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01 Oct 20:49

thegaywomenchannel: Video (x)

Courtney shared this story from Super Opinionated.

01 Oct 18:47

entirelypets: Cat vs. T-Rex



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Cat vs. T-Rex

01 Oct 05:47

My son's homework has a barcode that when scanned takes him to an instructional YouTube video posted by his teacher related to the lesson.

01 Oct 13:16

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I hope I haven’t miscategorized.

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01 Oct 18:15

Frágil é sua linha argumentativa

by Mari

Ontem li um texto do Neil Gaiman falando sobre como seu amigo, o escritor Terry Pratchett, era movido por uma raiva pungente, que se transformava em amor, ao escrever.

No texto, o Gaiman diz:

E essa raiva, me parece, está relacionada com o sentido do que é e do que não é justo para o Terry.

Imediatamente lembrei da Chimamanda quando ela conta de um ensaio que escreveu sobre ser uma jovem mulher nigeriana e como um amigo disse que  seu texto tinha muita raiva, que ela não deveria se expressar assim:

Mas eu não via razão para me desculpar. É claro que eu estava com raiva. A questão de gênero, como está estabelecida hoje em dia, é uma grande injustiça. Estou com raiva. Devemos ter raiva. Ao longo da história, muitas mudanças positivas só aconteceram por causa da raiva. Além da raiva, também tenho esperança, porque acredito profundamente na capacidade de os seres humanos evoluírem.

E me peguei pensando quantos prismas de sentimentos são permitidos para as mulheres e quanto dessa proibição em expressar não está relacionada, exatamente, em evitar o pensamento crítico e a movimentação.

A gente bem sabe que a base do que se chama de feminilidade está diretamente relacionada com coisas como delicadeza, suscetibilidade, necessidade de proteção, etc. É a velha ideia do sexo frágil. Mas o quanto será que ela é ultrapassada?

Eis que, hoje, leio a declaração da Stella McCartney na Semana de Moda Francesa:

Força, em uma mulher, por si só já é bastante agressivo e não muito atraente o tempo todo. Essa coleção celebra o lado delicado.

stella mccartneyStella, em momento não muito atraente

Vocês conhecem a Stella McCartney, né? Ela é filha do Paul (ex-Beatle) com a fotógrafa Linda, que faleceu no final dos anos 90. Isso, per se, fez dela uma herdeira cheia da nota. Porém, ela também é a criadora da marca de luxo que leva seu nome e isso, além do dinheiro, a fez reconhecida como uma profissional importante da moda. Ou seja, uma mulher que, graças aos avanços do feminismo pode trabalhar, casar, pensar, se pronunciar. Possivelmente o que chamaríamos de mulher forte.

E, ainda assim, uma mulher que nos diz que força feminina é agressiva e não muito atraente?

De imediato, óbvio, lembrei de todas as mulheres bem informadas e inteligentes que já conheci e tinham o nobre costume de simular desconhecimento ou incompreensão para serem percebidas como mais sensuais.

Não que eu ache que a Stella está fazendo o mesmo que elas, que só reproduziam conceitos idiotas (e quem nunca, afinal) que nos ensinam que mulheres que sabem do que falam, debatem e se impõe são masculinas. Já a McCartney ta disseminando isso. E, por ser a mulher profissionalmente relevante que é, ela pode bem pegar uma ideia como essa e dar para ela a naturalidade que precisa para ser reproduzida em jornais, revistas, comportamentos e bocas.

Não que a Macca seja a primeira influenciadora a dizer isso. O mundo está cheio deles. De cabeça lembro do refrão daquele hit do One Direction:

Você não sabe que é bonita, isso é o que te torna bonita

one directionMigs, jura que insegurança é o que torna alguém bonita?

Mas a grande diferença no que a McCartney disse talvez esteja na parte que ela fala que força não é legal o tempo todo. Ou seja, sendo uma mulher forte, ela reconhece que isso tem suas vantagens (certamente ser uma empresária bem sucedida está entre elas). Por outro lado, ela afirma que não é para toda hora, pois não é muito atraente. Em resumo: mais ou menos como aqueles conselhos ridículos de sites e revistas, tipo: “peça para que os homens a ajudem a abrir potes de conserva”, Stella está falando do simulacro da fragilidade.

E isso nos lembra que a força feminina só pode existir quando submissa e frágil. A submissão faz a janta e arruma a casa, a fragilidade é sexy.

Não que todos os seres do mundo não tenham fragilidades, mas somente nas mulheres ela é o “oops” que deixa os pretendentes loucos.

ELVGREN

Mas eu vou deixar, aqui, uma dúvida sincera e uma proposta altruísta: Vocês realmente têm interesse em pessoas que se sentem intimidadas pela força de vocês? Não acham que está na hora de rever o que buscamos nos outros? Ou vamos seguir associando nossa sexualidade com pedir para alguém abrir conservas?

28 Sep 22:00

Holy Cats

Holy Cats

Submitted by: tamaleknight

Tagged: Cats , gifs , Spider-Man
28 Sep 04:00

September 28, 2014


Finishing Augie this week. Crazy.
30 Sep 13:57

Never forget. #9gag



Never forget. #9gag

29 Sep 22:56

Exfoliate. #9gag



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30 Sep 18:09

rwbyrambler: literally the entirety of cats in a single...

by aishiterushit


rwbyrambler:

literally the entirety of cats in a single picture

27 Sep 17:00

Strindberg and Helium at Home with the Kids



Strindberg and Helium at Home with the Kids

28 Sep 18:00

Strindberg and Helium with Sulphur and Iron



Strindberg and Helium with Sulphur and Iron

30 Sep 19:34

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30 Sep 20:11

i have no idea what i’m doing



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28 Sep 14:15

needstosortoutpriorities: #delightful things I find on twitter



needstosortoutpriorities:

#delightful things I find on twitter

26 Sep 20:14

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28 Sep 20:20

n-nightingale: Working in customer service





















n-nightingale:

Working in customer service

29 Sep 04:00

September 29, 2014


There are now exactly 22 general admission tickets for BAHFest East If you want to come, please buy soon!
26 Sep 20:15

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28 Sep 14:08

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28 Sep 23:52

Oldest depiction of female form shows that modern archaeologists are pornsick misogynists : Reclusive Leftist

Oldest depiction of female form shows that modern archaeologists are pornsick misogynists : Reclusive Leftist:

cannelledusoleil:

female-only:

plansfornigel:

Image and video hosting by TinyPic

Female figurine from the Hohle Fels cave near Stuttgart, about 35,000 years old. Interpreted as a pornographic pin-up.

“The Earliest Pornography” says Science Now, describing the 35,000 year old ivory figurine that’s been dug up in a cave near Stuttgart. The tiny statuette is of a female with exaggerated breasts and vulva. According to Paul Mellars, one of the archaeologist twits who commented on the find for Nature, this makes the figurine “pornographic.” Nature is even titling its article, “Prehistoric Pin Up.” It’s the Venus of Willendorf double standard all over again. Ancient figures of naked pregnant women are interpreted by smirking male archaeologists as pornography, while equally sexualized images of men are assumed to depict gods or shamans. Or even hunters or warriors. Funny, huh?

Consider: phallic images from the Paleolithic are at least 28,000 years old. Neolithic cultures all over the world seemed to have a thing for sculptures with enormous erect phalluses. Ancient civilizations were awash in images of male genitalia, from the Indian lingam to the Egyptian benben to the Greek herm. The Romans even painted phalluses on their doors and wore phallic charms around their necks.

Image and video hosting by TinyPicIthyphallic figure from Lascaux, about 17,000 years old. Interpreted as a shaman.

But nobody ever interprets this ancient phallic imagery as pornography. Instead, it’s understood to indicate reverence for male sexual potency. No one, for example, has ever suggested that the Lascaux cave dude was a pin-up; he’s assumed to be a shaman. The ithyphallic figurines from the Neolithic — and there are many — are interpreted as gods. And everyone knows that the phalluses of ancient India and Egypt and Greece and Rome represented awesome divine powers of fertility and protection. Yet an ancient figurine of a nude woman — a life-giving woman, with her vulva ready to bring forth a new human being, and her milk-filled breasts ready to nourish that being — is interpreted as pornography. Just something for a man to whack off to. It’s not as if there’s no other context in which to interpret the figure. After all, the European Paleolithic is chock full of pregnant-looking female statuettes that are quite similar to this one. By the time we get to the Neolithic, the naked pregnant female is enthroned with lions at her feet, and it’s clear that people are worshipping some kind of female god.

Yet in the Science Now article, the archaeologist who found the figurine is talking about pornographic pin-ups: “I showed it to a male colleague, and his response was, ‘Nothing’s changed in 40,000 years.’” That sentence needs to be bronzed and hung up on a plaque somewhere, because you couldn’t ask for a better demonstration of the classic fallacy of reading the present into the past. The archaeologist assumes the artist who created the figurine was male; why? He assumes the motive was lust; why? Because that’s all he knows. To his mind, the image of a naked woman with big breasts and exposed vulva can only mean one thing: porn! Porn made by men, for men! And so he assumes, without questioning his assumptions, that the image must have meant the same thing 35,000 years ago. No other mental categories for “naked woman” are available to him. His mind is a closed box. This has been the central flaw of anthropology for as long there’s been anthropology. And even before: the English invaders of North America thought the Iroquois chiefs had concubines who accompanied them everywhere, because they had no other mental categories to account for well-dressed, important-looking women sitting in a council house. It’s the same fallacy that bedevils archaeologists who dig up male skeletons with fancy beads and conclude that the society was male dominant (because powerful people wear jewelry!), and at another site dig up female skeletons with fancy beads and conclude that this society, too, was male dominant (because women have to dress up as sex objects and trophy wives!). Male dominance is all they can imagine. And so no matter what they dig up, they interpret it to fit their mental model. It’s the fallacy that also drives evolutionary psychology, the central premise of which is that human beings in the African Pleistocene had exactly the same values, beliefs, prejudices, power struggles, goals, and needs as the middle-class white professors and students in a graduate psychology lab in modern-day Santa Barbara, California. And that these same factors are universal and unchanged and true for all time.

Image and video hosting by TinyPicHohle Fels phallus, about 28,000 years old. Interpreted as a symbolic object and …flint knapper. Yes.

That’s not science; it’s circular, self-serving propaganda. This little figurine from Hohle Fels, for example, is going to be used as “proof” that pornography is ancient and natural. I guarantee it. Having been interpreted by pornsick male archaeologists as pornography because that’s all they know, the statuette will now be trotted out by every ev psycho and male supremacist on the planet as “proof” that pornography is eternal, that male dominance is how it’s supposed to be, and that feminists are crazy so shut the fuck up. Look for it in Steven Pinker’s next book. ***

P.S. My own completely speculative guess on the figurine is that it might be connected to childbirth rituals. Notice the engraved marks and slashes; that’s a motif that continues for thousands of years on these little female figurines. No one knows what they mean, but they meant something. They’re not just random cut marks. Someone put a great deal of work into this sculpture. Given that childbirth was incredibly risky for Paleolithic women, they must have prayed their hearts out for help and protection in that time. I can imagine an elder female shaman or artist carving this potent little figure, and propping it up somewhere as a focus for those prayers.

On the other hand, it is possible that it has nothing to do with childbearing or sexual behavior at all. The breasts and vulva may simply indicate who the figure is: the female god. Think of how Christ is always depicted with a beard, which is a male sexual characteristic, even though Christ isn’t about male sexuality. The beard is just a marker. Or, given the figurine’s exaggerated breasts, it may have something to do with sustenance: milk, food, nourishment.

The notion that some dude carved this thing to whack off to — when he was surrounded by women who probably weren’t wearing much in the way of clothes anyway — is laughable.

#reclusiveleftist #women’s history #porn #white men are stupid

Good lord I am so glad I took ancient art from a female professor.

Flint knapper?? SERIOUSLY?

28 Sep 23:42

meme4u: so hardcore

26 Sep 15:35

Historian and Feminist Scholar Gerda Lerner

28 Sep 23:13

meme4u: unwrap me

29 Sep 04:31

não passarão

by Patricia C.
Levy Fidelix disse hoje, no debate para presidente, em rede nacional, que homossexuais precisam ser tratados longe dele. Bem longe. Tais como os guetos que os nazistas criaram e depois foram mudados para campos de concentração. Choca o discurso de ódio. A ignorância alheia choca muito. "Estamos com 200 milhões de habitantes, se continuar como está, daqui a pouco teremos 100 milhões". Homossexualidade é tipo a peste negra, né? Sai matando todo mundo. Sai convertendo todo mundo. Afinal, você só é hetero porque foi influenciado a ser, imagina os homossexuais influenciando nossas crianças e blablabla. O cara fala isso sem pudor algum em rede nacional. Fala sobre a maioria esmagar a minoria. Desconhece princípios básicos da democracia. Não espanta um cara desses ser candidato. Espanta é ele ter adeptos. Espanta é ter um vizinho que pensa assim, um colega de trabalho, um colega de faculdade, um parente, espanta ir ao médico e no consultório sempre ter uma pessoa falando pejorativamente sobre seres humanos, espanta pegar o ônibus e escutar a conversa da frente. O ódio está por todo lado, em todos os lugares. Conheço muitos Levys, mas não esmoreço. Se querem falar a plenos pulmões essas barbaridades, também terão que me ouvir, todos eles. Que um dia eles serão lembrados como os racistas escravocratas que tratavam o negro igual a um animal. Um dia suas declarações serão mostradas nas escolas. Olha esse homofóbico aqui mandando os homossexuais para guetos, lhes tirando a condição de dignidade humana. E a criança vai olhar e pensar ainda bem que não é mais assim. Somos todos iguais.
28 Sep 02:19

No espaço, ninguém vai reparar no seu cabelo, viu moço?

by Lady Sybylla

Toda semana acontece alguma coisa que consegue deixar a imbecilidade do mundo à vista, bem clara. Em uma semana onde a Índia conseguiu, de primeira, colocar uma sonda exploratória na atmosfera de Marte com um custo que equivale à metade do custo do filme Gravidade (2014), de Alfonso Cuarón, tivemos também um ótimo exemplo de perguntas idiotas feitas por jornalistas.

Nova equipe na EEI.

Equipe se preparando para passar 6 meses na Estação Espacial.

Esta semana foi apresentada, em Baikonur, no Cazaquistão, a equipe que estará alocada na Estação Espacial Internacional pelos próximos 6 meses. Os cosmonautas Alexander Samokutyaev e Yelena Serova, da Agência Espacial Russa e o astronauta da NASA Barry Wilmore chegaram à EEI nesta sexta-feira. É a primeira mulher russa no espaço em 17 anos. Lembrando que a antiga União Soviética foi quem mandou a primeira mulher ao espaço, Valentina Tereshkova, em 16 de junho de 1963.

Yelena é engenheira espacial formada pelo renomado Instituto Espacial de Moscou, tem 38 anos e dois filhos. E ao invés de se preocuparem com sua missão, qual será sua função na EEI, como ela se preparou para isso nos últimos 6 anos, um jornalista resolveu perguntar como ela faria a maquiagem no espaço, como arrumaria seu cabelo e como se sentia por abandonar seus filhos para passar 6 meses no espaço.

Seus colegas também têm filhos, mas a eles essa pergunta não foi feita. Visivelmente incomodada pelas constantes perguntas sem noção dos jornalistas, ela rebateu:

Posso fazer uma pergunta também: você não está interessado no cabelo dos meus colegas?

Mulheres na ciência são muitas vezes vistas por este viés. Como elas fazem para cuidar da pele em trabalho de campo? Como equilibram carreira e família? Se elas não se sentem culpadas por fazer um doutorado fora e ~abandonar~ marido e filhos? Se elas não vão casar depois do mestrado/doutorado/pós-doutorado? A pergunta de Yelena é muito pertinente. Por que só ela é questionada sobre essas coisas? Se você respondeu que é porque ela é mulher, sim, você acertou. É por isso mesmo.

Yelena Serova

Yelena Serova

Já é uma carreira difícil de levar adiante quando se é mulher. Além do assédio em viagens e trabalhos de campo, do desestímulo da parte dos professores (homens, em sua maioria), de mulheres serem menos numerosas conforme subimos na escala docente e nos níveis mais altos de ensino, de financiamentos e aprovação de papers serem mais demorados quando são liderados por mulheres, perguntas desse tipo nos diminuem e nos reduzem a seres que apenas tem que ser bonitinhos. Competência, inteligência, formação, tudo isso parece evaporar. Espero que a estada de Yelena seja produtiva e reconhecida e que mulheres na ciência continuem se multiplicando.

26 Sep 22:34

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27 Sep 01:05

Da importância de cada uma de nós

by Clara

Tem aqueles dias que a gente fica meio meh.

200

Aqueles dias que a gente pensa: será que faz tanta diferença o tanto que me esfalfo?

Não é fácil escrever, não é fácil ser feminista abertamente na internet, não é tranquilo lidar com a quantidade de ódio infundado direcionado contra quem simplesmente luta para ser livre.

Às vezes dá um cansaço que nem sei, um desânimo, porque a gente fala, fala, fala, fala e parece que nada muda, parece que brotam mais e mais géiseres de vapor de chorume a cada passo que damos.

Seria mais fácil ficar de boa, em casa, lendo uns livros, vendo uns filmes e ignorando todas essas discussões. Afinal, não é comigo, né?

Não consigo. Não consigo ser assim. É comigo, sim. É com todas nós. E essa percepção pode ser devastadora.

Hoje eu estava nesse momento meio meh, meio andando pela casa de pijama sem nem arrumar a bagunça e nem escrever o que devia, meio sem vontade, sem força, cansada, ainda com sono, com preguiça, cheia de coisas pra fazer, daquele jeito. Sabe? Pois é.

Aí uma amiga me mostrou um vídeo. Esse vídeo aqui.  Vejam inteiro pra entender.

A Bárbara Sweet simplesmente destruiu. Me senti, vendo essa batalha, como devem se sentir os torcedores de futebol. E fui procurar ela no facebook pra dizer o quanto eu tinha achado aquilo foda.

 Sabe o que ela respondeu?

“Você me ensinou muito! Seus textos me inspiraram e quebraram minha bolha. Sem palavras pra gratidão que tenho!”

 

13840686471230547485

Vale sim. Vale toda essa canseira, essa trabalheira, porque tem gente ouvindo sim. Faz diferença SIM.

Cada uma de nós faz a diferença. Cada vez que conversamos com nossas amigas, que compartilhamos textos, que contamos histórias, que conversamos no bar, que trazemos o assunto à tona, cada vezinha que fazemos isso é um tijolinho que tiramos dessa construção milenar que nos oprime.

Cada passinho é importante.

Cada vez que somos a chata do rolê é importante.

Cada pensamento antes de dormir, cada momento de clareza, tudo é importante.

Estamos todas juntas nessa.

Então muito obrigada, leitoras, por estarem com a gente.

Saber que vocês estão aí ouvindo é o que nos move pra continuar.

Vamos sempre lembrar que é melhor ser chata do que ser omissa.

Obrigada <3

26 Sep 02:49

kinomatika: dumb lil comic about goats theres a reason the rev...







kinomatika:

dumb lil comic about goats

theres a reason the rev didnt ever go into animal husbandry.

25 Sep 22:10

The Official List of What You Have to Watch

by Molly Horan
761

CollegeHumor fills you in on the movies and TV shows you must watch, and the ones you can skip.