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26 Nov 12:22

12 sinais de que você está criando seu filho para ser escravo

Você parou para observar o que está passando na televisão quando o seu filho a está assistindo? Ou já parou para refletir nos motivos que levaram um novo shopping a ser erguido perto da sua casa? Ou mesmo já se questionou sobre a real razão para a pré-escola dizer que está preparando o seu filho para o mercado de trabalho?

Não é novidade para ninguém que a organização da sociedade possui o formato de uma pirâmide onde os que estão na base sustentam aqueles que estão no topo. Enquanto no topo existem poucos lugares, na base existem muitos para serem ocupados, sendo natural que quem esteja em cima queira manter aqueles que estão em baixo onde estão para não perderem suas posições no topo.

Apesar de nascermos livres, durante a construção da nossa personalidade (da infância a fase adulta) vamos nos identificando progressivamente com essa lei e ficando cada vez mais “parados” conforme ela se torna a realidade do nosso modo de agir.

Não importa se nossa origem é uma família com muito ou pouco dinheiro. O que define se uma pessoa é escrava ou não é a maneira como ela lida com o mundo: se obedecendo a lei da escassez ou a lei da abundância.

Obedecendo a lei da escassez, nós temos medo e culpa. Medo do desconhecido (futuro, relações ou oportunidades) e culpa pelo passado (o que não foi feito, o que deu errado ou o que fizeram conosco). Agimos como vítimas e sempre estamos sofrendo por algo. Por isso precisamos atacar. Quem está em cima ataca quem está embaixo e quem está embaixo ataca quem está em cima.

Mas o que importa para o desenvolvimento pleno do ser humano e da humanidade não é que nossos filhos escalem a pirâmide social, se tornem pessoas ricas habitando o topo da pirâmide e mantenham as pessoas que estão embaixo afastadas das suas posições. O importante é que eles se libertem dessa pirâmide e das “regras naturais” contidas na sua estrutura.

Abaixo, fica o convite para reflexão sobre 12 sinais de que você está criando seu filho para ser escravo:

12 sinais de que você está criando seu filho para ser escravo

Você matriculou seu filho em uma escola que o prepara para o mercado de trabalho

Ou uma que vai do maternal ao vestibular. Não importa. Se o seu filho está matriculado em uma escola que o prepara para o mercado de trabalho, você está preparando o seu filho para o passado e não para o futuro, para o mundo que vai existir daqui a 20 anos quando ele sair da escola. Você está preparando seu filho para se encaixar no mundo e não para criar um mundo para ele.

Você leva seu filho no shopping para passear

Shopping não é para passear. Shopping é para comprar ou então se distrair para comprar ainda mais. O objetivo do shopping é vender mais e por isso é tão importante para seus proprietários agregar serviços como praças de alimentação e espaço para as crianças com brinquedos eletrônicos e pequenos parques dentro dos seus estabelecimentos. Quanto mais próximas dos shoppings as crianças estiverem, melhor retorno financeiro o shopping terá no longo prazo. O impacto deste mau hábito pode levar seu filho a sempre querer consumir para se manter feliz.

Você permite que ele tenha mais coisas que o necessário

Presentes são as distrações do presente. Com milhares de roupas, tênis e brinquedos seu filho começa a perceber que fica feliz sempre que recebe alguma coisa nova e molda a sua cultura para isso. Desta forma, quando ele ficar triste novamente e não enxergar nada de novo à sua volta, acreditará que está com esse mau humor porque não tem nada novo para se distrair. Desde cedo eduque seu filho a compreender que ele não depende de coisas para ser mais feliz. No dia que seu filho fracassar e não tiver coisa alguma, se sentirá ainda mais infeliz por não tê-las e levará ainda mais tempo para retomar seu rumo.

Você acredita que ajuda seu filho quando executa tarefas simples pra ele

Dar comida na boca, amarrar o sapato, abotoar a camisa, dar banho, entre outras tarefas simples são coisas que os pais estão fazendo por mais tempo pelos seus filhos. Quando eles crescerem e estiverem adultos o mundo cobrará deles independência e disposição para realizar tarefas fora de suas zonas de conforto se eles quiserem se libertar. Tendo sido criado em uma redoma seu filho terá que lutar ainda mais para conquistar as coisas que deseja.

Você ensina seu filho a valorizar as coisas pelas marcas que elas carregam

Não basta comprar um caderno, precisa ser um caderno de uma determinada marca ou com um determinado motivo daquele desenho animado ou daquele filme que ele tanto adora. Não seja tolo. Você está agindo justamente da forma que o dono da marca daquele filme quer que você aja. Que tal explicar para o seu filho que o caderno sem marca nenhuma tem a mesma utilidade que o caderno com marca e que ele pode ser até melhor em qualidade que o outro. Ensine-o a valorizar as coisas pelo real valor delas e não pela marca que a coisa carrega. O significado de sucesso não é medido pela capacidade de adquirir acessórios das marcas mais caras como se fossem badges da vida real.

Você não ensina seu filho a receber doações

Conheço pais que não admitem que seus filhos recebam uma peça de roupa ou um tênis de uma outra criança só porque aquilo que era recebido já tinha sido usado. Não existe coisa mais digna e natural do que aprender a receber. Isso, inclusive é até mais importante que aprender a dar porque para receber você precisa ser humilde e nobre. Ensine-o a receber doações e ele se tornará livre por acreditar que o mundo dá as coisas para ele ao invés de visualizar um mundo cheio de perigos e apuros onde todos só pensam em tirar-lhe as coisas.

Você faz da alimentação por frutas e legumes algo pontual

O natural para o ser humano é comer frutas, legumes e verduras, enquanto refrigerantes, doces e outras guloseimas não é natural. Estes últimos “alimentos” é que devem ser apresentados ao seu filho como um evento pontual. Não há problema comer doces, biscoitos e bolos uma vez ou outra se o hábito da criança for comer coisas saudáveis, mas fazer da alimentação saudável algo esporádico é transformar o próprio filho em colecionador de problemas de saúde no futuro.

Você o deixa ver televisão

Assista televisão com o seu filho durante uma hora e notará nas entrelinhas uma série de comerciais educando-o a permanecer escravo do sistema. Enquanto mulheres feministas brigam pelos seus direitos nas ruas, um comercial de um brinquedo infantil, treina meninas para o consumo vendendo uma caixa registradora que aceita cartão de crédito de brinquedo onde sua filha pode fazer compras à vontade na lojinha da amiga. Desligue a televisão e veja o seu filho libertar a imaginação com amigos imaginários, pistas de corrida feitas com caixas de papelão ou simplesmente cantando a esmo dentro de casa.

Você não educa seu filho com uma medicina preventiva

Medicina preventiva é alimentação somada ao conhecimento do próprio corpo. Além de receberem alimentos ruins para o corpo, os pais não incentivam seus filhos a conhecerem suas dores e seus próprios males, curando toda e qualquer perturbação com algum medicamento invasivo que inibe o sintoma, mas não acaba com o problema. O autoconhecimento começa pelo conhecimento do nosso próprio corpo.

Você incentiva que seu filho tenha ídolos

Ter ídolos nos escraviza tanto quanto ter algozes. Tendo ídolos, seu filho começa a competir com outras crianças para medir se aquilo que idolatra é melhor ou pior que aquilo que os outros idolatram, seja uma personalidade, um atleta, um time de futebol, um músico, etc. Ele coloca todas as suas expectativas naquela pessoa, saindo de si para querer se tornar o outro o que normalmente termina em uma grande frustração quando ele verifica que o outro possuía as mesmas idiossincrasias que ele.

Você ensina as suas crenças para ele

Religião, trabalho, riqueza, modo de vida, enfim, você deposita no seu filho toda a sorte de crenças e medos cultivadas em você tirando a capacidade dele mesmo refletir sobre o que serve e o que não serve para ele. Você não ensina filosofia para ele e não o faz questionar e observar que talvez você e ele estejam errados a respeito das suas certezas. Que existem outras religiões diferentes da sua no mundo, assim como outros tipos de trabalho, outras formas de gerar riqueza e também outras maneiras de viver. Esclareça para o seu filho que a forma como você vive e a maneira como você pensa é a sua maneira, mas não a mais correta. Não ate-o a amarras que o deixem presos em qualquer área da vida. Leve-o a sua religião, ensine-o sobre ela, mostre a forma como você trabalha e a sua maneira de gerar riqueza. Traduza tudo isso e o seu modo de vida como apenas mais um modo de se viver, mas fortaleça-o para que ele faça a sua própria busca, deixando claro que irá lhe abraçar no caminho de volta pra casa.

Você não coloca em prática o que ensina para ele

E o principal e mais violento sinal de que você está criando o seu filho para ser escravo acontece quando você demonstra para ele que não se esforça para se libertar colocando em prática aquilo que ensina para ele.

  • Você continua indo ao shopping para passear.
  • Você continua vendo televisão.
  • Você continua torcendo para o seu time do coração com fanatismo.
  • Você cultua marcas, nomes e famosos.
  • Você se coloca como vítima da vida.

Você pode ter errado em tudo, mas não pode se dar o direito de errar em não assumir os próprios erros para acertar. Temos que ensinar esta nobreza para os nossos filhos se quisermos que eles se libertem desta pirâmide social na qual a maior parte da sociedade está inserida para viver a sua própria vida da maneira que ele acredita ser a ideal.

Entendo que alguns sinais colocados aqui afetam estruturalmente as suas crenças, mas te convido a fazer um exame em cada uma delas para verificar porque elas realmente existem em você e como elas podem estar moldando a vida que você tem hoje. Se você está preso, liberte-se e leve seus filhos junto, pois se todos os pais fizerem isso, libertaremos o mundo.

Por Marcos Rezende

Fonte indicada: Insistimento

(Recomendo a visita ao artigo de origem para a observação dos mais de 500 comentários gerados pelo texto além, é claro, do conhecimento de outros artigos do autor)

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26 Nov 21:28

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Igor Santos

Pegando ebola em 3, 2, 1...



22 Nov 00:30

alrights: Micro-photography of individual snowflakes by Alexey...





















alrights:

Micro-photography of individual snowflakes by Alexey Kljatov

fuckin WOW

23 Nov 14:44

The Duchess (2008) A palavra beleza define o filme baseado na...



The Duchess (2008)

A palavra beleza define o filme baseado na biografia de Georgiana, a Duquesa de Devonshire.

Quando se estuda como a maior parte da vida das pessoas era difícil antes das mudanças sociais e democráticas que ainda estão se solidificando no mundo, quase sempre se deixa de lado o alto preço que a nobreza pagava para manter o status quo. Sim, meninas ricas também sofrem (e muito).

Georgiana foi querida do povo, apreciava o carteado e outros jogos e tinha consciência política. Mas embora fosse hábil em suas relações sociais findou tornando-se mais uma esposa refém do próprio marido. A opressão da mulher, muitas vezes tratada como uma mera incubadora, é um dos pontos importantes na história, mas o que se sobressai é o caráter e a resiliência da Duquesa.

Com uma capacidade infinita de perdoar, Georgiana mostra como é possível ser feliz encurtando seus lutos e vendo o lado melhor do que a vida pode nos dar.  

Beijos,

M.

23 Nov 11:10

White Oleander (“Deixe-me viver”) White Oleander é...



White Oleander (“Deixe-me viver”)

White Oleander é um filme americano baseado no conto homônimo de Janet Fitch. Ele conta a história de uma talentosa adolescente filha de uma mãe egoísta, perseguidora, manipuladora e ciumenta.

A mãe premedita e executa o assassinato de um cara que já tentava terminar o relacionamento com ela sem a menor preocupação em esconder da filha todos os passos. 

Então é presa e a menina, que já havia sido abandonada pelo pai, se vê entregue ao quase mercenário sistema de adoção americano. Como é comum em vítimas de pais relapsos, a menina peregrinou por três lares e em dois deles pagou pecados que nunca cometeu. 

Já emancipada e compreendendo melhor fatos do seu passado conseguiu extrair da mãe um ato, enfim, verdadeiramente maternal.

O filme tem  nota 7,2 no IMDB. 

Beijos,

M.

21 Nov 13:26

Resenha – E Se?

by Igor Santos

“É provável que bifes sobrevivam ao romper a barreira do som. Se o bife estivesse só parcialmente congelado, ele iria se estilhaçar muito fácil. Contudo, se ele aterrissar na água, na lama ou em folhas, talvez fique ok.[1]

Plasma incandescente, petabits por segundo, gotas de chuva de um quilômetro de diâmetro, escala Richter negativa, cozimento gravitacional, quantos mortos existem no Facebook, o sinal UAU! e um secador de cabelos indestrutível. Este livro é, sem sombra de dúvidas, o meu filão.

Sem se manter numa mesma linha de raciocínio por mais de dois parágrafos, Randall Munroe, autor do sempre (estatisticamente) excelente XKCD, responde perguntas hipotéticas (e algumas aparentemente nem tanto) de seus leitores com um rigor científico encontrado apenas nas mais bem conceituadas instituições de publicação de webcomics. Afinal, apesar de ser roboticista, Randall é um cartunista humorista (ou “roboticisto”, “cartunisto” e “humoristo”, como o jornalisto Jô Soares acredita ser correto).

Foto do autor

Foto do autor

Um dos melhores capítulos é o que fala sobre o que aconteceria com a órbita terrestre se todas as pessoas se juntassem num mesmo lugar e pulassem ao mesmo tempo. E não digo isso porque o Scienceblogs é citado (é a matriz, afinal, mas está valendo) mas pela reviravolta épica que me pegou de surpresa. Pensamento lateral daqueles que caem para fora da página. E ainda me lembrou um texto épico meu.

Um livro extremamente divertido, fácil de ler (para mim foram três ou quatro horas de pura empolgação) e de acompanhar (as contas mais pesadas ele guarda para si e não “mostra o trabalho”, só dá a resposta). Divulgação científica de primeira com inúmeras piadinhas discretas espalhadas por todo lugar (incluindo no verso da folha de rosto que, quando trabalhei num jornal, chamavam de “serviço”) que certamente causarão gargalhadas em quem as encontrar dentre as 300 e poucas paginas.

Eu achei muito erro de tradução[2] e até alguns de gramática (e uns mistos, como muito uso de vírgula que sobrou do original mesmo não existindo em português). Mas não acho que a maioria das pessoas realize ou se incomode, com essas coisas.

e se

A minha cópia é da primeira edição e tem uma diagramação esquisita no inicio, onde um mapa com os oceanos do mundo esvaziados ficou praticamente sem África e Europa, que se perderam dentro da lombada. Mas, como sou gente boa, eis aqui o desenho original.

Em E Se?, lançado aqui pela Companhia das Letras, você também vai descobrir uma nova solução para a máxima do copo meio vazio, quanto custaria morrer num quebra-molas e, com a ajuda de girafas empilhadas, como uma criança de cinco anos pode destruir a lógica de um físico e a força de um arremessador profissional.

Minha cópia me foi enviada pela editora, mas é o tipo de livro que eu compraria sem hesitar. Recomendo fortemente para você que lê o 42. e não volta para casa com confusão mental. E, se você é fã do XKCD, nem sei porquê está lendo isto.

Ah, e para quem estiver lendo isto a tempo e precisar saber até sexta-feira:

Participe do Hangout com Randall Munroe, autor de "E se?" e criador do xkcd, dia 25/11 às 18h http://t.co/r07S8UH0YE pic.twitter.com/JzPaa3EoSk

— Companhia das Letras (@cialetras) November 18, 2014

Sweet.

———

[1] Intacto, no caso. Não ok para comer.

[2] Porém, preciso parabenizar o tradutor que teve a ideia de traduzir “flyover state” para “estado janelinha”. A melhor manobra tradução que vi desde que “blaster” virou “explosor” nos anos 70.

20 Nov 06:06

"Just get in the car, Alice. I’ll explain on the way." #9gag



"Just get in the car, Alice. I’ll explain on the way." #9gag

11 Nov 02:54

"Windeck" começa a ser exibida hoje no Brasil - Rede Angola

Igor Santos

Não vou assistir, mas concordo com a decisão.
Precisamos ter contato com nossos sotaques ao redor do mundo.

DR

Micaela Reis em Windeck. [ DR ]

A telenovela “Windeck” estreia hoje às 23h no Brasil, informa a EBC. A primeira novela africana a ser exibida naquele país vai ser emitida na TV Brasil.

Anteriormente, a direcção da EBC – Empresa Brasileira de Comunicação, que gere a TV Brasil -, disse que a iniciativa de exibição de “Windeck” é apenas um primeiro movimento em relação à ampliação do conteúdo lusófono exibido na TV Brasil. Para o próximo ano, quando serão comemorados os 40 anos de independência de Angola e dos outros países africanos da lusofonia, estão a ser preparados conteúdos especiais em parceria com produtores do continente e também de Portugal.

“Windeck” foi produzida em 2012 pela Semba Comunicação, tendo sido exibida primeiro pela TPA e posteriormente pela RTP1, em Portugal. A novela esteve entre as quatro indicadas ao Emmy Internacional de 2013, ano em que “Lado a Lado” recebeu o prémio.

“Windeck” esteve no ar em Angola de 19 de Agosto de 2002 a 13 de Fevereiro de 2013.

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19 Nov 00:15

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18 Nov 15:20

[via]





[via]

18 Nov 07:14

lord-kitschener: halcyon-ia: break the rules no gods no kings...

Igor Santos

Se pudesse falar, estaria gritando SOCORRO ME TIREM DAQUI ESTOU PRESO NUM LOOP INFINITO!



lord-kitschener:

halcyon-ia:

break the rules

no gods no kings no masters

18 Nov 00:00

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17 Nov 21:27

(via peterfromtexas)

18 Nov 21:08

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19 Nov 21:00

sachinteng: 'Athletic Genius' for NAUTILUS Magazine Exploring...











sachinteng:

'Athletic Genius' for NAUTILUS Magazine

Exploring cerebral prowess and which areas of the brain make great athletes!

Thanks to AD Len Small for giving me the chance to work on this. Check out the article at Nautilus here

17 Nov 08:37

Você sabia que existe uma passagem volta ao mundo?

É isso mesmo que você entendeu. A passagem volta ao mundo permite que você faça a volta no globo com um único bilhete, fazendo várias paradas pelo caminho. Pra quem sempre sonhou em fazer uma volta ao mundo ela pode ser uma boa solução e sai bem mais em conta do que você imagina.

O que é a passagem?

A passagem é chamada de RTW (Round the World) e pode ser composta por 16 trechos, saindo e retornando ao mesmo ponto, fazendo a volta completa do globo. Atualmente existem 3 alianças que oferecem esse tipo de passagem e é claro que algumas regras devem ser seguidas.

Divulgação

ViraVolta, Volta ao Mundo, Viagem longo prazo, Passagem volta ao mundo

Conheça as principais regras:

  • O viajante precisa fazer a volta no globo em um único sentido
  • A viagem deve durar de 10 dias a 1 ano
  • O número de trecho voados deve ser entre 3 e 16
  • Existe um número limite de trechos a serem voados em cada zona territorial da aliança
  • Você pode desembarcar em um país e embarcar em um país diferente no próximo vôo. Isso se chama deslocamento terrestre, mas conta como trecho ou milha voados
  • Voos com conexão também contam como trecho voado ou para contagem de milhas
  • É possível alterar a data dos vôos sem nenhuma taxa
  • É possível alterar trechos da passagem conforme taxas estipulada pela aliança

Quanto custa?

É claro que isso vai depender muito do seu roteiro, do número de trechos e da aliança aérea pesquisada. Se o seu roteiro passa por aeroportos mais populares ou se ele usar poucos trechos, vai sair mais em conta. É possível encontrar uma passagem RTW de 16 trechos por 5 mil dólares (=12.800 reais). Parece caro? Se você considerar que que um vôo de ida e volta para a Tailândia custa cerca de 4 mil reais já não parece tão caro assim. Se você dividir esse custo da RTW por 16 trechos, cada trecho custaria 800 reais.

ONDE PESQUISAR?

Atualmente 3 alianças aéreas oferecem essa passagem: One World, Star Alliance e Sky Team. No site dessas empresas é possível fazer simulações das passagens de volta ao mundo.

Para saber mais detalhes sobre essa passagem clique aqui.

O Projeto ViraVolta é um site especializado em viagens de longo prazo e passa todas as dicas para quem deseja realizar o sonho de viajar o mundo. Se você tem medo ou acha impossível, não desanime. Conheça as nossas dicas e quem sabe podemos te inspirar.

Conheça o projeto e fique conectado:

projetoviravolta.com
facebook.com/projetoviravolta
pinterest.com/viravolta/
youtube.com/user/projetoviravolta
twitter.com/_ViraVolta

Rede Catraca

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15 Nov 19:44

Stunning Mosque In Iran Becomes A Magnificent Kaleidoscope When The Sun Rises

Igor Santos

Jogo de PC dos anos 90 quando você tirava o disquete entre uma fase e outra.

The exterior of the Nasir al-Mulk Mosque in Shiraz, Iran, while decorative, hints only vaguely at the colorful splendour held within. When you step inside, especially if it’s early in the morning, the mosque truly becomes a vivid and glorious kaleidoscope.

The Nasir al-Mulk Mosque is heavily decorated with stained glass – something very rare in mosque architecture. It was built during the Qājār era by the order of Mirza Hasan Ali Nasir al Molk in 1888. The mosque is famous for its extensive usage of stained glass and the divine feast of colours that it casts with the help of the morning sun. The mosque is often referred to as the “Pink Mosque” due to the dominance of this colour in the intricate and colorful tiles decorating its arches and niches.

If you ever have a chance, go visit this majestic, one-of-a-kind mosque and don’t miss the earliest bus – you won’t regret it!

(via)

Image credits: Mohammad Reza Domiri Ganji

Image credits: Dav Wong

Image credits: Amin Abedini

Image credits: Marinela T. Gondii

Image credits: Lucie Debelkova

Image credits: Amin Abedini

Image credits: my2200

Image credits: Amin Abedini

Image credits: Abbas Arabzadeh

Image credits: my2200

Image credits: Amin Abedini

Image credits: Dav Wong

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14 Nov 13:55

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13 Nov 13:00

Science Can Bring About Cruelty

09 Nov 06:28

I always knew I was super smart 😎 Tag your smart friends...

Igor Santos

er...



I always knew I was super smart 😎 Tag your smart friends too!
Follow my smart bro @8factapp !

14 Nov 17:00

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12 Nov 14:22

Internet has destroyed my mind… #9gag



Internet has destroyed my mind… #9gag

13 Nov 06:19

Cos I’m fabulous. #9gag



Cos I’m fabulous. #9gag

14 Nov 05:29

Behind every strong woman, there is a romantic dude. #9gag



Behind every strong woman, there is a romantic dude. #9gag

13 Nov 02:27

deadliftsandredlips: lifeweightsandpavement: Way too powerful...



deadliftsandredlips:

lifeweightsandpavement:

Way too powerful an image here…

This speaks volume about the standards expected in society on how one should look. And how young we begin to be bombarded with these standards…

Picture by Meg Gaiger

I can’t remember the amount of times of cried while grabbing at my fat and wishing I could cut it off. It started when I was eight. This picture and the meaning behind it is so, so important.

12 Nov 13:30

Christmas Came Early This Year!

Igor Santos

Bukkakkandles.

13 Nov 17:30

What is This Musical Treachery?

13 Nov 18:07

The mathematician who proved why hipsters all look alike

Jonathan Touboul is a mathematician and a neuroscientist. He holds a PhD in math from France’s prestigious École Polytechnique, where he won a prize for his thesis on how to simulate neurons in the brain. He publishes papers with titles like “Pulsatile localized dynamics in delayed neural-field equations in arbitrary dimension” and “The propagation of chaos in neural fields.”

Recently, though, Touboul has been thinking about hipsters. Specifically, why hipsters all seem to dress alike. In his line of work, there are neurons that also behave like hipsters. They fire when every neuron around them is quiet; or they fall silent when every neuron around them is chattering.

Because he is a mathematician, Touboul began to look for a way to explore this idea using equations. In other words, he constructed a mathematical model. His key insight is that people (and neurons) do not instantly perceive what is mainstream. There’s a delay. And in situations where the delay is large enough, the contrarians can inadvertently synchronize with each other.

“In wanting to oppose the trends, there actually emerges some sort of hipster loop,” Touboul said.

A day before Halloween, Touboul put a draft of his paper on the arXiv, calling it “The hipster effect: When anticonformists all look the same.”

The paper was catnip, of course, for the hipster blogosphere, which loves all objets highbrow/lowbrow, the more meta the better. But this is a whimsical analogy for a serious topic. Widespread synchronicity in the brain is considered harmful, Touboul noted. It’s a feature of epileptic seizures, which can occur when groups of neurons fire together in abnormal ways.

To help us better understand his mathematical argument, Touboul walked us through parts of his paper, which he is submitting to a physics journal.

Trying to unpack one of these models can be like describing a work of Cubism: The art is lost. To his credit, Touboul keeps the math in his paper light and graceful. A background in nonlinear dynamics certainly helps, but with a sprinkle of imagination, anyone can grasp the story that his equations tell.

Touboul begins by envisioning a world where people choose between just two styles: Call them punk or normcore. There are two kinds of people in this world: those who like to go with the flow, and those who do the opposite — hipsters, in other words. Over time, people perceive what the mainstream trend is, and either align themselves with it or oppose it.

Here are some examples with a population of three conformists and one hipster. How the world evolves over time depends on who starts off in the majority and who starts off in the minority. Take white to be normcore, and black to be punk (obviously).


In example A1, the two conformists start off with the same style; the nonconformist is different. This world is stable. The conformists are happy because they are the majority. The hipster is happy because she’s in the minority. People stick with their current style.

In example A2, it takes some shuffling around before the world settles down. Two of the conformists start off normcore; the other conformist is punk; the hipster is also punk. From the perspective of each normcore conformist, the consensus seems to be punk (they don’t count themselves). They both decide to be punk in the next turn.

Eventually, after a few more switches, the system settles into stability: three punk conformists, and one normcore hipster.

What if this world contained equal numbers of conformists and hipsters? No matter how the population starts out, it will end up in some kind of cycle, as the conformists try to catch up to the hipsters, and the hipsters try to differentiate themselves from the conformists.


Now the real fun begins. Let’s look at a world with just hipsters, and let’s make the population bigger. Touboul lent us some of his simulation code, so we can see what happens with 5,000 hipsters. We randomly assign each to be either punk or normcore. The result is a field of noise. The hipsters cannot reach a consensus; they fight vigorously to be in the minority, but collectively, they act like a dog trying to chase its tail. (Touboul’s model, by the way, includes bit of randomness at each turn — a dash of realism.)


Here comes the crucial twist. In all of the examples so far, we assumed that everyone had instant knowledge of what everyone else was wearing. People knew exactly what the mainstream trend was. But in reality, there are always delays. It takes time for a signal to propagate across a brain; likewise it takes time for hipsters to read Complex or Pitchfork or whatever in order to figure out how to be contrarian.

So Touboul included a delay into the model. People would base their decisions not on the current state of affairs, but on the state of affairs some number of turns prior.

What Touboul noticed is that if you increase the delay factor past a certain point, something amazing happens. Out of what appears to be random noise, a pattern emerges. All of the hipsters start to synchronize, and they start to oscillate in unison.

Here is an example of what happens when the delay gets longer and and longer:


As Touboul described it:

Indeed, a random imbalance will be detected after some time and all anticonformist individuals will tend to disalign to this trend, regardless of the fact that an increasing proportion of them do and therefore yield a clear bias towards the opposite trend. This will be detected at later times, leading to a reciprocal switch, and these oscillations will periodically repeat. Despite their efforts, at all times, anticonformists fail being disaligned with the majority.

Translation: The hipsters are still recoiling from the mainstream, but each holds an outdated concept of what the mainstream is. Because they are slow to react, they end up all looking alike, and all changing fashions at the same time. (Irony of ironies!)

Here is where you might object that Touboul’s model oversimplifies something. In real life, there are a million ways to be nonconformist. You can be goth; you can be preppy; you can be grunge. Touboul’s model doesn’t quite explain the current hipster obsession with scraggly beards and undercuts. He admits as much. “The brain is more complex than the model I looked at, and of course hipsters are more complex,” he said.

But the beauty of Touboul’s model, which he sketches out in a meager four pages, lies in its succinctness. He doesn’t aim to explain everything. His goal is to express a single idea about how nonconformists might synchronize, and he does so in the most concise way possible. Touboul belongs to a breed of theoreticians who see themselves as storytellers working in numbers. They value tight pacing; a plot that’s boiled down to its essence.

Many economic theorists subscribe to the same view. Economic models often fall victim to the critique that they are insufficiently realistic. But to complain that a model does not reflect all facets of reality misses the point of model-making, which is to create tools for people to understand complex ideas. This is true whether the model is made out of wood, or out of equations.

“That’s the real role of mathematics,” Touboul said. “To abstract things. To see what is really important.”

11 Nov 04:03

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08 Nov 17:00

thefrogman: Photos by Andrew Milligan/PA Wire [dailymail |...

Igor Santos

Quando o modelo estoura.



















thefrogman:

Photos by Andrew Milligan/PA Wire

[dailymail | denverpost] [h/t: nubbsgalore]