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20 Sep 01:59

The Kiss

by Jonco

The kiss

Thanks sourpuss

 

21 Sep 03:05

ithelpstodream: Director Douglas Mackinnon shares a Doctor Who...









ithelpstodream:

Director Douglas Mackinnon shares a Doctor Who secret.

RUBY AND HER ROCKET

23 Sep 15:59

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19 Sep 14:00

prguitarman: I want to believe





prguitarman:

I want to believe

23 Sep 02:01

Keep it cool, keep it cool man. #9gag



Keep it cool, keep it cool man. #9gag

23 Sep 02:44

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22 Sep 18:20

"I’m tired of talking about feminism to men. I’m tired of explaining to men that the feminist..."

by wagatwe
“I’m tired of talking about feminism to men.

I’m tired of explaining to men that the feminist movement will, in fact, benefit them as well as women. I’m tired of trying to hawk gender equality like I’m some kind of car salesman showing off a shiny new sedan, explaining all of its bells and whistles. I’m tired of smiling through a thousand thoughtless microaggressions, tired of providing countless pieces of evidence, tired of being questioned on every. Single. Damn. Thing.I’m tired of proving that microaggressions exist, tired of proving that I’m unfairly questioned and asked for proof. For a movement that’s centered around the advancement and empowerment of women, why do I feel like I’m supposed to spend so damn much of my time carefully considering how what I say and do will be taken by men?

I’m tired of men who insert themselves into feminist spaces with claims of hurt feelings. I’m tired of men who somehow manage to make every issue about them. I’m tired of men like the one who recently stopped by a friend’s Facebook thread in order to call feminism “c*nty”, then lecture the women involved for being too “hostile” in their responses to him. I’m tired of men telling me that my understanding of feminism and rape culture are wrong, as if these aren’t things that I have studied intensely. I’m tired of men who claim to be feminist allies, then abuse that position to their own advantage. I’m so fucking exhausted by the fact that I know that I will have to, at some point in this piece, mention that I understand that not all men are like that. I will have to note that some men are good allies. And all of those things are true! And all of you good allies get cookies! But honestly,I’m tired of handing out cookies to people just because they’re decent fucking human beings.

- Anne Thériault, I’m Not Your Feminist Mommy & I’m Tired of Holding Your Hand (via alwaysinyouratmosphere)
22 Sep 13:00

Video



22 Sep 22:54

You even smoke bruh?

21 Sep 18:30

[paintraincomic]

21 Sep 10:32

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20 Sep 22:24

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19 Sep 06:22

У вас богатый внутренний мир



Белок миозин V передвигается вдоль актиновых волокон и перетаскивает прикрепленные к нему грузы.

21 Sep 22:40

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08 Sep 02:19

Eu, ex-cotista, “vagabunda”

by Diario do Centro do Mundo

O texto abaixo, de Gabriela Araújo, foi publicado em seu blog, gabinoica.

A autora

A autora

Eu não vou conseguir ser linear, mas espero que entendam os pormenores desta história íntima. Eu morei 10 anos em Londrina, no norte do Paraná, em um bairro de periferia chamado Jardim Leonor e estudava em uma escola estadual.

Na época não era assim muito comum ter sonhos além de chegar ao final do ensino médio, então a falta de credibilidade das pessoas em mim já começava aí. As pessoas, menos a minha mãe. Quando eu tinha 16 anos decidi mudar de período na escola, indo do matutino ao noturno, para que assim tivesse um tempo para trabalhar e pagar o cursinho pré-vestibular. E isso já era uma audácia muito grande: desejar ingressar na Universidade Estadual de Londrina.

A minha mãe não deixou que eu seguisse com estes planos, dizia que seria pesado demais conciliar trabalho e escola, e me sobraria pouco ou quase nenhum tempo livre pra diversão e coisas de adolescente. Por isso eu comecei a tentar estudar em casa mesmo, só com os materiais da escola – internet era um luxo inimaginável. Na verdade, nem computador eu tinha, e não tinha vaga ideia de quando eu teria um. A minha mãe trabalhava como costureira autônoma.

Tudo isso para explicar que: era impossível pagar cursinho, era impossível pagar escola particular e o que eu tinha era um punhado de livros e o sonho de ingressar no curso de Relações Públicas da UEL. Essa era uma situação risível no meio onde eu vivia. O ensino superior não era um direito de todos. Nós, que estávamos às margens da cidade, geralmente acabávamos por servir os que estavam no topo. Era muita audácia da minha parte.

Para encurtar esta parte da história: Em fevereiro de 2005 eu fui a uma festa promovida pela rádio pop local, que divulgaria o resultado do vestibular ao vivo, e quando eles distribuíram o jornalzinho do resultado (patrocinado pelo maior colégio particular da cidade, risos), meu nome estava lá, e naturalmente minha mãe chorou quando recebeu a notícia por telefone, um celular que eu peguei emprestado de um amigo.

Estaria tudo ok se não fosse um porém: eu era cotista. Isso aí é como se eu carregasse alguma placa em neon piscante dizendo que eu não pertencia àquele lugar. Desde o começo eu ouvi manifestações hostis de pessoas que diziam abertamente que eu não deveria estar ali, pelos seguintes motivos:

– Elas estudaram muito, pagaram 2, 3, 4 anos do cursinho mais caro da cidade justamente para terem mais chance.
– Um possível mau desempenho meu atrasaria a turma toda.
– É racismo inverso contra brancos (sic).
– Cria vagabundos.

Eu queria explicar estes pontos de maneira ponderada e organizada, mas não dá. A explicação vai vir bagunçada, tal como a bola de ódio nutrida contra cotistas nas turmas de 2005 da Universidade Estadual de Londrina.

Pra começar, vocês precisam entender que eu não acredito no sistema de vestibulares como seleção de pessoas inteligentes e aptas a esse grande portal de suposição de superioridade intelectual chamado Universidade. Pra mim, o ensino deveria ser universal. E para o vestibular nós nos matamos para compreender ou decorar coisas que às vezes fazemos questão de esquecer o mais rápido possível, porque temos (ou deveríamos ter) direito de escolher as áreas que gostamos mais.

Meus conhecimentos em química evaporaram tão rápido quanto perfume ao sol. Mas em mim ficou a Geografia Política, que eu fazia questão de ser a melhor aluna da sala, História, Literatura e os idiomas. E era isso que eu queria continuar estudando. O vestibular é um funil desgraçado e cruel.

As escolas moldam crianças e adolescentes para passarem em provas “difíceis”, abordando questões pouco compreensíveis e ignorando toda a realidade social, só para estampar a cara do aluno vencedor e fazer dele uma mídia espontânea, que trará mais alunos para a escola e, assim, mais dinheiro.

Conhecimento pode ser adquirido, mas não deveria ser tão difícil. Desde mensalidades, até preços de livros, é tudo um grande obstáculo. Quem trabalha com educação sabe disso ainda melhor do que eu, por ter uma visão global e maior conhecimento sobre a influência econômica no sistema educacional. Mas a prática não deixa muita dúvida: educação é para quem pode comprar.

Sobre o racismo inverso a gente finge que não ouviu, pro bem da nossa saúde mental. E se insistirem, uma aula explicando o massacre das populações negras deveria ser suficiente. Se não for, é porque o ouvinte é mau-caráter, mesmo. E também me surgia a dúvida: a pessoa estuda 4 anos em escola particular e culpa uma cotista de ter roubado a vaga? Não soa razoável. Mas dinheiro ainda importava.

Aí vem a nova parte da minha novela.

Sobre a vagabundagem cotista: possivelmente a acusação mais esdrúxula neste mar de chorume racista. O curso de Relações Públicas não é dos mais caros. Os livros saem por cerca de 40 reais. A exceção são os livros de Economia e Marketing que, às vezes, passam dos 100. Mas todo aquele volume de xérox começou a falir a conta bancária que eu já não tinha. E, em certos dias, eu precisava escolher entre pagar 3 reais de passagem de ônibus ou usar estes mesmos 3 reais para comprar comida. Dentro do ambiente acadêmico, porém, o desempenho era equivalente. Eu não sentia que era menos capaz do que meus colegas oriundos de escolas particulares.

Então eu ingressei em um projeto chamado Afroatitude, que unia alunos cotistas de 10 universidades públicas:

“O Programa Nacional Afroatitude propicia aos alunos negros bolsas para desenvolverem projetos com os temas: Cultura e População Negra/Discriminação Racial, Vulnerabilidade Social, Prevenção das DST/AIDS e Direitos Humanos. Na UEL, o relatório final dos bolsistas Afroatitude que participaram de projeto de iniciação científica (2005-2007) deu-se com a entrega de um artigo sob supervisão do orientador.

Os trabalhos foram surpreendentes, considerando que se tratavam de alunos da primeira série, que descortinavam um mundo extremamente novo em relação ao seu cotidiano, quer como vivência em sala de aula, quer como participação em projetos.”

Fonte: http://www.uel.br/revistas/afroatitudeanas/?content=apresentacao.htm

Com este projeto eu entrei em contato com a cultura negra, o que me era inédito, usei o dinheiro da bolsa pra comprar o primeiro computador da minha vida, estudei a vulnerabilidade da população negra e isso serviu de estopim pra tudo o que eu sou hoje. Apoiados pela Secretaria dos Direitos Humanos do Governo Federal, nós tivemos a chance de estudar a influência e as carências das populações negras das regiões em que vivíamos, e pudemos finalmente ter a noção do tanto de trabalho que ainda havia a ser feito.

Eu não sei se consigo ser objetiva neste ponto e explicar direito a importância deste projeto em minha vida. Digamos que minha intelectualidade ganhou na loteria acumulada. Muita riqueza de informação. Em paralelo a isso, eu queria entender por que alguns colegas insistiam que eu e meus demais amigos cotistas éramos inúteis e tão dispensáveis, e por que não deveríamos estar ali.

Na época era algo que eu não conseguia nem começar a explicar, e me restava ficar calada em situações constrangedoras, como quando pessoas riram ao assistir “Quanto Vale? Ou é por quilo?”, chamando objetos de tortura de escravos de “enfeite pra cara”.

Me deem um desconto, eu era uma piveta de 17 anos sem muito acesso à informação. Felizmente, 4 anos foram suficientes pra provocar uma tormenta em mim, que me deixou cada dia menos tolerante a provocações racistas.

Eu me formei em 2008, sem ter a minha foto de criança exposta no painel da festa, como meus outros colegas, por eu não ter conseguido pagar a festa. Eu fui como convidada de uma amiga.
Eu me formei odiando festas de formatura e me sentindo deslocada.

Mas o que é importante dizer que cotas funcionam, sim. E incomodam, também. Incomodam porque provam que vestibular não serve mais pra nada, e porque “mescla” um ambiente que, até 10 anos atrás, era homogêneo. Branco.

As cotas provam que elite intelectual é um termo inventado para deprimir e assustar aqueles que não possuem grandes quantias de dinheiro para serem gastas em escolas que vendem mais imagem do que conhecimento. Ou para manter estas pessoas longe da preocupação da escola pública, porque afinal, pra que se preocupar com a escola da filha da empregada se a tua cria pode estudar no palácio do centro?

Como costureira, empregada e babá, a minha mãe passou a vida construindo sonhos comigo. O sistema de cotas me ajudou a realizar um deles, Mas esta é a visão individualista, e vocês precisam entender o impacto global disto. Sendo cotista, eu ingressei em um excelente curso de uma excelente instituição, recebi um tsunami de cultura negra que me empoderou de uma forma que eu nem imaginei que fosse possível.

Já formada, eu passei a me preocupar em ser uma multiplicadora, levando pra frente o que eu aprendi com o Afroatitude, e faço questão de empoderar cada jovem negro que passa pela minha vida. Com o sistema de cotas eu enfrentei a sociedade mimada, acostumada a ser bem dividida entre os que nasceram pra servir e os que nasceram pra serem servidos, e eu trabalho até hoje contra segregação racial. E vou continuar trabalhando enquanto meu corpo e minha mente permitirem.

Como profissional de Relações Públicas, aos 24 anos eu alcancei a posição de gerência da empresa onde trabalhei. Não me soa nada ruim.

Eu voltei a estudar em 2010, desta vez escolhi aprender a ler, escrever e falar árabe coloquial e árabe clássico. Estudei cinema árabe, literatura árabe, filosofia árabe, história árabe.

O sistema de cotas para negros é bem simples de entender, ele é feito para a inserção de pessoas negras na universidade. Ele não substitui a necessidade de repensarmos a educação de base, mas impede que a disparidade racial do país aumente. O sistema de cotas não é outra coisa, senão um sistema inclusivo.

Também é leviano chamá-lo de “esmola governamental”, porque uma das obrigações do governo é justamente zelar pelo bem estar de seus cidadãos, e os cotistas estão apenas utilizando um direito, que é o de estudar. Errado é achar que, porque estas pessoas não tiveram 1.500 reais por mês durante 15 anos, não merecem entrar pelos portões da frente do ensino superior. O sistema de cotas incomoda porque mostra que dinheiro pode comprar coisas, pode até comprar gente, mas não pode comprar humanidade.

E, por falar em conhecimento, um sem-número de artigos já explicaram a real eficiência desta solução, então não é difícil a compreensão.

Há também quem busque invalidar toda a experiência dos cotistas, afirmando que a única solução correta e eficiente seria a reforma total do ensino de base, apenas. Eu talvez preste atenção nisto no dia que todos os pais puderem educar seus filhos com as mesmas condições econômicas, e isso inclui os empregados de quem desqualifica os cotistas.

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20 Sep 23:35

What everyone reads

by Seth Godin

Everyone used to read the morning paper because everyone did. Everyone like us, anyway. The people in our group, the informed ones. We all read the same paper.

Everyone used to read the selection of the book of the month club, because everyone did.

And everyone used to watch the same TV shows too. It was part of being not only informed, but in sync.

Today, of course, that's awfully unlikely. Only 1 or 2 percent of the population watch the typical 'hit' show on cable. Of course, it's entirely possible that everyone in your circle, the circle you wish to be respected by, is watching the same thing, but that circle keeps getting smaller, doesn't it?

And when 'everyone' isn't part of the picture any more, when the long tail is truly the only tail, plenty of people stop trying. They stop reading difficult books or watching less-than-thrilling video, and they don't push themselves to do the hard stuff, because, really, why bother?

Society without a cultural, intellectual core feels awfully different than the society that we're walking away from.

       
20 Sep 22:06

203 "Treat our guests with a smile."

by clay

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flattr this!

18 Sep 22:32

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05 Sep 22:00

unexplained-events: Tyson the Swan Tyson will attack you if you...











unexplained-events:

Tyson the Swan

Tyson will attack you if you come within a two-mile stretch of the Grand Union Canal in Bugbrooke, Northamptonshire. Joe Davies learned this the hard way and capsized.

18 Sep 15:14

Apple users, meet Wave. - Imgur

by djempirical
27 Aug 15:12

Why Legal Pot is Better Than the Ice Bucket Challenge for ALS

by Nick Gillespie

The ice bucket challenge has raised a huge amount of awareness for Amyotrophic Lateral Sclerosis (ALS) or "Lou Gehrig's Disease," which affects about 30,000 Americans.

Writing in The Hill, Andrew Gargano talks about an existing, effective way to ameliorate the disease's devastating symptoms: Medical marijuana.

A number of studies have shown that cannabis functions in many ways that are beneficial to those with ALS, from serving as an analgesic to acting as a soothing muscle relaxant. Cannabis also functions as a saliva reducer, and so it has the ability to reduce symptoms of uncontrollable drooling that is common among those with ALS. Additionally, cannabis has been found successful in use as an antidepressant, results which have also been confirmed by an anonymous, self-reported survey of ALS patients conducted by the the MDA/ALS Center at the University of Washington.

Most importantly, however, is that a 2010 study found that cannabis offered anti-oxidative, anti-inflammatory, and neuroprotective effects when tested on laboratory mice. The researchers found that cannabis slowed the progression of the disease and prolonged cell survival, ultimately concluding that “it is reasonable to think that cannabis might significantly slow the progression of ALS, potentially extending life expectancy and substantially reducing the overall burden of the disease.”

While this information may seem incredibly relieving to anyone who suffers from ALS, only 34 percent of Americans live in the 23 states, and the District of Columbia, that currently recognize the important medical uses of cannabis.

Read the whole thing.

Hat Tip: Students for Liberty Twitter feed.

18 Sep 19:20

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16 Sep 04:29

sherlockspeare: (X)

18 Sep 14:11

Todo mundo só quer o seu bem

by Polly

Se tem uma coisa que me pone loca é quando reclamo de algo que me foi dito e alguém tenta defender com “ai, fulano só quer o seu bem”. 

Isso acontece muito com médico.  Tem gente que a acha que médicos são seres divinos sem preconceitos iluminados pelo menino Jesus de Praga e se um médico diz algo escroto para você, coitado, só quer o seu bem pois é um ser de luz que dedica sua vida ao bem dos outros.

Mas a verdade é que tive pouquíssimas experiências positivas com médicos ao longo da vida, começando pelo meu pediatra.  Ele era nosso vizinho e toda noite espancava a mulher. Daí imagina que delícia, eu com sete anos de idade acordada a noite inteira ouvindo uma mulher apanhando gritando por socorro, pra no dia seguinte ser examinada pelo agressor dela. Foi aí que descobri que médico também é gente. E que gente muitas vezes é escrota.

Lembrei disso lendo um e-mail que recebemos ontem.

Eu tinha 12 anos quando menstruei pela primeira vez. Moro com meu pai, então ele me levou na ginecologista pra saber se tava tudo bem. E eu lá, morrendo de medo dessa tal médica de vaginas.

Chegando lá, ela me tirou algumas dúvidas me disse algumas coisas e, enfim, pediu se podia me examinar. Ok, ok… Já tava mais confiante, tudo bem eu tirar a roupa na frente dela, tudo bem… Não esqueçam, eu tinha 12 anos. Deitei lá naquele troço. Ela olhou bem pras minhas pernas, e depois pra mim e disse assim:

– Tu não depilou as pernas?
– É que é inverno…
– Não esquece de depilar as pernas, e sempre com cera, viu menina?!

Não sabia onde me esconder.

Olhou pro meu corpo. Olhou pros meus seios e axilas.

– Hmm, tá bom. Aqui não tem muito pelo. Perfeito. Mas menina, tu sabe que essas estrias no seio nunca vão sair né?

Me vesti, e quando voltei ela estava conversando com o meu pai. Sentei na cadeira, e o que eu ouvi foi isso:

– Tu precisa emagrecer. Olha menina, eu tenho uma filha que era gorda. Fiz ela emagrecer na marra, porque sabia que gorda desse jeito, ela nunca seria feliz. E o mesmo serve pra ti, mocinha. Tu vai ser sempre motivo de risos e deboches. Tu tem que emagrecer.

Nunca fui tão humilhada. Comecei a chorar e não falei mais nada pra ela até ir embora.

Eu tinha 12 anos.

Saindo de lá, meu pai perguntou se eu tinha “gostado” da minha primeira consulta com uma ginecologista. Respondi que não e voltei a chorar. Ele começou a gritar comigo. Dizer que ela tava certa, que eu precisava emagrecer.

Eu tinha 12 anos.

Hoje, quase cinco anos depois, eu continuo cercada por babacas que acham que estão me fazendo um favor me alertando sobre a minha futura infelicidade como mulher gorda e indesejada.

Eu tinha 12 anos, e naquela época eu achava que o erro tava em mim. Tudo que eu queria era ser “normal”.

Com 12 anos, me foi jogado na cara que eu não seria feliz.

Ai, mas a ginecologista só queria o bem dela. NÃO.

Ai, mas o pai só queria o bem dela. NÃO.

Nem sempre as pessoas querem nosso bem, gente. Às vezes elas estão mais preocupadas com os próprios preconceitos.

18 Sep 03:35

Escolhi Masturbar

by Mari

Ao longo do tempo a masturbação foi se tornando algo normal e aceitável até mesmo entre grupos religiosos. Quer dizer, a masturbação masculina.

Uma mulher não deve se masturbar. Na verdade, que tipo de mulher se masturba? Que tipo de mulher sequer pensa nisso? É claro que as mulheres, diferente dos homens, não sentem desejo sexual puro e simples. Talvez sintam desejo por seus homens, mas de um jeito mais delicado e discreto.

Balela ¯\_(ツ)_/¯

se toca

O choque causado pela masturbação feminina vai além da sexualidade, ele é o choque que causamos quando existimos individualmente. Uma mulher que não vincula sua existência (e sua sexualidade), que fica diboinha mesmo, ainda é um abalo.

E talvez por isso tenha tanta gente dizendo que a masturbação é o último tabu feminino.

Achou um exagero? Então me acompanha: quando pensamos em masturbação masculina, logo imaginamos um cara com tesão curtindo o Youporn. Normal, ué. O problema é que quando pensamos em masturbação feminina ou relembramos os sonhos masculinos com isso, que rolam na pornografia mainstream (tipo uma mulher sensualizando para o espelho, por exemplo) ou pensamos na indústria da masturbação, com seus pênis de real skin. Não que eles não tenham sua utilidade, mas vamos admitir que são quase um totem.

(desculpa, gente, também curto, mas tem mundo além disso. tanto que masturbação masculina não é diretamente associada com totens de buceta)

E além disso tem a vergonha. Tem um estudo da Universidade de Ohio que disse que a probabilidade de uma mulher admitir que se masturba aumenta incrivelmente quando ela descobre que vai rolar confidencialidade. É feio, é pornográfico, é coisa de pervertido.

Mas não é, não ¯\_(ツ)_/¯

A ideia de que a mulher pode tomar posse do próprio prazer é algo apavorante e um bom exemplo disso é que a maior parte das meninas é ensinada a ser sensual antes mesmo de ter interesses sexuais. E o pior: a maioria desenvolve sensualidade e não consegue sentir prazer sexual. Por isso eu amo tanto masturbação <333. Pois coisas como sensualidade se relacionam diretamente com o outro (é o se tocar no espelho ali de cima). Mas a masturbação é só sobre nós mesmas.

E quando a sexualidade e independência feminina surgem na roda: não pode.

Não pode, deve  ¯\_(ツ)_/¯

mulher

E deve, já que quando uma garota se masturba ela não tá só fazendo bem pro seu corpo, ainda que esteja muito. Masturbação, minha gente, diminui o stress, o risco de diabetes, depressão, melhora o sistema imunológico, diminui as cólicas, ajuda a fortalecer a musculatura vaginal (o que aumenta o prazer e diminui a incontinência urinária). E tem quem garanta que é o grande elixir da juventude.

Mas quando nos masturbamos também estamos fazendo um tipo de ritual (laico) onde só cabemos nós, ninguém mais. E esse tipo de solistência é uma fonte sem fim de empoderamento por uma série de motivos. Primeiro porque nos ensina que não tem nada de errado em existir individualmente, que é possível estar feliz e sozinha, sim. E quando nos aceitamos como existências individuais, nos conhecemos melhor internamente. E quando nos conhecemos melhor internamente, o exterior vem logo em seguida. E então aprendemos a conhecer e amar nosso corpo e nossas maneiras de sentir prazer.

E, ah, quando o prazer fica livre para deixar de se colocar como um serviço, algo que está no mundo para o outro, tudo fica mais florido.

E quem não gostou, que se adapte ¯\_(ツ)_/¯

17 Sep 18:59

Artificial sweeteners may leave their users glucose intolerant

by John Timmer

People who are watching their weight will often opt for a diet soda, reasoning that the fewer calories, the better. But the availability of drinks and foods made with artificial sweeteners like saccharin, sucralose, and aspartame hasn't seemed to help much with our booming obesity levels. Now, some researchers might have identified a reason for this: the sweeteners leave their users with elevated blood glucose levels. But they don't seem to act directly on human metabolism. Instead, the effects come through alterations in the bacterial populations that live inside us.

The paper that describes this work, which was performed by a large collaboration of researchers from Israel, is being released by Nature today. The researchers note that epidemiological studies about the effects of artificial sweeteners have produced mixed results; some show a benefit, while others indicate that they're associated with weight gain and diabetes risk. Given that human populations haven't given us a clear answer, the researchers turned to mice, where they could do a carefully controlled study.

They started taking a group of genetically matched mice and spiking their drinking water with either sucrose or a commercial prep of an artificial sweetener (either saccharin, sucralose, or aspartame). After five weeks, they checked the blood glucose levels of these animals. Eleven weeks later, the groups that were given the artificial sweeteners all had elevated blood glucose levels compared to those that received sucrose. This is typically a sign of metabolic problems, most often caused by insulin losing its effectiveness. It can be a precursor to type 2 diabetes.

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17 Sep 17:14

Portland is Full

by Anonymous
Lori

:(

Considering Portland as a potential new home? Consider the effect of over hunting an animal : extinction. Please don't move here, Portland is full. Our city is quickly losing it's appeal thanks to the band wagon of consumers who saw the t.v. show (commercial) and decided to buy. The young, part-time workers who enjoy the relaxed and somewhat affordable lifestyle will be run out because the cost of living will soon displace all but the rich, creating a completely different, unpleasant climate. Yes, I am bitter. Because it is sad. Do something weird in your own town.

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17 Sep 19:41

Slow Motion Compilation of Smooches Given by the Dog Kissing Booth at the 2014 Indiana State Fair

by Lori Dorn
Lori

take all my money

The students of the Ball State Journalism at the Fair project and the animal rescue site Helping Paws worked together to create an adorable slow motion compilation of the $1 canine smooches given by the dog kissing booth at the 2014 Indiana State Fair.

via The Presurfer

17 Sep 20:27

Waffles plays on iPad [via]



Waffles plays on iPad

[via]

15 Sep 15:15

A melhor conversa já registrada no Facebook

by ninja negro

whatefyuk

Acho que isso resume tão bem o Facebook que até dói

q

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