quando fui parada por um grupo de pessoas nervosas:

– Para! Para!

– Um desastre!

– Dois carros!

– Uma família inteira…

– As crianças, coitadas!

– Muito sangue!

– Uma desgraça, uma desgraça!

Todos falavam ao mesmo tempo. Ali na frente, a poucos metros, os dois veículos destruídos, uma figura que eu não sabia se estava viva ou morta no meio da estrada, mais adiante um carro branco com as portas abertas, cercado por outras pessoas.

É curioso como funcionam as nossas lembranças: eu não me lembro de ter registrado se o corpo na estrada era de homem ou de mulher, mas me lembro do carro branco em detalhes, um adesivo horizontal no vidro traseiro. Também me lembro de ter me perguntado de onde havia saído aquela gente toda, já que além dos carros envolvidos no acidente não havia nada na estrada a não ser o tal carro branco, mas logo percebi uma birosca na beira do mato e umas casinhas miúdas.

– Moça, você leva a mulher do carro, que está muito mal.

Não era uma pergunta. Também não era uma ordem. Era apenas a conclusão a que alguém havia chegado a respeito do que devia ser feito. Antes que eu pudesse responder, a porta traseira do Fiat já estava sendo aberta, e uma senhora, que sangrava muito, foi deitada no banco. Um dos homens que a havia trazido bateu a porta e me mandou correr.

– Ali adiante tem um hospital, não fica longe.

Pode até ser que ficasse perto, mas o tempo de chegar me pareceu uma eternidade. Era evidente até para mim, que nunca havia visto uma pessoa agonizante, que a pobre mulher estava morrendo: respirava em bolhas, fazendo um barulho surdo, terrível. Depois de um tempo o barulho acabou, mas o silêncio era ainda pior. No meio do caminho, um carro da polícia havia emparelhado com o meu, e sinalizado para que o seguisse. Os policiais me escoltaram até o hospital, tomaram todas as providências necessárias e me disseram que eu não precisava me preocupar com mais nada: meu nome não constaria do BO.

Cheguei ao Rio moída, as lembranças horríveis martelando na cabeça. Não consegui dormir. No dia seguinte bem cedo fui até o posto para lavar o Fiat, mas quando viram aquela sangueira toda os funcionários se recusaram a tocar no carro. Percorri os outros postos da vizinhança, e em todos encontrei a mesma reação. Finalmente voltei para casa e o porteiro cuidou do assunto.

Mas o carro ficou esquisito; algo continuava errado. Mandei lavá-lo num lavajato. Não adiantou. Levei-o ao posto que, segundo meus amigos, fazia a limpeza mais bacana da cidade. Troquei os tapetes. E nada. Passei a me sentir muito mal dentro do querido Fiat e, muito a contragosto, decidi vendê-lo.

– Mas vai vender o carro novinho, que acabou de comprar? — perguntou o My
Friend, meu amigo contrabandista. — Por que?

Contei o que havia acontecido.

– É, a energia ficou pesada, — constatou. — Liga para a Mãe Deocleciana, ela pode dar um jeito nisso.

Fazia sentido. Com quem mais eu poderia resolver um problema daqueles? De modo que, no dia seguinte, liguei para o número que ele me havia dado. Mãe Deocleciana atendeu do outro lado, muito gentil. Eu disse quem era, falei do My Friend e contei a história.

– Que coisa, minha filha. Você tem um bom advogado?

– Tenho sim.

– Perfeito, perfeito. Isso é o mais importante. Pessoa morta, sangue no carro, não se pode facilitar com essas coisas… Agora você vai levar esse carro numa encruzilhada, vai acender uma vela em cada esquina e vai queimar uma buchinha de café dentro dele, viu?

Ela me ensinou como fazer a tal buchinha e, na calada da noite, lá fui eu para uma encruzilhada no Andaraí, morta de medo de ser vista por algum amigo. Cumpri as instruções, envergonhadíssima por ter embarcado naquela bobagem.

Mas, no dia seguinte, quando peguei o carro para levá-lo à revendedora, ele estava curado: voltara a ser o meu lindo Fiat 147, com as boas vibrações de sempre. Continuamos juntos e felizes ainda por vários anos. Quando liguei para Mãe Deocleciana para agradecer e para perguntar quanto lhe devia, ela respondeu que não era nada, ora essa. E despediu-se com um conselho:

– Cuidado na estrada!

(O Globo, Segundo Caderno, 2.10.2014)

12 Oct 16:12

radondoran: oh my god it was canon the whole time this makes...









radondoran:

oh my god it was canon the whole time

this makes more sense here that in the new series

12 Oct 13:31

Photo

Osiasjota

royals



06 Oct 03:07

CNN ridiculariza política brasileira depois de ver legião de candidatos caricatos como Tiririca

by Duquian
Osiasjota

Cleiton Ribeiro

tirisede

Depois ainda tem brasileiro que se dói quando dizem que o Brasil não é um País sério.

O post CNN ridiculariza política brasileira depois de ver legião de candidatos caricatos como Tiririca apareceu primeiro em Sedentário & Hiperativo.

11 Oct 00:42

Mãe papagaia com Alzheimer.

by Zanfa

Y1zCkQC

05 Sep 19:53

sizvideos: Video

Osiasjota

via Rosalind

17 Sep 13:27

The Greatest Threat in the Marvel Universe

undefined

 

 

...
24 Sep 20:44

comedycentral: Click here for more of Jon Stewart’s coverage of...

Osiasjota

those politicians will never see this video













comedycentral:

Click here for more of Jon Stewart’s coverage of the recent House Committee on Science, Space and Technology hearing.

04 Oct 14:48

Ferrorfluid - The Magnetic Liquid

Osiasjota

mas mas

07 Oct 21:26

dirtydeedsdyan: kawinslow: This is one of those cases where...

Osiasjota

CAH ataca de novo!

via rosalind



dirtydeedsdyan:

kawinslow:

This is one of those cases where you bark in laughter that is bitter as the dregs of your dead soul.

Ouch. That hand wins for sure.

04 Oct 06:22

aminatou: too real

Osiasjota

via firehose

Courtney shared this story from Super Opinionated.

03 Oct 21:22

I'm sure this is what parenting will be like. I'm sure of it.

Osiasjota

via Steven Marshall

04 Oct 01:34

Viralizei

by Clauber Silva
Osiasjota

tem que ir no site ver os contos

Tá bom, uns sete criadores mais uns vinte simpatizantes não é bem um viral. Mas pra um cara como eu, que voa a cinco metros do chão, ou melhor, que só entra no mar pra surfar sem prancha (ainda quero escrever um post sobre o nome desse blog), é um feito e tanto!

Começou com a história do Totó. A partir de uma inspiração vinda da minha cadelinha Nikita, que nunca late a noite, bolei o primeiro #microconto pro feissibuc e logo em seguida mais dois. A repercussão foi boa e a coisa pegou. Quando eu menos esperava, tinha amigo de amigo de amigo postando microcontos na timeline, quando não em comentários de outros posts, ou achando que qualquer post escrito pudesse ser um microconto.

O cúmulo mesmo hoje quando mandei um torpedo pra minha mãe pra contar do resultado de uma reunião e ela me perguntou se aquilo era um microconto...!

Segue aqui uma série de microcontos que mais gosto. Muitos autores seguiram seus próprios estilos e universos, mas teve gente que não conseguiu se desapegar do meu Totó.

Começo pelos meus do Totó.

Sugiro que você leia os comentários dos posts, porque tem microcontos escondidos neles.


















04 Oct 01:49

Hey Jude, don't make it batter

29 Sep 15:52

Photo

Osiasjota

via Toaster Strudel



02 Oct 23:13

yodiscrepo: ¿Para qué se debe pensar la gente que estan esas...

Osiasjota

imagina na copa

via alan porto



yodiscrepo:

¿Para qué se debe pensar la gente que estan esas vallas?

02 Oct 16:43

[baconzombie]

Osiasjota

via Bewarethewumpus

28 Sep 05:41

My wife is a water-colorist. Here is a painting she made for our niece.

Osiasjota

via Dj10bear