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31 Jul 17:00

A Modern Beach House at the Jersey Shore

by Caroline Williamson

A Modern Beach House at the Jersey Shore

Located on the Jersey Shore in Strathmere, New Jersey, this beach house, dubbed Love Shack, brings forth a mixture of casual beach-y and minimal modern resulting in the perfect summer getaway for a family.

A Modern Beach House at the Jersey Shore in main architecture Category

The house, designed by Ambit Architecture, is situated on a barrier island, affording views of both the ocean and the bay from the top floor.

A Modern Beach House at the Jersey Shore in main architecture Category

The scaled back interior does nothing to obstruct the floor-to-ceiling views.

A Modern Beach House at the Jersey Shore in main architecture Category

They flipped the layout from the typical one and put the living room, dining room, and kitchen on the top floor so the views can be utilized in the areas where the most time is spent.

A Modern Beach House at the Jersey Shore in main architecture Category

The kitchen area may be small but the design is incredible. I love the zig zagged wood panel that separates the kitchen. I also like how they built the kitchen around that window so plenty of light floods into the middle part of the house.

A Modern Beach House at the Jersey Shore in main architecture Category

On this side, you can sit back and enjoy a meal with that incredible view.

A Modern Beach House at the Jersey Shore in main architecture Category

On the beach side, there’s another seating area to kick back in.

A Modern Beach House at the Jersey Shore in main architecture Category

There are four bedrooms and two bathrooms that round out the design.

A Modern Beach House at the Jersey Shore in main architecture Category

The house is clad in a white cedar and painted cement board panels that both age beautifully and look natural.

A Modern Beach House at the Jersey Shore in main architecture Category

A Modern Beach House at the Jersey Shore in main architecture Category

A Modern Beach House at the Jersey Shore in main architecture Category

A Modern Beach House at the Jersey Shore in main architecture Category








31 Jul 01:01

mimimi da copa

by Patricia C.
Julianamarques

acho que foi o único texto sobre a copa que li, mas achei bem legal.

Demorei para postar, pois precisava antes escrever sobre a copa e tudo que ela movimentou em mim.

Gosto de acreditar que na teoria dos universos paralelos, em algum deles, o Brasil conseguiu ganhar em casa. Serei bem sincera. O fator humilhação, para mim, é o de menos. Foi sim a maior humilhação em copas, mas esse não é o meu ponto. O ponto é o fantasma precisando ser exorcizado desde 50. Há gente que não quer outra copa nunca mais no Brasil. Eu quero 100. Até fazer esse fantasma subir e ir embora das nossas vidas. Galvão disse no tetra em 94 que o Brasil estava exorcizando o último fantasma que restava, a cobrança dos pênaltis. Eu discordo. O último fantasma é ganhar em casa. E mais uma vez não conseguimos. Há quem procure culpados, está cheio de textos por aí, não defendo e não condeno nenhum dos nomes citados. Minha única defesa vai pro Barbosa, que merecia esse título mais do que qualquer um de nós. Gosto de pensar que, em outro universo, ele foi feliz conquistando o primeiro campeonato em 50, jamais tendo escutado a palavra Maracanazo e, quiçá, com outro termo inventado El Maracanón donde solamente gana cabrón de Brasil.

As pessoas não fazem ideia, né? Do que era aquele momento para o Brasil. Li resenhas aos montes dizendo como o 7x1 foi pior. E apenas o meu minuto de silêncio para quem, além de desconhecer a história do futebol, desconhece a história do Brasil. A primeira efervescência do orgulho negro está intimamente ligada a dois fatores: o candomblé e o samba. O percurso foi longo até conseguirem o respeito da elite branca, até, por exemplo, Heitor Villa-Lobos chamar o quarteto de ouro - Cartola, Donga, João da Baiana e Pixinguinha - para cantar para outro maestro famoso que agora não sei o nome. Era não só a elite branca olhando para o negro pela primeira vez sem desdém, como também era para o negro uma afirmação da sua importância. O Brasil e principalmente o Rio de Janeiro borbulhavam em 50 numa expectativa de ser a nova França/Paris. A confiança naquele time era absurda. E veio o revés, 2 x 1 Uruguai e o nosso bode expiatório foi o goleiro Barbosa. Uma horrível teoria antiga voltou com toda força, a de que estávamos fadados ao fracasso por causa da miscigenação. Barbosa e Bigode, o responsável pela marcação do Varela, eram negros. De onze pessoas em campo, caiu sobre eles a responsabilidade da vergonha nacional.

Nelson Rodrigues, 8 anos mais tarde, escreveu a crônica "Complexo de vira latas". Foi escrita às vésperas do início da copa na Suécia e falava sobre a falta de motivação das pessoas com frases naipe "Brasil nem se classifica" etc. Era um sentimento de pessimismo em relação à seleção que viria se consagrar campeã pela primeira vez. E o Nelson vai discorrendo sobre como esse é um problema iniciado na derrota de 50. Como as pessoas acreditaram muito naquele título, não poderiam sofrer novamente, então o pessimismo acabava sendo uma válvula de escape. Não passava na cabeça do Nelson que ali ele tinha definido o estereótipo do brasileiro. "Somos uma merda, o estrangeiro é sempre melhor". Esse sentimento sintetizado no tumblr só no brazil. Iguais essas comparações que a gente vê hoje no facebook, Ronaldo Nazario (calado é um poeta - parte II) dizendo que a Alemanha tem 100 Nobel e o Brasil nenhum e essa é a verdadeira goleada. É um acinte, né? Esquece da nossa colonização durante 300 anos. Esquece todos os pormenores. É a mesma coisa se fizermos uma comparação entre ganhadores homens e mulheres ou ganhadores brancos e negros e daí tirarmos equivocadamente que a mulher e o negro são inferiores. Falta olhar para o fundo da nossa história. A maioria das pessoas só olha a nossa superfície. A copa de 50 foi muito pior porque definiu a identidade nacional. O vira lata complexado. Ninguém ergueu a cabeça depois dos 7x1, porque ninguém recuperou o orgulho depois de 50, nem com o título em 58, nem com as outras copas, nem sendo o maior campeão. Veja bem. Ainda estamos no topo e nos comportamos como ralé.

Aqui entra outra reflexão. Quando o futebol sai da elite e passa a ser de massa, ele traz a crítica imbecil da alienação do povo. O esporte passa a ser o bode expiatório de todas as nossas mazelas. Chamam o povo de alienado, de massa de manobra. Tudo isso por causa do futebol (e do carnaval também, mas isso é papo pra outro post). Como se o futebol tivesse todo esse poder de alienação, como se a alienação não fosse fruto da falta de incentivo ao pensamento plural. E quem trata a população dessa forma não percebe (ou será que percebe?) o quanto esse discurso é preconceituoso. Tachar o povo de ignorante e sem condições de pensar tem outro nome senão o preconceito? Quem desmerece o esporte, lhe tira a visão de cultura. Tira o mérito, não consegue enxergar.

Por isso as coisas para mim são mais amplas. Não me atenho aos vilões ou heróis, a esquemas táticos ou corporações corruptas. Vai me interessar sempre o sentimento, a marcação da identidade nacional. Somos o país com mais títulos e ainda sim cornetamos a nossa seleção há anos. Faz parte da nossa identidade. Nunca temos o melhor time, sempre temos perna de pau. Cornetamos não apenas na derrota, mas antes dela e até mesmo na vitória. A tristeza que fica nessa copa não é a humilhação dos 7x1, mas a oportunidade perdida para vingarmos Barbosa. A oportunidade perdida para curarmos essa ferida que nos foi herdada. A ferida de quem não conseguiu ganhar em casa.
21 Jul 00:00

Terrace-House in El Limón / Villar Watty Arquitectos

by AD Editorial Team

Architects: Villar Watty Arquitectos
Location: Jalisco, Mexico
Project Architects: Gerardo Villar Watty y Alberto Villar Watty
Design Team: Daniel Villanueva, Paola García
Project Area: 263 sqm
Project Year: 2012
Photographs: Diego Serratos

Structures: TADE diseño estructural
Construction: Enrique Sahagún

From the architect. The “El Limón” development is located in the Lake Chapala area, famous for having one of the best climates in the world, with mountain scenery and a close relationship with the lake.

In a plot of 962 m2 with a significant slope and a clear visual axis (mountain-lake), the terrace-house arises from the need for a weekend residence that will eventually become permanent for a retired couple who can entertain, and for which an outdoor space as a terrace was required.

The house is placed on the highest part of the land, where there is the best view of the lake, and it is designed on a single level, respecting the maximum allowable height in the area.

The distribution of the house arises from the idea of using service spaces to delimit living spaces and orient them towards the view of the lake, so that the house can be used as a large open space that integrates the terrace with the pool, living room, dining room and kitchen into a single room, all the while maintaining the privacy of the bedroom area.

The base and the bush-hammered oxidized concrete roof in combination with the wooden prisms, support the directionality of the space.

Casa -Terraza en El Limón / Villar Watty Arquitectos © Diego Serratos Casa -Terraza en El Limón / Villar Watty Arquitectos © Diego Serratos Casa -Terraza en El Limón / Villar Watty Arquitectos © Diego Serratos Casa -Terraza en El Limón / Villar Watty Arquitectos © Diego Serratos Casa -Terraza en El Limón / Villar Watty Arquitectos © Diego Serratos Casa -Terraza en El Limón / Villar Watty Arquitectos © Diego Serratos Casa -Terraza en El Limón / Villar Watty Arquitectos © Diego Serratos Casa -Terraza en El Limón / Villar Watty Arquitectos © Diego Serratos Casa -Terraza en El Limón / Villar Watty Arquitectos © Diego Serratos Casa -Terraza en El Limón / Villar Watty Arquitectos © Diego Serratos Casa -Terraza en El Limón / Villar Watty Arquitectos © Diego Serratos Casa -Terraza en El Limón / Villar Watty Arquitectos © Diego Serratos Casa -Terraza en El Limón / Villar Watty Arquitectos © Diego Serratos Casa -Terraza en El Limón / Villar Watty Arquitectos © Diego Serratos Casa -Terraza en El Limón / Villar Watty Arquitectos © Diego Serratos Casa -Terraza en El Limón / Villar Watty Arquitectos © Diego Serratos Casa -Terraza en El Limón / Villar Watty Arquitectos Plan Casa -Terraza en El Limón / Villar Watty Arquitectos Elevation Casa -Terraza en El Limón / Villar Watty Arquitectos Section Casa -Terraza en El Limón / Villar Watty Arquitectos Elevation Casa -Terraza en El Limón / Villar Watty Arquitectos Elevation Casa -Terraza en El Limón / Villar Watty Arquitectos Scheme
20 Jul 16:00

House of the Infinite

by Camille

L’architecte Alberto Campo Baeza vient de rénover cette ancienne usine de pêche à Cádiz pour en faire une incroyable résidence. La piscine placée sur le toit de la maison offre une vue imprenable sur l’océan. L’architecte a créé un contraste harmonieux avec l’architecture moderne et contemporaine face à la nature.

House of the Infinite by Alberto Campo Baeza 1 House of the Infinite by Alberto Campo Baeza 8 House of the Infinite by Alberto Campo Baeza 7 House of the Infinite by Alberto Campo Baeza 6 House of the Infinite by Alberto Campo Baeza 5 House of the Infinite by Alberto Campo Baeza 4 House of the Infinite by Alberto Campo Baeza 3 House of the Infinite by Alberto Campo Baeza 2
18 Jul 03:17

joaquin phoenix’s forehead



joaquin phoenix’s forehead

14 Jul 01:29

bye losers!



bye losers!

11 Jul 21:30

Chile Vacation Home Uses Angled Support Columns to Add to Aesthetics and Preserve the Views

by Evelyn M
Julianamarques

nossa que projeto lindo

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Rambla House is a weekend home located in Zapallar, Valparaiso Region, along the central coast of Chile about 175km from Santiago. The site is exposed to strong south winds and intense sun from the west and LAND Arquitectos designed Rambla House to be protected from the winds and sun while at the same time focusing on the panoramic ocean views and an indoor-outdoor lifestyle.

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The home is built over concrete beams that provide ventilation for the structure to prevent the coastal humidity to transfer into the interior zones.

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Pine wood volumes are built over top of the concrete beams and the Pine has all been treated with a white protective coating that also helps deflect heat from the intense summer sun.

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A concrete block wall protects the structure from the steep slope behind.

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The concrete blocks have large central voids that allow light to pass through, creating a geometric shadow play in the process.

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The wall is tied into the home at the roof level.

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Steel V formation posts are used throughout Rambla House as the main structural detail.

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The terrace stretches out towards the ocean and features a deck level pool as well as bench seating on its perimeter.

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There is also an onsite trampoline next to the house as well as an ocean front public promenade below the house that leads to the city center.

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The social zone of Rambla House is within its own glass wrapped volume.

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The repeating element of the V supports creates a dynamic element within the neutral interior that is only rivaled by the ocean beyond.

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The living room furnishings have an outdoor aesthetic perfectly in tune with the amazing views through the walls of glazings.

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the dining room also plays up the outdoor experience with its bench seating - and when the glazings are slid and stacked out of the way, it really is as though the social zone is outside.

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The V supports on both the inside and the outside adds to the blurring of the two zones.

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While there is a small kitchen behind the dining room, the piece de resistance is the large outdoor BBQ area next to the social zone; it features its own ceiling void for easy venting of cooking smoke while flooding the space with natural light at the same time.

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When the glazings are slid and stacked, the BBQ area is just a few uninterrupted feet away from the dining room.

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On the other side of the BBQ area is a 2nd volume that houses both the bedroom and the bathroom.

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LAND Arquitectos
Photography by Sergio Pirrone

08 Jul 13:00

The Abyss Table by Christopher Duffy for Duffy London

by Caroline Williamson

The Abyss Table by Christopher Duffy for Duffy London

The visuals on The Abyss Table are more than enough to make your jaw drop, which is no surprise given Duffy London’s history for clever, unforgettable designs. This time, Christopher Duffy is taking you straight to the depths of the ocean with a dramatic coffee table that will never cease being a conversation piece.

The Abyss Table by Christopher Duffy for Duffy London in main home furnishings Category

Pairing layers of wood and glass, the table becomes a geological cross section of the ocean, showing various depths.

The Abyss Table by Christopher Duffy for Duffy London in main home furnishings Category

After a trip to the glass factory and seeing how thick glass darkened the more layers added, much like the way the sea does as the ocean floor becomes deeper, Duffy used this effect to show a piece of the ocean’s bed. The team spent a year experimenting with sculpted glass, Perspex, and wood to achieve the three-dimensional model of a geological map with the final result being a mesmerizing, abyss-like, sculptural table.

The Abyss Table by Christopher Duffy for Duffy London in main home furnishings Category

The Abyss Table is made by hand upon order and is limited to an edition of 25. Each piece is made from sustainable materials.

The Abyss Table by Christopher Duffy for Duffy London in main home furnishings Category

The Abyss Table by Christopher Duffy for Duffy London in main home furnishings Category

The Abyss Table by Christopher Duffy for Duffy London in main home furnishings Category

The Abyss Table by Christopher Duffy for Duffy London in main home furnishings Category

Photos by Duffy London.








26 Jun 15:45

O que é, afinal, fazer coisas “como uma menina”?

by Jacqueline Lafloufa

O mais recente vídeo da P&G em uma campanha para a marca de absorventes Always faz uma interessante reflexão sobre o que seria fazer coisas ‘como uma menina’.

Em uma audição, convidou garotos e garotas mais velhas a encenar situações que eram descritas assim: correr como uma menina, lutar como uma menina, jogar uma bola como uma menina.

Os resultados eram caricaturas de comportamentos, que quando interpretadas por meninos ficavam ainda mais estereotipadas.

Mas o legal mesmo é ver o que acontece depois, quando meninas mais novas são convidadas a interpretar as mesmas descrições de cenas. Ao mostrar o que era correr como uma menina, elas não se fizeram de rogadas e deram o melhor de si, seja correndo no lugar ou saindo pelo set de filmagem. O mesmo aconteceu com todos os outros pedidos, que foram feitos com garra e com vontade. Questionada sobre o que significava ‘correr como uma menina’, a garotinha de vestido rosa esclareceu: “correr o mais rápido que eu puder”.

Para a P&G, esse conceito negativo da comparação como uma menina só se torna um insulto no início da adolescência, entre os 10 e 12 anos, depois que garotas e garotos já se cansaram de ouvir que atividades que não são feitas com uma determinada ‘qualidade’ são coisa de menina.

O intuito da marca, através da campanha Always #likeagirl é mostrar que isso pode significar coisas incríveis, se deixarmos de usar essa expressão como uma forma de humilhar ou diminuir alguém.

No último trecho, a P&G incentiva os mais velhos que participaram da audição a refletirem sobre a atuação que fizeram, e pede que, dessa vez, mostrem como seria ‘rebater como uma menina’ sem pensar em estereótipos. O resultado é completamente diferente do inicial.

Uma bonita campanha de empoderamento feminino.

A criação é da Leo Burnett de Chicago, Toronto e Londres.

Brainstorm9Post originalmente publicado no Brainstorm #9
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26 Jun 13:28

Making the Leap

by Grant
22 May 20:30

Photo

Julianamarques

minha vida nesse momento





27 May 18:58

Wet Dog: Quirky Portraits of Dogs Captured Mid-Bath by Sophie Gamand

by Christopher Jobson

Wet Dog: Quirky Portraits of Dogs Captured Mid Bath by Sophie Gamand portraits humor dogs

Wet Dog: Quirky Portraits of Dogs Captured Mid Bath by Sophie Gamand portraits humor dogs

Wet Dog: Quirky Portraits of Dogs Captured Mid Bath by Sophie Gamand portraits humor dogs

Wet Dog: Quirky Portraits of Dogs Captured Mid Bath by Sophie Gamand portraits humor dogs

Wet Dog: Quirky Portraits of Dogs Captured Mid Bath by Sophie Gamand portraits humor dogs

Wet Dog: Quirky Portraits of Dogs Captured Mid Bath by Sophie Gamand portraits humor dogs

Wet Dog: Quirky Portraits of Dogs Captured Mid Bath by Sophie Gamand portraits humor dogs

Wet Dog: Quirky Portraits of Dogs Captured Mid Bath by Sophie Gamand portraits humor dogs

New York photographer Sophie Gamand has spent the last four years photographing dogs as part of a larger project to better understand humans. Her latest series, Wet Dog, captures hilarious and awkward photos of small dogs as they are bathed with the help of professional groomer Ruben Santana in the Bronx. Fascinated by the domestication of dogs as one of the first forms of artificial selection, Gamand explores the differences and similarities in animals and humans, making the the distinction that dogs ceased being “animals” long ago as they acquired human attributes and became pets.

The Wet Dog series won first place in the Portraiture category of the 2014 Sony World Photography Awards, and the photos you see here will be included in a book to be published by Grand Central Publishing in the fall of 2015. Prints are available here, and you can also follow Gamand on Instagram. All images courtesy the photographer. (via Feature Shoot)

24 Apr 00:57

This Hamster is Stuffing His Face with Baby Carrots Like He’s Going Through a Breakup..

by Georgie
Julianamarques

um bom uso pra meme amo/sou

We’ve all been there: Someone breaks your heart and you head straight for the Mac n’ Cheese and ice cream.  But I don’t think any of us have “been there” like this hamster…
 

Damn.  This hamster eatin’ those carrots like he just found out Taylor Swift left him for King Joffrey, post-mortem.

 

“Does this carrot make me look fat?”  Yes.  Yes, it does.  And I love you.

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13 Apr 03:09

ryancrobert: fucking show-off



ryancrobert:

fucking show-off

11 Apr 21:30

Boy Builds Lil Excavator With Plastic Syringe Hydraulics

homemade-excavator-model.gif This is a video of a Brazilian boy who built himself a little model excavator using plastic syringe hydraulics. Most impressive. I'd pretend I could have made something like that growing up, but I'd be lying. The only thing I was making at his age were messes in my pants. "He's like twelve!" Damn, I thought he was sixteen. Keep going for so much air scooping it's sick.
17 Mar 19:00

Shapes in Nature

by Camille

Ce magnifique projet personnel par Chaotic Atmospheres est destiné à expérimenter l’érosion sur différents terrains. Des formes géométriques prennent en effet place au milieu de ces immenses terrains naturels. Une série de photographies originales à découvrir de manière complète dans la suite de l’article.

Shapes in Nature 0 Shapes in Nature 5 Shapes in Nature 4 Shapes in Nature 3 Shapes in Nature 7 Shapes in Nature 6
11 Jan 14:50

Versatile and Alluring: Odu Rocker and Daybed by Confused Direction

by Lavinia
Julianamarques

é uma rede acolchoada, acho que eu gostaria

design odu daybed Versatile and Alluring: Odu Rocker and Daybed by Confused DirectionA functional mix between a bed and a rocking chair, the Odu Rocker envisioned by Flo Florian and Sascha Akkermann from Confused-Direction is eye-catching and original. Initially spotted by Freshome on Trendir, the swaying daybed features a a curvacious shell like base, complete with a comfy-textured finishing material, that makes the overall design quite inviting. An interesting feature is that by adjusting his or her position, the user can automatically shift the gravitational center of the rocker, transforming it from an armchair into a daybed and vice versa.
design rocker daybed odu rosconi 2 Versatile and Alluring: Odu Rocker and Daybed by Confused DirectionThe name “Odu”  is Hungarian for “cavern” which the designers stated it is a hint towards it generous size. As for the technical details, the producers unveiled that the large outer shell is made of fiber laminate and epoxy resin, while the inner core is upholstered in soft, skin friendly micro fiber available in 20 different colors. This makes the item customizable for a variety of modern interiors.
rocker daybed Versatile and Alluring: Odu Rocker and Daybed by Confused Direction rocker daybed odu rosconi chair Versatile and Alluring: Odu Rocker and Daybed by Confused Direction rocker daybed odu rosconi Versatile and Alluring: Odu Rocker and Daybed by Confused Direction    odu daybed 5 Versatile and Alluring: Odu Rocker and Daybed by Confused Direction odu daybed 6 Versatile and Alluring: Odu Rocker and Daybed by Confused Direction odu daybed 7 Versatile and Alluring: Odu Rocker and Daybed by Confused Direction odu daybed 8 Versatile and Alluring: Odu Rocker and Daybed by Confused Direction

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11 Dec 04:41

Fight Sexist Stereotypes With Shampoo

by Stacey Goguen
Julianamarques

feminismo pra vender shampoo, como lidar? (é uma pergunta honesta)

This ad actually does a pretty nice job of summing up in a minute the power and persuasion of some of the current sexist stereotypes floating around our culture.

However, in an expected non-twist (it being a commercial), the video ends with the advice that, in order to avoid these double standards, one should just buy the right shampoo.

I find it extra amusing (and bemusing) that the ad can’t even demonstrate the efficacy of its own advice.  The woman at the very end supposedly has beaten the “show off” stereotype with her shiny hair, but…there’s nothing in the ad showing that to be the case. The word “show off” has miraculously melted from the sidewalk beneath her feet, but the suggestion is still in our heads.  I found myself still easily fitting the woman under the heading of “show off.” The ad created no cognitive dissonance that might allow one to undermine the force of these stereotypes.

So really, this commercial is a great showcase for why individual willpower/gusto/innovation sometimes just can’t beat a cultural stereotype.  It doesn’t matter how great your hair looks. In fact, the better it looks, the more of a show-off you may seem.

I find it fascinating when people can so brilliantly articulate one piece of a puzzle and then immediately fail so hard at framing the adjacent pieces.
(See also: anyone who has moved you to tears with their articulation of one form of oppression to only turn around and spout tone-deaf nonsense about the others.)


10 Dec 23:31

Proof That “The Beatles” Were the World’s First Trolls…

by Georgie

 

 

 

Why we all love Ringo…

 

 

He knew.

 

 

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02 Dec 17:14

Sinceridade de classe

by Juliana Cunha

Há uns meses eu escrevi aqui no blog sobre duas figuras que, para mim, são muito mais pit bulls do elitismo — para usar um termo que a ombudsman da Folha empregou outro dia — do que os “colunistas de direita” que todo mundo conhece e identifica nesses termos, tipo Pondé ou Reinaldo Azevedo. Não coincidentemente, as duas figuras que eu havia citado eram mulheres — Nina Horta e Danuza Leão. De lá para cá, Danuza saiu da Folha, mas foi de certo modo substituída por Tati Bernardi.

Tati Bernardi é a nova Danuza. Os estilos são diferentes: Danuza trabalhava uma vibe senhora de família abastada que dá dicas aos mortais. Já Tati tenta chamar o leitor para o seu lado, convidando-o a se identificar com os absurdos que ela fala, que são naturalizados e vistos como “sinceridade”, “prontofalei”. Com sua vulgaridade e texto mal escrito, ela faz um trabalho ideológico muito mais bem feito que o de Pondé já que ideologia boa é ideologia naturalizada, que passa como senso comum. O próprio “nome artístico” que ela escolheu já colabora nesse projeto: enquanto Danuza escrevia olhando para baixo, Tati quer ser chamada pelo apelido, é nossa igual.

Quando eu digo que não coincidentemente todas essas figuras são mulheres é porque cabe à mulher, de quem não se espera um discurso de poder, fazer esse trabalho ideológico de formiguinha, construindo o pensamento conservador nas ações diárias. Não foi isso que Tati fez desde sua primeira coluna, quando tentou convencer as outras mulheres de que somos mesmo invejosas e fúteis e que a única possibilidade de discordância desse estereótipo é a hipocrisia?

Essa semana, Tati nos presenteou com um texto em que critica jovens do meio “artístico” e editorial — roteiristas, publicitários, jornalistas, escritores — que trabalham de graça. Segundo ela, a culpa do mercado ser do jeito que é certamente é dessas pessoas.

Que tal usarmos a máxima “don’t blame the victim” em relação a esse texto que todos estão compartilhando como se fosse a expressão máxima da sinceridade? De quem é a culpa das relações de trabalho precárias no meio “artístico” e editorial? Na minha simplória opinião, a culpa é dos órgãos fiscalizadores das relações de trabalho (ministério, delegacias), que não cumprem seu papel; dos sindicatos inoperantes e dos trabalhadores mais experientes e estabelecidos que em vez de se organizarem ou darem um mínimo de suporte moral aos iniciantes simplesmente os tratam como “inexperientes e deslumbrados”.

Para essa senhora “madura”, a culpa é dos trabalhadores (opa, a classe média não gosta de se enxergar assim) que estão começando a engatinhar em um mercado viciado onde o sujeito passa de voluntário à freela fixo, faz uma breve e gloriosa estadia na CLT e — logo que começa a ganhar um salário mais razoável — é lançado pro pjotinha.

Claro, a culpa só podia ser do trabalhador. Se você for pensar bem a culpa da escravidão também era do negro. Sabia que durante o Brasil colônia os escravos eram maioria? E nem assim revidavam? Quer dizer, eram muito otários mesmo…

Nem passa pela cabeça dessa moça que o poder real de mudar a situação esteja com os órgãos de fiscalização do trabalho (cadê a visita semestral aos jornais, revistas e agências de publicidade?); com os sindicatos e com os veteranos que, além de maduros, deviam arrumar um tempo para serem organizados e com um pinguinho de consciência de classe.

Do jeito que está, a única forma de um iniciante se inserir nesse mercado é aceitando trabalhar de graça ou em esquemas degradantes. Aliás, será que essa longa fase de voluntariado também não é um filtro para garantir que o meio “artístico” e editorial basicamente só tenha pessoas com origem na classe média? Será que isso explica em parte o notório branqueamento desses setores? Não, acho que não, acho que é mesmo tudo culpa de jovens de 20 anos deslumbrados por uma cadeira de design.

lendointernet-2

03 Dec 07:00

Esse texto não é sobre o Lulu e o Tubby

by Autoras Convidadas

Texto de Felipe Pacheco.

Estou faz tempo para escrever sobre isso. De toda a polêmica de Lulu/Tubby o que mais me incomoda – e assusta – é a noção do que é igualdade para alguns homens. Algo próximo ao nível de pensamento de uma criança de 12 anos.

[+] App para mulher avaliar rapazes, Lulu vira hit e já é usado como vingança.

[+] Aplicativo para avaliar mulheres, ‘Tubby’ abre descadastro.

Tenho coletado vários exemplos de hashtags que vários caras disseram que gostariam de taguear as mulheres em um aplicativoinverso do Lulu. Algumas deles são: #BucetaFedida, #DáNoPrimeiroEncontro, #DáABunda, #DáDeQuatro, #FazComMaisDeUm, #MamaEuEUzamigos. Isso sem contar o que o Tubby já promete, como #EngoleTudo e #CurteTapas. Em todas as reclamações que vi de caras que davam exemplos de hashtags, não encontrei nenhuma que não fale de sexo.

Aí que começa o que tem me incomodado. Essa noção de “Putz, ela falou que uso Rider, deixa eu revidar falando que ela tem uma buceta fedida!” ou “Vadia, disse que eu valho menos que um pão na chapa. Vou lá escrever que ela dá a bunda pra todo mundo saber a putinha que ela é”. Uma coisa não é a revanche da outra, não. Existe até uma política do Lulu de, em coisas relacionadas ao sexo, ele fala bem, mas não fala mal. Tanto que #TrêsPernas existe e o #NãoFazNemCócegas já saiu na última revisão porque viram que não tinha a cara do aplicativo.

Nem preciso entrar no assunto da diferença da opinião pública entre o “homem bom de cama” – o que #CaiDeBoca, o #SafadoNaMedidaCerta – e a “garota boa de cama” – que #EngoleTudo, que #CurteTapas –, né? É só perguntar quantos caras gostariam de ser vistos com essas hashtags e quantas mulheres, considerando a sociedade “é puta” em que vivemos.

A mesma coisa com a visão do “homem objetificado”. Quem realmente acha que o Lulu está sendo um equilíbrio, uma revanche completa de toda a objetificação que as mulheres sofrem diariamente, nunca teve uma namorada ou nunca conversou com qualquer mulher. Nunca teve que acalmar uma garota que volta chorando de raiva depois de ser assediada na rua. Nenhum cara chega na garota no metrô, encosta o pau na bunda dela e fala em seu ouvido: “você tem uma carinha de quem curte Romero Britto”. Não, caras. Estamos bem longe de sofrer o que qualquer uma delas sofre.

A gente vive num mundo em que a garota que beija o brasão do time na camiseta e mostra sem querer o sutiã – SUTIÃ! – na transmissão do jogo de futebol vira piadinha não só na internet, como dos próprios comentaristas do jogo na televisão. Jornalistas que formam opinião, que deveriam ajudar na educação.

Aí, depois ainda tem gente que fala que o homem branco é quem sofre preconceito, que ele é injustiçado, que nada trabalha ao seu favor. Que é um absurdo existir Delegacia da Mulher, mas não existir uma para homens. Quem dera não precisar existir uma delegacia só para mulheres, é aí que teríamos igualdade. Não quando existe uma delegacia para mulheres e outra para homens, mas quando todos se tratassem como iguais a ponto de NÃO PRECISAR existir.

Ah! Ainda tem aqueles que acham que não precisa de Delegacia da Mulher mesmo. Ou pior! Aqueles que afirmam que, por causa da Lei Maria da Penha, por exemplo, “as mulheres os desrespeitam mais”. E não são poucos que pensam isso, não! 37%! MAIS DE UM TERÇO. Vale dizer que esses são, normalmente, os que dizem que “o homem só bate porque a mulher provoca” (29% dos homens). Isso sem contar os milhares de casos de estupro cuja culpa é da roupa que a garota usa e não do estuprador, né? E isso não é opinião de qualquer um não. É opinião de policiais, juízes, o que for, homens que definem as leis. Realmente… Não precisamos de delegacia para mulher.

É claro que, nas redes sociais, conversamos com gente com um nível de educação parecido e tal, onde “uma situação dessas seria improvável” (sic) e, por isso, acredito que muita gente tenha esse tipo de visão do que é o equilíbrio de direitos entre homens e mulheres.

Enfim, esse texto não é sobre Lulu, Tubby, nem nenhum outro aplicativo com vida útil limitada. É sobre essa visão distorcida de que o homem precisa de um Tubby, de uma delegacia para homens ou de qualquer outro artifício para “se defender das feminazi”, de que isso sim é igualdade. Ah vá, né cara? Uma dica? Conversa um pouquinho mais com as garotas que vc conhece, ouça suas histórias e pelo que passam todos os dias.

[+] Tubby trava na hora de deletar perfis e diz que mulheres ´arregam´.

[+] Saiba como impedir que aplicativos puxem seus dados do Facebook.

—–

Felipe Pacheco é publicitário e trabalha com planejamento em redes sociais. Apaixonado por viagens, abandonou a agência para ter a liberdade de viver em qualquer lugar do mundo. Este texto foi originalmente publicado em seu perfil no Facebook.

02 Dec 13:00

Compulsory Monogamy in The Hunger Games

by Mimi Schippers PhD
Julianamarques

eu tava super torcendo pelo poliamor

NPR’s Linda Holmes wrote a great article about the gender dynamics in The Hunger Games: Catching Fire and concluded, “…you could argue that Katniss’ conflict between Peeta and Gale is effectively a choice between a traditional Movie Girlfriend and a traditional Movie Boyfriend.”  I do love the way Holmes puts this.  Gender, it seems, is not what one is, but what one does.  Different characteristics we associate with masculinity and femininity are available to everyone, and when Peeta embodies some characteristics we usually see only in women’s roles, Peeta becomes the Movie Girlfriend despite being a boy.

Though I find this compelling, I want to take a moment to focus on the other part of this sentence… the part when Holmes frames Katniss’ relationship to Peeta and Gale as a “conflict between” and a “choice.”  I think that, in some ways, the requirement to choose one or the other forces Katniss’ to, not only “choose” a boyfriend, but also to choose gender—for herself.

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Depending on whether she’s relating to Peeta or Gale, she is either someone who takes charge, is competent in survival, and protects her partner (traditionally the masculine role) or someone who lets another lead and nurtures instead of protects (the feminine role).  As Candace West and Don Zimmerman suggested many years ago in their article “Doing Gender,” we do gender in relationship to other people.  It’s a conversation or volley in which we’re expected to play the part to the way others are doing gender.

When Katniss is with Peeta, she does a form of masculinity in relationship and reaction to his behavior and vice versa.  Because Peeta “calls out” protection, Katniss steps up.  When Gale calls out nurturing, she plays the part.  In other words, not only is gender a “doing” rather than a “being,” it is also an interactive process.  Because Katniss is in relationship to both Peeta and Gale, and because each embodies and calls out different ways of doing gender, Katniss oscillates between being the “movie boyfriend” sometimes and the “movie girlfriend” other times and, it seems, she’s facile and takes pleasure in doing all of it.  If Katniss has to “choose” Peeta or Gale, she will have to give up doing gender in this splendid, and, dare I say, feminist and queer way in order to “fit” into her and her “girlfriend’s” or “boyfriend’s” relationship.

Now imagine a world in which Katniss wouldn’t have to choose.

What if she could be in a relationship with Peeta and get her needs for being understood, nurtured, and protective while also getting her girl on with Gale?  In other words, imagine a world without compulsory monogamy where having two or more boyfriends or girlfriends was possible.

I’m currently working on a book on monogamy and the queer potential for open and polyamorous relationships. I’m writing about the ways in which compulsory monogamy fits nicely into and perpetuates cultural ideas about masculinity and femininity and how different forms of non-monogamy might open up alternative ways of doing, not just relationships, but also gender.

Forcing Katniss to choose is forcing Katniss into monogamy, and as I suggested above, into doing gender to complement her partner.  Victoria Robinson points out in her article, “My Baby Just Cares for Me,” that monogamy compels women to invest too much time, energy, and resources into an individual man and limits their autonomy and relationships with others.  What Robinson doesn’t talk about is how it also limits women’s range of how they might do gender in relationship to others.

It also limits men’s range of doing gender in relationships.  Wouldn’t it be nice if Peeta and Gale never felt the pressure to be something they are not?  Imagine how Peeta’s and Gale’s masculinities would have to be reconfigured to accommodate and accept each other?

Elisabeth Sheff, in her groundbreaking research on polyamorous people, found that both women and men in polyamorous relationships say that the men have to rethink their masculinities to be less possessive, women have room to be more assertive about their needs and desires, and men are more accommodating.

What this suggests is that monogamy doesn’t just limit WHO you can do; it also limits WHAT you can do in terms of gender.  Might I suggest that Katniss is such a well-rounded woman character precisely because she is polyamorous?  She’s not just the phallic girl with the gun… or bow in this case… or the damsel in distress.  She’s strong, vulnerable, capable, nurturing, and loyal, and we get to see all of it because she does gender differently with her boyfriends.  And therein, I believe, is one way that polyamory has a queer and feminist potential.  It can open up the field of doing gender within the context of relationships.

I don’t know how her story ends, but I for one, am hoping that, if there is a happily-ever-after for Katniss, it’s not because girl gets boy; its because girl gets both boys.

Mimi Schippers, PhD is an Associate Professor of Sociology at Tulane University.  She is working on a book on the radical gender potential of polyamory.  Her first book was Rockin’ Out of the Box: Gender Maneuvering in Alternative Hard Rock.  You can follow her at Marx in Drag.

Cross-posted at Marx in Drag, Huffington Post, and Jezebel. Images from IMDB.

(View original at http://thesocietypages.org/socimages)

26 Nov 02:56

You know that medication you spent $50 on to prevent pregnancy? If you weight 11 lbs more than average, it’s completely useless.

by Stacey Goguen
Julianamarques

pois é

Mother Jones reports that an emergency contraception pill in Europe–which is basically the same thing as the only sort of emergency contraception available without a prescription in some places, like the US, is completely ineffective if you weigh more than 80 kg, aka 176 lbs. And it’s less effective for women weighing upward of 165 pounds, so much so that the European labels are gonna suggest you not take it at all.
__

I’m gonna repeat that.

In certain places (e.g., the United States), Plan B is not really that effective for the average woman, and if you weigh 11 pounds more than average,  You Are Completely Incapable of getting a working form of emergency contraception without a prescription.  (Oh I’m sorry, did you want this $50 medication to also work? Because I thought maybe you just wanted the nice-looking box.)
__

I’m gonna repeat that yet again, quoting MJ:

“The European manufacturer of an emergency contraceptive pill identical to Plan B, also known as the morning-after pill, will warn women that the drug is completely ineffective for women who weigh more than 176 pounds and begins to lose effectiveness in women who weigh more than 165 pounds.”

__

Now let’s put on our anti-oppressive hierarchy hat, and translate that into societal implications:

A medication that is $50 a pop and is many people’s only reasonably accessible form of emergency contraception, is Completely. Useless. for those of us who are a staggering eleven pounds heavier than average. (I know, it took a lot of burritos, shunning of any physical activity whatsoever, and willful ignorance to get to this point. And then it took even more burritos to make up for all the calories I was burning via unprotected sex. )

Oh hey, and who normally gets the trope stuck to them that they’re stupid and make bad life decisions, like failing to prevent a pregnancy they don’t want and certainly can’t afford?: poor fat women. And guess who can’t use Plan B and probably also can’t afford the alternatives: Poor fat women. So who’s been looking like they’re confirming their own inherent laziness and stupidity when really they weren’t told that a medication marketed to everyone doesn’t work for them: poor fat women.  Thank God at least poor women aren’t more likely to be fat than women of higher socio-economic status. Then we would have a really doozy of a combo on our hands.

Bonus Round Pop Quiz:  How many top athletes also can’t use  one of the most popular forms of emergency contraception without reduced effectiveness?
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“Huh?” You say after all that. Don’t worry. I got you covered.

TL;DR:

Plan B is useless to you if you weigh more than 176 pounds.
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If all this is really true, I’m allowed to set something on fire, right?

 


27 Nov 23:09

Click Clack Hotel: The Modern Place to Stay When in Bogota, Colombia

by Raphaelle
Julianamarques

que predinho bonitinho

Living Room2 Click Clack Hotel: The Modern Place to Stay When in Bogota, Colombia If you’re looking for a sophisticated place to stay while visiting the city of Bogota (in Colombia), Click Clack might be just the friendliest and coolest hotel you may “stumble upon”. With a fresh interior and a stylish and imposing façade, Click Clack adds a touch of class to your trip. The striking design is the work of plan:B Arquitectos in collaboration with Perceptual Studio. Together, they figured out to connect the interior with the outdoors and create an airy, modern, yet a cozy ambience in order to make the clients feel good and comfortable.
Industrial elements Click Clack Hotel: The Modern Place to Stay When in Bogota, Colombia The lounge area boasts a giant coffee cup-shaped chandelier. A staircase connects the floors without obstructing the view. The designers blended several styles to obtain this complex and unitary look. The rooms mirror a cosmopolitan NY kind of feel, offering some of the most amazing panoramic views of the city. Glass panels replace some of the regular exterior walls. Each morning is a unique experience: sunsets and sunrises are simply surprising, a pure delight for the eyes, head and heart. In other words, an exclusive place for the modern traveller.Modern coffee shop like atmosphere Click Clack Hotel: The Modern Place to Stay When in Bogota, Colombia View Click Clack Hotel: The Modern Place to Stay When in Bogota, ColombiaWhite bedroom and view Click Clack Hotel: The Modern Place to Stay When in Bogota, Colombia office and bed Click Clack Hotel: The Modern Place to Stay When in Bogota, Colombia white bed Click Clack Hotel: The Modern Place to Stay When in Bogota, Colombia modern items displayed Click Clack Hotel: The Modern Place to Stay When in Bogota, Colombia Interior  Click Clack Hotel: The Modern Place to Stay When in Bogota, Colombia Bedroom view2 Click Clack Hotel: The Modern Place to Stay When in Bogota, ColombiaParis apartment  Click Clack Hotel: The Modern Place to Stay When in Bogota, Colombia

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24 Nov 17:46

Em defesa do Lulu

by FM
Julianamarques

é isso aí


Na primeira vez que ouvi do Lulu achei idiota, não ofensivo. Um aplicativo em que mulheres avaliam os homens dando notas e adjetivos sob a forma de hashtag. Pareceu-me bobo, adolescente. Imaginei algo muito mais explícito do que realmente é, que fosse falar de tamanhos de paus, gostos sexuais pouco ortodoxos, broxadas, daí em diante. Não resisti à curiosidade e entrei. E pra minha surpresa, achei divertidíssmo. Não era nada do que eu pensava.

Pra começar, o tal aplicativo que só teoricamente só poderia ser baixado por mulheres pode ser baixado por qualquer um. O site de download não perguntou meu gênero e você entra pelo login do Facebook. Ou seja, qualquer um com uma conta nessa rede pode entrar. Não dá pra levar a sério. Além disso, muito mais recatado do que eu imaginava. As avaliações não se restringem a sexo e podem ser feitas por pessoas com diferentes relações com o rapaz em questão: pela mulher interessada naquele cara, pela namorada/ficante atual, ex-namorada/ex-ficante e amiga. As perguntas e os itens avaliados são selecionados de acordo com a categoria de quem responde.

Os perfis são avaliados por uma série de critérios e quem avalia não é obrigada a responder todos os itens, que incluem perguntas sobre senso de humor, educação, caráter, comportamento, inteligência, e sim, beleza física e sexo, mas nada de tamanhos de pirocas e notas pra práticas sexuais, pra minha total decepção.

Assim que você loga um painel de perfil de amigos do Facebook aparece na sua tela e as fotos dos que possuem avaliações Minha segunda surpresa foi saber que o site mantém muito mais avaliações positivas que negativas. O site gera uma nota média pros avaliados somando todos os critérios e esta nota aparece sobre a foto do perfil. Aliás, dois dos meus amigos que tinham recebido avaliações eram gays, tinham recebido avaliações de amigas, descritos como pessoas gentis e inteligentes.

Mas vamos aos hétero. Mais uma surpresa. Não tinham sido meus amigos mais bonitos e populares que tinham recebido reviews, mas homens fora do padrão de beleza e em geral muito tímidos e reservados e que na maioria das vezes recebiam elogios de pessoas que já tinham ficado com eles, sobre serem educados, cheirosos, inteligentes, atenciosos e sim, beijarem bem e serem bons de cama, o tipo de coisa que em geral as mulheres contam umas pras outras sobre homens com quem já ficaram, estão ficando ou pretendem ficar. Coisas do tipo como responder mensagens rápido, ligar no dia seguinte, dormir de conchinha, se a pessoa fica e some, se sabe cozinhar e sim, o tamanho do pau, porque mulheres hétero em geral adoram falar de tamanho de pau de quem já pegou, tá pegando ou quer pegar.

Sim, passei a tarde olhando os rewiews das pessoas que eu conheço e me diverti muito. Porque é algo muito bobo mesmo. As críticas são mais sobre comportamento do que qualquer outra coisa: ser chato, crianção, muito vaidoso, contar piadas ruins, ter amigos “losers”, demorar pra tomar iniciativa ou notar interesse de uma mulher ou, ao contrário, ser inteligente, divertido, carinhoso, gentil, não ter vergonha de ser fofo, saber beber sem cair, respeitar as mulheres, se é legal com os pais da mulher que está saindo, se é responsável, se saber se virar sozinho seja pra se alimentar ou cuidar do espaço doméstico. Mas mesmo assim eu fiquei contente ver amigos meus recebendo elogios, saber que são considerados legais e/ou gostosos pelas pessoas que já ficaram com eles. E achei engraçado descobrir algumas coisas porque eu gosto de fofoca picante, me julga aí.

Trocando em miúdos, é indiretamente um aplicativo de paquera. Pra saber coisas sobre o cara que você está interessada é legal e tem pegada, talvez até usar isso pra puxar papo. Pra saber se outras mulheres falam bem de pessoas que você tem interesse ou mesmo dos seus amigos. Claro que tem gente que pode usar pra vingancinha. Mas até os comentários ruins estão sujeitos à avaliação, você pode responder se aquilo é verdade ou não, caso um conhecido seu esteja sendo injustamente difamado. Mas a verdade é que as avaliações de ex-ficantes ou ex-namoradas são em geral positivas, principalmente no temido quesito sexo.

Entretando o que me chamou a atenção sobre o Lulu foi a ~polêmica~ envolvendo o aplicativo, que seria uma ferramenta para objetificar os homens, que as mulheres estariam fazendo a mesma coisa que os homens fazem, que se houvesse um aplicativo semelhante para avaliar as mulheres “as feministas” estariam revoltadas e organizando protestos.

Pra começar, já existe um aplicativo que avalia as mulheres e as classifica as mulheres, chama-se vida. As mulheres são objetificadas o tempo todo. Nós nos acostumamos com concursos de misses, com musas da torcida, furacões da CPI, dançarinas de palco, com as mulheres seminuas na publicidade, com atletas de uniforme sexy, com a banalização de intervenções cirúrgicas para fins estéticos, com a ideia de que precisa sofrer para ficar bonita, com a ideia de que mulher precisa ser bonita ou no mínimo se esforçar pra ser bonita, com a imposição de padrões de beleza extremamente excludente.

Mas não é só isso. Nós vivemos numa sociedade que monitora nossa conduta sexual, que cobra que nos casemos e tenhamos filhos e que ensina às próprias mulheres a se verem como prêmios, a se objetificar, a objetificar as outras mulheres chamando-as de vagabundas, periguetes, vagabundas, rodadas, um mundo que separa mulher “pra casar”, que acusa mulheres se serem interesseiras, que julga o caráter e/ou a competência das mulheres dependesse do número de homens que quem ela se relacionou ou se relaciona.

As feministas estariam indignadas se houvesse um aplicativo pra avaliar mulheres? Ah, gente, por favor, né? Alguém aí lembra como foi que o Facebook foi inventado por um cara que tinha se vingado da namorada a expondo num blog? Que o Facebook no começo era pra homens avaliarem a aparência de mulheres? Alguém aí esqueceu que nas últimas semanas três jovens mulheres, duas menores de idade, se suicidaram porque homens em que elas confiaram compartilharam vídeos íntimos delas? Já esqueceram da Fran, que largou emprego, faculdade e que não consegue sair na rua porque a vida dela virou um inferno? Vocês esquecem todos esses sites de pornô amador?

É ofensivo e é uma estupidez comparar um aplicativo com a opressão que todas as mulheres sofrem todos os dias, dizer que estamos agindo igual aos homens. Primeiro porque não estamos julgando o caráter deles baseados no número de parceiras sexuais, não o ridicularizamos por fazer na cama coisas que nós gostamos que eles façam ou por coisas que nós gostamos de fazer. Sim, há mulheres que dão importância à coisas que eu pessoalmente considero uma bobagem, como o cara pagar a conta ou ter um carrão, mas eu não culpo essas mulheres por pensarem desse jeito, porque nós somos julgadas de acordo com o tipo de cara que conseguimos arrumar e somos ensinada que se um cara quer te conquistar ele tem que pagar a conta.

Leva tempo pra se libertar disso. Mas se o Lulu fosse um aplicativo de transformar homens em objetos, não estaríamos preocupadas em saber se o cara é engraçado, inteligente e respeita as mulheres. O grande problema do Lulu é expor algo que é insuportável para mentalidades machistas que é o fato de que mulheres gostam de sexo e falam sobre isso. E que quando estão interessadas em alguém elas querem saber se o cara tem uma boa fama porque elas pretendem fazer sexo com eles. Nós nos acostumamos a ver o sexo como uma coisa que as mulheres fazem pra agradar os homens. É por isso que choca. Porque mulher não pode falar de sexo em público, porque mulher que gosta de dar não presta, mulher que não presta não casa e deus o livre uma mulher não casar, porque todo o sentido da existência da vida de uma mulher é arrumar um marido.

Ironicamente, essa alegada objetificação é opcional, já que só podem ser avaliados perfis do Facebook e qualquer pessoa que não quiser ser avaliado pode retirar perfil do aplicativo. Não há nada parecido com isso na Internet ou na vida para que as mulheres não sejam objetificadas ou vítimas de porn-revenge.Ofensivo é mulher não poder falar de sexo, ofensivo é uma mulher chamar a outra de periguete, ofensivo é aceitar tranquilamente a objetificação das mulheres e sair em defesa dos homens e contra as mulheres numa assunto que é uma bobagem e que não chega nem perto do tipo de julgamento que todas as mulheres são obrigadas a enfrentar ao longo de suas vidas.
24 Nov 03:00

Beastie Boys send copyright threat to toy company that remixed "Girls"

by Cory Doctorow
Julianamarques

achei decepcionante

The Beastie Boys have sent a legal threat to toymaker GoldieBlox over the company's extremely clever ad, which parodies the Beasties' early track "Girls". The ad rewrites the lyrics (which are pretty terrible in the original) to insist that girls should take control over their world, reject passivity and subservience, and make things (the video accompanies this with the creation of a Rube Goldberg device that ultimately switches off a TV showing girly toy ads).

The irony here is pretty thick: the Beasties are still being sued over their use of samples on their early albums, including the classic Paul's Boutique. Every pirate wants to be an admiral, of course, but for the Beasties to decry remix culture even as they go to court to defend their (perfectly legitimate) right to make new things out of other creators' old rope is pretty sad.

GoldieBlox is seeking a declaratory judgment that their video is fair use.

According to a lawsuit filed on Thursday by Goldieblox, "the Beastie Boys have now threatened GoldieBlox with copyright infringement. Lawyers for the Beastie Boys claim that the GoldieBlox Girls Parody Video is a copyright infringement, is not a fair use and that GoldieBlox's unauthorized use of the Beastie Boys intellectual property is a 'big problem' that has a 'very significant impact.' "

Goldieblox is now going to a California federal court to get declaratory relief that the video is not a copyright infringement. Read the complaint.

Beastie Boys, 'Girls' Viral Video in Copyright Infringement Fight [Eriq Gardner/Hollywood Reporter]

    






13 Nov 13:55

Modern Hacienda-style Guest House

by Diana Nuber
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Mexican practice Reyes Rios + Larrain Studio have designed this award winning project as an individual guest house to an hacienda situated not far away, in the Yucatan peninsula. The new residence, called Casa Sisal, is situated on a 45 per 140 meters plot that had historically been cultivated with agave plants. Enclosed by old and thick masonry walls dating back to the late 17th century, the site is now nicely landscaped with carefully mowed lawns and a few rows of trees that create a pleasant natural environment. The building itself is set in the middle of the land, positioned transversely on it in order have nice views of the garden. The house is composed of two bedrooms with bathrooms, and open plan kitchen and living room. A cantilevering exterior staircase leads up to a rooftop terrace. There are exterior terraces on both sides of the central living area, that continue with a lap pool on one side, and a symmetrically positioned pond on the other side of the house. A unique feature of this building is the material it is entirely made of. This is a special white concrete that the architects have developed over the previous 15 years, and which is composed of white cement and resins from local Chukum trees, a technique inherited from the Mayas. The resulting material is ideal for indoor and outdoor finishes, but also for cast pieces. Thanks to the natural seal made by the resin components, the set concrete is very solid and resistant to extreme weather conditions.

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Made from the same material like the whole house, the cantilevering stairs seem to be magically growing out of the walls. This sensation is enhanced by the lack of visible joints between the wall and the stairs, one of the advantages of the special cement the building is made of.

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One of the most interesting features of the building is the design of the living area. Located in the middle of the house, the space is enclosed at the front and at the back by floor-to-ceiling glass doors that slide completely into the walls. When both sides are open, the living area looks like an outdoor lounge under a flat roof, which in its turn looks like a bridge connecting the two bedrooms.

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The floor of the living room is recessed compared to the level of the rest of the living area and the outside, like a small amphitheater. The poured cement stairs are used as a built-in base for the U-shaped sofa, made from seat mats, upholstered backrests and cushions. The sofa composition is oriented toward another built-in structure consisting of concrete shelves, storage cabinets, a fireplace and a flat screen.

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The architects have exploited to the maximum the qualities of their concrete by creating built-in beds and headboards in the two bedrooms. One of the bedrooms has a king size structure, while the other one has twin beds. The decoration is minimalistic and very zen. A hammock hangs from the walls in one bedroom, conveying a very relaxed, holidays atmosphere. Like the living room, the bedrooms also have facing windows at the front and at the back, but they are of smaller dimensions. Nevertheless they bring in light and sunshine at all times of the day, offering nice looks on the garden at the same time. Small ponds with aquatic vegetation are placed just outside these windows.

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The bathrooms are completely finished in the same special concrete, that has the characteristic of being waterproof. The material allows also for the creation of built-in washbasins. In one of the bathrooms, the shower head is made from a wall hung natural looking stone, out of which the water falls down in real cascades.

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31 Oct 03:00

Studio Hermes / Corvin Cristian

by Jonathan Alarcon

Architects: Corvin Cristian
Location: Bucharest, Romania
Interior Design: Corvin Cristian
Area: 600 sqm
Year: 2013
Photographs: Cosmin Dragomir

From the architect. Studio Hermes is a club and restaurant featuring a variety of shows from cabaret to live bands. The design responds to acoustic requirements hence the look recalling a ’60 s audition hall.

Other design elements, while contemporary, follow the same mid century modern line. The onyx bar, velvet sofas, brass cymbals and walnut wainscot counterpoint the bare concrete and exposed piping.

Studio Hermes is located in Bucharest’s historical centre and takes its name from an old movie theater that was formerly located at the same address.

Studio Hermes / Corvin Cristian © Cosmin Dragomir Studio Hermes / Corvin Cristian © Cosmin Dragomir Studio Hermes / Corvin Cristian © Cosmin Dragomir Studio Hermes / Corvin Cristian © Cosmin Dragomir Studio Hermes / Corvin Cristian © Cosmin Dragomir Studio Hermes / Corvin Cristian © Cosmin Dragomir Studio Hermes / Corvin Cristian © Cosmin Dragomir Studio Hermes / Corvin Cristian © Cosmin Dragomir Studio Hermes / Corvin Cristian © Cosmin Dragomir Studio Hermes / Corvin Cristian © Cosmin Dragomir Studio Hermes / Corvin Cristian © Cosmin Dragomir Studio Hermes / Corvin Cristian © Cosmin Dragomir Studio Hermes / Corvin Cristian © Cosmin Dragomir Studio Hermes / Corvin Cristian © Cosmin Dragomir Studio Hermes / Corvin Cristian © Cosmin Dragomir Studio Hermes / Corvin Cristian © Cosmin Dragomir Studio Hermes / Corvin Cristian © Cosmin Dragomir Studio Hermes / Corvin Cristian © Cosmin Dragomir Studio Hermes / Corvin Cristian © Cosmin Dragomir Studio Hermes / Corvin Cristian © Cosmin Dragomir Studio Hermes / Corvin Cristian © Cosmin Dragomir Studio Hermes / Corvin Cristian © Cosmin Dragomir Studio Hermes / Corvin Cristian Plan Studio Hermes / Corvin Cristian Plan Studio Hermes / Corvin Cristian Section
27 Oct 11:00

Blog favourites as of late

by kim
25 Oct 17:00

"These days, before we talk about misogyny, women are increasingly being asked to modify our language..."

by wagatwe
“These days, before we talk about misogyny, women are increasingly being asked to modify our language so we don’t hurt men’s feelings. Don’t say, “Men oppress women” – that’s sexism, as bad as any sexism women ever have to handle, possibly worse. Instead, say, “Some men oppress women.” Whatever you do, don’t generalise. That’s something men do. Not all men – just some men.

This type of semantic squabbling is a very effective way of getting women to shut up. After all, most of us grew up learning that being a good girl was all about putting other people’s feelings ahead of our own. We aren’t supposed to say what we think if there’s a chance it might upset somebody else or, worse, make them angry. So we stifle our speech with apologies, caveats and soothing sounds. We reassure our friends and loved ones that “you’re not one of those men who hate women”.

What we don’t say is: of course not all men hate women. But culture hates women, so men who grow up in a sexist culture have a tendency to do and say sexist things, often without meaning to. We aren’t judging you for who you are but that doesn’t mean we’re not asking you to change your behaviour. What you feel about women in your heart is of less immediate importance than how you treat them on a daily basis.

You can be the gentlest, sweetest man in the world yet still benefit from sexism. That’s how oppression works.

- Of course all men don’t hate women. But all men must know they benefit from sexism (via punkrockmermaid)